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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    há 6 horas, daniel__ disse:

    Pessoal já tinha deixado noutro fórum, aproveito para colocar aqui.

    Descobri umas apis abertas da morningstar, que fazem uns pdfs e gráficos todos bonitos. 

    :arrow: Portfolio X-Ray (Funciona para fundos e ETF) :idea: Bonus: Inclui mapa de correlações 
    :arrow: Comparar carteiras (Funciona para fundos e ETF)
    :arrow: Gráfico de crescimento (Funciona para fundos e ETF)
    :arrow: Matriz para cruzamento de métricas (Funciona para fundos)

    http://fundosdeinvestimento.pt

    Se encontrarem algum bug avisem :) 

    PS: Não se usa o ISIN, mas sim o ID que aparece no url, que é o identificador interno no morningstar.

    Cumps

    Á primeira vista parece bem porreirinho, e até confesso que nem conhecia o Renta4Banco :)

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    Bom dia,

    Recebi esta informação. Questiono o fórum para perceber melhor as consequências da alteração, e qual será no vosso ponto de vista o melhor procedimento a ter. Deixar andar ou reagatar!

    Agradeço como sempre a atenção que queiram dispensar.

    Informamos que o Conselho de Administração da Invesco Funds SICAV decidiu proceder, com efeito a partir de 14 agosto de 2017, a alterações ao seu Prospeto, incluindo alterações ao objetivo e à politica de investimento do sub-fundo Invesco Balanced-Risk Allocation Fund.

    Quando serão refletidas estas alterações?

    Estas alterações serão refletidas a partir do dia 14 agosto de 2017.

    O que deve fazer caso não concorde com as alterações?

    Os acionistas dos sub-fundos poderão resgatar as suas ações/unidades de participação sem custos até às 10h do próximo dia 11 agosto de 2017.

     

     

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    Preocupa-me um bocado o trajeto previsto para o EUR/USD até ao final do ano. Tudo aponta para que valorize ainda mais, o que me leva a coçar a cabeça e a pensar no que fazer à minha carteira com 75% de alocação em USD.

    Seria prudente reposicionar em EUR e reduzir a exposição ao USD?
    Ou
    Aceitar as perdas da valorização do EUR/USD e confiar na valorização dos mercados accionistas dos EUA para minimizar esse prejuízo e deixar estar como está. Depois dar este ano como um ano de valorização nula e preparar o próximo?

     

    Querem comentar? O que fariam neste cenário, atendendo ao facto que a carteira ainda tem vapor para mais 5 anos de trabalho?
     

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    há 2 horas, Patanisca disse:

    Preocupa-me um bocado o trajeto previsto para o EUR/USD até ao final do ano. Tudo aponta para que valorize ainda mais, o que me leva a coçar a cabeça e a pensar no que fazer à minha carteira com 75% de alocação em USD.

    Seria prudente reposicionar em EUR e reduzir a exposição ao USD?
    Ou
    Aceitar as perdas da valorização do EUR/USD e confiar na valorização dos mercados accionistas dos EUA para minimizar esse prejuízo e deixar estar como está. Depois dar este ano como um ano de valorização nula e preparar o próximo?

     

    Querem comentar? O que fariam neste cenário, atendendo ao facto que a carteira ainda tem vapor para mais 5 anos de trabalho?
     

    estou tal e qual como tu... os US a bater records, eu com quase tudo metido no SP500 e a minha carteira também ainda tem desvalorizado ligeiramente.

    Mas vou aguentar o barco, pelo menos com a pujança do mercado americano não estou com grandes perdas.

    Pode ser que entretanto se componha e recupera um bocadito.

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    há 5 horas, Patanisca disse:

    Preocupa-me um bocado o trajeto previsto para o EUR/USD até ao final do ano. Tudo aponta para que valorize ainda mais, o que me leva a coçar a cabeça e a pensar no que fazer à minha carteira com 75% de alocação em USD.

