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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    Mensalmente recebo o extracto do banco com os fundos investidos. Daqui tiro a a valorização total de cada um para uma tabela básica do excel para ter uma ideia da evolução mensalmente, e depois anualmente.

    A análise esporádica faço-a pela app móvel da bloomberg apenas por curiosidade e porque me dá pouco trabalho.

    Não tenho tempo nem aptidão para análises técnicas profundas, nem tão pouco vontade para investir, resgatar, comprar, etc, em função das constantes notícias económicas quer no nosso jardim à beira-mar plantado, quer na Europa, ou a nível mundial. E porquê?

    Porque a minha estratégia é a de longo prazo + média de rentabilidades interessantes/altas pelo menos nos últimos 5 anos, e + diversificação nos activos. Também tenho fundos mais calminhos, claro! Como é o caso das obrigações, liquidez, etc.

    Mas no que diz respeito, principalmente na questão de "investir para ganhar", tenho aquilo a que eu chamo os "5 violinos" (por enquanto). São 5 fundos internacionais através da gestora Millennium Gestão de Activos/BCP que escolhi, baseados nos pressupostos anteriores, sem opinião de ninguém. E que juntos, ao fim de cerca de 80 dias de compra, estão a valer + 17%. Se eu fizer as contas para um ano, de certeza que o meu coração deixa de bater. :P  Bem sei que actualmente há uma conjuntura favorável para que isto aconteça, depois já não sei...

    Isto tudo para dizer que, provavelmente estou a usufruir da "sorte de principiante", pois não estou habituado a ter grandes rentabilidades e mais valias, que isto dos fundos "parece" bom demais para ser verdade, e que mesmo que seja verdade, custa a acreditar. Pensar que os fundos a longo prazo "só" têm tendência a subir, ainda me faz confusão. Mas como diz um sujeito: primeiro estranha-se, segundo entranha-se, e depois arranha-se!grin.gif

    E claro, aqui no fórum há um responsável máximo pela divulgação de toda esta matéria, que é o D@vid, ao qual desde já agradeço a sua conduta e pragmatismo de ver as coisas.

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    O ES logistica agora então só têm 2 imóveis  ;D

    Porque falas em reestruturação? seria feita em que termos? com que objectivo?

    Quem comprar o NB ficará á partida com a GNB, se não a venderem depois, o que eu não acredito, depois disso é manter o que está, e concerteza que se mantiverem o que está vai dar frutos como já deu, é apenas uma questão de nome GES/BES/NB, quando for BPI ou Fosun  :laugh:  deixa de haver esse tal risco reputacional, é que ninguém perdeu dinheiro na ESAF/GNB, reparem nisso, quem perdeu dinheiro foi quem aplicou o seu dinheiro em dívida e acções do GES/BES, Papel Comercial, Acções, Obrigações Subordinadas.

    O que se prova que os fundos mais uma vez, são património autónomo e não respondem por dívidas dos bancos ou da gestora, por isso penso se estar a fazer uma tempestade num copo de água, atenção que para mim isto é tanto válido para o NB como para qualquer outra gestora de fundos, não estou a defender o GES, defendo sim é a "marca"  fundos de investimento, que até agora nunca vi problemas nos mesmos, o único problema é só os ter descoberto há 10 anos  :laugh: :laugh:

    Quem me dera ter descoberto á mais tempo, só levo 9 mesinhos, e descobri graças ao forum e com ajuda de ti David e de outros membros, tenho a carteira a valorizar 12% em 9 meses e eu sem saber ler ou escrever, no que toca a este mundo dos fundos :) :)

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    Isto tudo para dizer que, provavelmente estou a usufruir da "sorte de principiante", pois não estou habituado a ter grandes rentabilidades e mais valias, que isto dos fundos "parece" bom demais para ser verdade, e que mesmo que seja verdade, custa a acreditar.

    Estamos num dos maiores bull markets na historia, e não ha nada que suba ou desça para sempre.

