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  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Eu se fosse adivinho estava rico, mas eu comecei a errar menos quando comecei a tentar pensar como um institucional e não como um investidor do retalho. Há cerca de uma semana vendi todos os fundos da Europa e há 2 semanas vendi o que tinha nos EUA, e, para já, foi das melhores coisas que fiz.

    Ilustre Forista File 112

    O porquê… das sua venda? O mercado da Europa/ EUA, na sua opinião, é desfavorável investir neste momento? Ou foi com objectivo de voltar a comprar mais baratas após  à “correção” da generalizada descida dos índices acionistas.

    Cumprimentos

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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    Ilustre Forista File 112

    O porquê… das sua venda? O mercado da Europa/ EUA, na sua opinião, é desfavorável investir neste momento? Ou foi com objectivo de voltar a comprar mais baratas após  à “correção” da generalizada descida dos índices acionistas.

    Cumprimentos

    Não me chames ilustre, porque o meu mérito está ainda afastado de uma outperformance, mas estou a melhorar de trimestre após trimestre com uma velocidade razoável, porque tenho aprendido muito com os meus erros passados, mas, como não sou estúpido de cometer o mesmo erro duas vezes, o negócio está a melhorar técnicamente, contudo, por vezes, a sorte é madrasta.

    Eu larguei os EUA e a Europa por achar que as oportunidades dos gestores dos fundos em encontrar ações de empresas a um bom preço se estavam a esgotar, e como tal voei para outras geografias onde possa haver essas oportunidades, tendo aterrado em dois fundos (em euros e USD) dos emergentes do médio oriente, com uma componente principal de países árabes, com Qatar à cabeça, e uma forte componente da Turquia, cujas ações estão subavaliadas devido à queda brutal do ano passado e dos 2 primeiros meses deste ano.

    Só tenho pena de não ter liquidez ou mais uma boa oportunidade de resgate, porque também voava para o Brasil, pois acredito nas potencialidades próximas do samba das brasileiras e da dança do ventre das odaliscas árabes. :) ::):P

    Abr,

    file 112

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    "samba das brasileiras e da dança do ventre das odaliscas àrabes"  ;D ;D

    Que fundo tens exposto ao Qatar?

    Deixo aqui um relatório da Coface ( não sei se tem interesses nestes países ) sobre o que eles acham que são os novos emergentes.

    "A Coface identifica apenas 10 "novos países emergentes" que cumprem todos os critérios. No entanto, esses países não são idênticos entre si em termos de ambiente de negócios - há fragilidades que podem ainda asfixiar o seu crescimento. O que leva a Coface a distinguir dois grupos nos "novos países emergentes":

    • Colômbia, Indonésia, Peru, Filipinas e Sri Lanka possuem um bom ambiente de negócios (nível A4 ou B), semelhante à classificação actual dos países dos BRIC.

     

    • Quénia, Tanzânia, Zâmbia, Bangladesh e Etiópia possuem ambientes de negócios muito difíceis © ou mesmo extremamente difíceis (D), o que pode prejudicar as suas perspectivas de crescimento. 

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    A diferença entre o Liquidez Português e o Luxemburguês cada vez é maior, o Liquidity está com uma rentabilidade bruta de 4.88% ( 3.52% Liquidos ) enquanto o Liquidez está com 2.60% liquidos...

    Gostaria de saber a carteira deste fundo  ;D  e o porquê de não estar na oferta "aberta" no Best e no BES, no entanto fala-se que para algum montante os rapazes do Best o fazem e provavelmente no BES também...

    post-28-14412396680452_thumb.png

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    "samba das brasileiras e da dança do ventre das odaliscas àrabes"  ;D ;D

    Que fundo tens exposto ao Qatar?

    Deixo aqui um relatório da Coface ( não sei se tem interesses nestes países ) sobre o que eles acham que são os novos emergentes.

    "A Coface identifica apenas 10 "novos países emergentes" que cumprem todos os critérios. No entanto, esses países não são idênticos entre si em termos de ambiente de negócios - há fragilidades que podem ainda asfixiar o seu crescimento. O que leva a Coface a distinguir dois grupos nos "novos países emergentes":

     

    • Colômbia, Indonésia, Peru, Filipinas e Sri Lanka possuem um bom ambiente de negócios (nível A4 ou B), semelhante à classificação actual dos países dos BRIC.

