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  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Por acaso estes 2 foram uma das minhas apostas à uns meses atrás e só me têm dado alegrias...

    Depois das tempestades...os mercados actualmente estão-se a comportar como eu gosto, repara no de hoje, acções a cair, obrigações a subir, é assim que eu gosto :) se continuar assim vamos ter fundos de acções a cair e fundos de obrigações a subir, amanhã podia ser ao contrário que não me importava.

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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

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    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    Boas,

    Diversos tipos de fundos de investimento e os seus objetivos de gestão.

    No sentido de tentar ser pedagógico para quem se está a iniciar ou tem pouca experiência no mundo dos fundos de investimento, vou salientar alguns dos diversos tipos de fundos e os respetivos objetivos de gestão:

    - Fundos de rentabilidade total e absoluta: maximizar a rentabilidade e proteger o capital;

    - Fundos de estilo value (“valor”): procurar oportunidades em empresas tradicionais que na altura estão baratas ou um pouco “fora de moda” momentaneamente, mas que em ambos os casos têm um grande potencial de desenvolvimento futuro. São empresas que fazem parte do core do negócio global que dificilmente irão à falência;

    - Fundos de estilo growth (crescimento): procurar oportunidades em empresas inovadoras e de update tecnológico que dêem uma nova resposta diferenciadora em relação às empresas tradicionais e que tenham um grande potencial futuro de conquista de uma elevada cota de mercado global ou setorial, e para isso o investidor está disposto a pagar um valor por ação superior ao valor normal do mercado, por isso este estilo de investimento é mais arriscado que o estilo value ;

    - Fundos de estilo blend (mistura): estilo de investimento misto entre os estilos value e growth ;

    - Fundos dynamic: rompem com as restrições de terem nas suas carteiras uma determinada percentagem fixa do índice de referência, sendo que o gestor do fundo vai ter toda a liberdade para alocar o que bem entender em função do que ele acha que é mais apropriado no momento e na tendência do mercado;

    - Fundos recovery: aproveitar desvios negativos (downside) nos preços em situações de recuperação;

    - Fundos market neutral: gerar rentabilidade em mercados altistas ou em baixa;

    - Fundos de duração curta: para cobrir o espaço entre a liquidez e as obrigações de longa duração;

    - Fundos imobiliários: aproveitar o potencial dos valores imobiliários e REIT's;

    - Fundos tipo 130/30: aliviar a restrição long-only para maximizar a rentabilidade potencial das oportunidades.

    De todos os tipos de fundos apontados anteriormente, onde verdadeiramente o gestor do fundo tem toda a liberdade de potenciar o seu alfa (outperformance) de bater o índice de referência ou benchmark é no fundo dynamic. Se num outro tipo de fundo qualquer, a politica desse fundo obriga o gestor a ter alocado, por exemplo, um peso de 2/3 do respetivo índice de referência, como é que este gestor só com um grau de liberdade de 1/3 pode demonstrar a plenitude do seu alfa? É claro que está à partida fortemente condicionado, ou seja, a absoluta gestão ativa a 100% só ocorre neste tipo de fundo ou noutro qualquer onde ele tenha 100% liberdade de alocar o que bem entender.

    Quando dizem que só cerca de 10% dos gestores ativos superam os índices de referência passivos de longa duração é bom lembrar que a grande maioria dos designados gestores ativos não são 100% ativos por estarem condicionados à partida conforme referi anteriormente.

    Por outro lado, é bom relembrar que, em termos estatísticos, um grande fundo index acionista que replica o respetivo índice de referência, está à partida favorecido, em termos de risco, em relação a um fundo com uma menor quantidade de amostra (nº de ações de empresas) e porventura com menos diversificação, ou seja, quanto maior é a quantidade aleatória da amostra, mais fácil será estarmos mais próximos da média de rentabilidade do teórico mercado global de risco, correspondente a todas as ações do mundo (100% da amostra). Isto quer dizer que nem todos jogam com as mesmas cartas do baralho, por isso temos de ter cuidado ao fazer comparações entre sistemas que não são verdadeiramente comparáveis.

