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  • FORMAS DE POUPAR

  • ETFs (Exchange-Traded Funds)


    Visitante Salvador_

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    Ao contrário do que muita gente pensa, mais volatilidade não equivale necessariamente a mais rentabilidade. Há que defenda que é mais importante no longo prazo evitar grandes quedas do que conseguir grandes ganhos.

    Quando se começa a entrar em terrenos de grande alocação às ações, aumentar mais o risco deixa de ser compensador. Em parte porque, por exemplo, para recuperar de uma perda de 50% é necessário um ganho de 100%. E há períodos da história em que a rentabildade de obrigações foi superior à das ações. É curisoso notar que mesmo dentro do mercado accionista, a classe "low-volatility" tem oferecerido melhores rentabilidades do que o índice geral.

    Quanto menos "todo-o-terreno" for o portfolio, mais significativo é o momento de entrada. Tendo em conta que estamos num dos maiores bull markets da história que já vai velhinho, entrar tão forte das ações neste momento pode resultar num valente golpe (pelo menos psicológico) se não houver qualquer proteção no lugar.

    Se não quer investir em obrigações, sugiro pelo menos que leia sobre a temática de usar opções, mais especificamente, sobre 'puts' sobre índice accionistas (como o S&P500). Apesar de eu ter uma componente obrigacionista mais forte, decidi na mesma comprar um put sobre o S&P500. Com um custo de cerca de 1.5% anual, consigo reduzir as perdas da minha carteira a quase 0 se houver uma queda à bruta tipo 2008.

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    Ao contrário do que muita gente pensa, mais volatilidade não equivale necessariamente a mais rentabilidade. Há que defenda que é mais importante no longo prazo evitar grandes quedas do que conseguir grandes ganhos.

    Claro que não é uma correlação linear, onde um aumento da volatilidade é necessariamente um aumento nos lucros, mas a longo prazo (+ 20 anos) tende a ser assim.

    Ainda assim, encontram-se portefólios onde houve maior volatilidade e menos lucros, no passado. Mas o backtesting vale o que vale. Eu até fiz alguns e a minha locação atual não estava má de todo.

    A propósito disto dos ganhos vs. volatilidade, para quem não conhecer, deixo aqui um gráfico sobre o chamado "efficient frontier":

    Efficient-Frontier.gif

    Espero que a minha alocação esteja perto da linha e para a direita, mas veremos. Também tenho muito tempo para reajustar :D

    Quando se começa a entrar em terrenos de grande alocação às ações, aumentar mais o risco deixa de ser compensador. Em parte porque, por exemplo, para recuperar de uma perda de 50% é necessário um ganho de 100%. E há períodos da história em que a rentabilidade de obrigações foi superior à das ações. É curioso notar que mesmo dentro do mercado acionista, a classe "low-volatility" tem oferecido melhores rentabilidades do que o índice geral.

    É normal que haja um efeito de "diminishing returns" ao ter cada vez mais stocks. Mas a longo prazo é expectável que deve compensar. No momento, até pode haver produtos a render mais e com menos volatilidade, mas não nos podemos concentrar demasiado no presente e olhar para o que é suposto os produtos renderem. Concordas?

    Pessoalmente, não estou muito preocupado com as quedas. Eu tentei ter um bom mix de assets pouco correlacionados (se alguém tiver sugestões, à vontade :) ), para que o rebalanceamento me ajude nos lucros/volatilidade a longo prazo.

    Quanto menos "todo-o-terreno" for o portfolio, mais significativo é o momento de entrada. Tendo em conta que estamos num dos maiores bull markets da história que já vai velhinho, entrar tão forte das ações neste momento pode resultar num valente golpe (pelo menos psicológico) se não houver qualquer proteção no lugar.

    O que queres dizer com "todo-o-terreno"? Mais conservador no rácio bonds/stocks? Eu acho que percebo o que queres dizer: a minha alocação está agressiva e supostamente um bear market estará quase a chegar.

