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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    Rendimentos de 2015 logo IRS a entregar em 2016.

    Certo. No que diz respeito aos Fundos que começam por PT (que são os que tenho) as "mais valias" só começarão a contar a partir de 1 de Julho de 2015? É assim?

    Pelo menos foi o que compreendi pelos posts anteriores.

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    Certo. No que diz respeito aos Fundos que começam por PT (que são os que tenho) as "mais valias" só começarão a contar a partir de 1 de Julho de 2015? É assim?

    Pelo menos foi o que compreendi pelos posts anteriores.

    O conhecimento que eu tenho é que ainda não está definido, pelo menos foi o que ficou aquando da aprovação do Orçamento de Estado na parte a que ao IRS diz respeito, até podem por exemplo em Julho dizerem que tem efeitos retroactivos e portanto deixa de haver sequer essa possibilidade de resgates e voltar a fazer, que é o que entendi que algumas pessoas pretendem fazer, mas penso que até lá terá de sair algo sobre isso em difinitivo, se é que não saiu já, eu pelo menos não tenho conhecimento.

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    Peço desculpa por me estar a intrometer na vossa discussão sobre a fiscalidade da coisa.

    Estava a ver os meus fundos, tudo que é fundo de obrigações, pumba lá para baixo... Não deveria ter sucedido o oposto?

    Cumprimentos.

    Pedro

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    Peço desculpa por me estar a intrometer na vossa discussão sobre a fiscalidade da coisa.

    Estava a ver os meus fundos, tudo que é fundo de obrigações, pumba lá para baixo... Não deveria ter sucedido o oposto?

    Cumprimentos.

    Pedro

    Explica-te melhor :) os fundos seguem a sua carteira, se ontem ( se falas de ontem ) os activos que compoem essa carteira cairem em maior percentagem do que aqueles que subiram os fundos têm de cair, se acontecer o inverso os fundos têm de subir :) é simples e nada de complicado.

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    Boas David. Isso eu sei. Mas o QE não deveria ter vindo ajudar qualquer coisa nesse campo? Pelo menos foi o que entendi.

    Bem isso é muito relativo, se formos rigorosos repara só nas rentabilidades dos fundos de acções e obrigações Europa desde Dezembro...isso já era o efeito QE, tens fundos a render 20% em 2 meses e meio, com o programa de compra de dívida por parte do BCE já em efectivo, a tendência é de subida, mas também é normal a tomada de mais valias por parte dos investidores, e existe sempre factores externos que condicionam a Europa, pelo menos Grécia, agora não esperem ter fundos que estão a render 20% em 2 meses a acabarem o ano com 120% só porque existe o QE, acho que até nem era saudável, estas rentabilidades actuais já elas vão muito alêm do que seria esperado e do que seria o ideal.

    Nem euforia nas subidas nem desespero nas quedas.

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    Como???

    Agora fiquei confuso e, se calhar, sou eu que não estou a ver bem. Então, em 2015, vamos apresentar a declaração de rendimentos relativa aos rendimentos obtidos em 2014.

    Neste caso, e uma vez que as alterações vigoram apenas para o futuro, nesta declaração de rendimentos que tenho de apresentar, agora, em 2015 (e que é referente aos rendimentos obtidos no ano de 2014), relativamente aos fundos de investimento eu nada tenho de declarar. Nem mais valias, nem menos valias, nem a declaração que possuo fundos de investimento (a não ser que opte pelo englobamento...).

    E isto não difere quer sejam fundos nacionais, quer sejam fundos internacionais. Em 2015 eu nada terei de declarar. Eu só terei de fazer as declarações em 2016 (na qual irei apresentar os rendimentos do ano de 2015).

    Estarei a ajuizar incorretamente? Ou, já em 2015, e independentemente das retenções na fonte ocorridas, eu terei de declarar que tinha os fundos e quais os fundos?