    Neste momento qualquer coisa está a verde, não tem nada que saber, é so escolher um fundo qualquer quase. E isto está a levar a uma euforia em que muitos principiantes estão a entrar nos mercados por via das baixas taxas de juros dos DPrazo e taxas de juro negativas de obrigações, etc. Outros ganham confiança, e tornam carteiras conservadoras em moderadas, outros moderadas em agressivas, porque é sempre a somar. Mesma as rendibilidades dos fundos fundos no incio do topico ainda nao apanharam um bear market.

    Houve um artigo publicado sobre isso

    Tomada excessiva de risco por parte dos investidores, na procura por rentabilidade para as suas poupanças, assusta desde os analistas até Mario Draghi. Com a contínua queda dos juros da dívida soberana, as rendibilidades dos investidores são cada vez menores. Por isso mesmo, a procura por activos com retornos mais elevados tem aumentado.

    O que é preciso perceber, é que a seguir a grandes subidas ha grandes descidas, e o inverso.

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    Eu queria também agradecer ao david, e a todos os outros, porque em duas semanas e tal tenho quase os juros de meio ano de um depósito a 2.75 do invest. O resto depende muito de cada um, eu leio e vejo bastantes coisas, e como alguém disse, nesta fase de verde quase total é difícil não entrar em euforia, mas cada um tem que lembrar-se que é responsável pelas suas decisões e como tal sabendo que quanto maior é o risco maior poderá ser a queda, mas no final o importante é saber que fizemos algo porque realmente quisemos e não porque fomos induzidos a isso..

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    Mensalmente recebo o extracto do banco com os fundos investidos. Daqui tiro a a valorização total de cada um para uma tabela básica do excel para ter uma ideia da evolução mensalmente, e depois anualmente.

    A análise esporádica faço-a pela app móvel da bloomberg apenas por curiosidade e porque me dá pouco trabalho.

    Não tenho tempo nem aptidão para análises técnicas profundas, nem tão pouco vontade para investir, resgatar, comprar, etc, em função das constantes notícias económicas quer no nosso jardim à beira-mar plantado, quer na Europa, ou a nível mundial. E porquê?

    Porque a minha estratégia é a de longo prazo + média de rentabilidades interessantes/altas pelo menos nos últimos 5 anos, e + diversificação nos activos. Também tenho fundos mais calminhos, claro! Como é o caso das obrigações, liquidez, etc.

    Mas no que diz respeito, principalmente na questão de "investir para ganhar", tenho aquilo a que eu chamo os "5 violinos" (por enquanto). São 5 fundos internacionais através da gestora Millennium Gestão de Activos/BCP que escolhi, baseados nos pressupostos anteriores, sem opinião de ninguém. E que juntos, ao fim de cerca de 80 dias de compra, estão a valer + 17%. Se eu fizer as contas para um ano, de certeza que o meu coração deixa de bater. :P  Bem sei que actualmente há uma conjuntura favorável para que isto aconteça, depois já não sei...

    Isto tudo para dizer que, provavelmente estou a usufruir da "sorte de principiante", pois não estou habituado a ter grandes rentabilidades e mais valias, que isto dos fundos "parece" bom demais para ser verdade, e que mesmo que seja verdade, custa a acreditar. Pensar que os fundos a longo prazo "só" têm tendência a subir, ainda me faz confusão. Mas como diz um sujeito: primeiro estranha-se, segundo entranha-se, e depois arranha-se!grin.gif

    E claro, aqui no fórum há um responsável máximo pela divulgação de toda esta matéria, que é o D@vid, ao qual desde já agradeço a sua conduta e pragmatismo de ver as coisas.

    Quem está nos fundos há 2/3 anos, já passou por alguma coisa, as quedas acentuadas de Maio e Junho de 2013 por exemplo fez cair e muito os fundos, quem se aguentou agora está de certeza no verde, mas ficou de alguma maneira vacinado, ao contrário de quem está a entrar agora e ainda não sentiu e viu a sua carteira bem vermelha.

