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  • FORMAS DE POUPAR

  • Alternativas aos depósitos a prazo (produtos de baixo risco)


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    Bom dia

    Tenho mais de metade do meu capital investido em certificados do tesouro, o restante está num depósito a prazo que se irá  vencer no inicio de Agosto,  estou tentado a investir este capital em certificados de aforro por dois motivos. 1º tem a ver com as taxas, 2º pela possibilidade de desmobilizar ao fim de 3 meses sem perdas.

    Pergunta...Será isto o mesmo que colocar os ovos todos no mesmo cesto? Haverá outras formas de investimento que me dê as mesmas regalias com o mesmo risco?

    É indiferente, em ambos os casos é divida publica, pelo que o recomendável é sempre não exceder os 20%/25% do total da carteira. Diversifique por outro tipo de activos, é o que não falta.

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    Disponibilizo aqui as últimas análises da Proteste Investe sobre seguros de capitalização, já que o acesso online é limitado.      

    Comecei a usar o Fidelidade Savings há umas semanas e estou bastante satisfeito. Juros capitalizados pagos diáriamente (por vezes param uns dias mas depois acertam). O pedido de reforço extraordinário

    Entretanto, estamos a meio do período relevante para a taxa CA de outubro, e salvo grandes oscilações nos próximos dias parece que iremos ter um valor por volta de 2,45%.

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    Já agora, saberão esclarecer-me...

    Quando se ouve falar em "reestruturação da dívida" (hoje isso é capa do Público), esse processo - se alguma vez for para a frente - poderá beliscar, de alguma forma, os nossos Certificados de Aforro e CTPM?

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    Já agora, saberão esclarecer-me...

    Quando se ouve falar em "reestruturação da dívida" (hoje isso é capa do Público), esse processo - se alguma vez for para a frente - poderá beliscar, de alguma forma, os nossos Certificados de Aforro e CTPM?

    Concerteza que sim, eventualmente o estado adiar pagamentos de juros, ou mesmo perdas monetárias. Na grécia houve muito pequeno investidor entalado e com perdas.

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    Já agora, saberão esclarecer-me...

    Quando se ouve falar em "reestruturação da dívida" (hoje isso é capa do Público), esse processo - se alguma vez for para a frente - poderá beliscar, de alguma forma, os nossos Certificados de Aforro e CTPM?

    http://www.jornaldenegocios.pt/economia/financas_publicas/detalhe/nova_proposta_para_reestruturar_a_divida_preve_banca_controlada_pelo_estado.html

    "a terceira, e talvez a mais polémica, é que os pequenos aforradores, investidores em certificados do Tesouro e de Aforro, também poderão ter de ser afectados".

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    http://www.jornaldenegocios.pt/economia/financas_publicas/detalhe/nova_proposta_para_reestruturar_a_divida_preve_banca_controlada_pelo_estado.html

    "a terceira, e talvez a mais polémica, é que os pequenos aforradores, investidores em certificados do Tesouro e de Aforro, também poderão ter de ser afectados".

    Mas porque é que saiu esta notícia agora? Aparentemente as coisas estavam mais calmas...

    Ia agora perguntar sobre esse ponto, certificados do tesouro e de aforro podem vir a ser afectados? Aonde é que isto faz sentido, se não podem pagar juros de 3% ofereçam 2%, porque isso é completamente surreal e desleal para as pessoas que andam a poupar.

    Alguém sabe explicar qual o motivo desta proposta? O facto da banca ser controlada pelo estado faz sentido.

    Os CTPM´s fazem parte daquelas opções?

    Mais vale investir nos seguros de capitalização das seguradoras ou em fundos de investimento, limpinho! ;D

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    Está aqui outro ponto bastante interessante.

    "O plano seria implementado em duas fases: primeiro alteravam-se as condições da dívida publica nacional, estendendo as respectivas maturidades e os juros associados (não haveria corte de valor facial da dívida); numa segunda fase, os bancos – que sofreriam uma parte importante das perdas – reestruturariam a sua dívida impondo perdas aos seus credores – neste processo apenas o Banco Central Europeu (BCE) e os depositantes com valores até cem mil euros seriam protegidos, e o Estado acabaria por se tornar o principal accionista do sistema financeiro nacional."

