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  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    há 2 horas, 5coroas disse:

    Isto é que me desagrada. Serão para clientes "especiais"?

    Não, é mesmo porque na maioria são fundos pouco subscritos ou com certas condições especiais em termos de montantes de subscrição entre outras condicionantes como soft closed.

    A experiência que tenho é que conseguem disponibilizar praticamente todos os fundos das gestoras com quem têm protocolo mediante comissão de subscrição.

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    Rick Lusitano
    há 2 horas, 5coroas disse:

    Isto é que me desagrada. Serão para clientes "especiais"?

    Não estou a falar de versões para clientes institucionais, que têm baixas comissões mas que exigem elevados montantes de investimento mínimo.

    O Best permite que os investidores tenham acesso a fundos que não estejam na oferta oficial. Há fundos que o Best tem, mas que oferece através da oferta offline ou noutras campanhas. Por exemplo, os fundos da Carmignac, oferecia-os através dos Unit-linked, mas não existia na oferta oficial. Isso durou vários anos, só recentemente é possível comprar-los na plataforma online. Antes oferecia os FI da Carmignac domiciliados em França, actualmente são as versões deles mas domiciliadas no Luxemburgo. Agora que eles estão uma porcaria é que só pode comprar-los na plataforma. :(

    Eu antes comprava FI no Best, que nem existiam em Portugal, procurava os melhores FI e depois solicitava ao Best para os comprar. Trouxe assim o M&G Optimal Income, LM US Large Caps Growth, por exemplo, houve outros que continuam a não existir em Portugal, como fundos das gestoras Natixis, TCW (gestoras que não ainda entraram em Portugal) e outros FI de gestoras que já existiam no Best, mas que não tinham todos os FI interessantes. Mas depois, o Best começou a cobrar comissões de subscrição para FI que estejam fora da oferta oficial online e eu deixei de andar à procura de novos fundos.

    Se existir algum FI que queiras e que não esteja na oferta online, e que não esteja fechado a novos investidores, podes sempre procurar ao Best se podes o comprar. Decerto que o Best irá cobrar alguma coisa por isso. É uma questão de tentares e fazeres as contas. ;)

     

    • Obrigado 1
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    há 16 minutos, Mouro Emprestado disse:

    FR0010755611... quase 44% YTD ah ah ah.

    É verdade! Mas a classificação de risco para este ETF deveria ser 8!! ?

    Quem tivesse à 10 anos comprado 10.000€ deste fundo, teria agora aproximadamente 150.000€! Não é mau!!! :) 

    Mas quando cai... cai a sério!! Nos últimos 3 meses de 2018, caiu de 1842€ para 1305€. Mas recuperou logo nos 3 meses seguintes!!

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    Mouro Emprestado
    há 1 minuto, Edge disse:

    É verdade! Mas a classificação de risco para este ETF deveria ser 8!! ?

    Quem tivesse à 10 anos comprado 10.000€ deste fundo, teria agora aproximadamente 150.000€! Não é mau!!! :) 

    Mas quando cai... cai a sério!! Nos últimos 3 meses de 2018, caiu de 1842€ para 1305€. Mas recuperou logo nos 3 meses seguintes!!

    Há 10 anos não havia esse ETF (nem nenhum ETF alavancado) aqui pela Europa ? 

    Mas já havia ETFs alavancados ali para as Américas desde antes da crise. Passa pelo bogleheads que tem lá um tópico enorme recente sobre os retornos históricos de carteiras com ETFs alavancados ?

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    há 1 hora, AndreAtomic disse:

    LU1279334483

    Alguém segue este? Até à lua!

    Não sigo!

    Para mim tem 2 defeitos: muito caro e muito especifico.

    Para além disso é muito volátil e não tem batido o benchmark.

     

    Se eu considerasse investir num sector mais concentrado como este, iria provavelmente para um destes: LU0115773425 ou  LU0140363697 ou ainda este LU0159053015

    Ou para este IE0009356076 em USD

    Todos estes tiveram melhores resultados!

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    há 11 minutos, Mouro Emprestado disse:

    Há 10 anos não havia esse ETF (nem nenhum ETF alavancado) aqui pela Europa ? 

