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  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    rui_marreiros
    há 16 minutos, 5coroas disse:

    Os turcos entraram hoje nos saldos.

    e parece que os saldos ainda estão no inicio de época, fala-se no controlo de capitais, ou seja, o pessoal vai fugir com o dinheiro da bolsa da Turquia, portanto, não me parece uma oportunidade por agora.

    A inflação na Turquia anda nos 17% e os juros do banco central nos 19,5%, a lira turca está a desvalorizar mais de 9,5%, como investidor gosto de mercados mais previsíveis.

     

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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

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    há 1 hora, 5coroas disse:

    Os turcos entraram hoje nos saldos.

    Nos primeiros dias do passado mês de novembro a lira turca estava bastante mais desvalorizada face ao USD que hoje após a queda da ordem dos 10%. Se esta desvalorização da moeda turca continuar de forma consistente nos próximos dias, aí pode constituir uma boa oportunidade de entrada no mercado acionista turco, agora ainda é cedo para entrar. 

    A desvalorização brusca diária de 2 dígitos de uma moeda é sempre especulativa, pois tal como numa queda abrupta do mercado acionista em poucos dias superior a 35-40% em relação à média de longo prazo, também é especulativa pois as empresas não desvalorizaram nessa ordem de grandeza, também no caso da desvalorização de uma moeda, o País em causa não perdeu a riqueza nacional nessa ordem de grandeza.

    Editado por Bedrock
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    há 2 minutos, Bedrock disse:

    Nos primeiros dias do passado mês de novembro a lira turca estava bastante mais desvalorizada face ao USD que hoje após a queda da ordem dos 10%. Se esta desvalorização da moeda turca continuar de forma consistente nos próximos dias, aí pode constituir uma boa oportunidade de entrada no mercado acionista turco, agora ainda é cedo para entrar. 

    Talvez...como esta descida já me coloca perante uma posição muito mais abaixo daquela em que na ultima vez saí da Kebabilândia, vou começar já a entrar em pequenas doses.

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    há 59 minutos, D@vid disse:

    Em dois anos Erdogan já demitiu 3 governadores do Banco Central. valente moço 😂

    O que seria bom, seria ele próprio se auto-demitir, mas isso é tão improvável como esperar que hoje o mercado caia 30% só para fazer a vontade ao Vidolz.

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    há 3 horas, Patanisca disse:

    O bolsonaro já vai no quarto ministro da saude desde que apareceu esse negócio do covi.

    Muito mais do que isso foi o Bedrock banido do Caldeirão há cerca de 6 anos, chegaram a bloquear-me 4 IPs e às tantas entrei num desfio com os 2 homens da moderação (a senhora para além de bonita foi uma pessoa que nunca me expulsou), sendo que a um deles cheguei a enviar-lhe uma mensagem a dizer-lhe que ele como homem e técnico nem para aguadeiro do Salazar servia e que enquanto eu quisesse nunca me iria silenciar no fórum.

    Depois do Rick Lusitano ter saído, eu e outros users mais ativos, viu-se o resultado de como aquilo ficou quanto a FIGAs. Depois havia lá criadores de 2 tópicos que tinham muita influência em expulsar pessoas desalinhadas com as suas convicções e isso sempre me deu um certo gozo em manobrar pessoas que manobram no escuro e que se julgam muito espertos.

    Aqui neste tópico demorei mais de 6 meses a perceber quem era a pessoa que através de vários nicknames me punha uma saraivada de votos negativos, e demorei tanto tempo a perceber isso porque à partida seria uma das últimas pessoas de quem eu podia desconfiar.

    Eu não tenho perfil para ser um investidor de longo prazo, mas neste tipo de coisas de undercovers sou um resistente de muito longo prazo, pois sempre abominei cobardes que se escondem no silêncio das palavras e no escuro desfocado da transparência. 

    Editado por Bedrock
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    A fallen star of the investment world

    Blow for investors as popular ‘minimum volatility’ funds stumble.

