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  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Fizeram-me esta pergunta há uns dias, respondo com uma publicação do dinheiro vivo há uns meses:

    E se Portugal sair do Euro?

    O que aconteceria às minhas acções e fundos?

    Se Portugal saísse do euro, o dinheiro investido em produtos financeiros em euros seria convertido na nova moeda, o novo escudo. "Tal como se fez em 2002, em que as acções e unidades de participação dos fundos passaram de escudos para euros, teria de ser estipulada uma taxa de câmbio que indicasse que um euro valeria x escudos, fazendo-se depois a conversão", adianta uma fonte do sector financeiro. Isto significa que continuaria a deter os mesmos títulos. Estes simplesmente passariam a ser denominados noutra moeda. Para situações de falências de bancos ou corretoras, as acções dos investidores já estão protegidas através do Sistema de Indemnização aos Investidores (SII), que "garante o reembolso até ao limite de 25 mil euros por cada investidor", segundo a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). O valor-limite é estabelecido por investidor e não por conta. Isto significa que, numa conta com dois titulares, o reembolso máximo seria de 50 mil euros. São abrangidos instrumentos como acções, obrigações, títulos de participação, unidades de participação em fundos de investimento, bilhetes do Tesouro, entre outros. No entanto, o SII não reembolsa ao preço a que o investidor comprou, ou seja, não compensa as menos-valias. O montante é calculado com base no valor dos instrumentos à data em que é accionado o sistema.

    Esta tua questão deixou-me a pensar, e…..

    A crise do Chipre alertou-nos para o risco potencial de países cujos sectores bancários e financeiros estão muito sobredimensionados em relação ao seu PIB (no Chipre rondava os 700%).

    Além do Chipre, há outros exemplos na UE, nomeadamente o Luxemburgo, onde os depósitos representam cerca 2500% do PIB. Claro que o ranking do Luxemburgo é triplo A, se é que isso valerá de algo, já que (ao que consta) as atenções de alguns se viraram para este país

    Estando muitas das entidades gestoras de Fundos de investimento, e de outros produtos financeiros, sediadas no Luxemburgo, fica a pergunta: Se as “atenções” da Alemanha se virar para o Luxemburgo, Como será?

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    boa noite. pergunta de novato...

    agradecia que alguém me pudesse esclarecer a seguinte dúvida:

    ao subscrever um fundo estrangeiro (ex. PIMCO) as comissões estão diluídas e a variação que vemos é líquida certo?

    agora imaginemos um investimento de 100€. se o fundo valorizar 10% no final de um ano e fizer o resgate vou ter um crédito de 110? ou sobre o valor dos ganhos vou ter a tributação dos 28% e assim ficar com 107,2€?

    se isto acontecer e se tivermos em conta a inflação (ex. 3%) então a desvalorização do capital inicial será de 3€ ficando com um valor real de ganho de 4,2€ (7,2-3)  ou seja em temos líquidos acrescentei ao meu capital inicial um valor real de 4,2%?

    isto faz sentido?

    abrigado

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    Esta tua questão deixou-me a pensar, e…..

    A crise do Chipre alertou-nos para o risco potencial de países cujos sectores bancários e financeiros estão muito sobredimensionados em relação ao seu PIB (no Chipre rondava os 700%).

    Além do Chipre, há outros exemplos na UE, nomeadamente o Luxemburgo, onde os depósitos representam cerca 2500% do PIB. Claro que o ranking do Luxemburgo é triplo A, se é que isso valerá de algo, já que (ao que consta) as atenções de alguns se viraram para este país

    Estando muitas das entidades gestoras de Fundos de investimento, e de outros produtos financeiros, sediadas no Luxemburgo, fica a pergunta: Se as “atenções” da Alemanha se virar para o Luxemburgo, Como será?

    Respondo também a isso com o que tenho na 1ª página tirado da Deco e que transcrevo:

    No que respeita aos fundos é necessário ter em conta dois aspetos bastante diferentes. Por um lado, os fundos de investimento tal como existem não podem falir. Por outro, existe o risco de o investidor não obter o rendimento esperado, podendo até perder uma parte considerável do capital investido.

