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  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    É este...

    Fidelity Latin America E-Acc-EUR

    LU0115767021

    Um abraço.

    Agradeço-te pela informação relativa à normal correção após uma forte valorização.

    Companheiro, já deu para perceber, com a tua resposta, que és tipo perspicaz, porque eu mandei-te aquela do elevador e do prematuro de propósito e tu topaste.

    Já agora qual é o ISIN do fundo que falas?

    Um abraço,

    file 112

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    É este...

    Fidelity Latin America E-Acc-EUR

    LU0115767021

    Um abraço.

    Agradeço-te pela informação relativa à normal correção após uma forte valorização.

    Companheiro, já deu para perceber, com a tua resposta, que és tipo perspicaz, porque eu mandei-te aquela do elevador e do prematuro de propósito e tu topaste.

    Já agora qual é o ISIN do fundo que falas?

    Um abraço,

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    Esse fundo que tens da Fidelity da America Latina é um bom fundo, dentro da categoria, e nos 25 maiores ativos do fundo, 10 são do Brasil. Não te chateies porque o teu fundo, devido às perdas acumuladas, vai ter que arrancar, mas mais lento que o Brasil. Neste caso, a teórica dispersão dos ativos para baixar o risco não funciona, pois não está a baixar o risco e está a diminuir os retornos, sendo que, neste caso, a estratégia correta seria a concentração (só no Brasil) e não a dispersão (vários países da América Latina). Ou seja, primeiro nós temos que definir o nosso alvo a atingir (objetivo/estratégia) e só depois é que vamos escolher a arma mais apropriada para atingir o alvo, e neste caso devemos escolher uma carabina de precisão com uma bala para tentar atingir em cheio o centro do alvo (100 pontos, máximo de retornos possível com a concentração destruidora no centro) e não disparar com uma espingarda de cartuchos em que há uma maior probabilidade de se atingir a área do alvo, através da dispersão dos grãos de chumbo, mas que pode até nem colocar nenhum grão no centro do alvo, e, mesmo que coloque um chumbo não terá a força destruidora do concentrado de uma bala/mais retornos. Por vezes, em termos táticos e limitados no tempo, temos que ter uma estratégia contrária às teorias universais (mas não especificas ou singulares), de modo a obtermos mais retornos.

    Um abraço,

    file 112

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    Boas,

    David, onde pára o Sr. Presidente, que desde o dia 4 de Abril não aparece no tópico?

    Sobre o seu paradeiro, várias hipóteses se podem colocar:

    - Está a gozar umas merecidas férias, aproveitando as mais-valias do resgate da biotecnologia;

    - Está a preparar uma tática eleitoral agressiva para as próximas eleições Europeias;

    - Está em repouso ativo a estudar e a preparar um próximo post que nos vai deixar de cara à banda;

    - Está a analisar os mercados brasileiro e do médio oriente, com vista a calcular o rácio de Sharpe (retornos de prazer ajustado ao risco) das gatinhas brasileiras e das odaliscas árabes;

    - Está um pouco adoentado (espero que não) e está sem motivação para criar a sua habitual entropia aqui no tópico, mas dentro daquela filosofia de um caos organizado, como acontece com a secretária de um grande Presidente ou CEO.

    Grande Presidente, põe aquele boné na cabeça do tipo estúpido e bacoco, mas por baixo daquele boné está uma cabeça pensadora mas demasiado maquiavélica. O Maquievel ao lado do Presidente, nem para aguadeiro servia. Só é pena é que com a entropia que por vezes causa no tópico, desconcentra alguns foristas e põe o tópico a lateralizar em vez de contribuir mais para o rally de sabedoria do mesmo.

    Um abraço,

    file 112

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    Caro File,

    Agradeço-te pelo tempo que despendeste na análise do fundo que subscrevi. E ainda mais te agradeço pelo precioso reparo relativo à minha inadequada dispersão pelo mercado da América Latina, em vez de me focar unicamente no Brasil. São erros que se devem a estar a iniciar agora (apenas iniciei este tipo de investimentos em Janeiro de 2014) os meus investimentos em fundos e de, portanto, ainda ser inexperiente.

