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  • FORMAS DE POUPAR

  • ETFs (Exchange-Traded Funds)


    Visitante Salvador_

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    Epá, mas isso teria sempre de ser assim. Vê que o Estado português deixa de cobrar receita porque tu lhe estás a dizer que já foste sujeito a retenção noutro país. Eventualmente o form 1042-S que a IB disponibiliza (https://www.interactivebrokers.com/en/?f=tax&p=nonUS1) pode servir para o efeito.

    Este tema é importantíssimo e tem de ser devidamente acautelado. Caso contrário quem tenha um portfolio de produtos que distribuam dividendos é tributados a 43% (15%+28%), ainda que os 28% possam ser reduzidos com o englobamento.

    Espero bem que isso funcione e que isso seja aceite. Mas no que diz respeito ao fisco português não digo nada. E o problema é que é dificílimo encontrar alguém que pesque alguma coisa quando se trata de questões de rendimentos internacionais, nem dentro das próprias finanças, nem fora. Lembro-me que fiquei a chuchar no dedo quando tenter pedir esclarecimentos à Deco.

    E o artigo 81º sempre me suscitou algumas dúvidas, quando diz que o valor do crédito é o menor valor entre as retenções no estrangeiro e:

    Fracção da colecta do IRS, calculada antes da dedução, correspondente aos rendimentos que no país em causa possam ser tributados, líquidos das deduções específicas previstas neste Código.

    O meu legalês nunca conseguiu decifrar bem esta parte.

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    Um outro reparo, em vez de deter o ERO, hoje talvez tivesse optado pelo XMEU, da x-trackers, que segue o mesmo índice, tem muito maior dimensão, e tem um custo de gestão marginalmente inferior 0.30% vs 0.33%.

    Obrigado pela confirmação e pelas sugestões!

    Como é que deveriam ficar agora as alocações e porquê?

    Tentei fazer as novas alocações com base no portfolio original do Salvador e do seu portfolio das páginas 39 e também 43 (já que tem algumas alterações nesta última versão), mas como sou maçarico nisto não tenho grandes certezas em nada... principalmente nas percentagens das Bonds...

    XGPD 10%

    DBZB 13%

    TLT 12%

    EUNN 4.5%

    SXR1 5.5%

    EGIL 5%

    IAU 8%

    SXRG 15%

    DBC 5%

    SPYX 12%

    XMEU 10%

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    Espero bem que isso funcione e que isso seja aceite. Mas no que diz respeito ao fisco português não digo nada. E o problema é que é dificílimo encontrar alguém que pesque alguma coisa quando se trata de questões de rendimentos internacionais, nem dentro das próprias finanças, nem fora. Lembro-me que fiquei a chuchar no dedo quando tenter pedir esclarecimentos à Deco.

    E o artigo 81º sempre me suscitou algumas dúvidas, quando diz que o valor do crédito é o menor valor entre as retenções no estrangeiro e:

    Fracção da colecta do IRS, calculada antes da dedução, correspondente aos rendimentos que no país em causa possam ser tributados, líquidos das deduções específicas previstas neste Código.

    O meu legalês nunca conseguiu decifrar bem esta parte.

    Tens acesso ao formulário 1042-S, através da IB? Se sim, podes enviar cópia para a DSRI - Direção de Serviços de Relações Internacionais a perguntar se é suficiente para o caso.

    Quanto à parte do art 81 do CIRS que referes, o entendimento que existe é que tens de fazer o seguinte:

    1 - Calculas a colecta antes do crédito de imposto (incluindo outras eventuais deduções que existam)

    2 - Calculas a proporção do rendimento sujeito a crédito de imposto sobre a totalidade do rendimento colectável. Se por exemplo obtiveste 1.000 € de dividendos brutos no estrangeiro e tens um rendimento colectável de 10.000 € (que inclui os rendimentos obtidos no estrangeiro), a proporção seria 10%.

    3 - Multiplicas o resultado de 1 pelo resultado de 2.

    4 - Depois disto, colocas como crédito de imposto o mínimo entre o resultado obtido em 3 e a retenção sofrida no estrangeiro.

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    Obrigado pela confirmação e pelas sugestões!

    Como é que deveriam ficar agora as alocações e porquê?

