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    Editado por superkinas
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    A 16/09/2016 at 21:00, pfonseca disse:

    Fiz uma simulação para juntar 10.000 euros ao fim de 5 anos, com uma contribuição anual de 1.796,42 euros. Usando o Excel:

    poupança    juros    acumulado        juros acc c/ desc de 28%    juros acc s/ desconto
    1.796,42    64,67    1.862,09                                           64,67                             89,82
    3.592,84    196,34    3.789,18                                       196,34                           272,70
    5.389,26    397,42    5.786,68                                       397,42                           551,98
    7.185,68    670,41    7.856,09                                       670,41                           931,14
    8.982,10    1.017,90    10.000,00                               1.017,90                        1.413,77

    O simulador desconta os 28% de IRS nos juros em cada ano. Mas se não descontasse, no fim teriamos um desconto nos juros de 28%, e receberiamos 8.982,10 + 1.413,77 x 0,72 = 10.000,00, ou seja, os mesmos 10.000 euros.

    Se me enganei por favor corrijam-me. Deve haver um meio de fazer estes cálculos no excel mas eu não sei.

    Penso que as suas contas não estejam correctas. A mim, aos 5 anos, com a acumulação de juros e com desconto anual dos infames 28% dá-me 10000euros, mas com o desconto dos 28% apenas no final dá-me 10422euros. Parece pouco, mas no final de 20 ou 30 anos é uma diferença significativa. Não podia ser de outra forma, pois então os 28% sobre os juros que não retiramos anualmente não estão também a render juros e a acumular? Por isso é que nós os investidores de LP preferimos os FI acc em detrimento dos inc., visto que o FI acc reinveste a totalidade das mais valias sem que haja saída de capital para os impostos.

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    A 17/09/2016 at 12:47, atlas disse:

    Se o senhor acha que é mais do que os outros apenas porque emigrou, dou-lhe uma novidade: não é. Se o senhor fez sacrifícios, outros também o fizeram e fazem aqui, dentro de portas. Portanto, guarde a sobranceria de emigrante para si, porque o seu sacrifício não é nem melhor, nem pior, do que o dos outros.

    Estar longe da família e dos amigos e da terra que ama é um sacrifício que o Português que cá ficou não fez certamente...e para mim esse é o pior sacrifício.

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    44 minutes ago, 5coroas said:

    Estar longe da família e dos amigos e da terra que ama é um sacrifício que o Português que cá ficou não fez certamente...e para mim esse é o pior sacrifício.

    Se isso é o pior sacrifício que se pode fazer, então a vida não vai tão mal como eu pensava em Portugal.

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    há 42 minutos, 5coroas disse:

    Estar longe da família e dos amigos e da terra que ama é um sacrifício que o Português que cá ficou não fez certamente...e para mim esse é o pior sacrifício.

    Pois não. Esse sacrifício quem cá ficou não fez.

     

    Mas quem cá ficou não beneficiou de um país em que, com o mesmo esforço. era possível obter um nível de rendimento muito superior. Uma pessoa que levasse uma vida de sacrifício em França ou na Alemanha conseguiria adquirir um nível de rendimento muito superior a uma pessoa que fizesse exatamente o mesmo sacrifício em Portugal.

     

    Quem cá ficou não pôde beneficiar de um estado social muito mais avançado e com outras regalias.

     

    Quem cá ficou também não beneficiou de ajudas e incentivos fiscais que eram exclusivos dos emigrantes. Nem beneficiou de produtos bancários exclusivos para emigrantes.

     

    Eu não tiro o mérito ao esforço e sacrifício dos emigrantes. Mas não vou subalternizar o esforço e sacrifício dentro de portas. Sacrifício é sacrifício. Não há sacrificados de primeira e de segunda. É tudo igual.

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    há 32 minutos, ruicarlov disse:

    Se isso é o pior sacrifício que se pode fazer, então a vida não vai tão mal como eu pensava em Portugal.

    Certamente nunca teve que ouvir um filho seu, ao telefone, a 3000km de distância, a chorar e a pedir que quer que o pai venha embora...ou a mulher grávida a dizer que está doente e que não sabe como levar os outros filhos à escola...ou dizerem-lhe que tem a mãe internada.  

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    Mouro Emprestado

    Em vez de andarem à bulha uns com os outros, concentrem-se naqueles que merecem os nossos tiros: aqueles que actualmente vão mandando no país e querem-no tornar na Venezuela da Europa.

