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  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Por alguma razão?

    Acho curioso pois todos sabemos que os ETFs têm menos custos e melhores desempenhos globais.

    Menos custos em que sentido? melhores desempenhos? isso daria muita discussão, mas eu sinto-me confortavel com os fundos e é  a minha melhor forma de investir, quem investe em ETFs dirá o mesmo em relação aos ETFs, por vezes não há razões lógicas, é como aqueles que só fazem depósitos a prazo, todos sabemos que dão menos rentabilidade e que têm mais risco que um fundo ou ETF e apesar disso não os deixam de fazer :)

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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

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    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    presidentedajunta

    Menos custos em que sentido? melhores desempenhos? isso daria muita discussão, mas eu sinto-me confortavel com os fundos e é  a minha melhor forma de investir, quem investe em ETFs dirá o mesmo em relação aos ETFs, por vezes não há razões lógicas, é como aqueles que só fazem depósitos a prazo, todos sabemos que dão menos rentabilidade e que têm mais risco que um fundo ou ETF e apesar disso não os deixam de fazer :)

    Sim David mas quem sou eu para te ensinar algo sobre finanças mas sabes que um ETF é normal ter custos de gestão de 0.2 ou 0.4 enquanto um fundo tem sempre no mínimo 1.25%.

    Já com a rentabilidade como aqui postou o salvador são muito poucos os fundos que batem o índice.

    Além de que os fundos não costumam durar 20 anos ou 30 como os ETFs.

    Estou errado?

    Desculpa a pergunta mas como é uma das pessoas mais entendidas do fórum acho curioso não investires em ETF e deves ter as tuas razões :)

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    Sim David mas quem sou eu para te ensinar algo sobre finanças mas sabes que um ETF é normal ter custos de gestão de 0.2 ou 0.4 enquanto um fundo tem sempre no mínimo 1.25%.

    Já com a rentabilidade como aqui postou o salvador são muito poucos os fundos que batem o índice.

    Além de que os fundos não costumam durar 20 anos ou 30 como os ETFs.

    Estou errado?

    Desculpa a pergunta mas como é uma das pessoas mais entendidas do fórum acho curioso não investires em ETF e deves ter as tuas razões :)

    Respondo igual a uma pessoa há uns tempos, se um fundo me está a render 10%/ano achas que me preocupa que ele tenha comissão de gestão de 1%,2%,3%,4%? nada mesmo :)

    Qualquer das maneiras há fundos com comissões de gestão abaixo de 0,50% e já vi ETFs com quase esse tipo de comissão.

    A questão do indice é igual á comissão, se prefiro um fundo que tenha Alfa superior a 1.00? prefiro, mas é como disse, se o fundo me dá rentabilidade a questão de bater o indice ou não para mim é secundário.

    Sou muito prático na forma de investir, e acho que muitas dessas coisas são preciosismos que só interessa a estudiosos, eu não sou estudioso nem me interessa se o gestor apresenta Alfa, se faz muita ou pouca rotatividade de carteira, etc etc, olho para o histórico, olho para a carteira, olho para racio de sharpe, desvio padrão e pouco mais, de resto para mim...

    Mas cada um é como cada qual :) por exemplo, o post do Salvador é optimo, uma estratégia de investimento a roçar o perfeito, no entanto confesso que sou preguiçoso na forma de investir, tanto que a minha forma de investir é muito no buy and hold.

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    presidentedajunta

    Respondo igual a uma pessoa há uns tempos, se um fundo me está a render 10%/ano achas que me preocupa que ele tenha comissão de gestão de 1%,2%,3%,4%? nada mesmo :)

    Qualquer das maneiras há fundos com comissões de gestão abaixo de 0,50% e já vi ETFs com quase esse tipo de comissão.

    A questão do indice é igual á comissão, se prefiro um fundo que tenha Alfa superior a 1.00? prefiro, mas é como disse, se o fundo me dá rentabilidade a questão de bater o indice ou não para mim é secundário.

    Sou muito prático na forma de investir, e acho que muitas dessas coisas são preciosismos que só interessa a estudiosos, eu não sou estudioso nem me interessa se o gestor apresenta Alfa, se faz muita ou pouca rotatividade de carteira, etc etc, olho para o histórico, olho para a carteira, olho para racio de sharpe, desvio padrão e pouco mais, de resto para mim...