    Tentei fazer as novas alocações com base no portfolio original do Salvador e do seu portfolio das páginas 39 e também 43 (já que tem algumas alterações nesta última versão), mas como sou maçarico nisto não tenho grandes certezas em nada... principalmente nas percentagens das Bonds...

    XGPD 10%

    DBZB 13%

    TLT 12%

    EUNN 4.5%

    SXR1 5.5%

    EGIL 5%

    IAU 8%

    SXRG 15%

    DBC 5%

    SPYX 12%

    XMEU 10%

    Isto do "como deve ficar" é muito relativo. Cada um faz as suas pequenas alterações ao gosto, partindo de uma linha directora. A minha é mais a do LTCM (do Caldeirão de Bolsa) do que a do Salvador, embora sejam semelhantes. Para referência a do LTCM (cujos posts foram removidos pelo próprio) era:

    TLT - Barclays 20+ Year Treasury Bond Fund – 20%;

    TIP - Barclays TIPS Bond Fund – 5%;

    ITE - SPDR Barclays Capital Intermediate Term Treasury ETF – 5%;

    GLD/SGOL - SPDR Gold Shares /Physical Swiss Gold Shares – 10%;

    DBC - PowerShares DB Commodity Index Tracking Fund – 5%;

    VNQ/VNGI - Vanguard REIT ETF/ Vanguard Global ex-U.S. Real Estate ETF – 7%

    VBR – Vanguard Small-Cap Value ETF – 15%;

    VPL - Vanguard MSCI Pacific ETF – 10%;

    VGK - Vanguard MSCI Europe ETF – 10%;

    VWO - Vanguard MSCI Emerging Markets ETF – 13%;

    Ao fazer a minha "tradução", reduzi o TLT em 5% e os mercado emergentes em 3% para dar origem às obrigações de emergentes e reforçar um pouco as obrigações mais intermédias para 7.5%, atualmente representadas por obrigações governamentais globais e não apenas dos EUA. Ao retirar o XEMB, provavelmente reforçarei os emergentes. Talvez dê um pouco mais de peso ao imobiliário, mas não sei bem.

    Para o pessoal mais jovem, geralmente aconselha-se uma exposição a ações um pouco maior. Mas retoques desse tipo variam com a estratégia de cada um.

    Por exemplo, nas alocações que apresenta, dá maior peso ao DBZB do que ao TLT. Essa estratégia está mais virada para obter rendimento com obrigações, enquanto que mais TLT (mais volátil) tem como objectivo contrabalançar quedas de mercado accionista fortes. Nenhuma estratégia pode ser considerada errada. O gosto de cada um determina a opção a tomar.

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    Isto do "como deve ficar" é muito relativo. Cada um faz as suas pequenas alterações ao gosto, partindo de uma linha directora. A minha é mais a do LTCM (do Caldeirão de Bolsa) do que a do Salvador, embora sejam semelhantes. Para referência a do LTCM (cujos posts foram removidos pelo próprio) era:

    TLT - Barclays 20+ Year Treasury Bond Fund – 20%;       

    TIP - Barclays TIPS Bond Fund – 5%;       

    ITE - SPDR Barclays Capital Intermediate Term Treasury ETF – 5%;       

    GLD/SGOL - SPDR Gold Shares /Physical Swiss Gold Shares – 10%;       

    DBC - PowerShares DB Commodity Index Tracking Fund – 5%;       

    VNQ/VNGI - Vanguard REIT ETF/ Vanguard Global ex-U.S. Real Estate ETF – 7%       

    VBR – Vanguard Small-Cap Value ETF – 15%;       

    VPL - Vanguard MSCI Pacific ETF – 10%;       

    VGK - Vanguard MSCI Europe ETF – 10%;       

    VWO - Vanguard MSCI Emerging Markets ETF – 13%;       

    Ao fazer a minha "tradução", reduzi o TLT em 5% e os mercado emergentes em 3% para dar origem às obrigações de emergentes e reforçar um pouco as obrigações mais intermédias para 7.5%, atualmente representadas por obrigações governamentais globais e não apenas dos EUA. Ao retirar o XEMB, provavelmente reforçarei os emergentes. Talvez dê um pouco mais de peso ao imobiliário, mas não sei bem.

    Para o pessoal mais jovem, geralmente aconselha-se uma exposição a ações um pouco maior. Mas retoques desse tipo variam com a estratégia de cada um.

