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  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Creio que estão a incorrer num erro: tratar tudo por igual.

    Investir no S&P500 não é o mesmo que investir no Nikkei e investir no Nikkei não é o mesmo que investir no Ibex.

    Quem investiu no S&P500 não perdeu dinheiro a longo prazo, seja qual for o momento de entrada (o que suporta a posição do David).

    Podem ver aqui:

    http://www.msn.com/pt-pt/financas/detalhes-do-indice/fi-33.10.!SPX.33.SPX

    Quem investiu no Nikkei a longo prazo pode ter perdido dinheiro, como referiu o Daniel.

    Há exemplos que suportam ambas as teorias.

    Exacto, agora cada um que decida onde vai investir a longo prazo... no S&P500 ou no Nikkei. Parece-me obvia a resposta.

    E quem diz num S&P500 diz num DAX30. Ou seja quem construir uma carteira equilibrada e investir essencialmente nos EUA e Europa (como eu acho que deve ser) ficar a longo prazo diminui o risco e sairá sempre a ganhar.

    Concordo completamente com o David.

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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

    Posted Images

    Cardoso24 ando nisto dos fundos de investimento há cerca de 10 anos, e em 10 anos temos isto  ;) :

    GTTM-UK-P71-L-630x471.jpg

    Ainda bem que falas na montanha, porque repara, volto á Serra da Estrela, atingo o pico, só tenho de descer, é-me impossível subir mais, e quando descer também é-me impossível voltar a subir, a não ser que ande para trás e comece a subir ao contrário até ao pico de novo  :) , nos mercados ( e falo sempre em concreto nos fundos ), mesmo que atingindo o pico e cair, ele voltará a subir, é apenas nisto que eu falo, porque a palavra "máximos" tem sido utilizada com uma conotação um pouco negativa, isto até veio numa conversa com um amigo meu este fim de semana, em que ele me dizia que tinha algum capital para reforçar um ETF exposto ao S&P500 mas que para já não ia fazer porque o S&P 500 estava em máximos...quando se ouve falar em máximos parece que é tipo balão prestes a arrebentar...

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    Exacto, agora cada um que decida onde vai investir a longo prazo... no S&P500 ou no Nikkei. Parece-me obvia a resposta.

    E na altura deste grafico, mantinhas a tua resposta obvia?

    japan-stock-market.png?s=nikkei225&d1=19500101&d2=19881231

    Não é na europa, que os principais lideres, tremem só de ouvir falar nos riscos de se repetir uma deflação "japonesa"? Daqui a 20 anos, alguém noutro forum pode dizer que a resposta obvia era outra.

    Olha tão bem que ele se portou durante mais de 40 anos...

    BTW, se a carteira é equilibrada, tens de ter japão. MSCI world - cerca de +-9%

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    E na altura deste grafico, mantinhas a tua resposta obvia?

    Provavelmente, mas o que faria na altura pouco interessa. O que interessa é o que faria hoje (que é o que estamos a discutir) e face ao historico do Nikkei vs. S&P500 a resposta é obvia.

    BTW, se a carteira é equilibrada, tens de ter japão. MSCI world - cerca de +-9%

    Precisamente, estás-nos a dar razão. Ou seja, numa carteira equilibrada com essa percentagem no Japão, o comportamento do Nikkei teria uma importantancia relativamente reduzida e no LP ganhas sempre.

    Eu tenho na minha carteira principal 16% na Ásia mas apenas 5% no Japão. Tenho 45% nos EUA e o restante na Europa.

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    E na altura deste grafico, mantinhas a tua resposta obvia?

    japan-stock-market.png?s=nikkei225&d1=19500101&d2=19881231

    Não é na europa, que os principais lideres, tremem só de ouvir falar nos riscos de se repetir uma deflação "japonesa"? Daqui a 20 anos, alguém noutro forum pode dizer que a resposta obvia era outra.

    Olha tão bem que ele se portou durante mais de 40 anos...

    BTW, se a carteira é equilibrada, tens de ter japão. MSCI world - cerca de +-9%

    Daniel,

    Então qual é a solução? Se não devemos investir, porque há esse perigo, o que fazer? Metermos o dinheiro em dp's ou no colchão?

    Bem sei que anda por aí muito boa gente com receio da "japoneização" do mercado europeu. Ao longo do tempo podemos ir fazendo ajustamentos à carteira passiva. Mas temos de avançar, não podemos ficar aterrados com o medo.

