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  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    As pessoas assustam-se, porque a situação actual de quedas põe em causa a muito boa vontade de ter fundos por um longo prazo.

    Isto, porque quanto mais cair, mais custará a recuperar, pelo menos, até ao preço que entrámos, e já não era nada mau...

    Da minha parte, agora não vale a pena fazer nada, pois as perdas já vão como o Titanic. Mas deveria ter feito, deveria ter criado um limite mínimo, uma barreira, um alerta, com alguma margem de tolerância, pelo qual diria como o cinzento Gandalf: "You shall not pass!!! Ou seja, assim que as cotações descessem a um certo limite predefinido, resgatava em quaisquer circunstâncias. Para isto sim, é necessário acompanhar as cotações com regularidade. O entrar, comprar e deixar andar, parece deixar de ser o comportamento adequado para um pequeno investidor.

    Estragava a estratégia do longo-prazo, ok, mas prevenia-me em perder o tempo de dois anos sem crescimento, invés de tentar recuperar o prejuízo de dois anos sem crescimento, + uns quantos meses/anos para a frente numa incerteza.

    A questão, é que a situação actual pode muito bem, não ser apenas pontual, ou excepcional. Todos os indicadores e previsões, apontam para o desaceleramento da economia dos mercados emergentes, de baixo crescimento dos EUA, Europa, etc, aumento de desemprego, etc.

    Se pensarmos bem, num mundo de países desenvolvidos, onde todas as pessoas praticamente têm "tudo", onde, e por quanto tempo podemos assistir ao crescimento económico sem limite? Num planeta com exploração massiva de recursos naturais, com população a crescer sem parar, está visto, que os mercados financeiros tinham que arrefecer. 

    Conclusão: De facto, para quem entrou à pouco tempo nos fundos, entrou no momento errado! Agora sabemos isso, antes não prevíamos. Provavelmente, este tipo de investimento só fará sentido quando a maré estiver baixa. E quando sabemos isso? Quando, estiver a crescer algumas sessões seguidas, digo eu...:P

    Agora dói na carteira, mas caramba! Mas também ganhámos na experiência! Para a próxima, estaremos mais espertos, prevenidos e pró-activos!

     

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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    NO PAIN, NO GAIN!

    Amanhã ponho mais notas no fornalha (espero que a debandada dos carneiros em pânico se mantenha e as acções europeias não se atrevam subir muito;) ).

    Eu não gosto de entrar às sextas-feiras. Depois pode acontecer qualquer coisa relevante no fim-de-semana e tu ficas com as calças na mão. :D

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    Eu não gosto de entrar às sextas-feiras. Depois pode acontecer qualquer coisa relevante no fim-de-semana e tu ficas com as calças na mão. :D

    Chiça, ontem as Biotech já deram um belo ressalto (como é que os profetas do apocalipse iminente justificam isto?:rolleyes:); maldito dinheiro que nunca aparece a tempos e horas.

    Editado por 5coroas
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    E notas de 50€ a arder em frente aos olhos. :D

     

    Umas atrás das outras!

    Notas a arder são uma perda efectiva, nos fundos só perde quem resgata, até lá os ganhos/perdas são ainda virtuais :D

    Macase, isto é a diferença entre manter um investimento e quem a cada queda resgata...

     

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    Notas a arder são uma perda efectiva, nos fundos só perde quem resgata, até lá os ganhos/perdas são ainda virtuais :D

    Macase, isto é a diferença entre manter um investimento e quem a cada queda resgata...

     

    1383_2299a6b715a002bdceeab126825305b946489b2a.jpg

    Não resisti a fazer este comentário : p

    Qual a diferença entre alguém que investe 1000€, perde 50% e hoje tem uma "perda virtual" de 500€ e...outra pessoa que tinha 1000€, queimou 500€ e hoje pôs os restantes 500€ em fundos?

    Não me digam que é poder declarar os -500€ como menos-valia no primeiro caso. Estou a falar do investimento isoladamente, esqueçam as questões fiscais.