    Um emigrante (que quer voltar para Portugal na reforma) agradece :)

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    há 21 minutos, 5coroas disse:

    Certamente nunca teve que ouvir um filho seu, ao telefone, a 3000km de distância, a chorar e a pedir que quer que o pai venha embora...ou a mulher grávida a dizer que está doente e que não sabe como levar os outros filhos à escola...ou dizerem-lhe que tem a mãe internada.  

    A grande, mas larguíssima maioria dos emigrantes que partiu sozinho logo que pôde promoveu a reunião familiar no país de destino. Definir o sacrifício dos emigrantes pela distância da família nuclear, quando essa é uma situação que afetou, talvez, 1% ou 2% dos emigrantes (se tanto...) é pura desonestidade inteletual.

     

    E mais.

    A maioria das pessoas, emigrante ou não, não sofre por amor à pátria. Sofre por amor ao que os espanhóis designam pos "pequeña patria". Ou seja, têm saudades daquele lugarzinho onde nasceram, onde tinham os amigos, da sua terrinha. Não têm saudades de Portugal. O Alentejano que nasceu no Alandroal e que emigra tem saudades do... Alrandroal. Não tem saudades de Portugal inteiro. Não tem saudades do Porto, ou de Leiria ou de Braga. Para ele, Lisboa vale tanto como Paris. As saudades que o assolam relacionam-se com aquela terrinha e aquelas pessoas concretas. Por isso é que vêm fazer as suas casas "à emigrante" na sua terrinha. E vêm a correr em Agosto em direção à sua terrinha.

     

    Ora, essas mesmas saudades e sofrimento assolam também aquelas pessoas que migram dentro de portas. As saudades que assolam um transmontano, nascido em Bragança, emigrado em Paris não são diferentes das saudades de um transmontano migrado em Lisboa. Ambos sentem saudades da sua "pequeña patria", a sua terrinha pequenina em Trás os montes.

     

    Portanto, valorizar, nestes termos, o sofrimento de uns em detrimento de outros é, de forma ainda mais evidente, um erro.

     

    Sobre as saudades da "pequeña patria" de pessoas migradas em portugal, e que sofrem dentro de portas, deixo ficar esta música tão popularizada há uns anos atrás.

     

     

     

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    há 4 minutos, atlas disse:

    A grande, mas larguíssima maioria dos emigrantes que partiu sozinho logo que pôde promoveu a reunião familiar no país de destino. Definir o sacrifício dos emigrantes pela distância da família nuclear, quando essa é uma situação que afetou, talvez, 1% ou 2% dos emigrantes (se tanto...) é pura desonestidade inteletual.

     

    E mais.

    A maioria das pessoas, emigrante ou não, não sofre por amor à pátria. Sofre por amor ao que os espanhóis designam pos "pequeña patria". Ou seja, têm saudades daquele lugarzinho onde nasceram, onde tinham os amigos, da sua terrinha. Não têm saudades de Portugal. O Alentejano que nasceu no Alandroal e que emigra tem saudades do... Alrandroal. Não tem saudades de Portugal inteiro. Não tem saudades do Porto, ou de Leiria ou de Braga. Para ele, Lisboa vale tanto como Paris. As saudades que o assolam relacionam-se com aquela terrinha e aquelas pessoas concretas. Por isso é que vêm fazer as suas casas "à emigrante" na sua terrinha. E vêm a correr em Agosto em direção à sua terrinha.

     

    Ora, essas mesmas saudades e sofrimento assolam também aquelas pessoas que migram dentro de portas. As saudades que assolam um transmontano, nascido em Bragança, emigrado em Paris não são diferentes das saudades de um transmontano migrado em Lisboa. Ambos sentem saudades da sua "pequeña patria", a sua terrinha pequenina em Trás os montes.

     

    Portanto, valorizar, nestes termos, o sofrimento de uns em detrimento de outros é, de forma ainda mais evidente, um erro.

     

    Sobre as saudades da "pequeña patria" de pessoas migradas em portugal, e que sofrem dentro de portas, deixo ficar esta música tão popularizada há uns anos atrás.

     

     

     

    Já fui emigrante lá fora e agora sou-o cá dentro e digo-lhe que não tem comparação... pois à terrinha posso ir agora em qualquer fim-de-semana matar saudades. De Lisboa a Bragança já não são as tais 10 horas de distancia.