    O capital que investi não é muito significativo e além disso, ninguém sabe quanto tempo vai durar este bull market. Amanhã posso ficar sem 50% do capital, como podemos estar mais 5 anos sempre a subir (espero eu :D).

    Se não quer investir em obrigações, sugiro pelo menos que leia sobre a temática de usar opções, mais especificamente, sobre 'puts' sobre índice accionistas (como o S&P500). Apesar de eu ter uma componente obrigacionista mais forte, decidi na mesma comprar um put sobre o S&P500. Com um custo de cerca de 1.5% anual, consigo reduzir as perdas da minha carteira a quase 0 se houver uma queda à bruta tipo 2008.

    Na verdade, só tenho 62.5% em Stocks. De resto, 10% em REIT, 7.5% em Ouro, 5% em Commodities e 15% em Bonds.

    Não sei se é assim tão mais "arriscado" que o muito aconselhado 80/20 para pessoas nos seus anos 20.

    Desconhecia esse tipo de "seguros". Pagas 1,5% ao ano sobre o S&P500 (ou todo o portefólio?), mas garantem-te rentabilidades não negativas?

    Já agora, se tiveres algum artigo na net sobre isso (pode ser em inglês), agradecia. O termo "puts" é demasiado genérico ao pesquisar.

    Já descobri algo novo hoje, por isso é que gosto destas conversas no fórum. Obrigado Rui!

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    Por acaso não concordo muito com a recomendação de obrigações=idade. Já tenho lido alguns artigos que defendem que prevenir uma queda valente da carteira é no longo prazo é uma estratégia mais eficiente para conseguir melhores retornos, já que crashes devastam o poder de capitalização com o tempo, que é das nossas melhores ferramentas. Penso que muita vez se subestima o fator psicológico. É fácil dizer que se aguenta sem problema uma queda de 50% na carteira. Outra coisa é a nossa reação quando isso acontecer. Ainda que uma pessoa consiga resistir à tentação de fazer asneiras, será que consegue dormir completamente relaxado à noite? E se o comportamento das bolsas seguir um rumo tipo Japão, que ainda não alcançou os máximos de há x anos atrás?

    Nada nos garante que um crash seja caracterizado por um queda súbita, seguida de uma recuperação num curto espaço de tempo. Quanto mais demorada for a recuperação, mais ansiedade se vai acumulando. Por exemplo, uma exposição acionista forte em 2000-2002 deve ter sido bastante agonizante nos EUA, pois foram dois anos em que as bolsas desciam e desciam, enquanto que as obrigações obtiveram rendimentos interessantes. É por essa razão que, apesar de também estar na casa dos 20s, acho que uma carteira equilibrada pode ser mais vantajosa. Acho sobretudo importante ter ativos que tenham correlações negativas com os mercados accionistas. Por exemplo REITs não são bons diversificadores em períodos maus das ações. Já obrigações +10anos dos EUA têm sido excelentes historicamente.

    Em relação aos puts, o termo a pesquisar são "opções". São produtos alavancados que muita gente utiliza para especulação, mas que também podem ser muito úteis para proteger carteiras. Comprar uma opção é comprar o direito a, numa data específica, poder comprar (calls) ou vender (puts) uma ação a um preço X, independentemente da cotação a que ela estiver no mercado nessa altura. Nessa data limite a opção pode ser exercida (isto é, efetuar-se a operação de compra/venda) se o preço for vantajoso, ou deixar-se expirar (a opção desaparece).

    Quando digo preço vantajoso é por exemplo comprarmos hoje o direito de vender ações do SPY a $170 no dia 1 de Janeiro de 2016. Se até lá tiver havido um crash e o SPY estiver a cotar a $150, as opções que temos valorizam imenso, pois permitem vender a um preço muito superior ao que está no mercado. Caso isso não aconteça não ganhamos nada, perdemos o dinheiro que gastámos a comprar essa opção. O preço de cada opção varia imenso (é um produto alavancado) de acordo com a probabilidade de o evento em causa vir a acontecer. Por exemplo, se hoje o SPY está a $210 e a volatilidade é reduzida, o preço de uma opção para vendê-lo a $170 daqui a uns meses é peanuts, pois é considerado muito pouco provável que o preço desça até esse valor.