    A tua "sorte" é mesmo as subidas brutais que se está a verificar, quando houver quedas, mesmo acentuadas que sejam, terás uma almofada para amortecer e talvez não entres em pânico, muitos entram na mesma quando vêm essa almofada a esvainecer-se.

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    À priori (digo eu), a melhor estratégia e mais óbvia, mais do que a diversificação dos activos, etc, seria investir em fundos quando a "maré está baixa". Isto para aumentar a tal almofada de suporte futura.

    A questão é adivinhar o momento correcto, e depois ter capital disponível nessa altura, para por toda a "carne no assador".

    Aqui fica uma análise técnica da mecânica dos fundos feita pelo BIG:

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    À priori (digo eu), a melhor estratégia e mais óbvia, mais do que a diversificação dos activos, etc, seria investir em fundos quando a "maré está baixa". Isto para aumentar a tal almofada de suporte futura.

    A questão é adivinhar o momento correcto, e depois ter capital disponível nessa altura, para por toda a "carne no assador".

    Aqui fica uma análise técnica da mecânica dos fundos feita pelo BIG:

    Não é assim tão óbvia a estratégia de colocar tudo no assador em momentos de baixa dos fundos, até porque como disseste terias de adivinhar o momento exacto de entrada onde o fundo tenha tido o maior drawdown.

    Os fundos seguem os mercados para o bem e para o mal, e isso como sabemos basta vir um vento de norte para os fundos irem todos para sul e vice versa, repara por exemplo nos fundos da 1ª página, foram colocados aqui em Outubro de 2012, vê as rentabilidaees que estão a ter, e já tiverem, e muitas vezes bem fortes, desvalorizações, por isso mantenho que a diversificação é fundamental numa carteira de fundos, os fundos não são activos de trading em que se subscreve e se resgata de um dia para o outro, em alguns chegam a demorar 6 dias úteis, quem quiser jogar com o trading em fundos nem sempre se dá bem, e há muito custo de oportunidade.

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    Penso que alguns de vocês estarão familiarizados com estas tabelas que dão bem conta da diversificação, claro que muitos dirão que se acertarmos no que vai dar esse ano e escolher bem os activos teremos até resultados melhores que se escolhermos um portfolio diversificado, mas...vejam onde se encontra o portfolio, sempre na zona do meio, é a forma de investir que eu mais aprecio.

    2014-08-asset-class-returns-630x382.png

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    Bom dia,

    Uma pequena ajuda para perceber uma coisa.

    À poucos dias comprei o fundo GB00B02QB917  que após confirmação recebi o comprovativo do BEST com a indicação de cotação de compra a 3,7557 GBP. Depois quando estou a ver  a carteira no BEST ele me dá a cotação actual (3,7652 a 12-03-2015) Até aqui tudo certo. A questão surge agora, é que eu ao carregar no link do fundo no BEST ou indo à http://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F0GBR06XG9, a cotação é GBX 375.07 à data de 13-03-2015. Haverá aqui algum engano com as hiperligaçãos Do banco/Morningstar...? onde está o erro?

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    Numa óptica mais de procura de opiniões pessoais, gostava de saber a vossa opinião acerca do seguinte.

    Enquanto temos os activos investidos numa carteira de fundos e existe valorização, eu penso que "ganhei dinheiro", mas efectivamente apenas me somou um número, porque se eu precisar desse dinheiro amanhã, não o tenho.

    Ainda outro ponto é o facto de querer continuar com a dita carteira de fundos, e como tal, toda e qualquer valorização, fará parte da mesma carteira e será sempre considerado activo e não liquidez.

    Como estou nisto dos fundos (apenas CGD) desde Outubro 2013, onde quero chegar é:

    Admitindo que quero meter quanto mais melhor para dentro do "saco" (carteira de fundos), de modo a que as valorizações, em percentagem se reflictam em ganhos unitários maiores, eu tendo a apenas inserir mais liquidez na carteira e até ver nunca removi.

    Por exemplo, se em 2014 tivesse 10k€ e tivesse valorização de 5%, teria no final do ano 500€ de mais valias, juros, quando comparado a um DP. A diferença é que no caso do DP, teria os 500€ à ordem, prontos a usar, mas nos fundos, eles continuam lá, re-investidos.