    Aliás, já há bastante tempo que venho discordando de ti porque centras a tua análise sempre em máximos históricos.

    O melhor momento para se entrar num fundo é quando ele atinge o mínimo histórico. O pior momento quando atinge o máximo. Mas da mesma forma que só por um milagre consegues acertar no momento exato em que um fundo atinge o mínimo histórico para entrares, também só por um terrível azar vais escolher precisamente o máximo histórico para entrar. O que significa que, quem estava no Japão em 1998, possivelmente, nessa altura, era capaz de estar a ganhar 60% ou 70% . Entretanto, numa primeira fase, vê as mais valias a sofrerem uma erosão de 10%, 20%, 30%... bem, a determinado momento, uma investidor minimamente inteligente protegeu-se e saiu. Estava a ganhar 60% ou 70% mas acabou só a ganhar 10%? Paciência... pelo menos saiu a ganhar.

    Mas no meio de tudo, ganhou. E ganhou bem.

    Pelo menos não foi como um otário (eu...) que andou em determinado momento a fazer seguros ppr's para lamber os benefícios fiscais e agora está agarrado a ppr's que rendem miseravelmente ao ano, até aos 60 anos...

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    Daniel,

    Então qual é a solução? Se não devemos investir, porque há esse perigo, o que fazer? Metermos o dinheiro em dp's ou no colchão?

    Bem sei que anda por aí muito boa gente com receio da "japoneização" do mercado europeu. Ao longo do tempo podemos ir fazendo ajustamentos à carteira passiva. Mas temos de avançar, não podemos ficar aterrados com o medo.

    Aliás, já há bastante tempo que venho discordando de ti porque centras a tua análise sempre em máximos históricos.

    O melhor momento para se entrar num fundo é quando ele atinge o mínimo histórico. O pior momento quando atinge o máximo. Mas da mesma forma que só por um milagre consegues acertar no momento exato em que um fundo atinge o mínimo histórico para entrares, também só por um terrível azar vais escolher precisamente o máximo histórico para entrar. O que significa que, quem estava no Japão em 1998, possivelmente, nessa altura, era capaz de estar a ganhar 60% ou 70% . Entretanto, numa primeira fase, vê as mais valias a sofrerem uma erosão de 10%, 20%, 30%... bem, a determinado momento, uma investidor minimamente inteligente protegeu-se e saiu. Estava a ganhar 60% ou 70% mas acabou só a ganhar 10%? Paciência... pelo menos saiu a ganhar.

    Mas no meio de tudo, ganhou. E ganhou bem.

    Pelo menos não foi como um otário (eu...) que andou em determinado momento a fazer seguros ppr's para lamber os benefícios fiscais e agora está agarrado a ppr's que rendem miseravelmente ao ano, até aos 60 anos...

    Atlas, eu não tenho solução, nem quero tê-la, não tenho qualquer interesse em discutir mercados, bolas de cristais, máximos, minimos, essas tretas todas para as quais eu não tenho paciencia.

    O meu unico interesse é alertar para os chavões que agora pegaram moda por aqui dizer.

    Situações de possiveis apanhar facas (bolha evidente nas bonds) passou a ser dito como bom para reforçar, reforçar fundos de obrigações com as yields todas a zero na zona euro ou perto (isto tem algum sentido? anda aí o pessoal do ING Euro Long Duration Bond?), longo prazo é a solução milagrosa para todos os erros, japão ainda ha dois posts atras era de evitar, agora afinal já faz parte de uma carteira diversificada, mercados sobem sempre, afinal ha alguns mercados, nomeadamente, a terceira maior potencia mundial teima em provar o contrário, o que interessa é o longo prazo, afinal recomenda-se é fundos que funcionam é no curto/médio prazo, (really?), junk bonds tratados quase como DP, fundos são muito seguros a tudo, afinal o depositário aqui ao nosso lado em espanha tem os fundos estrangeiros bloqueados ha tres ou quatro meses, etc.

    Há aqui uma série de fatores que são tratados com uma leviandade, que para mim, pode induzir muita gente em erro. Investir não é simples. E tudo isto começou, por causa do chavão, de os "mercados sobem sempre" dado como regra adquirida, como se houvesse regras para os mercados.

    Aliás, investir é simples, mas é nos backtests. Somos sempre os maiores.

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    Acho que há aqui malta que precisa voltar a dar uma leitura no topico dos ETF...