    Em todo o caso, nem tudo está perdido, pois entrei nesse fundo a tempo de ainda estar a ganhar, ainda que tenha ontem levado pancada. Também investi neste - LU0106819104 - e, embora padeça do mesmo problema de dispersão a que fizeste alusão, tenho estado a ganhar (exceto ontem... que foi um dia para esquecer; ainda assim estou em terreno francamente positivo, atendendo ao momento em que entrei). Estou a contar com a saída da crise da crimeia/ucrânia e a valorização da Turquia para embolsar ainda muito mais. Veremos...

    Em todo o caso, agradeço-te pela preciosa ajuda. Tenho os teus posts todos gravados e tenho-os lido com atenção.

    Um abraço,

    Esse fundo que tens da Fidelity da America Latina é um bom fundo, dentro da categoria, e nos 25 maiores ativos do fundo, 10 são do Brasil. Não te chateies porque o teu fundo, devido às perdas acumuladas, vai ter que arrancar, mas mais lento que o Brasil. Neste caso, a teórica dispersão dos ativos para baixar o risco não funciona, pois não está a baixar o risco e está a diminuir os retornos, sendo que, neste caso, a estratégia correta seria a concentração (só no Brasil) e não a dispersão (vários países da América Latina). Ou seja, primeiro nós temos que definir o nosso alvo a atingir (objetivo/estratégia) e só depois é que vamos escolher a arma mais apropriada para atingir o alvo, e neste caso devemos escolher uma carabina de precisão com uma bala para tentar atingir em cheio o centro do alvo (100 pontos, máximo de retornos possível com a concentração destruidora no centro) e não disparar com uma espingarda de cartuchos em que há uma maior probabilidade de se atingir a área do alvo, através da dispersão dos grãos de chumbo, mas que pode até nem colocar nenhum grão no centro do alvo, e, mesmo que coloque um chumbo não terá a força destruidora do concentrado de uma bala/mais retornos. Por vezes, em termos táticos e limitados no tempo, temos que ter uma estratégia contrária às teorias universais (mas não especificas ou singulares), de modo a obtermos mais retornos.

    Um abraço,

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    Caro File,

    Agradeço-te pelo tempo que despendeste na análise do fundo que subscrevi. E ainda mais te agradeço pelo precioso reparo relativo à minha inadequada dispersão pelo mercado da América Latina, em vez de me focar unicamente no Brasil. São erros que se devem a estar a iniciar agora (apenas iniciei este tipo de investimentos em Janeiro de 2014) os meus investimentos em fundos e de, portanto, ainda ser inexperiente.

    Em todo o caso, nem tudo está perdido, pois entrei nesse fundo a tempo de ainda estar a ganhar, ainda que tenha ontem levado pancada. Também investi neste - LU0106819104 - e, embora padeça do mesmo problema de dispersão a que fizeste alusão, tenho estado a ganhar (exceto ontem... que foi um dia para esquecer; ainda assim estou em terreno francamente positivo, atendendo ao momento em que entrei). Estou a contar com a saída da crise da crimeia/ucrânia e a valorização da Turquia para embolsar ainda muito mais. Veremos...

    Em todo o caso, agradeço-te pela preciosa ajuda. Tenho os teus posts todos gravados e tenho-os lido com atenção.

    Um abraço,

    Esse fundo que tens da Fidelity da America Latina é um bom fundo, dentro da categoria, e nos 25 maiores ativos do fundo, 10 são do Brasil. Não te chateies porque o teu fundo, devido às perdas acumuladas, vai ter que arrancar, mas mais lento que o Brasil. Neste caso, a teórica dispersão dos ativos para baixar o risco não funciona, pois não está a baixar o risco e está a diminuir os retornos, sendo que, neste caso, a estratégia correta seria a concentração (só no Brasil) e não a dispersão (vários países da América Latina). Ou seja, primeiro nós temos que definir o nosso alvo a atingir (objetivo/estratégia) e só depois é que vamos escolher a arma mais apropriada para atingir o alvo, e neste caso devemos escolher uma carabina de precisão com uma bala para tentar atingir em cheio o centro do alvo (100 pontos, máximo de retornos possível com a concentração destruidora no centro) e não disparar com uma espingarda de cartuchos em que há uma maior probabilidade de se atingir a área do alvo, através da dispersão dos grãos de chumbo, mas que pode até nem colocar nenhum grão no centro do alvo, e, mesmo que coloque um chumbo não terá a força destruidora do concentrado de uma bala/mais retornos. Por vezes, em termos táticos e limitados no tempo, temos que ter uma estratégia contrária às teorias universais (mas não especificas ou singulares), de modo a obtermos mais retornos.

