Ir para o conteúdo
  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


    Recommended Posts

    • Respostas 29,8k
    • Created
    • Última resposta

    Top Posters In This Topic

    • --------

      5141

    • 5coroas

      2530

    • Bedrock

      1627

    • Patanisca

      1351

    Top Posters In This Topic

    Popular Posts

    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

    Posted Images

    Obrigado pelas palavras, Eurico, mas eu sou uma pessoa modesta, de sonhos facilmente realizáveis. Para já tenho tudo o que preciso a todos os níveis. Também concordo consigo quando diz que o dinheiro é para se gastar, mas não preciso de o gastar todo, porque senão depois os pequenos vão para a faculdade com que dinheiro?... 

    A questão do surgimento de uma eventualidade está salvaguardado pela diversificação por entre activos de risco e activos sem risco. Claro que se a eventualidade obrigue a liquidar todos esses activos, que remédio tenho eu senão resgatar as perdas (ou ganhos) nessa altura. Mas isso já é entrar em terreno da futurologia e eu gosto mais de coisas terra-à-terra.

    O essencial é saber viver com o que se tem e não tentar ser aquilo que não somos.

    • Voto Positivo 1
    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

     

    Tenho tudo o que é acções a cair, mas depois tenho o Pimco Real Return que vai com +1,70%, o Pimco Global Bond com +0,30%, Axa 5-7 com +0,30%, F&C Emerging Markets com +1,34%, Nordea Stable Return com +0,88%...etc.. compensam as quedas? não, nem servem para isso, servem como estabilizadores de carteira, daí a importância que acho que se deve de dar á diversificação.

     

    David,

    admitindo que tem um bom fundo de emergência e que o objectivo é obter a maior rendibilidade possível a longo prazo, ter fundos de obrigações ou mistos (segundo a História, são fundos que obtiveram menores rendibilidades comparativamente com os fundos de ações) não se traduz isso num preço demasiado alto a pagar por uma estabilização  que lhe dá apenas uma sensação de alivio psicológico temporário?

    Isto não é uma critica, apenas gostaria de saber o que está por detrás dessa estratégia. Compreendo que sabe bem, ver nestes períodos dificeis, as nossas carteiras não tão más como poderiam estar graças aos Fundos de obrigações e mistos; mas por outro lado, em períodos longos ou em bons períodos bolsistas, com estes fundos nas carteiras, os resultados também não serão tão bons caso tivéssemos só Fundos de ações.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Obrigado pelas palavras, Eurico, mas eu sou uma pessoa modesta, de sonhos facilmente realizáveis. Para já tenho tudo o que preciso a todos os níveis. Também concordo consigo quando diz que o dinheiro é para se gastar, mas não preciso de o gastar todo, porque senão depois os pequenos vão para a faculdade com que dinheiro?... 

    A questão do surgimento de uma eventualidade está salvaguardado pela diversificação por entre activos de risco e activos sem risco. Claro que se a eventualidade obrigue a liquidar todos esses activos, que remédio tenho eu senão resgatar as perdas (ou ganhos) nessa altura. Mas isso já é entrar em terreno da futurologia e eu gosto mais de coisas terra-à-terra.

    O essencial é saber viver com o que se tem e não tentar ser aquilo que não somos.

    Partilho a mesma filosofia que o Patanisca; claro que não vivo miseravelmente agora, para poder gastar num futuro que pode nem chegar. Vivo neste momento feliz com o que tenho e não me privo daquilo que considero essencial, mas também tenho sonhos que gostaria de realizar e eles envolvem a necessidade de possuir mais dinheiro. Caso não poupasse/investisse agora para longo prazo, só com um milagre totolotista conseguiria juntar esses recursos. No fundo ninguém adivinha o que o futuro nos reserva, não obstante somos todos probabilistas, isto é, face à experiência passada e à situação presente tomamos decisões para o futuro baseadas em probabilidades. Apostar em bons fundos de ações, diversificar, fazer sempre que puder buy and hold, dolar cost averaging, para longo prazo, é para já a estratégia que maiores probabilidades me dá de conseguir alcançar os meus objectivos.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    David,

    admitindo que tem um bom fundo de emergência e que o objectivo é obter a maior rendibilidade possível a longo prazo, ter fundos de obrigações ou mistos (segundo a História, são fundos que obtiveram menores rendibilidades comparativamente com os fundos de ações) não se traduz isso num preço demasiado alto a pagar por uma estabilização  que lhe dá apenas uma sensação de alivio psicológico temporário?

