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  • FORMAS DE POUPAR

  • ETFs (Exchange-Traded Funds)


    Visitante Salvador_

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    Mouro Emprestado

    Depende da carteira.

    Uma carteira como a do Salvador, com 10 ETFs precisa de um montante maior IMHO. Mas se for uma simples carteira de 3 ou 4 ETFs, o valor já me parece mais correcto.

    Eu tenho a minha carteira no Invest, porque evito o pagamento de custódia de títulos (Best Trading Pro está fora de questão!). Mesmo os ETFs que não estão disponíveis na plataforma Invest Trader, posso simplesmente pedir à sala de mercados (pago é comissões maiores, mas IMHO pode acabar por compensar).

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    Não sei se o Invest será o mais indicado. As comissões na plataforma invest trader são boas, mas indo à sala de mercados fica um pouco caro. O problema dos ETFs do Invest trader é que em grande parte pagam dividendos. E no Invest cada pagamento de dividendos leva no mínimo 5€ por cada pagamento de dividendos. Dependendo da frequência de pagamento de dividendos, isto pode comer um bocado nos rendimentos.

    Os ETFs com capitalização de dividendos só na sala de mercados, com as tais comissões maiores.

    Mas em território português também não há grandes alternativas, logo será talvez o mal menor.

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    Mouro Emprestado

    Pois Rui, não existem é grandes alternativas em Portugal.

    Por acaso, para certos montantes e para ETFs que não consigas aceder ao Invest Trader, poderá ser mais vantajoso ter a carteira no BEST, ainda que pagues custódia de títulos.

    Como em tudo, "é fazer as contas".

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    Boas,

    Os "especialistas", provavelmente já devem conhecer esta plataforma, http://www.plus500.pt/ , no entanto gostaria de saber se alguém tem experiência de utilização, se é caso para ver melhor, ou se é para esquecer.

    Sou um nabo na matéria, lá está, mas se fosse viável, com pequenos montantes podia tentar "brincar" à bolsa nos prazos curtos. :angel:

    Não consegui ler qualquer menção à fiscalidade, mas parece-me ser uma ferramenta simples, o que acham?

    Nota: Peço desculpa desde já, se este caso já foi por aqui debatido.

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    • 3 weeks later...

    Caros Senhores,

    Aqui deixo mais uma dúvida.

    Verifico que a Pictet tem um conjunto de fundos de investimento que seguem os índices.

    Por exemplo:

    http://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F00000MO4A (para o Brasil) ou

    http://www.morningstar.pt/pt/funds/snapshot/snapshot.aspx?id=F00000MO6Y (para a China).

    Também existem, na mesma modalidade, fundos da pictet que seguem índices na Europa, Rússia, EUA, Japão, etc..

    Os custos também são baixos: por exemplo, o que segue o índice no Brasil (o Índice MSCI Brazil

    Standard) tem um único custo de comissão anual de 0,75% - (esqueçam os dados da morningstar; pode-se ver aqui as taxas da única comissão cobrada - https://www.bigonline.pt/Reports/FundInfoDetails?sCodFundo=LU0625735039).

    Este tipo de fundos tem também entradas baixas. Como é à unidade, até se pode subscrever poucas unidades de participação - muitas ou poucas, é à vontade e disponibilidade de cada um. Isto sem as tradicionais desvantagens da aquisição de ETF: não temos de nos preocupar com declarações fiscais; não temos comissões para a negociação; não temos preocupações com a liquidez das unidades de participação.

    A pergunta que aqui deixo (e acreditem que é mesmo uma dúvida) aos mais experientes, é a seguinte: encaram estes fundos como uma boa alternativa aos ETF? Se não, gostaria que me fundamentassem a vossa opinião elencando as desvantagens.

    Desde já agradeço a quem souber e me queira elucidar. Obrigado. 

