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  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Boas! Com 3.5k disponíveis para aplicar na carteira atual que já tenho no Best, venho pedir opinião aos mais entendidos, sobre se deva reforço algum dos fundos ou subscrever novos?

    Foi iniciada em junho/2014 ( Para M/L Prazo) ...

    E.S. Rendimento Plus FIA

    E.S. Obrigações Europa 

    Jupiter JGF Dynamic Bd L EUR Acc

    Nordea Eur Cr Cred

    Nordea-1 STABLE RETURN E EUR

    M&G Optimal Income Fund Euro Class A-H Gross Shares Acc

    Invesco Pan Eurp Structured Eq E

    Franklin European Growth N Acc

    MFS Meridian Funds European Smaller Companies Fund A1 EUR Acc

    Pioneer Fds US Fundamental Gr C EUR ND

    Threadneedle Amer Sm Cos (US)Ret Net Acc

    M&G Global Dividend EUR A 

    Invesco Glbl Smlr Coms Eq E EUR Acc

    Eurizon EasyFund Eq Cnsmr Staples LTE R

    Eurizon EasyFund Eq Pharma LTE R

    Santander Ações Portugal

    Ubs Infrasctuture

    DWS Biotech

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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    Futsal78, esses fundos que cita são opções em que está a pensar ou é o conteúdo da carteira? A primeira etapa dessa reflexão tem de passar por analisar as % dos diferentes activos: uma carteira funciona em conjunto e não faz sentido nenhum dizer-lhe "reforce aquele US Large Cap" sem saber qual é a % de large cap que já tem em carteira. É um pouco como se um treinador de futebol me viesse perguntar: "achas que compro um defesa, um médio ofensivo ou um ponta de lança?" sem me dizer primeiro qual é o plantel de que já dispõe, em quantidade e em qualidade.

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    Nao sei que percentagem dos teus investimentos representa esse valor, mas se nao for muita eu ia para uma carteira mais arriscada com emergentes, china, india e assim... foi o que fiz agora quando investi 2000e, em duas semanas ja ta a dar mais de 5%... mas é uma carteira muito mais arriscada!

    Apenas a minha opiniao  ;)

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    Nao sei que percentagem dos teus investimentos representa esse valor, mas se nao for muita eu ia para uma carteira mais arriscada com emergentes, china, india e assim... foi o que fiz agora quando investi 2000e, em duas semanas ja ta a dar mais de 5%... mas é uma carteira muito mais arriscada!

    Apenas a minha opiniao  ;)

    Penso que os mercados emergentes poderão não ser uma boa aposta nesta fase....

    http://www.ebc.com.br/noticias/internacional/2015/03/paises-emergentes-devem-se-preparar-para-subida-dos-juros-nos-eua-diz

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    Futsal78, esses fundos que cita são opções em que está a pensar ou é o conteúdo da carteira? A primeira etapa dessa reflexão tem de passar por analisar as % dos diferentes activos: uma carteira funciona em conjunto e não faz sentido nenhum dizer-lhe "reforce aquele US Large Cap" sem saber qual é a % de large cap que já tem em carteira. É um pouco como se um treinador de futebol me viesse perguntar: "achas que compro um defesa, um médio ofensivo ou um ponta de lança?" sem me dizer primeiro qual é o plantel de que já dispõe, em quantidade e em qualidade.

    Já modifiquei  :)

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    @futsal78:

    Tem 18 fundos diferentes: creio que investir em mais fundos é contra-produtivo, a partir de 10-12 fundos a carteira fica bem diversificada e cada fundo adicional acima de 10-12 traz muito pouco em termos de diversificação. Logo, optaria por fazer um ligeiro rebalanceamento que corresponde mais ou menos ao rebalanceamento anual (junho 2014 / março 2015, pronto não é bem um ano mas é como se fosse.

    Não sei qual a sua idade, nem o total em euros que já tem investidos nesses fundos, mas há uma rule of thumb que diz que o ideal é termos uma % de obrigações que corresponde à nossa idade - mais coisa menos coisa dependendo da tolerância ao risco. Se tem 35 anos, por exemplo, deveria aumentar um pouco o peso das acções em carteira. A não ser que tenha muita aversão ao risco e prefira manter esse rácio.

    Dentro da categoria das acções, depende de qual a % de cada fundo, talvez um reforço ligeiro de cada um deles, menos reforço naqueles que tiveram o maior crescimento no último ano, de modo a manter o equilíbrio da carteira que tem. Os fundos Jupiter, Threadneedle, Invesco Pan Europ, MFS Meridian e Pioneer poderiam ser reforçados (mas cuidado: eu não fui ver o desempenho de cada um deles). Esses reforços devem ser moderados, o que dá alguma liberdade para reforçar outros fundos (mistos e obrigações) que tenham tido desempenho inferior.