    Por exemplo, nas alocações que apresenta, dá maior peso ao DBZB do que ao TLT. Essa estratégia está mais virada para obter rendimento com obrigações, enquanto que mais TLT (mais volátil) tem como objectivo contrabalançar quedas de mercado accionista fortes. Nenhuma estratégia pode ser considerada errada. O gosto de cada um determina a opção a tomar.

    Quando disse "como deve ficar" não estava à procura de um "one size fits all" mas sim tendo como referência aquilo que se tem vindo a falar aqui no forum e principalmente a estratégia inicial do Salvador (Já agora, o que aconteceu ao Salvador, que pelos vistos desapareceu aqui do tópico logo na primeira metade do mesmo...alguém sabe? Pura curiosidade apenas).

    Eu tenho noção de que cada caso é um caso (o livro dos Bogleheads não se cansa de o referir) e o meu objectivo por enquanto é apenas perceber como funcionam as coisas e daí querer replicar portfolios e estratégias para poder meter a mão na massa. Só tenciono passar à acção quando me sentir confiante no que sei e souber escolher e explicar as minhas escolhas. :)

    É uma pena que as coisas do LTCM tenham desaparecido, seriam um bom complemento a este tópico. Há umas semanas atrás ainda era possivel apanhar alguma da informação dos primeiros posts do tópico através da wayback machine mas acho que agora nem isso...

    Obrigado mais uma vez pelas explicações!

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    Fica aqui a carteira que estou a pensar constituir para longo prazo (+- 30 anos).

    [table]

    [tr][td]Ações Europa[/td][td]  [/td][td]db X-trackers Euro Stoxx 50® UCITS ETF (DR) 1C[/td][td]  [/td][td]XESC[/td][td]  [/td][td]20%[/td][/tr]

    [tr][td]Ações EUA[/td][td][/td][td]iShares Core S&P 500 UCITS ETF[/td][td]  [/td][td]CSPX[/td][td]  [/td][td]15%[/td][/tr][tr][td]Ações Pacifico S/ Japão[/td][td]  [/td][td]iShares Core MSCI Pacific ex Japan UCITS ETF[/td][td]  [/td][td]CPXJ[/td][td]  [/td][td]3%[/td][/tr]

    [tr][td]Ações Japão[/td][td]  [/td][td]iShares MSCI Japan - B UCITS ETF (Acc)[/td][td]  [/td][td]CSJP[/td][td]  [/td][td]2%[/td][/tr][tr][td]Ações M. Emergentes[/td][td]  [/td][td]Amundi ETF MSCI Emerging Markets UCITS ETF EUR[/td][td]  [/td][td]AEEM[/td][td]  [/td][td]5%[/td][/tr][tr][td]Total Ações: 45%[/td][/tr]

    [tr][td]Obrigações Gov. EU[/td][td]  [/td][td]db x-trackers II iBoxx Sov. Eurozone UCITS ETF 1C[/td][td]  [/td][td]XGLE[/td][td]  [/td][td]5%[/td][/tr][tr][td]Obrigações Emp. EU[/td][td]  [/td][td]Amundi ETF Euro Corporates UCITS ETF[/td][td]  [/td][td]CC4[/td][td]  [/td][td]35%[/td][/tr][tr][td]Total Obrigações: 40%[/td][/tr]

    [tr][td]Matérias-Primas[/td][td]  [/td][td]Lyxor UCITS ETF (FCP) Comm. T.Reuters/CoreCommodity C-EUR[/td][td]  [/td][td]CRB[/td][td]  [/td][td]10%[/td][/tr][tr][td]Total Matérias-Primas: 10%[/td][/tr]

    [tr][td]Hedge Funds[/td][td]  [/td][td]db x-trackers db HF UCITS ETF 1C[/td][td]  [/td][td]XHFI[/td][td]  [/td][td]2,5%[/td][/tr][tr][td]Private Equity[/td][td]  [/td][td]db x-trackers LPX MM Private Equity UCITS ETF 1C[/td][td]  [/td][td]XLPE[/td][td]  [/td][td]2,5%[/td][/tr][tr][td]Total Alternativos: 5%[/td][/tr][/table]

    Em principio será para iniciar com 12k, rebalanceamentos e reforços anuais.

    No entanto, pondero abrir no Saxo Bank que obriga que tenha pelo menos um movimento a cada 180 dias para não pagar 100 USD de manutenção, tendo por isso que fazer um pequeno reforço num dos ETFs a meio do ano.

