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  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Se forem a ver bem, o nível do STOXX50 só agora se está a aproximar da realidade da zona Euro. No verão, nos 3600 pontos estava altamente sobrevalorizado (caro). Com a economia da zona euro arrastar-se há anos, aquilo foi só efeito QE, que rapidamente se evaporou com o problema da China, já que a Europa exporta muito para lá.

    As quedas desta semana e de hoje, estão a ser motivadas por motivos legítimos de medo de um crash nos bancos. Para quem anda mais distraído, a grande banca europeia está a soro.

    Nos EUA, as tecnológicas estão saturadas, estão com dificuldades de manter o ritmo alucinante de subida dos últimos anos, porque efectivamente esgotou-se o consumo, atingiu-se o tecto, não há mais humanos para comprar iPhones ou criar contas no Twitter. Então a malta está a vender para realizar mais valias e refugiar-se em bonds e commodities.

    Questiona-se a capacidade das grandes tecnológicas se reinventarem e inovarem para gerar mais riqueza.

    Os bancos centrais já estão sem ferramentas de estímulo.

     

    Eu não vejo os próximos meses como meses de recuperação, sinceramente. Vai demorar uns anitos até que isto comece a dar fruta madura novamente e que se consiga voltar aos expectáveis 5% anualizados, quando se investe num portfólio stocks/bonds (50/50).

    Há que ter calma e cabeça fria. Quem não tem possibilidades de levar mais porrada nos próximos 2, 3 anos, se calhar é melhor pensar em sair.

     

    Eu não vejo assim as coisas tão claras. Na minha opinião há demasiados factores que podem perturbar os mercados, demasiados players, demasiadas agendas, etc que nos impedem de ter quaisquer certezas ; os paises ricos podem estar saturados de paneleirices tecnológicas, mas os pobres e os remediados do resto do mundo continuam ávidos de ter as coisas que os ricos possuem. Milhões de imigrantes continuam a entrar nos países ricos e aí tornam-se rapidamente escravos do consumo procurando copiar os autóctones. Os paises asiáticos continuam obcecados pelo acesso rápido à riqueza após anos de estagnação económica derivada de profundas restrições políticas.Reparem nos níveis de idolatria que os marketizados Ronaldos e Kardashians atingem por todo o globo.

    O retomar das "boas" relações com o Irão também constituem grandes oportunidades de negócio para os ocidentais e asiáticos.

      O petróleo há-de voltar a ficar caro, e aí os paises produtores voltarão a gastar loucamente naquilo que os produtores de coisas reluzentes e barulhentas têm para lhes oferecer. As Health e as Bio também têm futuro, pois a obsessão pela saúde e as novas descobertas não param de crescer.Se houver caca da grossa, na minha opinião, virá não da estagnação económica, mas de alguma asneira (desejada ou involuntária) ao nível financeiro (bancos ou Estados).

    Editado por 5coroas
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    Eurico, o presbítero

    Bom dia
    Esclareçam-me um dúvida que tenho
    Com a nova tributação dos fundos estrangeiros, posso anular as mais valias com as menos valias? Fazendo as diferenças entre elas.
    Ex; Fundo X com 10% 
          Fundo Y com -10%
    Neste caso não tenho que pagar o imposto sobre as mais valias. Certo?
    Ou terei que pagar as mais valias sempre até Julho de 2015, sendo a AT a fazer essas contas.
    O objectivo seria aproveitar as mais valias qua ainda tenho, e voltar a comprar os mesmos fundos no final do mes de fevereiro, com algum reforço.
    Obrigado

    Se no computo final, e em termos absolutos, as mais-valias igualarem as menos-valias, sim, não terá que pagar imposto. Como reparou no momento do resgate dos fundos, estes não sofreram a retenção na fonte de 28%. Esse cálculo será efectuado apenas em sede declarativa, após o apuramento do diferencial entre mais e menos-valias.

    No meu caso, isso obrigou-me, em dezembro último, a muitos cálculos e projecções (e algumas vendas e recompras em janeiro), no sentido, precisamente, a fazer diminuir a base de incidência.

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    Nos EUA, as tecnológicas estão saturadas, estão com dificuldades de manter o ritmo alucinante de subida dos últimos anos, porque efectivamente esgotou-se o consumo, atingiu-se o tecto, não há mais humanos para comprar iPhones ou criar contas no Twitter. Então a malta está a vender para realizar mais valias e refugiar-se em bonds e commodities.