    When Wells Fargo hired Fischer Black and Myron Scholes in the late 1960s to advise on its plans for the first-ever index fund, the economists made a curious discovery. The internal argument they triggered still echoes in the investment industry today. Back then, it was the heyday of Eugene Fama’s “efficient markets hypothesis”. This stipulated that the stock market was in practice unbeatable, as all new relevant information was continually baked into prices. But professors Scholes and Black found that one could outperform by simply buying stocks with lower volatility, possibly because investors systematically overpaid for more exciting, choppier securities.

    This was radical. Such a free lunch — getting both greater and steadier returns — contradicted economic dogma at the time, which dictated that one could only generate greater returns by taking on greater risks. But the data was the data, so Black and Scholes suggested that Wells Fargo set up a passive fund that would take advantage of this apparent anomaly.  Ultimately, what was going to be named the Stagecoach Fund — a homage to Wells Fargo’s storied past — foundered. The bank instead eventually pivoted to a simpler S&P 500 index fund. But the core idea lives on in what is often called “minimum volatility” strategies. Today this is a nearly $90bn corner of the exchange-traded fund industry. Unfortunately, they have not lived up to expectations lately. The min-vol “factor” — as these investment signals are usually termed — is now the worst-performing of all the mainstream ones over the past year, after cheap value stocks and smaller shares enjoyed a renaissance. This year, min-vol has done worse than even once-hot momentum stocks, which have been trashed in the recent violent equity market rotation caused by investors betting on a post-Covid old-economy boom.

    Line chart of Relative performance of main US equity factors, rebased at 100 from Jan 1, 2020 showing Minimum-volatility, minimum-returns

    Take BlackRock’s $28bn min-vol ETF, the biggest in the field and a good proxy for how well the broader investment strategy is doing. Since the beginning of 2020 it is up about 4 per cent. The second-worst factor over that time is value, which is now up nearly 15 per cent after a powerful bounce since last autumn. MSCI’s broader US stock market index has climbed almost 25 per cent over the same period.  This is not an isolated issue, nor uniquely a US equity market phenomenon. BlackRock’s European, global and emerging-market equivalents have all markedly underperformed their respective broader benchmarks.  Although the ETFs have largely done their job in being steadier than the broader market lately, their volatility is only marginally lower. And that will be of little consolation to investors who have now somehow missed out on one of the most powerful 12-month periods for stock market returns in history. Worse for the argument that low-volatility stocks should at least in the long run deliver above-market returns, the biggest min-vol ETFs have now all underperformed their conventional benchmarks over the past decade, in some cases sharply so.  What has caused once-popular investment factor to fizzle so badly, and can it enjoy a belated blossoming?

    Line chart of Rolling 30-day volatility (%) showing Min-vol ETFs have been a little less volatile - but not by much

    History holds some lessons in this respect: One of the reasons why Wells Fargo never followed through on the original idea proposed by professors Black and Scholes back in the late 1960s was that Bill Fouse, one of its senior executives at the time and a pioneering quant in his own right, argued that simply buying low-volatility stocks would erode the benefits of diversification: Steadier securities tend to be found in certain stable industries. In short, he applied some common sense to what the data indicated.  It proved a fortuitous decision. If Wells Fargo had launched a leveraged, low-volatility passive fund at the time it would likely have imploded in the 1974 bear market, and might have set passive investing back by years. Nowadays, most factor strategies strive to be somewhat sector-neutral. In other words, they try to avoid herding into just a few industries, stay somewhat diversified and not diverge too far from the overall make-up of the stock market. But in practice min-vol strategies do tend to lean heavily into some specific corners of the market, such as healthcare, consumer staples and utilities, which have underperformed lately. However, the broader more intractable problem may simply be that the min-vol anomaly first identified by Scholes and Black — greater and steadier returns — was simply too much of a free lunch to last for ever, and has now gone the way of the dodo.

    https://www.ft.com/content/c5bc2880-07f0-4998-85c5-be4300a32427

     

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    Myth-Busting: Earnings Don’t Matter Much for Stock Returns

    Introduction

    What drives stock returns? Earnings, right? So, what drives earnings? Likely economic growth. After all, it’s much harder for companies to expand their sales and profits in a sputtering economy.