    • Voto Positivo 1
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    Para mim perdas sao perdas. Queimar dinheiro ou o mercado cair é tudo a mesma coisa, o resultado final é o mesmo.

    Agora, outra coisa é se é melhor saltar fora ou reforçar posiçoes? Cada um tem que decidir por si, mas para mim a altura dos saldos ainda nao chegou.

    O preço do petroleo ainda nao estabilizou, por isso ainda se avizinham mais quedas ou muito me engano.

    Editado por Helder Silva
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    Começaram os 2 com 1000€ e no final do dia têm os dois 500€, só que há um que não está triste porque é apenas uma "perda virtual"...

    Independentemente da valorização futura do fundo, acabarão os 2 sempre da mesma forma.

    Ainda não percebi muito bem o que queres dizer... 

    Mas não se acaba sempre da mesma forma porque o objetivo é chegar ao "fim" com a melhor valorização possível...

    O que se mantém no fundo com perdas virtuais pode ter depois melhor performance que o que saiu com perdas reais. Basta o que saiu tentar entrar na altura errada e comprar a UP a um preço mais elevado. Conclusão UP mais caras têm potencial de valorização mais baixo do que UP a valores mais baixos. No longo prazo o que anda sempre a entrar e a sair tem sempre menos possibilidade de sair a ganhar do que o que se mantém no investimento e o vai reforçando com alguma regularidade.

    • Voto Positivo 1
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    Começaram os 2 com 1000€ e no final do dia têm os dois 500€, só que há um que não está triste porque é apenas uma "perda virtual"...

    Independentemente da valorização futura do fundo, acabarão os 2 sempre da mesma forma.

    Porquê? se resgatar estão iguais, perderem ambos 500€, se o que tem o fundo não resgatar, amanhã pode ter 400€ como pode ter 600€, e secalhar daqui a 1 ano tem 1500€, who nows, por isso se dizer que são perdas ou ganhos virtuais, só são efectivas em concreto aquando do resgate, aquele que queimou as notas só se colar os pedacinhos :D

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    Ainda não percebi muito bem o que queres dizer... 

    Mas não se acaba sempre da mesma forma porque o objetivo é chegar ao "fim" com a melhor valorização possível...

    O que se mantém no fundo com perdas virtuais pode ter depois melhor performance que o que saiu com perdas reais. Basta o que saiu tentar entrar na altura errada e comprar a UP a um preço mais elevado. Conclusão UP mais caras têm potencial de valorização mais baixo do que UP a valores mais baixos. No longo prazo o que anda sempre a entrar e a sair tem sempre menos possibilidade de sair a ganhar do que o que se mantém no investimento e o vai reforçando com alguma regularidade.

    Isso faz todo o sentido quando o fundo em questao volta a subir, e eventualmente se volta aos ganhos. Mas por exemplo quem investiu em commodities recentemente vai ter muito que esperar antes de voltar a ver o verde.

    E reforçar o meu fundo de matérias primas nao me passa pela cabeça, aquilo parece um poço sem fundo. Ja vai das perspectivas de cada um, mas reforçar so por reforçar talvez nao seja a melhor politica.

    Editado por Helder Silva
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    Eu percebi onde ele quer chegar.

    Imaginando que amanhã ambos precisam de usar todo o dinheiro que têm e tanto o tipo dos fundos com "perdas virtuais" como o pirómano estão lixados, porque os outros quinhentos... Viste-os!

    É claro que quem vê o dinheiro que aplica nos fundos como longo prazo, não faz conta com ele, portanto se meti lá 1000€, é para esquecer que eles existem, portanto amanhã posso até ter 100€ que não me faz diferença, porque só me interessa daqui a muitos anos. É mais esta perspectiva que o D@vid quer transparecer.

     

    Moral da história: Quem quiser fazer dinheiro rápido, meta-se no Placard. Fundos são para longo prazo e este início de 2016 está a ser a prova disso.

    Editado por Patanisca
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     portanto se meti lá 1000€, é para esquecer que eles existem, portanto amanhã posso até ter 100€ que não me faz diferença

    Ou seja, uma valorização de 900% para breakeven. Mas são perdas potenciais atenção. lol

    A ver é se não se morre à espera.