    Um abraço,

    file 112

    @atlas: Quando citas alguém, antes de escreveres deves clicar em citar e depois escreves a seguir à "quote" (fim da citação) no quadro que aparece.

    Para principiante não estás nada mal, pois escolheste uma estratégia correta ao apostares em fundos bastante subvalorizados, a questão é tentar acertar com o pré-arranque desses fundos.

    Deixa-me esclarecer melhor a questão da dispersão versus concentração dos ativos, senão os puristas teóricos matam-me: o correto para constituir um portfolio (carteira) de ativos equilibrado (balanced) é, por principio, escolher ativos que tenham correlações negativas, isto é, ativos com tendências de subida/descida contrárias, e desse modo se um ativo desce o outro sobe, tendo assim o objetivo da carteira global de ativos estar sempre ou tendencialmente positiva. Assim, em principio, a dispersão de ativos faz diminuir o risco, mas também pode traduzir-se na diminuição de retornos por não ter concentrado a aposta nas oportunidades mais vencedoras. Se nós conseguirmos prever qual é o melhor cesto, então nós devemos, temporariamente, colocar todos os ovos nesse cesto e não dispersá-los pelos vários cestos.

    A questão é que no médio-longo prazo é muito difícil saber, à priori, qual é o cesto mais adequado, daí dever-se efetuar a dispersão pelos vários cestos e não a concentração. Só que numa estratégia tática de curto prazo, se eu souber prever o que irá mais bombar nos próximos tempos, então eu devo concentrar parte do meu investimento (não todo, devemos ter sempre ativos de baixo risco como defesa) nesses alvos de oportunidades de timing, em vez de andar a disparar em todas as direções.

    No teu fundo dos emergentes da Europa, tenho algumas dúvidas sobre a valorização continuada da Rússia, uma vez que os seus ativos principais são empresa relacionadas com o gás e petróleo, e é aqui que troço o nariz, pois com as descobertas nos EUA do gás e crude nas camadas geológicas profundas de xisto, o preço não pode valorizar tanto como a alguns anos atrás. Em vez da Rússia, seria mais interessante ter os países árabes do médio oriente, com o Qatar (ganhou o campeonato do mundo de futebol) à cabeça.

    No teu fundo da América latina, o Brasil é porventura aonde se poderá ter mais valorizações devido à atual subavaliação aliada á dimensão do país, daí eu falar na concentração, no curto prazo (1-2 anos), neste país, mas no longo prazo (>= 10 anos) a dispersão deverá estar, porventura, mais correta em vez da concentração. Para um químico dispersão é diluição, então se eu estiver a beber um líquido com alguma toxicidade (risco), eu devo bebe-lo o mais diluído possível para me fazer menos mal, mas ao contrário se o líquido tiver coisas boas e más, então eu devo separar previamente essas componentes e beber de um modo concentrado só essas substâncias ativas boas.

    Um abraço,

    file 112

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    No teu fundo dos emergentes da Europa, tenho algumas dúvidas sobre a valorização continuada da Rússia, uma vez que os seus ativos principais são empresa relacionadas com o gás e petróleo, e é aqui que troço o nariz, pois com as descobertas nos EUA do gás e crude nas camadas geológicas profundas de xisto, o preço não pode valorizar tanto como a alguns anos atrás. Em vez da Rússia, seria mais interessante ter os países árabes do médio oriente, com o Qatar (ganhou o campeonato do mundo de futebol) à cabeça.

    Um abraço,

    file 112


    Bom dia.

    Em relação a um fundo do Médio Oriente o que acham deste:

    Franklin MENA N Acc $

    Há algum melhor?!

    Cumpts

    Marco Ramos

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    No teu fundo dos emergentes da Europa, tenho algumas dúvidas sobre a valorização continuada da Rússia, uma vez que os seus ativos principais são empresa relacionadas com o gás e petróleo, e é aqui que troço o nariz, pois com as descobertas nos EUA do gás e crude nas camadas geológicas profundas de xisto, o preço não pode valorizar tanto como a alguns anos atrás. Em vez da Rússia, seria mais interessante ter os países árabes do médio oriente, com o Qatar (ganhou o campeonato do mundo de futebol) à cabeça.

    Um abraço,

    file 112


    Bom dia.

    Em relação a um fundo do Médio Oriente o que acham deste:

    Franklin MENA N Acc $

    Há algum melhor?!