    Mas cada um é como cada qual :) por exemplo, o post do Salvador é optimo, uma estratégia de investimento a roçar o perfeito, no entanto confesso que sou preguiçoso na forma de investir, tanto que a minha forma de investir é muito no buy and hold.

    Exacto David tens razão quando dizes que nao importa se bate o índice ou nao mas a verdade é que tens um ganho menor :)

    David achas possível fazer uma estratégia com fundos semelhante à do Salvador ou seja um fundo global de accoes outro de obrigacoes e um de mobiliario e outro de materias primas?

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    presidentedajunta

    desculpen a pergunta de principiante

    Porque é que alguns fundos por exemplo tesouraria são de pouco tempo e muitos fundos falados aqui são de longo tempo ? 1 ano para cima...

    é por isso mesmo que me custa um pouco investir em fundos porque nunca sabemos até quando vamos ter esse fundo...

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    eu tb achei que sim, a minha pergunta é básica, de principiante,

    quero rentabilidade 1-6 meses vou para fundos tesouraria ex tesouraria activa - porque ?

    Outros fundos li por aqui que é para prazos superiores 1 ano até podendo chegar a 5 anos porque ?

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    eu tb achei que sim, a minha pergunta é básica, de principiante,

    quero rentabilidade 1-6 meses vou para fundos tesouraria ex tesouraria activa - porque ?

    Outros fundos li por aqui que é para prazos superiores 1 ano até podendo chegar a 5 anos porque ?

    Minimização de risco, apenas isso.

    Podes ter um fundo durante 1 dia como 50 anos (desde que ele ainda exista), a questão é que fundos mais arriscados a nivel de variações diárias convem manter durante mais tempo, exemplo fundos de acções, fundos com variações mais baixas não os precisas de ter durante tanto tempo para minimizar esse tipo de risco, é apenas isto que se fala.

    Um ES Liquidez podes ter durante um dia ou anos, tu é que defines o teu horizonte temporal, mas neste caso sabes que tendo um dia ou anos o fundo valoriza sempre, se tiveres um fundo de acções durante um dia, uma semana ou um mês, a tua probabilidade de perderes dinheiro é muito elevada, portanto convem teres um fundo desse tipo durante mais tempo, o que se recomenda é fundos de obrigações mais arriscadas e de acções horizonte temporal pelo menos acima dos 3 anos, os rentantes pode ser abaixo disso, mas também nunca antes de 1 ano.

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    Exacto David tens razão quando dizes que nao importa se bate o índice ou nao mas a verdade é que tens um ganho menor :)

    David achas possível fazer uma estratégia com fundos semelhante à do Salvador ou seja um fundo global de accoes outro de obrigacoes e um de mobiliario e outro de materias primas?

    Sr. Presidente: Eu acho que a sua esperteza é inversamente proporcional à pontuação negativa de popularidade que tem aqui no tópico e acho que você se faz de parvo mas, porventura, não terá nada de parvo e parece ter um undercover strategic, e atendendo que tem tantas certezas na outperformance dos ETF's relativamente aos fundos de investimento quaisquer que sejam, permita-me que lhe coloque duas simples questões:

    Admite ou não que numa turma de 30 alunos com notas inferiores à média da Escola, possa haver, por ex., 5 alunos com as melhores notas da Escola e que tenham uma outperformance, por ex., de 10% em relação à média ou ao benchmark da Escola?

    Na sua Junta de Freguesia, a gestão que implementa no investimento é do tipo buy-and-hold a pensar no interesse de longo prazo dos seus munícipes ou é uma gestão ativa a pensar mais nas próximas eleições?

    Abr,

    file 112

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    Boas,

    Vou a seguir reproduzir uma parte de um texto de uma entrevista a Manuel Puerta da Costa da BPI Gestão de Ativos, publicada hoje no Funds People Portugal:

    "O gestor ativo deve pensar antes dos outros e diferenciar-se.

    Referiu que o papel dos analistas financeiros tem vindo a mudar nos últimos anos. Atualmente como deve ser desempenhada essa função, dentro de uma instituição?