    Agradeço opiniões/sugestões.

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    Mouro Emprestado

    Para esses valores, eu simplificava a carteira. De facto, questiono-me se teres um ETF que represente 2% da carteira (neste momento, apenas € 240) vai ter um grande impacto na rentabilidade da mesma. De facto, pensa assim, se os restantes ETFs manterem o seu valor de um ano para o outro, mas esse ETF tiver um ganho de 100% (algo irreal), a tua carteira apenas cresce uns 2%. Será que vale a pena estares-te a chaterar?

    Por outro lado, penso que esses 2 ETFs da Amundi são swap-based... Ora, muito cuidadinho com este tipo de ETFs, porque nunca se sabe o que acontecerá se a contraparte do swap for desta para melhor (é a única razão para eu ainda não ter simplificado a minha carteira para uma carteira de 4 activos). Aliás, já se falou sobre esta questão mais do que uma vez neste tópico.

    Pessoalmente, também não acredito em deter puros activos especulativos (matérias-primas) na minha carteira, preferindo deter um ativo exposto a REITs.

    Finalmente, qual a razão para esses dois ETFs de "alternativos"? Até pode existir uma razão válida para o mesmo, pelo que gostaria de saber.

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    Fica aqui a carteira que estou a pensar constituir para longo prazo (+- 30 anos).

    [table]

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    Em principio será para iniciar com 12k, rebalanceamentos e reforços anuais.

    No entanto, pondero abrir no Saxo Bank que obriga que tenha pelo menos um movimento a cada 180 dias para não pagar 100 USD de manutenção, tendo por isso que fazer um pequeno reforço num dos ETFs a meio do ano.

    Agradeço opiniões/sugestões.

    Como é que é a rentabilidade dessa carteira? E o risco?

    Qual é a razão daqueles 5% em Alternativos? Estou interessado na explicação só isso, não quero com a pergunta dizer que acho bem ou mal!

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    Para esses valores, eu simplificava a carteira. De facto, questiono-me se teres um ETF que represente 2% da carteira (neste momento, apenas € 240) vai ter um grande impacto na rentabilidade da mesma. De facto, pensa assim, se os restantes ETFs manterem o seu valor de um ano para o outro, mas esse ETF tiver um ganho de 100% (algo irreal), a tua carteira apenas cresce uns 2%. Será que vale a pena estares-te a chaterar?

    Então mas ao eliminar o Japão da equação, a carteira não ficaria "coxa" no que toca à exposição à zona do Pacífico? Pelo que percebi, o ruicarlov tinha dividido a exposição ao Pacífico em dois já que não existia uma alternativa ao VPL que fizesse capitalização.

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    Mouro Emprestado

    A minha opinião é que ter a exposição a determinados activos em percentagens muito baixas de uma carteira de LP, só porque sim, não me faz grande sentido. De facto, ter um ganho de 20% num activo que represente apenas 2% da carteira acaba por resultar apenas num ganho de 0,4% sobre o valor total.

    Eu percebo (e defendo) que se deva ter uma carteira diversificada pelo mundo inteiro na parte das acções (já não defendo o mesmo na parte das obrigações), mas eventualmente 1 ou 2 ETFs deverão ser suficientes.

    Atenção, isto trata-se apenas da minha opinião pessoal.

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    Comcordo com o Mouro. ETFs com alocações tão pequenas não valem a pena. Eu próprio não teria dividido a área do pacífico em 2 ETF se não fosse por ter o dobro da alocação, para além de estar na IB e ter as tais comissões mínimas quer faça trades quer não.

    Agora com uma carteira de 12k e a pagar pelo menos 12€ por transação no Saxobank, é aumentar os custos da carteira com benefícios mínimos. Já que reduziu tanto a exposição ao pacífico, parece-me melhor tirá-la completamente ou então deixar simplesmente o Japão de fora.

    Nas obrigações, não compreendo porquê reduzir obrigações governamentais a 5% e ter o grosso das obrigações corporativas. Tem noção que um portfolio assim tem mais volatilidade do que um com uma componente de obrigações governamentais de alta qualidade? Em quedas significativas de mercado tenho algumas dúvidas que essa alocação obrigacionista proteja de drawdowns elevados.

