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  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Segundo o "Económico", devemos ter cautela nos investimentos nos próximos meses, devido à volatilidade dos mercados, e principalmente pelo aproximar da decisão de os EUA decidirem aumentar ou não as taxas de juro. Assim, as alegadas hipóteses são: reforçar a liquidez ou investir em activos de alto risco a preços de saldo nos mercados emergentes ou ... esperar para ver.

    http://economico.sapo.pt/noticias/o-que-esperar-dos-mercados-ate-final-do-ano_228488.html

     

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    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    não há intenção de resgatar um fundo com menos de 14 dias, mas se começar a correr muito mal, para além da possível menos valia, poderá que ter suportar mais 3%, o que não parece muito justo, limitando o resgate.

    para além de não se poder deduzir a possível menos valia.

    daí achar "puxado" estes 3%...deve ser a maior comissão de resgate em todos os FI.

     

    Bem, como eu nunca resgato se estiver a perder e aguento qualquer que seja o tombo (é um dos meus pontos de ordem), não tinha pensado nisso. De qualquer forma, parece-me que esses fundos não serão afetados com quedas brutais de um dia para o outro.

     

    Cada vez me convenço mais que é necessário ter muito cuidado com o fundo que se escolhe e o momento da entrada. Mas depois de lá estar, o melhor é aguentar as quedas se existirem. Porque nunca sabemos quando recomeça a subir e, quando resgatamos a perder, as mais valias estão certas. Além de que, é brutal o efeito psicológico de uma perda.

     

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    Por este motivo, não faz sentido para a generalidade dos investidores? Porquê?

     

    Eu não tenho unidades de participação em nenhum desses fundos. De qualquer forma, não entendo qual o motivo para tanta irritação. Alguém está a pensar subscrever fundos por um período inferior a... 14 dias??? 

     

    Bem pior é o Caixagest Ações Portugal, que cobra 1,5% de comissão para resgates, se ocorrerem num período inferior a 1 ano após a subscrição...

    Tem toda a razão, li mal o comentário. Onde estava "resgate" li "subscrição" e nem me apercebi da menção dos 14 dias. Enfim, as minhas desculpas.

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    Segundo o "Económico", devemos ter cautela nos investimentos nos próximos meses, devido à volatilidade dos mercados, e principalmente pelo aproximar da decisão de os EUA decidirem aumentar ou não as taxas de juro. Assim, as alegadas hipóteses são: reforçar a liquidez ou investir em activos de alto risco a preços de saldo nos mercados emergentes ou ... esperar para ver.

    http://economico.sapo.pt/noticias/o-que-esperar-dos-mercados-ate-final-do-ano_228488.html

     

    Por acaso não concordo. Acho que cada um deve constituir uma carteira com um nível de risco com o qual consegue dormir descansado à noite. Ou seja, considero o timing de entrada / situação macro / etc. muito menos relevante que o tipo de ativos.

     

     

    Bem, como eu nunca resgato se estiver a perder e aguento qualquer que seja o tombo (é um dos meus pontos de ordem), não tinha pensado nisso. De qualquer forma, parece-me que esses fundos não serão afetados com quedas brutais de um dia para o outro.

     

    Cada vez me convenço mais que é necessário ter muito cuidado com o fundo que se escolhe e o momento da entrada. Mas depois de lá estar, o melhor é aguentar as quedas se existirem. Porque nunca sabemos quando recomeça a subir e, quando resgatamos a perder, as mais valias estão certas. Além de que, é brutal o efeito psicológico de uma perda.

     

    Com esta política de "não vender seja qual for o tamanho do tombo" também não consigo concordar. Digo isto porque vejo muitas pessoas que, quando não corre bem, assumem logo o raciocínio do "fica para a reforma". E continuam alegremente a discutir capital. Acho que quando se abre uma posição se deve definir um valor de saída, um valor de perda máximo, etc. 

     

    abraço! 

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    Com esta política de "não vender seja qual for o tamanho do tombo" também não consigo concordar. Digo isto porque vejo muitas pessoas que, quando não corre bem, assumem logo o raciocínio do "fica para a reforma". E continuam alegremente a discutir capital. Acho que quando se abre uma posição se deve definir um valor de saída, um valor de perda máximo, etc. 

    O valor de saída influencia os objectivos que queremos atingir e o valor de perda máximo é definido pela alocação de activos. Nada disso é definido pelo market timing.

    Basicamente, quando se decide por uma certa alocação de activos, está subjacente o tipo de oscilação que se pensa suportar. Claro que na prática às vezes as oscilações são maiores, mas isso faz parte.