    Obviamente que é sempre mehor apostar no mercado "que dá mais" como a discussao do S&P500 vs Nikkei, em que o S&P500 é melhor aposta! Mas isso é hoje, se calhar nao o foi há uns anos durante algum tempo e nao o sera algures no futuro, dai a importancia de fazer uma carteira diversificada. E sim esta "provado" que uma carteira diversificada irá no futuro (M/L Prazo) bater sempre novos máximos...

    Quanto á conversa de bater maximos concordo por um lado com o que diz o David, mas nao deixa de ser verdade que um indice "bate" maximos historicos, quando se diz que esta num maximo, apenas é uma situacao expectavel e natural que deve ser encarada como tal...

    Eu pessoalmente penso que essa conversa de maximos historicos se aplique melhor ao Forex, que ai sim faz sentido pois a valorizacao/desvalorizacao da moeda tem um coportamento de sobe e desce, tendo bastante relevancia falar em maximos historicos ou maximos a X anos. Pois aqui sim é improvavel e pouco expectavel que uma moeda valorize sobre outra indefinidamente...

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    Pessoal, se o banco em que têm os fundos arder, como é que têm acesso ao capital?

    Imaginem que têm 200k. Se resgatarem ficam com  200k na DO, e não podem tirar. Se houver chatice para os depositantes ainda ficam só com 100k (fundo de garantia). Já alguém pensou nisto? Pode-se pedir transferência de carteira?

    Pelo que vi na CMVM, dá-me ideia que se fica só com 25k, pelo que mesmo com fundos não se elimina o risco de crédito do itermediário financeiro.

    "Exemplo: no caso de incapacidade financeira de um intermediário financeiro participante no SII para restituir os valores detidos por conta de clientes, qual a indemnização a que tem direito um investidor que entregou 1500 euros para a compra de acções da empresa X, cuja operação ainda não foi concretizada, e tenha na sua conta 1000 acções da empresa Y, compradas a 22 euros cada acção?

    <blockquote> a) a cotação das acções da empresa Y, à data do accionamento do SII, é de 20 euros:

    O valor a que este investidor tem direito é calculado da seguinte forma: </blockquote> [list type=decimal]

    [*]

    • Valor entregue para compra de acções da empresa X: 1.500 euros
    • Acções da empresa Y: 1000 x 20 euros = 20.000 euros
    • Valor total: 21.500 euros

    <blockquote> Neste caso, o investidor receberia 21.500 euros.

    B)a cotação das acções da empresa Y, à data do accionamento do SII, é de 24 euros:

    O valor a que este investidor tem direito é calculado da seguinte forma: </blockquote> [list type=decimal]

    [*]

      • Valor entregue para compra de acções da empresa X: 1.500 euros
      • Acções da empresa Y: 1000 x 24 euros = 24.000 euros
      • Valor total: 25.500 euros

    <blockquote> Como o limite por investidor é de 25.000 euros, é este o valor que o investidor recebe, e não os 25.500 euros."</blockquote>

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    Li algures por aqui a palavra protecção...

    O que realmente me interessava saber, é saber quais foram as maiores quedas registadas nos mercados/fundos específicos ou não, e em quanto tempo as mesmas se verificaram, para criar um alerta pessoal estratégico no sentido de activar medidas (resgates), para poder prevenir-me antes de ficar mal remediado.

    Por exemplo: Se eu souber que um fundo ou índice X já teve a maior desvalorização registada de 20% e que a mesma se verificou em 10 dias, poderei resgatar assim que atinja os -10% sem saber o que virá depois.

    Outro exemplo: Tenho um fundo com valorização anual de 16%, assim que ele descer aos 10%, fico em "alerta", se descer aos 8% resgata-se, etc, etc.

    Isto são exemplos de estratégia que são melhor assimilados se aplicados nas mais valias do que no capital investido, como também já foi por aqui discutido.

    É um facto que o Longo Prazo pode ser frustrante se a "coisa" não mexe ou não recupera de um tombo, mas também deve-se ter em conta que se for necessário interromper o LP, que assim seja, e aproveitar novas marés.

    Os mercados não são uma ciência exacta, mas a nossa estratégia de controlo pode ser apurada. :)

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    E na altura deste grafico, mantinhas a tua resposta obvia?

    japan-stock-market.png?s=nikkei225&d1=19500101&d2=19881231

    Não é na europa, que os principais lideres, tremem só de ouvir falar nos riscos de se repetir uma deflação "japonesa"? Daqui a 20 anos, alguém noutro forum pode dizer que a resposta obvia era outra.

    Olha tão bem que ele se portou durante mais de 40 anos...