    Também não compreendo qual a razão de ser dos tais "alternativos". Mas mais do que isso, entra outra vez a história das alocações muito reduzidas.

    No fórum dos Bogleheads, diz-se frequentemente que posições inferiores a 5% não têm grande efeito na carteira e só trazem custos desnecessários.

    E tocado no ponto das gestoras utilizadas, quanto menos Amundi e Lyxor, melhor. O tipo de replicação que estas gestoras utilizam têm o tal risco de contraparte. Quando não há nenhuma alternativa, paciência. Mas para emergentes, obrigações e matérias-primas, existem ETFs com replicação física.

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    E se tiverem mesmo que escolher replicação sintética, talvez preferir algo que diga:

    "Méthode de réplication Modèle de Swap Non Fundé (actifs physiques + swap cible 0%)"

    Porque assim apenas uma parte (normalmente inferior a 10% está no swap);

    E mesmo com a lyxor ele têm diversificado a oferta e já é possível encontrar etf com replicação física; exemplo:

    LYXOR UCITS ETF EUROMTS ALL-MATURITY INVESTMENT GRADE (DR)

    Modèle de Réplication Parfaite (pas d'échantillonnage / pas de prêt de titres)

    0,165%/ano

    consegue-se exposição a dívida soberana "investment grade" diversificada por todas as maturidades.

    Agora a Amundi continua na mesma.. praticamente tudo swap. talvez seja por isso que conseguem competir nos preços. Não sei.

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    Bom dia,

    já agora deixo aqui a minha carteira (caso seja útil a mais alguém) já implementada há 2 anos e que teve subjacente algumas preocupações do tipo:

    - usar ETF's com custos (TER's) baixos

    - não usar ETF's de replicação sintética (por isso deixei de fora as alternativas db-xtrackers)

    - usar ETF's que capitalizem dividendos (nem sempre possível)

    nem sempre foi possível eleger um ETF que cumprisse todos os critérios e aí há que balancear os diferentes objectivos.

    iShares MSCI World ACC ETF  IWDA NA / IWDA:xams                                        36.0%

    iShares MSCI Emerging Markets Acc ETF  IEMA NA / IEMA:xams                        6.00%

    iShares FTSE Epra Nareit Dev Mkt Pty Yld Fd  IWDP NA / IWDP:xams                  6.00%

    Vanguard Small Cap Value ETF  VBR US / VBR:arcx                                              6.00%

    Vanguard FTSE All World ex US Small Cap ETF  VSS US / VSS:arcx                    6.00%

                                                                                                                    Equity  60.0%

         

    iShares Barclays Capital Euro Government Bond 1-3 Y  IBGS NA / IBGS:xams      40.0%

                                                                                                                    Bonds  40.0%

         

                                                                                                                      Total  100.0%

    Haverá com certeza outras alternativas, mas no meu caso estou bastante satisfeito com esta seleção que me parece uma boa implementação (para um investidor europeu) das ideias dos bogleheads.

    cumprimentos,

    sinbad

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    Bom dia,

    já agora deixo aqui a minha carteira (caso seja útil a mais alguém) já implementada há 2 anos e que teve subjacente algumas preocupações do tipo:

    - usar ETF's com custos (TER's) baixos

    - não usar ETF's de replicação sintética (por isso deixei de fora as alternativas db-xtrackers)

    - usar ETF's que capitalizem dividendos (nem sempre possível)

    nem sempre foi possível eleger um ETF que cumprisse todos os critérios e aí há que balancear os diferentes objectivos.

    iShares MSCI World ACC ETF  IWDA NA / IWDA:xams                                        36.0%

    iShares MSCI Emerging Markets Acc ETF  IEMA NA / IEMA:xams                        6.00%

    iShares FTSE Epra Nareit Dev Mkt Pty Yld Fd  IWDP NA / IWDP:xams                  6.00%

    Vanguard Small Cap Value ETF  VBR US / VBR:arcx                                              6.00%

    Vanguard FTSE All World ex US Small Cap ETF  VSS US / VSS:arcx                    6.00%

                                                                                                                    Equity  60.0%

         

    iShares Barclays Capital Euro Government Bond 1-3 Y  IBGS NA / IBGS:xams      40.0%

                                                                                                                    Bonds  40.0%

         

                                                                                                                      Total  100.0%

    Haverá com certeza outras alternativas, mas no meu caso estou bastante satisfeito com esta seleção que me parece uma boa implementação (para um investidor europeu) das ideias dos bogleheads.

    cumprimentos,

    sinbad

    Obrigado pela partilha!

