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  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Visitante Armanda
    há 14 horas, Edge disse:

    Olá!

    A app da Bloomberg dá para fazer isso! E a da Financial Times também.

    Eu uso as duas e estou bastante satisfeito! E também faço integração de diferentes carteiras!

    Tanto uma como outra dá para criar várias carteira diferentes e consegue-se ver os totais integrados. (montante total, montante ganho e taxa de crescimento)

    Assim, não só é possível seguir os totais das carteiras como um todo, como também os totais de cada carteira em separado.

    Ou então, é possível adicionar todas as posições numa única carteira e ver como se fosse apenas uma!

    E instalou mesmo a aplicação no telemóvel ou pc? Ambas têm todos os fundos?

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    há 1 hora, superkinas disse:

    De certeza que queres seguir recomendações da DECO??

    Aqui vai:

    Para os investidores, o cenário de taxas de juro nulas é desafiante. A opção pelos mercados acionistas persiste, mas as bolsas estão menos atrativas. É preciso encontrar alternativas também entre as obrigações. 

    O ideal seria investir em mercados onde as obrigações têm taxas de juro mais elevadas, cuja divisa de emissão esteja subvalorizada face ao euro e com baixa correlação com as ações para melhorar a diversificação. Um ideal que, naturalmente, não é frequente.

    Para atingir rendimentos mais atrativos não será possível cingir-se às obrigações denominadas em euros e de emitentes financeiramente mais sólidos. É preciso ir além, procurando emissões em divisas com juros mais elevados (exemplo: high yield) ou com potencial de gerar ganhos cambiais face ao euro, mas onde o risco é superior.

    Euro

    Os vários países da zona euro pagam diferentes taxas para se financiar. Contudo, em média, os juros das obrigações a 10 anos rondam apenas 0,4%. Um rendimento bastante reduzido para tornar este investimento atrativo. Porém, o nível de risco (volatilidade) deste tipo de fundos é bastante reduzido e têm uma baixa correlação com os mercados acionistas. 

    Por outras palavras, investir somente em fundos de obrigações denominadas em euros não será uma opção interessante, mas subscrevê-los no âmbito de uma carteira mais vasta permite beneficiar do seu efeito de diversificação. 

    Ainda na área da moeda única, também existem fundos dedicados a emitentes financeiramente menos sólidos (dívida high yield ou “lixo”), cujas taxas de juro rondam os 4%. Uma opção atrativa para completar uma carteira, mas o risco é naturalmente mais elevado. Entre outros fundos, para a dívida mais tradicional recomendamos o AXA WF Euro 7-10 (LU0251659420). Para o segmento “lixo” dispõe do Candriam Bonds Euro High Yield (LU0144751095) e do UBS Bond Euro High Yield (LU0086177085).

    Coroa norueguesa

    No norte da Europa, o Norges Bank permanece determinado em aumentar as taxas de juro. Após duas subidas nos últimos doze meses, que fixaram a taxa de referência em 1%, as taxas norueguesas poderão sofrer novos aumentos em 2019. Um cenário que deverá alargar ainda mais o fosso entre as taxas de juro da Noruega e outras economias desenvolvidas. 

    Os juros das obrigações já rondam 1,6% (contra 0,4% da zona euro). Ao mesmo tempo, a economia norueguesa permanecerá mais dinâmica do que a da moeda única. A conjugação destes fatores dão um bom potencial de apreciação à coroa norueguesa, que está atualmente subvalorizada. Recomendamos o fundo de obrigações Nordea Norwegian Bond (LU0173776393).

    Coroa sueca

    A considerável subvalorização da coroa face ao euro, e o inerente potencial de apreciação, é o principal atrativo desta categoria. Embora a subvalorização seja uma situação crónica, há sinais de mudança. 

    Por um lado, a política monetária, que mantém a fraqueza da coroa no mercado cambial, é criticada pelo seu impacto negativo no poder de compra dos suecos, que pagam um preço anormalmente elevado pelos produtos importados. Bem aceite no passado é mais difícil de justificar perante a melhor situação económica. 

    Por outro, o próprio banco central considera-a excessiva. A taxa de referência ainda está em terreno negativo mas, no início de 2019, já foi aumentada pelo Riskbank. No futuro próximo é agora mais provável que se assista a uma lenta apreciação da coroa sueca. Aconselhamos o fundo Nordea Swedish Bond (LU0173776047).

