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  • FORMAS DE POUPAR

  • ETFs (Exchange-Traded Funds)


    Visitante Salvador_

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    Mouro Emprestado
    2 hours ago, pfonseca said:

    Pois, nem parece da Vanguard.

    Não parece mas.... é verdade.

    Segundo um post há uns tempos atrás no Bogleheads, metade dos MF e ETFs da Vanguard são de gestão activa.

    A vantagem face aos seus concorrentes: custos de gestão muito mais baixos (repara que o fee de gestão do ETF acima é de 0,30%, que é igual ao da iShares por exemplo).

    Na realidade, o mais importante não é o facto dum produto ser de gestão activa ou passiva (porcaria de discussão que não leva a lado nenhum), o importante é o valor anual do fee do produto (quanto mais alto, mais dificilmente se bate o benchmark).

     

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    há 5 horas, ruicarlov disse:

    Se o câmbio desvaloriza para a paridade, o preço da onça desce de 1100 dólares para 1000 dólares, logo a onça fica a valer na mesma 1000 euros.

    Peço desculpa , mas não sei se percebi...

    O preço da onça fica inalterado, isso percebo. A questão é se o dólar desvaloriza face ao euro, na venda do etf comprarei menos euros com os dólares que desvalorizaram.

    Se o etf estivesse em euros, não estaria sujeito a esta questão do câmbio, ou não?

     

     

     

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    Aí é que está, o preço da onça não fica inalterado. Se o dólar cai, o preço da onça cotado em USD sobe. O preço cotado em EUR mantém-se. Logo ao vender o ETF, fica com mais dólares, mas como o dólar desceu face ao eur, quadno converte em euros fica mais ou menos igual.

    Pegando em exemplos teóricos.

    Imaginemos que estamos com o EUR/USD na paridade. Um ETF de ouro cotado em USD está a valer 100 e um ETF de ouro cotado em EUR está a valer 100 também. Imaginemos  que a cotação EUR/USD passa de 1.0 para 1.1 (desvalorização do dólar). O ETF em EUR continua a valer 100. O ETF em USD sobre para os 110 dólares. Vende-se essa posição e fica-se com 110 dólares em dinheiro. Esse dinheiro converte-se para EUR e como agora o EUR equivale a 110 dólares, na prática ficamos com 100 EUR, o mesmo que tivéssemos o ETF de ouro cotado em EUR.

     

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    boa tarde pessoal,

    Gostaria da vossa ajuda para construção de uma carteira ETF.
    Sempre investi em depósitos, certificados aforro e tesouro e Obrigações de bancos e empresas.
    E gastaria de fazer algo diferente:
    Tenho acompanhado este tópico e vejo construções diversificadas no vosso portefólio, o que também gostaria de construir.
    E tenho visto rendimentos médios de membros muito a cima da média (dos depósitos e obrigações). 

    Por onde devo começar? 
    Existe algum livro que possa ler sobre este assunto?
    Existem alguns ETF padrão que deva adquirir para me iniciar??

     

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    O único "livro" que li foi este tópico no seu conjunto, bem como outro semelhante no fórum Caldeirão de Bolsa. Quanto a ETFs padrão, há um padrão diferente para cada perfil de investimento. Já se falou aqui dos ETFs tudo-em-1, divisão básica em ações/obrigações, e dividir mais finamente por regiões e áreas de negócio.

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    há 3 horas, ruicarlov disse:

    Aí é que está, o preço da onça não fica inalterado. Se o dólar cai, o preço da onça cotado em USD sobe. O preço cotado em EUR mantém-se. Logo ao vender o ETF, fica com mais dólares, mas como o dólar desceu face ao eur, quadno converte em euros fica mais ou menos igual.

    Pegando em exemplos teóricos.

