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  • FORMAS DE POUPAR

  • ETFs (Exchange-Traded Funds)


    Visitante Salvador_

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    Criei estas FAQ  com questões de iniciação que são colocadas recorrentemente neste tópico. Desta forma, é mais fácil responder encaminhando para este post. Se tiverem alguma sugestão de melhoria, comu

    É verdade, há muita gente que não sabe as características/vantagens dos PPR's e não os usa como deveria. Eu, atualmente, não uso nenhum PPR porque considero que apesar de serem uma muito boa ideia, as

    Eu gostava de perguntar o seguinte aos mais experientes aqui do fórum : Seria mais lógico/útil fazer um post inicial com FAQ ou com uma série de informações que os users novos pedem constantement

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    Bom dia.

    Compensa ter uma carteira de longo prazo que está diversificada e espera um retorno médio de 8%/ano e fazer um crédito habitação para adquirir uma casa?Basta ser um pouco superior ao retorno médio da carteira para justificar? Que outras vantagens existem em ter o crédito habitação (fiscais...)?

    Cumprimentos.

    Uma questão pertinente e que também eu já coloquei a mim mesmo. Nunca me dei ao trabalho de me debruçar a sério sobre esse assunto.

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    Mouro Emprestado

    Acho que nos dias de hoje, com os spreads actuais, comprar casa através de um crédito habitação é das piores coisas que se pode fazer  8)

    De hoje para amanhã podemos ficar desempregados, podemos ter de mudar de local de trabalho ou até emigrar. Sendo assim, para quê ficar com um encargo tão grande (e, para além disso, bastante ilíquido) para o resto da vida?  :-\

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    Acho que nos dias de hoje, com os spreads actuais, comprar casa através de um crédito habitação é das piores coisas que se pode fazer  8)

    De hoje para amanhã podemos ficar desempregados, podemos ter de mudar de local de trabalho ou até emigrar. Sendo assim, para quê ficar com um encargo tão grande (e, para além disso, bastante ilíquido) para o resto da vida?  :-\

    E com a carteira como segurança, aval, para o banco não dá para diminuir o spread?

    Uma questão pertinente e que também eu já coloquei a mim mesmo. Nunca me dei ao trabalho de me debruçar a sério sobre esse assunto.

    Debruça e avisa.

    Cumpms

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    Debruça e avisa.

    Não exatamente com esses parâmetros, mas já há alguns tópicos onde os intervenientes se debruçaram sobre problemas parecidos:

    http://www.forumfinancas.com/index.php?topic=11099.0

    http://www.forumfinancas.com/index.php?topic=9863.0

    Os vários fatores a ter em conta são mais ou menos os mesmos em cada caso... Pode ser que sirva como pontapé de saída para a tal análise mais séria que estão a pensar fazer...

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    • 2 weeks later...

    Obrigado.

    Outra questão: Imaginando que fazemos um rebalanceamento anual, então vendemos uma % dum ETF que subiu em relação ao valor a que comprámos (gerando assim mais valias) e investirmos esse valor noutro ETF (que tenha descido). Neste caso temos que declarar as mais valias no IRS, certo? Apesar de termos reinvestido...

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    Obrigado.

    Outra questão: Imaginando que fazemos um rebalanceamento anual, então vendemos uma % dum ETF que subiu em relação ao valor a que comprámos (gerando assim mais valias) e investirmos esse valor noutro ETF (que tenha descido). Neste caso temos que declarar as mais valias no IRS, certo? Apesar de termos reinvestido...

    Se o rebalanceamento for feito sem nenhum reforço, então está correto. Se bem que o ideal é juntar rebalanceamentos com reforços o mais possível, tentando equilibrar ao máximo a carteira com o reforço que se faz. Naturalmente que nem sempre isso será possível, mas convém manter isso em mente.

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    Boa tarde,

    Há já algum tempo que tenho andado a ler sobre o tema dos ETF's e finalmente cheguei a uma quase conclusão acerca do que fazer. A ideia é aplicar cerca de 150 k€ numa lógica de muito longo prazo (neste momento tenho 40 anos e esta aplicação destina-se ao complemento de reforma). Como tenho conta no BEST, conclui que seria mais vantajoso usar o BTP (dado o montante aplicar em cada ETF a questão do valor mínimo não se põe).

