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  • FORMAS DE POUPAR

  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Eurico, o presbítero

    Tenho acompanhado este tópico dos Fundos de Investimento sem nunca ter intervindo.

    Penso ter chegado a hora, pois, neste final de ano, consegui amealhar umas poupanças e pretendo aplicá-las em Fundos.

    Pelo que tenho lido, para 2014, será de aplicar mais em Fundos de Ações (em detrimento dos de Obrigações) e preferencialmente em áreas fora dos EUA (dizem que os States já estão em índices muito elevados e que terão um fraco potencial de crescimento para 2014). Mas isto são coisas que eu vou lendo...

    O que eu pedia ao amigos, muito mais conhecedores do mercado de Fundo Internacionais do que eu, se me ajudavam a constituir uma pequena lista de Fundos, diversificada e com potencial de rentabilidade num horizonte de 2 a 3 anos.

    Se não quiserem estar a indicar-me, em concreto, Fundo a Fundo (essa seria a ajuda ideal), pelo menos transmitam-me, por favor, uma orientação de investimento (em termos de ponderação - %) sobre as áreas/países/regiões e setores de atividade em que devo escolher esses Fundos.

    Para essa escolha/análise, penso utilizar o site da Morningstar (http://www.morningstar.pt/pt/). Se puderem indicar o ISIN do produto, seria ótimo, pois existem centenas de Fundos com nomes, por vezes, muito semelhantes.

    Desde já agradeço a ajuda que me queiram dar, sendo certo que eu a partilharei, aqui, com todos os amigos do fórum, pois não quero essa informação só para mim. Obrigado.

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    Eurico, o presbítero

    Agora que os fundos de acções estão a bater máximos é que vão lá meter o dinheiro?  :o ;D

    Há coisas que nunca mudam.

    No que disse, baseei-me no que tenho lido sobre Fundos Internacionais. E a orientação aqui, salvo melhor opinião, é que, para 2014, os Fundos que apresentam maior margem de progressão/rentabilidade são os de ações, nomeadamente, as europeias e emergentes, e não tanto os Fundos de Obrigações.

    Por essa razão, estou a pensar dar um maior enfoque, na carteira de Fundos Internacionais que vou constituir, aos fundos de Ações e deixar uma menor percentagem para os de Obrigações.

    Mas claro, isto é apenas a minha opinião (de um "quase leigo"), que gostava de ver confrontada com sugestões de quem perceba realmente da área dos Fundos de Investimento Internacionais.

    Daí que toda a ajuda concreta que me possam dar a este nível (constituição de uma carteira) será bem-vinda.

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    Visitante zpoliveira

    Bom dia, caríssimos!

    Já há uns meses que tenho acompanhado este fórum e acho que chegou a minha vez de colocar algumas das minhas dúvidas, que penso serem +- típicas de quem se inicia em investimentos...

    Chegou ao fim o DP que tinha feito no BEST (tinha alguma preferência por manter este banco) e tenho 10000€ que penso investir. Usei o simulador de investimento do BES que me indicou que tenho um perfil 2 - conservador, o que até concordo (é mais entre 1 e 2 - se calhar pelo medo de quem começa a aplicar dinheiro desta forma - seria mais um 1,5  ;) ). A carteira de fundos para um horizonte de um ano que me indicou foi:

    [table][tr][td]

    [table][tr][td] 

    ES Capitalização    [/td][td] 03.08.1992 [/td][td] 2 [/td][td] 6,23% [/td][td] 20,00 % [/td] [/tr][tr] [td]  ES Obrigações Europa    [/td][td] 26.01.1994 [/td][td] 3 [/td][td] 4,18% [/td][td] 5,00 % [/td] [/tr][tr] [td]  Gespatrimónio Rendimento    [/td][td] 01.06.1992 [/td][td] 2 [/td][td] -3,87% [/td][td] 15,00 % [/td] [/tr][tr] [td]  ES Tesouraria Ativa    [/td][td] 07.08.1997 [/td][td] 1 [/td][td] 2,63% [/td][td] 20,00 % [/td] [/tr][tr] [td]  ES Momentum    [/td][td] 18.10.2007 [/td][td] 4 [/td][td] 11,36% [/td][td] 20,00 % [/td] [/tr][tr] [td]  ES Rendimento Plus    [/td][td] 03.11.2008 [/td][td] 2 [/td][td] 7,76% [/td][td] 20,00 %