    Estão a arranjar forma da malta tirar grande parte do dinheiro nos depósitos a prazo. Só não percebi nesta "brincadeira" porque raio é que os CT/CA seriam também afectados, só se fosse por falta de liquidez do estado.

    "a outra é a de que uma reestruturação da dívida externa tem de envolver a banca e poderá implicar a nacionalização mesmo que temporária de todo o sistema;"

    A nacionalização "temporária" de todo o sistema, é algo que faz bastante sentido! Será por isso que a nova administração do BES escolheu aqueles dois senhores?

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    Faço apenas uma correcção, no que toca à definição de FEI (Fundo Especial de Investimento). Estes fundos são designados de Não Harmonizados porque tem regras diferentes dos padronizados (FIM), mas não quer dizer que tenham mais risco, significa que tem regras/limites de investimento diferentes dos Harmonizados.

    Exemplo: a maioria dos fundos monetários do mercado português são FEI, e se formos ler a politica de investimento desses produtos é fácil perceber que são fundos de baixo risco. A maioria deles apenas pode investir em activos de mercado monetário (DP, Papel Comercial etc) e com maturidades não superiores a 1 ano, nada mais além disto (a não ser que a casa não respeite a politica de investimento).

    Bons Investimentos!

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    • 1 year later...

    Suponho que por estes dias os CT/CA estejam bem mais "seguros" que na altura destas conversas (até porque começam por oferecer 0.9% líquidos, ou seja a inflação desse ano).

    http://www.igcp.pt/gca/?id=1303

    Nesta última já falam de segurança de capital investido, e dizem que a mobilização pode ser feita a qq momento a partir do primeiro ano.

    Eu utilizo isto (tenho alguns milhares subscritos) como "parking" de dinheiros. Sugiro a quem queira *investir* que procure outras coisas, esta ferramenta não é investimento.

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    • 3 months later...

    Venho aqui pela primeira vez, por necessidade, já que tenho um dinheiro de uma indemnização que recebi para aplicar e não sei bem onde ou em quê. Já li aqui muitas coisas que foram escritas e as minhas dúvidas mantêm-se. 

    O meu caso é este: Recebi uma indemnização laboral da empresa onde trabalhei 25 anos. Quero aplicar este dinheiro de forma segura para o futuro, que é sempre incerto. Neste momento já estou a trabalhar, por sinal até tenho uma posição melhor que a que tinha e a ganhar mais (há males que vêm por bem...), mas tenho que ter cuidado porque, hoje em dia, tudo é incerto e inesperado.

    Já corri vários bancos e as taxas que eles têm para oferecer são de rir tão baixas que são. Às vezes oferecem-me outro produtos, mas ali há sempre um "Se" que eu sempre desconfio. Não quero ficar sem o dinheiro da indemnização. Pelo contrário, quero que ele cresça.

    Onde me aconselham a aplicá-lo. Onde esteja seguro e renda alguma coisa?

    Obrigados.

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    Viva,

    A única coisa ainda minimamente segura ainda são os depósitos. Aproveite os depósitos promocionais do Activo, do Best, do Carregosa, Big e Invest...

    Depois pode colocar uma parte pequena em CTPM. E aproveite o restante para gozar a vida...

     

    Cumprimentos,

    M

     

    • Voto Positivo 1
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    há 3 horas, Jose_Luis_65 disse:

    Venho aqui pela primeira vez, por necessidade, já que tenho um dinheiro de uma indemnização que recebi para aplicar e não sei bem onde ou em quê. Já li aqui muitas coisas que foram escritas e as minhas dúvidas mantêm-se. 

    O meu caso é este: Recebi uma indemnização laboral da empresa onde trabalhei 25 anos. Quero aplicar este dinheiro de forma segura para o futuro, que é sempre incerto. Neste momento já estou a trabalhar, por sinal até tenho uma posição melhor que a que tinha e a ganhar mais (há males que vêm por bem...), mas tenho que ter cuidado porque, hoje em dia, tudo é incerto e inesperado.

    Já corri vários bancos e as taxas que eles têm para oferecer são de rir tão baixas que são. Às vezes oferecem-me outro produtos, mas ali há sempre um "Se" que eu sempre desconfio. Não quero ficar sem o dinheiro da indemnização. Pelo contrário, quero que ele cresça.

    Onde me aconselham a aplicá-lo. Onde esteja seguro e renda alguma coisa?

    Obrigados.

