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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    Quanto mais tempo se tem um fundo, maior será o coeficiente de correcção monetária aplicada, o que pode ajudar a minimizar o efeito do IRS.

    Tenho ultimamente reparado que há muita preocupação não só quando um fundo cai, mas também quando sobe, o que me leva a crer que cada vez mais usam os fundos para um semi trading...?

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    há 24 minutos, D@vid disse:

    Quanto mais tempo se tem um fundo, maior será o coeficiente de correcção monetária aplicada, o que pode ajudar a minimizar o efeito do IRS.

    Tenho ultimamente reparado que há muita preocupação não só quando um fundo cai, mas também quando sobe, o que me leva a crer que cada vez mais usam os fundos para um semi trading...?

    Sempre li que mantendo por mais tempo o fundo, com ganho exemplificando, este terá literalmente menos imposto a pagar (devido ao seu montante/crescimento). Ao invés de se resgatar constantemente, pagar imposto e voltar comprar, e outra vez o mesmo. Por isso, penso que se justifica uma realocação mas anual por exemplo...

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    há 1 hora, USD disse:

    Infelizmente existe a possibilidade desse imposto aumentar :-(   Faço votos para que fique pelos 28%. Quanto à hipótese de diminuir não tenho qualquer fé...

    Foi sempre a subir. Já não falando do resto em Portugal... Já lá vai o tempo dos 21%, e a diferença fazendo contas é enorme...

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    há 13 minutos, Patanisca disse:

    Pois mas fé é no dia 13 em Fátima. Por cá a gente deve reger-se por números e factos. 

    O facto é que agora paga 28% de IRS. E facto é que ninguém sabe se daqui a 20 anos vai pagar 28%, ou 35%, ou até 15%.

    Factos. 

    Concordo que se trata de matéria de facto. Nestas últimas 2 décadas não me recordo que tenha havido descida no IRS. Lembro.me de estar pelos 20% e depois pelos 21,5%, embora não tenha certeza absoluta destes últimos valores. 

    Em relação ao IRS não estou muito preocupado. Quando pago é sinal de mais valias -:)

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    Ora nem mais. E além disso existe aquilo que o David disse, da questão da maturidade das mais valias poderem vir a abater o IRS a incidir sobre elas.

    Já agora aproveito para perguntar ao @D@vid se ele nos consegue facultar alguma documentação sobre esse tema. Sei que já foi debatido aqui há uns meses, mas julgo não ter sido apresentada nenhuma documentação.

    Desde já obrigado, David.

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    há 11 horas, lúcia_né disse:

    E se colocar menos valias?

    Se teve 500 euros de mais valias e 250 euros de menos valias, o Estado-papão só lhe vai tirar 28% de 250 euros, ou seja 70 euros.

    há 13 horas, USD disse:

    Concordo que se trata de matéria de facto. Nestas últimas 2 décadas não me recordo que tenha havido descida no IRS. Lembro.me de estar pelos 20% e depois pelos 21,5%, embora não tenha certeza absoluta destes últimos valores. 

    Em relação ao IRS não estou muito preocupado. Quando pago é sinal de mais valias -:)

    O que não nos traz para já nenhuma esperança é que não há nenhum bando politico que defenda com unhas e dentes a descida de impostos e a redução substancial da excessiva intromissão do Estado. Os parasitas sabem muito bem que precisam do sangue dos outros para engordarem. 

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    há 15 minutos, D@vid disse:

    Podes ver no site das finanças e noutros sites os coeficientes, neste artigo do Observador essa questão foi abordada, fala mais em ETFs mas fica um resumo:

    "Até 2014, a mais-valia fiscal era contabilizada pela diferença entre o preço de venda e o preço de aquisição, abatido do custo da venda, como as comissões de bolsa. A partir de 2015, o preço de aquisição pode ser multiplicado por um fator de correção monetária, o que pode baixar a tributação efetiva dos investimentos.

    À partida, se o contribuinte não optar pelo englobamento dos rendimentos, é alvo de uma taxa de imposto de 28% sobre as mais-valias dos investimentos. Todavia, graças à correção monetária, a tributação pode ser menor – até muito menor. (Poucas vezes o englobamento vale a pena; seria necessário que a taxa a aplicar a todos os rendimentos fosse mais baixa do que a taxa de tributação efetiva dos investimentos.)