    [/td][/tr][/table]

    As minhas questões são, então as seguintes, para o horizonte indicado e o montante investido parace equilibrado? Tenho algum receio em colocar os "ovos todos no mesmo cesto" (ES)... Poderiam recomendar algumas alternativas às quais tenha acesso pelo BEST? Acham boa ideia para quem está a começar acompanhar 6 fundos em simultâneo ou seria melhor reduzir o número total?

    Quando comecei o acompanhar este fórum o que estava a dar era o ES Liquidez e depois o Monetário, que eram o meu objetivo quando acabasse o DP (sempre depois de perguntar aqui no fórum). Neste momento, já não vejo um consenso tão forte sobre nenhum fundo como via sobre estes...

    Desde já agradeço se me puderem dar um ajudinha neste arranque!

    Abraço

    [/td][/tr][/table]

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    Eurico, o presbítero

    essa é uma carteira possível mas no meu entender tens fundos internacionais muito melhores como aqui tem o D@vid no seu top!

    Não consigo abrir o link que apresenta.

    Pode, por favor, escrever um novo link que reencaminhe para essa sugestão de fundos internacionais?

    Obrigado.

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    Em dezembro, a rendibilidade do ES Liquidez rondará os 1 - 1,5%. São os próprios experts do banco que o reconhecem. Nessa perspepetiva, faz toda o sentido - para manter a rentabilidade da aplicação próxima dos 3% - efetuar esta "transferência" dentro do universo ES.

    Se "dá trabalho"... nada se consegue sem "trabalho" (e a conveniente análise das oportunidades de negócio).

    Amigo Eurico, bem sei que ainda não acabou o ano mas esta previsão dos tais experts parece que falhou, se atendermos a uma taxa anualizada desde o dia 23 de Setembro data desta publicação) até ao dia 20 deste mês o ES Liquidez tem neste momento uma rentablidade anualizada de 2,13% liquidos, para não falar na rentabilidade anual desde 1 de Janeiro até dia 20 deste mês que se encontra nos 3% liquidos.

    Claro que o Papel Comercial rendeu mais, esperava-se isso, rendeu-lhe ou vai render 3,06% liquidos anualizado, mas continuo a pensar que o tal pânico foi despropocionado, e que mais uma vez reetero que os experts falharam na previsão do ES Liquidez a 1%/1,5% em Dezembro.

    Uma pergunta, não tinhas já uma carteira de fundos internacionais??

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    Eurico, o presbítero

    Amigo Eurico, bem sei que ainda não acabou o ano mas esta previsão dos tais experts parece que falhou, se atendermos a uma taxa anualizada desde o dia 23 de Setembro data desta publicação) até ao dia 20 deste mês o ES Liquidez tem neste momento uma rentablidade anualizada de 2,13% liquidos, para não falar na rentabilidade anual desde 1 de Janeiro até dia 20 deste mês que se encontra nos 3% liquidos.

    Claro que o Papel Comercial rendeu mais, esperava-se isso, rendeu-lhe ou vai render 3,06% liquidos anualizado, mas continuo a pensar que o tal pânico foi despropocionado, e que mais uma vez reetero que os experts falharam na previsão do ES Liquidez a 1%/1,5% em Dezembro.

    Uma pergunta, não tinhas já uma carteira de fundos internacionais??

    Boa tarde, David e amigos deste fórum.

    Eu quando tomei a decisão de sair do ES Liquidez foi por aconselhamento do meu FA do banco. Eu não acompanho os mercados financeiros nem, de todo, sou especialista na área. Vou lendo umas coisas, pedindo conselhos a quem - como é agora o caso - acho que sabe do "métier" e assim tento orientar as minhas poupanças o melhor que posso e sei.

