Ir para o conteúdo
  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


    Recommended Posts

    1 mês? exagero  ;D ;D são 6 dias úteis.

    Não estive a fazer contas mas a YTD como todas as outras, baixam, mas o importante a reter é que mesmo que baixe para 4% por exemplo, estamos a falar numa TAE a rondar os 8%, que tanto pode baixar mais como subir como é óbvio, mas parece-me que para uma carteira conservadora se tem comportado bastante bem.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites
    • Respostas 29,8k
    • Created
    • Última resposta

    Top Posters In This Topic

    • --------

      5141

    • 5coroas

      2530

    • Bedrock

      1627

    • Patanisca

      1351

    Top Posters In This Topic

    Popular Posts

    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

    Posted Images

    Isto em Julho promete.

    Os investidores reservam grandes porções de capital à espera de notícias Grécia. Os próprios fundos ativos têm agora grandes percentagens de liquidez... Tudo a proteger-se e à espera...

    Bem, se a Grécia chega a acordo vai ser uma corrida de compras. Mas se a Grécia falha o acordo é tudo a vender!

    Vamos ter um Verão quente!  ;D

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    ..."Caso se recordem, durante o mês de Março, falámos em numerosas ocasiões das vertiginosas subidas que acumulavam os índices europeus durante o primeiro trimestre, que em média se aproximavam a 20% para o conjunto dos índices. Nem todos subiam com a mesma alegria, porque o Ibex-35 subia perto de 13%, enquanto o Dax o fazia claramente acima de 20%. Mas a bolsa de Amesterdão (AEX) e a italiana (FTSE MIB) subiam perto de 25%. Naquela altura, repetíamos uma e outra vez que “as bolsas sobem em dentes de serra” e que “nada sobe durante séculos e séculos”. E, com isso, estavamos a referir-nos às quedas dos últimos dois meses. É certo que ainda não temos nenhuma figura de volta que nos confirme que se viu o pior da actual “fase de reacção”, tudo a seu momento. Mas é verdade que, desde os máximos anuais que se alcançaram no início de Abril, as bolsas europeias perderam, em média, cerca de 10%. Portanto, acredito sinceramente que os níveis actuais são um momento interessante para, pouco a pouco, começar a meter já o pé na água. É certo que ainda se poderá aprofundar algo mais nas quedas, mas se é um investidor com um horizonte temporal de médio e longo prazo os níveis actuais nas acções europeias parecem, a priori, um momento interessante. A experiência diz-me que o pequeno investidor fica nervoso por ficar fora das subidas quando estes não param se subir e acaba por comprar perto dos máximos das subidas e não termina de entrar e de aproveitar as correcções quando estas se produzem por medo a que estejamos perante algo mais do que uma queda. Estes, a grande maioria, acabarão por comprar muito mais acima. É o que acontece quando apenas olhamos o dia-a-dia e não vemos as coisas em perspectiva".

    Commerzbank

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    YTD é verdade que os fundos estão relativamente bem, mas quem entrou em Março p.e. está a levar um empeno jeitoso.

    Pelo menos nas obrigações.

    Mas isso é o chamado custo de oportunidade, que tanto pode ser para um lado como para o outro.

    Ninguém tenha dúvidas que o problema actual dos mercados é politico e tem haver com a Grécia, ou com o Eurogrupo ( não vou aqui tomar partido de ninguém nem de ideologias politicas ), com o plano Juncker a iniciar-se, plano BCE em marcha, ninguém tenha dúvidas que até Setembro de 2016 poderíamos, ou poderemos, assistir a níveis muito altos de rentabilidades, basta ver o 1º trimestre que tivemos, é um pouco como diz o 1pedro2, se há acordo com a Grécia...

    Depois há novamente o custo da oportunidade, quem está dentro e não resgatou é esperar que a carteira volte a níveis de Março, quem resgatou vai estar sempre na dúvida se deve de entrar ou não, e enquanto entra e não entra "perde" ali 4/5 dias, e sabemos bem que a haver acordo é de um dia para o outro e os mercados reagem mesmo até antes de isso acontecer.