    Como é em termos de rentabilidade e risco?

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    Bom dia,

    já agora deixo aqui a minha carteira (caso seja útil a mais alguém) já implementada há 2 anos e que teve subjacente algumas preocupações do tipo:

    - usar ETF's com custos (TER's) baixos

    - não usar ETF's de replicação sintética (por isso deixei de fora as alternativas db-xtrackers)

    - usar ETF's que capitalizem dividendos (nem sempre possível)

    nem sempre foi possível eleger um ETF que cumprisse todos os critérios e aí há que balancear os diferentes objectivos.

    iShares MSCI World ACC ETF  IWDA NA / IWDA:xams                                        36.0%

    iShares MSCI Emerging Markets Acc ETF  IEMA NA / IEMA:xams                        6.00%

    iShares FTSE Epra Nareit Dev Mkt Pty Yld Fd  IWDP NA / IWDP:xams                  6.00%

    Vanguard Small Cap Value ETF  VBR US / VBR:arcx                                              6.00%

    Vanguard FTSE All World ex US Small Cap ETF  VSS US / VSS:arcx                    6.00%

                                                                                                                    Equity  60.0%

         

    iShares Barclays Capital Euro Government Bond 1-3 Y  IBGS NA / IBGS:xams      40.0%

                                                                                                                    Bonds  40.0%

         

                                                                                                                      Total  100.0%

    Haverá com certeza outras alternativas, mas no meu caso estou bastante satisfeito com esta seleção que me parece uma boa implementação (para um investidor europeu) das ideias dos bogleheads.

    cumprimentos,

    sinbad

    Muitos ETFs da x-trackers já utilizam replicação física, embora a maioria continue a ser sintética colateralizada.

    Mas no ramo das small caps é possível ter ETFs de replicação física com capitalização. O SXRG, da iShares, cumpre esse papel para o mercado americano. World ex-US não encontrei, mas World Small Cap (com 58% EUA, 42% Resto do Mundo) existe o SPDR® MSCI World Small Cap UCITS

    Em relação à alocação em si, só pergunto porque é que todas as obrigações são de tão curto prazo. Na lógica dos Bogleheads, um portfolio 60/40 deve ter a componente obrigacionista mais diversificada, de preferência abrangendo também maturidades mais longas. Algo mais como o Total Bond Market (BND).

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    Eu fiz isso. Historicamente têm melhores rentabilidades, mas também maiores drawdowns. Daí a importância de ter uma boa dose de obrigações de longo prazo para contrabalançar o mercado accionista.

    Optar ou não por small caps vem sobretudo do risco que se está disposto a correr.

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    Obrigado pela partilha!

    Como é em termos de rentabilidade e risco?

    Risco não sei (ainda não calculei os desvios padrão). Rentabilidade tem sido de aprox 9%/ano. Mas não esquecer que o último par de anos tem sido bastante bom para o mercado accionista - em anos menos bons temos de estar preparados para rentabilidades bem mais baixas (negativas). Fazendo umas contas simples (e usando estimativas de rentabilidade das asset classes, algo conservadoras), creio que se no longo prazo este portfolio rendesse 5% não seria nada mau - já daria para, em principio, superar a inflação e os impostos - que é esse o grande objetivo. Qualquer expectativa de que as rentabilidades de 9%/ano sejam para manter no longo prazo carecem de fundamento.

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    Relativamente aos ETFs sintéticos, é verdade que têm algum risco de contraparte, mas não acham que acaba por ser relativamente diminuto? Na realidade tipicamente o colateral vale mais do que a exposição ao swap e a exposição está legalmente limitada a 10%, o que dá alguma segurança.

    Têm opinião diferente? Porquê?

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    Depois de andar a ler um bocado sobre os métodos de replicação, realmente o sintético colateralizado nem me parece muito arriscado. Mas ainda não consegui perceber bem o que é ao certo o synthetic unfunded. Os esquemas que vi não me esclareceram o suficiente.