     

    Se quer correr o menor risco possível e, mesmo assim, ganhar alguma coisa, talvez não fosse má ideia dividir o dinheiro em 4 partes, alocando-o da seguinte forma:

     - 25% num seguro de capitalização, com capital garantido, por um período de 8 anos;

    - 25% em Certificados do Tesouro Poupança Mais (CTPM), por um período de 5 anos;

    - 25% num depósito a prazo por 3 anos;

    - e 25%, aproveitar os depósitos promocionais do best, big, etc.

     

    Isto porque esses depósitos promocionais têm uma duração limitada e curta. Por outro lado, desta forma parece-me que ao longo do tempo, e de forma gradual, iriam vencendo as aplicações e poderia ir alterando alguma coisa, se assim o entendesse (25%, depósitos promocionais, teriam uma duração de cerca 1 ano, ou seja, no próximo ano teria de voltar a investir como quisesse; 25% teria de pensar neles daqui a 3 anos; 25% teria de pensar neles daqui a 5 anos; e 25% teria de pensar neles daqui a 8 anos). 

     

    Eu tenho um seguro de capitalização da seguradora Eurovida, que já deixou de aceitar novos subscritores. Dos que ainda estão no mercado, a DECO fez um estudo comparativo e aconselha um seguro de capitalização da seguradora Generalli.

    Este:  https://ww6.generali.pt/generali/pt/particulares/poupanca-e-investimento/generali-poupanca.html

     

    Veja se lhe interessa.

     

     

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    3 hours ago, Jose_Luis_65 said:

    Venho aqui pela primeira vez, por necessidade, já que tenho um dinheiro de uma indemnização que recebi para aplicar e não sei bem onde ou em quê. Já li aqui muitas coisas que foram escritas e as minhas dúvidas mantêm-se. 

    O meu caso é este: Recebi uma indemnização laboral da empresa onde trabalhei 25 anos. Quero aplicar este dinheiro de forma segura para o futuro, que é sempre incerto. Neste momento já estou a trabalhar, por sinal até tenho uma posição melhor que a que tinha e a ganhar mais (há males que vêm por bem...), mas tenho que ter cuidado porque, hoje em dia, tudo é incerto e inesperado.

    Já corri vários bancos e as taxas que eles têm para oferecer são de rir tão baixas que são. Às vezes oferecem-me outro produtos, mas ali há sempre um "Se" que eu sempre desconfio. Não quero ficar sem o dinheiro da indemnização. Pelo contrário, quero que ele cresça.

    Onde me aconselham a aplicá-lo. Onde esteja seguro e renda alguma coisa?

    Obrigados.

    Viva

    A inflacção até ao resto do ano deve ser 0,9%. Assim sendo, se não conseguir colocar o seu dinheiro a render a mais do que 1% líquido, então está a ficar mais pobre.

    PS: As taxas em depósitos a prazo não são de rir. Não é por estarem a 1% que são melhores do que 5% em 2008 por exemplo, porque a inflacção também estava nessa ordem. Os depósitos a prazo normalmente acompanham a inflacção, e não são instrumentos de investimento, são instrumentos de preservação de riqueza (a não ser que faça lock a 10 anos de boas taxas, e as aproveite quando a inflacção estiver baixa). 

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     A sugestão que me deram no BPI (o meu banco), para aplicar a importância da indemnização que recebi foi as Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável (OTRV Agosto 2021) que estão a se lançadas (até 12 de Agosto).

    As indicações principais que o banco me enviou são as seguintes.

    Acham que este produto do EStado é o melhor para o meu caso? Ou devo optar antes pelos Certificados de Aforro ou até pelo Poupança Mais a 5 anos?

    Estou muito na dúvida.

    ======================================

    Taxa de juro variável:

     

    Euribor 6 M Logótipo__Sinal_Mais 2,05%*, com uma taxa de juro mínima de 2,05%*

    * Taxa Anual Nominal Bruta, com um mínimo de 2,05%, sujeita ao regime fiscal em vigor

    Pagamento de juros:

     

    Semestral e postecipado, em 12 de Fevereiro e 12 de Agosto de cada ano

    Rateio:

     

    Caso a procura seja superior ao valor nominal global das OTRV objecto da oferta, proceder-se-á a rateio, nas condições descritas no Memorando de Informação.