    Quanto ao primeiro tipo de risco, as normas estabelecidas para o funcionamento dos fundos são muito restritivas, de forma a precaver situações que possam pôr em risco o dinheiro dos subscritores.

    Os fundos de investimento possuem um património autónomo, que pertence aos subscritores das unidades de participação. Isto significa que o dinheiro investido não pode ser utilizado, em caso algum, para pagar dívidas da sociedade gestora.

        Quando uma empresa abre falência, isso significa que não conseguiu pagar as suas dívidas. No caso dos fundos, a lei condiciona bastante o endividamento. Um fundo só pode endividar-se temporariamente e, mesmo assim, não o pode fazer em montantes superiores a 10% do valor global do fundo, no caso de fundos abertos, e de 20%, para os fechados.

        Os fundos não podem garantir empréstimos de terceiros. Portanto, nenhum fundo pode comprometer-se a pagar dívidas de empresas.

        Os fundos não podem fazer vendas a descoberto, ou seja, vender títulos que, na realidade, não possuem.

    Pela sua natureza, a sociedade gestora ou o banco depositário podem falir, mas nunca o próprio fundo...

    Ou seja, uma Gestora de fundos o que faz é a compra e venda de activos financeiros, neste caso fica logo de fora qualquer tipo de problema com os bancos, uma vez que os bancos só são utilizados na guarda de titulos, se o banco onde temos titulos abrir falência basta transferir os mesmos para outro ( o que não acontece com os depósitos), e aqui funciona da mesma forma, uma gestora até pode abrir falência, mas o fundo não, uma vez que é dinheiro de cada participante...

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    boa noite. pergunta de novato...

    agradecia que alguém me pudesse esclarecer a seguinte dúvida:

    ao subscrever um fundo estrangeiro (ex. PIMCO) as comissões estão diluídas e a variação que vemos é líquida certo?

    agora imaginemos um investimento de 100€. se o fundo valorizar 10% no final de um ano e fizer o resgate vou ter um crédito de 110? ou sobre o valor dos ganhos vou ter a tributação dos 28% e assim ficar com 107,2€?

    se isto acontecer e se tivermos em conta a inflação (ex. 3%) então a desvalorização do capital inicial será de 3€ ficando com um valor real de ganho de 4,2€ (7,2-3)  ou seja em temos líquidos acrescentei ao meu capital inicial um valor real de 4,2%?

    isto faz sentido?

    abrigado

    Faz todo o sentido claro, a inflação "come" sempre uma parte do nosso dinheiro.

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    obrigado D@vid mas não era ai que queria chegar. a minha dúvida (partindo do exemplo dado) é: num fundo estrangeiro preciso de uma valorização acima dos 5,8% para acrescentar um valor real ao meu investimento inicial?

    Assumindo os valores como correctos, poderemos dizer que sim mas isso a realidade e mesma para todos os fundos, quer sejam estrangeiros ou não porque o imposto paga-se sempre, todos tem comissões e a inflação come todos!

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    obrigado D@vid mas não era ai que queria chegar. a minha dúvida (partindo do exemplo dado) é: num fundo estrangeiro preciso de uma valorização acima dos 5,8% para acrescentar um valor real ao meu investimento inicial?

    Não vejo as coisas dessa forma na questão de fundos nacionais ou estrangeiros, todos estão sujeitos a IRS e inflação, a diferença é que nos fundos nacionais já estamos a pagar o irs todos dias :) nos estrangeiros só pagamos no resgate, vejam as coisas dessa forma, não vejam da forma que os nacionais são melhores porque as rentabilidades são liquidas, são liquidas porque já estamos a pagar o irs...

    IRS e inflação temos em todas as aplicações..