    Questiona-se a capacidade das grandes tecnológicas se reinventarem e inovarem para gerar mais riqueza.

    Ainda em ralação às tecnológicas, refira-se que PCs, telemoveis, tablets, etc, bem como as redes sociais, já são neste momento uma "necessidade", por isso se por um lado a inovação não possa continuar por muito mais tempo, também é verdade que as gerações de humanos-consumidores estão sempre a renovar-se (pensemos  nos milhões de criancinhas que todos os anos recebem o seu primeiro telemovel ou tablet ou que abrem conta no facebook - e os humanos que nascem continuam a ser mais do que os que morrem) e por outro lado a fraca durabilidade/resistência dos equipamentos (os mais modernos raramente se aguentam por mais de 2- 3 anos sem avarias/danos) faz com que estes produtos continuem a gerar bastantes lucros. Já para não dizer que estes produtos, colocando-lhe aqui ou ali mais uns gigas ou uns pixels,vão mantendo preços constantemente elevados, apesar de não ocorrerem inovações importantes. 

    Editado por 5coroas
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    Estou com -2.99%... não é mau de todo, tendo em conta que constitui a minha carteira no dia 4 de janeiro... 

    Se a minha vida dependesse de fazer market timming, já tinha partido há muito tempo!

    Bem, como seria de esperar, em poucos dias a minha carteira que estava a -2.99% está agora a -6.7%. Continuo a achar que mesmo assim não é mau de todo face ao panorama geral que se vive.

    Não vou mudar o plano, que é isto ser a longo prazo (nunca menos de 5 anos, mas idealmente mais perto dos 10), e gostaria de conseguir reunir algum capital para efetuar uns reforços, mas fico sempre de pé atrás: quando é que será que já não cai mais?

    Mas mentalmente ajuda muito pensar o seguinte: perdas? Ainda não perdi nada, não estou a fazer conta de resgatar nada nos próximos tempos, por isso na prática não tenho perdas. Faz de conta que é um DP indexado, está investido, não lhe posso mexer, agora é esperar!

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    Após cerca de 6 meses posso tirar uma conclusão:

    Apostei no cavalo errado, pois na altura tinha dúvidas entre subscrever o fundo Pictet – Health HR Eur  LU0248320821 ou o fundo Pictet - Water R Eur  LU0104885248, entre água ou saúde apostei no segundo e que grande coça estou a levar…. -20%

    Resta aguardar que melhores ventos soprem para o lado da saúde J mas a aposta inicial mantém-se pois é uma área que tem tudo para crescer.

    Como se fala muito de estratégia aqui…a minha é mesmo não mexer, e se dói ver a % de percas não é menos verdade que o $$ colocado em fundos é $$ do qual não pretendo mexer nos próximos anos (oxalá as finanças assim o permitam).

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    Ainda em ralação às tecnológicas, refira-se que PCs, telemoveis, tablets, etc, bem como as redes sociais, já são neste momento uma "necessidade", por isso se por um lado a inovação não possa continuar por muito mais tempo, também é verdade que as gerações de humanos-consumidores estão sempre a renovar-se (pensemos  nos milhões de criancinhas que todos os anos recebem o seu primeiro telemovel ou tablet ou que abrem conta no facebook - e os humanos que nascem continuam a ser mais do que os que morrem) e por outro lado a fraca durabilidade/resistência dos equipamentos (os mais modernos raramente se aguentam por mais de 2- 3 anos sem avarias/danos) faz com que estes produtos continuem a gerar bastantes lucros. Já para não dizer que estes produtos, colocando-lhe aqui ou ali mais uns gigas ou uns pixels,vão mantendo preços constantemente elevados, apesar de não ocorrerem inovações importantes. 

    Apenas nao concordo quado referes(em) que já nao ha muito por onde inovar! Acreditem que ha, ira sempre haver e cada vez mais...

    Eu até sou novo e sempre me mantive a par das novas tecnologias e já várias vezes pensei (erradamente) que nao havia mais por onde inovar/evoluir/melhorar mas há sempre.

    Quem nao se lembra quando sairam os discos de 250 ou 500gb e se dizia que fisicamente se tinha alcancado o limite fisico, mas hoje temos discos do mesmo tamanho com 2, 4, 5 TB e mais, ou pen drives do tamanho de uma moeda com capacidades de +250gb e isto é apenas um exemplo! 

    Duas das maiores falacias da nossa geracao, "vai chegar o dia em que nao ha mais nada para inventar" e "vai chegar o dia em que a tecnologia nos substitui a todos e nos deixa desempregrados"!