    Abr,

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    Depois das tempestades...os mercados actualmente estão-se a comportar como eu gosto, repara no de hoje, acções a cair, obrigações a subir, é assim que eu gosto :) se continuar assim vamos ter fundos de acções a cair e fundos de obrigações a subir, amanhã podia ser ao contrário que não me importava.

    e às vezes sobem os 2.. ;)

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    e às vezes sobem os 2.. ;)

    E ás vezes descem os 2 :( há 10/5 anos atrás esta descorrelação era mais evidente, cada vez mais os activos se encontram de algum modo correlacionados, basta ver o que se passou em Maio e Junho do ano passado, tudo caiu com apenas duas palavras " Redução Estimulos"

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    E ás vezes descem os 2 :( há 10/5 anos atrás esta descorrelação era mais evidente, cada vez mais os activos se encontram de algum modo correlacionados, basta ver o que se passou em Maio e Junho do ano passado, tudo caiu com apenas duas palavras " Redução Estimulos"

    exacto David e já senti na pele a "Redução dos Estimulos", mas a carteira está agora me máximos desde o seu inicio.

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    exacto David e já senti na pele a "Redução dos Estimulos", mas a carteira está agora me máximos desde o seu inicio.

    Costuma-se dizer que o tempo cura tudo, e nos fundos também ao fim ao cabo, à que dar tempo, uma carteira minimamente diversificada tem tudo para em 3/5 anos ter rentabilidades bem acima de depósitos a prazo, não se pode é achar que ao fim de 1 ano se esteja já com essas rentabilidades.

    Essa carteira agressiva que falas é de horizonte temporal de quanto? podes ver este Templeton Frontier Markets N Acc €-H1 LU0390138195.

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    Costuma-se dizer que o tempo cura tudo, e nos fundos também ao fim ao cabo, à que dar tempo, uma carteira minimamente diversificada tem tudo para em 3/5 anos ter rentabilidades bem acima de depósitos a prazo, não se pode é achar que ao fim de 1 ano se esteja já com essas rentabilidades.

    Essa carteira agressiva que falas é de horizonte temporal de quanto? podes ver este Templeton Frontier Markets N Acc €-H1 LU0390138195.

    Não tem data definida, pode ser poucos meses ou muitos e se irei necessitar do capital.

    Assumo perdas até determinada % com base no DP médio dos fundos, mas obviamente a "agressividade" da carteira tem como finalidade uma boa/excelente rentabilidade.

    Posso ficar pelos 50/50, mas estou à procura de algo global da Europa que se enquadre na estratégia desta carteira.

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    Citação de: pedromiguelppinto em 17 Fevereiro 2014, 11:28:20 <blockquote>Estava a pensar criar uma carteira no Best com cerca de 4K e depois de algum estudo das ofertas criei esta carteira:

    ACÇÕES: 1750€

    - Franklin Biotechnology Discovery N Acc $ - 1UP (18€)        - 90€

    - JPMorgan Funds – Global Healthcare D (acc) - USD 1UP (178€) - 178€

    - Franklin European Growth N Acc € 1UP (13,2€)      - 224€

    - JPMorgan Funds – Europe Equity Plus D EUR (11,9€) - 226€

    - Franklin US Opportunities N Acc € 1UP (17€)      - 306€

    - Morgan Stanley Investment Funds Global Infrastructure Fund B Acc ($1000) - 730€

    OBRIGAÇÕES: 1500€

    - AXA World Funds Global High Yield Bonds E Capitalisation EUR hedged (95%) - 1UP (75,5€) - 225€

    - AXA World Funds Euro 5-7 E Capitalisation EUR - 1UP (146€) - 438€

    - Espírito Santo Obrigações Europa (250€)                    - 337€

    - Invesco Funds - Invesco European Bond Fund E (500€)        - 500€

    MISTOS: 750€

    - Invesco Balanced-Risk Allocation Fund E (500€) - 500€

    - Espírito Santo Plano Crescimento (50€)        - 250€

    Gostaria de opiniões da malta entendida. Sugestões de diferentes fundos ou % também são bem vindas. Penso que está uma carteira com algum risco, mas o objectivo é potenciar os ganhos e o período pode ser de 3/5 anos ou até mais... tenho grande parte do meu capital em DP e certificados de aforro e fundos com pouquíssimo risco.

    Já agora nos () está o valor mínimo para subscrever o fundo e à frente o valor que pretendo subscrever.

