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  • FORMAS DE POUPAR

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    Visitante Salvador_

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    Criei estas FAQ  com questões de iniciação que são colocadas recorrentemente neste tópico. Desta forma, é mais fácil responder encaminhando para este post. Se tiverem alguma sugestão de melhoria, comu

    É verdade, há muita gente que não sabe as características/vantagens dos PPR's e não os usa como deveria. Eu, atualmente, não uso nenhum PPR porque considero que apesar de serem uma muito boa ideia, as

    Eu gostava de perguntar o seguinte aos mais experientes aqui do fórum : Seria mais lógico/útil fazer um post inicial com FAQ ou com uma série de informações que os users novos pedem constantement

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    O LQDA distribuí dividendos, assim como o IBTS e o SYBW.

    O US13 parece-me melhor que o CBU3 :)

    Pois, o problema é que não encontrei nenhum corporate US, como o LQDA, que fosse de Acc... Se souberem de algum corporate US de Acc, por favor partilhem.

    Entre os dois, o problema do US13 é que terá de ser negociado na Borsa Italiana (€) e a liquidez é pequena, enquanto o outro está disponível em Paris.

    No site da Lyxor está como de replicação fisica.

    Méthode de réplication

    Directe (Physique)

    Fiche Technique (FR)

    Não sei que diga, qual está certa, presumo que o do site da Lyxor, não?

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    É verdade Duracellpt mas ainda assim compensa, pelo menos na IB, pois a compra do US13 na LSE custa 1 USD e o câmbio 2.50 USD. (valores mínimos)

    Supostamente ETFs nas bolsas Europeias deviam custar 4€. Não sei existe excepções para os produtos cuja moeda é USD ou para a bolsa de Londres... vou enviar email a perguntar.

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    Já agora, aproveito para deixar uma questão.

    Para um investimento a longo prazo é assim tão relevante a liquidez de um ETF?

    Se fosse algo para negociar diariamente até compreenderia.

    Agora algo que é para negociar uma vez por ano nos rebalanceamentos não sei se terá assim tanta importância.

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    É verdade Duracellpt mas ainda assim compensa, pelo menos na IB, pois a compra do US13 na LSE custa 1 USD e o câmbio 2.50 USD. (valores mínimos)

    Supostamente ETFs nas bolsas Europeias deviam custar 4€. Não sei existe excepções para os produtos cuja moeda é USD ou para a bolsa de Londres... vou enviar email a perguntar.

    Acho isso estranho. Eu comprei o XGPD (cotado em USD) na bolsa de Londres e paguei 4€.

    Já agora, aproveito para deixar uma questão.

    Para um investimento a longo prazo é assim tão relevante a liquidez de um ETF?

    Se fosse algo para negociar diariamente até compreenderia.

    Agora algo que é para negociar uma vez por ano nos rebalanceamentos não sei se terá assim tanta importância.

    Sim, não dou muita importância a isso.

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    Neste momento tenho a minha carteira de ETF's no BEST, por isso deve ser um pouco mais caro, mas no longo prazo o efeito dilui-se e como tal não é grave. Tenho de lhes pedir para disponibilizarem o US13 que não aparece na oferta no site. Vou comprar em Paris em USD.

    Outra questão, face às grandes valorizações das últimas semanas, por exemplo tenho o IWDP há cerca de um mês e está com 16% de valorização, que deverei fazer, resistir à tentação de vender e aguentar ou vender para comprar quando cair, já que em minha opinião esta valorização não se poderá manter num ETF de REIT que tem como target uma rentabilidade de 5 a 7% ao ano. Que diz quem sabe do assunto?

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    Se a alocação se desviar bastante daquilo que planeei, eu vendo. Por exemplo na semana passada vendi parte da minha posição no ZROZ, e vou aproveitar para reforçar nas matérias-primas, que cujas quedas do último ano puseram-nas bastante abaixo da alocação original.

    Aqui o que me interessa não é se algo valoriza 10% ou 20%, mas sim como valoriza em relação ao resto dos activo. Se ações e orbigações valorizarem 30% e 25%, é pouco provável que seja necessário rebalancear. Agora se uma valorizar 15% e outra perder 15%, provavelmente já será altura de vender uma e comprar outra.

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    Olá SR71 não me leve a mal que a minha intenção é boa. Quando vejo neste tipo de assuntos a questão colocada nos termos "Que diz quem sabe do assunto?" sinto que devo alertar essa pessoa. Não sei quais são os seus objetivos pessoais - se é investimento de curto prazo ou investimento a longo prazo. Caso seja investimento de curto prazo então a resposta é: sim, venda já que 16% é muito bom em 1 mês; pode ser que da próxima vez não corra tão bem mas quando corre há que aproveitar.