    Está provado e comprovado que a esmagadora maioria faz asneira se tentar fazer market timing; é esse o trabalho dos investidores profissionais e também eles não fazem melhor que o mercado.

    É que a posteriori é fácil saber qual teria sido a melhor decisão, mas de forma antecipada? Ainda há dias tivemos uma queda generalizada do mercado accionista (China), mas quando isso aconteceu quem sabia exactamente qual o melhor curso de acção? Comprar porque ia por aí acima ou vender porque a queda ia ser louca sem recuperação?

    Opiniões há para todos os gostos, certezas muito poucas. O melhor que temos, ainda assim, é uma expectativa razoável que os mercados financeiros, de uma forma global, têm um comportamento positivo no muito longo prazo. Agora saber se decido vender no dia anterior à maior subida dos últimos 5 anos ou decido comprar no pico dos próximos 5 é apenas futurologia.

    • Voto Positivo 1
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    "Está provado e comprovado que a esmagadora maioria faz asneira se tentar fazer market timing; é esse o trabalho dos investidores profissionais e também eles não fazem melhor que o mercado." Sem dúvida. Há duas alturas boas para abrir posições: a melhor era há muitos anos atrás. a segunda melhor é hoje. :) 

    "Opiniões há para todos os gostos, certezas muito poucas. O melhor que temos, ainda assim, é uma expectativa razoável que os mercados financeiros, de uma forma global, têm um comportamento positivo no muito longo prazo." Mais uma vez, 100% de acordo. Quem não tem paciência para enriquecer devagar tente a empobrecer rapidamente.

     

    abraço! 

     

     

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    Regime de fiscalidade

    Os detentores de UPs destes fundos que sejam sujeitos passivos de IRS residentes em Portugal ficam sujeitos a tributação, com retenção na fonte em sede de IRS à taxa de 28%, que incide sobre os rendimentos de capitais distribuídos pelos fundos (apenas nas classes de distribuição). No caso de resgate, os rendimentos positivos ou negativos auferidos concorrem para o saldo anual entre as mais e menos-valias de partes sociais e outros valores mobiliários e instrumentos financeiros, o qual, quando positivo, se encontra sujeito a tributação à taxa especial de 28%. As taxas de 28% referidas são liberatórias salvo opção pelo englobamento, caso em que o rendimento é adicionado para efeitos de determinação da matéria tributável e sujeito a IRS a taxas progressivas que podem atingir 48%, a que acresce uma taxa adicional de 2,5% no penúltimo escalão (rendimento tributável superior a ? 80 000) e 5% no ultimo escalão (rendimento tributável superior a ? 250 000) e uma sobretaxa de 3,5%. Mediante englobamento, o saldo negativo relativo a menos-valias pode ser reportado ao saldo positivo da mesma categoria obtido nos cinco anos subsequentes. As taxas são de 35% e têm natureza liberatória quando os rendimentos distribuídos sejam pagos ou colocados à disposição em contas abertas em nome de um ou mais titulares mas por conta de terceiros não identificados ou respeitem a rendimentos distribuídos devidos por entidades domiciliadas em país, território ou região sujeitas a um regime fiscal claramente mais favorável, constante da Portaria n.º 150/2004, de 13 de fevereiro, ou ao resgate de unidades nestas entidades.

    estava aqui a subscrever um fundo de ecologia e calhou ler essa parte

     

    É só taxas e tachos... mais parece que quando vender os fundos 28% da mais valia vai para o governo!

     

     

     

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    Regime de fiscalidade

    Os detentores de UPs destes fundos que sejam sujeitos passivos de IRS residentes em Portugal ficam sujeitos a tributação, com retenção na fonte em sede de IRS à taxa de 28%, que incide sobre os rendimentos de capitais distribuídos pelos fundos (apenas nas classes de distribuição). No caso de resgate, os rendimentos positivos ou negativos auferidos concorrem para o saldo anual entre as mais e menos-valias de partes sociais e outros valores mobiliários e instrumentos financeiros, o qual, quando positivo, se encontra sujeito a tributação à taxa especial de 28%. As taxas de 28% referidas são liberatórias salvo opção pelo englobamento, caso em que o rendimento é adicionado para efeitos de determinação da matéria tributável e sujeito a IRS a taxas progressivas que podem atingir 48%, a que acresce uma taxa adicional de 2,5% no penúltimo escalão (rendimento tributável superior a ? 80 000) e 5% no ultimo escalão (rendimento tributável superior a ? 250 000) e uma sobretaxa de 3,5%. Mediante englobamento, o saldo negativo relativo a menos-valias pode ser reportado ao saldo positivo da mesma categoria obtido nos cinco anos subsequentes. As taxas são de 35% e têm natureza liberatória quando os rendimentos distribuídos sejam pagos ou colocados à disposição em contas abertas em nome de um ou mais titulares mas por conta de terceiros não identificados ou respeitem a rendimentos distribuídos devidos por entidades domiciliadas em país, território ou região sujeitas a um regime fiscal claramente mais favorável, constante da Portaria n.º 150/2004, de 13 de fevereiro, ou ao resgate de unidades nestas entidades.