    Dólar australiano

    A Austrália conseguiu atravessar incólume as últimas crises. O banco central nunca teve de reduzir as taxas de juro tanto como os seus congéneres das economias desenvolvidas para apoiar a economia. Por isso, as taxas nulas são desconhecidas dos australianos e o nível de rendimento das obrigações é, de momento, mais elevado. 

    Contudo, o valor cambial do dólar australiano aponta para que se encontre sobreavaliado face ao euro, o que constitui um desincentivo considerável à aposta neste mercado obrigacionista. A situação na China e possibilidade do banco central cortar as taxas diretoras também poderá impactar negativamente a moeda. Não recomendamos.

    Dólar norte-americano

    A dívida soberana dos Estados Unidos continua a ser o ativo de referência global e oferece taxas bastante superiores às da zona euro (2,3% contra 0,4%). As obrigações de empresas (corporate) emitidas em dólares norte-americanos também são interessantes, ao oferecer um rendimento mais elevado (cerca de 3,6%) com níveis relativamente baixos de volatilidade. 

    Quanto aos títulos de dívida high yield (“lixo”) em dólares, os juros ainda são mais altos (6,8%), mas o risco é superior e não permitem amortecer choques dos mercados. Ainda assim, a postura mais prudente da Reserva Federal torna improvável uma tendência de aumento dos juros, o que vai facilitar o cumprimento financeiro destas empresas. 

    Para estes três “segmentos” da dívida em dólares recomendamos, respetivamente, o iShares USD Treasury Bond 7-10yr ETF (IE00B1FZS798), UBS Bond USD (LU0035346773) e PIMCO US High Yield Bond (IE00B11XZ871). Em qualquer das opções, o nível de juros permite compensar uma perspetiva cambial menos favorável para o dólar.

    Franco suíço

    Com a inflação contida e um banco central pouco motivado para mudar a política monetária, as taxas de juro helvéticas deverão continuar em terreno bastante negativo.
    Como vantagem, o franco suíço beneficia do estatuto de valor de refúgio, mas é um trunfo, de momento, insuficiente. A moeda helvética está apenas próxima do nível de equilíbrio face ao euro e a expectativa de apreciação cambial a longo prazo é limitada para compensar o investimento em obrigações com taxas de juro tão negativas.

    Iene japonês

    As obrigações em ienes são um ativo de refúgio porque a divisa nipónica é mais procurada em tempos de turbulência financeira. Por um lado, os investidores japoneses repatriam o seu dinheiro. Por outro, os restantes investidores vendem as suas moedas de alto rendimento para pagar os empréstimos que contraíram em ienes (denominado carry trade). Esta característica faz com que a dívida nipónica tenha uma correlação negativa com a maioria dos mercados acionistas, um trunfo para diversificar uma carteira. 

    É certo que a dívida pública do Japão é gigantesca, mas a situação financeira é sólida graças à riqueza acumulada nas últimas décadas. Além disso, a maior parte da dívida é detida pelo banco central, o que favorece a estabilidade do mercado. 

    O preço são taxas de juro artificialmente baixas e em terreno negativo (-0,1%). Contudo, o estatuto de refúgio e a subvalorização do iene face ao euro compensam essa desvantagem para estratégias mais defensivas. Recomendamos o fundo Eurizon EasyFund Bond JPY (LU0090978643).

    Libra esterlina

    O futuro próximo do Reino Unido é indissociável do desfecho do Brexit. Neste capítulo, a libra esterlina tem sido a principal vítima e depreciou-se fortemente no início do processo para, em seguida, flutuar ao sabor das negociações e indecisões. 

    No atual momento, a libra está subvalorizada face ao euro e os juros das obrigações britânicas são ligeiramente superiores à média da zona euro. Contudo, dada a grande incerteza, esses dois elementos são ainda insuficientes para justificar uma aposta neste mercado de dívida.

    Real brasileiro

    Um dos principais objetivos do Governo de Bolsonaro é consolidar as contas públicas para reduzir as taxas de juro da dívida. 

    Entre outras medidas, o plano prevê a privatização de empresas públicas e a reforma do sistema de pensões. Dada a falta de consenso, é improvável que o presidente consiga aprovar todas as reformas económicas prometidas, mas as obrigações do Brasil estão na linha da frente para beneficiar das medidas que vejam a luz do dia. 