    Eu comprei há uns meses dois puts sobre o SPY, tendo o direito de vender a $145 a 18/03/2016. Isto custou-me 460€. Se durante este ano as ações caírem 50%, isso implica perdas na minha carteira a rondar os 10000€. No entanto, a minha opção sobre o SPY dispara de valor se isso acontecer, e vendendo essas opções consigo uma mais-valia perto 10000€. Se nada disso acontecer até 18 de Março (se o SPY aumentar de valor ou permanecer +/- inalterado) perco os 460€ que usei para comprar a opção e terei de repetir o processo para proteger a carteira durante o ano seguinte. Enquanto não houver nenhum crash vou suportando este custo anual para proteger a minha carteira, mas quando vier a queda consigo fazer uma boa dose de dinheiro que posso utilizar para rebalancear a minha carteira comprando as ações quando elas tão muito baratas.

    Isto de falar de direitos de compra/venda pode parecer um pouco complicado, mas na realidade até é simples, pois nós vamos sempre operar numa espécie de mercado secundário. Nunca vamos exercer nenhuma opção, vamos é vendê-la a outra pessoa quando a opção valoriza.

    No seekingalpha existe uma série de artigos sobre o tema, embora o autor use opções de ações individuais e não de ETFs gerais como o SPY. Mas a ideia é a mesma:http://seekingalpha.com/article/2177103-the-time-to-hedge-is-now-do-it-for-less-part-i

    • Voto Positivo 1
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    Caro ruicarlov,

    Obrigado pelas tuas contribuições muito preciosas. Eu normalmente tenho optado por fazer hedging as minhas acções utilizando obrigações longo prazo 15+ investment grade (Lyxor ETF EuroMTS 15+Y Investment Grade [WKN: LYX0B4 / ISIN: FR0010481093]) por exemplo.

    Mas a tua estratégia também parece interessante, dúvidas:

    - no artigo que mencionaste o autor refere que não recomenda utilizar em ETF. sabes porquê?

    - sabes se há opções sobre o IWDA?

    - que intermediário financeiro é possível utilizar?

    - fiscalmente como se processa?

    obrigado desde já.  ;D

             

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    Por acaso não concordo muito com a recomendação de obrigações=idade. Já tenho lido alguns artigos que defendem que prevenir uma queda valente da carteira é no longo prazo é uma estratégia mais eficiente para conseguir melhores retornos, já que crashes devastam o poder de capitalização com o tempo, que é das nossas melhores ferramentas. Penso que muita vez se subestima o fator psicológico. É fácil dizer que se aguenta sem problema uma queda de 50% na carteira. Outra coisa é a nossa reação quando isso acontecer. Ainda que uma pessoa consiga resistir à tentação de fazer asneiras, será que consegue dormir completamente relaxado à noite? E se o comportamento das bolsas seguir um rumo tipo Japão, que ainda não alcançou os máximos de há x anos atrás?

    Nada nos garante que um crash seja caracterizado por um queda súbita, seguida de uma recuperação num curto espaço de tempo. Quanto mais demorada for a recuperação, mais ansiedade se vai acumulando. Por exemplo, uma exposição acionista forte em 2000-2002 deve ter sido bastante agonizante nos EUA, pois foram dois anos em que as bolsas desciam e desciam, enquanto que as obrigações obtiveram rendimentos interessantes. É por essa razão que, apesar de também estar na casa dos 20s, acho que uma carteira equilibrada pode ser mais vantajosa. Acho sobretudo importante ter ativos que tenham correlações negativas com os mercados accionistas. Por exemplo REITs não são bons diversificadores em períodos maus das ações. Já obrigações +10anos dos EUA têm sido excelentes historicamente.