    A distinção principal será através dos gestores passivos e dos ativos. Quem tem um mandato de fazer uma réplica de um índice não tem grande hipótese de pensar ‘out of the box’. Tem de tentar se aproximar da forma de pensar do mercado e das suas análises. Quase que diria que nessa matéria é difícil ser analista financeiro, sendo quase mais importante ser uma “máquina” para conseguir replicar os índices. O gestor ativo deve pensar, e bem, de preferência antes dos outros: devendo ser capaz de se diferenciar. Se pensar mal o resultado pode ser desastroso. O que vimos no passado é que existe muito espaço para aproveitar as imperfeições do mercado e portanto ser um gestor ativo em áreas menos exploradas, “under research”, costuma dar bom resultado, dando origem a fundos que depois se destacam na indústria. Mas não tem de ser apenas em pequenas capitalizações. Um gestor de ativos que tenha uma capacidade de ter um tracking error elevado vai, num universo de índices grandes, ter a capacidade de acrescentar valor. Isso pode ser feito através de uma análise financeira em que o gestor tenha de entender os modelos de negócio, a gestão para acrescentar valor, e a dinâmica das forças competitivas que envolvem a empresa e que lhe permitem explorar oportunidades. Entre as capacidades de um bom analista financeiro deve ser estar a de agir (por antecipação) e não a de se restringir a um comportamento reactivo."

    link: http://www.fundspeople.pt/noticias/o-gestor-ativo-deve-pensar-antes-dos-outros-e-diferenciar-se-81477

    Ora aqui está uma pessoa que tem um pensamento similar ao meu e que vou traduzir numa simples frase: Eu acredito muito mais na inteligência individual diferenciadora de uma pessoa do que na inteligência coletiva de um "rebanho" mediano de benchmark.

    Como no texto é referido o tracking error, vou a seguir explicar o mesmo e o rácio de infomação onde ele está incluído:

    Rácio de Informação:

    O rácio de informação mede a performance dos retornos ajustados ao risco do porfolio (carteira) relativamente à performance dos retornos e risco do seu benchmark ou índice de referência.

    O rácio de informação é calculado através da seguinte expressão:

    RI = (Rp – Rb) / TE

    Em que:

    RI- Rácio de Informação;

    Rp- Retornos do portfolio;

    Rb- Retornos do seu benchmark ou índice de referência.

    TE- Tracking Error (desvio padrão da diferença entre os retornos do portfolio e os retornos do índice de referência).

    O rácio de informação (RI) mede capacidade do gestor da carteira ou do fundo para gerar retornos em excesso em relação ao seu valor de referência ou benchmark, mas também verifica a consistência do gestor em bater o benchmark por um gande nº de meses, alguns meses ou apenas um pouco de cada mês.

    Quanto maior é o RI, mais consistente é o gestor e a consistência é uma característica ideal para bater o benchmark numa perspetiva de médio-longo prazo.

    Quanto maior é o alfa (outperformance de retornos em relação ao seu benchmark) de um gestor, maior será o seu RI.

    Quando o benchmark é o ativo sem risco (risk free), então o Rácio de Informação é equivalente ao rácio de Sharpe (RS). No entanto, nos restantes casos, o ranking dos fundos obtido a partir do Rácio de Informação pode diferir do obtido pelo RS, como é lógico, pois as fórmulas de cáculo são diferentes.

    Tal como acontece com o RS também o RI tem as mesmas limitações matemáticas de difícil interpretação quando a rentabilidade em excesso é negativa, uma vez que o rácio será menos negativo na carteira com maior volatilidade, indicando assim, erradamente, uma carteira mais eficiente, quando na realidade é ao contrário. Outra limitação matemática, tal como no RS, é quando o denominador do quociente é zero (no caso de não haver diferença entre os retornos da carteira ou do fundo e os retornos do indice de referência, ou seja, com desvio padrão nulo) ou próximo de zero, e então o RI dará matematicamente um valor infinito ou extremamente elevado, longe então da realidade.

    Tracking Error:

    O Tracking Error (TE) é a divergência entre o comportamento dos preços de uma posição ou de uma carteira/fundo e o comportamento dos preços de referência.