    Assim, quando eu abro a carteira e vejo lá que "hoje já ganhei mais 10€". Será que ganhei mesmo? Uma vez que amanhã posso perder 20€?

    Não sei se consegui passar a minha ideia, mas gostava de saber qual é a vossa posição no que toca à tomada de mais valias. Se valoriza, deixam estar e reinvestem, ou partem por exemplo de 10k€, se valorizar 500€, tiram os 500€ ao final de X tempo e depois continuam a investir com os 10k€, ficando os 500€ disponíveis para gastar numas férias, por exemplo?

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    A discussão que estás a lançar caí no conceito de capitalização. As duas estratégias que sugeres são ambas válidas e dependem da nossa decisão. A vantagem de manteres o teu ganho ao fim de um ano no fundo é que esse ganho também estará a gerar rentabilidade no ano a seguir, seja esta rentabilidade positiva ou negativa.

    Eu sou fã da capitalização, sou da opinião que dinheiro gera dinheiro e devo-o ter investido, talvez mudar a forma de investimento para diversificar seja uma boa ideia. A meu ver é, mas é a minha opinião. Sacar o lucro para comprares alguma coisa também é perfeitamente válido, mas perdes o efeito de capitalização claro.

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    Corroborando do que disse o Tiago24, acrescento que nos depósitos a prazo e noutros tipos de aplicações de aforro o ganho são juros, nos fundos são mais valias, como nas acções, obrigações etc, são aplicações distintas e agora até na fiscalidade são diferentes, não vale a pena fazer comparações, no entanto acrescento que num depósito a prazo tens de facto lá o juro, mas não o podes levantar, se quiseres levantar o DP antes do tempo levantas o capital na totalidade e na maior parte das vezes o juro é perdido, portanto o juro num DP até á maturidade é virtual também, num fundo ele está lá, claro que no tempo que vai entre o resgate e o cut off do fundo pode fazer com que esse "juro" seja menor quando ficar á disposição, mas também pode ser maior.

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    Tenho a seguinte dúvida.

    -Imaginemos que invisto 1000€ num fundo com o UP de : 10€

    -Vou resgatar esse fundo com um UP de 20€

    -A comissão de gestão é de 0,75%

    - A taxa global de custo é de 1,45%

    Qual o ganho liquido que vou ter?

    1000€.

    1º de tudo essas comissões que falas já estão descontadas no valor da UP, seja na compra seja na venda, é sempre liquido de comissões,  se compras 1000€ e cada UP vale 10€ que dizer que compraste 100UP, se elas valem hoje o dobro terás na carteira 2000€, 2000€ esses que são liquidos agora, se resgatares na totalidade tens os 2000€ na conta, no próximo ano terás de declarar 1000€ como  mais valias no IRS que será tributado á taxa de 28% autónomamente.

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    1000€.

    1º de tudo essas comissões que falas já estão descontadas no valor da UP, seja na compra seja na venda, é sempre liquido de comissões,  se compras 1000€ e cada UP vale 10€ que dizer que compraste 100UP, se elas valem hoje o dobro terás na carteira 2000€, 2000€ esses que são liquidos agora, se resgatares na totalidade tens os 2000€ na conta, no próximo ano terás de declarar 1000€ como  mais valias no IRS que será tributado á taxa de 28% autónomamente.

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    É verdade que na maioria dos casos, ao investir em fundos só vemos "lucro" no momento do resgate. Mas mesmo assim, nós próprios podemos definir estratégias para que funcione como um depósito a prazo:

    1) podemos optar por fundos com distribuição das mais valias periódicas (rendimentos), invés dos fundos mais usuais de acumulação (capitalização).

     

    2) podemos definir à partida que determinado fundo será resgatado ao fim de 1 ano ou 2, etc.