    Boas atlas, eu estava a falar de rendimentos 2015, a declarar no IRS que se vai fazer em 2016, desculpa se me expliquei mal, mas pelo sim pelo não, em junho vou resgatar os meus fundos nacionais, e volto a subscrever, penso que fizeste isso em dezembro ;-)

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    Boas atlas, eu estava a falar de rendimentos 2015, a declarar no IRS que se vai fazer em 2016, desculpa se me expliquei mal, mas pelo sim pelo não, em junho vou resgatar os meus fundos nacionais, e volto a subscrever, penso que fizeste isso em dezembro ;-)

    Eu como só tenho fundos nacionais irei pelo mesmo caminho. Caso contrário vou apanhar mais valias de fundos que tenho desde 2013. Vamos esperar que tudo se clarifique.

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    Parece-me que  resgatar fundos Pt e voltar a aplicar terá de ser sem a mais valia, porque voltando a aplicar com a mais valia incluida a rentabilidade será maior em termos de capital e dessa forma num resgate a mais valia a declarar será superior, exemplo:

    1000€ com 100€ de mais valia, resgate total em Junho.

    Rentabilidade de 10% de Julho a Dezembro de 1000€ são 100€, de 1100€ são 110€.

    Portanto das duas uma, ou utilizam a mais valia para irem de férias (calha bem que é já nos meses de Verão ) ou então se aplicam o capital na totalidade um dia que resgatem com mais valia a mesma estará valorizada.

    Isto deixa ao mesmo tempo algo no ar, valerá mesmo a pena resgatar? e se resgatamos e se temos uma mais valia considerável o que fazemos com essa mais valia? eu próprio estou nesse dilema, tenhos 2 fundos Pt, ES Rendimento Plus e OB Europa, e pretendo manter a mais valia e não utilizá-la, mas se resgato e volto a aplicar... mais opiniões?  ;D

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    Essa perspetiva também é bem vista.

    Será que indo às finanças eles terão resposta para a questão das mais valias?

    Esta questão tem de ser feita a nós mesmos :) as finanças não têm de se pronunciar sobre as nossas decisões de investimento :) nós é que temos de ver o melhor para nós, se vale a pena resgatar ou não, se for para usar a mais valia para um gasto pessoal, talvez sim, caso contrário não sei.

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    Quando pensei sobre isso em Dezembro, com a dúvida se as mais-valias eram tributadas desde a aquisição ou desde a data que a lei entra em vigor, conclui que o melhor era resgatar e subscrever no mesmo dia (é preciso ter liquidez para isso) os fundos nacionais com mais-valias de forma a ter o mesmo número de UPs de agora com a data mais próxima da data da lei, sem alterar o valor da carteira.

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    Boas,

    Como estou a pensar investir em ETF's, para além dos fundos em que já entrei em Maio de 2013, comecei a ler o livro The Boglehead's Guide to Investing (excelente livro, by the way). Nesse livro falam de ETF's e de fundos indexados. Dizem que quando se investe em fundos de investimento convém que o core da carteira, ou até a totalidade, seja de fundos indexados. Nas minhas carteiras de fundos não tenho indexados. Tenho duas perguntas:

    1) qual é a diferença entre ETF e fundos indexados? A diferença reside apenas no facto de os primeiros serem comercializados na bolsa e poderem sofrer variações durante o dia e os segundos não? Ou há mais diferenças?

    2) vocês que investem e têm mais experiência que eu, têm de facto fundos indexados como "core" das vossas carteiras? Eu nunca me tinha debruçado sobre este aspecto, apesar da vantagem óbvia dos indexados sobre os não indexados.

    Cumps

    jmnp

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    Vocês não têm por aí um site tipo este https://www.unience.com/mercados-financieros em que apareca os mercados numa só página não?  ;) este retirou alguns dos indices, até nas euribor só ficou a de 12m...

    Não sei se é isto que procuras, mas também o valor dos prazos da Euribor não aparecem... no primeiro caso.

    http://www.jornaldenegocios.pt/cotacoes.html

    https://www.bigonline.pt/InformacaoMercados/ResumoActualizado

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    Esta questão tem de ser feita a nós mesmos :) as finanças não têm de se pronunciar sobre as nossas decisões de investimento :) nós é que temos de ver o melhor para nós, se vale a pena resgatar ou não, se for para usar a mais valia para um gasto pessoal, talvez sim, caso contrário não sei.