    Imaginemos que estamos com o EUR/USD na paridade. Um ETF de ouro cotado em USD está a valer 100 e um ETF de ouro cotado em EUR está a valer 100 também. Imaginemos  que a cotação EUR/USD passa de 1.0 para 1.1 (desvalorização do dólar). O ETF em EUR continua a valer 100. O ETF em USD sobre para os 110 dólares. Vende-se essa posição e fica-se com 110 dólares em dinheiro. Esse dinheiro converte-se para EUR e como agora o EUR equivale a 110 dólares, na prática ficamos com 100 EUR, o mesmo que tivéssemos o ETF de ouro cotado em EUR.

     

    Obrigado ruicarlov.

    Tudo faz mais sentido agora.

    Cumps

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    há 11 minutos, ruicarlov disse:

    O único "livro" que li foi este tópico no seu conjunto, bem como outro semelhante no fórum Caldeirão de Bolsa. Quanto a ETFs padrão, há um padrão diferente para cada perfil de investimento. Já se falou aqui dos ETFs tudo-em-1, divisão básica em ações/obrigações, e dividir mais finamente por regiões e áreas de negócio.

    E pode ajudar-me a criar isso?
    Vi que utilizam este site https://www.justetf.com/de-en/ ou do degiro certo?

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    Boa tarde a todos.

    Dirijo-me a este fórum para obter ajuda na aplicação do meu dinheiro, uma vez que sou financeiramente iliterado - diria mesmo, completamente ignorante a este respeito.

    O meu problema é, essencialmente, a falta de tempo - o trabalho que tenho exige toda a minha atenção e horas de muito estudo, pelo que uso o pouco tempo livre para dar também alguma atenção ao meu filho de 6 meses, ficando o estudo das questões financeiras sempre para segundo plano e, consequentemente, acabo por não conseguir compreender as várias aplicações e soluções existentes.

    Passo, então, a expor a minha situação:

    Eu e a minha esposa somos profissionais liberais, auferimos mensalmente uma média global de 3.600,00 EUR, e conseguimos poupar cerca de 300 a 400 EUR por mês.
    Eu tenho 37 anos e ela 31.
    Não temos quaisquer empréstimos mas temos despesas mensais elevadas com o nosso escritório, com o filho, dia-a-dia, etc.
    Temos 15.000,00 EUR "arrumados" numa conta poupança da CGD que dá juros irrisórios e que gostaríamos de investir da seguinte forma:
        - 30% desse valor numa aplicação mais "segura", como, por exemplo, num depósito a prazo com juros atractivos e que esteja sempre disponível para emergências, que permita reforços sempre que possível;
        - 70% num investimento "automático" - ETFs ou aplicações do género, em que não seja necessário pensar muito.

    A lógica é que as nossas poupanças sejam aplicadas sempre no mesmo sítio (30% no "mealheiro" e 70% no investimento), de forma regular, e tendo em vista um período temporal alargado, sem que tenhamos necessidade de estudar mercados ou perder muito tempo com isso.

    Por outro lado, queremos também investir 1.000,00 EUR do nosso filho para o futuro dele.

    Que conselhos e sugestões me podem dar? Em que depósitos a prazo ou ETFs, em concreto, poderei investir? Qualquer ajuda é bem vinda.

    Antecipadamente grato.

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    Mouro Emprestado

    Diria que ler este tópico desde o seu início e o tópico ali ao lado dos fundos (2 vezes) será suficiente.

    Depois será mais fácil criares uma carteira buy&hold passiva que não irá requerer grande tempo (talvez uma ou 2 horas anualmente).

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    Boas!

    Acabei de ler este artigo, "Repeat After me: “Bonds Don’t Necessarily Lose Value When Rates Rise”", que me pareceu interessante. O autor conclui que, desde que se mantenham as obrigações até ao fim da sua maturidade, não se perde dinheiro num ambiente de subida de taxas de juro (desde que não sejam subidas bruscas). Isto é válido para obrigações de termo intermédio (7 anos), não para as de longo termo. Como tudo, é para ser lido com sentido crítico :)

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    Pois, ter uma obrigação não é o mesmo que ter um ETF de obrigações, mas os conceitos de maturidade e de duração também se podem aplicar aos ETF. Ou pelo menos é o que se pode ver no morningstar, para, por exemplo:

