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    Parece ser um excelente negócio para o Benfica e para as entidades financeiras envolvidas.

    Olha que não, também aqui faz todo o sentido ver a situação dessas empresas, pois basta um "problema" e reflecte-se na cotação da obrigação. É claro que para quem quiser levar até à maturidade pouco i

    Título Emitente Cotação % YTM % Cupão % Maturidade O.T. 5% Junho 15/06/2012 REPÚBLICA PORTUGUESA 99,9200 5,1646 5,0000 15-06-2012 O.T. 5,45% 23/09/2013 REPÚBLICA PORTUGUESA 90,0950 12,6065 5,4500

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    rui_marreiros
    há 11 horas, tico_ocit disse:

    Eis o meu plano, utilizar as aquisições grátis por mês para subscrever ETFs...

    Cuidado que valores tão baixos não existem ETFs gratis, só para subscrição superiores a 1000 euros. Mesmo os Murtual Funds que podem ser gratis tens no minimo 1 uP ou 100 euros.

    Qual é o teu Banco?  A maioria dos bancos não cobra por fundos de investimentos e podes colocar e tirar do fundo sem mais custos. Os ETFs nos bancos são considerados acções e cobram comissões. 

    Em tecnologia eu escolhia o da BlackRoock https://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F0GBR04U3X é mundial. A maior parte das empresas deste fundo são a blue chips das várias bolsas no mundo - está garantida a diversificação.

     

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    há 17 horas, FabiusBarbarus disse:

    Não há forma de subsrever esse produto sem ser comido em comissões, certo?

    Nenhum banco deve oferecer isenção completa. Mas pode haver uns mais "baratos" que outros. É questão de consultar.

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    FabiusBarbarus
    há 10 horas, rui_marreiros disse:

    Em tecnologia eu escolhia o da BlackRoock https://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F0GBR04U3X é mundial. A maior parte das empresas deste fundo são a blue chips das várias bolsas no mundo - está garantida a diversificação.

     

    Desculpa meter-me na conversa, mas achei interessante esse Fundo. Vi que o Banco Invest comercializa (tenho conta lá). No entanto nunca investi nesse tipo de fundos, e aquilo tem várias comissões associadas:

    COMISSÃO DE SUBSCRIÇÃO 0%

    COMISSÃO DE GESTÃO 1,50 %

    ENCARGOS CORRENTES 2,32 %

    COMISSÃO DE RESGATE 0%

    COMISSÃO DE PERFORMANCE 0,00 %

    COMISSÃO DE DISTRIBUIÇÃO 1,00 % Esta comissão recebida pela entidade comercializadora não incrementa os encargos globais do Fundo.

    Conseguem-me ajudar a perceber essas comissões? Incidem sobre o saldo total que tenho no fundo, ou sobre o lucro? Serão anuais?

    Há alguma corretora que comercialize esse produto com comissões mais baixas, ou só mesmo nos bancos?

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    A 23/06/2020 às 01:05, rui_marreiros disse:

    Cuidado que valores tão baixos não existem ETFs gratis, só para subscrição superiores a 1000 euros. Mesmo os Murtual Funds que podem ser gratis tens no minimo 1 uP ou 100 euros.

    Qual é o teu Banco?  A maioria dos bancos não cobra por fundos de investimentos e podes colocar e tirar do fundo sem mais custos. Os ETFs nos bancos são considerados acções e cobram comissões. 

    Em tecnologia eu escolhia o da BlackRoock https://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F0GBR04U3X é mundial. A maior parte das empresas deste fundo são a blue chips das várias bolsas no mundo - está garantida a diversificação.

     

    Então mas aqueles ETFs grátis da Degiro, só acima de 1000€?

    O meu banco é o Santander, mas recentemente abri conta no Banco CTT.

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    Francisco Martins
    9 minutes ago, tico_ocit said:

    Então mas aqueles ETFs grátis da Degiro, só acima de 1000€?

    Não, é uma grátis em cada ETF da lista dos grátis e depois dessa realizada ainda existe a hipotese de ser grátis se for acima de 1000€ na mesma direcção e não originar uma posição curta.

    O melhor é ver nas condições da DeGiro, no PDF do preçario está lá escrito:

    "Poderá encontrar a lista de ETFs grátis aqui. Todos os meses poderá realizar uma transação gratuita por ETF (compra) da lista disponibilizada. Transações extras na mesma direção (uma compra deverá ser seguida de outra compra) no mesmo mês deverá ter um valor superior a pelo menos 1000 EUR/USD (dependendo do tipo de divisa no qual o ETF for cotado). Todos os meses, a primeira transação efetuada num ETF listado, é gratis independentemente da quantia ou direção, desde que não leve a uma posição curta."