    Os juros da dívida do Estado brasileiro rondam os 7,5%, um nível atrativo e, que de momento, compensa o maior risco do investimento em obrigações denominadas em reais. Recomendamos os fundos Aberdeen Standard Brazil Bond (LU0728927988) e HSBC GIF Brazil Bond (LU0254979965).

    Yuan chinês

    O mercado de dívida na moeda chinesa ainda é relativamente menos transparente do que os seus congéneres, além de o nível de endividamento das empresas chinesas permanecer um fator de risco global. 

    Acresce ainda a circunstância de a moeda chinesa também se encontrar fortemente sobrevalorizada face ao euro, o que constitui um risco adicional. Neste contexto preferimos mantermo-nos afastados deste tipo de fundos.

     

     

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    há 9 horas, Visitante Armanda disse:

    E instalou mesmo a aplicação no telemóvel ou pc? Ambas têm todos os fundos?

    Sim, instalei as apps no telemóvel. Mas também utilizo no PC.

    Ambas têm (quase) todos os fundos, ETF’s, ações, etc

    Digo quase porque na Financial Times já encontrei um que eles apenas têm a versão em dólares.

    Aconselho a experimentar. Dá para escolher as aplicações (fundos, ETF’s, etc), a bolsa onde se investe e criar as “ordens” de compra como foram feitas (nos dias em que foram compradas, o valor de cada UP e até taxas de compra)

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    há 12 horas, D@vid disse:

    De certeza que queres seguir recomendações da DECO??

    Aqui vai:

    Para os investidores, o cenário de taxas de juro nulas é desafiante. A opção pelos mercados acionistas persiste, mas as bolsas estão menos atrativas. É preciso encontrar alternativas também entre as obrigações. 

    O ideal seria investir em mercados onde as obrigações têm taxas de juro mais elevadas, cuja divisa de emissão esteja subvalorizada face ao euro e com baixa correlação com as ações para melhorar a diversificação. Um ideal que, naturalmente, não é frequente.

    Para atingir rendimentos mais atrativos não será possível cingir-se às obrigações denominadas em euros e de emitentes financeiramente mais sólidos. É preciso ir além, procurando emissões em divisas com juros mais elevados (exemplo: high yield) ou com potencial de gerar ganhos cambiais face ao euro, mas onde o risco é superior.

    Euro

    Os vários países da zona euro pagam diferentes taxas para se financiar. Contudo, em média, os juros das obrigações a 10 anos rondam apenas 0,4%. Um rendimento bastante reduzido para tornar este investimento atrativo. Porém, o nível de risco (volatilidade) deste tipo de fundos é bastante reduzido e têm uma baixa correlação com os mercados acionistas. 

    Por outras palavras, investir somente em fundos de obrigações denominadas em euros não será uma opção interessante, mas subscrevê-los no âmbito de uma carteira mais vasta permite beneficiar do seu efeito de diversificação. 

    Ainda na área da moeda única, também existem fundos dedicados a emitentes financeiramente menos sólidos (dívida high yield ou “lixo”), cujas taxas de juro rondam os 4%. Uma opção atrativa para completar uma carteira, mas o risco é naturalmente mais elevado. Entre outros fundos, para a dívida mais tradicional recomendamos o AXA WF Euro 7-10 (LU0251659420). Para o segmento “lixo” dispõe do Candriam Bonds Euro High Yield (LU0144751095) e do UBS Bond Euro High Yield (LU0086177085).

    Coroa norueguesa

    No norte da Europa, o Norges Bank permanece determinado em aumentar as taxas de juro. Após duas subidas nos últimos doze meses, que fixaram a taxa de referência em 1%, as taxas norueguesas poderão sofrer novos aumentos em 2019. Um cenário que deverá alargar ainda mais o fosso entre as taxas de juro da Noruega e outras economias desenvolvidas. 

    Os juros das obrigações já rondam 1,6% (contra 0,4% da zona euro). Ao mesmo tempo, a economia norueguesa permanecerá mais dinâmica do que a da moeda única. A conjugação destes fatores dão um bom potencial de apreciação à coroa norueguesa, que está atualmente subvalorizada. Recomendamos o fundo de obrigações Nordea Norwegian Bond (LU0173776393).