    BTW, se a carteira é equilibrada, tens de ter japão. MSCI world - cerca de +-9%

    Eu acho que o pessoal não está a acompanhar o que o Daniel está a dizer.

    O mercado é um conjunto de expectativas entre todos os intervenientes. O Japão viveu como Portugal alturas de ouro. Existiam perspectivas de crescimento, os resultados era muito bons, tudo corria bem...

    No entanto quando falamos em LP estamos a falar de esperar 40 anos? Eh pah se é assim acredito que LP é a solução para todos os males.

    EDIT: Alguém pode afirmar que a dívida dos US pode continuar a crescer àquele ritmo sem que nada se passe?

    Ninguém aqui pode dizer que a Apple que vale quase 1 trilião, pode continuar, pode enquanto houver perspectivas, vendas e marketing à mistura.

    Dei o exemplo da Apple pois aquilo é praticamente um índice pelo valor que movimenta diariamente.

    Provavelmente, mas o que faria na altura pouco interessa. O que interessa é o que faria hoje (que é o que estamos a discutir) e face ao historico do Nikkei vs. S&P500 a resposta é obvia.

    Precisamente, estás-nos a dar razão. Ou seja, numa carteira equilibrada com essa percentagem no Japão, o comportamento do Nikkei teria uma importantancia relativamente reduzida e no LP ganhas sempre.

    Eu tenho na minha carteira principal 16% na Ásia mas apenas 5% no Japão. Tenho 45% nos EUA e o restante na Europa.

    Filip€ vais concordar (discordando) que para quem viveu há mais de 50 anos a resposta não era nada óbvia na altura...

    Para ti e para mim hoje a resposta é óbvia, mas para os próximos miúdos daqui a 20 anos pode não ser (estou a considerar que tens menos de 30:P).

    Eu naquela altura teria investido fortemente no Nikkei face ao histórico apresentável, mas aquela inclinação até mete medo, bolha bolha  ;D :P

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    Pessoal, se o banco em que têm os fundos arder, como é que têm acesso ao capital?

    Imaginem que têm 200k. Se resgatarem ficam com  200k na DO, e não podem tirar. Se houver chatice para os depositantes ainda ficam só com 100k (fundo de garantia). Já alguém pensou nisto? Pode-se pedir transferência de carteira?

    Pelo que vi na CMVM, dá-me ideia que se fica só com 25k, pelo que mesmo com fundos não se elimina o risco de crédito do itermediário financeiro.

    "Exemplo: no caso de incapacidade financeira de um intermediário financeiro participante no SII para restituir os valores detidos por conta de clientes, qual a indemnização a que tem direito um investidor que entregou 1500 euros para a compra de acções da empresa X, cuja operação ainda não foi concretizada, e tenha na sua conta 1000 acções da empresa Y, compradas a 22 euros cada acção?

    <blockquote> a) a cotação das acções da empresa Y, à data do accionamento do SII, é de 20 euros:

    O valor a que este investidor tem direito é calculado da seguinte forma: </blockquote> [list type=decimal]

    [*]

    • Valor entregue para compra de acções da empresa X: 1.500 euros
    • Acções da empresa Y: 1000 x 20 euros = 20.000 euros
    • Valor total: 21.500 euros

    <blockquote> Neste caso, o investidor receberia 21.500 euros.

    B)a cotação das acções da empresa Y, à data do accionamento do SII, é de 24 euros:

    O valor a que este investidor tem direito é calculado da seguinte forma: </blockquote> [list type=decimal]

    [*]

      • Valor entregue para compra de acções da empresa X: 1.500 euros
      • Acções da empresa Y: 1000 x 24 euros = 24.000 euros
      • Valor total: 25.500 euros

    <blockquote> Como o limite por investidor é de 25.000 euros, é este o valor que o investidor recebe, e não os 25.500 euros."</blockquote>

    O Banco é um intermediário que foi usado para comprares um fundo, repara que o mesmo nem é guardador de titulos ( não pagas comissões de custódia ), isto para dizer que na teoria o teu dinheiro não se encontra no banco, está investido em activos segregados do banco.

    Por exemplo, o BPN tinha pelo menos um fundo de investimento de tesouraria, o que aconteceu? uma gestora  Patris ) comprou a gestora do BPN e quem tinha o € investido no fundo continuou igual.