    Quanto ao ES Liquidez, como disse, não fiz mais do que seguir os conselhos do meu FA e também, já agora, as opiniões que li neste fórum e em vários jornais (que colocaram algum "alarme" neste assunto do ES Luiquidez).

    Mas já que fala no papel comercial da Rio Forte, essa minha aplicação vai vencer-se já no início de janeiro, creio que no dia 2. [Como o tempo passa...] Estava a pensar reaplica-la no mesmo papel, mas disseram-me do banco que não há nenhuma emissão deste papel comercial com um timing conveniente. Portanto, o que eu estou a pensar fazer será, mal caia em conta, aplicar o dinheiro precisamente no ES Liquidez e aguardar serenamente que surja uma boa possibilidade/alternativa de aplicação para aquele montante. O FA do banco já me apresentou algumas dessas alternativas, mas, confesso, como atravessamos o período de Natal, não quis, neste momento, discutir esse assunto. Prefiro colocar o montante no Liquidez ("bom filho à casa torna"  ;D ) e, calmamente, ao longo do mês de janeiro, analisar as ofertas de mercado e fazer uma escolha racional e ponderada, sem precipitações.

    Relativamente à carteira de Fundos, coloquei o pedido de ajuda porque gostava de ser eu a tomar as decisões de escolha (dos setores/Fundos a aplicar) e ser eu próprio a escolher os Fundos.

    Eu de facto tenho uma carteira de fundos, mas não tive nada a ver com a sua constituição. Quando abri a conta no banco, como forma de diversificação, sugeriram-me constituição de um Unit Linked com fundos de investimento. Ora, como eu nada sabia dessa área financeira dos fundos de investimento, foi o FA que "confessionou" essa carteira. E não me posso queixar porque, embora com altos e baixos, tem tido uma valorização interessante, acima dos DP.

    Ora, o que eu pretendia era - eu próprio - constituir uma carteira de fundos e geri-la. Como tenho, neste final de ano, alguma liquidez, queria aplicá-la em Fundos nessa carteira (autónoma, fora do Unit Linked) que ficaria à minha responsabilidade. Seria uma forma de eu interessar-me, com mais regularidade, pela área dos Fundos e manter-me atento a tudo o que se passa. Seria quase como um "hobby" onde o objetivo inicial seria... não perder dinheiro  ;D . Mais tarde, com maior experiência, talvez possa almejar outros voos... Seria um início.

    Estou mesmo decidido a fazê-lo (tenho lido alguma coisa e feito perguntas aos FA dos bancos). Sei que é uma área com um horizonte largo (aplicações a 3 - 5 anos), portanto seria, como disse, um começo.

    Se me puder ajudar neste "1º passo", ficaria muito grato.

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    Foi isso que me ocorreu. Mas como vi que tinha a data de "outubro de 2012" supus que não estivesse atualizado.

    Estará?

    Quando fiz este "TOP" não era bem com o objectivo de colocar os supostos "melhores" fundos, coloquei apenas alguns que achei que na altura apresentavam bons rácios e boas rentabilidades, eles estarão sempre actualizados, uma vez que são apenas alguns fundos que dentro das categorias correspondentes eram interessantes, e que continuarão a ser, ao longo deste tempo tem surgido mais fundos, muito pela participação de todos que apresentam novas  alternativas aos fundos que estão na 1ª página.

    Atendendo que pelo menos eu sigo uma estratégia de longo prazo, qualquer destes fundos da 1ª página acabam por estar perfeitamente actualizados..

    Quanto á questão do Liquidez, da forma acérrima que defendeste a saida do fundo pareceu-me que não tinha sido apenas um mero aconselhamento fo PFA, aliás, da forma como falaste parecia mesmo um conehcimento de causa bastante grande e da forma complicada que o GBES teria na reealocação do papel comercial, basta ver as mensagens antigas para perceber isso.

    Existe papel comercial a sair praticamente de 15 em 15 dias, portanto não deverá ser complicado voltares a colocar o no mês de Janeiro novamente em papel comercial.

    A questão dos fundos, eu perguntei isso porque também me recordo que para além desse Unit Linked que falaste, também terias uma carteira de fundos, Pimco, BlackRock, jPMorgan etc, daí a minha pergunta.