    Isto não é uma critica, apenas gostaria de saber o que está por detrás dessa estratégia. Compreendo que sabe bem, ver nestes períodos dificeis, as nossas carteiras não tão más como poderiam estar graças aos Fundos de obrigações e mistos; mas por outro lado, em períodos longos ou em bons períodos bolsistas, com estes fundos nas carteiras, os resultados também não serão tão bons caso tivéssemos só Fundos de ações.

    Acho que a questão é colocada por outro prisma: são os fundos de obrigações e mistos que permitem aguentar o barco global nas alturas de quedas, evitando que dedos rápidos no gatilho possam resgatar tudo quando tudo está em queda. Quando começam as fases de ganhos, as acções batem tudo, mas muitos de nós não aguentariam a turbulência das perdas se apenas tivéssemos acções no portfólio.


    Eu falo por mim e tenho acções europeias entre -13% e -18%, acções US -8% a -12%, tecnológicas a -20% e por aí fora... não fossem as obrigações e fundos mistos, provavelmente não aguentaria a hemorragia por muito mais tempo. Ainda assim, globalmente estou com perdas de -10%. Ou seja, quando isto virar para os ganhos, são as acções que me darão retorno, mas talvez não aguentasse até essa fase se isto continuasse assim.

    • Voto Positivo 1
    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Exacto, se fossemos levar á letra o "nunca se sabe o dia de amanha" em vez de estar a trabalhar estava em casa a abracar os meu amigos, a minha namorada a minha mae... Ninguem adivinha nem controla o futuro, logo vou partir do principio que vou viver até aos 77 (que é +/- a esperanca media de vida actual) com alguma saude, os imprevistos logo lidamos com eles!

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Acho que a questão é colocada por outro prisma: são os fundos de obrigações e mistos que permitem aguentar o barco global nas alturas de quedas, evitando que dedos rápidos no gatilho possam resgatar tudo quando tudo está em queda. Quando começam as fases de ganhos, as acções batem tudo, mas muitos de nós não aguentariam a turbulência das perdas se apenas tivéssemos acções no portfólio.


    Eu falo por mim e tenho acções europeias entre -13% e -18%, acções US -8% a -12%, tecnológicas a -20% e por aí fora... não fossem as obrigações e fundos mistos, provavelmente não aguentaria a hemorragia por muito mais tempo. Ainda assim, globalmente estou com perdas de -10%. Ou seja, quando isto virar para os ganhos, são as acções que me darão retorno, mas talvez não aguentasse até essa fase se isto continuasse assim.

    Ontem fiquei em casa e enquanto fazia umas tarefas tinha a tv ligada no canal Bloomberg... bem, quem seguir aquilo diariamente tem um ataque cardíaco e resgata logo tudo o que tiver e vende as acções todas...

    Quem não tiver as ideias bem assentes segue o efeito rebanho e entra em pânico.

    Com carteiras a perderem 10% já se começa a ver algumas pessoas a vacilar na estratégia.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Acho que a questão é colocada por outro prisma: são os fundos de obrigações e mistos que permitem aguentar o barco global nas alturas de quedas, evitando que dedos rápidos no gatilho possam resgatar tudo quando tudo está em queda. Quando começam as fases de ganhos, as acções batem tudo, mas muitos de nós não aguentariam a turbulência das perdas se apenas tivéssemos acções no portfólio.


    Eu falo por mim e tenho acções europeias entre -13% e -18%, acções US -8% a -12%, tecnológicas a -20% e por aí fora... não fossem as obrigações e fundos mistos, provavelmente não aguentaria a hemorragia por muito mais tempo. Ainda assim, globalmente estou com perdas de -10%. Ou seja, quando isto virar para os ganhos, são as acções que me darão retorno, mas talvez não aguentasse até essa fase se isto continuasse assim.