    Portfolio previsto:

    [table]    [tr] [td]CEU[/td] [td]Amundi ETF MSCI Europe UCITS ETF[/td] [td]10%[/td] [/tr] [tr] [td]AEJ[/td][/tr][/table] Lyxor UCITS ETF (FCP) MSCI AC Asia-Pacific[/t][/t] 15%  [table][tr] [td]IWDA[/td][/tr][/table] iShares Core MSCI World UCITS ETF[/t] 20%  [table][tr] [td]CSPX[/td][/tr][/table] iShares Core S&P 500 UCITS ETF [/t] 20%  [table][tr] [td]IBCX[/td][/tr][/table] iShares Euro Corporate Bond Large Cap[/t] 25%  [table][tr] [td]IWDP[/td][/tr][/table] iShares Developed Markets Property Yield[/t] 10% 

    Nota - Deixei de fora as matérias primas e o ouro por opção. O Japão fica para uma 2ª fase de investimento.

    Agradecia os vossos comentários/sugestões a esta ideia (pontos negativos ou pormenores a que não tenha prestado atenção) e se possível opiniões acerca de como a poderei melhorar.

    Obrigado.

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    Mouro Emprestado

    Duas notas:

    No caso do Best Trading Pro, existe uma confusão entre os activos que são teus e os activos do Saxo Bank. Por essa razão não se consegue aplicar o ADT com os EUA (eu sei, não tem qualquer interesse para ti). Assim, se o Saxo Bank estoirar, existe a meu ver o risco de perderes tudo... Comparado com o preçário do Best Trading (e ainda para mais com uma carteira desse valor), acho que este risco adicional não compensa.

    Para além disso, já estás a apostar em 3 ETFs accionistas globais, que deverão representar cerca de 75% da capitalização bolsista. Por essa razão, questiono-te se vale a pena investires também no "iShares Core MSCI World UCITS ETF" (se for para teres exposição ao Japão e/ou Mercados Emergentes, estarás a ter um peso muito pequeno dos mesmos no total da carteira).

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    Boa tarde,

    Há já algum tempo que tenho andado a ler sobre o tema dos ETF's e finalmente cheguei a uma quase conclusão acerca do que fazer. A ideia é aplicar cerca de 150 k€ numa lógica de muito longo prazo (neste momento tenho 40 anos e esta aplicação destina-se ao complemento de reforma). Como tenho conta no BEST, conclui que seria mais vantajoso usar o BTP (dado o montante aplicar em cada ETF a questão do valor mínimo não se põe).

    Portfolio previsto:

    [table]    [tr] [td]CEU[/td] [td]Amundi ETF MSCI Europe UCITS ETF[/td] [td]10%[/td] [/tr] [tr] [td]AEJ[/td][/tr][/table] Lyxor UCITS ETF (FCP) MSCI AC Asia-Pacific[/t][/t] 15%  [table][tr] [td]IWDA[/td][/tr][/table] iShares Core MSCI World UCITS ETF[/t] 20%  [table][tr] [td]CSPX[/td][/tr][/table] iShares Core S&P 500 UCITS ETF [/t] 20%  [table][tr] [td]IBCX[/td][/tr][/table] iShares Euro Corporate Bond Large Cap[/t] 25%  [table][tr] [td]IWDP[/td][/tr][/table] iShares Developed Markets Property Yield[/t] 10% 

    Nota - Deixei de fora as matérias primas e o ouro por opção. O Japão fica para uma 2ª fase de investimento.

    Agradecia os vossos comentários/sugestões a esta ideia (pontos negativos ou pormenores a que não tenha prestado atenção) e se possível opiniões acerca de como a poderei melhorar.

    Obrigado.

    Ouve o Mouro, que ele percebe da coisa.

    Realmente o iShares World parace ser um bocadinho redundante. Ou ficas só com o World ou tiras o World e adicionas um de emergentes + Japão (2a fase).

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    Para não bater na mesma tecla do MSCI Word, comento antes sobre duas outras coisas.

    Em relação à Europa, porquê o da Amundi, já que é de replicação sintética do tipo unfunded? Temos como alternativa o da x-trackers, que é de replicação física, e tem apenas uma diferença de 0.02% na gestão anual e tem uma dimensão bastante maior (e penso que maior liquidez).

    Em relação à parte obrigacionista, porquê usar exclusivamente obrigações de empresas europeias? Uma vez que o portfolio já é bastante agressivo (75% ações), não faria mais sentido por algo com menos correlação com ações, como obrigações governamentais soberanas de países "sólidos"?