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    Fiscalidade de Fundos Portugueses: em Outubro foi referido que a fiscalidade seria alterada, ver citação: "O Orçamento do Estado propõe para o próximo ano que os investidores nos fundos de investimento nacionais passem a pagar uma taxa idêntica aos dos fundos estrangeiros. Isto é, a taxa de imposto poderá chegar aos 28%. Em termos práticos, hoje a tributação é de cerca dos 25% e incide sobre o fundo".

    Isto vai mesmo para a frente? E se sim, de que forma devemos reagir às implicações?

    Peço desculpa se o tema já foi coberto - procurei mas não achei...

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    Fiscalidade de Fundos Portugueses: em Outubro foi referido que a fiscalidade seria alterada, ver citação: "O Orçamento do Estado propõe para o próximo ano que os investidores nos fundos de investimento nacionais passem a pagar uma taxa idêntica aos dos fundos estrangeiros. Isto é, a taxa de imposto poderá chegar aos 28%. Em termos práticos, hoje a tributação é de cerca dos 25% e incide sobre o fundo".

    Isto vai mesmo para a frente? E se sim, de que forma devemos reagir às implicações?

    Peço desculpa se o tema já foi coberto - procurei mas não achei...

    Eu diria que não se reage :) é a forma de todos os fundos ficarem por igual e será mais fácil de comparação entre fundos, o que acontecia é que nos fundos portugueses uma vez já terem a retenção em cima, ao fim ao cabo estavamos já a pagar o IRS na entrada, assim que constituimos o fundo já é liquido, nos fundos estrangeiros só se paga irs á saida...

    Para algumas pessoas isto é visto de forma negativa, mas na minha opinião é igual, e prefiro olhar para um fundo sem ter de fazer contas á rentabilidade como seria bruta, vem harmonizar esta questão que me parece positiva, e eu prefiro pagar IRS quando "quiser", ou seja, quando resgato parte ou totalidade de um fundo, com a possibilidade de o declarar no IRS e ainda reaver esse valor, isto para quem pode claro :)

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    Eu diria que não se reage :) é a forma de todos os fundos ficarem por igual e será mais fácil de comparação entre fundos, o que acontecia é que nos fundos portugueses uma vez já terem a retenção em cima, ao fim ao cabo estavamos já a pagar o IRS na entrada, assim que constituimos o fundo já é liquido, nos fundos estrangeiros só se paga irs á saida...

    Para algumas pessoas isto é visto de forma negativa, mas na minha opinião é igual, e prefiro olhar para um fundo sem ter de fazer contas á rentabilidade como seria bruta, vem harmonizar esta questão que me parece positiva, e eu prefiro pagar IRS quando "quiser", ou seja, quando resgato parte ou totalidade de um fundo, com a possibilidade de o declarar no IRS e ainda reaver esse valor, isto para quem pode claro :)

    OK, concordo para novas subscrições. Mas quanto ao caso de Fundos Portugueses subscritos antes de 2014? Em anos anteriores já foram sujeitos à fiscalidade - o que foi impactado na sua valorização. Se eu resgatar durante 2014 e pagar a taxa liberatória de IRS, isso não quer dizer que estou a ser duplamente tributado?

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    Eurico, o presbítero

    Quando fiz este "TOP" não era bem com o objectivo de colocar os supostos "melhores" fundos, coloquei apenas alguns que achei que na altura apresentavam bons rácios e boas rentabilidades, eles estarão sempre actualizados, uma vez que são apenas alguns fundos que dentro das categorias correspondentes eram interessantes, e que continuarão a ser, ao longo deste tempo tem surgido mais fundos, muito pela participação de todos que apresentam novas  alternativas aos fundos que estão na 1ª página.

    Atendendo que pelo menos eu sigo uma estratégia de longo prazo, qualquer destes fundos da 1ª página acabam por estar perfeitamente actualizados..

    Quanto á questão do Liquidez, da forma acérrima que defendeste a saida do fundo pareceu-me que não tinha sido apenas um mero aconselhamento fo PFA, aliás, da forma como falaste parecia mesmo um conehcimento de causa bastante grande e da forma complicada que o GBES teria na reealocação do papel comercial, basta ver as mensagens antigas para perceber isso.