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    Apenas nao concordo quado referes(em) que já nao ha muito por onde inovar! Acreditem que ha, ira sempre haver e cada vez mais...

    Eu até sou novo e sempre me mantive a par das novas tecnologias e já várias vezes pensei (erradamente) que nao havia mais por onde inovar/evoluir/melhorar mas há sempre.

    Quem nao se lembra quando sairam os discos de 250 ou 500gb e se dizia que fisicamente se tinha alcancado o limite fisico, mas hoje temos discos do mesmo tamanho com 2, 4, 5 TB e mais, ou pen drives do tamanho de uma moeda com capacidades de +250gb e isto é apenas um exemplo! 

    Duas das maiores falacias da nossa geracao, "vai chegar o dia em que nao ha mais nada para inventar" e "vai chegar o dia em que a tecnologia nos substitui a todos e nos deixa desempregrados"!

    Eu acho que ainda pode haver mais algum espaço para inovar, mas talvez cada vez mais se tornará  dificil aparecerem grandes inovações, de forma constante e em curtos espaços de tempo, tal como aconteceu no século passado; eventualmente, sucederão não tanto mudanças profundas, mas refinamentos e pequenas variações estéticas do já inventado.Tal como referes tens o exemplo do aumento da capacidade dos discos, mas nada de extraordinariamente diferente tal como a passagem das cassetes para os CDs.

     Por exemplo no campo das artes (arquictectura, musica, cinema, pintura, entretenimento, literatura,etc) já há muito tempo que batemos no tecto das inovações e desde aí é só recauchutagem do material já produzido no passado. Na aeronáutica, com o fim dos concordes, atingiu-se pela primeira vez uma regressão no mundo tecnológico, o que não deixa de ser algo surpreendente, habituados que estamos a ver sofisticadas naves espaciais nas telas dos cinemas.

    Segundo algumas previsões (valem o que valem) nos próximos séculos, a produção tecnológica girará, face à diminuição dos recursos naturais, em volta da industria da reciclagem, que hoje em dia já dá os primeiros passos, mas que será quase uma obrigatoriedade num futuro em que se prevê que os paises emergentes passem a consumir tanto ou mais que os paises ricos actuais.  

    Editado por 5coroas
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    Eu acho que ainda pode haver mais algum espaço para inovar, mas talvez cada vez mais se tornará  dificil aparecerem grandes inovações, de forma constante e em curtos espaços de tempo, tal como aconteceu no século passado; eventualmente, sucederão não tanto mudanças profundas, mas refinamentos e pequenas variações estéticas do já inventado.Tal como referes tens o exemplo do aumento da capacidade dos discos, mas nada de extraordinariamente diferente tal como a passagem das cassetes para os CDs.

    Continuo a nao concordar... Tiveste "recentemente" a passagem dos discos convencionais para solid state (SSD) que sera uma evolucao tecnologica muito mais avancada que a passagem da cassete para o cd. Se calhar, e ao contrario do que dizes, cada vez os avancos tecnologicos acontecem mais depressa e em maior numero que nao lhe é dada a real importancia, como antigamente! No passado a invencao do CD terá sido possivelmente uma das mais importantes daquele ano, hoje a invencao dos discos SSD é só mais uma no meio de muitas. Acho que é mais uma questao de percepcao!

    Outro exemplo, quando tinhamos os filmes em DVD, aquilo parecia tao espectacular que era impensavel imaginar algo que oferece-se varias vezes melhor qualidade de som e imagem, no entanto depois de veres um conteudo em Full HD, pegas num DVD e ate parece impossivel como em tempos consideramos aquilo como qualidade impressionante, lá esta a questao da percepcao...

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    Eu nem me referia a empresas de dispositivos em concreto. Isso são migalhas. 

    Falo de coisas disruptivas, que nos fazem mudar a maneira de viver e comunicar, como por exemplo o FB ou o Twitter. A curto prazo, acho difícil aparecer aí uma vaga de tecnológicas que tenham esse efeito na sociedade.

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    Eu nem me referia a empresas de dispositivos em concreto. Isso são migalhas. 

    Falo de coisas disruptivas, que nos fazem mudar a maneira de viver e comunicar, como por exemplo o FB ou o Twitter. A curto prazo, acho difícil aparecer aí uma vaga de tecnológicas que tenham esse efeito na sociedade.

    A mesma coisa... entao e a Uber, Airbnb e outras que tal, tudo empresas relativamente recentes, que tivereram o seu boom recentemente?