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    Mouro Emprestado

    Atlas, já andei a pesquisar isso há uns tempos atrás (soube há cerca de mês e meio desses fundos índice da Pictet) e, sinceramente, não gostei dado que o fee anual é estratosférico quando comparado com ETF de gestão passiva global.

    Fica aqui um quote dessa minha análise a um fundo de acções americanos, em comparação com alguns ETFs da iShares:

    Estiver a analisar este fundo (Pictet - USA Index) e acabei por o comparar com ETFs equiparáveis. Face ao custo anual (0,71%) e uma vez que segue um índice, vai sempre perdendo qualquer coisita para o iShares S&P 500 UCITS ETF Acc (fee anual de 0,07%):

    grafico.jpg

    online photo storage

    Legenda:

    PCTUREU:LX - Pictet - USA Index

    SACC:IM - iShares S&P 500 UCITS ETF Acc

    IUSE:LN - iShares S&P 500 EUR Hedged UCITS ETF (inclui este apenas para adicionar a variável de "hedge cambial")

    Onde este fundo pode ganhar face ao ETF é no valor de aquisição das UPs, pelo que quem tenha pouco capital para investir (menos de EUR 10k) pode ser mais vantajoso a adquirir o ETF. Para valores superiores, e partindo do princípio que não se paga comissão de custódia ( :twisted: ), o ETF pode ser mais vantajoso no longo-prazo (são sempre menos 0,6 p.p. de comissões por ano).

    Nota que não aposto em determinados países, dado que a minha estratégia de investimento segue um investimento global. Assim, não consigo dizer se fará sentido para investir em índices de países como o Brasil.

    Edit: Reparei agora que esta análise gráfica estava nesta página do tópico ahahahah.  ;D :-[

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    Atlas, já andei a pesquisar isso há uns tempos atrás (soube há cerca de mês e meio desses fundos índice da Pictet) e, sinceramente, não gostei dado que o fee anual é estratosférico quando comparado com ETF de gestão passiva global.

    Obrigado pela resposta.

    Bons investimentos.

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    Boas,

    Verifiquei que aqui foi um pouco discutido o melhor local para ter uma carteira de ETFs.

    IB, BTP, GB, Invest...

    Parece que o BTP e GB estão ligados ao SaxoBank e não se sabe muito bem se os ativos ficam em nosso nome ou em nome dos dois bancos e por isso há algum receio em caso de falência.

    Alguém pensou em ir direto ao Saxo Bank?

    Sendo europeu deverá ter a proteção ao investidores obrigatória da UE que também deverá incluir qualquer cidadão da UE, ou não?

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    Mouro Emprestado

    Boa questão, contudo não sei se será fácil saber-se a resposta tento em conta que o Saxo é um banco dinamarquês.  :o

    Há algo que tenho de chamar a vossa atenção, que não se tem falado. Existe uma regra nos EUA que estabelece que, em caso de morte do beneficiário, todos os activos detidos nos EUA são sujeitos ao Estate Tax (para valores acima de 60k):

    http://www.irs.gov/Individuals/International-Taxpayers/Some-Nonresidents-with-U.S.-Assets-Must-File-Estate-Tax-Returns

    Já li, embora não tenho 100% certeza, que caso detenham uma acção ou ETF que é transaccionada nos EUA (mesmo que o intermediário não seja americano), podem estar sujeitos a este Estate Tax, que penso que não esteja incluído no ADT entre Portugal e os EUA...  :(

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    Já agora, para aqueles que estão interessados em ETFs europeus com capitalização de dividendos, andei a pesquisar e tentar traduzir os ETF da carteira do Salvador para ETF europeus.