    estava aqui a subscrever um fundo de ecologia e calhou ler essa parte

     

    É só taxas e tachos... mais parece que quando vender os fundos 28% da mais valia vai para o governo!

     

     

     

    E qual é a tua dúvida mesmo?

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    Mas ia sempre para o Estado em que circunstancia fosse, tributado á cabeça ou não.

    aliás, este sistema novo acaba por ser mais vantajoso, na medida em que os resgates de fundos de investimento são considerados como categoria G (mais-valias), o que permite compensar ganhos com eventuais perdas. 

    Mas sim, é provável que dê mais algum trabalho. 

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     É uma questão de tempo até recuperarem e sairmos a ganhar (uma vez atingido o valor que pretendemos é sair imediatamente; deixar correr os lucros é um erro que se paga muito caro, no Market Timing). Dentro desta estratégia, também não faz sentido resgatar, por muito grande que seja o tombo, porque já compramos tudo ao preço de pechinchas.

     

     

    Atlas,

    gosto da sua estratégia (semelhante à minha); quanto às saídas no Market Timing, qual é ou quais são os critérios ou referências que usa para escolher os momentos para sair?

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    Um fundo que achei interessante e que se tem aguentado bem nestes últimos tempos, para quem não lhe interessa apenas preservação de capital proporcionado pelos fundos de tesouraria, mas também algum rendimento.

    Marshall.JPG

    Não conhecia. Impressionante a performance nos últimos meses atendendo à categoria. Ou em que categoria seja, tendo em conta que praticamente todos os fundos (bonds, acções, etc) corrigiram bastante.

    Até a própria constituição do fundo é interessante, 50% equity, 50% cash que pressupõe uma gestão muito activa e, ainda mais notável, uma capitalização da volatilidade. 

     

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    Não conhecia. Impressionante a performance nos últimos meses atendendo à categoria. Ou em que categoria seja, tendo em conta que praticamente todos os fundos (bonds, acções, etc) corrigiram bastante.

    Até a própria constituição do fundo é interessante, 50% equity, 50% cash que pressupõe uma gestão muito activa e, ainda mais notável, uma capitalização da volatilidade. 

     

    O que é a comissão de performance? é que este Fundo tem uma de 20%.

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    É perfeitamente natural que esse fundo se tenha aguentado, tal como outros da mesma categoria, uma vez que market neutral é isso mesmo, neutro em relação ao mercado, ou seja, puro alpha. Tem as posiçoes cobertas, portanto caso empresa x baixe ou suba o fundo mantem-se neutro, o ganho vem da gestão activa face a escolha dos activos e acerto no stock picking. E a comissão de performance é normal neste tipo de fundos.

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    E para quem entrou no Invesco Balanced-Risk Alloc há 3 anos hoje chegou o dia de voltar à estaca zero.

    Ano    -5.04
    3 anos anualiz.    0.00
    5 anos anualiz.    4.35

    Até gostava do tipo de estratégia/política do fundo, mas o desempenho na pratica tem sido um desastre, e o pior é que o tenho em carteira.

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    Os antigos fundos de tesouraria, agora denominados fundos de curto prazo euro, apresentam desempenhos negativos nos últimos três meses. Na categoria de mercado monetário euro as rendibilidades são praticamente nulas.

    Relativamente ao desempenho negativo dos fundos de tesouraria, eu estou a sentir isso "na pele". Em finais de Julho, porque ia de férias e se vivia, naquele momento, o período mais conturbado da crise grega, resolvi "resguardar" uma disponibilidade num desses fundos de tesouraria, pensando eu que, no mínimo, não desvalorizava. Qual quê?!... Hoje, a UP desse fundo vale menos cerca de 3% e tem descido quase diariamente sempre uns pozinhos... Não é muito de descida, eu sei, mas não estava a contar com isto num fundo deste tipo.

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