    Pelos dados do justetf este existe desde 16 Junho 2009. E o Finantial Times tem a mesma informação. https://markets.ft.com/data/etfs/tearsheet/summary?s=CL2:PAR:EUR

    Quase 10 anos! :) Foi por ai que fiz as contas!

    há 14 minutos, Mouro Emprestado disse:

    Mas já havia ETFs alavancados ali para as Américas desde antes da crise. Passa pelo bogleheads que tem lá um tópico enorme recente sobre os retornos históricos de carteiras com ETFs alavancados ?

    Já li! E para ser sincero, o conceito entusiasma, pelo menos no inicio!

    Mas se eu fosse apostar numa alavancagem para fundos, teria de já ter uma carteira que me permitisse tirar um rendimento mensal para viver... à grande! 

    Tipo 1.000.000€ a render 8% ao ano (liquido)!!! ?

    Prefiro alavancar em imobiliário!

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    Mouro Emprestado
    há 7 minutos, Edge disse:

    Pelos dados do justetf este existe desde 16 Junho 2009. E o Finantial Times tem a mesma informação. https://markets.ft.com/data/etfs/tearsheet/summary?s=CL2:PAR:EUR

    Quase 10 anos! :) Foi por ai que fiz as contas!

    Por acaso estava com ideias que era de 2011, mas tens razão é de 2009 (o outro ETF alavancado que tenho seguido é que é de 2011 referente às Bunds alemãs alavancadas). 

     

    há 7 minutos, Edge disse:

    Já li! E para ser sincero, o conceito entusiasma, pelo menos no inicio!

    Mas se eu fosse apostar numa alavancagem para fundos, teria de já ter uma carteira que me permitisse tirar um rendimento mensal para viver... à grande! 

    Tipo 1.000.000€ a render 8% ao ano (liquido)!!! ?

    Prefiro alavancar em imobiliário!

    Por acaso estou expectante sobre como se portará uma carteira dessas no próximo crash. Estive a estimar (à merceiro) os retornos de uma carteira com 60% bunds e 40% acções e as perdas no ano de 2008 chegaram "apenas" a 26% (semelhante a qualquer carteira 50-50 com activos não alavancados na mesma época).

    A única coisa que me deixa de pé atrás é saber que hoje em dia as bunds já não têm muito por onde aumentar, dado que a taxa a 10 anos está basicamente nos 0%.

    E sim, quando se começa a falar em alavancagem de investimentos "à boca cheia", é porque o ciclo das bolsas está perto do fim ??

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    Mouro Emprestado
    há 45 minutos, Mouro Emprestado disse:

    Há 10 anos não havia esse ETF (nem nenhum ETF alavancado) aqui pela Europa ? 

    Mas já havia ETFs alavancados ali para as Américas desde antes da crise. Passa pelo bogleheads que tem lá um tópico enorme recente sobre os retornos históricos de carteiras com ETFs alavancados ?

    Corrigindo-me a mim próprio, em 2008 afinal já existiam 2 ou 3 ETFs alavancados na Europa. 

     

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    há 15 horas, vila disse:

    Será que alguem aqui pode explicar como funcionam os fundos INC ou distribuiçao? Não consigo perceber como pagam ex:5%/mensal se o fundo até tem rentabilidade negativa nesse ano. Quais as vantagens/desvantagens?

     

    Para inicio de conversa, deixo-te dois fundos "gémeos" , um de acumulação ACC e outro que paga dividendos Inc.

    Repara nas diferenças, nomeadamente nas rentabilidades.

    IMG_20190425_145502.jpg

    IMG_20190425_145406.jpg

    Editado por D@vid
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    há 1 hora, vila disse:

    em termos de rentabilidades parecem.me bastante semelhantes mas a volatilidade no fundo acc até parece maior!

    Ilusão de óptica....

    Como vês os fundos são exactamente iguais seja em rentabilidades seja na volatilidade.

    Screenshot_2019-04-25-23-20-24-739_com.android.chrome.png

    IMG_20190425_231854.jpg

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    Mas esta situação acontece em todos os fundos “gémeos”? Então assim seria sempre mais vantajoso optar por um inc?!?...  é que além da rentabilidade anual tb tem rendimento mensal/trimestral/outro?! Não percebo como conseguem garantir um rendimento periódico  se não sabem como o fundo se irá comportar no futuro e estarem a pagar dividendos superiores à rentabilidade do fundo!

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    há 11 horas, vila disse:

    Mas esta situação acontece em todos os fundos “gémeos”? Então assim seria sempre mais vantajoso optar por um inc?!?...  é que além da rentabilidade anual tb tem rendimento mensal/trimestral/outro?! Não percebo como conseguem garantir um rendimento periódico  se não sabem como o fundo se irá comportar no futuro e estarem a pagar dividendos superiores à rentabilidade do fundo!