    Abaixo deixo uma cópia do que escrevi no Caldeirão de Bolsa:

    "Voltando à questão de arranjar ETFs que capitalizem dividendos em vez de distribuir, nos últimos dias andei a procurar que alternativas existiam. Depois de pensar bem, cheguei à conclusão que embora possa haver custos de gestão maiores e spreads bid/ask menos apertados, no longo prazo pode ser mesmo mais vantajoso optar pelos europeus. Em relação ao spread, o impacto maior é na constituição. Os futuros reforços/rebalanceamentos são sobre uma fração mais reduzida do capital, pelo que o seu efeito tende a ser reduzido. Para além disso, o reinvestimento automático dos dividendos minimiza o montante que necessitamos de replicar na carteira assumindo algum equilíbrio da sua composição, possivelmente reduzido o número de transações que faremos ao longo da vida.

    Não há grande volta a dar aos custos de gestão, mas ao atrasarmos o pagamento de impostos apenas quando realizarmos vendas estamos a beneficiar de um pequeno efeito de juros compostos. Outro efeito importante é o da dupla-tributação. Para ETFs que sigam o mercado americano isso não tão importante. Ou nós ou o fundo vai ter de pagar os 15% retidos na América. Para para mercados internacionais isto é teoricamente bem relevante, pois com um ETF americano da Vanguard teríamos pago impostos nos países onde o ETF tem activos, nos EUA (via dupla tributação de dividendos) e depois cá. Logo os menores custos de gestão do fundo não seriam assim tão vantajosos.

    Quanto à "tradução" dos ETFs americanos para europeus com capitalização de dividendos, assumi que se estava a trabalhar com a Interactive Brokers, que a meu ver é vantajosa quando se tem cerca de $20-$30k e uma carteira tipo LTCM/Salvador, que está granulada. Os 120$ anuais tornam-se competitivos pois de certa forma temos 120 transações incluídas no pacote. Isto porque a melhor tradução que consegui implicou a divisão de alguns ETFs em dois.

    Pegando nos ETFs que pagam dividendos (não vale a pena pensar em ouro/matérias-primas) temos os originais:

    TLT - Barclays 20+ Year Treasury Bond Fund

    TIP - Barclays TIPS Bond Fund

    ITE - SPDR Barclays Capital Intermediate Term Treasury ETF

    VNQ/VNQI - Vanguard REIT ETF/ Vanguard Global ex-U.S. Real Estate ETF

    VBR – Vanguard Small-Cap Value ETF

    VPL - Vanguard MSCI Pacific ETF

    VGK - Vanguard MSCI Europe ETF

    VWO - Vanguard MSCI Emerging Markets ETF

    Destes todos, não à volta à dar com o TLT. Pura e simplesmente não encontrei nenhum outro ETF (americano ou europeu) que tivesse só treasuries a 20 anos.

    Para o resto, o seguinte foi o que encontrei de melhorzinho

    VWO ----> SEMA  iShares MSCI Emerging Markets UCITS ETF (Acc) 

                    DBX1  db x-trackers MSCI Emerging Markets Index UCITS ETF

                    EMRG  SPDR® MSCI Emerging Markets UCITS ETF

    Aqui temos três ETFs, dois com replicação optimizada e um com replicação sintética (x-trackers). Numa lógica de capitalização de dividendos, o tipo de replicação pode ser importante pela seguinte razão: estes ETF seguem índices total return, que assumem o reinvestimento dos dividendos após aplicação de taxas. Estas taxas são sempre assumidas como as piores possíveis (p.ex 30%). Muitas vezes os acordos de dupla tributação permitem que o imposto retido seja menor. Na prática isto faz com que o desvido face ao indíce seja menor que os custos de gestão pressupõe. Mas isto só se aplica quando o fundo tem efectivamente ações em sua posse, que paguem dividendos. Quando a replicação é sintética, o ETF não tem nada "físico" em sua posse, sendo a valorização resultante de um produto derivado com um banco de permeio. Logo em princípio o retorno do fundo é o indíce que assume a retenção máxima, subtraindo os custos de gestão. O curioso aqui é que o DBX1 tem realmente uma underperformance recente que está de acordo com esta situação (há uma diferença entre a valorização que vai aumentando muito ligeiramente com o tempo, mas para períodos mais atrás no tempo teve uma melhor performance. Situações como Dezembro de 2011, onde teve um drawdown significativamente menor que os outros fundos. Isto colocou-o à frente em termos de rentabilidade durante uns tempos. De qualquer modo, esta diferença estar relacionada com alguma diferença de composição de carteira e não propriamente com o tipo de replicação em si.