    Coroa sueca

    A considerável subvalorização da coroa face ao euro, e o inerente potencial de apreciação, é o principal atrativo desta categoria. Embora a subvalorização seja uma situação crónica, há sinais de mudança. 

    Por um lado, a política monetária, que mantém a fraqueza da coroa no mercado cambial, é criticada pelo seu impacto negativo no poder de compra dos suecos, que pagam um preço anormalmente elevado pelos produtos importados. Bem aceite no passado é mais difícil de justificar perante a melhor situação económica. 

    Por outro, o próprio banco central considera-a excessiva. A taxa de referência ainda está em terreno negativo mas, no início de 2019, já foi aumentada pelo Riskbank. No futuro próximo é agora mais provável que se assista a uma lenta apreciação da coroa sueca. Aconselhamos o fundo Nordea Swedish Bond (LU0173776047).

    Dólar australiano

    A Austrália conseguiu atravessar incólume as últimas crises. O banco central nunca teve de reduzir as taxas de juro tanto como os seus congéneres das economias desenvolvidas para apoiar a economia. Por isso, as taxas nulas são desconhecidas dos australianos e o nível de rendimento das obrigações é, de momento, mais elevado. 

    Contudo, o valor cambial do dólar australiano aponta para que se encontre sobreavaliado face ao euro, o que constitui um desincentivo considerável à aposta neste mercado obrigacionista. A situação na China e possibilidade do banco central cortar as taxas diretoras também poderá impactar negativamente a moeda. Não recomendamos.

    Dólar norte-americano

    A dívida soberana dos Estados Unidos continua a ser o ativo de referência global e oferece taxas bastante superiores às da zona euro (2,3% contra 0,4%). As obrigações de empresas (corporate) emitidas em dólares norte-americanos também são interessantes, ao oferecer um rendimento mais elevado (cerca de 3,6%) com níveis relativamente baixos de volatilidade. 

    Quanto aos títulos de dívida high yield (“lixo”) em dólares, os juros ainda são mais altos (6,8%), mas o risco é superior e não permitem amortecer choques dos mercados. Ainda assim, a postura mais prudente da Reserva Federal torna improvável uma tendência de aumento dos juros, o que vai facilitar o cumprimento financeiro destas empresas. 

    Para estes três “segmentos” da dívida em dólares recomendamos, respetivamente, o iShares USD Treasury Bond 7-10yr ETF (IE00B1FZS798), UBS Bond USD (LU0035346773) e PIMCO US High Yield Bond (IE00B11XZ871). Em qualquer das opções, o nível de juros permite compensar uma perspetiva cambial menos favorável para o dólar.

    Franco suíço

    Com a inflação contida e um banco central pouco motivado para mudar a política monetária, as taxas de juro helvéticas deverão continuar em terreno bastante negativo.
    Como vantagem, o franco suíço beneficia do estatuto de valor de refúgio, mas é um trunfo, de momento, insuficiente. A moeda helvética está apenas próxima do nível de equilíbrio face ao euro e a expectativa de apreciação cambial a longo prazo é limitada para compensar o investimento em obrigações com taxas de juro tão negativas.

    Iene japonês

    As obrigações em ienes são um ativo de refúgio porque a divisa nipónica é mais procurada em tempos de turbulência financeira. Por um lado, os investidores japoneses repatriam o seu dinheiro. Por outro, os restantes investidores vendem as suas moedas de alto rendimento para pagar os empréstimos que contraíram em ienes (denominado carry trade). Esta característica faz com que a dívida nipónica tenha uma correlação negativa com a maioria dos mercados acionistas, um trunfo para diversificar uma carteira. 

    É certo que a dívida pública do Japão é gigantesca, mas a situação financeira é sólida graças à riqueza acumulada nas últimas décadas. Além disso, a maior parte da dívida é detida pelo banco central, o que favorece a estabilidade do mercado. 

    O preço são taxas de juro artificialmente baixas e em terreno negativo (-0,1%). Contudo, o estatuto de refúgio e a subvalorização do iene face ao euro compensam essa desvantagem para estratégias mais defensivas. Recomendamos o fundo Eurizon EasyFund Bond JPY (LU0090978643).

