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  • Fundos de Investimento ( Mutual Funds - SICAV )


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    Não sei se já repararam mas acabaram os votos negativos, assim deste modo resolve-se parte do problema, ainda existem outros mas irão ser resolvidos para que se volte a ter um tópico com um ar mais re

    Como pedido pelo @D@vid actualização da minha carteira 4Fundos. A carteira 4 fundos foi feita no final de 2016 por via de programação em R: As performances desde a sua criaçã

    Este fim de semana estive a rebalancear o meu portfolio, partilho convosco. Livrei-me dos bad performers e quero apostar neste Q4 e Q1'22 que se antevê vigoroso. Em Fevereiro fiz uma aposta em US

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    há 2 horas, 5coroas disse:

    Nunca defendi que só deveriamos entrar aquando de grandes quedas (nos investimentos que sejam para LP). Eu estava com muito cash, o Nasdaq desceu 5% face aos máximos, entrei com algum, desceu agora 10%, reforcei...se descer outros 5%, voltarei a reforçar, e assim sucessivamente até acabar o carcanhol.

    Certo, eu queria era perceber qual era a tua estratégia das entradas em função das expectativas. Um gajo com pouca experiência tá sempre na dúvida se está a fazer cagada ou não. 

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    há 32 minutos, D@vid disse:

    A melhor estratégia é mesmo reforços todos os meses se der, em cada mês reforçar um fundo,  apanhas subidas que tiver e ganhas uma almofada, ou compras mais barato se tiverem a cair, se houver melhor estratégia digam 😁

    Curiosidade, tanta coisa e segundo o resumo semanal no Investing tive uma queda de -1,22%, 4 fundos subiram e 4 fundos caíram, basicamente foi no BR World Tech que tive a pancada...

    Opah eu vou tentar uma forma diferente.

    Lump sum quando houver uma correção maior que esta, é ir esperado...

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    rui_marreiros

     

    há 15 minutos, Vidolz disse:

    Lump sum quando houver uma correção maior que esta, é ir esperado...

    Não é a melhor estratégia, é melhor estar sempre investido e ter uma reserva de oportunidade (20% a 40%). Como diz o D@vid, no caso dos fundos, colocar sempre um pouco todos os meses.

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    há 34 minutos, Vidolz disse:

    Opah eu vou tentar uma forma diferente.

    Lump sum quando houver uma correção maior que esta, é ir esperado...

    Ultimamente essa estratégia até tem corrido bem, porque tiveste algumas quedas em 2015, 2018 e 2020, no entanto se olhares para um prazo mais alargado vais perceber que estar fora do mercado é uma má estratégia, só este exemplo para o S&P 500:

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    Eu sigo mais ou menos a estratégia do @D@vid. Os meus fundos core (aqueles pra reforma 🤪) são reforçados todos os meses. Mantenho sempre um percentagem de liquidez para atacar um pouco mais nas descidas. 

    Se, por acaso, junto algum capital e não sei onde aplicar, reforço os fundos core numa estratégia de DCA. 

     

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    há 3 horas, rui_marreiros disse:

     

    Não é a melhor estratégia, é melhor estar sempre investido e ter uma reserva de oportunidade (20% a 40%). Como diz o D@vid, no caso dos fundos, colocar sempre um pouco todos os meses.

     

    há 3 horas, D@vid disse:

    Ultimamente essa estratégia até tem corrido bem, porque tiveste algumas quedas em 2015, 2018 e 2020, no entanto se olhares para um prazo mais alargado vais perceber que estar fora do mercado é uma má estratégia, só este exemplo para o S&P 500:

    impact.png

    Mas eu já investi metade do meu capital precisamente para estar dentro  :P

    Agora tenho reservado mais 50% em cash esperado a minha oportunidade.

    Mas também no máximo só espero até ao fim do ano, senão mais vale investir o resto...

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    há 14 minutos, Vidolz disse:

     

    Mas eu já investi metade do meu capital precisamente para estar dentro  :P

    Agora tenho reservado mais 50% em cash esperado a minha oportunidade.

    Mas também no máximo só espero até ao fim do ano, senão mais vale investir o resto...

     A falha é aí lol, isso deveria estar tudo lá dentro 🤣

     

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    Covid’s Transportation Tsunami

    Covid-19 caused a tsunami of changes to the transportation sector. In its wake, Congress shouldn’t design the $1.9 trillion stimulus package as though Americans will eventually return to their pre-pandemic behavior. Instead, legislators should determine what changes in behavior will be permanent and, until the future is clearer, focus on maintaining existing infrastructure rather than building new and ambitious projects.

    Some modes of transportation have fared better than others since the pandemic began. A recent Department of Transportation (DOT) report by Steven Polzin finds that passenger cars have seen only a 10 percent decline in mileage, while Amtrak, airlines, public transit, and intercity buses have seen drop-offs in excess of 60 percent. The report projects that only air travel will return to its pre-pandemic level by 2024, while travel via other modes, including cars, will remain about 5 percent to 10 percent lower.