    Não me expliquei bem.

    Pretendia dizer o seguinte:

    Ir às finanças e questionar se os fundos nacionais ao passarem a ser taxados pelas mais valias a partir de Julho, irão ser retroativos ou não?

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    Boas,

    Como estou a pensar investir em ETF's, para além dos fundos em que já entrei em Maio de 2013, comecei a ler o livro The Boglehead's Guide to Investing (excelente livro, by the way). Nesse livro falam de ETF's e de fundos indexados. Dizem que quando se investe em fundos de investimento convém que o core da carteira, ou até a totalidade, seja de fundos indexados. Nas minhas carteiras de fundos não tenho indexados. Tenho duas perguntas:

    1) qual é a diferença entre ETF e fundos indexados? A diferença reside apenas no facto de os primeiros serem comercializados na bolsa e poderem sofrer variações durante o dia e os segundos não? Ou há mais diferenças?

    2) vocês que investem e têm mais experiência que eu, têm de facto fundos indexados como "core" das vossas carteiras? Eu nunca me tinha debruçado sobre este aspecto, apesar da vantagem óbvia dos indexados sobre os não indexados.

    Cumps

    jmnp

    Em termos de rendimento a diferenca entre um ETF e um fundo indexado devera ser residual, ou mesmo nula. A vantagem do fundo é que compras/vendes/reforcas quando queres sem custos. Na minha opiniao nao vejo grande vantagem em optar por ETF em vez de fundo indexado.

    Agora, penso que o problema é que nao tens muitos fundos indexados (nunca percebi muito bem porque). Tenho dois fundos indexados da Vanguard ( FTSE UK Eq e FTSE DvpWldExUK) mas sao fundos em libras, nao conheco a oferta deste tipo de fundos em euro.

    Num mundo perfeito teriamos fundos indexados de todos os indices e era uma alegria...

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    Tive a pesquisar e a Vanguard parece ter uma grande oferta de fundos indexados, mas nao sei se algum(s) em euros! De qualquer forma parece que o Best nao comercializa fundos da Vanguard...

    Se fizeres uma pesquisa no Best por index, encontras alguns (poucos) fundos indexados em euros.

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    2) vocês que investem e têm mais experiência que eu, têm de facto fundos indexados como "core" das vossas carteiras? Eu nunca me tinha debruçado sobre este aspecto, apesar da vantagem óbvia dos indexados sobre os não indexados.

    Cumps

    jmnp

    A maior parte de nós tem fundos indexados, se bem que nao temos noção disso.

    Um estudo distinguido este mês com menção honrosa num prémio organizado pela S&P DowJones Indices conclui que nos países onde a oferta de fundos-índice é menor, muitos fundos tradicionais adoptam uma estratégia de indexação encapotada. Mas cobram comissões como se a gestão fosse activa.

    ...compararam a composição das carteiras dos fundos de acções com a dos índices dos mercados onde investem, e verificaram que em vários países europeus uma grande percentagem do dinheiro está em fundos que fazem esta indexação encapotada.

    O caso mais grave é o da Polónia, com 58%, seguido da Sué cia, com 56%. Portugal está entre os mercados com percentagem mais elevada: 39%. O trabalho conclui que a prevalência destes fundos quase indexados é tanto maior quanto menor for a concorrência dos fundos-índice.

    Apesar de fazerem uma gestão quase passiva, as comissões cobradas aos clientes nestes fundos são muito superiores aos fundos indexados e praticamente iguais aos de pura gestão activa.

    O estudo conclui que quando não existe concorrência dos fundos-índice a gestão é menos eficiente. Em que é que isso se traduz? Quando não existe concorrência dos fundos passivos, que têm comissões mais baixas, os fundos activos não se sentem ameaçados. Como não sentem essa ameaça, acabam por dar retornos inferiores ao que deveriam dar e cobram comissões mais altas do que deveriam cobrar.