    Seria prudente reposicionar em EUR e reduzir a exposição ao USD?
    Ou
    Aceitar as perdas da valorização do EUR/USD e confiar na valorização dos mercados accionistas dos EUA para minimizar esse prejuízo e deixar estar como está. Depois dar este ano como um ano de valorização nula e preparar o próximo?

     

    Querem comentar? O que fariam neste cenário, atendendo ao facto que a carteira ainda tem vapor para mais 5 anos de trabalho?
     

    Eu mantive EUA a digamos metade carteira e tenho 30% actualmente focado na Europa, já por causa do factor cambial.

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    há 2 horas, D@vid disse:

    Eu não faria nada, o "mal" está feito ( essa vossa mania de se porem a acrescentar "risco" ás carteiras -_- ) 75% é muita fruta.

    eu na altura que me meti nisto ainda não sabia tanto como hoje claro... mas a partir de agora quando for entrando vou sem o fator câmbio em jogo já.

    Sempre a aprender.

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    há 6 horas, D@vid disse:

    Eu pensei em fazer uma carteira em fundos USD na altura em que o EUR/USD estava nos 1,38 em meados de 2014, achei que talvez não subisse mais, mas atendendo que o mesmo chegou aos quase 1,60 em 2008 achei melhor nem arriscar, claro que depois a 1,05 tinha rendido bastante atendendo também á subida da própria performance dos fundos, mas também não me arrependo, olho muito para o risco, tento retirar o máximo de risco e abdicar da rentabilidade, o factor cambial é algo muito volátil.

    Um fundo indice por exemplo do SP500, mas que eu compro em euros que maneira tenho de garantir que tenho proteção cambial? onde está descrita normalmente a informação de ser hedged?

    E se eu comprar esse mesmo fundo em dolares, no final quando quiser resgatar para euros estive também exposto ao risco cambial certo? Se a diferença euro/dolar quando comprei for diferente de quando vendo?

    Tenho aqui algumas noções um pouco baralhadas como novato nestas andanças, e só agora me começo a aperceber da importância do câmbio.

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    há 25 minutos, quirino disse:

    Um fundo indice por exemplo do SP500, mas que eu compro em euros que maneira tenho de garantir que tenho proteção cambial? onde está descrita normalmente a informação de ser hedged?

    E se eu comprar esse mesmo fundo em dolares, no final quando quiser resgatar para euros estive também exposto ao risco cambial certo? Se a diferença euro/dolar quando comprei for diferente de quando vendo?

    Tenho aqui algumas noções um pouco baralhadas como novato nestas andanças, e só agora me começo a aperceber da importância do câmbio.

    http://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F00000MIC1

    Este fundo diz EUR logo estás a proteger te contra a oscilação câmbial, não interessa se o eur/usd está a 1.06 ou a 1.26, estás protegido -é feito hedge pelo fundo.

    Por isso é que quem compra fundos noutra moeda diferente do euro, deveria fazer hedge comprando uma posição, evitando assim perder 2 vezes (na cotação e na moeda).

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    há 19 horas, quirino disse:

    Um fundo indice por exemplo do SP500, mas que eu compro em euros que maneira tenho de garantir que tenho proteção cambial? onde está descrita normalmente a informação de ser hedged?

    E se eu comprar esse mesmo fundo em dolares, no final quando quiser resgatar para euros estive também exposto ao risco cambial certo? Se a diferença euro/dolar quando comprei for diferente de quando vendo?

    Tenho aqui algumas noções um pouco baralhadas como novato nestas andanças, e só agora me começo a aperceber da importância do câmbio.

        Pois é. ..podes ganhar ou perder de várias formas ? podes ganhar com a subida de cotação do fundo, podes ganhar ou perder com um fundo em moeda estrangeira, seja dólar, libra, yen ou outra, com a valorização ou desvalorização da moeda entre a data da compra e a data da venda; sendo que, a diferença de valor da cotação cambial não é tributada.