    Mas é difícil dizer-lhe claramente "reforce o fundo X em 500 euros e o Y em 250 euros", pois tudo depende do equilíbrio global da carteira (regiões, sectores, small cap/large cap, value/income...) No fundo, tirando aqueles fundos sectoriais (os últimos 2), não me parece errado reforçar qualquer um dos outros. O Santander Acções Portugal, por acaso, não o conhecia, é interessante.

    Outra ideia, como disse o pedromiguelpinto, seria entrar em mercados emergentes, mas apenas e só se puser lá um valor reduzido. Não vejo nos seus fundos nenhum que tenha exposição aos mercados emergentes e é sempre interessante ter alguma exposição (5-10% da carteira).

    Atenção que eu não sou "especialista". Aprendi muito no último ano e continuo a aprender.

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    @futsal78:

    Tem 18 fundos diferentes: creio que investir em mais fundos é contra-produtivo, a partir de 10-12 fundos a carteira fica bem diversificada e cada fundo adicional acima de 10-12 traz muito pouco em termos de diversificação. Logo, optaria por fazer um ligeiro rebalanceamento que corresponde mais ou menos ao rebalanceamento anual (junho 2014 / março 2015, pronto não é bem um ano mas é como se fosse.

    Não sei qual a sua idade, nem o total em euros que já tem investidos nesses fundos, mas há uma rule of thumb que diz que o ideal é termos uma % de obrigações que corresponde à nossa idade - mais coisa menos coisa dependendo da tolerância ao risco. Se tem 35 anos, por exemplo, deveria aumentar um pouco o peso das acções em carteira. A não ser que tenha muita aversão ao risco e prefira manter esse rácio.

    Dentro da categoria das acções, depende de qual a % de cada fundo, talvez um reforço ligeiro de cada um deles, menos reforço naqueles que tiveram o maior crescimento no último ano, de modo a manter o equilíbrio da carteira que tem. Os fundos Jupiter, Threadneedle, Invesco Pan Europ, MFS Meridian e Pioneer poderiam ser reforçados (mas cuidado: eu não fui ver o desempenho de cada um deles). Esses reforços devem ser moderados, o que dá alguma liberdade para reforçar outros fundos (mistos e obrigações) que tenham tido desempenho inferior.

    Mas é difícil dizer-lhe claramente "reforce o fundo X em 500 euros e o Y em 250 euros", pois tudo depende do equilíbrio global da carteira (regiões, sectores, small cap/large cap, value/income...) No fundo, tirando aqueles fundos sectoriais (os últimos 2), não me parece errado reforçar qualquer um dos outros. O Santander Acções Portugal, por acaso, não o conhecia, é interessante.

    Outra ideia, como disse o pedromiguelpinto, seria entrar em mercados emergentes, mas apenas e só se puser lá um valor reduzido. Não vejo nos seus fundos nenhum que tenha exposição aos mercados emergentes e é sempre interessante ter alguma exposição (5-10% da carteira).

    Atenção que eu não sou "especialista". Aprendi muito no último ano e continuo a aprender.

    Obrigado pela opinião.

    Por acaso o Santander Acções Portugal, é o único negativo.

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    Até lá já espero que estejam a ganhar 10% (pelo menos) e assim já tenho uma boa almofada caso haja quedas...  ;)

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    Nao sei que percentagem dos teus investimentos representa esse valor, mas se nao for muita eu ia para uma carteira mais arriscada com emergentes, china, india e assim... foi o que fiz agora quando investi 2000e, em duas semanas ja ta a dar mais de 5%... mas é uma carteira muito mais arriscada!

    Apenas a minha opiniao  ;)

    Quais os fundos em concreto?

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    Quando resgatam um fundo costuma demorar quanto tempo? Resgatei um Domingo à noite e só hoje é que recebi email que já podia reaplicar.

    BTW sugestões de última hora? 1.5k é fundo único. Se tiverem 2 fundos com 1 mínimo de 500€ e outro de 1000€ p.e. queria um risco médio.

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    Quando resgatam um fundo costuma demorar quanto tempo? Resgatei um Domingo à noite e só hoje é que recebi email que já podia reaplicar.

    Depende do fundo e do seu cut off, vai ás fichas que estão lá os dias uteis.

    BTW sugestões de última hora? 1.5k é fundo único. Se tiverem 2 fundos com 1 mínimo de 500€ e outro de 1000€ p.e. queria um risco médio.

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    Jaime_Fernandes

    Bom dia,

    Tenho um montante que ficou agora disponível e queria aplicar em fundos de risco médio/baixo. No entanto, surge-me a seguinte dúvida: se a Grécia efetivamente sair do euro, quais os tipos de fundos que poderão ser mais penalizados? E quais os que poderão não ser afetados (entre fundos monetários e de obrigações)?

    Peço desculpa se este tema já tiver sido abordado anteriormente.

    Obrigado!