    </blockquote>

    Pedro:

    Na sequência da mensagem que me enviaste hoje a solicitar a minha opinião sobre a constituição da tua carteira, vou então dar uma sugestão breve.

    Atendendo ao valor relativamente baixo de 4.000 € para investires, não vou analisar obrigações e vou sugerir-te fundos acionistas europeus em que presentemente acredito mais, mas não vou verificar os mínimos de subscrição (verifica tu).

    Para mim, é um erro grave ir subscrever quaisquer fundos de biotecnologia e de saúde que estão altamente sobreaquecidos e, desse modo, podem ter drawdowns brutais e arrombar a performance da carteira. Lembro-te que se num fundo perdermos 50% do capital, então para recuperármos o capital inicial (break even), temos que ter um lucro de 100% no capital remanescente (existente após a perda). Se essa perda fôr de 30%, então o ganho terá que ser depois de 42.86% (imagina que tens 100€ iniciais, se perdes 30% ficas com 70€, agora com este valor remanescente de 70€ para atingires os 100€ iniciais, a taxa de lucro será: 100€/70€ = 1.4286 ou seja 42.86%).

    Esta matemática das grandes perdas e da posterior recuperação é brutal contra nós e pode destruir-nos a carteira, pelo que o mais importante numa alocação de ativos é tentar controlar os acentuados downside risk e as drawdowns de afundanço profundo, estes sim é que podem ser demolidores da carteira e não tanto o desvio padrão de 3 anos.

    Da Europa, eu mantinha o fundo JPMorgan Europe Equity e não mantinha o famoso da Franklin European Growth que me está a desiludir relativamente a outros (já perdeu as 5 estrelas da Morningstar) e acrescentava os seguintes:

    Franklin Temp. European Small-Mid Cap Gr N, JPMorgan European Strategic Growth, JPMorgan Europe Focus D, JPMorgan Europe Technology D. Quanto aos pesos, punha mais nos dois primeiros e menos no último (eu não trabalho em nenhum banco nem em nenhuma casa de investimento e muito menos tenho quaisquer ligações ao JPMorgan, apenas acredito muito nas suas equipas de gestão).

    Este ano acredito mais nas ações da Europa que estão ainda mais baratas que as dos EUA.

    Um abraço.

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    Boas,

    Regras fundamentais para enfrentar o difícil mercado acionista não normalizado.

    A maior parte dos melhores resultados das aplicações em fundos de investimento é obtida quando agimos de maneira oposta ao que é mais intuitivo, de mais senso comum, mais natural ou mais normalizado.

    O sucesso dos negócios empresariais, ditos normalizados, dependem essencialmente do conhecimento do core do negócio, de um cuidadoso planeamento do seu desenvolvimento, assumir riscos controlados e ser perseverante face às adversidades. No mundo dos negócios isto funciona porque o sucesso vem do trabalho duro e da persistência.

    No entanto, essas pessoas bem sucedidas nos negócios, muitas vezes não têm êxito nos investimentos no mercado (ações, obrigações, …). Isto é devido, essencialmente, ao facto de persistirem com situações perdedoras e não se desembaraçarem delas atempadamente.

    Nos negócios, não persistir com uma ideia que inicialmente não funciona é visto como uma fraqueza, no entanto, no mercado de ações, o rápido corte das perdas sobre um risco assumido que não está a resultar é um dos requisitos mais importantes para investir com sucesso no mercado.

    Quando confrontados com a perda, muitas pessoas vão manter o seu investimento na esperança de que melhores dias virão. No entanto, quando presenteadas com um ganho, essas mesmas pessoas vão agarrá-lo rapidamente, através da venda extemporânea, e assim não deixar correr o ganho na sua plenitude. No mercado acionista, o que realmente funciona é o oposto, ou seja, cortar as perdas rapidamente e deixar correr os ganhos.

    Este método baseia-se numa lógica simples: ao longo de um grande número de investimentos, a maioria deles vai resultar em pequenos ganhos ou pequenas perdas, sendo que os mesmos se tendem a anular mutuamente. No entanto, haverá um pequeno número de grandes perdas e um pequeno número semelhante de grandes ganhos. Por outras palavras, os ganhos e as perdas irão seguir, grosso modo, uma distribuição mais ou menos normalizada de Gauss. Os ganhos esperados versus risco do mercado não seguem verdadeiramente a curva de Gauss da média-variância, ou seja, os valores não se distribuem essencialmente à volta da média, como acontece na curva de Gauss em forma de sino de uma distribuição normal, sendo que a sua forma é mais ou menos achatada e com caudas/margens mais ou menos gordas.