    Podes ainda, como referiste apostar num fundo hedge para minimizares o factor cambial, mas, lembra-te que o mercado de origem do fundo eventualmente está sujeito à cotação dessa moeda e os seus efeitos vão-se repercutir no desempenho do fundo...

    No fundo, existem muitas vertentes envolvendo esta questão. Nos últimos anos tenho repartido os meus investimentos em várias moedas: €, ¥, $ essencialmente. ..sendo que no dólar as coisas têm corrido mesmo muito bem, com valorização em ambos os campos. Agora, tal como o Patanisca referiu, e muito bem a meu ver, o dólar está a perder terreno a olhos vistos. Já ando a equacionar resgates parciais para diminuir a exposição à  moeda...embora esteja investido em muito menor % que o Patanisca,  daí a minha maior tolerância em torno da temática. No fundo vou proteger ganhos acumulados e pôr uma parte em novas tendências e outra em liquidez para algum investimento de oportunidade e/ou para reforço de outros activos ?

    Abraço!

    Editado por Zezito
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    há 2 horas, Cardoso24 disse:

    http://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F00000MIC1

    Este fundo diz EUR logo estás a proteger te contra a oscilação câmbial, não interessa se o eur/usd está a 1.06 ou a 1.26, estás protegido -é feito hedge pelo fundo.

    Por isso é que quem compra fundos noutra moeda diferente do euro, deveria fazer hedge comprando uma posição, evitando assim perder 2 vezes (na cotação e na moeda).

    Nao sei se percebi bem, mas a classe do fundo ser em Eur ou USD, ou outra moeda qualquer nao esta relacionado com hedge, nem protege a oscilacao cambial. O que conta e se os ativos estao em USD. Normalmente quando o fundo faz hedge tem H ou mesmo hedge escrito.

    As performances sao iguais (diferencas marginais pelas conversoes/arredondamentos)

    Pictet-USA Index R EUR

    Pictet-USA Index R USD

    Pictet-USA Index R dy GBP

    Artigo interessante sobre o tema

    https://www.deco.proteste.pt/investe/hedging-cambial-impacto-das-taxas-de-cambio-nos-fundos-s5085984.htm

    Editado por daniel__
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    há 3 horas, quirino disse:

    Um fundo indice por exemplo do SP500

    A menos que o fundo tenha hedge, estas sempre sujeito ao risco cambial quando investes em ativos que nao estejam em euros. A moeda da classe subscrita nao tem impacto.

    Citação

    Um fundo que aplique em ativos (em ações ou obrigações, por exemplo) fora da zona euro está sujeito a variações cambiais. Esse risco está implícito na política de investimento e, por isso, existe sempre o fundo denominado em euros ou expresso na moeda local (dólar, libra, iene, por exemplo).

    No primeiro caso, a conversão do valor dos ativos em euros é feita pelo próprio fundo e refletida no valor diário apresentado para a unidade de participação. No segundo caso, o valor da UP (unidade de participação) está na moeda local e o investidor terá de fazer a conversão cambial para subscrever, resgatar e calcular o ganho ou perda. Por isso, na prática, a moeda em que um determinado fundo é subscrito e apresentado não tem impacto na rentabilidade, se for essa a única diferença em causa.

     

    Editado por daniel__
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    Atenção, o Pictet-USA Index R EUR não tem hedge câmbial. O Daniel tem razão ao dizer que é simplesmente denominado em Euros. Nao encontrei ainda um bom fundo tracker do S&P com hedge. (se encontrarem por favor avisem).

    Só ETF. iShares S&P 500 EUR Hedged UCITS ETF (Acc) | IUSE IE00B3ZW0K18

    Editado por Virtua
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    há 13 minutos, Virtua disse:

    Atenção, o Pictet-USA Index R EUR não tem hedge câmbial. O Daniel tem razão ao dizer que é simplesmente denominado em Euros. Nao encontrei ainda um bom fundo tracker do S&P com hedge. (se encontrarem por favor avisem).