    Existe papel comercial a sair praticamente de 15 em 15 dias, portanto não deverá ser complicado voltares a colocar o no mês de Janeiro novamente em papel comercial.

    A questão dos fundos, eu perguntei isso porque também me recordo que para além desse Unit Linked que falaste, também terias uma carteira de fundos, Pimco, BlackRock, jPMorgan etc, daí a minha pergunta.

    Ok, David. Eu pensava que essa sua lista da 1ª página fosse sendo atualizada periodicamente, para que ficasse ajustada à realidade do momento e para que incorporasse também, em termos prospetivos, as tendências dos mercados (próximo futuro). Os "TOP"s não são perenes (muito menos nesta área) e penso que uma atualização periódica, tendo em conta os índices e tendências de mercado, contribuiria bastante para manter esta lista up-to-date. Seja como for, a existência dessa lista, só por si, é um elemento/indicador importante e só temos que agradecer-lhe, David, por tê-la criado.

    Relativamente ao ES Liquidez, recordo-me na altura em que surguiu a notícia nos jornais (antes, já me tinha chegado aos ouvidos por gente dos bancos) recordo-me de ter falado com várias pessoas do BES e com conhecidos meus da área bancária, e todos foram unânimes em aconselhar-me a saída do fundo. Como houve a oportunidade de aplicar aquela minha poupança na Rio Forte, sugerida por um amigo de há muitos anos, quadro da sociedade de investimentos do grupo ES, não hesitei. E havendo uma emissão de papel comercial em janeiro, à mesma taxa da anterior, muito provavelmente irei novamente subscrever. Parece-me uma boa aplicação.

    Finalmente, quanto aos fundos, já ando com esta ideia (de constituir, eu próprio, uma carteira de fundos) há algum tempo. Até cheguei a ter uma preparada e afinada (nas férias, perdi horas no site da Morningstar a comparar ratios...), mas por questões pessoais, que não vêm ao caso, não cheguei a subscrever os fundos.

    Queria aproveitar esta paragem do Natal para, finalmente, concretizar este meu desejo. Estou a rever todo o dossiê (não só os fundos propriamente ditos como também a ponderação entre ações e obrigações na carteira e respetivas áreas/tipos de incidência). Estou a tratar do assunto...  :D

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    Esta alteração nos fundos portugueses quer dizer que, por exemplo, se eu resgatar o fundo no dia 31 de Dezembro recebo mais do que se o resgatar no dia 1 de Janeiro, porque neste último caso já vou pagar os 28% de taxa?

    Na teoria sim,  mas não é por esta alteração que agora o pessoal vai desatar a resgatar as mais valias :)

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    O Orçamento do Estado para 2014 prevê igualar o regime fiscal dos fundos nacionais e estrangeiros, com os investidores a passarem a pagar o imposto "à saída", a uma taxa que pode chegar a 28%. A indústria aplaude a harmonização da fiscalização, que vem dar "oxigénio à indústria nacional" e resolver "uma situação de irracionalidade económica".

    A proposta de lei do Orçamento do Estado contempla uma autorização legislativa para alterar o regime fiscal dos fundos de investimento portugueses, sejam eles mobiliários ou imobiliários. Actualmente a tributação, em redor dos 25%, incide sobre o fundo, pelo que as rendibilidades divulgadas e obtidas pelo investidor são já líquidas de imposto. Com a alteração é o investidor que será tributado a uma taxa liberatória, provavelmente de 28%, como acontece nos restantes rendimentos de capital. O valor das unidades de participação apresentado passará a ser bruto, tal como já acontece com os fundos estrangeiros. O que facilita a comparação dos desempenhos.

    "Uma utilização razoável desta autorização legislativa, permitirá resolver o que é hoje uma situação de irracionalidade económica impossível de explicar", defende José Veiga Sarmento (na foto). Para o presidente da APFIPP, estas alterações fiscais colocam fundos nacionais e estrangeiros em pé de igualdade e são "um passo para a nossa normalização no contexto europeu".