    Então temos mesmo que admitir que a razão de ser dessa estratégia é meramente emocional; agora de um ponto de vista matemático, frio e calculista, racionalista (obtido através da análise probabilista estatistica dos grandes numeros e dos longos períodos), pelo menos até à data, adicionar fundos de obrig. e/ou mistos não é (não tem sido), teoricamente, a escolha economicamente mais acertada.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Ontem fiquei em casa e enquanto fazia umas tarefas tinha a tv ligada no canal Bloomberg... bem, quem seguir aquilo diariamente tem um ataque cardíaco e resgata logo tudo o que tiver e vende as acções todas...

    Quem não tiver as ideias bem assentes segue o efeito rebanho e entra em pânico.

    Com carteiras a perderem 10% já se começa a ver algumas pessoas a vacilar na estratégia.

    Eu ainda ontem reforcei com mais algum que tinha de lado para entrar este mês, mas já só tenho andado pelos fundos mistos de menor volatilidade e eventualmente entrarei nas obrigações.


    Diz a lógica que o ideal era comprar mais acções nesta altura, mas há uma componente emocional muito forte para se avançar com essa estratégia. Uma coisa é saber que pela lógica seria assim, outra coisa é ter tomates para o fazer e aguentar mais perdas enquanto estas se mantiverem.

    Falando por mim, -20% é uma red line que me custa a aceitar e terei que lidar com isso dentro de pouco tempo, se o panorama se mantiver.

    Então temos mesmo que admitir que a razão de ser dessa estratégia é meramente emocional; agora de um ponto de vista matemático, frio e calculista, racionalista (obtido através da análise probabilista estatistica dos grandes numeros e dos longos períodos), pelo menos até à data, adicionar fundos de obrig. e/ou mistos não é (não tem sido), teoricamente, a escolha economicamente mais acertada.

    É uma crítica que aceito. Como se tem dito por aqui, só estou disposto a perder dinheiro até ao ponto em que isso incomodar o meu sono - de que adianta seguir uma estratégia vencedora, se depois não aguentar a pressão, começar a dormir mal e acabar a vender ainda pior? Uma estratégia vencedora precisa duma componente emocional equivalente.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites
    Eurico, o presbítero

    (...)
    Eu falo por mim e tenho acções europeias entre -13% e -18%, acções US -8% a -12%, tecnológicas a -20% e por aí fora... não fossem as obrigações e fundos mistos, provavelmente não aguentaria a hemorragia por muito mais tempo. Ainda assim, globalmente estou com perdas de -10%. Ou seja, quando isto virar para os ganhos, são as acções que me darão retorno, mas talvez não aguentasse até essa fase se isto continuasse assim.

    É curioso ver aqui como existe diversidade nos comentários, situação que, naturalmente, é enriquecedora e de enaltecer, e que traduz modos diferentes de ver uma mesma realidade: uns dizem que "com estas perdas posso eu bem!" (e sorriem) enquanto outros refletem, dizendo, "provavelmente não aguentaria a hemorragia por muito mais tempo...".

    Ora era sobre esta necessária e estimulante riqueza da diversidade e do respeito que lhe é devido, que eu queria deixar este meu breve sublinhado. É bom ver que podemos conversar, expondo cada um as suas ideias, mesmo que divergentes, com elevação, abertura e respeito pela opinião alheia.

    Bem hajam, amigos, pelo exemplo que dão.

    • Voto Positivo 1
    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Então temos mesmo que admitir que a razão de ser dessa estratégia é meramente emocional; agora de um ponto de vista matemático, frio e calculista, racionalista (obtido através da análise probabilista estatistica dos grandes numeros e dos longos períodos), pelo menos até à data, adicionar fundos de obrig. e/ou mistos não é (não tem sido), teoricamente, a escolha economicamente mais acertada.