     

    Editado por daniel__
    • Voto Positivo 1
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    Eu percebi onde ele quer chegar.

    Imaginando que amanhã ambos precisam de usar todo o dinheiro que têm e tanto o tipo dos fundos com "perdas virtuais" como o pirómano estão lixados, porque os outros quinhentos... Viste-os!

    É claro que quem vê o dinheiro que aplica nos fundos como longo prazo, não faz conta com ele, portanto se meti lá 1000€, é para esquecer que eles existem, portanto amanhã posso até ter 100€ que não me faz diferença, porque só me interessa daqui a muitos anos. É mais esta perspectiva que o D@vid quer transparecer.

     

    Moral da história: Quem quiser fazer dinheiro rápido, meta-se no Placard. Fundos são para longo prazo e este início de 2016 está a ser a prova disso.

    É exactamente isso...

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    Ou seja, uma valorização de 900% para breakeven. Mas são perdas potenciais atenção. lol

    A ver é se não se morre à espera.

     

    Ainda não vi nenhum fundo com perdas reais de 90% ( só para pegar no "exemplo" do patanisca ), nem em 2008 caíram tanto, máximos talvez de 50%, mas também só faz fundos quem quer, ninguém aponta uma arma :D

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    O MSCI JAPAN hoje com +5,61%:o. Com que então não havia indicios de possiveis ressaltos para curto prazo?!? O melhor é reforçar depressa antes que os saldos de Janeiro terminem.

    Editado por 5coroas
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    Ainda não vi nenhum fundo com perdas reais de 90% ( só para pegar no "exemplo" do patanisca ), nem em 2008 caíram tanto, máximos talvez de 50%

    nao é preciso ir muito longe para ver um que teve -85%. Aliás, russia, brasil, Europa de leste, etc, o desafio é encontrar quem perdeu menos de 50 em 2008.

    http://www.morningstar.es/es/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F0GBR04IPB&tab=1

    Mas sim, só anda nisto quem quer.

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    Isso faz todo o sentido quando o fundo em questao volta a subir, e eventualmente se volta aos ganhos. Mas por exemplo quem investiu em commodities recentemente vai ter muito que esperar antes de voltar a ver o verde.

    E reforçar o meu fundo de matérias primas nao me passa pela cabeça, aquilo parece um poço sem fundo. Ja vai das perspectivas de cada um, mas reforçar so por reforçar talvez nao seja a melhor politica.  

    Qual é o fundo que tens de matérias primas? 

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    Eurico, o presbítero

    Peco desculpa por intrometer-me neste debate sobre "perdas virtuais" e o "buy-and-hold", mas gostava de dizer-vos qual e' a minha pratica quanto aos fundos. Creio que este espaco serve tambem para trocarmos experiencias e aqui vai o meu contributo baseado precisamente na minha experiencia e na minha pratica (nao sei se certa ou errada, mas e' a minha e nao me tenho dado mal).

    Ja ha' alguns anos que tenho carteiras de fundos e a minha estrategia, cada vez mais afinada, situa-se talvez entre as duas posicoes que aqui foram expressas. E´esta: tenho todas as aplicacoes em quadros xls e acompanho a evolução dos fundos muito de perto (e tambem vou lendo algumas coisas e falando com os gestores, naturalmente). Então, quando algum dos fundos em carteira atinge valores para mim satisfatorios, procedo ao "sangramento" de fundo, vendendo UP na exacta medida que me remeta o valor para a situacao inicial de aquisicao. Com o rendimento resultante, compro novos fundos promissores ou reforco posicoes noutros que eu considere poderem vir a crescer. Esforco-me, portanto, por ter uma atitude activa relativamente aos meus investimentos. Recentemente, com as alteracoes ao nivel do IRS, esta minha estrategia ate' ficou mais "desprendida", pois tenho a preocupacao de fazer reduzir ao minino o saldo positivo entre as mais-valias e as menos-valias,  

    Claro que uma atitude como a minha exige atencao, informacao e decisao (da' trabalho e alguma canseira), mas, a meu ver, e' aquela que respeita mais (ou tem mais em consideracao) o nosso dinheiro e possibilita obter retornos aceitaveis. Mas compreendo que cada pessoa tenha a sua estrategia propria, nais ajustada `a sua personalidade, e, e´claro, a todos respeito.