    Libra esterlina

    O futuro próximo do Reino Unido é indissociável do desfecho do Brexit. Neste capítulo, a libra esterlina tem sido a principal vítima e depreciou-se fortemente no início do processo para, em seguida, flutuar ao sabor das negociações e indecisões. 

    No atual momento, a libra está subvalorizada face ao euro e os juros das obrigações britânicas são ligeiramente superiores à média da zona euro. Contudo, dada a grande incerteza, esses dois elementos são ainda insuficientes para justificar uma aposta neste mercado de dívida.

    Real brasileiro

    Um dos principais objetivos do Governo de Bolsonaro é consolidar as contas públicas para reduzir as taxas de juro da dívida. 

    Entre outras medidas, o plano prevê a privatização de empresas públicas e a reforma do sistema de pensões. Dada a falta de consenso, é improvável que o presidente consiga aprovar todas as reformas económicas prometidas, mas as obrigações do Brasil estão na linha da frente para beneficiar das medidas que vejam a luz do dia. 

    Os juros da dívida do Estado brasileiro rondam os 7,5%, um nível atrativo e, que de momento, compensa o maior risco do investimento em obrigações denominadas em reais. Recomendamos os fundos Aberdeen Standard Brazil Bond (LU0728927988) e HSBC GIF Brazil Bond (LU0254979965).

    Yuan chinês

    O mercado de dívida na moeda chinesa ainda é relativamente menos transparente do que os seus congéneres, além de o nível de endividamento das empresas chinesas permanecer um fator de risco global. 

    Acresce ainda a circunstância de a moeda chinesa também se encontrar fortemente sobrevalorizada face ao euro, o que constitui um risco adicional. Neste contexto preferimos mantermo-nos afastados deste tipo de fundos.

     

     

    obrigado

     

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    Continua a luta pelo melhor PPR do mercado em 2019 haha.

    Neste momento YTD:

    1.º NB PPR +11,65%

    2.º AR PPR  +10,44%

    3.º Optimize PPR Activo +10,02%

    4.º Optimize PPR Agressivo +9,79%

     

    NB PPR  alarga vantagem em relação ao AR PPR.

     

    NB PPR - Comercializado no Novo Banco, Banco Best, ActivoBank, GNB.

    AR PPR - Comercializado no Banco Invest

    Optimizes - Comercializado na Optimize e Banco Best.

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    Atenção aos clientes dos Best, os fundos nacionais que não façam parte da oferta de fundos do banco passam a pagar comissão de custódia de títulos.

    Isto será mais importante para quem só tem este tipo de fundos e que não tenham outros tipos de produtos,, para quem tem outras aplicações como acções ou obrigações a comissão de custódia já é paga.

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    há 1 hora, vila disse:

    Não percebi! Tenho subscrito tanto o Nb obrigações como o caixagest ações e fazia parte da oferta do banco! Como é que se subscrevem fundos que não fazem parte da oferta?!

    Simples, imagina que queres algum fundo XPTO mas que não se encontra na oferta do banco, o banco pode junto da gestora desse fundo comercializa-lo para ti, e como não são fundos que fazem parte da oferta global o banco pode ter custos a disponibilizá-lo, por isso é que esses fundos têm quase sempre uma comissão de subscrição, e agora também passam a ter comissão de guarda.

    Imagina quereres um fundo da Caixagest mas que não se encontra no banco.

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    Em complemento e em resposta que me deram:

    As comissões de custódia só se vão aplicar aos fundos portugueses que não façam parte da oferta global do banco mas apenas aqueles em que o banco tenha um custo com a sua custódia.

    Neste momento só se aplica aos fundos nacionais da gestora IMGA.

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    Agora o que me parece importante, vamos ter um corte de juros por parte do BCE em Setembro, e deve de vir aí mais uma "bazuka", aliado a um corte nos juros pela FED, e com sorte uma aguinha na fervura na relação EUA/China estou com alguma pena de não ter € agora para carregar ?

    • Voto Positivo 1
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    há 8 minutos, VMO disse:

    No contexto que refere David o que é recomendável?

    Tudo ? Acções e obrigações EUA e Europa, mas também basicamente são as áreas geográficas em que invisto basicamente.