    Se adotármos uma estratégia de nunca deixar as perdas tornarem-se muito grandes, nós podemos cortar a cauda de grandes perdas na referida curva tipo sino. Desde que se  deixem correr os ganhos, quando o mercado está a nosso favor, também teremos a cauda gorda dos grandes ganhos, para além das normais pequenas perdas e pequenos ganhos. Isto é a estratégia ideal, mas consegui-la é de mestre com muita sorte.

    Normalmente, o resultado é que, no longo prazo, cerca de 80% dos ganhos dos investimentos provêm de cerca de 20% desses investimentos. Este é um princípio descoberto há cerca de um século por Vilfredo Pareto, sociólogo e economista italiano que faleceu em 1923, sendo que é conhecido pela lei de Pareto ou princípio 80/20, o qual refere que, para muitos fenómenos, 80% das consequências advêm de 20% das suas causas. Esta lei de Pareto é de muito ampla aplicação nas relações humanas, especialmente nos negócios.

    Assim, um princípio fundamental do investimento é reduzir as perdas enquanto elas são pequenas e deixar correr os ganhos quando o mercado é favorável. Contudo, esta estratégia não é natural para a mente humana e para a alcançar requer uma grande disciplina. Compreender a forma como os prejuízos destroiem a nossa chance de sucesso é fundamental para o desenvolvimento dessa disciplina. Nós não podemos ganhar se perdermos muito.

    Os vencedores sabem que, antes de tudo, devem permanecer no jogo, e se abrirem falência saem fora do jogo. O capital é investido no mercado para garantir um fluxo de dividendos e mais-valias e assim aumentar esse mesmo capital. A perda de capital vai impedir o investidor de obter ganhos no seu todo. A preservação de capital é o objetivo primordial de qualquer estratégia de investimento eficaz.

    Por exemplo, se a nossa percentagem de perda de capital for de 10%, 30%, 50%, 70% e 90%; a percentagem de ganhos, no capital remanescente, para anular aquelas perdas, será de 11%, 43%, 100%, 233% e 900% respetivamente. As contas são fáceis de fazer: por exemplo, se nós investirmos inicialmente um capital de 100€ e se tivermos uma perda de 50% ficamos com 50€, pelo que, com este novo capital residual, para recuperar mos o capital inicial de 100€ precisamos agora de ter um ganho de outro tanto o capital  residual, ou seja um lucro de 100%. Quem tem uma perda enorme de 90%, para recuperar o seu dinheiro, tem depois de obter um ganho de 900% sobre o capital remanescente. A matemática não engana: um capital remanescente de 0 ou quase 0 vezes um lucro infinito, terá o resultado de 0 ou quase 0, ou seja, foi morto financeiramente pelo jogo do mercado ou está um moribundo condenado à morte, por não ter sabido controlar as grandes perdas.

    É claro que quanto maior for o capital perdido mais remota será a chance de que vamos recuperar até ao ponto de partida, não bastando deixar apenas correr os ganhos.

    Os investidores devem perceber que vão obter perdas nos investimentos e isso não vai acontecer só numa pequena parte dos investimentos, mas sim em muitos deles. Portanto, a primeira coisa a aprender é a disciplina para controlar as perdas. A maioria das pessoas pensa que a resposta está em desenvolver uma melhor análise, de modo a que menos más decisões sejam tomadas, contudo esta é normalmente inútil porque não há nenhum sistema de análise capaz de produzir a fiabilidade necessária em todas as condições do mercado. O único controlo eficaz é controlar as perdas e tomá-las enquanto são pequenas. Esta é que é a grande estratégia dos vencedores.

    Há que seguir à letra um velho provérbio financeiro: cuida das perdas que os ganhos irão cuidar delas. Já sabemos que pequenas perdas e pequenos ganhos vão acontecer na maior parte do tempo, ao passo que as grandes perdas e os grandes ganhos só acontecem em períodos curtos de tempo, por isso é que o market timing é tão difícil ter sucesso.