    Atenção a uma coisa, a rentabilidade apresentada no Inc é com o dividendo incluído, se formos a retirar esse dividendo, que no fundo em questão é de cerca de 3,93%, isto quer dizer por exemplo que em 2018 o fundo obteve uma rentabilidade negativa de cerca de 8%.

    Isto para dizer o quê, que os fundos de acumulação acumulam os rendimentos, os fundos que pagam dividendos distribuem os rendimentos.

    Num fundo de obrigações, para além da valorização dos activos, os mesmos pagam juros, por isso o fundo tem sempre rentabilidade para distribuir mesmo que os activos desvalorizem, o mesmo acontece nos fundos Inc de acções com os pagamento de dividendos.

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    Rick Lusitano
    há 12 horas, D@vid disse:

    Atenção a uma coisa, a rentabilidade apresentada no Inc é com o dividendo incluído, se formos a retirar esse dividendo, que no fundo em questão é de cerca de 3,93%, isto quer dizer por exemplo que em 2018 o fundo obteve uma rentabilidade negativa de cerca de 8%.

    Isto para dizer o quê, que os fundos de acumulação acumulam os rendimentos, os fundos que pagam dividendos distribuem os rendimentos.

    Num fundo de obrigações, para além da valorização dos activos, os mesmos pagam juros, por isso o fundo tem sempre rentabilidade para distribuir mesmo que os activos desvalorizem, o mesmo acontece nos fundos Inc de acções com os pagamento de dividendos.

    Correcto.

    E mais, a Morningstar apresenta os fundos INC a reinvestirem os dividendos distribuídos e sem contar com os impostos. O que é errado (eu já tinha alertado para essa questão noutros fóruns).

    Por exemplo, 1 Fundo distribui 1% em dividendos, mas o investidor se reinvestir só reinveste 1% x 0,72 = 0,72% dos dividendos, o que irá diminuir os retornos do fundo.

    Acredito que a Morningstar não desconte os impostos, porque é uma matéria que não é consensual, cada país tem a sua fiscalidade e dentro de cada país existe várias taxas de impostos consoante o regime aplicado.

    Ás vezes, na Morningstar, os fundos INC apresentam melhores retornos, menores desvios-padrão e maiores rácios do que os fundos ACC, outras vezes é ao contrário. Como se pode ver nas imagens acima das 2 versões do Jupiter.

    isto deve-se ao timing da distribuição dos dividendos e seu reinvestimento no mesmo dia, ás vezes, acontece que são reinvestidos num dia com uma queda do fundo, o que favorece com a recuperação do mesmo. "É um market timing não planeado".

    Editado por Rick Lusitano
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    A 24/04/2019 às 22:21, Mouro Emprestado disse:

    Por acaso estou expectante sobre como se portará uma carteira dessas no próximo crash. Estive a estimar (à merceiro) os retornos de uma carteira com 60% bunds e 40% acções e as perdas no ano de 2008 chegaram "apenas" a 26% (semelhante a qualquer carteira 50-50 com activos não alavancados na mesma época).

    60% Bonds e 40% Acções ou o contrário?

    Eu tenho actualmente uma carteira de 60% Acções + 30% Bonds + 10% REIT. Também estou expectante, mas prefiro que o próximo crash ainda demore muitos anos! :) 

    Continuas com o teu PP?! Como se tem portado?

    Eu tenho duas coisas que irão ser muito desfavoráveis para mim! A primeira é que entrei numa altura de grandes rentabilidades (finais de Janeiro e fiz os ajustes finais agora em Abril)

    A segunda é a minha exposição elevada ao risco!

    Para a primeira, não posso fazer nada, a não ser, reforçar forte numa próxima queda para trazer os preços médios para baixo! (e esperar que este Bull se prolongue por muitos anos ?)

    Quanto à segunda, tenho a carteira dividida em ETF's + FI's. Os ETF's serão para reforçar apenas 1 ou 2 vezes por ano, mas os fundos são para reforçar mensalmente. Por isso, caso venha a acontecer um crash muito forte, poderei eventualmente reduzir temporariamente a minha exposição a acções e aumentar a exposição a obrigações.

    Para ser avaliado apenas numa altura de crash!