    Eu estou bastante consciente que vai haver períodos de quedas ou grandes quedas e estou perfeitamente preparado psicologicamente para isso. Continuo a achar que no longo prazo, um mix mais agressivo (e diversificado) tem maior probabilidade de ter mais lucros que um mix mais modesto.

    O principal defeito que vejo apontado normalmente para portefólios com muitas ações são dois: o investidor pode "panicar" e vender aos desbarato num crash (péssimo!) ou o investidor depender deste investimento no curto prazo, por exemplo para comprar casa ou até para ir vivendo dos rendimentos do portefólio.

    No entanto, não estou a dizer que estás errado na tua estratégia. Ainda não li o suficiente sobre este assunto como queria. Estou agora a começar um livro muito interessante, "The Intelligent Asset Allocator", que aconselho. Talvez no final mude de opinião sobre a minha alocação :D

    Em relação aos puts, o termo a pesquisar são "opções". São produtos alavancados que muita gente utiliza para especulação, mas que também podem ser muito úteis para proteger carteiras. Comprar uma opção é comprar o direito a, numa data específica, poder comprar (calls) ou vender (puts) uma ação a um preço X, independentemente da cotação a que ela estiver no mercado nessa altura. Nessa data limite a opção pode ser exercida (isto é, efetuar-se a operação de compra/venda) se o preço for vantajoso, ou deixar-se expirar (a opção desaparece).

    Quando digo preço vantajoso é por exemplo comprarmos hoje o direito de vender ações do SPY a $170 no dia 1 de Janeiro de 2016. Se até lá tiver havido um crash e o SPY estiver a cotar a $150, as opções que temos valorizam imenso, pois permitem vender a um preço muito superior ao que está no mercado. Caso isso não aconteça não ganhamos nada, perdemos o dinheiro que gastámos a comprar essa opção. O preço de cada opção varia imenso (é um produto alavancado) de acordo com a probabilidade de o evento em causa vir a acontecer. Por exemplo, se hoje o SPY está a $210 e a volatilidade é reduzida, o preço de uma opção para vendê-lo a $170 daqui a uns meses é peanuts, pois é considerado muito pouco provável que o preço desça até esse valor.

    Eu comprei há uns meses dois puts sobre o SPY, tendo o direito de vender a $145 a 18/03/2016. Isto custou-me 460€. Se durante este ano as ações caírem 50%, isso implica perdas na minha carteira a rondar os 10000€. No entanto, a minha opção sobre o SPY dispara de valor se isso acontecer, e vendendo essas opções consigo uma mais-valia perto 10000€. Se nada disso acontecer até 18 de Março (se o SPY aumentar de valor ou permanecer +/- inalterado) perco os 460€ que usei para comprar a opção e terei de repetir o processo para proteger a carteira durante o ano seguinte. Enquanto não houver nenhum crash vou suportando este custo anual para proteger a minha carteira, mas quando vier a queda consigo fazer uma boa dose de dinheiro que posso utilizar para rebalancear a minha carteira comprando as ações quando elas tão muito baratas.

    Isto de falar de direitos de compra/venda pode parecer um pouco complicado, mas na realidade até é simples, pois nós vamos sempre operar numa espécie de mercado secundário. Nunca vamos exercer nenhuma opção, vamos é vendê-la a outra pessoa quando a opção valoriza.

    No seekingalpha existe uma série de artigos sobre o tema, embora o autor use opções de ações individuais e não de ETFs gerais como o SPY. Mas a ideia é a mesma:http://seekingalpha.com/article/2177103-the-time-to-hedge-is-now-do-it-for-less-part-i

    É um conceito interessante e até relativamente simples. Sobre se compensa ou não, só o futuro dirá.