     

    • Quénia, Tanzânia, Zâmbia, Bangladesh e Etiópia possuem ambientes de negócios muito difíceis © ou mesmo extremamente difíceis (D), o que pode prejudicar as suas perspectivas de crescimento. 

    Os fundos expostos ao Qatar são os seguintes (o mesmo fundo mas em moedas diferentes):

    http://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F00000J5I1

    http://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F0GBR04MYN

    Podes pôr o link do referido Relatório da Coface, ou não há?

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    Boa tarde,

    Agradeço o comentário do Presidente e do David acerca da carteira que tenho. Mas digam-me uma coisa acham que devo manter ou alterar algum fundo?

    Cumprimentos:

    Gil

    Gosto muito da ESAF, os fundos que tens até são bons, como são na generalidade os fundos da ESAF, no entanto exposição apenas a um agestora de fundos acarreta um risco que não vale a pena correr, pelo que entendo deves ter conta no BES e dessa forma só consegues fazer fundos deles, mas tens o Best que são do mesmo grupo, é um banco mais barato e sempre podes diversificar as gestoras, a velha máxima de não se colocar os ovos todos no mesmo cesto também se aplica nas gestoras de fundos.

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    Boa tarde,

    Agradeço o comentário do Presidente e do David acerca da carteira que tenho. Mas digam-me uma coisa acham que devo manter ou alterar algum fundo?

    Cumprimentos:

    Gil

    Devias era de chegar ao banco e dizer que queres outros fundos, há muitos na 1ª página, depois se a resposta for negativa dizes que vais mudar para o Best, que é banco do mesmo grupo, pode ser que assim eles te facam fundos de outras gestoras :)

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    Bovespa ( Brasil ) vai caindo "só" 3%...

    Continuo na minha linha de pensamento que estes mercados são para entrar não com mais do que 5% da carteira, Brasil, Turquia etc, são mercados muito voláteis, basta olhar para os mercados e ver que as praças europeias cairam num máximo 1.77% (DAX que quse nem o considero uma praça europeia) e as Americanas caiem á volta de 1.20%, comparando com os 3% do Brasil...

    Quando sobem é tudo muito bonito, e há valorizções altas, mas quando sair antes das quedas?  ::)

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    Bovespa ( Brasil ) vai caindo "só" 3%...

    Continuo na minha linha de pensamento que estes mercados são para entrar não com mais do que 5% da carteira, Brasil, Turquia etc, são mercados muito voláteis, basta olhar para os mercados e ver que as praças europeias cairam num máximo 1.77% (DAX que quse nem o considero uma praça europeia) e as Americanas caiem á volta de 1.20%, comparando com os 3% do Brasil...

    Quando sobem é tudo muito bonito, e há valorizções altas, mas quando sair antes das quedas?  ::)

    David: Tens toda a razão em dizeres que o Brasil e a Turquia são muito voláteis, só que também tens que dizer que há duas volatilidades: uma má (downside) e outra boa (upside), para além de que nos mercados subavaliados, como é o caso do Brasil e em menor grau a Turquia, há com certeza uma expetável tendência dos upsides suplantarem, nos próximos tempos, os downsides, pelo que a volatilidade total (as duas) deve ser positiva.

    O que é chato, e tenho muita pena disso, é por exemplo o nosso amigo lelo ter entrado na fase alta do rally da saúde e agora em cerca de 1 mês estar a perder mais de 7%, quando aqui neste fórum eu disse-lhe para resgatar totalmente esse fundo da BlackRock quando estava a perder da ordem dos 3%. Tenho pena, pois até gosto do rapaz. Ou seja, a grande volatilidade que derrete uma carteira é entrarmos em alta (nunca se deve entrar em alta para tentar captar a última fatia dos retornos antes da queda eminente) e não sairmos a tempo, porque ninguém gosta de saír a perder, mas é neste caso que devemos ter "big balls".

    A probabilidade de em 2014 o mercado acionista brasileiro ter retornos negativos no final do ano é a mesma dos funcionários públicos e os reformados terem este ano um aumento salarial, o mesmo já não digo dos mercados da Europa e dos EUA ou até do Japão.