    O TE reporta o desvio padrão da diferença entre os retornos da carteira ou do fundo e os retornos do índice de referência.

    O TE pode ser interpretado como o risco residual (não correlacionado com o benchmark), ou seja, como os desvios da rentabilidade do fundo em relação à rentabilidade do benchmark.

    Abr,

    file 112

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    Era suposto um vendedor de peixe elogiar a carne?  :o

    É óbvio que qualquer gestor activo vai defender a sua actividade. A gestão passiva (ETF) bate a esmagadora maioria dos gestores activos já é uma verdade inatacável. Quanto maior o prazo em análise, mais a superioridade dos ETF (gestão passiva) se nota, i.e., mais dinheiro sobra para os investidores.

    Não percebo como é que quem não sabe escolher as acções vencedoras, pensa que tem a habilidade para escolher o "vendedor" que sabe escolher. E se ele deixar de ser bom?

    Quem utiliza um simples e barato ETF não precisa de se preocupar com nada. Só em recolher o dinheiro. A longo prazo é a única estratégia vencedora.

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    Boas,

    Riscos de uma carteira, coeficientes de correlação e beta.

    Este meu texto tem como referência-base o livro “Fundamentals of Finantial Management” de Eugene F. Brigham e Joel F. Houston (2009), e todos os gráficos e tabelas que apresento são extaídos deste livro.

    Embora o retorno esperado de uma carteira (portfolio) seja a média ponderada dos retornos esperados de cada uma das ações individuais componentes do portfolio, o risco da carteira não é a média ponderada dos desvios padrão (DP) das ações individuais.

    O risco da carteira é normalmente menor que a média dos DP’s das ações, isto porque a diversificação reduz o risco do portfolio.

    Todo o raciocínio e conclusões que vão ser feitas neste texto em relação às ações e a uma carteira de ações, o mesmo se aplica a fundos de investimento e a uma carteira de fundos.

    Para ilustrar o exposto, vou apresentar a Figura 8-4:

    Imag291_zpsfe895cfe.jpg

      A tabela por baixo do gráfico apresenta dados sobre as ações individuais W e M e sobre o portfolio WM composto por 50% de cada uma das ações W e M.

    O gráfico da esquerda representa a variação da taxa de retornos das ações W, M e a carteira WM ao longo dos anos, destacando-se a grande variação das duas ações individualmente, pelo que as mesmas são muito arriscadas. No entanto, os retornos do portfolio são constantes em 15% ao longo dos anos, indicando assim que a carteira não tem qualquer risco.

    Na parte direita da figura, existem os respetivos gráficos de distribuição de probabilidade que mostram isso mesmo, do quanto são arriscadas as ações individualmente (gráfico de cima), enquanto que o portfolioWM das 2 ações não tem qualquer risco (reta vertical no gráfico de baixo).

    Conforme se pode ver na tabela da série de dados, a média dos retornos das ações individuais W e M e a média do portfolio WM são iguais (15.00%), enquanto que o DP de cada uma das ações é de 25.00% ao passo que o DP da carteira das duas ações é de 0.00%, ou seja, o risco desta carteira é nulo. O coeficiente de correlação entre estas duas ações é de -1.

    Assim, fica claro neste exemplo que a escolha de duas ações com tendências opostas (uma sobe e outra desce) e com a mesma amplitude de variação em contraciclo, faz com que o risco da carteira destas duas ações seja nulo.

    A tendência de duas variáveis (ex. 2 ações) em se moverem em conjunto é designada por correlação, e o coeficiente de correlação ® mede esta tendência. Em termos estatísticos, podemos dizer que os retornos das ações W e M são perfeitamente correlacionados negativamente, com R = -1.0. O oposto será uma perfeita correlação positiva, com R = +1.0, que foi o caso do referido portfolio WM. Se os retornos não estão relacionados uns com os outros em tudo, disse que estão a ser independentes e R = 0.0.