    Cumpts

    Marco Ramos

    O melhor fundo Franklin MENA não é esse que indicas mas o seu irmão gémeo em EUR e Hedge:

    http://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F000001VJO

    Este fundo teve uma grande valorização o ano passado e este ano também se está a portar bem, só que não recomendo entrar agora porque está sobreaquecido, e o perigo de entar, eventualmente, em máximos é depois o tombo que vem a seguir, como o pessoal que entrou há cerca de 1 mês na biotecnologia ou saúde e agora está a ver a carteira a arder. Mas também pode acontecer que suba mais até ao final do ano, mas mesmo que isso aconteça, o risco não compensará eventualmente.

    Acho que para entrar agora no Médio Oriente, com mais Turquia (subvalorizado) e menos África, estaremos mais defendidos, numa perspetiva de maior potencial de valorização, entrar neste fundo:

    http://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F00000J5I1

    O que nós deveremos escolher não é um fundo que no último ano teve uma hipervalorização, mas sim um fundo que no passado recente teve uma hipovalorização mas aonde já se notem sinais de mudança para o arranque de uma possivel hipervalorização no futuro próximo.

    A estratégia de apostar nos recentes vencedores e entrar no timing de máximos é das piores estratégias possiveis, e pode destruir a carteira de tal modo (se a % aplicada fôr elevada) que o resto da nossa vida pode não ser suficiente para recuperar essas brutais perdas. Por isso, é que a grande estratégia dos investidores vencedores é adotar uma politica de controlo de riscos/perdas. Nunca se esqueçam que se o capital remanescente após grandes perdas estiver próximo de zero, então mesmo que tenham a seguir uma taxa de lucro de quase infinito, o novo capital continuaria próximo de zero (zero x infinito = zero).

    É por esta razão que na nossa carteira deve haver ativos de baixo risco e ter alguma percentagem do capital em liquidez/monetário, pois este capital, por um lado, serve como um fermento minimo para nos manter sempre em jogo, após grandes perdas, e, por outro lado, serve para "alavancar" a carteira em novas apostas nas situações de bullmarket. A liquidez é uma espécie de seguro tipo PPR no caso de termos grandes perdas, ficando assim um pouco "desempregados" do jogo do mercado, e nós temos que nos manter sempre em jogo.

    Abr,

    file 112

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    O melhor fundo Franklin MENA não é esse que indicas mas o seu irmão gémeo em EUR e Hedge:

    http://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F000001VJO

    Acho que para entrar agora no Médio Oriente, com mais Turquia (subvalorizado) e menos África, estaremos mais defendidos, numa perspetiva de maior potencial de valorização, entrar neste fundo:

    http://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F00000J5I1

    Abr,

    file 112

    Obrigado pelos conselhos file112...

    Por acaso entrei à um ano num Biotech, já esteve com 65%, agora está nos 40%...

    E para um bocadinho de exposição ao Japão o que aconselhas?!

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    Obrigado pelos conselhos file112...

    Por acaso entrei à um ano num Biotech, já esteve com 65%, agora está nos 40%...

    E para um bocadinho de exposição ao Japão o que aconselhas?!

    Atualmente, no Japão aconselho ZERO (não te esqueças que o ano passado o Japão foi um grande vencedor juntamente com os EUA e a Europa, porque achas que estes três estão a levar porrada, e ainda vão levar mais?).

    Abr,

    file 112

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    Boa tarde,

    Sigo à pouco tempo o vosso forum, mas já deu para ver que tem pessoas com bastante mérito, parabéns.

    Tenho uma carteira recente e que gostava que comentassem:

    [table]  [tr] [td] [table]  [tr] [td]Carteira[/td] [td]Ativos %[/td] [/tr] [tr] [td]Espírito Santo Liquidez[/td] [td]34[/td] [/tr] [tr] [td]Espírito Santo Portugal Acções [/td] [td]23[/td] [/tr] [tr] [td]Espírito Santo Rendimento Plus [/td] [td]15[/td] [/tr] [tr] [td]Espírito Santo Obrigações Europa [/td] [td]12[/td] [/tr] [tr] [td]Espírito Santo Acções Europa [/td] [td]10[/td] [/tr] [tr] [td]Espírito Santo Renda Mensal [/td] [td]4[/td] [/tr] [tr] [td]Espírito Santo Plano Crescimento[/td] [td]2[/td] [/tr][/table][/td][td]

    [/td][/tr][tr][td]

    [/td][td]

    [/td][/tr][/table]

    Obrigado e continuem, pois o nosso país precisa de pessoas como vocês.