    Um investidor que tenha gasto 1.000 euros em títulos do iShares Core MSCI World ETF no final de 2009, teria vendido a posição por 2.123 euros no final de 2015, alcançando uma mais-valia de 1.123 euros. No entanto, o valor de aquisição usado no cálculo da tributação seria de 1.080 euros, porque o fator de correção para as aquisições em 2009 é de 1,08. No final, a tributação à taxa de 28% resultaria num imposto de cerca de 290 euros, o que se traduz numa tributação efetiva de 25,8%. Este cálculo assume ainda a declaração de uma comissão de bolsa de cinco euros na compra e na venda, porque, além do custo da venda, a Reforma do IRS também veio permitir o abatimento do custo da compra.

    Porque é importante investir para o longo prazo? Porque o fator de correção monetária só é aplicável quando a compra foi efetuada há mais de 24 meses. Além disso, quanto mais longa a duração da aplicação, maior é o fator e, logo, menor a tributação. (Pode haver exceções, como em 2009, quando a inflação nacional foi negativa: o fator de correção de 2009 é superior ao de 2008.) O Ministério da Finanças publica anualmente os fatores de correção monetária a aplicar nas alienações nesse ano. Em novembro de 2015, a última vez que o fez, o fator para aquisições em 2011 era de 1,03, por exemplo, mas, para compras realizadas em 1987, era de 3,07.

    O impacto do fator de correção monetária pode ser drástico. No limite, a taxa de tributação efetiva é nula.

    Um investimento de mil euros no índice MSCI World a meio do ano 2000 teria gerado um ganho efetivo de 387 euros no final de 2015 (assumindo uma comissão anual de gestão de 0,20% e comissões de bolsa de cinco euros na compra e na venda). Todavia, o preço de aquisição ajustado pela fator de correção monetária (1,38) é superior ao preço de venda, por isso o fisco não tributaria esta operação. A taxa de tributação efetiva seria de zero".

    http://observador.pt/especiais/corte-nas-calorias-engorde-as-poupancas-no-longo-prazo-com-custos-baixos/

     

    Então devemos ter pelo menos os fundos 2 anos, antes de resgatar?

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    Lucia_né, este factor é apenas uma mais valia de se investir a longo prazo, não é nenhuma recomendação, da mesma forma que quando se vende um casa existe este factor de correcção no valor da compra, nos fundos também existe, vendo o exemplo último dado pelo artigo, nesse investimento a 15 anos a mais valia nem seria tributada, parece-me algo interessante e que minimiza os 28% tributados pelo estado.

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    há 6 minutos, D@vid disse:

    Lucia_né, este factor é apenas uma mais valia de se investir a longo prazo, não é nenhuma recomendação, da mesma forma que quando se vende um casa existe este factor de correcção no valor da compra, nos fundos também existe, vendo o exemplo último dado pelo artigo, nesse investimento a 15 anos a mais valia nem seria tributada, parece-me algo interessante e que minimiza os 28% tributados pelo estado.

    Obrigado

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    há 1 hora, D@vid disse:

    Lucia_né, este factor é apenas uma mais valia de se investir a longo prazo, não é nenhuma recomendação, da mesma forma que quando se vende um casa existe este factor de correcção no valor da compra, nos fundos também existe, vendo o exemplo último dado pelo artigo, nesse investimento a 15 anos a mais valia nem seria tributada, parece-me algo interessante e que minimiza os 28% tributados pelo estado.

    Por isso é que prefiro fundos a 28% do que PPRs...

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    Mas no caso dos fundos nacionais, onde a retenção dos 28% é feita no momento do resgate e onde não é preciso declarar, dá para tirar partido desse factor de correção monetária? 

    Supondo que investi 1000€ em 2014 e agora tenho 1500€, se os resgatar agora em 2017 terei algum benefício na tributação?

    Eu já na altura li esse artigo do Observador, mas o tema é demasiado complexo para se resumir no que foi escrito, ficam muitas dúvidas no ar na mesma.

    Editado por Patanisca
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    há 1 hora, Visitante Bucks disse:

    Por isso é que prefiro fundos a 28% do que PPRs...

    Há que não esquecer que, para algumas pessoas, um PPR pode dar 20% de lucro (400, 350 ou 300 euros sobre um investimento anual de 2000, 1750 ou 1500 euros) garantido só em benefícios fiscais. A isto junta-lhe a rentabilidade inerente ao PPR.