     

    dmissão à Negociação em Bolsa:

     

    Será solicitada a admissão à negociação das OTRV  no mercado regulamentado Euronext Lisbon, sendo previsível que o início da negociação das OTRV ocorra a 12 de Agosto de 2016, caso a respectiva admissão venha a ser aprovada pela entidade competente ("Euronext")

    Comissões:

     

    A subscrição das OTRV está sujeita a uma comissão de subscrição. O Banco BPI cobrará ainda uma comissão sobre o pagamento de juros e reembolso das OTRV, bem como uma comissão de custódia relativamente aos valores mobiliários depositados no Banco BPI. Todas as comissões poderão ser consultadas no Preçário ou no site da CMVM, podendo o Investidor, em qualquer momento prévio à subscrição, solicitar a simulação dos custos do investimento que pretende efectuar, obtendo assim a respectiva taxa interna de rentabilidade.

    Documentos da Oferta :

     

    Não dispensa a consulta do Memorando de Informação, e das suas eventuais adendas, disponível no site do IGCP.

    Advertências:

     

    A presente comunicação não constitui uma oferta de valores mobiliários nem um convite à subscrição de valores mobiliários. Qualquer decisão de investimento deverá basear-se na informação constante do Memorando de Informação e ser efectuada após avaliação independente da condição económica, situação financeira e demais elementos relativos ao Emitente. Em acréscimo, nenhuma decisão quanto à intenção de investimento deverá ser tomada sem prévia análise, pelo potencial investidor e pelos seus eventuais consultores, do Memorando de Informação.

     

    ================================================

    Editado por Jose_Luis_65
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    Mouro Emprestado

    Primeiro que tudo, estas obrigações lançadas pelo Estado Português têm, a meu ver, um risco muito mais elevado que os CA e CTPM, dado que em caso de haircut da dívida Soberana Portuguesa (que acredito que acontecerá, mais cedo ou mais tarde*), não acredito que mexam nestes últimos produtos, mas não vejo como não mexer nessas obrigações.

    Por outro lado, se o valor da indemnização para aplicar nestas obrigações for baixo, as comissões que irás pagar por transaccionares e depois deteres essas obrigações irão diminuir a rentabilidade das mesmas (já os CTPM não têm qualquer custo associado).

    Pessoalmente, se é para investir em obrigações do tesouro, preferiria investir num fundo de obrigações soberanas diversificado geograficamente pela Europa, ou até um fundo misto (tal como o Nordea-1 Stable Return). É consultar o tópico sobre fundos de investimento http://www.forumfinancas.pt/topic/7246-fundos-de-investimento/ ou, quem sabe, o tópico sobre os ETFs (http://www.forumfinancas.pt/topic/5360-etfs-exchange-traded-funds/).

     

    * Gostaria imenso de estar errado nesta previsão :( .

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    22 hours ago, Jose_Luis_65 said:

     A sugestão que me deram no BPI (o meu banco), para aplicar a importância da indemnização que recebi foi as Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável (OTRV Agosto 2021) que estão a se lançadas (até 12 de Agosto).

    Acham que este produto do EStado é o melhor para o meu caso? Ou devo optar antes pelos Certificados de Aforro ou até pelo Poupança Mais a 5 anos?

    Para um investimento a 5 anos, os Poupança Mais (que dão 2,25%) parecem-me preferíveis. Claro que o BPI nunca os irá aconselhar, pois não os vende. ;)

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    Sim. Compreendo o que dizem. Os bancos "recomendam" o que têm para vender. Tudo o resto passa-lhes ao lado. O que recebi de indemnização não chega aos 40 mil. Gostava de aplicá-los com cabeça, Felizmente, já me encontro a trabalhar, até numa posição melhor do que a anterior e com mais futuro (acho eu), portanto aquele dinheiro é para guardar e usá-lo quando for preciso, sem previsão.

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    A 15/07/2016 at 11:01, Jose_Luis_65 disse:

    Venho aqui pela primeira vez, por necessidade, já que tenho um dinheiro de uma indemnização que recebi para aplicar e não sei bem onde ou em quê. Já li aqui muitas coisas que foram escritas e as minhas dúvidas mantêm-se. 