    No caso dos retornos de 2 ações terem um R = +1.0 (ambas se movem igualmente para cima ou para baixo), o portfolio composto por essas ações teria exatamente o mesmo risco que o das ações individualmente. Assim, a diversificação das ações (ou dos fundos) é completamente inútil para a redução do risco da carteira se as ações da mesma têm um R = +1.0, mas se este valor for diferente de 1.0, então a diversificação já traz vantagens para a diminuição do risco da carteira.

    Na prática, a maioria das ações são positivamente correlacionadas ( r entre 0.0 e 1.0). Estudos efetuados nos EUA, estimaram que, em média, o coeficiente de correlação entre os retornos de 2 ações selecionadas aleatoriamente é de cerca de 0.30. Com este valor de r, a adição de  ações numa carteira vai reduzir o risco da mesma, mas não o elimina completamente, só se o R fosse -1.0.

    A Figura 8-5 seguinte, ilustra um caso parecido com a realidade anterior em que a carteira tem um R = +0.35.

    Imag292_zps281d2401.jpg

      O retorno médio deste portfolio WY é de 15%, que é o mesmo que os retornos individuais das ações W e Y, mas enquanto o DP da carteira é de 18.62%, o DP de cada uma das ações é já de 22.64%.

    Assim, um investidor racional com aversão ao risco detém as duas ações na carteira em vez das mesmas individualmente.

    Nos 2 exemplos dados anteriormente foram carteiras apenas com duas ações. O que aconteceria se nós aumentássemos o nº de ações na cateira? Como regra geral, o risco da carteira diminui à medida que aumenta o nº de ações de mesma. E se nós adicionarmos suficientes ações parcialmente correlacionadas, poderíamos eliminar completamente o risco? Em geral, a resposta é não.

    A Figura 8-6 seguinte, ilustra isso mesmo.

    Imag293_zps336b4e50.jpg

      Esta figura mostra que o risco de uma carteira diminui à medida que adicionamos cada vez mais ações, sendo de relevar os seguintes pontos:

    1. Verifica-se a redução do risco da carteira à medida do aumento das ações adicionadas, com uma taxa de redução variável, e uma vez atingido o nº de 40 a 50 ações, mais ações adicionais já fazem muito pouco para reduzir o risco da carteira;

    2. O risco da carteira pode ser dividido em duas partes: o risco diversificável e o risco do mercado, sendo que o primeiro é o risco eliminado pela adição das ações, enquanto que o outro é o risco que se mantém mesmo que a carteira contenha todas as ações do mercado. O risco do mercado é o risco não diversificável ou risco sistemático ou risco beta.

    3. O risco diversificável é causado por eventos aleatórios não sistemáticos, tais como: processos judiciais, greves, programas de marketing e de I&D mal sucedidos, vencer ou perder um grande concurso e outros eventos que são exclusivos para as empresas particulares.

    Porque esses eventos são aleatórios, os seus efeitos sobre a carteira podem ser eliminados por eventos de diversificação: o mau de uma empresa pode ser compensado pelos bons eventos de outra empresa. Por outro lado, o risco do mercado decorre de fatores que afetam sistematicamente a maioria das empresas: a guerra, inflação, recessão, taxas de juros altas, e outros fatores macro. Porque a maioria das ações são afetadas por macro fatores, o risco do mercado não pode ser eliminado por diversificação.

    4. Se selecionarmos cuidadosamente as ações para incluir numa carteira em vez de adicioná-las de forma aleatória, o gráfico mudaria. Em particular se nós escolhermos ações com baixas correlações entre si e com baixo risco (DP) em si mesmo, então neste caso o risco da carteira cairia mais rapidamente do que no caso das ações terem sido adicionadas aleatóriamente. Ora aqui está uma das vantagens importantes da gestão ativa por parte de um investidor ou gestor alfa competente que vai ter outperformance (alfa positivo) em relação ao conjunto aleatório do mercado.

    O inverso ocorreria se adicionarmos ações com correlações altas e altos DP’s (risco).

    5. A maioria dos investidores são racionais no sentido de que não gostam do risco. Sendo assim, por que não fazer uma carteira de mercado composta por todas as ações? Existem várias razões. Em 1º lugar, os altos custos administrativos e as comissões não seriam compensados pelos benefícios que traria para os investidores individuais. Em 2º lugar, existem os fundos de índice (index funds) que já garantem essa diversificação para os investidores. Em 3º lugar, algumas pessoas pensam que podem escolher ações que irão bater o mercado, de modo que preferem comprá-las em vez do mercado em geral. Em 4º lugar, algumas pessoas podem, por meio de análises fundamental e técnica superiores, bater o mercado, através da compra de ações subvalorizadas e da venda de ações sobrevalorizadas.