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    http://www.etf.db.com/GBR/ENG/Download/Brochure/143d4562-8d4f-449d-9361-bb38cf14a24c/db-X-trackers-ETF-Brosch-Microscope-5c-en-web.pdf

    unfunded swap

    O dinheiro do investidor compra o cesto de activos à entidade swap; O cesto fica na posse de uma 3ª entidade numa conta à parte de tudo;

    fully funded

    O dinheiro do investidor é entregue à entidade swap; A entidade swap em troca dá um cesto de activos (que não necessariamente os que compõe o etf...um etf de ações pode ter um cesto só de obrigações por exemplo) que serve de colateral que fica à guarda do fundo.

    É esta a minha interpretação

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    Por outro lado, penso que esses 2 ETFs da Amundi são swap-based... Ora, muito cuidadinho com este tipo de ETFs, porque nunca se sabe o que acontecerá se a contraparte do swap for desta para melhor (é a única razão para eu ainda não ter simplificado a minha carteira para uma carteira de 4 activos). Aliás, já se falou sobre esta questão mais do que uma vez neste tópico.

    Finalmente, qual a razão para esses dois ETFs de "alternativos"? Até pode existir uma razão válida para o mesmo, pelo que gostaria de saber.

    Não dei grande importancia a este risco, acham que deveria dar?  :-\

    Relativamente aos alternativos, acho que seria um ativo interessante para diversificar. No entanto, como no inicio a carteira tem pouco valor e os custos têm bastante peso, poderei abdicar deles e eventualmente acrescenta-los no futuro.  :P

    Como é que é a rentabilidade dessa carteira? E o risco?

    Se tivesse constituido esta carteira de ETFs no dia 10/09/2013 com 10.000€ teria agora 11,022.06 EUR (+10,22%, já tendo em conta as despesas do Saxo Bank).

    Em "Simulation of historic returns" deu:

    - Return 1 year: 11,96%

    - Volatility 1 year: 4,96%

    Nas obrigações, não compreendo porquê reduzir obrigações governamentais a 5% e ter o grosso das obrigações corporativas. Tem noção que um portfolio assim tem mais volatilidade do que um com uma componente de obrigações governamentais de alta qualidade? Em quedas significativas de mercado tenho algumas dúvidas que essa alocação obrigacionista proteja de drawdowns elevados.

    Se não estou em erro, obrigações governamentais são Obrigações de Taxa Fixa. Este tipo de obrigações perdem valor com o aumento da taxa de juro.

    Como neste momento a taxa de juro está baixa, e deverá aumentar médio prazo, não me parece boa ideia estar muito exposto a este ativo.

    Não sei qual a vossa opinião sobre isto, mas não acho que a alocação que defina agora seja fixa para os 30 anos, podendo ser alterada a médio prazo.

    Como disse, neste momento não acho que seja muito bom estar exposto a obrigações de taxa fixa. Talvez daqui a 5 ou 10 anos, caso a taxa de juro já seja mais alta  ::) , me pareça razoavel já ter uma alocação mais equilibrada entre governamentais e empresas. O tempo dirá.

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    Não sei qual a vossa opinião sobre isto, mas não acho que a alocação que defina agora seja fixa para os 30 anos, podendo ser alterada a médio prazo.

    Como disse, neste momento não acho que seja muito bom estar exposto a obrigações de taxa fixa. Talvez daqui a 5 ou 10 anos, caso a taxa de juro já seja mais alta  ::) , me pareça razoavel já ter uma alocação mais equilibrada entre governamentais e empresas. O tempo dirá.

    Problema 1: estás a querer fazer market timing, o que tem um potencial para erro imenso (caso contrário era facílimo ganhar dinheiro).

    Problema 2: as obrigações numa carteira de gestão passiva à la bogleheads não servem para obter rentabilidades significativas (embora se vierem sejam bem-vindas), mas sim como uma espécie de seguro para quando as coisas correm mal no mercado accionista. Basicamente servem para garantir que uma queda do mercado accionista tem um reflexo mais pequeno na tua carteira, normalmente compensado (embora não na mesma proporção) por uma valorização das obrigações, que deve ocorrer por via de uma maior procura das mesmas.

    Quanto à alocação, não é que tenha de ser uma coisa ad eternum, mas convém ter alguma estabilidade. Com a idade, alteração de situação profissional e pessoal, pode existir  necessidade de ir fazendo ajustes, mas não é razoável alterar uma determinada alocação todos os anos, por exemplo.

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    • ruicarlov unpinned this tópico

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