    Acabam por seguir estratégias que são, na essência, passivas também, porque são as estratégias mais baratas e que exigem menor esforço.

    Na prática têm uma carteira muito próxima da composição do índice que lhes serve de "benchmark", mas cobrando comissões como se se tratassem de fundos de gestão activa, que se esforçam por escolher acções com elevado potencial de retorno.

    http://www.novasbe.unl.pt/pt/news-articles/news/840-jornal-de-negocios-interviews-professor-miguel-ferreira

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    Tive a pesquisar e a Vanguard parece ter uma grande oferta de fundos indexados, mas nao sei se algum(s) em euros! De qualquer forma parece que o Best nao comercializa fundos da Vanguard...

    Se fizeres uma pesquisa no Best por index, encontras alguns (poucos) fundos indexados em euros.

    Se abrir conta na De Giro têm o que procura.

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    Daniel, é verdade que em alguns fundos algumas das maiores posicoes sao ETF ou outros fundos indexados, mas essa noticia é algo relativa.

    As percentagens apresentadas nessa noticia referem-se a fundos nacionais ou á oferta de fundos em Portugal (ou polonia, ou suecia)? É que hoje em dia a oferta de fundos nos paises do euro devera ser bastante semelhante, todos tem acesso a fundos de outros paises...

    De qualquer forma também suspeitava que a limitada oferta de fundos indexados, poderia estar relacionado com questoes de lucro... Um ETF ou um fundo de gestao activa da mais dinheiro, para quem gere e comercializa!

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    Daniel, é verdade que em alguns fundos algumas das maiores posicoes sao ETF ou outros fundos indexados, mas essa noticia é algo relativa.

    As percentagens apresentadas nessa noticia referem-se a fundos nacionais ou á oferta de fundos em Portugal (ou polonia, ou suecia)? É que hoje em dia a oferta de fundos nos paises do euro devera ser bastante semelhante, todos tem acesso a fundos de outros paises...

    De qualquer forma também suspeitava que a limitada oferta de fundos indexados, poderia estar relacionado com questoes de lucro... Um ETF ou um fundo de gestao activa da mais dinheiro, para quem gere e comercializa!

    Isso não é assim tão linear. Os nossos vizinhos espanhois tem disponiveis quase o triplo dos fundos, e os italianos mais do dobro do que Portugal. Portanto, a oferta não é semelhante. Em relação aos fundos, é so ver o R2 e fica-se a saber se temos um fundo com indexação encapotada ou não. Mais de 90/95% é basicamente um fundo passivo.

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    Desconheco a realidade espanhola e italiana, mas aqui no UK sao poucas as plataforma online que disponibilizam mais de 2000/3000 fundos, que penso que seja o que o Best também oferece.

    As ofertas nao sao as mesmas mas a diversificacao sim. Na oferta do Best ou Invest (os que conheco) de certeza que os fundos nacionais nao representam mais de 10% da oferta.

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    Desconheco a realidade espanhola e italiana, mas aqui no UK sao poucas as plataforma online que disponibilizam mais de 2000/3000 fundos, que penso que seja o que o Best também oferece.

    As ofertas nao sao as mesmas mas a diversificacao sim. Na oferta do Best ou Invest (os que conheco) de certeza que os fundos nacionais nao representam mais de 10% da oferta.

    Só o tressis em espanha tem mais de 7000 fundos, Cortal Consors, 10.000, o inversis e renta4 4000. O best anda por pouco mais de 2000, e é de longe o que tem mais. Ha tempos até vi um interessante dedicado ao sector do vinho, que não ha por cá, nem nada que se pareça, ou outras gestoras inexistentes cá e com bons fundos,  como a janus. Para conseguir alguns bons fundos é preciso andar a pedir quase por favor, e quando nos dizem que sim ainda é uma classe qualquer com maior ongoing charge do que as existentes em espanha.

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