    6. Uma questão fundamental permanece: Como deve ser o risco de uma ação individual ser medido? O DP dos retornos esperados não é apropriado porque inclui o risco que pode ser eliminado com o manter a ação na carteira. Como, então, devemos medir o risco das ações num mundo onde a maioria das pessoas detêm carteiras? A resposta vai ser dada nos próximos parágrafos.

    Então, como vamos medir o risco relevante das ações numa carteira?

    Primeiro, note que todos os riscos, exceto os relacionados com os movimentos amplos do mercado, podem e serão diversificados pela maioria dos investidores ao deterem um nº suficiente de ações para mover para baixo a curva de risco da Figura 8-6, anteriormente colocada, até ao ponto onde só o risco do mercado permanece nas suas carteiras.

    O risco que permanece na carteira, uma vez que a ação está numa carteira diversificada, é a sua contribuição para o risco de mercado da carteira, e este risco pode ser medido pelo grau  de oscilação de uma ação ao mover-se para baixo ou para cima em relação ao mercado. A tendência de uma ação a mover-se relativamente ao mercado é medida através do seu coeficiente beta.

    Idealmente nós gostaríamos de ter uma bola de cristal que nos dissesse como a ação se vai mover no futuro em relação ao conjunto das ações do mercado. Mas já que não podemos prever o futuro, normalmente, usamos o histórico dos dados e assumimos que o beta histórico das ações nos dará uma estimativa razoável de como a ação se moverá no futuro em relação ao mercado.

    Para ilustrar a utilização de dados históricos vou apresentar a Figura 8-7.

    Imag294_zps66e4f4e6.jpg

    Esta figura mostra os retornos históricos de 3 ações (H, A e L) e um índice do mercado (M).

    No ano 1, o mercado, definido por uma carteira contendo todas as ações, teve um retorno de 10%, assim como as 3 ações individuais.

    No ano 2, subiu bruscamente para 20%, as ações H (em alta) subiram para 30%, a ação A (média) subiu para 20%, o mesmo que o mercado, e a ação L (em baixa) subiu para 15% . Para os restantes anos é ver a tabela por baixo do gráfico da referida figura.

    O gráfico das séries de dados da tabela, mostra que as 3 ações se moveram para cima ou para baixo como o mercado, mas a ação H foi duas vezes mais volátil que o mercado, a ação A (média) era exatamente tão volátil como o mercado e a ação L tinha apenas metade da volatilidade do mercado. É claro que quanto maior for o declive da linha reta da ação, maior será a sua volatilidade, e, portanto, maior será a sua perda em tendência de baixa do mercado, mas em contrapartida maior será o seu ganho numa tendência em alta do mercado. As inclinações destas linhas retas são os coeficientes beta das ações.

    Assim, no gráfico vemos que os declives/betas das retas das ações H, A(média) e L são de 2.0, 1.0 e 0.5 respetivamente. Por definição, a média da volatilidade das ações do mercado é de 1.0.

    Assim, porque o beta de uma ação reflete a sua contribuição para o grau de risco de uma carteira, então o beta é a medida teoricamente correta do grau de risco das acões.

    Uma carteira composta por ações de baixo beta terá também um baixo beta porque o beta de uma carteira é a média ponderada dos betas das ações individuais.

    A seguir vou colocar a Tabela 8-5 que mostra o beta das ações das principais empresas bolsistas dos EUA.

    Imag295_zps44d0098b.jpg

      Abr,

    file 112

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    Hoje foi publicado um manifesto sobre a reestruturação da dívida portuguesa.

    Já pensaram no impacto que isso teria em alguns dos fundos de obrigações que detemos?