    Um abraço,

    file 112

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    David: Tens toda a razão em dizeres que o Brasil e a Turquia são muito voláteis, só que também tens que dizer que há duas volatilidades: uma má (downside) e outra boa (upside), para além de que nos mercados subavaliados, como é o caso do Brasil e em menor grau a Turquia, há com certeza uma expetável tendência dos upsides suplantarem, nos próximos tempos, os downsides, pelo que a volatilidade total (as duas) deve ser positiva.

    O que é chato, e tenho muita pena disso, é por exemplo o nosso amigo lelo ter entrado na fase alta do rally da saúde e agora em cerca de 1 mês estar a perder mais de 7%, quando aqui neste fórum eu disse-lhe para resgatar totalmente esse fundo da BlackRock quando estava a perder da ordem dos 3%. Tenho pena, pois até gosto do rapaz. Ou seja, a grande volatilidade que derrete uma carteira é entrarmos em alta (nunca se deve entrar em alta para tentar captar a última fatia dos retornos antes da queda eminente) e não sairmos a tempo, porque ninguém gosta de saír a perder, mas é neste caso que devemos ter "big balls".

    A probabilidade de em 2014 o mercado acionista brasileiro ter retornos negativos no final do ano é a mesma dos funcionários públicos e os reformados terem este ano um aumento salarial, o mesmo já não digo dos mercados da Europa e dos EUA ou até do Japão.

    Um abraço,

    file 112

    file 112 sabes que tenho as mesmas ideias que tu tens e que penso que o mundo dos fundos tem que ser dinâmico para aproveitar upswings e reduzir dowswings (até já pelos cálculos que apresentaste). Aqui a questão é só uma, nunca sabes se o fundo desceu tudo ou subiu tudo. É impossível de traçar máximos ou mínimos nos fundos, por isso é tão dificil traçar tendências e é um erro dizer que alguém apostou bem ou mal num fundo porque poderia ter outra percepção da tendência do fundo/mercado.

    Seja como for gosto muito dos teus comentários e julgo que os emergentes vão dar um ar da sua graça, ao contrário do que era falado nas previsões de início do ano. Julgo que os problemas com a Rússia de certo modo também ajudam a que o mercado EU/USA esteja com estas "correcções".

    Abraço

    Malheiro

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    Enfim. Hoje foi um dia para esquecer. Mas amanhã é um novo dia.

    Curiosamente, um fundo que subscrevi - Millennium Prestige Valorização -, um lorpa que não sai da cepa torta, hoje deu-lhe para valorizações... isto é cada uma...

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    (nunca se deve entrar em alta para tentar captar a última fatia dos retornos antes da queda eminente) e não sairmos a tempo, porque ninguém gosta de saír a perder, mas é neste caso que devemos ter "big balls".

    Esta lógica não acaba por ser um bocado irrelevante quando o fundo é para longo prazo? É sempre melhor entrar a ganhar que perder, ok, mas numa prespectiva tipo 5 anos não sei se terá grande relevo andar a escolher o dia e o mês para entrar, ou faz?

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    David: Tens toda a razão em dizeres que o Brasil e a Turquia são muito voláteis, só que também tens que dizer que há duas volatilidades: uma má (downside) e outra boa (upside), para além de que nos mercados subavaliados, como é o caso do Brasil e em menor grau a Turquia, há com certeza uma expetável tendência dos upsides suplantarem, nos próximos tempos, os downsides, pelo que a volatilidade total (as duas) deve ser positiva.

    O que é chato, e tenho muita pena disso, é por exemplo o nosso amigo lelo ter entrado na fase alta do rally da saúde e agora em cerca de 1 mês estar a perder mais de 7%, quando aqui neste fórum eu disse-lhe para resgatar totalmente esse fundo da BlackRock quando estava a perder da ordem dos 3%. Tenho pena, pois até gosto do rapaz. Ou seja, a grande volatilidade que derrete uma carteira é entrarmos em alta (nunca se deve entrar em alta para tentar captar a última fatia dos retornos antes da queda eminente) e não sairmos a tempo, porque ninguém gosta de saír a perder, mas é neste caso que devemos ter "big balls".

    A probabilidade de em 2014 o mercado acionista brasileiro ter retornos negativos no final do ano é a mesma dos funcionários públicos e os reformados terem este ano um aumento salarial, o mesmo já não digo dos mercados da Europa e dos EUA ou até do Japão.