    However, the relationship between equity returns and economic growth is more illusion than reality. It may make logical sense, but there is little actual data to support it.

    For example, China’s economy has expanded at a pretty consistent and impressive pace, about 10% per year, since 1990. That should have provided ideal conditions for Chinese stocks to flourish and generate attractive returns. But investing in Chinese equities was not such a smooth ride. The Shanghai Composite index is up since 1990, but the trajectory has been anything but consistent, with multiple 50% drawdowns.

    This lack of correlation has a simple explanation. The Chinese stock market has been historically dominated by largely unprofitable state-owned enterprises (SOEs) and has not reflected the otherwise highly dynamic economy.

    But China is hardly an outlier. Elroy DimsonJay R. Ritter, and other researchers have demonstrated that the relationship between economic growth and stock returns was weak, if not negative, almost everywhere. They studied developed and emerging markets across the entire 20th century and provide evidence that is difficult to refute.

    Their results suggest that the connection so often made between economic developments and stock market movements by stock analysts, fund managers, and the financial media is largely erroneous.

    But what about earnings driving stock returns? Does that relationship still hold true? After all, Finance 101 teaches that a company’s valuation represents its discounted future cash flows. So let’s see if we can at least validate that connection.

    Earnings vs. Stock Returns

    To explore the relationship between US stock market returns and earnings growth, we first calculated the five-year rolling returns of both time series using data from Robert J. Shiller at Yale University going back more than a century. From 1904 to 2020, earnings growth and stock returns moved in tandem over certain time periods, however, there were decades when they completely diverged, as highlighted by a low correlation of 0.2.

    The perspective does not change if we switch the rolling return calculation window to one or 10 years, or if we use real rather than nominal stock market prices and earnings. The correlation between US stock market returns and earnings growth was essentially zero over the last century.

    US-Stock-Returns-and-Earnings-five-Year-Rolling-Returns.png?w=640

    Perhaps the lack of correlation between stock returns and earnings growth is because investors focus on expected rather than current growth. Valuing a company is based on discounting future cash flows after all.

    We tested this hypothesis by focusing on earnings growth for the next 12 months and assume investors are perfect forecasters of the earnings of US stocks. We treat them as superinvestors.

    But knowing the earnings growth rate in advance would not have helped these superinvestors time the stock market. Returns were only negative in the worst decile of forward earnings growth percentiles. Otherwise, whether the earnings growth rate was positive or negative had little bearing on stock returns.

    Chart showing US Stocks Returns: Next 12 Months Earnings Growth vs. Stocks Returns, 1900–2020

    Earnings Growth vs. P/E Ratios

    We can extend this analysis by investigating the relationship between earnings growth and P/E ratios. Rationally, there should be a strong positive correlation as investors reward high-growth stocks with high multiples and penalize low-growth stocks with low ones. Growth investors have repeated this mantra to explain the extreme valuations of technology stocks like Amazon or Netflix.

    Again, the data does not support such a relationship. The average P/E ratio was indifferent to the expected earnings growth rate over the next 12 months. Indeed, the higher forward growth resulted in P/E multiples slightly below the average. 

    If the focus was current earnings, our explanation might be that an increase in earnings leads to an automatic reduction in the P/E ratio. But with forward earnings, these results are less intuitive.

    Chart showing US Stocks Returns: Next 12 Months Earnings Growth vs. P/E Ratios, 1900–2020

    Further Thoughts

    Why do earnings matter so little to stock market returns? 