    O meu caso é este: Recebi uma indemnização laboral da empresa onde trabalhei 25 anos. Quero aplicar este dinheiro de forma segura para o futuro, que é sempre incerto. Neste momento já estou a trabalhar, por sinal até tenho uma posição melhor que a que tinha e a ganhar mais (há males que vêm por bem...), mas tenho que ter cuidado porque, hoje em dia, tudo é incerto e inesperado.

    Já corri vários bancos e as taxas que eles têm para oferecer são de rir tão baixas que são. Às vezes oferecem-me outro produtos, mas ali há sempre um "Se" que eu sempre desconfio. Não quero ficar sem o dinheiro da indemnização. Pelo contrário, quero que ele cresça.

    Onde me aconselham a aplicá-lo. Onde esteja seguro e renda alguma coisa?

    Obrigados.

    Para o que pretende, e pela minha interpretação vejo que para: "seguro", algum "rendimento", e já agora, acrescentando o "simples" e o "versátil", eu apontaria aos CTPM. 

    Já se sabe que seguro é muito relativo, mas neste caso, faz parte da base da pirâmide do risco. (E na minha sincera opinião, se algum dia este tipo de poupança do Estado, que é uma entidade superior a qualquer banco, e portanto onde até considero os CTPM mais seguros que os depósitos, falhar perante qualquer um de nós, é sinal que tudo para trás já foi de vela). 

    O rendimento é superior aos depósitos a prazo, para além de garantir as taxas anunciadas por mais tempo.

    O simples é, a compreensão fácil do funcionamento dos CTPM, lembrando só que, por cada ano que passa, é necessário que descontar o IRS 28% aos juros brutos.

    O versátil é, ao fim de pelo menos 1 ano, poder fazer o que quiser com o dinheiro, seja, manter, resgatar tudo, ou uma parte.

    Se aconselho a pôr todo o património financeiro neste tipo de poupança ou investimento, a resposta é não! Deve-se diversificar. Mas, se não estamos à vontade com outros tipos de aplicações, quer por desconhecimento, quer por medo, porque não aplicar tudo nos CTPM?

    As OTRV  comercializadas pelo BPI, ou por outros bancos, sugam comissões pela subscrição, pelo resgate, pela gestão, e pelos juros obtidos, não garantem o montante que queremos aplicar, assim como não garantem o montante que inicialmente aplicámos. Portanto, dá "cabo da cabeça" e pode originar frustração, mas quem fica a ganhar sempre e desde o início, são os bancos e o estado. Este tipo de aplicação, serve a meu ver como complemento à diversificação, de preferência quando já não sabemos o que fazer a tanto dinheiro. :lol:

    • Voto Positivo 1
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    uma pergunta talvez  básica sobre os seguros de capitalização

    quando é referido  que a rentabilidade bruta de um ano, por exemplo o generalis + poupança é 4%,quer dizer que a este valor falta tirar 28% ou ainda temos tirar todas as comissões subscrição e manutenção. ??

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    A 15/07/2016 at 17:42, Jose_Luis_65 disse:

     A sugestão que me deram no BPI (o meu banco), para aplicar a importância da indemnização que recebi foi as Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável (OTRV Agosto 2021) que estão a se lançadas (até 12 de Agosto).

    As indicações principais que o banco me enviou são as seguintes.

    Acham que este produto do EStado é o melhor para o meu caso? Ou devo optar antes pelos Certificados de Aforro ou até pelo Poupança Mais a 5 anos?

    Estou muito na dúvida.

    ======================================

    Taxa de juro variável:

     

    Euribor 6 M Logótipo__Sinal_Mais 2,05%*, com uma taxa de juro mínima de 2,05%*

    * Taxa Anual Nominal Bruta, com um mínimo de 2,05%, sujeita ao regime fiscal em vigor

    Pagamento de juros:

     

    Semestral e postecipado, em 12 de Fevereiro e 12 de Agosto de cada ano

    Rateio:

     

    Caso a procura seja superior ao valor nominal global das OTRV objecto da oferta, proceder-se-á a rateio, nas condições descritas no Memorando de Informação.