    1) iShares $ Treasury Bond 7-10yr UCITS ETF USD (Acc) (USD) | CBU0

    Maturidade efectiva: 8,42 anos

    Duração efectiva: 7,63 anos

    2) iShares $ Treasury Bond 20+yr UCITS ETF USD (Dist) (EUR) | IS04

    Maturidade efectiva: 26,52 anos

    Duração efectiva: 17,79 anos

    Apesar de não ser linear e exacto, podemos pensar que, se houver uma variação de 1% nas taxas de juro, haverá uma variação de 7,63% no CBU0 e de 17,79% no IS04, de acordo com o conceito de duração. A minha conclusão ao ler o artigo é que, em caso de um aumento da taxa de juro é preferível manter o ETF pelo período da sua maturidade efectiva, desde que seja intermédia (7 anos). Mas não quer dizer que eu esteja correcto.

     

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    Claro que o ETF com obrigações de maturidade mais longa está mais dependente da variação das taxas de juro, para o melhor ou para o pior. Quando mais curta é a duração, mais próximo estamos de cash. Isso não quer dizer que as obrigações não percam valor. Não é por esperar 7 anos que o ETF recupera necessariamente a sua cotação, já que ele vendeu as obrigações que tinha e comprou outras.

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    há 12 horas, ruicarlov disse:

    Claro que o ETF com obrigações de maturidade mais longa está mais dependente da variação das taxas de juro, para o melhor ou para o pior. Quando mais curta é a duração, mais próximo estamos de cash. Isso não quer dizer que as obrigações não percam valor. Não é por esperar 7 anos que o ETF recupera necessariamente a sua cotação, já que ele vendeu as obrigações que tinha e comprou outras.

    Para os etf's de obrigações perderem valor é preciso alguma das obrigsções nao pagar certo? Ou existem outras variantes?

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    Não é necessário não pagar. Basta que o mercado ache que há alguma probabilidade de não pagar, ou ter sido comprada numa altura em que havia alguma euforia (ou mudanças nas taxas de juro). Assumindo que na emissão e na maturidade uma obrigação vale 100, se o ETF comprar a obrigação quando ela vale 110 e vendê-la quando vale 90, claro que perde valor. Como o ETF está constrangido a uma maturidade média, tem de vendè-la mesmo que ela esteja abaixo da cotação por qual a comprou.

    • Voto Positivo 1
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    há 24 minutos, ruicarlov disse:

    Não é necessário não pagar. Basta que o mercado ache que há alguma probabilidade de não pagar, ou ter sido comprada numa altura em que havia alguma euforia (ou mudanças nas taxas de juro). Assumindo que na emissão e na maturidade uma obrigação vale 100, se o ETF comprar a obrigação quando ela vale 110 e vendê-la quando vale 90, claro que perde valor. Como o ETF está constrangido a uma maturidade média, tem de vendè-la mesmo que ela esteja abaixo da cotação por qual a comprou.

    Estou vendo que é mais complexo do que imaginava...
    Estava a tentar fugir das Obrigações entrando em ETf´s de Obrigações pois fiquei com a ideia que seria mais seguro de rendimento e risco mas estou a ver que basta uma má venda e lá se foi o lucro de 1 ano.

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    Resumindo: compra directa de obrigações e detenção até à maturidade dá origem a um rendimento mais estável e previsível, mas há o risco de default. ETFs geralmente o risco de default é minimo (uma vez que são imensas obrigações), mas tem um rendimento mais incerto.

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    há 2 horas, ruicarlov disse:

    Resumindo: compra directa de obrigações e detenção até à maturidade dá origem a um rendimento mais estável e previsível, mas há o risco de default. ETFs geralmente o risco de default é minimo (uma vez que são imensas obrigações), mas tem um rendimento mais incerto.