    VGK ---> ERO SPDR® MSCI EuropeSM ETF

                  IMEA  iShares MSCI Europe UCITS ETF (Acc)

    São os dois muito parecidos, embora me pareça que o ERO se tenha portado ligeiramente melhor ao final de alguns. O custo de gestão é apenas 0.03% inferior, mas gradualmente isso vai surtindo algum efeito.

    VBR ---> SXRG/CSUSS iShares MSCI USA Small Cap UCITS ETF

    Os dois tickers são para comprar o fundo em EUR e USD, respectivamente.

    VNQ/VNQI ----> XGPD.L db x-trackers FTSE EPRA/NAREIT Global Real Estate UCITS ETF

    Não encontrei nenhum fundo só para imobiliário dos EUA (VNQ), mas tendo em conta que a sugestão era misturar VNQ com VNQI (REIT internacional), este ETF de imobiliário global deve funcionar. Comparei-o com um ETF americano de imobiliário global, o FFR, e parece-me que representa bem o mercado imobiliário mundial, com o efeito de capitalização de dividendos.

    TIP ---> EGIL iShares Global Inflation Linked Government Bond UCITS ETF

    Este não é bem uma substituição perfeitamente equivalente. O TIP investe apenas em obrigações americanas ligadas à inflação. Não consegui ver uma distribuição geográfica da carteira do EGIL, mas através das maiores posições vi que são obrigações ligadas à inflação tanto dos EUA como do Reino Unido. O seu comportamento segue tendências semelhantes às do TIP, mas as quedas recentes foram muito mais atenuadas devido a ter obrigações do Reino Unido, que não foram tão massacradas pelas políticas da FED.

    ITE ---> 45%  CBU3  iShares USD Government Bond 1-3 UCITS ETF (Acc)

                55%  CBU7  iShares USD Government Bond 3-7 UCITS ETF (Acc)

    Aqui começam as divisões. Não encontrei nada que tivesse obrigações americanas com prazos ente 1-7 anos. O melhor que consegui arranjar foi fazer uma combinação dos dois ETFs acima. o ITE tem ~45% da carteira em obrigações com maturidades ente 1-3 anos e o resto a 3-7 anos. Logo usei essas percentagens em cada um para ter um resultado equivalente.

    VPL ---> 55%  CPXJ.L  iShares MSCI Pacific ex Japan UCITS ETF Acc

                  45%  SJPA.L  iShares MSCI Japan UCITS ETF (Acc)

    Não estava à espera que este também fosse tão complicado. O indíce dos desenvolvidos da Ásia e Pacífico está mal representado em ETFs europeus. Por isso peguei na composição do índice: 45% Japão; 55% Resto da Ásia/Pacífico desenvolvidos e usei dois ETFs nas proporções adequadas.

    Com isto tudo penso ter uma carteira quase equivalente à anteriormente apresentada, a capitalizar dividendos (com a excepção acima referida) com uma granularização semelhante. Quis experimentar se conseguia constituir isto na demo da IB, mas embora encontrasse os tickers, as operações davam sempre erro. Pelo que vi é limitação da demo. Logo só depois de abrir conta lá é que posso confirmar."

    Boa tarde ruicarlov,

    qual a rentabilidade da tua carteira alterada face à original?

    Como está a decorrer o investimento. Tens gráfico?

    Cumprimentos.