    Caso seja investimento a longo prazo então acho que é obrigação sua "saber deste assunto". Quando estamos a investir no longo prazo e temos 20/30/40/50 anos temos (na minha opinião) obrigação de aprender sobre este assunto, de ler (as fontes certas e desinteressadas) sobre este assunto para sabermos minimamente o que estamos a fazer e porque fazemos o que fazemos. O mercado é sempre incerto e numa análise à posteriori as decisões tomadas podem ter dados bons ou maus resultados; mas independentemente dos resultados serem bons ou maus convém saber se a estratégia seguida foi boa ou má - não confundir estratégia com resultados (ex.: uma má estratégia pode dar bons resultados (sorte) e uma boa estratégia pode dar maus resultados (azar)). Convém saber o que estamos a fazer e seguir uma estratégia que faça sentido e que maximize a probabilidade de dar bons resultados.

    Se andarmos ao sabor das opiniões dos "especialistas" podemos ter sorte ou azar mas passamos por esta vida sem percebermos o que se passou, sem nada aprender.

    Sugestão: leia alguns dos livros que creio que já foram sugeridos aqui no forum (dos Bogleheads, o Random Walk, o Winning the losers game,...  ) e invista (com bons ou mais resultados - nunca saberemos à priori) mas de uma forma que maximize a probabilidade das coisas correrem bem.

    Saber se o IWDP vai subir ou descer no próximo par de meses é uma questão que não deveria influenciar nem as suas decisões nem os seus resultados de longo prazo - caso seja esse o horizonte temporal do seu investimento.

    (caso o seu horizonte de investimento seja de curto prazo e seja relevante para si o resultado de cada operação ainda que só tenha um mês então venda e rapidamente - e sugiro que não compre nada mais)

    abraço,

    sinbad

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    Se a alocação se desviar bastante daquilo que planeei, eu vendo. Por exemplo na semana passada vendi parte da minha posição no ZROZ, e vou aproveitar para reforçar nas matérias-primas, que cujas quedas do último ano puseram-nas bastante abaixo da alocação original.

    Aqui o que me interessa não é se algo valoriza 10% ou 20%, mas sim como valoriza em relação ao resto dos activo. Se ações e orbigações valorizarem 30% e 25%, é pouco provável que seja necessário rebalancear. Agora se uma valorizar 15% e outra perder 15%, provavelmente já será altura de vender uma e comprar outra.

    E vale a pena vender para rebalancear, entrando em mais valias e perdendo 28% dos ganhos?

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    Caro sinbad, claro que não levo a mal quaisquer comentários e opiniões, antes pelo contrário, agradeço pois considero que é da discussão que nasce a evolução e o conhecimento.

    Em relação ao tema, e posso não me ter explicado bem, a minha estratégia é de longo prazo (investimento a 20 a 25 anos, neste momento tenho 40) e demorei mais ou menos 6 meses a estudar diversa literatura e a decidir-me sobre a melhor forma de abordar a questão (cheguei inclusive a colocar aqui um "projeto" de carteira cujas fragilidades foram identificadas por alguns colegas foristas a quem estou profundamente grato), mas apesar de a responsabilidade e a decisão acerca do investimento ser minha gosto de ouvir outras opiniões e foi disso que se tratou quando perguntei por opinião de quem sabe mais que eu acerca do tema.

    Estou a comprovar na prática, conforme identificado na literatura, que o maior risco neste tipo de investimento é o próprio investidor, ou seja, eu próprio que quero vender com lucro contra tudo o que vem escrito, mas é difícil retirar o racional da equação (talvez por defeito de formação dado ser engenheiro)... É óbvio que há de cair, quando e quanto ninguém o saberá, mas a vida é feita de riscos...

    Aqui entra  o comentário do ruicarlov, com o qual concordo em absoluto, tenho é de ver se passei abanda de desvio de cada alocação e reequilibrar, seja por venda ou por reforço das posições mais pequenas. Ó único problema disto é que ainda não tenho a carteira completa e os pesos ainda não estão muito bem definidos, mas hei de arranjar uma solução.

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    E vale a pena vender para rebalancear, entrando em mais valias e perdendo 28% dos ganhos?

    Vender agora não implica perder 28% dos ganhos. Os impostos terão de ser pagos mais cedo ou mais tarde. A vantagem de adiar o pagamento dos impostos é através do efeito de capitalização que vai ocorrendo com o tempo. Mas daí a dizer que se perde 28% dos ganhos também é um exagero.