    Um abraço,

    file 112

    Entradas em alta é sempre complicado, concordo totalmente contigo, eu como sou mais "conservador" as minhas entradas em alta são bastante ponderadas, vou-te dar o exemplo do ES Rendimento Plus e do ES Obrigações Europa, já tinha ambos desde mais ou menos a meio de 2012, já se notava uma seta sempre a subir, era normal por estarmos numa altura de "bull" nas obrigações, mas nem foi tanto por isso que entrei e reforcei, foi pela sua alta exposição aos periféricos, enquanto muitos tinham medo eu entrei, foi ponderado porque era minha convicção que não iam deixar cair paises como a Grécia, Portugal, Irlanda, Itália, Espanha e que as yields destes paises iriam baixar bastante.

    No mercado de acções este tipo de espectativa é mais complicada de se fazer, eu pelo menos tenho mais receio, por isso eu ser um adepto do mercado Europeu e Americano e pouco mais, ASEAN também gosto numa prespectiva de muito longo prazo, mas de resto a única exposição que tinha a emergentes era no F&C que este ano está a ter uma valorização YTD de 4,50%, mas que saí, não por medo mas por uma necessidade de liquidez e foi o elo mais fraco na altura a levar por tabela.

    Isto para dizer que o meu tipo de investimento é muito simples em buy and hold de apenas uma carteira, no entanto, para quem quer arriscar mais, já o disse várias vezes, a estratégia de ter uma carteira core e algumas satélite onde se possa fazer um tipo de alocação como fazes, um pouco de market timming é totalmente legitima.

    Só por curiosidade, estou com +30% no ES Rendimento Plus e de +45% no ES Obrigações Europa, em quase 2 anos...

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    Esta lógica não acaba por ser um bocado irrelevante quando o fundo é para longo prazo? É sempre melhor entrar a ganhar que perder, ok, mas numa prespectiva tipo 5 anos não sei se terá grande relevo andar a escolher o dia e o mês para entrar, ou faz?

    Acertar no dia para entrar é muito difícil, mas no mês já é bastante mais fácil. A entrada é muito importante independentemente do horizonte temporal do investimento ser de 5, 10 ou 20 anos, mas com certeza que é menos importante para 20 do que para 5 anos.

    Eu por exemplo no início de 2008 entrei pela 1ª vez neste mundo dos fundos e confiei quase cegamente nos experts do premier de um banco, no qual me recomendaram n fundos todos acionistas e nenhum de obrigações, o que depois, quando comecei a estudar estas questões, vi que foi um tremendo erro. E o que aconteceu? No final de 2008 a minha carteira ardeu mais de 50%, quando podia ter ardido só da ordem dos 25-30% se tivesse obrigações em plena festa de obrigações. Passados 2 anos, acabei por vender os fundos todos e o único que não perdi foi onde tinha posto menos dinheiro de acordo com as indicações dos experts. Porque é que vendi todos os fundos? Foi porque nenhum deles estava a valorizar como a maioria, e aí tomei uma atitude contrária à alocação equilibrada da dispersão de ativos, e em vez disso concentrei todo o capital dos resgates num único fundo do Brasil com alguma alavancagem de outro capital próprio, e passado cerca de 1 ano consegui recuperar todas as perdas e ficar ainda com 10% de lucro. O que aconteceu a seguir? Foi que não soube vender o Brasil a tempo e acabei por vender a perder com 15% de perdas, e se não tivesse vendido mesmo assim naquela altura, mais uma vez a minha carteira tinha derretido como em 2008. Em maio do ano passado voltei novamente a anular as perdas, mas depois foi uma desgraça devido ao descalabro da Turquia e da Tailândia, porque fiz uma aposta errada ao desviar-me em grande parte para a Ásia (sem Japão) em vez de permanecer na Europa e nos EUA, porque na altura eu tinha dúvidas se em 2013 os EUA e a Europa iriam ter retornos da ordem dos 30% como tiveram em 2012, e pela 1ª vez, desde que eu entrei neste jogo, a Ásia toda, com exceção do Japão, tem este descalabro total.