    Se à primeira vista esta estratégia seria tão simples de ser seguida, porque é que não é então seguida? A resposta está na psicologia humana perante o investimento: o medo, a ganância, o não arrependimento dos erros cometidos e o ego.

    Os investidores tentam negar as perdas e encontrar sempre razões para a esperança do mercado virar. Da mesma forma, estamos com medo de deixar correr os ganhos por causa do medo de eles poderem evaporar. No mercado, o ditado que diz que nós não podemos ir à falência tomando um ganho, é falso.

    Todo o nosso esforço deve ser dirigido para equilibrar todas as pequenas perdas e os pequenos ganhos, eliminar ou mitigar as grandes perdas e deixar que os ganhos se acumulem. Se pegarmos todos os nossos ganhos quando eles são pequenos, o melhor resultado que podemos esperar serão retornos medíocres. É muito provável que a maioria deixe arrastar uma ou duas grandes perdas e estas irão danificar gravemente a sua conta.

    Não nos devemos seduzir pelos topos nem pelos fundos, ou seja, aquela máxima de vender em alta e comprar em baixa é muito difícil de alcançar. Uma das principais atitudes que diferencia os vencedores no mercado dos investidores inexperientes é a sua atitude em não ir à procura da perfeição, pois há muito tempo que os vencedores sabem que o investimento no mercado não segue só algoritmos matemáticos ou uma qualquer fórmula de uma ciência exata. Ao contrário dos inexperientes, os vencedores não estão preocupados em vender na alta e comprar na baixa do mercado, mas sim em procuraram apenas pegar a maior parte da tendência de subida e pegar a menor parte de tendência de descida.

    Abr,

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    O texto é bom mas neste bull market americano e europeu que durará até +/- 2020 quedas nas bolsas são coisas que não precisamos de nos preocupar...lol  ;):o

    Epaaa...haverá por ai uma bolinha de cristal? hihih, também quer uma assimmmmm :)

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    Não tem data definida, pode ser poucos meses ou muitos e se irei necessitar do capital.

    Assumo perdas até determinada % com base no DP médio dos fundos, mas obviamente a "agressividade" da carteira tem como finalidade uma boa/excelente rentabilidade.

    Posso ficar pelos 50/50, mas estou à procura de algo global da Europa que se enquadre na estratégia desta carteira.

    Acho que percebi...bem, se é para ser agressiva... olha este tão bonito HSBC Global Investment Funds Turkey Equity E Acc  LU0213962813  em pouco mais de 1 ano perdeu cerca de 50%... secalhar está barato... "SECALHAR"...

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    Acho que percebi...bem, se é para ser agressiva... olha este tão bonito HSBC Global Investment Funds Turkey Equity E Acc  LU0213962813  em pouco mais de 1 ano perdeu cerca de 50%... secalhar está barato... "SECALHAR"...

    Só tu David...o que faz 4 dias consecutivos de aumento de rentabilidade da carteira.. ;)

    eu digo agressiva no bom sentido 8)

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    Boas,

    A melhor bola de cristal é  aumentármos os nossos conhecimentos de modo a percebermos as causas das consequências, porque as causas é o presente e o passado e as consequências é o futuro, e este nenhum expert consegue prever verdadeiramente.

    Para se ter sucesso nos investimentos não basta ter conhecimentos, é preciso ter outra variável fundamental: cash. É muito mais fácil ser um investidor de 1 milhão de euros do que de 10.000 €, pois a maior quantidade da amostra (cash) vai tornarnos mais calmos para as decisões racionais, desde que se adote uma estratégia de preservação do capital e a carteira tenha uma determinada percentagem de liquidez (cash), pois no médio-longo prazo (> 10 anos) o dinheiro, nos fundos acionistas, é sempre reprodutível, ou seja, o dinheiro é "fêmea" e não "macho".

    Nunca vamos saber quando será o próximo bearmarket e depois o seguinte bullmarket, a única coisa que sabemos é que o mercado de ações é cíclico, mas nunca sabemos a duração desses ciclos.

    A parte percentual da liquidez/monetário numa carteira é importante por 2 razões: Para injetar/reforçar capital nos fundos no início dos bullmarkets e para mitigar as perdas nos bearmarkets, com a vantagem de podermos ter ainda algum ganho na capitalização monetária.

    Abr,

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