    • Voto Positivo 1
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    há 5 horas, D@vid disse:

    Agora o que me parece importante, vamos ter um corte de juros por parte do BCE em Setembro, e deve de vir aí mais uma "bazuka", aliado a um corte nos juros pela FED, e com sorte uma aguinha na fervura na relação EUA/China estou com alguma pena de não ter € agora para carregar ?

    não percebi... € para carregar agora porque vai subir ou € para carregar depois quando descer?!?!? Basicamente o que eu estou a perguntar e sem querer entrar em muitos pormenores: vou ter de resgatar os todos os meus fundos de investimento no prazo de 15 dias aproximadamente! (a sugestão é que o faça o quanto antes ou que aguarde?) 

    ps: a julgar pelos mercados hoje imagino que a hipotese seja resgatar tudo já para não entrar em perdas :)

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    rui_marreiros
    há 6 horas, D@vid disse:

    Tudo ? Acções e obrigações EUA e Europa, mas também basicamente são as áreas geográficas em que invisto basicamente.

    E neste campo o que é que tens em mente? ETF quais? Tenho conta no Invest, e 50k para investir.

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    há 12 horas, vila disse:

    não percebi... € para carregar agora porque vai subir ou € para carregar depois quando descer?!?!? Basicamente o que eu estou a perguntar e sem querer entrar em muitos pormenores: vou ter de resgatar os todos os meus fundos de investimento no prazo de 15 dias aproximadamente! (a sugestão é que o faça o quanto antes ou que aguarde?) 

    ps: a julgar pelos mercados hoje imagino que a hipotese seja resgatar tudo já para não entrar em perdas :)

    Carregar porque a tendência será de subida.

    Se tens de resgatar então só tens de resgatar, quando falo em subidas falo numa perspectiva do resto do ano e não em 15 dias.

    Não julgues os mercados por um dia, os mercados vivem de expectativas, se o mercado tema  expectativa de um resultado positivo de 15% nos lucros de uma empresa e se a empresa reporta "apenas" 14,9999% a acção dessa empresa cai ?.

    há 11 horas, rui_marreiros disse:

    E neste campo o que é que tens em mente? ETF quais? Tenho conta no Invest, e 50k para investir.

    Não invisto em ETF´s e não tenho conta no Invest...

    Editado por D@vid
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    Mouro Emprestado
    A 25/07/2019 às 23:20, rui_marreiros disse:

    E neste campo o que é que tens em mente? ETF quais? Tenho conta no Invest, e 50k para investir.

    Nunca investiria tudo num ETF ou Fundo de acções apenas (faltam as obrigações soberanas!)

    Mas se ainda assim queres correr esse risco todo, o Invest comercializa 1 ETF que segue o índice MSCI World e um que segue o índice MSCI World ACWI (este inclui mercados emergentes):

    IE00BJ0KDQ92
    IE00B44Z5B48

     

    Editado por Mouro Emprestado
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    rui_marreiros
    há 4 minutos, Mouro Emprestado disse:

    Nunca investiria tudo num ETF ou Fundo de acções apenas (faltam as obrigações soberanas!)

    Mas se ainda assim queres correr esse risco todo, o Invest comercializa 1 ETF que segue o índice MSCI World e um que segue o índice MSCI World ACWI (este inclui mercados emergentes):

    IE00BJ0KDQ92
    IE00B44Z5B48

     

    ok, eu também não estou a pensar investir numa só ETF. 

    A minha estratégia é ter um portfolio diversificado e  é a seguinte:

    iniciar com

    20% para obrigações

    - 15% obrigações em ETF

    -5% obrigações de fundos

    60% para ações

     - 40% em ações via ETF

    -20% através de fundos

    10% alternativos

    - 5% - fundo imobiliario

    - 5% -Cannabis, vinhos, whisky ,etc , ainda não sei que fundos é que existem, mas sei que os há- numa corretora suíça têm um de vinhos, e na irlanda um de whisky, também existe de canibais, só falta aparecer uma de "queijos"

    10% materias primas

    - ouro e petróleo - (aqui ainda me decidi o tipo, ETF, ECN, ou fundo)

     

    por isso vou vendo as vossas sugestões e aceito sugestões, todas são bem vindas (em especial as tuas)

    Penso depois ir ajustando com a aquisição de fundos em cada um dos campos, em principio mensalmente (100 a 500 euros).