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    ok mas o mesmo não acontece aos nacionais no sentido em que a variação do fundo já contempla o imposto dos 28% ou estou errado? imaginemos que temos 200€ investidos em dois fundos um nacional (ex. ESLiquidez) e outro estrangeiro (ex. PIMCO), 100€ em cada e ambos valorizarem 10%, no momento do resgate vou ter 110€ no liquidez e 107,2 no PIMCO uma vez que o imposto só é aplicado no momento do resgate certo?

    outra dúvida: se investir agora em fundos através de um banco nacional e se daqui a 10 anos os transferir (não regatar) para outra entidade bancária noutro país com menor carga fiscal sobre as mais valias o que acontece? tenho que pagar alguma coisa ao estado português ou estarei apenas sujeito ao imposto que vigorar no país onde fizer o resgate?

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    Não vejo as coisas dessa forma na questão de fundos nacionais ou estrangeiros, todos estão sujeitos a IRS e inflação, a diferença é que nos fundos nacionais já estamos a pagar o irs todos dias :) nos estrangeiros só pagamos no resgate, vejam as coisas dessa forma, não vejam da forma que os nacionais são melhores porque as rentabilidades são liquidas, são liquidas porque já estamos a pagar o irs...

    IRS e inflação temos em todas as aplicações..

    certo. não questiono se são melhores ou piores. mas queria esclarecer esta dúvida porque quando olho para as variações quero saber o que as mesmas representam. é que até aqui para mim era tudo igual e na realidade é como comparar depósitos a prazo que que nuns a taxa é líquida e em outros a taxa é bruta, logo não são a mesma coisa e importa ter isto em consideração.

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    ok mas o mesmo não acontece aos nacionais no sentido em que a variação do fundo já contempla o imposto dos 28% ou estou errado? imaginemos que temos 200€ investidos em dois fundos um nacional (ex. ESLiquidez) e outro estrangeiro (ex. PIMCO), 100€ em cada e ambos valorizarem 10%, no momento do resgate vou ter 110€ no liquidez e 107,2 no PIMCO uma vez que o imposto só é aplicado no momento do resgate certo?

    outra dúvida: se investir agora em fundos através de um banco nacional e se daqui a 10 anos os transferir (não regatar) para outra entidade bancária noutro país com menor carga fiscal sobre as mais valias o que acontece? tenho que pagar alguma coisa ao estado português ou estarei apenas sujeito ao imposto que vigorar no país onde fizer o resgate?

    No caso dos fundos portugueses, tanto as comissões como o imposto esta liquido no valor. Nos internacionais apenas as comissões estão liquidas no valor. O imposto e apenas no resgate.

    No caso das transferencias, pela informação que tenho é que os títulos são parametrizados aos valores de origem ou seja, funcionam como verdadeiras transferencias e não uma venda e compra sucessivas.

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    ok mas o mesmo não acontece aos nacionais no sentido em que a variação do fundo já contempla o imposto dos 28% ou estou errado? imaginemos que temos 200€ investidos em dois fundos um nacional (ex. ESLiquidez) e outro estrangeiro (ex. PIMCO), 100€ em cada e ambos valorizarem 10%, no momento do resgate vou ter 110€ no liquidez e 107,2 no PIMCO uma vez que o imposto só é aplicado no momento do resgate certo?

    outra dúvida: se investir agora em fundos através de um banco nacional e se daqui a 10 anos os transferir (não regatar) para outra entidade bancária noutro país com menor carga fiscal sobre as mais valias o que acontece? tenho que pagar alguma coisa ao estado português ou estarei apenas sujeito ao imposto que vigorar no país onde fizer o resgate?

    Correcto, se formos a comparar dessa forma rigorosa é assim que se passa, no Liquidez tem 110€ no Pimco terá 107,20€.

    As transferencias de titulos têm um custo, depende do precário de cada banco, e os impostos serão consoante a fiscalidade do Pais do banco de destino...

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    Respondo também a isso com o que tenho na 1ª página tirado da Deco e que transcrevo:

    No que respeita aos fundos é necessário ter em conta dois aspetos bastante diferentes. Por um lado, os fundos de investimento tal como existem não podem falir. Por outro, existe o risco de o investidor não obter o rendimento esperado, podendo até perder uma parte considerável do capital investido.