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    há 42 minutos, Francisco_ disse:

    Não, é uma grátis em cada ETF da lista dos grátis e depois dessa realizada ainda existe a hipotese de ser grátis se for acima de 1000€ na mesma direcção e não originar uma posição curta.

    O melhor é ver nas condições da DeGiro, no PDF do preçario está lá escrito:

    "Poderá encontrar a lista de ETFs grátis aqui. Todos os meses poderá realizar uma transação gratuita por ETF (compra) da lista disponibilizada. Transações extras na mesma direção (uma compra deverá ser seguida de outra compra) no mesmo mês deverá ter um valor superior a pelo menos 1000 EUR/USD (dependendo do tipo de divisa no qual o ETF for cotado). Todos os meses, a primeira transação efetuada num ETF listado, é gratis independentemente da quantia ou direção, desde que não leve a uma posição curta."

    Exactamente o que tinha em mente.

    Obrigado pelo esclarecimento.

    P.S. Já estou a ler conteúdo do teu blog. Boa sorte com o projeto.

    • Voto Positivo 1
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    rui_marreiros
    há 1 hora, tico_ocit disse:

    Exactamente o que tinha em mente.

    Estive a ver os fundos do teu banco, Santander, e tens lá coisas interessantes, embora pouco diversificadas:

    https://www.santander.pt/investimentos/fundos-investimento

    e tens lá um fundo de acções americanas com uma boa distribuição:

    https://www.santander.pt/investimentos/fundos-investimento/santander-accoes-america

    Antes de entrares dá uma vista de olho, lê os folhetos dos fundos para melhor compreenderes.

    Os Fundos e ETF s são um pouco diferentes.

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    Estou a pensar começar a investir em obrigações. No entanto, tenho algumas dúvida que gostaria de colocar aos mais experientes:

     

    Em que situações poderá o pequeno investidor perder o dinheiro investido?

    Apenas em caso de falência/incumprimento do emitente?

    E nos casos de reestruturação de divida?

    Ouvi dizer que em situação de dificuldades para honrar a divida, os pequenos investidores são os primeiros a recuperar o seu dinheiro. É verdade?

    Obrigado

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    há 8 horas, Douken disse:

    Em que situações poderá o pequeno investidor perder o dinheiro investido?

    Apenas em caso de falência/incumprimento do emitente?

    E nos casos de reestruturação de divida?

    Em todos estes casos.

    há 8 horas, Douken disse:

    Ouvi dizer que em situação de dificuldades para honrar a divida, os pequenos investidores são os primeiros a recuperar o seu dinheiro. É verdade?

    Não. Todos os detentores dos títulos (da mesma emissão) estão em princípio no mesmo barco. Não há discriminação, nem faria sentido que quem seja detentor de 10.000€ tenha prioridade sobre quem tenha 100.000€. Ficam todos "a arder" por igual.

    • Gosto 1
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    há 11 horas, Douken disse:

    Estou a pensar começar a investir em obrigações. No entanto, tenho algumas dúvida que gostaria de colocar aos mais experientes:

     

    Em que situações poderá o pequeno investidor perder o dinheiro investido?

    Apenas em caso de falência/incumprimento do emitente?

    E nos casos de reestruturação de divida?

    Ouvi dizer que em situação de dificuldades para honrar a divida, os pequenos investidores são os primeiros a recuperar o seu dinheiro. É verdade?

    Obrigado

    Isso dos pequenos investidores nem faz sentido. O que pode acontecer é haver restituição parcial do dinheiro e nesse caso o pequeno investidor tem mais chance de recuperar o dinheiro apenas porque colocou lá menos guito.

    Depois há obrigações subordinadas ou seniores que isso sim altera a ordem como e restituída a dívida

    • Gosto 1
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    há 1 hora, Zylmaster disse:

    Isso dos pequenos investidores nem faz sentido. O que pode acontecer é haver restituição parcial do dinheiro e nesse caso o pequeno investidor tem mais chance de recuperar o dinheiro apenas porque colocou lá menos guito.

    Mesmo nesse caso, penso que o que faz mais sentido é ser restituído uma % do valor nominal dos títulos, ou seja todos perderão a mesma % do que investiram.

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    A 26/06/2020 às 21:27, rui_marreiros disse:

    Estive a ver os fundos do teu banco, Santander, e tens lá coisas interessantes, embora pouco diversificadas:

    https://www.santander.pt/investimentos/fundos-investimento

    e tens lá um fundo de acções americanas com uma boa distribuição:

    https://www.santander.pt/investimentos/fundos-investimento/santander-accoes-america

    Antes de entrares dá uma vista de olho, lê os folhetos dos fundos para melhor compreenderes.