    A desvantagem competitiva dos fundos geridos por entidades nacionais, face aos fundos estrangeiros é um problema que tem sido alvo de críticas por parte da associação do sector. "Não pedimos benefícios, mas unicamente que fossem dados, aos fundos portugueses as mesmas condições operacionais que têm os fundos luxemburgueses, franceses ou espanhóis comercializados livremente no nosso mercado", explica Veiga Sarmento.

    A proposta do OE é aplaudida por outros gestores de fundos. Diogo Teixeira, gestor da Optimize, realça que se trata de uma boa notícia, uma vez que actualmente não é possível comparar rentabilidades de modo igualitário. "Não faz sentido uma fiscalidade diferente para fundos nacionais e estrangeiros", argumenta.

    O Governo propõe ainda que passe a ser cobrado imposto do selo sobre o valor líquido dos activos do fundo, numa percentagem que varia entre 0,01% e 0,2%. Veiga Sarmento alerta que, também neste caso, deveria haver igualdade entre fundos estrangeiros e nacionais. E dá um exemplo: no Luxemburgo varia entre os 0,01% e os 0, 05%, enquanto a taxa máxima prevista na autorização legislativa é de 0,2%... jornal de negócios

    Neste contexto cada investidor tomará a sua decisão relativamente a esta questão, eu por mim, e pessoalmente falando, não vou alterar em nada o que tenho em carteira, todos sabemos o que se passou em Maio/Junho, quem tinha uma almofada de mais valias não sentiu o que os que entraram em fundos há menos tempo sentiram nas desvalorizações das suas carteiras, é importante deixar acumular (na tal perspectiva de médio/longo prazo) mais não seja para fazer face a periodos de desvalorização.

    Resgatar agora mais valias de fundos nacionais que possam ter só porque se vai taxar (ou não, uma vez que no OE falam numa autorização e não em algo concreto) vai-vos deixar sem a dita almofada.

    Desde que invisto em fundos, a taxa liberatória de IRS já teve várias taxas, 20%; 21,5%; 25%; 26,5%; 28%, seria fiscalmente eficiente resgatar no final do ano as mais valias só por saber que no ano seguinte a taxa ia aumentar?

    Mas volto a referir, cada investidor é diferente e saberá o que é melhor para a sua carteira de fundos  :D

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    Então e valerá a pena resgatar os fundos nacionais ?

    Parece não fazer muito sentido. Já que o iria levantar N ups, ao valor X.

    Se depois no dia 1 de Janeiro for comprar de novo as UPs estarão a X, logo deve dar tudo ao mesmo?

    Ou será que não estou  a ver bem a coisa

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    Então e valerá a pena resgatar os fundos nacionais ?

    Parece não fazer muito sentido. Já que o iria levantar N ups, ao valor X.

    Se depois no dia 1 de Janeiro for comprar de novo as UPs estarão a X, logo deve dar tudo ao mesmo?

    Ou será que não estou  a ver bem a coisa

    Isso então ainda seria pior :P quando se fala em resgatar as mais valias entendo que seja para não voltar a reenvestir as mesmas, no entanto, como os fundos, volto a dizer, são aplicações de longo prazo onde podemos e devemos sempre que possamos reforçar as nossas posições consoante a nossa prespectiva do mercado, vamos acabar por voltar a comprar UPs que uns tempos antes as tinhamos vendido, desta vez quase de certeza mais valorizadas...

    Mas é a minha opinião, cada um tomará a atitude que achar melhor.

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    Em primeiro lugar, há que estabelecer a diferença entre as obrigações fiscais do próprio fundo e as de cada subscritor. Além disso, quando os fundos são geridos por sociedades estrangeiras também existem algumas particularidades.Fundos nacionaisNo caso dos fundos sediados em Portugal, o IRS é retido aos próprios fundos. Ou seja, quando a sociedade gestora recebe os juros ou as mais-valias dos títulos em que investe, o imposto é imediatamente retido e os participantes só recebem os rendimentos líquidos do fundo. O impacto dos impostos é refletido diariamente no valor do fundo e consequentemente no valor divulgado da unidade de participação. No caso dos fundos de distribuição, como já foram tributados, o rendimento entregue ao investidor é líquido.Fundos estrangeirosA fiscalidade dos fundos estrangeiros é diferente da praticada para os fundos sediados em Portugal. A tributação só acontece no resgate ou quando o fundo distribui algum rendimento. Nesse momento, os eventuais ganhos estarão sujeitos a IRS, à taxa de 28 por cento. O imposto a pagar será retido pela instituição, sediada no nosso país, que comercializa os fundos.