    Tendo em mente um  rendimento mais estável e previsível o melhor será um fundo de obrigações?
    Possuo Obrigações, certificados aforro, certificados de tesouro, depósitos a prazo e recentemente decidi investir em etf´s de obrigações.
    Como consigo no final de cada mês ter uma parte disponível para investir, com uma ideia de longo prazo, qual será a "melhor forma" de obter um rendimento significativo, comparando com os depósitos a prazo sem grande risco na probabilidade de perda de capital? A ideia passa por realizar reforços ao longo do ano.
    Em relação aos fundos tenho a ideia que em média se paga 2%-2.5% de comissões totais todos os anos, na sua manutenção, o que destroi grande parte dos rendimentos obtidos por ele. 
     

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    Mouro Emprestado

    Duvido que alguém consiga responder à pergunta sobre a melhor forma de obter um rendimento significativo sem grande risco na probabilidade de perda de capital.

    Primeiro que tudo é preciso definir o conceito de "rendimento significativo". 2% ? 3% ? 5% ? 15% ?

    Depois, perda de capital mede-se em dias, semanas, anos?

    Para se ter uma ideia, o SP500 perdeu mais de 50% do seu valor no crash de 2007-2009. Mas no início de 2011, já estava nos mesmos valores (pelo menos para os europeus). E quem entrou há 3 anos atrás já está com um retorno acima dos 70% (isto avaliado em euros).

     

    Quanto à tua segunda pergunta (ETF's vs FIGA's), sim e não... Basta olhar para os retornos do MFS Global Total Return a 10 anos. É caro sim senhor (fee de gestão de quase 2%). Mas ainda assim, não diria que um fundo misto 50/50 (acções/obrigações) com um retorno anualizado de 6,16% a 10 anos seja assim tão mau. Mas claro, não me importava que eles lançassem um ETF com o mesmo tipo de estratégia, mas com um fee de gestão mais simpático :)

     

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    Espero não estar a interromper a conversa que estão a ter neste momento, mas eu gostaria de saber se existe algum global REIT, que seja domicilado na União Europeia e que acumule dividendos?

    Eu fiz uma pesquisa no JustETF screener (https://www.justetf.com/de-en/find-etf.html?groupField=index&distributionPolicy=distributionPolicy-accumulating&assetClass=class-realEstate) mas infelizmente não encontrei nada.

    Obrigado desde já pela ajuda. ;)

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    Mouro Emprestado

    Creio que não existe nenhum ETF de REIT global que acumule dividendos :(

    Nesse caso é analisar os FIGA's que o Best comercializa, porque creio que existem alguns que não distribuem dividendos e têm uma performance semelhante aos index.

     

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    16 hours ago, Mouro Emprestado said:

    Creio que não existe nenhum ETF de REIT global que acumule dividendos :(

    Nesse caso é analisar os FIGA's que o Best comercializa, porque creio que existem alguns que não distribuem dividendos e têm uma performance semelhante aos index.

     

     
     

    O que é que são FIGAs? :) Nunca vi essa terminologia antes e não a encontrei no Google.

    Uma outra questão em relação à acumulação de dividendos -> em Portugal, nós não somos obrigado a declarar dividendos que sejam reinvestidos automaticamente (daí eu ter sido recomendado a escolher apenas ETFs que sejam 'acumulativos'), mas o mesmo não se aplica em outros países da União Europeia, correcto?

    É que eu trabalho actualmente na Alemanha e poderei eventualmente mudar-me para o UK, mas eu fizer os meus investimentos a partir de Portugal, não sei de que forma é que diferentes formas de tratar dividendos me pode afectar.

    16 hours ago, pfonseca said:

    Aparentemente, este tipo de fundos não são assim tão populares. Alguma razão para isso? 

    Tendo em conta que não existe nenhum global REIT na Europa que acumule dividendos, que outras alternativas tenho para ganhar exposure a outros mercados que não europeus nesta asset class? Será que vale a pena até considerar REITs que distribuem os seus dividendos?

    Editado por nunosbpereira
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    • ruicarlov unpinned this tópico

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