    Até porque quando começamos a entrar em linha de conta com o IRS, as contas complicam-se exponencialmente, pois há uma enormidade de factores a complicar as contas. A taxa liberatória é de facto 28%, mas existe a hipótese de englobar rendimentos, o que muda completamente o terreno de jogo. Consoante os escalões de rendimentos e deduções à colecta de cada indivíduo, nalguns casos (como o meu) acabo por pagar quase 0 de impostos sobre mais-valias.

    Se eu tivesse dons de vidente e soubesse a direção das várias cotações, provavelmente não me preocupava com rebalanceamentos (nem sequer com um portfólio diversificado). Infelizmente, resigno-me à minha condição de humano normal e tento precaver-me contra vários cenários. Vamos imaginar que deixava os ganhos correr no ZROZ e que este ficava bastante pesado no meu portfolio. Vinha para aí outro 2013, e levava uma machadada maior do que se tivesse vendido menos exposto a obrigações americanas.

    Quanto mais desequilibrado fica um portfolio, mas vulneráveis ficamos a grandes drawdowns. Evitar grandes drawdowns é das melhores estratégias a longo prazo.

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    No fim da semana passada, e com a descoberta do US10, avancei com a abertura de conta na Degiro. Abri a conta em 3 dias e está pronta a funcionar!

    No próximo mês acho que vou vender tudo na IB, aproveitar para fazer o rebalancing da carteira e também investir mais uns quantos euros. :)

    Poupo nas mensalidades da IB e reforço o portfolio.

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    No fim da semana passada, e com a descoberta do US10, avancei com a abertura de conta na Degiro. Abri a conta em 3 dias e está pronta a funcionar!

    No próximo mês acho que vou vender tudo na IB, aproveitar para fazer o rebalancing da carteira e também investir mais uns quantos euros. :)

    Poupo nas mensalidades da IB e reforço o portfolio.

    Viva.

    A conta na Degiro está em que país?

    A IB é uma corretora grande e com nome no mercado. Como arranjaste confiança para a mudança das tuas poupanças para uma correctora nova e pequena?

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    A conta é segregada e os títulos estarão em meu nome. A não ser que cometam deliberadamente um crime e roubem os clientes, não estou a ver onde está a insegurança. A Degiro é apenas a fiel depositária dos meus títulos, não dona deles.

    Têm conta em Portugal, no Deutsche Bank.

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    Depois de ler esta discussão recente, fiquei com algumas dúvidas.

    Quão importante é a diversificação/quão diversificada deve ser a componente de obrigações num portfolio?

    Sei que o ideal seria ter obrigações mundiais governo + empresas, mas não encontro nenhum ETF de replicação física que cubra todo esse espectro.

    Se limitarmos ainda mais a procura a ETFs com acumulação de dividendos, encontro apenas com ETFs de Obrigações de Governos Europeus, Obrigações de Governo Americano e Obrigações de Governos Mundiais ligados à inflação.

    Para quem só quiser mesmo este tipo de ETFs (acumulação), estará a perder muito em diversificação por não ter uma componente de obrigações de empresas?

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    Eu não acho muito importante as empresas. Pelo menos na estratégia que eu utilizo, que é baseada na do Salvador. As obrigações governamentais de longa duralção de países AAA são os ativos de refúgio quando as ações vão abaixo.

    Para outras estratégias poderá ter mais algum relevo, mas nesses casos, à falta de replicação física, sempre há pelo menos um de replicação sintética (gov+empresas).

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    Também tinha ficado com essa ideia, que numa estratégia como a que planeio (2 ETFS, global acções e obrigações), as obrigações eram um refúgio para quando as acções baixam.

    Vou então manter-me pelo plano original de usar o MTX (obrigações euro), e talvez no próximo rebalanceamento em vez de reforçar esse, compro uma participação num ETF de obrigações USA.

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    • 2 weeks later...

    No fim da semana passada, e com a descoberta do US10, avancei com a abertura de conta na Degiro. Abri a conta em 3 dias e está pronta a funcionar!

    No próximo mês acho que vou vender tudo na IB, aproveitar para fazer o rebalancing da carteira e também investir mais uns quantos euros. :)

    Poupo nas mensalidades da IB e reforço o portfolio.

    A Degiro têm todos os ETFs do teu portfólio? :)

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    Apos vencimento de uma aplicacao vou finalmente investir em ETFs

    Etf europeus que capitalizem os dividendos.

    Banco invest

    10k

    - ishares core msci world (IWDA) IE00B4L5Y983. .... 60%

    - Lyxor VCITS etf (FCP) euro mts high rated M.W. Gov. Bond (DR) eur

    FR0010820258 .....40%

    Pergunto novamente se acham uma boa escolha e pergunto se ha algum etf com estas caracteristicas mas que seja de obrigacoes globais em vez de so europeias.

    Estou aberto a sugestoes, obrigado

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    • ruicarlov unpinned this tópico

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