    Claro que poderão sempre dizer que se resgataram com menos valias sempre se pode abater no IRS, óptimo, mas eu prefiro mesmo é declarar mais valias, desculpem lá :) :)

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Esse post do commerzbank é muito bonito, mas isto nesta fase ainda está tudo em águas de bacalhau por causa da Grécia. Mesmo que se comece a meter o pé na água, como eles dizem, arriscas-te a vir um caranguejo e dar-te uma mordidela no dedo mindinho que até choras.

    Ou então a coisa corre bem e quando houver certezas, metes os 2 pés.

    Eu para já estou on hold, ainda está tudo 50/50, no que toca a probabilidade de a coisa correr bem até ao final do ano. É que hoje é a Grécia, mas o que me preocupa é que se a coisa na Grécia corre mal, a seguir temos Itália... Vejo um risco de isto andar no limbo mais uns anitos. Ta visto que em termos políticos, a união monetária simplesmente não funciona. Não se entendem.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Com estas incertezas nem sei o que fazer, estou com perdas mas fiquei agora com capital livre para recapitalizar a coisa. Mas com isto a cair tenho de pensar em perspectiva como disse o D@vid

    Sempre tens depósitos a prazo de curto prazo, ou então o NB Liquidez, dá-te é 0,15% em 6 meses :) mais vale o DP a 6 meses com 0,75% no Best, se for esse o banco.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    As cotações que estão lá sao ate ao dia 20 do mes passado. Mas siga, no fim do ano logo se faz um balanço como deve ser. ;)

    Sim no fim do ano...nessa altura vamos ver que estamos com rentabilidades médias perto ou mesmo de 2 digitos, quem manteve ou entrou agora vai ver que valeu a pena, quem não entrou vai-se arrepender :)

    A não ser que se entre num bear market, o que eu disse acima não tem razão de não acontecer, as medidas implementadas e a implementar assim o ditam, e a Grécia, como já repeti, é um falso problema mas também uma optima "desculpa" para reforços, porque volto a dizer, não vejo a Grécia fora do Euro, em Dezembro veremos.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    eu investi cerca de 5% de todo o meu capital em 5 fundos no dia 15-05.

    Até agora, na totalidade, já perdi cerca de 4% do total investido em fundos. Não estou minimamente preocupado, tenho vindo a ver os meus fundos a afundar semana após semana, não fiz nada, nem tenciono fazer.... Quando esses gregos se decidirem ai vou tentar atualizar a minha carteira de fundos... até lá, deixa cair, n estou nem ai...

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites
    Visitante AntónioR

    Esta questão da Grécia é complexa.

    1) A dívida é tão grande que não pode ser paga (a não ser que apareçam jazidas de petróleo/diamantes/ouro...) e creio que toda a gente sabe disto (PT está na mesma situação). Após 7 anos de depressão, os gregos não querem mais austeridade e mais cortes, mas parece que querem ficar no euro - ora bem, um ou o outro (é como aqueles que usam o carro para fazer menos de 1km e depois queixam-se que o carro fica caro).

    E isto tudo depois de um perdão de 100bn de euros e o que está em cima da mesa são 7bn do segundo resgate. Fala-se que é preciso um terceiro resgate de 30-50bn.

    O FMI (membros não-ocidentais que já passaram por reestruturações de dívida) parece que quer um corte/reestruturação/default da dívida. Os credores europeus são contra.

    1) Os europeus cedem e emprestam mais dinheiro: como explicar ao eleitorado que se continua a emprestar $ aos "rotos" que não aceitam cortes e continuam a endividar-se? E os europeus aceitam um outro perdão de dívida? E a situação dos outros periféricos que também têm dívidas elevadas (PT, IE, ESP, ITA, etc.)?

    A Alemanha receia que se crie uma situação de moral hazard: "ou comem todos ou"...

    2) Os europeus não cedem e a Grécia entra em bancarrota: será o caos na Grécia como na Argentina em 2001, o ideal da solidariedade europeia sofre um golpe perante uma crise humanitária no seu seio, os EUA pagantes da NATO vêem os irmãos ortodoxos russos a ficarem à espreita... E o que acontecerá às dívidas dos restantes países endividados da UE? Contágio? 