    Os Fundos e ETF s são um pouco diferentes.

    Pois eu reparei que o que me aconselhaste um fundo na classe tecnológica, no entanto preferia um ETF é possível?

    Para iniciar o meu caminho, estava a pensar utilizar a lista grátis e adquirir em Vanguard S&P500. Que parece?

    Obrigado por toda a ajuda!

     

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    rui_marreiros
    há 12 minutos, tico_ocit disse:

    Para iniciar o meu caminho, estava a pensar utilizar a lista grátis e adquirir em Vanguard S&P500. Que parece?

    Esse é um dos ETFs de referência, mas não te esqueças que os ETfs são um um conjunto de acções,  e que nesse caso a Vanguard tenta replicar o S&P500.

    A composição de alguns fundos é ETFs+ acções+liquidez e os gestor tenta bater o indice.

    Mas nunca te esqueças que ao investires o dinheiro é teu.

    Bons investimentos.

     

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    • 10 months later...

    Algum Dragão de Ouro ? pronto a investir o chash back na divida azul.. ou ficam azuis só de pensar nisso?!?

    https://www.bancobest.pt/ptg/best_OPSFCP2023

     

    4,75% ao ano (TANB: Taxa Anual Nominal Bruta), sujeito ao regime fiscal em vigor no momento do pagamento e ao risco de crédito do Emitente bem como a comissões e outros encargos

    as Obrigações FC Porto SAD 2021-2023 têm um prazo de 2 anos e 6 meses, sendo cada Obrigação FC Porto SAD 2021-2023 reembolsada ao seu valor nominal em 26 de novembro de 2023, sujeita a ajustamento de acordo com a Convenção do Dia Útil Seguinte

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    há 1 hora, ManuelD disse:

    no que já teve que ser perdoado..🤑

    A que te referes? Houve uma emissão cujo reembolso em 2018 foi adiado por 6 meses, mas ocorreu na nova data e pagaram juros pelo tempo extra.

    Já comprei 2 vezes obrigações Sporting, por serem as que oferecem melhor taxa (7.30%, 6.25%, 5.25%). Foi o primeiro investimento sem capital garantido que fiz, em 2008. Não ligo a futebol, por isso o fator clubístico não tem qualquer impacto. Mas isto não é nenhuma recomendação.

    Editado por JRJordao
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    Boa noite

    Quando entrei para o mundo dos investidores fui confrontado com a típica norma de que um portfolio devia ter acções e obrigações numa determinada proporção. Na altura decidi seguir a formula

    • * ações (110-idade)%
    • * obrigações (idade-10)%

    O que no meu caso daria cerca de 80% acções e 20% em obrigações.

    Neste momento tenho cerca de 18% do meu portfólio de investimentos em obrigações, distribuído da seguinte forma:

    A nível de PPR penso reforçar todos os anos até atingir o teto máximo anual para obter os benefícios fiscais associados.

    Contudo, dado o fraco desempenho das obrigações nos últimos tempos, tenho andado a considerar reduzir a minha exposição a este tipo de activo, distribuindo assim esse dinheiro pelo resto do portfólio. No entanto tenho dúvidas se devo seguir essa abordagem...

    Por um lado não sou de vender activos só porque estão no vermelho. E efetivamente, trocar bonds por acções seria aumentar o risco do portfólio. No entanto, também não queria manter um investimento só porque sim, quando, daquilo que tenho lido, as bonds não estão com prognostico muito famoso a curto/médio prazo.

    Não estou em busca de conselhos financeiros, mas sim de algumas opiniões.
    Já alguém passou por este processo de reduzir a % em obrigações em detrimento de outros investimentos, com potencialmente com maior risco?

    Agradeço, desde já qualquer feedback

    Nota: Possuo fundo de emergência no valor de cerca de 5 vencimentos

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    • 2 weeks later...
    A 28/06/2020 às 01:17, Douken disse:

    Estou a pensar começar a investir em obrigações. No entanto, tenho algumas dúvida que gostaria de colocar aos mais experientes:

     

    Em que situações poderá o pequeno investidor perder o dinheiro investido?

    Apenas em caso de falência/incumprimento do emitente?

    E nos casos de reestruturação de divida?

    Ouvi dizer que em situação de dificuldades para honrar a divida, os pequenos investidores são os primeiros a recuperar o seu dinheiro. É verdade?

    Obrigado

    Normalmente o prospecto do EO que pretendes subscrever informa e responde a esse genero de perguntas. Até porque podem existir especificadades relativas a um EO.