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    Qual é o fundo que tens de matérias primas? 

    Tenho o PIMCO COMMODITY REAL RETURN FUND.

    Desde que entrei ja levei 30% de perdas tanto neste fundo como num ETF de commodities que tenho.

    Mas nem tudo sao mas noticias, eu entrei nos fundos/ETFs de açoes à mais tempo, o que faz com que apenas tenha perdas moderadas nesses. Mesmo assim tem sido dificil dormir estas ultimas semanas. Ultimamente quando perco menos de 1% num dia ja acho que o dia nem foi muito mau.

    Desde Maio de 2015 ja se evaporou dinheiro suficiente para comprar um carro novo. Mas a estratégia é para seguir, e  quando o P/E do SP 500 chegar aos 16 la estarei eu com força para entrar.

    Editado por Helder Silva
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    Daniel_ é comercializado cá? bem mas depois em 2009 subiu 126% e em 2010 mais quase 50% :) 

    Acho muito enganador irmos pelas percentagens, porque perder 85% e depois ganhar 125% e 50% pode induzir em erro e até pensamos que ficamos a ganhar, quando a realidade é esta:

    1.00 x (1.00 - 0.85) x (1.00+1.25) x (1.00 + 0.50) = 0.675


    Ou seja, mesmo com esses ganhos todos que se seguiram, a perda acumulada é de 32.5% em 3 anos.

    Detesto olhar para as percentagens anualizadas, porque dá a ideia que se perder 50% num ano e ganhar 50% no outro fica tudo igual, quando na realidade se fica a perder 25%. Gosto particularmente da curva/gráfico com a evolução do investimento inicial (1.000 € ou 10.000 €) pois aí tenho uma verdadeira noção do quanto o meu investimento oscilou e de quanto está lá disponível a cada momento.

     

    Notem que eu não percebo nada de fundos nem quero ensinar nada a ninguém. Mas precisamente por não perceber nada disto é que vou arranjando métodos que me ajudam a evitar informação que posso processar de modo errado e senti, no início, que as percentagens me iam induzir em erro.

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     Então, quando algum dos fundos em carteira atinge valores para mim satisfatorios, procedo ao "sangramento" de fundo, vendendo UP na exacta medida que me remeta o valor para a situacao inicial de aquisicao. Com o rendimento resultante, compro novos fundos promissores ou reforco posicoes noutros que eu considere poderem vir a crescer.

    O problema desta estratégia são os 28% de impostos que o Estado nos leva cada vez que carrega no botão do resgate. Este sangramento ao nível tributário representa a longo prazo perdas significativas de rendibilidade.Dinheiro que poderia estar a trabalhar para si, vai para as subvenções vitalicias dos politicos, lol. Os seus fundos já são activamente geridos internamente por quem em teoria sabe mais disto que o Sr., não obstante o Senhor depois ainda faz uma gestão activa adicional com frequentes entradas e saídas; a doutrina dos "bons investimentos" tem alertado que na maioria dos casos, permanecer buy-and-hold, não resgatando para não perder dinheiro nos impostos, têm a longo prazo obtido mais sucesso do que andar constantemente a perseguir Fundos com mais estrelas. Mas o problema é que maioria de nós está sempre convencida que não nos incluimos no conjunto da maioria que é derrotada pelo simples buy-and-hold.

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    Javier essas contas já as fiz aqui várias vezes, se há coisa que temos contra nós é mesmo a matemática, a minha citação não foi nesse sentido, foi no sentido de se dar atenção no potencial de rebound que os fundos muitas vezes têm, quase 180% em 2 anos é obra, claro que quem entrou em 2008 não recuperou, mas nem foi isso que quis dar a entender.

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