    Obrigado pela explicação e pelo tempo que perdeste a escreve isso :D

    Mas a tua estratégia também parece interessante, dúvidas:

    - no artigo que mencionaste o autor refere que não recomenda utilizar em ETF. sabes porquê?

    Podes ver a justificação dele nesta página: http://seekingalpha.com/article/2190013-the-time-to-hedge-is-now-do-it-for-less-part-v

    Em particular:

    As for the index ETFs, I do not use them for this strategy because, while such ETFs do provide a relatively good match for a diversified portfolio, the indexes represented by these ETFs include all of the best companies as well as the average and worst companies. That means that our potential downside is diluted by all the great companies that will tend to fall less than the weaker companies. This translates into higher premiums for less coverage in the case of a major downturn in stocks. When I hedge my portfolio, I like to do so without committing too much of my capital to the hedge. Using index ETFs does not meet my criteria. It is more expensive to create a similar level of protection in case of a crash. Remember, I do not know when or even if equities will tumble within the next year. That means the cost of the hedge may be totally lost if the market churns higher right on through January of 2015. Therefore, I want to minimize the expense of placing the hedge while maximizing the protection of loss to my portfolio.

    Não li todo o material dele, mas por alto, o que percebi é que ele gosta de comprar opções (fazer hedge) às acções de empresas que ele considera suscetíveis a grandes quedas em crashs. Um dos exemplos dele foi companhias de aviação tendem a cair mais que a bolsa como um todo, pois em períodos de recessão as pessoas viagem menos ou para mais perto e vão de carro; as empresas tendem a fazer mais reuniões virtuais em vez de viagens; etc.

    Por outro lado, os ETFs misturam muita coisa, o que ele considera que faz subir o preço desta estratégia e diminui os possíveis ganhos. Mas não deixa de ser uma opção válida.

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    Bom dia a todos,

    Há uns 2-3 meses pedi algumas opiniões acerca de investimento em ETF's. Entretanto, devido a 646416 atribulações, nunca mais tive tempo para tratar do assunto. Estou finalmente prestes a investir através da DeGiro. Queria só pedir-vos um favor: podem confirmar-me que as minhas escolhas correspondem ao nome tal como aparece na DeGiro? Não tenho a certeza de estar a escolher o produto certo, por exemplo uma pesquisa por "ACWE" dá-me uma coisa chamada ACWE e entre parênteses ACWI. Não percebo porquê. Também tenho uma hesitação quanto ao US10, que tem vários resultados na pesquisa.

    ACWE / 40% da carteira

    IE00B44Z5B48 | Euronext Paris / ACWE (SPDR ACWI)

    EGIL / 20% da carteira

    IE00B3B8PX14 | London Stock Exchange / EGIL

    US10 / 15% da carteira => não tenho a certeza qual destes 3 é:

    LYXOR IBOXX 10 ETFFR0010961003 | Borsa Italiana S.p.A.Lyxor ETF iBoxx $ Treasuries 10y+ FR0010961003 | London Stock Exchang

    Lyxor ETF iBoxx $ Treasuries 10y+ FR0010961003 | London Stock Exchange

    IAU / 10% da carteira

    iShares Gold Trust 

    US4642851053 | NYSE Arca

    XGPD / 10%

    db x-trackers FTSE EPRA/NAREIT Global Real Estate UCITS ETF 

    LU0489337005 | London Stock Exchange

    Obrigado!

    Cumps

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    Boas,

    Obrigado pela dica. No entanto, no caso do US10, o ISIN é o mesmo nos 3 casos, e as cotações na DeGiro para cada um são diferentes:

    LYXOR IBOXX 10 ETFFR0010961003 | Borsa Italiana S.p.A.

    Lyxor ETF iBoxx $ Treasuries 10y+ FR0010961003 | London Stock Exchange

    Lyxor ETF iBoxx $ Treasuries 10y+ FR0010961003 | London Stock Exchange

    Fico na dúvida qual será o US10 que devo comprar...