    Quanto aos 1% ou 2%, duvido que sejam esses os números reais; a maioria dos emigrantes da minha santa terrinha, os da geração 70-80, deixaram os filhos com os avôs, eu inclusive. O mesmo se passa hoje em dia com os que foram para Angola, mas esses nem as mulheres levam.

    E obviamente quando me referia à terra que se ama, não me estava a referir a Portugal, mas sim à terrinha pequenina como você referiu, pois é aí que foram criados vínculos afectivos que só desaparecerão quando morrer. 

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    4 hours ago, atlas said:

    Quem cá ficou não pôde beneficiar de um estado social muito mais avançado e com outras regalias.

    A que paises te referes quando dizes isto! Pagamos muitos impostos em Portugal mas em termos de regalias e beneficios sociais devemos ser dos "melhores", muito provavelmente por essa mesma razao o nosso sistema social esta completamente falido.

    Da uma vista de olhos ao sistema social no UK. Reforma e benificios em caso de doenca grave ou acidente, sao ridiculos ou inexistentes! Se queres reforma e proteccao "descontas" para fundos de reforma e pagas seguros para te protegeres!

    4 hours ago, atlas said:

    Quem cá ficou também não beneficiou de ajudas e incentivos fiscais que eram exclusivos dos emigrantes. Nem beneficiou de produtos bancários exclusivos para emigrantes.

    Que ajudas e incentivos sao esses, que eu tambem quero!?

    3 hours ago, atlas said:

    A maioria das pessoas, emigrante ou não, não sofre por amor à pátria. Sofre por amor ao que os espanhóis designam pos "pequeña patria". Ou seja, têm saudades daquele lugarzinho onde nasceram, onde tinham os amigos, da sua terrinha. Não têm saudades de Portugal. O Alentejano que nasceu no Alandroal e que emigra tem saudades do... Alrandroal. Não tem saudades de Portugal inteiro. Não tem saudades do Porto, ou de Leiria ou de Braga. Para ele, Lisboa vale tanto como Paris. As saudades que o assolam relacionam-se com aquela terrinha e aquelas pessoas concretas. Por isso é que vêm fazer as suas casas "à emigrante" na sua terrinha. E vêm a correr em Agosto em direção à sua terrinha.

    Eu amor á patria tenho zero, nem percebo o que seja isso! Adoro o meu pais, lingua e cultura e é isso. Quanto á terrinha onde nasci, pouco me importa tao pouco, apenas lá vou para visitar familia e amigos e porque felizmente esta localizada proximo das melhores praias da europa e da cidade mais bonita do mundo! :D

    E mesmo amigos, jao sao mais os que andam nesta vida dos queos que ficaram por lá, portanto hoje em dia é quase mais facil ver mais amigos apanhando um comboio ate Londres do que um Aviao de volta á terrinha... (se bem que o tempo de viagem é quase o mesmo)

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    há 52 minutos, PedroPinto disse:

    A que paises te referes quando dizes isto!

    França. Pelo menos esta. São os exemplos que tenho na família e que conheço diretamente. Tinha a convicção que na Alemanha e Luxemburgo (outros exemplos que tenho na família) o sistema é também mais favorável, mas não posso assegurar.

    Mas tenho um tio em França (que é só o local de maior emigração) que se irá reformar agora aos 60 anos. O meu pai tem 64, em Portugal, e ainda não se pode reformar. A minha tia esteve anos em casa quando nasceu a minha prima. Em Portugal a mulher está 4 meses.

    Comparar salários nem é bom, porque me deixa em estado depressivo. O meu tio trolha por conta própria ganha mais do que eu, que tive mais de 20 anos de estudo em cima e sou considerado ultraqualificado.

    há 59 minutos, PedroPinto disse:

     

    Que ajudas e incentivos sao esses, que eu tambem quero!?

     

    Eu não os elenquei, mas por exemplo, durante muito tempo, havia a questão do IMI que era diferente.

    Mas hoje em dia, toda a gente sabe que os estrangeiros (e os emigrantes) estão a fixar-se em Portugal por causa do regime fiscal, com uma isenção qualquer que eu nem me dou ao trabalho de ir estudar. O Mouro emprestado, aí num post em cima, mandou uma piada acerca disso. Há imensos emigrantes e franceses a comprarem casas em Lisboa por causa disso. Informa-te. Eu se estivesse no teu lugar informar-me-ia. 