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    "Tom Becket, responsável pela equipa de investimentos da Psigma, em Londres, destacou o facto de que o dólar forte, suportada pela expectativa de uma subida dos juros nos EUA, tem prejudicado as empresas norte-americanas. "As empresas dos EUA começam a queixar-se que a força do dólar e as suas consequências está a matar os respectivos lucros. Isso pode significar que o S&P 500 não vá a lado nenhum durante dois anos", defendeu o mesmo responsável."

    Será o investimento em fundos de acções com grande participação nos EUA (corporativos) um "risco" nesta fase? Serão os fundos em acções europeias (corporativos) uma boa alternativa?

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    Bom, aqui vai.

    Tenho lido e relido este tópico o mais que pude.

    Apesar de sentir ainda confusão quando tento assimilar tudo o que li, presumo ter as noções base para iniciar a seguinte carteira no Banco Best:

    - 6000 €

    - longo prazo (12 anos)

    Obrigações:

    Espírito Santo Rendimento Plus, PTYEVHHM0001, Global, EUR: 2500€

    NB Obrigações Europa OICVM AO, PTYESRLM0008, GOV, EUR: 500€

    Acções:

    Eurizon EasyFund Eq Cnsmr Staples LTE R, LU0155230690, Bens Consumo: 500€

    Vontobel Fund - Global Equity C, LU0218910965, Global Cap. grande Crescimento: 1000€

    Pictet-Water-R EUR, LU0104885248, Água: 1000€

    Threadneedle Eurp Sm Cos Ret Net EUR Acc, GB0002771383, Europa: 500€

    Está 50/50 entre Ob. e Acções. Estou a diversificar bem ou mal?

    Visto ser longo prazo, deverei ser mais agressivo retirando, por exemplo, um dos FI de obrigações, e acrescentando maior número de FI de acções aumentando assim o nº total de FI da carteira?

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    Eehheheh no outro dia o Daniel estava-se a "queixar" que a oferta de fundos em Portugal é algo pobre...  ;D

    Eu concordo que 1500/2000 fundos sao mais do que suficientes para 99,9% dos clientes criarem as suas carteiras, obviamente que tendo uma oferta pequena/media convem que os fundos escolhidos sejam de "qualidade"!

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    Bom, aqui vai.

    Tenho lido e relido este tópico o mais que pude.

    Apesar de sentir ainda confusão quando tento assimilar tudo o que li, presumo ter as noções base para iniciar a seguinte carteira no Banco Best:

    - 6000 €

    - longo prazo (12 anos)

    Obrigações:

    Espírito Santo Rendimento Plus, PTYEVHHM0001, Global, EUR: 2500€

    NB Obrigações Europa OICVM AO, PTYESRLM0008, GOV, EUR: 500€

    Acções:

    Eurizon EasyFund Eq Cnsmr Staples LTE R, LU0155230690, Bens Consumo: 500€

    Vontobel Fund - Global Equity C, LU0218910965, Global Cap. grande Crescimento: 1000€

    Pictet-Water-R EUR, LU0104885248, Água: 1000€

    Threadneedle Eurp Sm Cos Ret Net EUR Acc, GB0002771383, Europa: 500€

    Está 50/50 entre Ob. e Acções. Estou a diversificar bem ou mal?

    Visto ser longo prazo, deverei ser mais agressivo retirando, por exemplo, um dos FI de obrigações, e acrescentando maior número de FI de acções aumentando assim o nº total de FI da carteira?

    De não-especialista para não-especialista, eu diria o seguinte:

    - 50/50, se o teu perfil for conservador, tudo bem. Sendo longo prazo, eu até aumentava ligeiramente o peso das acções, por exemplo 60/40.

    - Pictet Water 15% parece-me muito, fundos sectoriais não deveriam ter tanta representação. Não sei se puseste 1000 por ser o mínimo para investir, talvez seja e não tenhas alternativa.

    - Falta aí um fundo de acções EUA Large Cap, tipo este (pouco correlacionado com o Large Cap global)

    - Fizeste uma análise x-ray no site do Best para ver as % por região, activos, etc.? Acabei de fazer e tendo em conta os activos de cada fundo acabas por ter quase obrigações 60 / acções 40 . Os EUA representam 47% dos activos, 40% para a Europa, podes portanto realmente avançar com um fundo de acções large cap EUA

    - Em termos de obrigações, eu diminuía significativamente o peso desse ES Plus para mil e com os 1500 restantes acrescentava um fundo de obrigações diversificado, por exemplo Vontobel Euro Bond ou este Schroder International Bond (pois o x-ray tb mostra que tens muito obrigações governamentais e poucas empresas - e o essencial das tuas obrigações está na parte mais perigosa da Morning Style box (médio e longo prazo / baixa qualidade creditícia). Mas vendo bem, os dois que citei acho que têm poucas obrigações de empresas, talvez seja melhor procurares, eu não estou a ver.

    Outras opiniões haverá.

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