    Cumps

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    Boas,

    Obrigado pela dica. No entanto, no caso do US10, o ISIN é o mesmo nos 3 casos, e as cotações na DeGiro para cada um são diferentes:

    LYXOR IBOXX 10 ETFFR0010961003 | Borsa Italiana S.p.A.

    Lyxor ETF iBoxx $ Treasuries 10y+ FR0010961003 | London Stock Exchange

    Lyxor ETF iBoxx $ Treasuries 10y+ FR0010961003 | London Stock Exchange

    Fico na dúvida qual será o US10 que devo comprar...

    Cumps

    Eu procuro por esse ISIN e encontro 3 resultados: um de londres (London Stock Exchange / LSE), um de milão (Borsa Italiana S.p.A / MIL) e um de Paris (Euronext Paris / EPA).

    Tento comprar em bolsas europeias, em detrimento da bolsa de londres, pois algumas vezes temos o mesmo ETF em libras em londres e em euros na europa.

    Neste caso, eu até tenho esse ETF e comprei na bolsa de paris.

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    Ok, obrigado. Vou optar por esse ETF negociado em Paris.

    Já agora, na altura de passar a ordem de compra, tenho as escolhas de ordem limitada, stop loss etc. Eu não queria pôr nenhuma dessas opções, pois estou numa estratégia buy and hold, não vou mexer neste dinheiro nos próximos anos, não me parece que seja útil, ou é? Não encontro maneira de pôr lá apenas o valor a investir e pronto, sem ter de indicar um valor limite.

    Cumps

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    Visitante David Martins

    Só quem é tolo é que vai optar por uma corretora que lhe leve uma mão e um pé. Hoje em dia há soluções económicas para constituir uma carteira. (ex: DeGiro, Interactive Brokers)

    Desculpem lá citar um post com um mês, mas não tenho acompanhado de perto e estava a ver o que tenho perdido..

    Nos posts iniciais fala-se muito bo Best Trading Pro como mediador de ETFs e mais para o final fala-se na DeGiro e na IB, há algum motivo especial para isso que me tenha escapado?

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    Desculpem lá citar um post com um mês, mas não tenho acompanhado de perto e estava a ver o que tenho perdido..

    Nos posts iniciais fala-se muito bo Best Trading Pro como mediador de ETFs e mais para o final fala-se na DeGiro e na IB, há algum motivo especial para isso que me tenha escapado?

    Quanto à IB não sei.

    Mas o tópico começou em novembro de 2011 e a Degiro só começou a atuar em Portugal no final de 2014. Por isso é que só lês sobre a Degiro nos posts depois de Outubro (penso eu) de 2014.

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    Ora viva,

    posto tudo isto e mesmo atendendo a que tudo este mundo infindável pode ser matreiro para a pessoa COMUM, pergunto:

    Apesar do o conselho generalizado ser o de fazer as coisas diretamente para obter maior rentabilização, pois os custos de aquisição/gestão serão menores, onde ou a quem entregar um determinado montante de capital para que o façam crescer - quiçá até me fazerem rico  - nos próximos anos, deixando de lado as preocupações de andar a ver se subiu, desceu, etc...

    Assim, simples... ;)

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    Ora viva,

    posto tudo isto e mesmo atendendo a que tudo este mundo infindável pode ser matreiro para a pessoa COMUM, pergunto:

    Apesar do o conselho generalizado ser o de fazer as coisas diretamente para obter maior rentabilização, pois os custos de aquisição/gestão serão menores, onde ou a quem entregar um determinado montante de capital para que o façam crescer - quiçá até me fazerem rico  - nos próximos anos, deixando de lado as preocupações de andar a ver se subiu, desceu, etc...

    Assim, simples... ;)

    A serviços de gestão de património. Bancos como o BEST têm isso, por exemplo. Ou então, outras empresas que façam gestão de carteiras. Assim de cabeça lembro-me da Optimize, já que a Deco fala muito nela por ter protocolo.