    Só ETF. iShares S&P 500 EUR Hedged UCITS ETF (Acc) | IUSE IE00B3ZW0K18

    Sim vcs tem razao tem de ter o H ou Hedge.

    Isto de andar afastado dos fundos...

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    Bolas, no telemóvel ao consigo editar o post anterior. Mas adiante. 

    Obrigado pelo vosso feedback. Aproveitou-se e introduziu-se mais detalhe. 

    Mas ainda assim reflictam nesta perspectiva:

    Sim, o euro tenderá a valorizar até ao final do ano, sim isso anulará ganhos vindos dos mercados norte americanos. Mas acham que vale a pena mesmo deixar de apostar naquela que tem sido recorrentemente uma das geografias com uma performance sempre excelente a nível bolsista, em virtude de o factor câmbio poder roubar um ano de ganhos? 

    É que por cá na Europa não existe esta constância que existe nos EUA. Politicamente, lá a coisa está cimentada há centenas de anos, ao passo que na Europa vivem-se e viver-se-ão ainda grandes divergências políticas e económicas, o que comparativamente com os EUA, a meu ver será sempre um mercado menos interessante. 

    Então não seria preferível a aposta nos EUA, deixar que o câmbio faça o seu estrago quando o dólar desce, mas também aproveitar estar lá investido para tirar rendimento de quando ele sobe? 

    É que entre ter um SP500 a subir em média 7% ao ano e um stoxx50 que parece uma montanha russa (que até tem estado parada desde 2016), mesmo com o sobe e desce do par eur/USD, eu penso que prefiro manter-me nas terras do tio Sam e não resgatar nada de lá. Apenas virar para a Europa novos reforços até ao final do ano, até o BCE decidir o que vai mesmo fazer. 

     

    O que acham vossas eminências? 

    Editado por Patanisca
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    São duas questões diferentes patanisca. Acho que toda a gente concorda contigo quando dizes para não sair dos EUA. Agora com ou sem risco cambial já é uma coisa diferente.

    Pessoalmente tenho cerca de 30% exposto aos EUA (acionista), sem qualquer hedge. Não há propriamente uma resposta correcta. Eu sei porque tenho os meus 30% (pelos meus testes é um valor interessante em termos de diversificação sem danificar rentabilidade). Desde que cada pessoa tenha noção do que está a fazer e dos riscos incorridos não vejo grande mal.

    Fundos obrigacionistas em USD é que não fazem sentido. Accionistas é naquela... Eu provavelmente não teria 75% em USD uma vez que quando vou meter gasolina tenho de pagar em EUR, mas honestamente é daquelas questões complexas e sem uma resposta directa e certa.

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    há 10 horas, Patanisca disse:

    Bolas, no telemóvel ao consigo editar o post anterior. Mas adiante. 

    Obrigado pelo vosso feedback. Aproveitou-se e introduziu-se mais detalhe. 

    Mas ainda assim reflictam nesta perspectiva:

    Sim, o euro tenderá a valorizar até ao final do ano, sim isso anulará ganhos vindos dos mercados norte americanos. Mas acham que vale a pena mesmo deixar de apostar naquela que tem sido recorrentemente uma das geografias com uma performance sempre excelente a nível bolsista, em virtude de o factor câmbio poder roubar um ano de ganhos? 

    É que por cá na Europa não existe esta constância que existe nos EUA. Politicamente, lá a coisa está cimentada há centenas de anos, ao passo que na Europa vivem-se e viver-se-ão ainda grandes divergências políticas e económicas, o que comparativamente com os EUA, a meu ver será sempre um mercado menos interessante. 

    Então não seria preferível a aposta nos EUA, deixar que o câmbio faça o seu estrago quando o dólar desce, mas também aproveitar estar lá investido para tirar rendimento de quando ele sobe? 