    The simple explanation is that investors are irrational and stock markets are not perfect discounting machines. Animal spirits matter as much if not more than fundamentals. The tech bubble of the late 1990s and early 2000s is a great example of this. Many high-flying companies of that era like Pets.com or Webvan had negative earnings but soaring stock prices.

    Does this mean investors should disregard earnings altogether? 

    Many already do. Millennials, in particular, made big bets on GameStop, for example, and some hedge fund managers pursue momentum strategies. And while the former hardly seems like sound investing, the latter is a perfectly acceptable strategy that does not require any earnings data.

    So while earnings shouldn’t be totally disregarded, neither should investors assume they are the driver of stock returns.

    https://blogs.cfainstitute.org/investor/2021/03/22/myth-busting-earnings-dont-matter-much-for-stock-returns/

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    Quanto ao factor ‘minimum volatility. Eu tive até ao ano passado durante algum tempo um ETF deste género, acabei por o abandonar quando reparei que as rentabilidades estavam abaixo do normal, e porque achei que o que estava a acontecer fazia sentido.

    Eu não sei se este fator deixou de fazer sentido, o que acho que aconteceu é que tivemos uma crise estranha. Nesta crise mmuitas das empresas mais estáveis tiveram quedas acentuadas, e as empresas com maior volatiliidade tecnológicas tiveram aumentos maiores, ou seja, exatamente o contrario do que costuma acontecer numa crise.
    No fim do ano e início deste a situação inverteu-se, provavelmente numa fase em que o rebalanciamento trimestral do índice começava a adaptar-se a nova realidade o que voltou a prejudicá-lo.

    É possível que esta estratégia volte a ter utilidade numa situação mais convencional, pelo menos este índice tinha-se portado bem nos últimos 20 anos, incluindo na crise de 2008.

    De todo o modo, esta situação mostra que por vezes o melhor é ter estratégias simples e convencionais.

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    há 2 horas, dfserra disse:

    Quanto ao factor ‘minimum volatility. Eu tive até ao ano passado durante algum tempo um ETF deste género, acabei por o abandonar quando reparei que as rentabilidades estavam abaixo do normal, e porque achei que o que estava a acontecer fazia sentido.

    Eu não sei se este fator deixou de fazer sentido, o que acho que aconteceu é que tivemos uma crise estranha. Nesta crise mmuitas das empresas mais estáveis tiveram quedas acentuadas, e as empresas com maior volatiliidade tecnológicas tiveram aumentos maiores, ou seja, exatamente o contrario do que costuma acontecer numa crise.
    No fim do ano e início deste a situação inverteu-se, provavelmente numa fase em que o rebalanciamento trimestral do índice começava a adaptar-se a nova realidade o que voltou a prejudicá-lo.

    É possível que esta estratégia volte a ter utilidade numa situação mais convencional, pelo menos este índice tinha-se portado bem nos últimos 20 anos, incluindo na crise de 2008.

    De todo o modo, esta situação mostra que por vezes o melhor é ter estratégias simples e convencionais.

    Citação

    De todo o modo, esta situação mostra que por vezes o melhor é ter estratégias simples e convencionais.

    KISS (Keep It Simple, Stupid).

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    P2P Money Maker
    há 12 horas, rui_marreiros disse:

    e parece que os saldos ainda estão no inicio de época, fala-se no controlo de capitais, ou seja, o pessoal vai fugir com o dinheiro da bolsa da Turquia, portanto, não me parece uma oportunidade por agora.

    A inflação na Turquia anda nos 17% e os juros do banco central nos 19,5%, a lira turca está a desvalorizar mais de 9,5%, como investidor gosto de mercados mais previsíveis.

     

    Pois, esta Turquia anda bastante nervosa. Espero uma descida mais vertiginosa porque se a Lira continuar a descer assim, do zero não passa e portanto é um excelente momento para entrar.

    Estou a preparar as fichas

    Editado por P2P Money Maker
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    há 1 hora, pge disse:

    Era só por teres comprado os FI de Value mais nada. Não devia ter feito quote :)

    Ainda os vou deixar até sexta.