    Caro ruicarlov,

    Obrigado pelas tuas contribuições muito preciosas. Eu normalmente tenho optado por fazer hedging as minhas acções utilizando obrigações longo prazo 15+ investment grade (Lyxor ETF EuroMTS 15+Y Investment Grade [WKN: LYX0B4 / ISIN: FR0010481093]) por exemplo.

    Mas a tua estratégia também parece interessante, dúvidas:

    - no artigo que mencionaste o autor refere que não recomenda utilizar em ETF. sabes porquê?

    - sabes se há opções sobre o IWDA?

    - que intermediário financeiro é possível utilizar?

    - fiscalmente como se processa?

    obrigado desde já.  ;D

    Desculpa a demora, mas isto Agosto é tempo de férias  8)

    Penso que é possível haver opções sobre esse ETF, mas provavelmente vale mais a pena usar puts sobre o S&P. Em situações de crise a correlação entre índices accionistas é muito elevada. Penso que sai mais caro comprar puts sobre o IWDA do que o SPY, já que o 2º é um ETF extremamente líquido. Logo os puts também o são. Quando fazemos puts para um ano, escolhendo preços de strike muito longínquos (out-of-the-money), a liquidez tende a ser reduzida, logo convém usar puts sobre ETFs líquidos.

    Os puts sobre o SPY a mim custaram-me coisa de 1.5% da carteira, o que até nem é assim muito diferente do custo do autor dos artigos que indiquei. Usei a IB, mas penso que na DeGiro também se negoceiam opções. Mas neste aspeto o preçário da IB é bem melhor.

    Fiscalmente não tem nada de especial. Se há mais-valia após uma compra/venda, é necessário declarar. Deve-se preencher o campo relativo a produtos derivados na declaração de IRS.

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    Desculpa a demora, mas isto Agosto é tempo de férias  8)

    Penso que é possível haver opções sobre esse ETF, mas provavelmente vale mais a pena usar puts sobre o S&P. Em situações de crise a correlação entre índices accionistas é muito elevada. Penso que sai mais caro comprar puts sobre o IWDA do que o SPY, já que o 2º é um ETF extremamente líquido. Logo os puts também o são. Quando fazemos puts para um ano, escolhendo preços de strike muito longínquos (out-of-the-money), a liquidez tende a ser reduzida, logo convém usar puts sobre ETFs líquidos.

    Os puts sobre o SPY a mim custaram-me coisa de 1.5% da carteira, o que até nem é assim muito diferente do custo do autor dos artigos que indiquei. Usei a IB, mas penso que na DeGiro também se negoceiam opções. Mas neste aspeto o preçário da IB é bem melhor.

    Fiscalmente não tem nada de especial. Se há mais-valia após uma compra/venda, é necessário declarar. Deve-se preencher o campo relativo a produtos derivados na declaração de IRS.

    Férias são férias...tu leva o tempo que precisares!  ;D

    Pois das minhas pesquisas já tinha percebido que o ideal são options put o mais líquidas possíveis. Claro que fará todo o sentido um put sobre o SPY muito mais que sobre o IWDA. Outra coisa há maneira de o put falhar? por exemplo o put sobre uma empresa que vai à falência pode falhar - e entretanto pagamos o put certo?

    Imagina que tinha um etf do PSI20, e como sabia que o BES estava em mau estado e alavancado, tinha colocado um put sobre o BES e não sobre o PSI20...teria perdido a opção, e o dinheiro que precisei para comprá-la certo?

    É claro que se utilizar um put sobre o SPY é altamente improvável que eles desaparecam ou não sejam executados de alguma maneira....

    Outra questão: em algum momento consideraste um put sobre um etf muito líquido mas que em caso de crash desvalorize ainda mais que o SPY - logo ganhando ainda mais dinheiro? É que no artigo parece-me que é isso que ele sugere: puts sobre coisas em estado duvidoso...alavancados, ou modo de bolha, ou que caiam mais em recessões,...