    Tirando este caso não conheço mais nenhum em Portugal, BPP não tinha nenhuma gestora de fundos, BES passou para o NB... mas vamos supor que o Best ( dou este exemplo porque é o lider ) ia á falência ou simplesmente acaba, o teu dinheiro não desaparece, no entanto não sei se podes logo resgatar os fundos, mas também terá de haver uma regulamentação qualquer para que possas resgatar para que esse € não seja considerado no balanço do banco quando ele cair na conta á ordem, e outra coisa, aqui nem se coloca o SII, isso é apenas para casos de fraude nas gestoras, não dos bancos.

    Outra opção é transferência das carteiras, que também se pode o fazer.

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    Sim era de ti que estava a falar! Pelo que vejo fazes um bom trabalho de casa, e não mereces ter apenas fundos da CGD. É triste não poder escolher os melhores de cada categoria.

    Pois já não és o primeiro que me diz para "saltar fora" e lançar-me para outros fundos... Neste momento estou a estudar a possibilidade de investir algum dinheiro e mais uma vez estou a olhar sempre para os fundos caixagest... pode ser que até lá leia mais umas coisas e que me mude para outras paragens (banco best) por exemplo, aí tenho um "mundo" de fundos para escolher...

    Depois de ler este artigo do Observador acho que o investimento em fundos de índice me parece uma boa ideia...

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    Filip€ vais concordar (discordando) que para quem viveu há mais de 50 anos a resposta não era nada óbvia na altura...

    Para ti e para mim hoje a resposta é óbvia, mas para os próximos miúdos daqui a 20 anos pode não ser (estou a considerar que tens menos de 30:P).

    Eu naquela altura teria investido fortemente no Nikkei face ao histórico apresentável, mas aquela inclinação até mete medo, bolha bolha  ;D :P

    Cardoso24, eu entendo o que queres dizer mas não me vejo há 30 anos atrás a investir forte no Japão apenas porque estava a ter valorizações fantásticas. Nos dias de hoje tambem temos essas valorizações no fundos de biotecnologia e eu não tenho nenhum.

    Acho que ninguem aqui defende investir tudo numa região, por isso esse exemplo do Nikkei vale o que vale.

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    Visitante JoseInvesdor

    Senhores, tenho uma dúvida, alguém poderia esclarecer?

    Os fundos de obrigações, as rentabilidades que conseguem obter, proveem da valorização do preço das obrigações (através da descida das taxas de juro), mas principalmente dos cupões pagos periodicamente à taxa contratada inicialmente não é?

    Obrigado

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    Senhores, tenho uma dúvida, alguém poderia esclarecer?

    Os fundos de obrigações, as rentabilidades que conseguem obter, proveem da valorização do preço das obrigações (através da descida das taxas de juro), mas principalmente dos cupões pagos periodicamente à taxa contratada inicialmente não é?

    Obrigado

    Eu diria que é mais ao contrário.

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    Senhores, tenho uma dúvida, alguém poderia esclarecer?

    Os fundos de obrigações, as rentabilidades que conseguem obter, proveem da valorização do preço das obrigações (através da descida das taxas de juro), mas principalmente dos cupões pagos periodicamente à taxa contratada inicialmente não é?

    Obrigado

    é um mix , ou seja, pela valorização do valor facial da obrigação, pelo juro que a obrigação paga, shortando((isto é ,aqui ganha quando o valor da obrigação desce)...etc,,etc etc depende muito do fundo que é, e como é gerido  ;)

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    A Grécia já veio dizer que não vai pagar a próxima prestação ao FMI, eu acredito até porque eles não tem dinheiro, se isso acontecer, o mais provável é a Grécia sair do Euro. 

    A minha pergunta é,  se a Grécia sair do euro, de que forma isso pode influenciar os fundos de investimento, principalmente aqueles que estão concentrados na Europa.

    Para além da Grécia, temos também o Reino Unido que pondera fazer um referendo sobre a continuação ou não na UE.

    Acham que a curto prazo (a 1 ano) investir em fundos Europeus pode ser um bom investimento?

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    E ainda falam em bolhas e em máximos nos mercados :) :) :)

    O que é isso significa?

    P.S. A minha questão tem tinha a haver com sites diários que permitam tirar tais conclusões. Eu costumo ver o Investing.com. Para consultas diárias de bolsas e obrigações conhecem melhor?

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    O que é isso significa?

    as bolsas a atingirem máximo históricos, muito dinheiro investido e talvez a não existência do mesmo dinheiro em caso de ter que se pagar as taxas que esses mesmos máximos de bolsa proporcionam.. esta é a minha visão simplista e talvez errada da situação:)

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