     

    dmissão à Negociação em Bolsa:

     

    Será solicitada a admissão à negociação das OTRV  no mercado regulamentado Euronext Lisbon, sendo previsível que o início da negociação das OTRV ocorra a 12 de Agosto de 2016, caso a respectiva admissão venha a ser aprovada pela entidade competente ("Euronext")

    Comissões:

     

    A subscrição das OTRV está sujeita a uma comissão de subscrição. O Banco BPI cobrará ainda uma comissão sobre o pagamento de juros e reembolso das OTRV, bem como uma comissão de custódia relativamente aos valores mobiliários depositados no Banco BPI. Todas as comissões poderão ser consultadas no Preçário ou no site da CMVM, podendo o Investidor, em qualquer momento prévio à subscrição, solicitar a simulação dos custos do investimento que pretende efectuar, obtendo assim a respectiva taxa interna de rentabilidade.

    Documentos da Oferta :

     

    Não dispensa a consulta do Memorando de Informação, e das suas eventuais adendas, disponível no site do IGCP.

    Advertências:

     

    A presente comunicação não constitui uma oferta de valores mobiliários nem um convite à subscrição de valores mobiliários. Qualquer decisão de investimento deverá basear-se na informação constante do Memorando de Informação e ser efectuada após avaliação independente da condição económica, situação financeira e demais elementos relativos ao Emitente. Em acréscimo, nenhuma decisão quanto à intenção de investimento deverá ser tomada sem prévia análise, pelo potencial investidor e pelos seus eventuais consultores, do Memorando de Informação.

     

    ================================================

    Veja este comparativo. E depois decida por si.

     

     https://www.deco.proteste.pt/investe/otrv-maio-2021-novo-produto-do-estado-garante-1-6-s5117664.htm

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    • 1 month later...
    Visitante maskovic

    Boa tarde,

    Precisava de aconselhamento para investir 50% da minha poupança e não pretendo correr riscos elevados. Tenho 50% em CTPM, a rentabilidade e risco muito reduzido agradam-me, mas estaria a colocar todos os ovos no mesmo cesto.

    Como alternativa apenas conheço os depósitos a prazo, que à excepção das ofertas promocionais para novos clientes têm rentabilidades muito baixas. Já ponderei investir estes 50% no Banco Invest (1,75% a 1 ano, ou seja, ao fim de 1 ano até teria uma rentabilidade superior aos CTPM). Duvidas: Este banco é credível, sólido, etc? Investir 50% num DP de um só banco não será exagerado (ainda que o montante seja inferior aos 100.000 EUR cobertos pelo Fundo de Garantia)?

    Para além destas opções, há mais algum investimento que deva considerar?

    Obg.

    Maskovic

     

     

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    • 9 months later...

    o grande problema dos seguros de capitalização é as seguradoras poderem jogar como querem com as taxas. podem por exemplo começar com taxas atrativas e depois é sempre a descer.

    Por exemplo com o objectivo de diversificar aderi ao SC generali + poupança através de entregas todos os meses de quantias pequenas, Este seguro tem minimo garantido mais participação nos resultados,jogam sempre com o mínimo garantido que podem definir a seu belo prazer.

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    • 2 weeks later...
    A 7/2/2017 às 16:34, superkinas disse:

    o grande problema dos seguros de capitalização é as seguradoras poderem jogar como querem com as taxas. podem por exemplo começar com taxas atrativas e depois é sempre a descer.

    Por exemplo com o objectivo de diversificar aderi ao SC generali + poupança através de entregas todos os meses de quantias pequenas, Este seguro tem minimo garantido mais participação nos resultados,jogam sempre com o mínimo garantido que podem definir a seu belo prazer.

    Creio que é comum a todos os seguros de capitalização.

    Desde que subscrevi um (Eurovida) com taxa mínima fixa garantida, foi essa a taxa anual.

    Tenho um outro, do BEST com taxa mínima variável, em que o mínimo definido para este ano foi de: 0%.

    No entanto, no caso deste último, atribuíram um Bónus de Permanência equivalente a uma garantia de rendimento mínimo acumulado em 3 anos de 3%.

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    A 14/07/2017 às 10:25, dpinto disse:

    Creio que é comum a todos os seguros de capitalização.

    Desde que subscrevi um (Eurovida) com taxa mínima fixa garantida, foi essa a taxa anual.

    Tenho um outro, do BEST com taxa mínima variável, em que o mínimo definido para este ano foi de: 0%.

    No entanto, no caso deste último, atribuíram um Bónus de Permanência equivalente a uma garantia de rendimento mínimo acumulado em 3 anos de 3%.

    Quem vai para os Seguros de Capitalização sabe à partida as condicões.

    Por isso não se queixem do jogo, queixem-se dos jogadores.

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