    Estou a lembrar-me por exemplo do

    EEMiShares MSCI Emerging Markets ETF46,832,590$24,263,515.20

    que tem metade da liquidez do SPY, mas em caso de crash desce muito mais.

    2008:

    SPY -37%

    EEM -48%

    Sabes quem é que é responsável pelo put? como é que são feitos? são colocadas acções de parte? quem os faz pode declarar insolvência e não pagar a diferença?

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    Sim, considerei essa hipótese. Ainda perdi algum tempo a fazer contas com outros ETFs mais voláteis, como por exemplo ETFs do Russel 2000 (small-cap). No entanto cheguei à conclusão que não adiantava nada. Na maioria dos casos até saía mais caro. Dentro do preço das opções está incluída a volatilidade do ETF. Isto quer dizer que o preço para um ETF mais volátil é mais caro. Contas feitas nunca consegui nenhuma poupança.

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    Estou a pensar começar um portfólio com 10k, com vista a reforçar e re-balancear anualmente. Depois de ler um pouco sobre o assunto, consegui reunir os seguintes ETFs (todos reinvestem os dividendos):

    Equities:

    - 40% SPDR® MSCI ACWI UCITS ETF

    - 10% iShares MSCI USA Small Cap UCITS ETF

    - 10% SPDR® MSCI Emerging Markets UCITS ETF

    Total: 60%

    Bonds:

    - 15% Lyxor UCITS ETF SICAV (FR) - iBoxx $ Treasuries 10Y+ USD

    - 10% Lyxor UCITS ETF SICAV (FR) - EuroMTS 3-5Y Inv. Grade (DR) EUR

    - 5% iShares Global Inflation Linked Government Bond UCITS ETF

    Total: 30%

    Real Estate:

    - 10% db x-trackers FTSE EPRA/NAREIT Dev. Europe Real Estate UCITS ETF (DR) 1C

    Total: 10%

    Qual é a vossa opinião? Alguma asneira flagrante que esteja a cometer? Ou alguma área que esteja a esquecer-me/menosprezar/enfatizar demasiado?

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    Obrigado pelo feedback. Como ainda sou novo a ideia é ser um pouco mais agressivo.

    Há alguma ferramenta grátis que facilite a análise do portfólio? Testei o justETF, mas só a versão paga é que deixa ver os retornos e mais informações.

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    ACWI vs IWDA: acho que foi uma má escolha, realmente. Tinha ideia que os custos eram inferiores, mas afinal não. O IWDA tem custos menores e o fundo em si é maior. Vou trocar.

    MTX vs IUS5: o MTX é so europeu, mas realmente tem custos inferiores, é menos volátil e parece ter retornos superiores. Provavelmente será também uma boa troca.

    Update:

    Equities:

    - 50% iShares Core MSCI World UCITS ETF

    - 15% iShares MSCI USA Small Cap UCITS ETF

    - 5% SPDR® MSCI Emerging Markets UCITS ETF

    Total: 70%

    Bonds:

    - 10% Lyxor UCITS ETF SICAV (FR) - iBoxx $ Treasuries 10Y+ USD

    - 5% Lyxor UCITS ETF SICAV (FR) - EuroMTS 3-5Y Inv. Grade (DR) EUR

    - 5% Lyxor UCITS ETF SICAV (FR) - EuroMTS All-Maturity Inv. Grade (DR) EUR

    Total: 20%

    Real Estate:

    - 10% db x-trackers FTSE EPRA/NAREIT Dev. Europe Real Estate UCITS ETF (DR) 1C

    Total: 10%

    Troquei dois ETFs, aumentei um pouco a agressividade (diminui nos emergentes, no entanto), com base nesta regra:

    Use 100-Minus-Your-Age To Find Bond AllocationYou know the rule, right?

    Subtract 100 from your age and that’s how much you invest in equities. The rest goes into bonds.

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    • ruicarlov unpinned this tópico

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