    Gil

    [table][tr][td][/td][/tr][/table]

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    Onde é que foste buscar essa ideia das ações Europa e EUA recuperarem em 2014? Quando em 2 anos seguidos (2012 e 2013) os fundos valorizaram em cada ano da ordem dos 30%. Esta situação foi muito anómala e dificilmente se repetirá tão cedo. Eu resgatei há cerca de 2 semanas a biotecnologia e todos os fundos da Europa, será que fiz bem? Ninguém sabe, mas uma coisa é certa, com o resgate, para já, evitei uma perda média da ordem dos 4% e virei-me para o Médio Oriente onde estou a ganhar, para já, logo estou a "ganhar duas vezes".

    Eu aprendi a lição o ano passado quando entrei em pleno rally da Turquia, tive em 4 meses 25% de lucro, mas depois passados 2 meses já estava na ordem dos 20% negativos. Também na altura não me tinha apercebido o que a desvalorização de uma moeda local fraca poderia provocar aquela drawdown brutal da ordem de 45% em pouco mais de 1 mês.

    Sabes porque é que os países árabes do médio oriente estão a bombar há cerca de 2 anos? É porque no período de 2009 a 2011 inclusive não tiveram grande valorização comparativa com outros mercados.

    Abr,

    file 112

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    File o que axas do Brasil? Recuperará este ano?

    Presidente, o Brasil só pode recuperar este ano, depois das perdas brutais em 3 anos seguidos. O brasil vai ter que arrancar a sério como já aconteceu este ano com a Indonésia. Se queres entrar no Brasil, subscreve um fundo só com ações "puras" sem produtos estruturados ou obrigações na sua alocação (tipo JPMorgan), porque esses ativos têm uma função principal de controlo de riscos em market neutral ou bearmarket, mas nas situações de valorização do mercado acionista funcionam um pouco como travão ao acelerador das ações puras e duras, pois as ações das empresas é que são o verdadeiro mercado, e este quando acelera a fundo é por causa dessas ações puras e não de outros ativos, se bem que a maré alta faz subir todos os barcos, só que os barcos sem amarras de proteção de risco vão subir mais que os outros ancorados.

    Abr,

    file 112

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    presidentedajunta

    Presidente, o Brasil só pode recuperar este ano, depois das perdas brutais em 3 anos seguidos. O brasil vai ter que arrancar a sério como já aconteceu este ano com a Indonésia. Se queres entrar no Brasil, subscreve um fundo só com ações "puras" sem produtos estruturados ou obrigações na sua alocação (tipo JPMorgan), porque esses ativos têm uma função principal de controlo de riscos em market neutral ou bearmarket, mas nas situações de valorização do mercado acionista funcionam um pouco como travão ao acelerador das ações puras e duras, pois as ações das empresas é que são o verdadeiro mercado, e este quando acelera a fundo é por causa dessas ações puras e não de outros ativos, se bem que a maré alta faz subir todos os barcos, só que os barcos sem amarras de proteção de risco vão subir mais que os outros ancorados.

    Abr,

    file 112

    Então BPI Brasil ou ES Brasil não achas bem?

    Existe um da Fidelity

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    File112, estive a comparar alguns fundos de Ações Brasil e verifiquei que o Bradesco Glbl Braz Eqs M&S Caps R € (LU0670732584) tem melhores rácios que o fundo da JPMorgan que sugeris-te e ainda apresenta rentabilidades bastante superiores. Apesar de se tratar de um fundo Mid/Small Caps parece-me mais interessante para explorar o potencial de valorização do Brasil. O que achas?

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    File112, estive a comparar alguns fundos de Ações Brasil e verifiquei que o Bradesco Glbl Braz Eqs M&S Caps R € (LU0670732584) tem melhores rácios que o fundo da JPMorgan que sugeris-te e ainda apresenta rentabilidades bastante superiores. Apesar de se tratar de um fundo Mid/Small Caps parece-me mais interessante para explorar o potencial de valorização do Brasil. O que achas?