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    há 22 horas, Rick Lusitano disse:

    Correcto.

    E mais, a Morningstar apresenta os fundos INC a reinvestirem os dividendos distribuídos e sem contar com os impostos. O que é errado (eu já tinha alertado para essa questão noutros fóruns).

    Por exemplo, 1 Fundo distribui 1% em dividendos, mas o investidor se reinvestir só reinveste 1% x 0,72 = 0,72% dos dividendos, o que irá diminuir os retornos do fundo.

    Acredito que a Morningstar não desconte os impostos, porque é uma matéria que não é consensual, cada país tem a sua fiscalidade e dentro de cada país existe várias taxas de impostos consoante o regime aplicado.

    Ás vezes, na Morningstar, os fundos INC apresentam melhores retornos, menores desvios-padrão e maiores rácios do que os fundos ACC, outras vezes é ao contrário. Como se pode ver nas imagens acima das 2 versões do Jupiter.

    isto deve-se ao timing da distribuição dos dividendos e seu reinvestimento no mesmo dia, ás vezes, acontece que são reinvestidos num dia com uma queda do fundo, o que favorece com a recuperação do mesmo. "É um market timing não planeado".

    Exactamente!

    Teóricamente, em fundos gémeos (iguais em activos e respectivas alocações), um INC e outro ACC,  as rentabilidades do ACC seriam sempre maiores, exactamente por reinvestir os dividendos. Enquanto num INC, distribui os dividendos, logo são taxados a 28%

    A 25/04/2019 às 00:22, vila disse:

    Será que alguem aqui pode explicar como funcionam os fundos INC ou distribuiçao? Não consigo perceber como pagam ex:5%/mensal se o fundo até tem rentabilidade negativa nesse ano. Quais as vantagens/desvantagens?

    Por isso, respondendo à questão, em termos de rentabilidades, normalmente os ACC tem sempre mais vantagem!

    Mas para pessoas que queiram ter um rendimento "constante" fará sentido ter INC. A "vantagem" aqui é receber os dividendos distribuídos do fundo. Tem a desvantagem de se pagar imposto de cada vez que se recebem os dividendos e em algumas instituições ainda se paga um fee para "receber" esses dividendos.

    Por isso, mesmo que o fundo tenha rentabilidades negativas, irá distribuir os respectivos dividendos dos activos da carteira. Isto porque os fundos são constituídos por muitas acções diferentes e entre elas há as que "perdem" e as que ganham. Por isso, os dividendos das que ganham irão ser distribuídos à mesma!

    • Voto Positivo 1
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    Mouro Emprestado
    há 5 minutos, Edge disse:

    60% Bonds e 40% Acções ou o contrário?

    60% Bunds e 40% acções alavancados 2 vezes.

    Ou se preferires, 120% Bunds, 80% acções e -200% cash.

     

    há 5 minutos, Edge disse:

    Eu tenho actualmente uma carteira de 60% Acções + 30% Bonds + 10% REIT. Também estou expectante, mas prefiro que o próximo crash ainda demore muitos anos! :) 

    Continuas com o teu PP?! Como se tem portado?

    Ultimamente - exluído o início deste ano onde os retornos têm sido melhores - não se tem portado nem bem nem mal (a parte do cash está em DPs, por isso o meu PP é mais 33%+33%33% acções, ouro e obrigações LP).

    Para todos os efeitos, creio que vou fazer uma ligeira alteração e nos próximos reforços, a parte das obrigações vou investir nas Bunds alavancadas, porque dos testes que fiz bate em risco e retornos as obrigações europeias de longo-prazo não alavancadas (acho que há aqui um almoço grátis a explorar!)

     

    há 5 minutos, Edge disse:

    Eu tenho duas coisas que irão ser muito desfavoráveis para mim! A primeira é que entrei numa altura de grandes rentabilidades (finais de Janeiro e fiz os ajustes finais agora em Abril)

    A segunda é a minha exposição elevada ao risco!

    Para a primeira, não posso fazer nada, a não ser, reforçar forte numa próxima queda para trazer os preços médios para baixo! (e esperar que este Bull se prolongue por muitos anos ?)

    Quanto à segunda, tenho a carteira dividida em ETF's + FI's. Os ETF's serão para reforçar apenas 1 ou 2 vezes por ano, mas os fundos são para reforçar mensalmente. Por isso, caso venha a acontecer um crash muito forte, poderei eventualmente reduzir temporariamente a minha exposição a acções e aumentar a exposição a obrigações.