    Sair de Value porquê? Pra semana vão deixar-se de se consumir energia, serviços financeiros ou bens de consumo?

    Eu apostei em Value (e já fui tarde) para aproveitar a rotação que estava a acontecer e que ainda vejo com margem de progressão face a um peso muito forte em growth que tinha no portfolio.
    Eu ainda quero é reforçar mais a posição de Value para fazer diminuir o peso de Growth. Não foi nenhuma posição short ou GME-look-alike que abri, foi uma movimentação estratégica de longo prazo.

    Como o Bedrock já postou N vezes, vimos de uma década+ de outperformance de growth/value, porque as Yields têm vindo a baixar, mas assistimos agora à inversão e consequente underperformance de growth/value, logo faz sentido tomar posições de longo prazo. A vacinação nos EUA não tem nada a ver com cá na UE e certamente vamos ver um regresso à normalidade da economia de serviços que tem que ser alimentada por: you guessed it, dirty energy e dinheirinho sob a forma de crédito (finantials++). Depois com bares e restaurantes abertos, haverão aí umas "duas ou três" empresas de bens de consumo/cíclicos que já terão que encher prateleiras e armazéns de cozinhas/bares.

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    há 4 minutos, Patanisca disse:

    Sair de Value porquê? Pra semana vão deixar-se de se consumir energia, serviços financeiros ou bens de consumo?

    Eu apostei em Value (e já fui tarde) para aproveitar a rotação que estava a acontecer e que ainda vejo com margem de progressão face a um peso muito forte em growth que tinha no portfolio.
    Eu ainda quero é reforçar mais a posição de Value para fazer diminuir o peso de Growth. Não foi nenhuma posição short ou GME-look-alike que abri, foi uma movimentação estratégica de longo prazo.

    Como o Bedrock já postou N vezes, vimos de uma década+ de outperformance de growth/value, porque as Yields têm vindo a baixar, mas assistimos agora à inversão e consequente underperformance de growth/value, logo faz sentido tomar posições de longo prazo. A vacinação nos EUA não tem nada a ver com cá na UE e certamente vamos ver um regresso à normalidade da economia de serviços que tem que ser alimentada por: you guessed it, dirty energy e dinheirinho sob a forma de crédito (finantials++). Depois com bares e restaurantes abertos, haverão aí umas "duas ou três" empresas de bens de consumo/cíclicos que já terão que encher prateleiras e armazéns de cozinhas/bares.

    Tas-me a dizer que a minha Pepsi vai voltar a subir um dia? :D 

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    há 9 minutos, Patanisca disse:

    Sair de Value porquê? Pra semana vão deixar-se de se consumir energia, serviços financeiros ou bens de consumo?

    Eu apostei em Value (e já fui tarde) para aproveitar a rotação que estava a acontecer e que ainda vejo com margem de progressão face a um peso muito forte em growth que tinha no portfolio.
    Eu ainda quero é reforçar mais a posição de Value para fazer diminuir o peso de Growth. Não foi nenhuma posição short ou GME-look-alike que abri, foi uma movimentação estratégica de longo prazo.

    Como o Bedrock já postou N vezes, vimos de uma década+ de outperformance de growth/value, porque as Yields têm vindo a baixar, mas assistimos agora à inversão e consequente underperformance de growth/value, logo faz sentido tomar posições de longo prazo. A vacinação nos EUA não tem nada a ver com cá na UE e certamente vamos ver um regresso à normalidade da economia de serviços que tem que ser alimentada por: you guessed it, dirty energy e dinheirinho sob a forma de crédito (finantials++). Depois com bares e restaurantes abertos, haverão aí umas "duas ou três" empresas de bens de consumo/cíclicos que já terão que encher prateleiras e armazéns de cozinhas/bares.

    Ok, não é a minha abordagem. Para equilibrar Growth e Valeu já tenho os ETFs.

    Isto foi mesmo entrar enquanto der.

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