    Depois deste último murro no estômago, finalmente percebi o quanto pode ser determinante uma moeda local fraca para o afundanço da sua bolsa de valores, devido ao efeito especulativo da saída repentina e massiva de capitais para o exterior desse país, o qual está extremamente dependente da entrada de capitais estrangeiros, e assim esse país fica na mão desses especuladores, os quais alguns já voltaram e ainda vão voltar mais para aproveitar as oportunidades das ações baratas que antes foram os responsáveis pela sua desvalorização, e no meio destes artistas ficam os do retalho a arder. O ano passado eu provei o fel da Turquia, mas este ano espero provar o mel e anular as perdas, mas mesmo que isso aconteça foi um ano perdido (balanço zero), o mesmo pode acontecer a quem permaneça este ano na Europa ou nos EUA, quem sabe? No final do ano, vamos ver então quanto ganhou o Brasil, Turquia, Indonésia e outros emergentes versus EUA e Europa.

    Um abraço,

    file 112

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    Há um mês atrás ninguém dizia que esta queda no mercado accionista , e particularmente nas biotechs e saúde, iria acontecer file.

    Amigo, eu também tenho alguma culpa nisso, porque devia ter sido mais pressionante contigo, pois na altura eu estava a ganhar 85% brutos na biotecnologia e só vendi passado 1 mês com um lucro liquido de cerca de 52%, quando a queda de cotação da UP nesse mês foi só pouco mais de 15% (estou a citar os valores de memória), e o rombo na carteira entre o bruto e o liquido dos ganhos foi da ordem do dobro dessa queda da UP (85% - 52% = 32%), pois a matemática na queda da carteira não é só pelo factor dos 28% de tributação das mais-valias. No Tópico do Rick do Caldeirão fiz um post sobre isto, onde coloquei uma pequena fórmula matemática desse cálculo.

    Um abraço,

    file 112

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    Não tens culpa nenhuma! Se fossemos adivinhar os pontos de inflexão, isto era uma alegria amigo!  ;D

    A dúvida está em assumir desde já esta perda, ou uma vez que a médio/longo prazo o fundo certamente vai gerar mais valias, aguentar-me à jarda  e esperar que esta desvalorização não dure muito mais tempo.

    Um abraço.

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    Graças a deus não entrei nas Biotecnologias, estaria agora a levar porrada na ordem dos 30%.

    Sugestões para uma carteira para constituir para a semana que vem?

    Já li Brasil e Médio Oriente... Fora isso, obrigações, globais ou europeias?

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    Boas pessoal,

    Alguém aqui tem entre o seus fundos o MILLENNIUM EXTRA TESOURARIA II?

    Não é um fundo muito lucrativo, mas é na generalidade seguro, mas dia 14/04/2014 a UP valia 6042.8450eur e no dia seguinte (que foi ontem) passou a valer 6037.6401eur. Alguém sabe a que se possa dever?

    Obrigado!

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    Boas,

    Utilizando o gráfico interativo do site MSN Money, no caso do fundo da biotecnologia da Franklin, que resgatei totalmente no passado dia 28 de março, pode-se constatar o seguinte:

    - O pico de cotação da UP foi de 25.77 no dia 25 de fevereiro;

    - A cotação da UP no resgate a 28 de março foi de 21.69;

    - A última cotação da UP, no dia 15 de abril, é de 19.81;

    - A cotação da UP mais parecida com a cotação do resgate (21.69) ocorreu no dia 9 de janeiro com o valor de 21.72.

    Do exposto, pode-se concluir o seguinte:

    - Entre o pico de cotação da UP e a cotação no meu resgate, há uma queda de 18.8%;

    - Entre o pico de cotação da UP e a cotação de ontem, há uma queda de 30.1%;

    - O período entre o dia 9 de janeiro e o dia de resgate a 28 de março, em que as cotações das UP's são quase iguais, corresponde ao meu "tempo morto", ou seja, na prática foi como tivesse resgatado a 9 de janeiro (em vez do real resgate a 28 de março) e assim andei quase 3 meses a "encher pneus" em que o meu capital teve zero de capitalização. Por aqui se vê como os downsides são sempre de maior amplitude que os upsides, pelo que não devemos estar a esticar muito um upside próximo de uma queda eminente, porque aí teremos uma grande probabilidade de sairmos bastante prejudicados com essa tentativa de captar a última fatia do upside.

    Abr,

    file 112

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