    Por exemplo nestes:

    ES Rendimento Plus FEIA

    ES Obrigações Europa Euro FIAO TF

    ES Euro Bond

    ES Global Bond

    Não sei se existe alguma ala de psiquiatria que leve os 70 mas se houver mandava-os todos juntos para lá :)

    quanto ao impacto é melhor nem pensares nisso...o objectivo ultimo dessa gente não tem nada a ver com o

    que apregoam ;)

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    Não sei se existe alguma ala de psiquiatria que leve os 70 mas se houver mandava-os todos juntos para lá :)

    quanto ao impacto é melhor nem pensares nisso...o objectivo ultimo dessa gente não tem nada a ver com o

    que apregoam ;)

    @1pedro2:

    Companheiro, a maioria dos subscritores do manifesto, bem como quase toda a classe politica que nos governou (ou se governaram?) durante mais de 3 décadas, só tiveram soluções para nos levar ao presente estatuto de pedintes obedientes.

    Qual será a solução para este bearmarket de políticos? A solução para mim está numa nova matemática eleitoral. Como é sabido, a matemática tem os números positivos, o zero e os números negativos, então porque é que estes últimos não se aplicam ao acto eleitoral? Então vamos alterar isso e nos boletins de voto passa a haver 3 hipóteses de votação, à frente de cada símbolo partidário, com os 3 respetivos quadradinhos, para se pôr uma cruz num deles, em que cada quadrado diria: positivo, neutro/zero (votos de abstenção) e negativo, sendo que o positivo, neutro e positivo correspondem a +1, 0 e -1 votos respetivamente. É que assim os políticos também podiam ter grandes perdas como nós nos mercados. Os votos nulos ou brancos contam como zero.

    Qual é o objetivo e vantagem desta nova matemática eleitoral? É simples:  aumentar o peso do voto de protesto através do voto negativo e assim motivar mais os eleitores a irem votar pelo aumento da eficácia do seu voto e assim diminuir substancialmente a tradicional percentagem elevada de abstenção eleitoral. Assim é que seria uma verdadeira democracia ativa e não passiva, e então os políticos pensariam duas vezes antes de fazerem asneiras, porque infelizmente a justiça portuguesa também não tem ajudado, com as prescrições e fugas de informação, para se pôr na linha os políticos prevaricadores.

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    Não vi ainda o video, nem vou meter em causa absolutamente nada :) no entanto, fui há uns tempos a um seminário sobre fundos que foi organizado pelo banco Best e foi esse senhor do video que "presidiu" ao seminário, e digamos que vim de lá a saber ainda menos ahha.

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    Um PPR é sempre para longo prazo, até porque tem restrições de resgate antes de um determinado tempo, portanto não entendo a vossa preocupação  :P basta olhar para os dados:

    3 anos anualiz. 16.44

    5 anos anualiz. 18.35

    10 anos anualiz: 7.54

    quando falam em subida do ppr nos últimos tempos chamo a atenção para a rentabilidade anualizada a 10 anos, não é propriamente há pouco tempo  ;D

    Partilho aqui o seguinte;

    É interessante quando cruzamos os seguintes dados: yiels PT 10yrs vs fundo PPR AR

    ibs7ZgwQ4VYtPB.gif

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    Partilho aqui o seguinte;

    É interessante quando cruzamos os seguintes dados: yiels PT 10yrs vs fundo PPR AR

    ibs7ZgwQ4VYtPB.gif

    Isso são OTs a 10 anos? é bem normal, a carteira do fundo tem alguma exposição a divida Portuguesa.

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    Boas,

    Outperformance das small e mid caps, no médio-longo prazo, em relação às large caps nos EUA.

    No médio-longo prazo (5-10 anos), os índices (indexes) das pequenas e médias empresas de capitalização bolsista, nos EUA, batem sempre os índices de referência das large caps, tendo como referência o livro “The Neatest Little Guide To Stock Market Investing” de Jason Kelly, ed. 2013.

    Para tal, vou apresentar a seguir 5 tabelas, extaídas do referido livro, com os retornos dos respetivos indexes a 3, 5 e 10 anos, os quais abrangem os anos antes, durante e depois do crash de 2008 (por debaixo de cada tabela está a respetiva data de referência):

    Imag281_zpscb45c7ea.jpg

    31 de dezembro de 2008

    É de salientar que o índice S&P 500 é composto pelas 500 maiores empresas de capitalização dos EUA, o qual representa cerca de 75% do mercado acionista dos EUA e assim da ordem dos 38% do mercado mundial de ações.