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    A 14/05/2021 às 01:58, joao267 disse:

    Boa noite

    Quando entrei para o mundo dos investidores fui confrontado com a típica norma de que um portfolio devia ter acções e obrigações numa determinada proporção. Na altura decidi seguir a formula

    • * ações (110-idade)%
    • * obrigações (idade-10)%

    O que no meu caso daria cerca de 80% acções e 20% em obrigações.

    Neste momento tenho cerca de 18% do meu portfólio de investimentos em obrigações, distribuído da seguinte forma:

    A nível de PPR penso reforçar todos os anos até atingir o teto máximo anual para obter os benefícios fiscais associados.

    Contudo, dado o fraco desempenho das obrigações nos últimos tempos, tenho andado a considerar reduzir a minha exposição a este tipo de activo, distribuindo assim esse dinheiro pelo resto do portfólio. No entanto tenho dúvidas se devo seguir essa abordagem...

    Por um lado não sou de vender activos só porque estão no vermelho. E efetivamente, trocar bonds por acções seria aumentar o risco do portfólio. No entanto, também não queria manter um investimento só porque sim, quando, daquilo que tenho lido, as bonds não estão com prognostico muito famoso a curto/médio prazo.

    Não estou em busca de conselhos financeiros, mas sim de algumas opiniões.
    Já alguém passou por este processo de reduzir a % em obrigações em detrimento de outros investimentos, com potencialmente com maior risco?

    Agradeço, desde já qualquer feedback

    Nota: Possuo fundo de emergência no valor de cerca de 5 vencimentos

    Eu nem a mim mesmo dou conselhos, pois erro tanto ou mais que outras pessoas. 

     

    Dito isto sinceramente apesar de ter obrigações e ações penso que seja irrelevante ter obrigações. As ações são mais arriscadas, por norma. Contudo também são mais atrativas.

    Mas tudo na vida é relativo. Por ex: comprar açoes da Apple será mais arriscado que comprar obrigações da TAP ou do Sporting ? Não creio e quem investiu na Apple tem sido bem recompensado.

     

    Cada caso é um caso e no final cada um de nós investe onde se sente mais confortável. 

     

    Ao nível do PPR partilho da mesma opinião que tu.

     

    E também tenho o mesmo sentimento que tu na medida em que mantenho os meus investimentos com receio que pouco tempo depois de os vender eles se valorizem bastante, arrependendo-me. Creio que o melhor é perderes uns dias ou mesmo semanas a estudares produtos financeiros, sectores industriais, regioes geográficas, empresas, etc... e quando estiveres convicto de algo vendes onde tens menos rendimento e compras o que achas que é melhor para ti. Será uma decisão ponderadá e creio que não te trará grandes arrependimentos.

     

     

    Editado por investidor
    • Obrigado 1
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    • 2 weeks later...
    A 14/05/2021 às 00:58, joao267 disse:

    Boa noite

    Quando entrei para o mundo dos investidores fui confrontado com a típica norma de que um portfolio devia ter acções e obrigações numa determinada proporção. Na altura decidi seguir a formula

    • * ações (110-idade)%
    • * obrigações (idade-10)%

    O que no meu caso daria cerca de 80% acções e 20% em obrigações.

    Neste momento tenho cerca de 18% do meu portfólio de investimentos em obrigações, distribuído da seguinte forma:

    A nível de PPR penso reforçar todos os anos até atingir o teto máximo anual para obter os benefícios fiscais associados.

    Contudo, dado o fraco desempenho das obrigações nos últimos tempos, tenho andado a considerar reduzir a minha exposição a este tipo de activo, distribuindo assim esse dinheiro pelo resto do portfólio. No entanto tenho dúvidas se devo seguir essa abordagem...

    Por um lado não sou de vender activos só porque estão no vermelho. E efetivamente, trocar bonds por acções seria aumentar o risco do portfólio. No entanto, também não queria manter um investimento só porque sim, quando, daquilo que tenho lido, as bonds não estão com prognostico muito famoso a curto/médio prazo.

    Não estou em busca de conselhos financeiros, mas sim de algumas opiniões.
    Já alguém passou por este processo de reduzir a % em obrigações em detrimento de outros investimentos, com potencialmente com maior risco?

    Agradeço, desde já qualquer feedback

    Nota: Possuo fundo de emergência no valor de cerca de 5 vencimentos

    Vale o que vale.. mas eu optei por obrigações apenas em ppr mistos, de resto essa componente de 60/40, optei por alocar os 40% que dizem respeito a obrigacoes em produtos de capital garantido,(dp, seguros cap,etc) porque pelo menos nao vao dar rentabilidade negativa como se espera com as obrigacoes..

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    • 1 month later...

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