    Para ser avaliado apenas numa altura de crash!

    70-30 é para duros. Levaste para aí umas perdas de 8-10% no último trimestre de 2018, mas entretanto já recuperaste porque este ano tem sido espectacular ehehehe.

     

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    há 5 minutos, Mouro Emprestado disse:

    60% Bunds e 40% acções alavancados 2 vezes.

    Ou se preferires, 120% Bunds, 80% acções e -200% cash.

    Ah! Ok!

    há 5 minutos, Mouro Emprestado disse:

    Para todos os efeitos, creio que vou fazer uma ligeira alteração e nos próximos reforços, a parte das obrigações vou investir nas Bunds alavancadas, porque dos testes que fiz bate em risco e retornos as obrigações europeias de longo-prazo não alavancadas (acho que há aqui um almoço grátis a explorar!)

    Vou começar a fazer uns testes também! Nunca se sabe!!

    há 6 minutos, Mouro Emprestado disse:

    70-30 é para duros. Levaste para aí umas perdas de 8-10% no último trimestre de 2018, mas entretanto já recuperaste porque este ano tem sido espectacular ehehehe.

    É verdade, este ano até agora tem sido fantástico! Eu como apenas entrei no inicio do ano, ainda estou a "saborear" a constante subida.

    Após muitas simulações e pestanas queimadas, decidi-me por esta alocação porque consigo direccionar 40% do meu income para reforços (que faço mensalmente nos FI's e uma parte é guardada para rebalancear os ETF's quando chegar a altura).

    Isto (em conjunto com o Fundo de Emergência) dá uma boa almofada por agora. Vamos ver como corre!!!

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    Rick Lusitano
    há 4 horas, Edge disse:

     

    Eu tenho actualmente uma carteira de 60% Acções + 30% Bonds + 10% REIT. Também estou expectante, mas prefiro que o próximo crash ainda demore muitos anos! :)

     

     

    há 4 horas, Edge disse:

    Após muitas simulações e pestanas queimadas, decidi-me por esta alocação porque consigo direccionar 40% do meu income para reforços (que faço mensalmente nos FI's e uma parte é guardada para rebalancear os ETF's quando chegar a altura).

     

    Isto (em conjunto com o Fundo de Emergência) dá uma boa almofada por agora. Vamos ver como corre!!!

     

    E não ponderas acrescentar uma parte da carteira em activos alternativos? Como o Private Debt através de P2P Lending?

    Eu tenho usado o P2P Lending como substituto das obrigações (numa vertente de High Yield é claro). Em FI só tenho actualmente acções.

     

    Tenho encontrado pessoas que têm uma carteira mista de FI + ETF + P2P Lending.

    Há quem retire do P2P Lending todos os meses, os juros e os reinvista nos FI ou ETFs.

    Outros apenas tiram os juros e alguns tiram também parte do capital do P2P Lending para investir nos FI/ETFs quando os mercados financeiros estão mais baratos (após quedas significativas ou correções). Usam o P2P Lending para estacionar o cash a render alguma coisa, à espera de oportunidades de entradas baratas nos mercados financeiros.

    Depois há outros investidores que colocam uma pitada do total da carteira em P2P Lending, reinvestindo constantemente os juros.

    O P2P Lending não é correlaccionado com mercados financeiros, pode-se afirmar que tem uma correlação neutra (correlação=0).

     

    PS: Quando falo em P2P Lending, não estou a sugerir a Raize, bem pelo contrário. A Raize não adequa a uma estratégia de estacionar cash à espera de melhores entradas nos mercados financeiros. Ela tem normalmente empréstimos com prazos bem acima dos 12 meses. E as taxas de juros oferecidas, são desajustadas ao risco dos empréstimos. A nível de reinvestimento dos juros é como 1 fundo INC, pois é retido os impostos, há outras plataformas que não fazem retenção na fonte, aumentando assim o retorno, seja reinvestindo os juros nos empréstimos de P2P Lending seja em FI ou ETFs.

    Curiosidade, há já FI de grandes (e pequenas) gestoras de FI, como a BlackRock ou Fidelity, a investir uma parte da carteira dos fundos em P2P Lending em fundos de Obrigações e Mistos, e algumas já criaram fundos especializados que investem em 100% em P2P Lending.

    Editado por Rick Lusitano
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