     

    há 1 hora, PedroPinto disse:

    Eu amor á patria tenho zero, nem percebo o que seja isso! Adoro o meu pais, lingua e cultura e é isso. Quanto á terrinha onde nasci, pouco me importa tao pouco, apenas lá vou para visitar familia e amigos e porque felizmente esta localizada proximo das melhores praias da europa e da cidade mais bonita do mundo! :D

    E mesmo amigos, jao sao mais os que andam nesta vida dos queos que ficaram por lá, portanto hoje em dia é quase mais facil ver mais amigos apanhando um comboio ate Londres do que um Aviao de volta á terrinha... (se bem que o tempo de viagem é quase o mesmo)

    Compreendo. Tenho amigos emigrados e é igual. 

    Tens de compreender que os novos emigrantes estão numa posição diferente daqueles que emigravam nos anos 60 a 80 do século passado. Era a esses que eu me referia.

    Hoje em dia as novas gerações estão-se a borrifar para este país. Compreendo-lhes o desalento. Eu tomei uma decisão errada aos 15 anos de idade que me cortou as pernas para sempre. Se soubesse o que sei hoje, em vez de escolher humanidades, tinha seguido ciências, tirado licenciatura numa área qualquer científica e tinha-me posto a andar daqui para fora.

    É engraçado que alguns queixam-se de terem de abandonar a sua amada terra. E outros, como eu, se pudessem, iam embora e nunca mais cá voltavam. Dá Deus nozes a quem não tem dentes...

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    há 4 horas, 5coroas disse:

    Já fui emigrante lá fora e agora sou-o cá dentro e digo-lhe que não tem comparação... pois à terrinha posso ir agora em qualquer fim-de-semana matar saudades. De Lisboa a Bragança já não são as tais 10 horas de distancia.

    E eu já fui "migrado" cá dentro. Quando estive nos Açores, e na altura nem sequer havia companhias low costs, tinha de apanhar 2 aviões para chegar ao continente (um avião interno entre ilhas; e outro depois para o continente). Saía de casa, nos açores, às 9:30 horas da manhã e com a escala chegava ao aeroporto de Lisboa às 23 horas.

    Demorava mais eu do que um tipo que viesse do Brasil. E falar de França ou do UK é ridículo. Tinha um oceano pelo meio. Vão-me dizer que os emigrados em Paris estavam em pior situação que eu? Que era muito diferente?

    Realmente era. Para melhor.

     

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    Mouro Emprestado

    A vantagem de se ser não residente (durante os últimos 5 anos) é beneficiar dum regime benéfico em IRS quando se vai viver para Portugal (como reformado ou como ex-expat): taxa liberatória de tributação de 25%.

    Para quem está acima dessa taxa média de tributação (diria que para salários acima de 2.500 euros), poderá compensar estar 5 anos fora de Portugal. Para quem recebe menos (diria que uma boa parte daqueles que regressam), duvido.

    Mas atenção, quem tem isenção de IMI penso que tenha de renunciar a essa isenção no momento em que deixar de ser residente fiscal em Portugal.

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    há 1 hora, atlas disse:

    É engraçado que alguns queixam-se de terem de abandonar a sua amada terra. E outros, como eu, se pudessem, iam embora e nunca mais cá voltavam. Dá Deus nozes a quem não tem dentes...

    Completamente de acordo. Se um dia tenho uma oportunidade digna desse nome, bye bye para nunca mais.

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    Mouro Emprestado
    1 minute ago, maj.lraep said:

    Completamente de acordo. Se um dia tenho uma oportunidade digna desse nome, bye bye para nunca mais.

    Para ambos, excepto se tiverem família e filhos, o que vos impede de emigrar?

    Digo isto porque foi das melhores decisões que tive na vida, dado que se aprende muita coisa (que não vem nos manuais escolares ou nas conversas de facebooks) e financeiramente pode ser bastante recompensador.

    E olhem que para quadros superiores, os 'tugas até são bem vistos lá fora, devido ao nosso conhecimento do inglês e porque nos conseguimos integrar razoavelmente bem.