    Nem nas carteiras dos nobeis da economia ha consenso sobre isso, quanto mais. A função das obrigações ou liquidez não é dar lucro, é minimizar os drawdowns por via da diversificação.

    Exemplo:

    Another problem with the 100% equities strategy is that it provides little or no protection against the two greatest threats to any long-term pool of money: inflation and deflation.

    The 100% equity prescription is still problematic because although stocks may outperform bonds and cash in the long run, you could go nearly broke in the short run!

    So if 100% equities is not the optimal solution for a long-term portfolio, what is?

    This more diverse portfolio can be expected to reduce volatility, provide some protection against inflation and deflation, and enable you to stay the course during difficult market environments - all while sacrificing little in the way of returns.

    http://www.investopedia.com/articles/stocks/07/100_equities.asp

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Então temos mesmo que admitir que a razão de ser dessa estratégia é meramente emocional; agora de um ponto de vista matemático, frio e calculista, racionalista (obtido através da análise probabilista estatistica dos grandes numeros e dos longos períodos), pelo menos até à data, adicionar fundos de obrig. e/ou mistos não é (não tem sido), teoricamente, a escolha economicamente mais acertada.

    Normalmente adiconam-se fundos de obrigaçoes, ou outros activos nao correlacionados com as acçoes para reduzir a volatilidade. Dessa forma o retorno esperado é menor, mas também o risco. Existe toda uma teoria matematica de volta disso, que nos diz quanto devemos ter em cada classe de activos de forma a maximizar o retorno/risco.

    Os fundos mistos que tentam seguir esse conceito, conhecido como "efficient frontier", costumam ter no noma algo como "balanced risk". Podem ver uma pequena explicaçao aqui:

    http://www.investopedia.com/video/play/explaining-efficient-frontier/

     

     

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Eu sou um tipo teimoso, mas por vezes batemos de frente com a realidade e por muito que possamos ler aqui e ali que agora é a altura de carregar com mais reforços, nem toda a gente tem a bravura para o fazer. Vi o "The Big Short" há pouco tempo - mesmo quando todos eles sabiam que tinham a razão do seu lado, até porque era matemática, quanto é que eles não penaram até que a realidade se ajustasse às suas previsões? Que tipo de pressão sofreram? Com que consequências aguentaram?

     

    "... enable you to stay the course during difficult market environments..."

    Lá está. Em tão poucas palavras, está aí tudo.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites
     

    Nem nas carteiras dos nobeis da economia ha consenso sobre isso, quanto mais. A função das obrigações ou liquidez não é dar lucro, é minimizar os drawdowns por via da diversificação.

    Exemplo:

    http://www.investopedia.com/articles/stocks/07/100_equities.asp

    Bom dia,

    Face a situação de instabilidade no banco Deutsche Bank, gostaria de saber se os produtos estruturados que o mesmo banco comercializa, poderão ser arrastados, caso o banco entre em insolvência?  

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Eu sou um tipo teimoso, mas por vezes batemos de frente com a realidade e por muito que possamos ler aqui e ali que agora é a altura de carregar com mais reforços, nem toda a gente tem a bravura para o fazer. Vi o "The Big Short" há pouco tempo - mesmo quando todos eles sabiam que tinham a razão do seu lado, até porque era matemática, quanto é que eles não penaram até que a realidade se ajustasse às suas previsões? Que tipo de pressão sofreram? Com que consequências aguentaram?

     

    "... enable you to stay the course during difficult market environments..."

    Lá está. Em tão poucas palavras, está aí tudo.

    Nisto como em tudo o que diz respeito a todas as expectativas humanas ( com a excepção da morte certa), não há garantias absolutas. Somos é todos diferentes na forma como lidamos com essa profunda verdade. A mim por exemplo, a enorme carga de perdas sofridas neste momento, tiram-me qualquer ideia kamikaze de resgatar; pelo contrário, tenho é mais vontade de colocar mais capital para recuperar. Nos casinos esta estratégia de tudo ou nada tem causado tragédias; quanto aos fundos, espero voluntariamente optimista que o risco nunca chegue a esse extremo, mas se chegar, como dizia um filosofo grego cuja familia morreu queimada em sua casa, se tinha perdido algo, o mesmo olhando para si, disse, "não perdi nada, estou inteiro." 