    The pandemic accelerated the substitution of telecommunications and e-commerce for in-person trips, from telemedicine supplanting the doctor’s office to digital streaming replacing the movie theater. As long as these changes continue after the pandemic, they will continue to affect how people get around.

    Remote work will have an especially pronounced effect. Before the pandemic, 5 percent of Americans telecommuted. By September 2020, 34 percent did so—ranging from 73 percent of individuals making above $200,000 to 12 percent of those earning under $25,000, according to the DOT report. If telecommuting increases even modestly from pre-pandemic levels to, say, 10 percent or 15 percent of the workforce, then transportation needs will change due to declining congestion. Stan Caldwell, executive director of the Mobility21 National University Transportation Center at Carnegie Mellon University, told me that a reduction in urban-vehicle mileage produces up to twice the decline in traffic congestion; a 5 percent reduction in traffic on a congested highway may cause a 10 percent–30 percent increase in average vehicle speeds. In a future where more people work remotely, cities could put more resources into maintaining infrastructure and dealing with such problems as delivery-vehicle parking rather than building with rush-hour traffic in mind.

    These changes will create several losers, the biggest being public transit—urban bus, subway, and rail systems. Public transit in major metropolitan areas achieves efficiencies from transporting millions of people daily in close quarters. Yet transit systems lost money even before the pandemic, and Congress allocated to them a combined $39 billion in emergency relief last year as ridership plummeted. New York City’s transit system typifies the decline: as of mid-February, subway ridership was down by 70 percent, and bus ridership 60 percent, from a year ago. Ridership is unlikely to return to pre-pandemic levels.

    Emptier roads also threaten the viability of emerging technologies such as Maglev (travel pods above roadways) and hyperloop (travel pods under roadways) systems, both of which are expensive to build and designed to bypass traffic jams. With less traffic, travelers may not be willing to pay a premium for such services.

    Though the DOT expects air travel to rebound, the pandemic hurt the airline industry. Domestic air travel is down by almost 40 percent from the same time a year ago, and international travel is down by about 55 percent. Congress allocated $12 billion to airlines in emergency relief last year. Airlines earn a substantial share of their profits from business travel—they will have to change their pricing models as telecommunications replaces in-person meetings.

    On the other hand, nothing beats personal vehicles for social distancing, and cars have been clear pandemic winners. Some buyers have purchased cars as part of a move from cities to suburbs, and many car owners have substituted driving for flying or rail. As AutoNation CEO Mike Jackson told CNBC in October: “The demand for individual mobility has gone through the roof. . . . It’s hard to predict past five years, but for the next three to five years, there’s been a shift in demand.”

    It’s not just personal vehicles that stand to benefit. More retail, grocery, and restaurant deliveries mean more demand for delivery vehicles, drivers, and shoppers, as well as for short-term parking outside restaurants. New technology, such as drones and delivery robots, could go the last mile to the home or office. FedEx and Wing, a division of Alphabet, began experimenting with drone delivery in 2019.

    To allocate federal infrastructure dollars wisely, legislators need to know how many people will continue to work from home—and how this share will be divided among cities, suburbs, and rural areas. As our transportation habits have changed, so have the answers to these questions. Congress should take note.

    https://www.city-journal.org/remote-work-changing-transportation-habits-infrastructure-spending

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    há 58 minutos, Lynch II disse:

    Este vídeo é muito engraçado e informativo

     

     

    São os Bob´s que depois de perderem dizem que os mercados são arriscados, que os fundos não prestam, que as bolsas são casinos, que isto é tudo esquemas ao nível de forex youtubers lol

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    há 9 horas, Virtua disse:

    Não viste até ao fim pois não?

    Vi, mas os Bob´s desta vida não estão investidos 40 anos, saem logo à primeira queda, e ainda estão à espera dos 2,200 no S&P lol

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    O futuro do transporte marítimo vai ser assim, é a evolução do hovercraft, e o Buffett já começou a investir neste negócio inovador. O homem anda sempre à frente dos eventos, eu até posso dizer que o Buffett não segue o mercado acionista, este é que o segue a ele, por isso é que ele consegue ganhar sempre umas pipas de massa, tendo já mais pipas que todos os produtores do Douro de vinho do Porto.

    FG7yXYa.png

     

    Editado por Bedrock
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    Pequeno_Aprendiz
    há 17 horas, superkinas disse:

    Dos fundos que tenho o que mais me tem decepcionado e que estou tentado a despachar é o

    Fidelity Funds - European Dynamic Growth Fund E-Acc-EUR Acc

    talvez por ter 17% de reino unido.

     

    Liquidei em Janeiro... Há um da Blackrock sem o RU que tem um comportamento interessante

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