    Na minha opinião, e não sou fiscalista, os fundos nacionais a comecarem a serem taxados no resgate, não vai haver lugar a duplas tributações, uma vez que actualmente a tributação a que os fundos nacionais são sujeitos na taxa de 25% não são os participantes que o pagam.

    Recordo que no ano passado como fiz um resgate no ES Liquidez, e ao pedir a declaração de englobamento, o mesmo vinha com IRC retido, e não IRS, deste modo até fiquei com algumas dúvidas e na dúvida acabei por não o declarar na respectiva declaração.

    Volto a dizer, a decisão de resgatarem as mais valias que possam ter nos fundos nacionais antes do final do ano a cada um cabe essa decisão, no entanto devido ao que já foi falado anteriormente não me parece compensatório fazê-lo

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    Olá,

    sem querer ser chato, mas já sendo...

    Uma ajudinha, please...

    Obrigado!

    Bom dia, caríssimos!

    Já há uns meses que tenho acompanhado este fórum e acho que chegou a minha vez de colocar algumas das minhas dúvidas, que penso serem +- típicas de quem se inicia em investimentos...

    Chegou ao fim o DP que tinha feito no BEST (tinha alguma preferência por manter este banco) e tenho 10000€ que penso investir. Usei o simulador de investimento do BES que me indicou que tenho um perfil 2 - conservador, o que até concordo (é mais entre 1 e 2 - se calhar pelo medo de quem começa a aplicar dinheiro desta forma - seria mais um 1,5  ;) ). A carteira de fundos para um horizonte de um ano que me indicou foi:

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    [/td][/tr][/table]

    As minhas questões são, então as seguintes, para o horizonte indicado e o montante investido parace equilibrado? Tenho algum receio em colocar os "ovos todos no mesmo cesto" (ES)... Poderiam recomendar algumas alternativas às quais tenha acesso pelo BEST? Acham boa ideia para quem está a começar acompanhar 6 fundos em simultâneo ou seria melhor reduzir o número total?

    Quando comecei o acompanhar este fórum o que estava a dar era o ES Liquidez e depois o Monetário, que eram o meu objetivo quando acabasse o DP (sempre depois de perguntar aqui no fórum). Neste momento, já não vejo um consenso tão forte sobre nenhum fundo como via sobre estes...

    Desde já agradeço se me puderem dar um ajudinha neste arranque!

    Abraço

    [/td][/tr][/table]

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    Olá,

    sem querer ser chato, mas já sendo...

    Uma ajudinha, please...

    Obrigado!

    O Es Momentum de consevador não tem nada. O Es Gespatrimónio? Já estou como o D@vid, para quê? Isso de ver os perfis de cada pessoa nos sites... Vai lá vai. Neste momento também tenho esse (valor 11k) constituida no inicio de Dezembro mas com a seguinte carteira.

    5k Es Rendimento Plus

    1k Es Obrigações Europa

    3k Es Portugal Acções

    2k Es Plano Crescimento

    Atenção que esta carteira é mais para um perfil moderado/arriscado. Neste momento está a dar-me alegrias. O meu perfil é também conservador, mas creio que 2014 vai ser o ano de Portugal/Europa dar o salto. Daí ter constuído esta carteira. Não quero contudo influenciá-lo para a constituição desta carteira.

    A minha opinião e apenas a minha opinião dentro do grupo ES num perfil conservador/moderado pode ser

    5k Es Tesouraria Activa

    2.5k Rendimento Plus

    2.5k Obrigaçoes Europa

    Cumprimentos e bons investimentos

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    • -------- changed the title to Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )

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