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    Para não bater na mesma tecla do MSCI Word, comento antes sobre duas outras coisas.

    Em relação à Europa, porquê o da Amundi, já que é de replicação sintética do tipo unfunded? Temos como alternativa o da x-trackers, que é de replicação física, e tem apenas uma diferença de 0.02% na gestão anual e tem uma dimensão bastante maior (e penso que maior liquidez).

    Em relação à parte obrigacionista, porquê usar exclusivamente obrigações de empresas europeias? Uma vez que o portfolio já é bastante agressivo (75% ações), não faria mais sentido por algo com menos correlação com ações, como obrigações governamentais soberanas de países "sólidos"?

    Eu sei que a tolerância ao risco varia de pessoa para pessoa mas adoptando uma visão bogleiana da coisa e tendo em conta a a idade (40) não seria talvez aconselhável uma estratégia um nadinha mais conservadora? Qualquer coisa tipo 60 acções/40 obrigações?

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    Duas notas:

    No caso do Best Trading Pro, existe uma confusão entre os activos que são teus e os activos do Saxo Bank. Por essa razão não se consegue aplicar o ADT com os EUA (eu sei, não tem qualquer interesse para ti). Assim, se o Saxo Bank estoirar, existe a meu ver o risco de perderes tudo... Comparado com o preçário do Best Trading (e ainda para mais com uma carteira desse valor), acho que este risco adicional não compensa.

    Para além disso, já estás a apostar em 3 ETFs accionistas globais, que deverão representar cerca de 75% da capitalização bolsista. Por essa razão, questiono-te se vale a pena investires também no "iShares Core MSCI World UCITS ETF" (se for para teres exposição ao Japão e/ou Mercados Emergentes, estarás a ter um peso muito pequeno dos mesmos no total da carteira).

    Mouro

    que opções de diversificação de correctora propões?

    Abraço

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    Mouro Emprestado

    Eu gosto do Invest porque não tem comissão de custódia da carteira e porque podes adquirir ETFs desde que estejam listados em qualquer bolsa europeia (Milão, Frankfurt, Amesterdão ou Paris)... Pode ficar um pouco caro via prime-brokerage, mas para carteiras relativamente simples como a minha (tenho apenas 4 ETFs), os custos anuais com o investimento tornam-se bastante irrisórios (chamem-me nomes à vontade, mas a variação diária da minha carteira - para cima e para baixo - bate de longe esses custos!)

    Mas mesmo que pagues à volta de 100 euros anuais (acho que nem chega a isso no Best), a partir de certos montantes, torna-se um valor bastante irrelevante... (numa carteira de 10k, representa 1% - é muito - , numa carteira de 100k, já só representa 0,1% - é pouco, mas pode ser sempre menor! - ).

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    Boa noite a todos,

    Antes de mais obrigado pelos vossos conselhos. Como já suspeitava efectivamente o plano pode e precisa de ser afinado, mas vamos por partes...

    Quanto a escolher o BTP ao invés do BEST a ideia era apenas reduzir custos, dado haver uma diferença nos valores de subscrição de 0,17% além dos custos da guarda de títulos (não é muito relevante porque presentemente também tenho obrigações), mas mesmo assim são 24 € + IS por ano. Não estava alerta para a questão da segurança do investimento e para o facto de poder ir tudo ao ar caso o Saxo dê o bafo. Acho que vou ficar no BEST dado que efectivamente os custos diluídos pelo capital representam um % relativamente baixo.

    A escolha dos 3 ETF's de acções, e posso ter pensado mal, foi na lógica de ter dois de large cap, uma nos US e outra na Europa, mas faltava o resto, daí o world, mas pode efectivamente ficar de fora.

    Relativamente à divisão dos 40/60, que é a divisão que vem nos livros, está mais ou menos certa face ao meu património global já que tenho outros produto mais conservadores, como sejam obrigações e PPR's, ou não os deverei contar nesta divisão?

    Duas notas/questões, o ETF de obrigações apesar de se chamar Europa tem exposição a obrigações dos US e do México, pelo menos foi o que vi no site da iShares, parece-vos uma má escolha? Pareceu-me bem pois não depende só da Europa onde as obrigações estão um pouco esticadas, ou estou a pensar mal? Que ETF sugerem como alternativa?

    O outro, o da Amundi, não me apercebi que era sintético, efectivamente o da x-trackers parece ser melhor (vou voltar a estudar este tema)..., obrigado pelo alerta.