    É que entre ter um SP500 a subir em média 7% ao ano e um stoxx50 que parece uma montanha russa (que até tem estado parada desde 2016), mesmo com o sobe e desce do par eur/USD, eu penso que prefiro manter-me nas terras do tio Sam e não resgatar nada de lá. Apenas virar para a Europa novos reforços até ao final do ano, até o BCE decidir o que vai mesmo fazer. 

     

    O que acham vossas eminências? 

    Eu concordo com a tua perspectiva; por isso vou continuar a apostar maioritariamente nos USA. Neste momento não tenho fundos USD mas se o Euro continuar a subir, irei entrar de novo. Eu vejo o processo de subida e descida dos mercados como uma corda elástica, i.e, lá há-de chegar o momento em que os grandes afundanços e as grandes subidas irão reverter naturalmente. O cambio é apenas mais um instrumento que podemos usar em nosso favor. Há que estar atento, aproveitar as oportunidades e ser muito paciente. Quanto  à Europa, neste momento não vejo nada que me faça querer estar dentro.

    Editado por 5coroas
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    há 20 horas, Patanisca disse:

    Bolas, no telemóvel ao consigo editar o post anterior. Mas adiante. 

    Obrigado pelo vosso feedback. Aproveitou-se e introduziu-se mais detalhe. 

    Mas ainda assim reflictam nesta perspectiva:

    Sim, o euro tenderá a valorizar até ao final do ano, sim isso anulará ganhos vindos dos mercados norte americanos. Mas acham que vale a pena mesmo deixar de apostar naquela que tem sido recorrentemente uma das geografias com uma performance sempre excelente a nível bolsista, em virtude de o factor câmbio poder roubar um ano de ganhos? 

    É que por cá na Europa não existe esta constância que existe nos EUA. Politicamente, lá a coisa está cimentada há centenas de anos, ao passo que na Europa vivem-se e viver-se-ão ainda grandes divergências políticas e económicas, o que comparativamente com os EUA, a meu ver será sempre um mercado menos interessante. 

    Então não seria preferível a aposta nos EUA, deixar que o câmbio faça o seu estrago quando o dólar desce, mas também aproveitar estar lá investido para tirar rendimento de quando ele sobe? 

    É que entre ter um SP500 a subir em média 7% ao ano e um stoxx50 que parece uma montanha russa (que até tem estado parada desde 2016), mesmo com o sobe e desce do par eur/USD, eu penso que prefiro manter-me nas terras do tio Sam e não resgatar nada de lá. Apenas virar para a Europa novos reforços até ao final do ano, até o BCE decidir o que vai mesmo fazer. 

     

    O que acham vossas eminências? 

    Bem verdade sobre o eurostoxx pois raramente está positivo, tenho o fidelity que segue o indice.

    O bny sp500 tracker está um mimo...

    Mas na Europa vejo oportunidade desde sempre na Espanha...

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    A 22/07/2017 às 23:52, Virtua disse:

    Atenção, o Pictet-USA Index R EUR não tem hedge câmbial. O Daniel tem razão ao dizer que é simplesmente denominado em Euros. Nao encontrei ainda um bom fundo tracker do S&P com hedge. (se encontrarem por favor avisem).

    Só ETF. iShares S&P 500 EUR Hedged UCITS ETF (Acc) | IUSE IE00B3ZW0K18

    Tenho o Bny melon sp500 tracker mas em USD. Tem-se portado muito bem...

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    Portanto não interesse a moeda em que se investiu no fundo, mas sim se tem o hedge. Isso era o que pelo comportamento dos meus fundos já conseguia perceber, porque os meus SP500 são em euros e este ano estão em negativos mesmo com o indice sempre a rebentar.

    Então de uma forma concreta, onde vejo que o fundo é hedge? Não pode ser só pela referência no título certo? David tu que dominas aí tudo.

    E já agora, alguém me consegue dar um exemplo de um no activo bank ou no best que recrie o SP500 e seja hedge?

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