    Editado por 5coroas
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    há 3 horas, Patanisca disse:

    Mas no caso dos fundos nacionais, onde a retenção dos 28% é feita no momento do resgate e onde não é preciso declarar, dá para tirar partido desse factor de correção monetária? 

    Supondo que investi 1000€ em 2014 e agora tenho 1500€, se os resgatar agora em 2017 terei algum benefício na tributação?

    Eu já na altura li esse artigo do Observador, mas o tema é demasiado complexo para se resumir no que foi escrito, ficam muitas dúvidas no ar na mesma.

    Se os englobares sim, mas parece-me explicito o artigo, quando se coloca no IRS coloca-se pelo valor de compra e venda, mas o fisco no valor de compra coloca em cima o coeficiente, tal como acontece numa venda de casa, a última parte do artigo demonstra que um investidor não seria tributado, agora a questão é? quem se aguenta com um fundo tanto tempo? ? se o pessoal fica nervoso tanto quando caem como quando sobem...

    Um bom exercício para se fazer em Outubro quando este tópico fizer 5 anos e pegarmos nos fundos da 1a página.

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    há 3 horas, 5coroas disse:

    Há que não esquecer que, para algumas pessoas, um PPR pode dar 20% de lucro (400, 350 ou 300 euros sobre um investimento anual de 2000, 1750 ou 1500 euros) garantido só em benefícios fiscais. A isto junta-lhe a rentabilidade inerente ao PPR.

    Rentabilidade de um PPR é interessante?...No longo prazo ganha mais se tiver maior rendibilidade... Mesmo com os 28%...

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    há 4 horas, Visitante Bucks disse:

    Por isso é que prefiro fundos a 28% do que PPRs...

    Então mas os PPRs como têm taxas mais baixas... ainda melhor...

    Eu prefiro fundos " normais"  a FPR, mas os FPR têm algumas vantagens, tributação mais baixa e a possibilidade de deduzirem no IRS.

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    há 32 minutos, D@vid disse:

    Então mas os PPRs como têm taxas mais baixas... ainda melhor...

    Eu prefiro fundos " normais"  a FPR, mas os FPR têm algumas vantagens, tributação mais baixa e a possibilidade de deduzirem no IRS.

    Mas os PPRs têm uma rentabilidade muito fraca (quando não se encontra sucessivamente negativa), aliás apostam praticamente só em Portugal, para além de não se poder mobilizar e realocar numa carteira...

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    Boa noite.

    Estive a comparar estes dois fundos Pictet-Digital R EUR (LU0340555134) e Pictet-Digital HR EUR (LU0474967485) e constatei que tem a mesma carteira. Todavia presumo que a sigla HR tenha algum significado, pelo que estará relacionado com a proteção cambial?

    Obrigado.

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    há 8 horas, rapior disse:

    Boa noite.

    Estive a comparar estes dois fundos Pictet-Digital R EUR (LU0340555134) e Pictet-Digital HR EUR (LU0474967485) e constatei que tem a mesma carteira. Todavia presumo que a sigla HR tenha algum significado, pelo que estará relacionado com a proteção cambial?

    Obrigado.

    Hedged...

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    9 hours ago, rapior said:

    Boa noite.

    Estive a comparar estes dois fundos Pictet-Digital R EUR (LU0340555134) e Pictet-Digital HR EUR (LU0474967485) e constatei que tem a mesma carteira. Todavia presumo que a sigla HR tenha algum significado, pelo que estará relacionado com a proteção cambial?

    Obrigado.

    Nada como ver os folhetos do produto digo eu.. A classe R tem comissões mais altas que a P. E o H é de Hedged.

    Logo HR EUR significa que o fundo é Hedged e pertence à classe R, a mais cara para particulares, em Euros.

    Quote

    Hedged shares (“H” shares) aim to hedge to a large extent the exchange risk in relation to a given currency. These shares will be subject to the same front- and back-end loads as the corresponding non-hedged shares.

     

    Editado por daniel__
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    há 4 horas, daniel__ disse:

    Nada como ver os folhetos do produto digo eu.. A classe R tem comissões mais altas que a P. E o H é de Hedged.

    Logo HR EUR significa que o fundo é Hedged e pertence à classe R, a mais cara para particulares, em Euros.

     

     

    Obrigado.

     

    Eu li o relatório gerado pelo site do banco best, porém no mesmo era imperceptível a diferença entre ambos.

    Existe algum site onde possa ver o significado das diferentes siglas que aparecem na maioria dos fundos?

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