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    Boa tarde a todos,

    Esta é a minha primeira intervenção no fórum, no entanto, estou sempre atento ao que aqui se vai escrevendo. Infelizmente não tenho conhecimentos sobre a matéria para publicar e partilhar convosco mas hoje tenho uma duvida, para a qual gostaria de ler algumas ideias.

    Em relação ao portfolio que aqui é apresentado pelo Salvador e que ao que tudo indica será para uma vida (até aconselha criarmos um para filhos) não acham perigoso termos este tipo de investimento numa corretora?

    Quando a nossa banca (e banca em geral) passa por algumas dificuldades será razoável confiarmos as nossas poupanças a uma corretora (bem sei que é pelos custos reduzidos)?

    Seguindo o portfolio que o Salvador indicou aqui, se atingirmos valores de centenas de milhar de euros será seguro tê-los numa entidade destas?

    Sou cliente Orey e nunca tive problemas mas não sei até que ponto lhes confiaria esses montantes.

    Alguém pode dar o seu contributo acerca destas dúvidas?

    Muito agradecido aos participantes

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    Olá,

    Essa também é uma das dúvidas que tenho.

    No entanto, não é obrigado a ficar sempre na mesma corretora. Se daqui a alguns anos não tiver confiança onde tem os títulos poderá sempre transferir para outra, ou resgatar tudo e subscrever noutra.

    Terá custos, mas é melhor do que perder tudo (ou quase tudo).

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    Não há uma solução perfeita para esta situação.

    Supostamente os títulos estão apenas depositados à guarda do depositário, pertencendo ao real proprietário, mesmo em caso de falência do depositário.

    Como tudo, contudo, existe sempre a remota possibilidade de existir fraude ou erro que impossibilite o acesso aos títulos, por exemplo se alguém os vender sem autorização e se apropriar do produto da venda.

    Os depositários devem ter em prática medidas que evitem a ocorrência das situações descritas, mas todos sabemos que por vezes certas coisas fogem à todos os controlos.

    A minha sugestão, e o que faço, é que se utilize mais do que um depositário, é uma forma de diversificar um risco adicional.

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    Com esta trapalhada toda do BES questionei a minha corretora sobre o que me acontecia se eles entrassem em falência (uma vez que não temos FGD nestes casos). O que me responderam foi que não afetava os cliente que possuem na sua carteira ações ou ETFs pois esses títulos pertencem aos clientes e eles são apenas intermediários. A corretora tem as contas de cada cliente separadas dos outros e da própria corretora (confirmei essa informação no contrato assinado entre nos). Sendo assim, teria o trabalho de os passar para outra entidade.

    Será que é assim tão "simples" ???

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    Sim, é assim simples.

    Apenas ha o risco que o Pedro Pais referiu.

    Mas ainda estou a tentar perceber como funciona o BTP com o Saxo Bank.

    Perante o Saxo Bank é tudo uma conta Best ou o Saxo Bank sabe quem é cada investidor do Best?

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    Sim, é assim simples.

    Apenas ha o risco que o Pedro Pais referiu.

    Mas ainda estou a tentar perceber como funciona o BTP com o Saxo Bank.

    Perante o Saxo Bank é tudo uma conta Best ou o Saxo Bank sabe quem é cada investidor do Best?

    Segundo o que entendi do contrato de intermediação financeira, existe uma conta em nome do Best junto do Saxo que agrega todos os investimentos dos clientes do Best. O Best por sua vez é responsável por manter um registo individualizado da relação dos activos de cada cliente. Esta estrutura é um bocado menos transparente do que eu idealmente gostaria, mas é uma prática comum, embora me pareça que coloque mais alguns entraves à recuperação dos activos por parte investidor, em caso de falência de uma das entidades.

    Se procurares por nominee accounts consegues ver mais alguns detalhes.