    Já agora uma curiosidade...

    Como e que gerem os vossos reforços? Reforçam todos os meses? O montante é sempre fixo?

    Quando têm vários fundos dão prioridade a quais na altura de reforçar?

    Eu reforço sempre que tenho dinheiro disponivel para isso, independentemente das datas ou do que se está a passar nos mercados.

    Antes reforçava os fundos mais atrasados; agora estou a optar por reforçar os que nos ultimos tempos (YTD ou trimestralmente) se têm portado melhor em termos de performance

    Editado por 5coroas
    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Pelo que vejo a maioria está no mesmo barco e atravessar mares bastante revoltos.

    A estratégia montada inicial para MLP poderá estar a ser emocionalmente afectada com as constantes descidas dos mercados e por conseguinte os nossos fundos.

    Estando neste tipo de investimento desde 2012, ainda não tinha sentido na pele este tipo de correções, apesar de saber que algum dia iria acontecer.

    Neste momento estou com cerca de -13,5%(ainda não actualizaram alguns FI) nas 2 carteiras, que pelo valor envolvido já me faz pensar quanto tempo necessitarei para o recuperar, apesar de actualmente e no médio prazo não necessitar do mesmo para qualquer eventualidade.

    Actualmente devo estar com 65/35 (Ações/Obrigações) e o investimento em fundos representa +/- 25% do meu património.

    Como acho que já mencionei por aqui, fiz um sell-off em Abril 2015 e voltei a criar a carteira actual(com algumas alterações e reforços desde essa altura). Nessa altura obti mais valias que neste momento já foram absorvidas pela queda actual "virtual", pois só farei menos valias quando vender.

    Se não se sentirem confortáveis, então devem assumir as perdas e recuperar parte do capital investido ou então não temos mais nada que fazer senão aguentar as quedas e esperar tempo mais favoráveis, que actualmente não vejo no horizonte.

     

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Falando por mim, -20% é uma red line que me custa a aceitar e terei que lidar com isso dentro de pouco tempo, se o panorama se mantiver.

    É melhor começares a mentalizar-te. :P

     

    Já agora uma curiosidade...

    Como e que gerem os vossos reforços? Reforçam todos os meses? O montante é sempre fixo?

    Quando têm vários fundos dão prioridade a quais na altura de reforçar?

    Reforço quando me parece uma boa oportunidade (um drop), não o faço todos os meses mesmo que tenha capital disponível, deixo em standby até achar que é o momento ideal (chama-se a isto arriscar, umas vezes corre bem outras não). 

    O montante não é fixo, mas tudo o que sobra do orçamento mensal é desviado para os fundos.

    Eu recentemente tenho reforçado nos fundos que têm apresentado melhor desempenho de gestão nas últimas semanas. Não reforço por igual em todos os fundos da carteira para manter racios de Stocks/bonds/mistos. Se me apetecer carregar em stocks, meto tudo pra stocks, se me apetecer meter pra bonds, meto pra bonds.

    Não tenho assim uma estratégia rígida. Conforme vou lendo umas coisas aqui e ali (que não nos media generalistas tais como bloombergs, reuters e afins... que sao lixo), vou mudando de ventos. 

    Se não se sentirem confortáveis, então devem assumir as perdas e recuperar parte do capital investido ou então não temos mais nada que fazer senão aguentar as quedas e esperar tempo mais favoráveis, que actualmente não vejo no horizonte.

    Isto é como no Titanic:

    Quem optou por saltar pro mar logo que o barco começou a meter água: Lixou-se

    Quem optou por aguentar até ao fim, para ver no que aquilo dava: Lixou-se também. :D

    Os ricos, safaram-se.

     

    Conclusão: Vale mais ser rico. :D:D

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

     

    Se não se sentirem confortáveis, então devem assumir as perdas e recuperar parte do capital investido ou então não temos mais nada que fazer senão aguentar as quedas e esperar tempo mais favoráveis, que actualmente não vejo no horizonte.