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    Eu gosto do Invest porque não tem comissão de custódia da carteira e porque podes adquirir ETFs desde que estejam listados em qualquer bolsa europeia (Milão, Frankfurt, Amesterdão ou Paris)... Pode ficar um pouco caro via prime-brokerage, mas para carteiras relativamente simples como a minha (tenho apenas 4 ETFs), os custos anuais com o investimento tornam-se bastante irrisórios (chamem-me nomes à vontade, mas a variação diária da minha carteira - para cima e para baixo - bate de longe esses custos!)

    Mas mesmo que pagues à volta de 100 euros anuais (acho que nem chega a isso no Best), a partir de certos montantes, torna-se um valor bastante irrelevante... (numa carteira de 10k, representa 1% - é muito - , numa carteira de 100k, já só representa 0,1% - é pouco, mas pode ser sempre menor! - ).

    e qual a razão dessa correctora menos conhecida ser mais segura?

    Cps

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    Penso que já foi discutido atrás que não haverá vantagem significativa em distribuir os ativos.

    Eles não fazem parte das contas dos bancos/corretoras. Se uma falir, os ativos são transferidos para outra.

    Além disso, poderá aumentar os custos, seja pelo pagamento da custódia de títulos ou transferências entre corretoras nos balanceamentos.

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    Boa noite a todos,

    Antes de mais obrigado pelos vossos conselhos. Como já suspeitava efectivamente o plano pode e precisa de ser afinado, mas vamos por partes...

    Quanto a escolher o BTP ao invés do BEST a ideia era apenas reduzir custos, dado haver uma diferença nos valores de subscrição de 0,17% além dos custos da guarda de títulos (não é muito relevante porque presentemente também tenho obrigações), mas mesmo assim são 24 € + IS por ano. Não estava alerta para a questão da segurança do investimento e para o facto de poder ir tudo ao ar caso o Saxo dê o bafo. Acho que vou ficar no BEST dado que efectivamente os custos diluídos pelo capital representam um % relativamente baixo.

    A escolha dos 3 ETF's de acções, e posso ter pensado mal, foi na lógica de ter dois de large cap, uma nos US e outra na Europa, mas faltava o resto, daí o world, mas pode efectivamente ficar de fora.

    Relativamente à divisão dos 40/60, que é a divisão que vem nos livros, está mais ou menos certa face ao meu património global já que tenho outros produto mais conservadores, como sejam obrigações e PPR's, ou não os deverei contar nesta divisão?

    Duas notas/questões, o ETF de obrigações apesar de se chamar Europa tem exposição a obrigações dos US e do México, pelo menos foi o que vi no site da iShares, parece-vos uma má escolha? Pareceu-me bem pois não depende só da Europa onde as obrigações estão um pouco esticadas, ou estou a pensar mal? Que ETF sugerem como alternativa?

    O outro, o da Amundi, não me apercebi que era sintético, efectivamente o da x-trackers parece ser melhor (vou voltar a estudar este tema)..., obrigado pelo alerta.

    Para as ações, penso que é melhor manter o MSCI World do que deixar de fora. Lembro que este índice tem cerca de 50% de EUA e 25% Europa. Se achar que a exposição à Europa é demasiado pequena para o que pretende, pode então reforçar a sua exposição com um ETF só para a Europa.

    Quando a meter os outros produtos nos cálculos da composição da carteira, eu gosto mais de fazer as contas em separado. Até porque dependendo do tipo de obrigações e planos PPR que se tem, estes podem ou não ser mais/menos conservadores. Num portfolio fortemente acionista, gosto de ter algo com alguma volatilidade mas com uma correlação negativa com ações em tempos de correções. Falo por exemplo do TLT, treasuries de longa duração. Crises como a de 2008 mostram que ter este ativo em carteira pode atenuar os quedas da carteira. Mesmo com as yield americanas bem espremidas, nesta correção de Outubro o TLT voltou a mostrar que esta correlação (negativa) ainda não desapareceu.

    Para quem quer deter apenas uma componente de obrigações mais global e menos volátil, temos obrigações governamentais mundiais: db x-trackers II Global Sovereign UCITS ETF-EUR;  e obrigações governamentais+corporativas: DB X-Trackers II Barclays Global Aggregate Bond UCITS ETF

    Nenhum destes dois tem replicação física, mas no mundo das obrigações não há grandes alternativas.

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