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    29 de dezembro de 2006

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    30 de dezembro de 2011

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    30 de dezembro de 2011

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    31 de dezembro de 2008

    Analisando as 5 tabelas para o prazo de 3 anos, na 1ª tabela as small caps perdem só para o Dow Jones e as mid caps perdem só para o NASDAQ 100, e só depois na 5ª tabela é que as mid caps perdem para o Dow Jones Industrial Average.

    De resto, para os prazos de 5 e 10 anos, as small e mid caps batem sempre os retornos dos outros índices de referência indicados. Ou seja, só no curto prazo até 3 anos é que a volatilidade excessiva das small-mid caps em relação às large caps é que se pode traduzir numa redução de retornos, pelo que este tipo de ações de pequena e média capitalização bolsista, com maior risco, devem permanecer na nossa carteira, pelo menos, 5 anos, como aliás é o recomendável para qualquer tipo de ações

    Abr,

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    Bom dia,

    Após alguma análise esta é a constituição de carteira que estou a equacionar constituir. Agradeço opiniões e/ou sugestões de melhoria aos colegas de forum a bem das minhas finanças. :D

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    Um abraço[/td][/tr][/table]

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    Bom dia,

    Após alguma análise esta é a constituição de carteira que estou a equacionar constituir. Agradeço opiniões e/ou sugestões de melhoria aos colegas de forum a bem das minhas finanças. :D

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    Um abraço[/td][/tr][/table]

    Pela % de alocação nos diversos fundos, nota-se que tens um perfil de risco um pouco conservador, pois para além da elevada % alocada ao monetário/liquidez, também tens uma elevada % nas obrigações defensivas de curta duração (Short) que cobrem o espaço entre a liquidez e as obrigações de longa duração.

    No setor da saúde gosto mais do fundo da JPMorgan que é o campeão neste setor, mas no Best só o têm em USD, é pena não terem a versão em EUR, e eu deduzo que tu não tens uma 2ª conta em USD, pelo que, nestas condições, a opção pela BlackRock é adequada.

    Atendendo ao teu perfil, só faria uma correção mais relevante na tua carteira: reduzia a % das obrigações HY do fundo da AXA de 16% para 10%, e os 6% da diferença iria aplicar em ações globais de small caps - fundo Invesco Global Small Coms Eq. E EUR Acc. http://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F00000NGSG

    Eu volto a insitir contigo com este fundo por duas ordens de razões: Uma, estás um pouco enganado quanto ao grau de risco das small caps, pois quando se fala em alguns almoços grátis (maiores retornos com menos risco/desvio padrão) é desta categoria de ativos que nos últimos tempos se tem falado; a outra razão é para teres mais exposição a ações dos EUA (só tens o da saúde da BlackRock) e exposição ao Japão, pois, numa carteira equilibrada, devemos incluir estes dois maiores mercados acionistas mundiais, em que o dos EUA representa cerca de 50% do total mundial.

    Na Europa, as small-mid caps estão em 1º lugar no ranking dos retornos ajustados ao risco para os peíodos de 1, 3, 5 e 10 anos. No passado, havia um certo mito teórico do alto risco das small caps, mas os resultados têm vindo sucessivamente a pôr em causa essa teoria.

    Abr,

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    Eu sei que a pergunta que vou fazer é muito , muito relativa mas que rentabilidade se consegue, em geral com a apliicação em fundos com uma carteira conservadora, média e arriscada.

    Para comparar tb com os Depositos a prazo ?

    Alguem me pode dar valores ou uma gama de valores de tentabilidades ?

    Obrigado

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    Bom dia,

    Após alguma análise esta é a constituição de carteira que estou a equacionar constituir. Agradeço opiniões e/ou sugestões de melhoria aos colegas de forum a bem das minhas finanças. :D

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    Reparas-te que o Alken Fund European Opportunities-A tem posições não só na Gazprom mas também no Sberbank (o maior banco da Russia se não estou em erro)?

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    • -------- changed the title to Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )

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