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    há 7 horas, 5coroas disse:

    Penso que as suas contas não estejam correctas. A mim, aos 5 anos, com a acumulação de juros e com desconto anual dos infames 28% dá-me 10000euros, mas com o desconto dos 28% apenas no final dá-me 10422euros. Parece pouco, mas no final de 20 ou 30 anos é uma diferença significativa. Não podia ser de outra forma, pois então os 28% sobre os juros que não retiramos anualmente não estão também a render juros e a acumular? Por isso é que nós os investidores de LP preferimos os FI acc em detrimento dos inc., visto que o FI acc reinveste a totalidade das mais valias sem que haja saída de capital para os impostos.

    Tens razão, fui verificar e vi que não entrei em conta com os juros da diferença entre os juros sem descontar os 28% e os juros após descontar os 28%. Sem ter descontado os 28% ficamos com 8.982,10 de poupança + 1.440,57 de juros = 10.422,67 euros, tal como dizes, e explicas porquê.

    Descontando os 28% sobre os juros (as mais-valias) ficamos com 10.019,31 euros. Conclusão: É mais rentável pagar os 28% sobre os juros só quando quisermos levantar o que investimos, tal como dizes, ou seja, fazer a capitalização da totalidade dos juros.

    O simulador do todoscontam.pt faz as contas para o pior caso (pagar o IRS, de 28%, quando se recebe os juros), o que me parece correcto.

    Obrigado pela correcção.

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    há 1 hora, Mouro Emprestado disse:

    Para ambos, excepto se tiverem família e filhos, o que vos impede de emigrar?

    Digo isto porque foi das melhores decisões que tive na vida, dado que se aprende muita coisa (que não vem nos manuais escolares ou nas conversas de facebooks) e financeiramente pode ser bastante recompensador.

    E olhem que para quadros superiores, os 'tugas até são bem vistos lá fora, devido ao nosso conhecimento do inglês e porque nos conseguimos integrar razoavelmente bem.

    não é possível nem rapidamente exequível emigrar sem desempenhares uma função comum em outros países.

    por ex. um programador de uma linguagem muito utilizada secalhar tem mais facilidade.

    um tipo que execute uma função com legislação muito específica e portuguesa, não tem a mesma facilidade.

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    há 9 horas, Mouro Emprestado disse:

    Em vez de andarem à bulha uns com os outros, concentrem-se naqueles que merecem os nossos tiros: aqueles que actualmente vão mandando no país e querem-no tornar na Venezuela da Europa.

    Um emigrante (que quer voltar para Portugal na reforma) agradece :)

    Não, deviamos era nos concentrar nos fundos e ganhar dinheiro :D, como diz a Cristas: "Não há pobres nem ricos em portugal, só classe média..." como se pode ver entre a esquerda e direita vamos de mal a pior!!.

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    Tendo um nivel de ingles bom, diria que para alguem na area de direito nao sera assim tao complicado "orientar-se" aqui pelo UK. Fica a dica...

    Mas sim, pessoal na area de informatica/programacao tem muito mais facilidade.... ou qualquer area com matematica que dé para analista num banco.. é o que esta na moda, e paga bem, fica outra dica...

    E tambem confirmo o que foi dito, que os portugueses se safam bem em quadros superiores por cá e sao normalmente muito bem vistos. Se nao por outro motivo, basta olhar para o CEO do maior banco britanico (e um dos maiores do mundo - HSBC) e para outro dos maiores bancos britanicos (Lloyds) em que ambos sao portugueses!

    Editado por PedroPinto
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    @Mouro Emprestado As petrolíferas? Nem daqui a 15 anos, o consumo tem diminuído. Tens muitos países europeus a declarar que vão proibir a venda de carros a combustíveis fósseis, juntas a isto o facto das fontes energéticas estarem tendencialmente a crescer nos renováveis torna a coisa instável. Acho que apenas em países emergentes como China e Ìndia é que a coisa vai estabilizar.

     

     

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    há 14 minutos, Patanisca disse:

    Acabaram com a Unience. Tinha lá o meu portfolio todo configurado com as trades todas e de repente, puff, ardeu tudo. Agora chama-se Finect e já não é possivel ter portfolios simulados.

    Que azia com que estou!

    Por acaso andava para atualizar o meu porfolio na Unience... pelos visto então já não vale a pena visto que foi tudo ao ar.

    A Unience tinha uma ferramenta interessante... sendo assim fico apenas com a ferramenta da Bloomberg Watchlist.

    Editado por FoxNinja
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