    E se depois do caos inicial, a Grécia receber um influxo de dinheiro (dos gregos que colocaram $ no estrangeiro, turistas, especuladores a comprarem bens a preço de saldo, etc..) e a situação começar a estabilizar um pouco?

    Conclusão: são muitas incógnitas, muitas variáveis e ninguém quer ficar a parecer que deu parte de fraco que baixou as calças e se ajoelhou...

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites
    Visitante AntónioR

    Gostei AntonioR  ;)

    David, isto é apenas uma opinião. Considero que é mais ou menos informada, mas levanta preocupações para todos aqueles que nos últimos anos têm saído dos DP e investido poupanças em outros produtos. Ora bem, ninguém foi obrigado a emigrar para fora dos DPs...lol

    O problema é que não estou a ver uma solução (aí espero que outros vejam melhor do que eu) para a crise grega que seja boa para os portugueses em geral e para os pequenos investidores em particular.

    2015 será provavelmente o 8.º ano de recessão na Grécia: o povo grego deve estar exausto, deve achar que pior não deve ficar e deve estar farto da ingerência estrangeira. Se o Syriza aceitar a austeridade, perderá a legitimidade face aos gregos e poderá haver mais conflito civil.

    Do lado dos credores, já houve dois resgates de 110bn e 130bn incluindo um perdão de dívida de 100bn. Há pachorra para mais um resgate e mais um perdão de dívida?! Parece que esta relação está mesmo azeda, há muito ressentimento de parte a parte e o divórcio será litigioso.

    É que se ninguém dá o braço a torcer, isto vai pelo cano porque a Grécia não pode pagar. Se alguém der o braço a torcer, perde a face e terá um fim político.

    Portugal tem legislativas em Outubro: se a Merkel cede, os Portugueses também terão legitimidade para querer melhores condições. Se os gregos entrarem em bancarrota, Portugal estará na mira dos mercados como já aconteceu várias vezes nos últimos anos. Se a Grécia entra em bancarrota e sai do Euro, lá estaremos nós na crista da onda.

    Está aqui um jogo de xadrez em termos tácticos, mas parece mais um chicken game com dois condutores que nem precisam de acelerar para haver um acidente...

    Como já li de um autor britânico: o Euro foi uma forma de a Alemanha conseguir evitar as desvalorizações periódicas dos franceses e italianos, cativar as elites de todos os outros países, e lançar as sementes para a dominação através do poderio industrial, do controlo do BCE, da abolição das taxas cambiais e da definição da taxa de juro na eurozona - dominar 300 milhões de pessoas sem um único tiro!

    Do outro lado do Atlântico, o QE dos EUA, os juros a mínimos históricos, e um carry trade colossal levaram a que a dívida dos emergentes se tenha multiplicado  exponencialmente. Quando a Fed subir os juros, as coisas não vão correr bem para as moedas, ações e obrigações dos emergentes.

    Nos últimos dois meses os fundos de obrigações, ações e mistos têm levado porrada (aqui é mesmo caricato porque os investidores mais conservadores é que devem estar mais desiludidos). Se isto continuar durante o Verão, a carteira de muito boa gente deverá ficar com YTD negativa.

    Há muita gente desiludida com os DPs a perguntar onde é que se pode investir: eu diria que cada um invista no seu conforto pessoal e familiar em vez de depois ficar a lamentar ter perdido dinheiro em fundos.

    A questão aqui é de controlo emocional como já referido por muitos dos foristas mais experientes, mas até ao fim do ano vai haver muita turbulência...

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Vou citar uma pessoa que já nos governou e que agora está preso: "As dividas (dos países) não se pagam, gerem-se".

    E eu apesar de não gostar da pessoa, acho que tem toda a razão.

    A situação da Grécia não se vai corrigir. Vai-se gerir tentando minimizar os efeitos negativos.

    Os credores não têm saída.

    Se não emprestam mais, são uns camelos que não têm solidariedade no seio de uma Europa disfuncional.

    Se emprestam, continuam a meter mais dinheiro a fundo perdido e daqui a uns anos estamos exatamente na mesma.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    O recente "crash" das obrigações penso ser completamente alheio à situação da Grécia. E desenganem-se que é a resolução disso que irá fazer diminuir as yields das obrigações.