    3) podemos definir por exemplo que, quando as mais valias valerem 6% do investimento, significa que se resgatar, já terei 4,32% líquidos (independentemente do prazo) e que até ao dia de o dinheiro cair na conta, se entretanto desvalorizar mais qualquer coisa, podemos contar pelo menos com 4% limpos.

     

    4) podemos investir em fundos, que sejam (em modo objectivo) para as férias, para um carro, para uma viagem, etc.

    Eu até acho que os fundos incentivam mais à poupança do que os DP, melhor mesmo do que qualquer poupança-reforma. Isto porque, quando começamos a ver o capital a "engordar", o difícil é ter vontade de interromper esta acção, excepto por necessidade. Um pouco como o efeito da bola de neve.

     

    Então, a partir de um certo momento, queremos é juntar mais dinheiro para abrir o leque de opções e de possibilidades de ver o património realmente a crescer. Num DP, na data do vencimento o capital é o mesmo do início. Porventura os juros que foram parar à conta-corrente, já foram diluídos numa compra, num pagamento, num extra qualquer, pelo simples facto de se calhar não passar das centenas ou mesmo dezenas de euros. E quem não for minimamente e economicamente disciplinado, no fim de um ano todos os juros ou ganhos, esfumaram-se!

    Atenção, que há muitos fundos com "comichão" na hora do resgate! Só depois é que vem o bicho papão a comer 28%! laugh.gif

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    Até 2014 era assim, retenção na fonte á cabeça, mas para quem investe esta medida é muito melhor, repara pegando no teu exemplo:

    Se resgatasses os 2000€ o ano passado, terias 1000€ *28% = 280€, logo liquidos tens 720€, se quiseres novamente reaplicar 1000€ terás de ir ao teu bolso colocar mais 280€, a partir deste ano resgatas os 2000€ com 1000€ liquidos de mais valias, e tens praticamente 1 ano de mais valias liquidas para realocar e fazer render.

    Portanto esta medida acaba por ser bastante benéfica, e não só esta, porque com a obrigatoriedade de declaração no IRS, podemos deduzir mais/menos valias também nos fundos, desta vez vale bem o trabalho :)

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    Além dos óbvios assets dos fundos e do Desvio Padrão, índice de sharpe. Costumam analisar mais alguma coisa na hora de entrar ou saltar fora de um menino?

    Cumprimentos,

    Depende muito de cada pessoa, o Bushy até análises técnicas faz :) eu sou preguicoso, vejo a média de rentabilidade e seu histórico, vou acompanhando a carteira, indice de sharpe, DP, qual a politica de investimento para o caso de querer ter mais que um fundo "igual"...

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    Obrigado pelas opiniões. Concordo com tudo o que foi dito. Gostei de ler também a opinião do "macase" quando refere que investir em fundos acaba por motivar mais à poupança. Eu vejo as coisas dessa maneira. Se vejo o dinheiro a crescer periodicamente, sinto-me mais motivado a meter mais, para aumentar os ganhos.

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    Obrigado pelas opiniões. Concordo com tudo o que foi dito. Gostei de ler também a opinião do "macase" quando refere que investir em fundos acaba por motivar mais à poupança. Eu vejo as coisas dessa maneira. Se vejo o dinheiro a crescer periodicamente, sinto-me mais motivado a meter mais, para aumentar os ganhos.

    Sabem que eu até tenho opinião contrária? :) acho que os fundos são bastante apelativos a retirar capital, um DP, um Seguro de Capitalização, um PPR, têm mais disciplina de poupança, quando entramos depois é mais complicado sair , um Seguro ou PPR vai-se colocando aquele mealheiro por mês, e temos sempre a ideia de não mexer nele, um fundo não é assim, vemos aquilo a subir em tempo real, quandos se precisa de capital para pagar o selo do carro, o seguro, a inspecção, uma despesa extra onde se vai logo buscar o dinheiro é aos fundos :)

    querem fazer uma viagem ás Caraibas, onde vão buscar o capital? ao Seguro? ao PPR? aos Certificados de Aforro? ou mesmo ao DP? não, aos fundos ahaha, é essa ideia que tenho.

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