    O fundo da Bradesco de small-mid caps que referes é campeão das estrelas Morningstar, o que quer dizer que é  campeão em termos de rácio de Sharpe (RS), isto é, melhores retornos ajustados ao risco. Assim, fundos com elevados RS são com certeza, comparativamente, bons fundos em situações de bearmarket e market neutral mas em bullmarket com rally acentuado não são normalmente os fundos que geram mais retornos, pois têm falta de volatilidade porque são demasiado defensivos e pouco expansionistas.

    No upside, a volatilidade é sempre boa e no downside essa volatilidade já é má, e como no bullmarket os upsides superam substancialmente os downsides, então nesta situação de mercado acionista o que é mais rentável é apostar mais no factor volatilidade e menos no controlo de riscos para minimizar o desvio padrão.

    Como num futuro próximo o que pode vir aí é um bullmarket ( atualmente podemos dizer que está em market neutral) e não um bearmarket, então eu quero fundos de ações "puras" das empresas sem produtos estruturados de proteção de risco, e esse fundo da Bradesco tem esses derivados e também demasiado peso do consumo defensivo, o que não otimiza os retornos no bullmarket. Num rally, a grande volatilidade funciona como um acelerador para a obtenção de retornos, enquanto que a pequena volatilidade/risco funciona como um travão. A alavancagem funciona tal como a volatilidade, ou seja, é boa no bull e má no bear.

    Percebes agora porque eu apostaria em fundos do tipo JPMorgan ou HSBC, por exemplo?

    Abr,

    file 112

    P.S. Esta resposta serve também para o Presidente.

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    Boa tarde,

    Sigo à pouco tempo o vosso forum, mas já deu para ver que tem pessoas com bastante mérito, parabéns.

    Tenho uma carteira recente e que gostava que comentassem:

    [table]  [tr] [td] [table]  [tr] [td]Carteira[/td] [td]Ativos %[/td] [/tr] [tr] [td]Espírito Santo Liquidez[/td] [td]34[/td] [/tr] [tr] [td]Espírito Santo Portugal Acções [/td] [td]23[/td] [/tr] [tr] [td]Espírito Santo Rendimento Plus [/td] [td]15[/td] [/tr] [tr] [td]Espírito Santo Obrigações Europa [/td] [td]12[/td] [/tr] [tr] [td]Espírito Santo Acções Europa [/td] [td]10[/td] [/tr] [tr] [td]Espírito Santo Renda Mensal [/td] [td]4[/td] [/tr] [tr] [td]Espírito Santo Plano Crescimento[/td] [td]2[/td] [/tr][/table][/td][td]

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    Obrigado e continuem, pois o nosso país precisa de pessoas como vocês.

    Gil

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    Gosto muito da ESAF, os fundos que tens até são bons, como são na generalidade os fundos da ESAF, no entanto exposição apenas a um agestora de fundos acarreta um risco que não vale a pena correr, pelo que entendo deves ter conta no BES e dessa forma só consegues fazer fundos deles, mas tens o Best que são do mesmo grupo, é um banco mais barato e sempre podes diversificar as gestoras, a velha máxima de não se colocar os ovos todos no mesmo cesto também se aplica nas gestoras de fundos.

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    presidentedajunta

    Gosto muito da ESAF, os fundos que tens até são bons, como são na generalidade os fundos da ESAF, no entanto exposição apenas a um agestora de fundos acarreta um risco que não vale a pena correr, pelo que entendo deves ter conta no BES e dessa forma só consegues fazer fundos deles, mas tens o Best que são do mesmo grupo, é um banco mais barato e sempre podes diversificar as gestoras, a velha máxima de não se colocar os ovos todos no mesmo cesto também se aplica nas gestoras de fundos.

    Neste caso, para diversificar ainda mais o risco era abrir conta num banco que não pertencesse ao mesmo grupo: BIG ou Invest por exemplo.

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    presidentedajunta

    O fundo da Bradesco de small-mid caps que referes é campeão das estrelas Morningstar, o que quer dizer que é  campeão em termos de rácio de Sharpe (RS), isto é, melhores retornos ajustados ao risco. Assim, fundos com elevados RS são com certeza, comparativamente, bons fundos em situações de bearmarket e market neutral mas em bullmarket com rally acentuado não são normalmente os fundos que geram mais retornos, pois têm falta de volatilidade porque são demasiado defensivos e pouco expansionistas.