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    Segundo o que entendi do contrato de intermediação financeira, existe uma conta em nome do Best junto do Saxo que agrega todos os investimentos dos clientes do Best. O Best por sua vez é responsável por manter um registo individualizado da relação dos activos de cada cliente. Esta estrutura é um bocado menos transparente do que eu idealmente gostaria, mas é uma prática comum, embora me pareça que coloque mais alguns entraves à recuperação dos activos por parte investidor, em caso de falência de uma das entidades.

    Se procurares por nominee accounts consegues ver mais alguns detalhes.

    PEDRO,

    Penso que é como dizes.

    Qual o documento a pedir à fonte "Saxo Bank" que aprove a posse dos títulos?

    Como ter papel comprovativo?

    Abraço

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    Creio que é o "preço" de não pagar custódia de títulos.

    Por agora tenho escolhido o caminho das plataformas saxo bank, mas creio que se tivesse muitos activos financeiros, não me importaria de pagar os 5 ou 6€/trimestre para a custódia. De preferência num banco/intermediário bem sólido.

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    PEDRO,

    Penso que é como dizes.

    Qual o documento a pedir à fonte "Saxo Bank" que aprove a posse dos títulos?

    Como ter papel comprovativo?

    Abraço

    Na plataforma da BTP podes lá tirar vários extractos que informam quais os activos detidos em certa data. Fora isso, não sei se existe alguma forma.

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    Boa tarde ruicarlov,

    qual a rentabilidade da tua carteira alterada face à original?

    Como está a decorrer o investimento. Tens gráfico?

    Cumprimentos.

    Não consigo comparar face à original, pois não mantive o portfolio original numa watchlist. Teria de fazer um de novo para simular.

    De momento, a minha carteira está ganhou 6,75% nos últimos 6 meses, 11,95% a 1 ano.

    O financial times não é grande coisa a dar gráficos, por isso só consegui gerar um de jeito para os últimos 6 meses.

    oPKG2JZ.png

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    Tenho vindo a acompanhar este tópico, muito obrigado por toda a informação que aqui partilham.

    Neste momento quero investir 10k numa estratégia deste género. Como o montante é relativamente pequeno, estou a pensar investir num dos "etfs de etfs" da iShares que têm vindo a ser mencionados por aqui.

    O AOM parece-me interessante, ~50% em acções e ~50% em bonds - http://www.ishares.com/us/products/239765/ishares-moderate-allocation-etf

    Alguém me sabe dizer se estes ETFs também capitalizam os dividendos?

    E já agora, acham que vale a pena abrir conta na TDA apenas para subscrever este ETF?

    Obrigado pelo vosso tempo. :)

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    Não consigo comparar face à original, pois não mantive o portfolio original numa watchlist. Teria de fazer um de novo para simular.

    De momento, a minha carteira está ganhou 6,75% nos últimos 6 meses, 11,95% a 1 ano.

    O financial times não é grande coisa a dar gráficos, por isso só consegui gerar um de jeito para os últimos 6 meses.

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    Desculpa se a pergunta é repetida mas qual é mesmo o teu portfolio e respectivas alocações ruicarlosv?

    Cumprimentos.

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    Pois, era o que eu temia.

    Fiz mais um pouco de pesquisa e pelo que percebi, nenhum fundo faz capitalização de dividendos nos USA.

    O Bogleheads tem algumas sugestões de portfolios interessantes, mas todos os fundos são direcionados ao mercado americano.

    Por exemplo, o "Three Fund lazy portfolio", constituido por 3 fundos:

    - Vanguard Total Bond Market Index Fund

    - Vanguard Total Stock Market Index Fund

    - Vanguard Total International Stock Index Fund

    Será que pode ser traduzido para a Europa com os seguintes ETFs?

    - http://lu.ishares.com/en/rc/products/IEAG

    - http://lu.ishares.com/en/rc/products/SMEA

    - http://lu.ishares.com/en/rc/products/IWDE

    Desculpem se os ETfs que sugeri não fizerem sentido nenhum, ainda estou a aprender :)

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