    Quanto ao primeiro tipo de risco, as normas estabelecidas para o funcionamento dos fundos são muito restritivas, de forma a precaver situações que possam pôr em risco o dinheiro dos subscritores.

    Os fundos de investimento possuem um património autónomo, que pertence aos subscritores das unidades de participação. Isto significa que o dinheiro investido não pode ser utilizado, em caso algum, para pagar dívidas da sociedade gestora.

        Quando uma empresa abre falência, isso significa que não conseguiu pagar as suas dívidas. No caso dos fundos, a lei condiciona bastante o endividamento. Um fundo só pode endividar-se temporariamente e, mesmo assim, não o pode fazer em montantes superiores a 10% do valor global do fundo, no caso de fundos abertos, e de 20%, para os fechados.

        Os fundos não podem garantir empréstimos de terceiros. Portanto, nenhum fundo pode comprometer-se a pagar dívidas de empresas.

        Os fundos não podem fazer vendas a descoberto, ou seja, vender títulos que, na realidade, não possuem.

    Pela sua natureza, a sociedade gestora ou o banco depositário podem falir, mas nunca o próprio fundo...

    Ou seja, uma Gestora de fundos o que faz é a compra e venda de activos financeiros, neste caso fica logo de fora qualquer tipo de problema com os bancos, uma vez que os bancos só são utilizados na guarda de titulos, se o banco onde temos titulos abrir falência basta transferir os mesmos para outro ( o que não acontece com os depósitos), e aqui funciona da mesma forma, uma gestora até pode abrir falência, mas o fundo não, uma vez que é dinheiro de cada participante...

    David, Julgo que já aqui tinhas publicado este texto. Mas só o futuro nos demonstrará o que irá acontecer. Chipre trouxe-nos uma realidade (decisões politicas) que não sossegará a maioria dos mortais.

    Quanto à saída do euro, sou dos que começo por considerar que é uma consequência inevitável (mas desejo estar totalmente errado).

    Mas no caso dos FI, em que os subscritores são titulares de UP (por ex em Dolares), se sairmos do euro no ano “X”, e resgatarmos os ditos fundos posteriormente no ano “X+n”, quando é que ocorre o câmbio? (o lógico é ser na altura do resgate)

    Se Sairmos do euro, e ocorrer a necessária desvalorização da nova moeda (ex: Escudo), a nossa divida publica vai-se agravar imenso por causa da desvalorização da moeda.

    Saindo um pouquinho do âmbito do tópico, como será com os empréstimo para compra de habitação? O mais óbvio seria: após a conversão da moeda, as nossas dividas passariam a ser em “escudos”, mas neste caso seriam os banco a perder dinheiro (receberiam “escudos” e teriam de pagar Eur- Dolares, etc), caso se tenham financiado no exterior.

    O melhor para todos, é os políticos fazerem o que devem (e para o qual lhes pagamos), e continuarmos no euro

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    apenas um pequeno offtopic sobre a 2ª questão que coloquei a respeito da tributação dos 28%:

    "A Letónia e Bulgária são os estados-membros que menos tributam o capital, com taxas na ordem dos 10%. São três os países que isentam de tributação os não residentes no caso dos rendimentos obtidos através de juros ou dividendos: Cipre, Hungria e Malta."

    3 de Outubro de 2012

    http://expresso.sapo.pt/imposto-sobre-o-capital-toca-maximos=f757626#ixzz2QZmMqSSk

    não sei se continua igual mas dá que pensar.

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    Caros,

    Precisava da vossa ajuda para me dar alguns conselhos.

    Vou-me iniciar nos fundos com um montante a rondar os 4.000 euros. Sabendo que tenho um perfil de investimento conservador e que pretendo uma alternativa aos tradicionais DP's, e não pretendo mexer no dinheiro no prazo de um ano, o que acham desta carteira que me foi sugerida pelo BEST

    PIMCO Global Advantage E EUR Hedged Acc - IE00B53H0P79

    Schroder ISF Strategic Bond B EUR Hdg Acc - LU0201323614

    ING (L) Renta Em Mkt Debt (Loc Crcy) X EUR Hdg - LU0577845802

    Agradeço desde já a vossa atenção :)

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    Caros,

    Precisava da vossa ajuda para me dar alguns conselhos.