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    A mesma coisa... entao e a Uber, Airbnb e outras que tal, tudo empresas relativamente recentes, que tivereram o seu boom recentemente?

    E muitas delas são excelentes formas de queimar dinheiro:

    Em junho, o Wall Street Journal teve acesso aos resultados do terceiro trimestre da Airbnb: 340 milhões de dólares em receitas, com reservas de 2,2 mil milhões de dólares na plataforma online de partilha de casa para férias. As estimativas da empresa apontavam para receitas anuais na ordem dos 900 milhões de dólares, mas não houve qualquer referência aos lucros. Explica o Wall Street Journal que tal pode dever-se ao facto de a empresa estar a reinvestir o que obtém com as receitas. A mesma publicação adianta que a startup espera um prejuízo operacional de 150 milhões de dólares. Caso se confirmem as expectativas, e tendo por base a avaliação de 25,5 mil milhões, então significa que por cada dólar de faturação anual, os investidores da Airbnb estão a pagar 28,33 dólares.

    Escreve a Forbes que a maior parte dos unicórnios está a perder dinheiro. A Didi Kuaidi, uma aplicação para táxis líder no mercado chinês, foi a protagonista da maior ronda de investimento com capital de risco na segunda metade de 2015: três mil milhões de dólares em financiamento (dois mil milhões em julho e mil milhões em setembro). Mas o líder Chang Wei já veio a público dizer que a empresa não tem qualquer estimativa de obter lucros nos próximos três ou cinco anos. E o líder da norte-americana Jet.com, que vale cerca de 1,5 mil milhões, disse recentemente que a empresa “não está a fazer um cêntimo” em nenhuma das transações. “Estamos a devolver tudo aos consumidores.”

    http://observador.pt/especiais/unicornios-ha-uma-bolha-tecnologica-prestes-a-rebentar/

    • Voto Positivo 1
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    Eu pelo menos nos últimos 8 anos tenho ido de férias com a família com as mais valias dos investimentos e ainda sobra cash para reinvestir :P

    Em principio este ano não fugirá à regra, mas pelas mais valias dos FI não deverá ser, daí a importância de diversificar. 

    Tenho liquidez mensal para investir e reforço quando acho que o devo fazer e não com periodicidade mensal, ... tendo apostado nos últimos tempos em Market Neutral e não em reforçar os muitos fundos perdedores.

    Hoje estamos a verde(pelo menos até agora) o que dá algum ânimo, mas os mercados não têm dado duas seguidas :huh:, vamos ver amanhã, ....

    vejo agora os mercados e confirma-se o que escrevi ontem..."Oh my god"

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    E entretanto, twitters, reddits, myspace e as restantes 1000000 continuam a ser. E há muito que vão os primeiros anos. O twitter ja vai em -65% lol

    Editado por daniel__
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    Para quem vai se iniciar o que aconselham: Diversificar já uma carteira, subscrevendo vários fundos assim diversificando o risco, ou apostar numa carteira mais pequena mas ter mais capital para reforçar?

    Digo isto porque assim que vier o IRS e outras papeladas quero começar já a investir, mas não terei assim tanto capital disponível, tendo em conta que vários fundos pedem logo de entrada 1000 ou mais euros :/

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    Para quem vai se iniciar o que aconselham: Diversificar já uma carteira, subscrevendo vários fundos assim diversificando o risco, ou apostar numa carteira mais pequena mas ter mais capital para reforçar?

    Digo isto porque assim que vier o IRS e outras papeladas quero começar já a investir, mas não terei assim tanto capital disponível, tendo em conta que vários fundos pedem logo de entrada 1000 ou mais euros :/

     

    1000 euros por fundo parece um bom começo. Se nao conseguir criar a carteira que deseja, tente começar com fundos mais gerais, como por exemplo de acçoes globais ou obrigaçoes globais. Os fundos raramente tem comiçoes de subscriçao e venda, por isso pode sempre mais tarde ajustar a sua carteira sem custos adicionais.

    Editado por Helder Silva
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    Os rebounds tem surgido sempre ...tambores....como sequência das quedas. Por isso essa possibilidade existe sempre. E como dizem os livros, aqueles que tem saído nas quedas para entrarem nas subidas (raramente acertam no timing ideal para entrar), em geral tem tido piores performances do que aqueles que aguentam firmes e aproveitam as rebounds.

     

    Aguentem que o rebound está mesmo mesmo a chegar

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