    No upside, a volatilidade é sempre boa e no downside essa volatilidade já é má, e como no bullmarket os upsides superam substancialmente os downsides, então nesta situação de mercado acionista o que é mais rentável é apostar mais no factor volatilidade e menos no controlo de riscos para minimizar o desvio padrão.

    Como num futuro próximo o que pode vir aí é um bullmarket ( atualmente podemos dizer que está em market neutral) e não um bearmarket, então eu quero fundos de ações "puras" das empresas sem produtos estruturados de proteção de risco, e esse fundo da Bradesco tem esses derivados e também demasiado peso do consumo defensivo, o que não otimiza os retornos no bullmarket. Num rally, a grande volatilidade funciona como um acelerador para a obtenção de retornos, enquanto que a pequena volatilidade/risco funciona como um travão. A alavancagem funciona tal como a volatilidade, ou seja, é boa no bull e má no bear.

    Percebes agora porque eu apostaria em fundos do tipo JPMorgan ou HSBC, por exemplo?

    Abr,

    file 112

    P.S. Esta resposta serve também para o Presidente.

    Excelente resposta File, parabéns. São posts como estes que enriquecem um fórum.

    Se puderes deixa o ISIN desses dois fundos puros em acções brasileiras. Devo entrar num deles.

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    O fundo da Bradesco de small-mid caps que referes é campeão das estrelas Morningstar, o que quer dizer que é  campeão em termos de rácio de Sharpe (RS), isto é, melhores retornos ajustados ao risco. Assim, fundos com elevados RS são com certeza, comparativamente, bons fundos em situações de bearmarket e market neutral mas em bullmarket com rally acentuado não são normalmente os fundos que geram mais retornos, pois têm falta de volatilidade porque são demasiado defensivos e pouco expansionistas.

    No upside, a volatilidade é sempre boa e no downside essa volatilidade já é má, e como no bullmarket os upsides superam substancialmente os downsides, então nesta situação de mercado acionista o que é mais rentável é apostar mais no factor volatilidade e menos no controlo de riscos para minimizar o desvio padrão.

    Como num futuro próximo o que pode vir aí é um bullmarket ( atualmente podemos dizer que está em market neutral) e não um bearmarket, então eu quero fundos de ações "puras" das empresas sem produtos estruturados de proteção de risco, e esse fundo da Bradesco tem esses derivados e também demasiado peso do consumo defensivo, o que não otimiza os retornos no bullmarket. Num rally, a grande volatilidade funciona como um acelerador para a obtenção de retornos, enquanto que a pequena volatilidade/risco funciona como um travão. A alavancagem funciona tal como a volatilidade, ou seja, é boa no bull e má no bear.

    Percebes agora porque eu apostaria em fundos do tipo JPMorgan ou HSBC, por exemplo?

    Abr,

    file 112

    P.S. Esta resposta serve também para o Presidente.

    Obrigado File112 pelo teu esclarecimento! Percebo perfeitamente o teu ponto de vista e realmente faz todo o sentido.

    Esta semana assistimos à descida generalizada dos índices acionistas. Não consigo perceber se se trata do início da tal falada "correção" que se espera que aconteça após o "rally" dos últimos dois anos ou se se trata de uma variação normal. Tem sido um assunto que tenho acompanho e gostava de saber a vossa opinião.

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    presidentedajunta

    Obrigado File112 pelo teu esclarecimento! Percebo perfeitamente o teu ponto de vista e realmente faz todo o sentido.

    Esta semana assistimos à descida generalizada dos índices acionistas. Não consigo perceber se se trata do início da tal falada "correção" que se espera que aconteça após o "rally" dos últimos dois anos ou se se trata de uma variação normal. Tem sido um assunto que tenho acompanho e gostava de saber a vossa opinião.

    Sim é um facto que a maior parte dos índices na europa desvalorizaram mas penso que ainda será permaturo para ser uma verdadeira correcção.

    Também gostava de ter a opinião do pessoal mais entendido.

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    Sim é um facto que a maior parte dos índices na europa desvalorizaram mas penso que ainda será permaturo para ser uma verdadeira correcção.

    Também gostava de ter a opinião do pessoal mais entendido.

    Eu se fosse adivinho estava rico, mas eu comecei a errar menos quando comecei a tentar pensar como um institucional e não como um investidor do retalho. Há cerca de uma semana vendi todos os fundos da Europa e há 2 semanas vendi o que tinha nos EUA, e, para já, foi das melhores coisas que fiz.

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