    Vou-me iniciar nos fundos com um montante a rondar os 4.000 euros. Sabendo que tenho um perfil de investimento conservador e que pretendo uma alternativa aos tradicionais DP's, e não pretendo mexer no dinheiro no prazo de um ano, o que acham desta carteira que me foi sugerida pelo BEST

    PIMCO Global Advantage E EUR Hedged Acc - IE00B53H0P79

    Schroder ISF Strategic Bond B EUR Hdg Acc - LU0201323614

    ING (L) Renta Em Mkt Debt (Loc Crcy) X EUR Hdg - LU0577845802

    Agradeço desde já a vossa atenção :)

    Mal a mal o PIMCO, os outros...vais-te iniciar nos fundos e eles não falaram no E.S Liquidez? até admira hehe, mas para comecar acho que um Liquidez ou um Monetário era importante estar nessa carteira...

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    Caros,

    Precisava da vossa ajuda para me dar alguns conselhos.

    Vou-me iniciar nos fundos com um montante a rondar os 4.000 euros. Sabendo que tenho um perfil de investimento conservador e que pretendo uma alternativa aos tradicionais DP's, e não pretendo mexer no dinheiro no prazo de um ano, o que acham desta carteira que me foi sugerida pelo BEST

    PIMCO Global Advantage E EUR Hedged Acc - IE00B53H0P79

    Schroder ISF Strategic Bond B EUR Hdg Acc - LU0201323614

    ING (L) Renta Em Mkt Debt (Loc Crcy) X EUR Hdg - LU0577845802

    Agradeço desde já a vossa atenção :)

    também gostaria que comentassem esta recomendação. alguém que se está a iniciar no mundo dos fundos, com perfil conservador e recomendam 3 fundos

    PIMCO Global Advantage - sem histórico e com risco 3...

    Schroder ISF Strategic Bond - risco 5

    Rácio de Sharpe  0.62

    Desv.Padrão(3a.)  3.98 %

    Rentabilidade média  3.23 %

    ING (L) Renta Em Mkt Debt - sem histórico e com risco 4...

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    David,

    Podes-me dar a tua sugestão de uma carteira de fundos tendo em conta o perfil traçado?

    Obrigado

    Dentro daquilo que falei, o PIMCO até pode estar, embora não seja dos que mais goste, mas isto é pessoalmente, mas os outros não vejo vantagens, quando no top até há melhores á partida, eu reparei que esses fundos fazem parte de uma carteira modelo do banco Best, ou já fez, vi isso no site, mas nem sempre as carteiras modelos vão de encontro ao que pretendemos, por isso o nome modelo, e muitas vezes vai-se um pouco a trás dessas carteiras, não quero dizer com isto que sejam más, ou que com esses fundos não vás ter uma rentabilidade do dobro ou triplo de um DP :) os fundos como qualquer outro tipo de aplicação está ao sabor dos mercados, tudo pode acontecer, mas no teu caso em particular, iniciante, para um prazo de 1 ano ia mais para fundos de tesouraria e obrigações de curto prazo, mesmo que não ganhes o dobro ou triplo de um DP vais-te sentir mais confortável e não te vai dar ataques de coração sempre que um fundo desca :) e depois secalhar até vais gostar e reforçar e continuar no mundo dos fundos :)

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    Ora aqui está um conselho que um leigo como eu não entende: quando as coisas não estão tão boas, reforça-se?  :o Podem explicar-me como se fosse burro? Agredeço.

    Se investiste, e' pq achas que o investimento e' bom, se esta' mais barato do que investiste antes, e' um melhor negocio ainda ... a nao ser que estejamos no inicio de outro 2008 ... just kidding :P

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