     

    Com os fundos de obrigações, é provável que a recuperação seja mais lenta; quanto aos fundos de ações, face à grande volatibilidade presente, nada impede que daqui a 1, 2, 3...semanas, não tenhamos recuperado da maioria das nossas perdas , mas também nada impede que haja perdas mais profundas. As minhas expectativas a curto prazo são neutras; a longo prazo são optimisticamente positivas.

    Editado por 5coroas
    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Isto é como no Titanic:

    Quem optou por saltar pro mar logo que o barco começou a meter água: Lixou-se

    Quem optou por aguentar até ao fim, para ver no que aquilo dava: Lixou-se também. :D

    Os ricos, safaram-se.

     

    Conclusão: Vale mais ser rico. :D:D

    é mais ou menos isso :D:D

    Mas os que ficaram no barco ainda tem uma hipótese de chegar a bom porto, mas também o barco pode ser arrastado para alto mar :huh:

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

     

    Falando por mim, -20% é uma red line que me custa a aceitar e terei que lidar com isso dentro de pouco tempo, se o panorama se mantiver.

     

    Os que aguentaram firmes e hirtos os -45% do ultimo crash, estavam em Julho de 2015 a ganhar cerca de 93%. 

    é mais ou menos isso :D:D

    Mas os que ficaram no barco ainda tem uma hipótese de chegar a bom porto, mas também o barco pode ser arrastado para alto mar :huh:

     

     

    O importante é que enquanto o barco ainda for navegando (seja lá para onde for) sejamos os "kings of the world".:)

    Editado por 5coroas
    • Voto Positivo 1
    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Os que aguentaram firmes e hirtos os -45% do ultimo crash, estavam em Julho de 2015 a ganhar cerca de 93%. 

    Pois, mas sabes isso agora, em 2016. Se eu soubesse na altura, também tinha posto o meu dinheiro todo lá.

    Uma coisa é analisar-se o passado, com um trajecto factual conhecido e tirar conclusões sobre o mesmo. O problema é viver a turbulência do momento e perspectivar que em 2/3 anos já tudo isto voltou ao verde - pode acontecer, mas também pode não acontecer. Em princípio haverá inversão de tendência, mas pode ser necessário algum tempo para recuperar o dinheiro investido.


    Eu estou aqui a falar em tom céptico e até agora não resgatei nada, mas também encaro com cepticismo algumas perspectivas mais optimistas acerca da tendência dos mercados no curto-prazo. Ou seja, eu acredito que isto, com calma, há-de-voltar ao verde, mas é preciso tempo e serenidade no imediato, sendo que serenidade não é exactamente a mesma coisa que optimismo.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Se eu estivesse sozinho podem ter a certeza que era muito mais agressivo nos reforços :angry: mesmo passando por estes tempos conturbados.

    Em quanto para alguns dá-lhes gozo comprar gadgets e irem de férias e comprarem malas e jóias eu a mim dá-me gozo em fazer estes investimentos...

    Estou a perder 400 ou 500€? não faz mal... faz de conta que comprei um smartphone :D daqui por uns tempos fico a ganhar dinheiro? melhor ainda! Se comprar um bem material o mais provável é que este perca sempre valor em quanto um investimento não.

    Mas como em tudo na vida tem que haver um equilíbrio não posso ser assim tão "ambicioso" se não a maria dá-me nas orelhas :D

     

    Editado por FoxNinja
    • Voto Positivo 1
    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites
    • -------- changed the title to Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )

    Join the conversation

    You are posting as a guest. If you have an account, sign in now to post with your account.
    Note: Your post will require moderator approval before it will be visible.

    Visitante
    Responder a este tópico

    ×   Colou conteúdo com formatação.   Paste as plain text instead

      Only 75 emoji are allowed.

    ×   Foi criada uma pré-visualização automática a partir da ligação que colocou.   Mostrar apenas como ligação

    ×   Your previous content has been restored.   Clear editor

    ×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.




    ×
    ×
    • Criar Novo...