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    Parece ser um excelente negócio para o Benfica e para as entidades financeiras envolvidas.

    Olha que não, também aqui faz todo o sentido ver a situação dessas empresas, pois basta um "problema" e reflecte-se na cotação da obrigação. É claro que para quem quiser levar até à maturidade pouco i

    Título Emitente Cotação % YTM % Cupão % Maturidade O.T. 5% Junho 15/06/2012 REPÚBLICA PORTUGUESA 99,9200 5,1646 5,0000 15-06-2012 O.T. 5,45% 23/09/2013 REPÚBLICA PORTUGUESA 90,0950 12,6065 5,4500

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    As do carro, para mim tem os seguintes problemas, a aston martin é em libras logo muito risco cambial e a da europcar é subordinada e tem uma opção de compra a dos aviões é boa é pena é já ter um preço acima dos 100 mas mesmo assim com uma boa taxa de 10%, senior penso que seja uma boa aposta de compra para curto prazo.

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    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=581879

    Portugal troca dívida amanhã para aliviar reembolso de 2013

    O IGCP vai quarta-feira oferecer-se para trocar títulos que se vencem em Setembro de 2013 por novas Obrigações do Tesouro com maturidade em Outubro de 2015. O objectivo é aliviar o peso do reembolso a fazer no próximo ano.

    Segundo a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), os investidores detentores de obrigações da linha de Setembro de 2013 terão a oportunidade de as trocar por títulos respeitantes à linha que atinge a maturidade em Outubro de 2015.

    Na prática, Portugal vai fazer um leilão de dívida de longo prazo, já que serão emitidos novos títulos a três anos. Neste caso, os investidores podem, se considerarem atractivo o preço a que são vendidos os novos títulos, entregar os títulos que se vencem em Setembro de 2013.

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    Vou aqui postar um comentário, não meu, de um leitor on line do jornal de negócios, qual a V/ opinião:

    "

    Posso ser extremamente leigo no assunto mas, se percebo bem o que se passa, a dívida portuguesa a 10 anos está a cotar no mercado secundário obrigacionista a 80% e, em alguns casos, perto dos 70% do valor nominal.Claramente os proprietários destas obrigações têm algum receio de não serem reembolsados e por isso têm vendido as obrigações, movimento que as desvaloriza automaticamente.Partindo do pressuposto (e é provavelmente aqui que este raciocínio bloqueia?), porque é que o Estado português não aproveita esta desvalorização para comprar massivamente a sua própria dívida, poupando não só em juros a pagar no futuro (cupões) mas também poupando o diferencial entre o valor de compra e o valor nominal??Mas isto sou eu que sou leigo, e talvez isto não seja mesmo possível ou não faça sentido..."

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    Isso já foi feito salvo erro na Argentina e a uma escala bem maior mas o estado Português é burro.

    Acho que o Equador também o fez, comprou toneladas de dívida própria a 20 e 30% do valor (mas em segredo) baixando assim muito a sua dívida pública (que creio foi [auto]declarada dívida odiosa).

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    Então penso que foi isso, o Equador, há uns tempos vi uma reportagem disso e achei interessante. Em Portugal não se pensa 'out of the box' mas pronto os políticos já são suficientemente odiados(com razão).

    Isso do Equador vi no documentário "Debitocracia".

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    O IGCP, E.P.E. vai realizar uma oferta de troca de Obrigações do Tesouro no dia 3 de outubro de 2012

    O IGCP, E.P.E.  vai realizar no próximo dia 3 de outubro pelas 10:30 horas uma oferta de troca nas seguintes Obrigações do Tesouro:

    • IGCP, E.P.E. compra a OT 5,45 setembro 2013;
    • IGCP, E.P.E. vende a OT 3,35 outubro 2015.

    IGCP, E.P.E., 2 de outubro de 2012

    fonte: http://www.igcp.pt/gca/index.php?id=1230

    Se aumentassem o cupão destas novas OT's 2015 até alinhava. Assim, se não me "obrigarem", fica tudo na mesma como a lesma...

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    "

    Posso ser extremamente leigo no assunto mas, se percebo bem o que se passa, a dívida portuguesa a 10 anos está a cotar no mercado secundário obrigacionista a 80% e, em alguns casos, perto dos 70% do valor nominal.Claramente os proprietários destas obrigações têm algum receio de não serem reembolsados e por isso têm vendido as obrigações, movimento que as desvaloriza automaticamente.Partindo do pressuposto (e é provavelmente aqui que este raciocínio bloqueia?), porque é que o Estado português não aproveita esta desvalorização para comprar massivamente a sua própria dívida, poupando não só em juros a pagar no futuro (cupões) mas também poupando o diferencial entre o valor de compra e o valor nominal??Mas isto sou eu que sou leigo, e talvez isto não seja mesmo possível ou não faça sentido..."

    Pode não ser uma operação possível para o estado neste momento, pois sem a ajuda da Troika, e para todos os efeitos uma operação grande desta natureza seria uma renegociação da dívida, Portugal não tem dinheiro para comprar a sua própria divida. Embora consiga emitir alguns montantes de curto prazo com boas taxas de juro, pode não ser interessante trocar divida de longo prazo por curto prazo.

    Assim penso que esta operação é um bom passo para uma renegociação gradual da divida e se tiver sucesso outras deverão vir a ser feitas. O sucesso de amanha já vai permitir poupar 2,1% em juros sobre o montante que for negociado.

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    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=582039

    Leilão de troca recebeu forte procura, correspondendo a cerca de 40% da dívida que vai chegar à maturidade em Setembro do próximo ano e que agora Portugal só terá que reembolsar em 2015.

    O leilão de troca que o ICGP efectuou hoje recebeu a aceitação de detentores de dívida no montante de 3,75 mil milhões de euros, o que permitirá a Portugal reduzir o valor a pagar em Setembro de 2013 para 5,98 mil milhões de euros.

    Em troca, o Tesouro entregou obrigações no valor de 3,757 mil milhões de euros com prazo até Outubro de 2015, aumentando o montante dessa emissão para 13,4 mil milhões de euros, segundo os dados divulgados pela agência de gestão da dívida pública.

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