     

     

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    Mouro Emprestado
    há 11 horas, rui_marreiros disse:

    ok, eu também não estou a pensar investir numa só ETF. 

    A minha estratégia é ter um portfolio diversificado e  é a seguinte:

    iniciar com

    20% para obrigações

    - 15% obrigações em ETF

    -5% obrigações de fundos

    Obrigações soberanas tens alguns exemplos no Invest, quer da Lyxor, quer do DB.

    LU1287023185 (este tem obrigações com maior maturidade, logo tenderá a ter mais risco quando e se as taxas de juro soberanas começarem a subir)

    LU0290355717

     

    há 11 horas, rui_marreiros disse:

    60% para ações

     - 40% em ações via ETF

    -20% através de fundos

    10% alternativos

    - 5% - fundo imobiliario

    - 5% -Cannabis, vinhos, whisky ,etc , ainda não sei que fundos é que existem, mas sei que os há- numa corretora suíça têm um de vinhos, e na irlanda um de whisky, também existe de canibais, só falta aparecer uma de "queijos"

    5% não serve para nada numa carteira. Nem para cima, nem para baixo.

    Experimenta numa planilha de excel.

    Por isso, apenas estarás a complicar a carteira.

    Aliás, aqui que nem nos ouve, menos de 15% num determinado activo apenas cria complicação e acaba por não trazer grandes variações à carteira. Nem imagino aqueles que têm carteiras com 10 ou 20 fundos, dassssssssssss.

     

    há 11 horas, rui_marreiros disse:

    10% materias primas

    - ouro e petróleo - (aqui ainda me decidi o tipo, ETF, ECN, ou fundo)

    Idem.

    Sendo que o ouro não é uma matéria prima. 

    Ouro é "moeda". "Moeda" que serve de refúgio quando existem sinais de crise na bolsa. O que é bem diferentes das commodities, que não servem como activo não correlacionado ao contrário do ouro.

    Outra coisa, não existem fundos de matérias primas, apenas existem ETCs (na Europa não podem existir fundos ou ETFs que investem apenas num activo). 

    Sendo que nas matérias primas existe o risco de contango.

    Por isso, se queres ter exposição a matérias primas, compra um ETF de acções de um país de mercados emergentes ou fronteira com enorme exposição a esses bens (sei lá, Brasil, Rússia, África do Sul, etc.)

     

    há 11 horas, rui_marreiros disse:

    por isso vou vendo as vossas sugestões e aceito sugestões, todas são bem vindas (em especial as tuas)

    Penso depois ir ajustando com a aquisição de fundos em cada um dos campos, em principio mensalmente (100 a 500 euros).

     

     

    Para esses valores, comprar ETFs fica caro, muito caro. Por isso é melhor criares uma conta na Degiro, que tem comissões mais baixas (sendo que em alguns ETFs, as transacções são inclusive gratuítas).

     

    • Obrigado 1
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    Visitante Rmcdn23
    A 16/07/2019 às 16:12, D@vid disse:

    Luta renhida .

    Neste momento YTD:

    1.º NB PPR +11,11%

    2.º AR PPR  +10,41%

    3.º Optimize PPR Activo +9,67%

    4.º Optimize PPR Agressivo +9,40%

     

    NB PPR a descolar do AR PPR, entrada para 3.º lugar do Optimize Activo e descida do Agressivo para 4.º.

     

    NB PPR - Comercializado no Novo Banco, Banco Best, ActivoBank, GNB.

    AR PPR - Comercializado no Banco Invest

    Optimizes - Comercializado na Optimize e Banco Best.

     

    Significa que se tivesse 100 mil euros, neste momento já estava a a valer 110 mil aproximado em meio ano? 

    Isto paga dividendos, ou, por exemplo, espero o final do ano e retiro os lucros que me apetece? 

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    "Whatever it takes"

    "Tudo o que for necessário"

    26/07/2012

    2,6 triliões€

    Programa de compra de ativos
    (Quantative Easing)

    5,9 triliões€


    Metade da dívida pública da
    Zona Euro está a ser negociada
    com taxas negativas

    Dívida Pública (a 10 anos)
                        2012                  2019
    Portugal   11,40%                0,43%
    Espanha     7,37%                0,37%
    Itália            6,44%                1,56%

     

     

    Draghi.PNG

    Editado por D@vid
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    • -------- changed the title to Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )

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