    Posso tentar explicar, de uma forma rápida, o que se está a passar:

    - Na EU, saíram dados macroeconómicos favoráveis, sendo que a taxa de inflação deste trimestre foi superior à prevista. Significa isto que as previsões dos analistas tornaram-se mais optimistas. Quando há inflação, geram-se fluxos de capital para o mercado de acções e as obrigações deixam de ser tão apetecíveis (até porque se perde um pouco o medo de haver um "crash")

    - Ao contrário do esperado, a indefinição da Grécia deveria levar os investidores a investir em safe assets de qualidade, nomeadamente bunds (german bonds). Na realidade observou-se o contrário e o efeito Grécia para os mercados é irrelevante.

    - O QE promovido pelo ECB está a surtir efeitos no mercado e a gerar positivismo. No entanto, esta compra de obrigações está a tirar a liquidez toda. A falta de liquidez nas obrigações está a fazer com que as yields aumentem bastante, uma vez que quem quer vender, vende ao preço que conseguir. E como grande percentagem de obrigações são detidas por fundos e como os fundos normalmente têm a mesma perspectiva de investimento, gera-se uma "reacção em cadeia". No dia em que Draghi disse aos investidores para se habituarem a esta volatilidade e que não ia fazer nada em relação a isso, fez logo grande mossa nas obrigações.

    - Tudo aponta que a FED, após muitos anos, venha finalmente aumentar as taxas de juro. Isto está tambem a criar pressoes vendedoras por parte dos investidores qualidficados, porque basicamente as obrigaçoes sao um bom investimento em tempos de deflaçao ou juros zero.

    Em relação ao futuro, sim as obrigaçoes vao continuar a baixar. Se vou fazer alguma coisa? Não.

    Como tenho ETFs, os indices irão normalmente ajustar-se, por exemplo, para obrigações maturidades apenas a 3 anos, estas irão sendo naturalmente trocadas por outras com yields mais elevadas há medida que o tempo vai passando. O efeito do aumento das yields irá assim diluir-se, além de que continuaremos a receber o cupao.

    Eventualmente a procura irá aumentar e nessa altura o ETF já terá obrigaçoes adquiridas a preço de "saldos".

    Por mim, é aguardar que a tempestade passe.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    duarteS discordo quando dizes que o mercado obrigacionista está alheio á Grécia, a Grécia neste momento é mesmo o principal foco dos investidores ( Acções e Obrigações ), as taxas da Alemanha subiram porque o risco na Europa aumentou devido á Grécia, e os investidores deixaram de ver a Alemanha como refúgio sem risco, porque na verdade não se sabe o que vai acontecer caso a Grécia saia do Euro.

    Continuo convicto que terá de haver uma espécie de acordo qualquer, e o melhor que pode ter acontecido foi mesmo a evolução das yields Alemãs, passaram de 0.185% em Março para 0.847% na 6ª feira, é um abre olhos para a Alemanha, concerteza não estão dispostos a pagar taxas perto de 5% como fizeram em 2008, ou até mais, ninguém quer dar o braço a torcer, mas parece-me quem vai mesmo que ter de ceder é a Alemanha e o Eurogrupo.

    Quanto ao resto penso também que, e após acordo Grécia/Eurogrupo, continuaremos em mercado altista como tivemos nos 1ºs 3 meses do ano a nível de mercados Europeus, o efeito "negativo" FED num aumento de juros será curto, e também não me parece sequer que seja feito este ano.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites
    • -------- changed the title to Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )

    Join the conversation

    You are posting as a guest. If you have an account, sign in now to post with your account.
    Note: Your post will require moderator approval before it will be visible.

    Visitante
    Responder a este tópico

    ×   Colou conteúdo com formatação.   Paste as plain text instead

      Only 75 emoji are allowed.

    ×   Foi criada uma pré-visualização automática a partir da ligação que colocou.   Mostrar apenas como ligação

    ×   Your previous content has been restored.   Clear editor

    ×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.




    ×
    ×
    • Criar Novo...