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  • FORMAS DE POUPAR

  • ETFs (Exchange-Traded Funds)


    Visitante Salvador_

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    Para o VT, este da iShares poderia ser uma alternativa

    SWDA - iShares MSCI World UCITS ETF (Acc)

    Quanto ao BND, é sem dúvida complicado. Não conheço uma boa alternativa com replicação física, apenas este: db x-trackers II Barclays Global Aggr. Bond UCITS ETF

    Para o imobiliário passa-se o mesmo, tendo apenas este ETF gobal de replicação indirecta: db x-trackers FTSE EPRA/NAREIT Global Real Estate UCITS ETF 1C

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    Sou inexperiente nisto dos investimentos. E gostaria de colocar uma dúvida, que deve ser mesmo infantil e parva, mas a verdade é que a tenho.

    Nos ETF's as unidades de participação são transacionadas em bolsa.

    Existe assim tanta procura? Não pode suceder, a determinado momento, que deixe de existir compradores, o que nos impeça de as vender?

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    Se escolher ETFs mesmo muito, muito pouco líquidos pode acontecer ter um spread brutal entre o valor de compra e venda. Mas vendendo a um preço suficientemente baixo acho que se arranja quase sempre comprador.

    Em ETFs realtivamente populares, não arranjar comprador é praticamente impensável.

    Penso que muitos dos trades que se fazem no mercado são com base em computadores, que calculam o premiums e outros indiciadores e dão ordens de compra ou venda consoante os algoritmos deles consideram um negócio com potencial de valorização.

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    Na realidade não é bem a liquidez do etf que é relevante, mas sim a dos activos que compõem o fundo. Se tiveres um etf que não tem qualquer movimento diario mas tiver por subjacente obrigações dos usa, não terás qualquer problema. Se por outro o subjacente forem empresas africanas de exploração de energia solar, a liquidez será muito menor.

    Isto acontece porque, explicado de forma simplista, quando colocas uma ordem de compra/venda se não houver uma oferta imediata que "combine" com a tua, o market maker terá de comprar/vender os activos subjacentes para satisfazer o teu pedido, pelo que se os mesmos tiverem pouca liquidez o processo será mais demorado e sujeito a maior spread.

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    Compreendi. Obrigado a ambos pela resposta.

    Na realidade não é bem a liquidez do etf que é relevante, mas sim a dos activos que compõem o fundo. Se tiveres um etf que não tem qualquer movimento diario mas tiver por subjacente obrigações dos usa, não terás qualquer problema. Se por outro o subjacente forem empresas africanas de exploração de energia solar, a liquidez será muito menor.

    Isto acontece porque, explicado de forma simplista, quando colocas uma ordem de compra/venda se não houver uma oferta imediata que "combine" com a tua, o market maker terá de comprar/vender os activos subjacentes para satisfazer o teu pedido, pelo que se os mesmos tiverem pouca liquidez o processo será mais demorado e sujeito a maior spread.

    Na realidade não é bem a liquidez do etf que é relevante, mas sim a dos activos que compõem o fundo. Se tiveres um etf que não tem qualquer movimento diario mas tiver por subjacente obrigações dos usa, não terás qualquer problema. Se por outro o subjacente forem empresas africanas de exploração de energia solar, a liquidez será muito menor.

    Isto acontece porque, explicado de forma simplista, quando colocas uma ordem de compra/venda se não houver uma oferta imediata que "combine" com a tua, o market maker terá de comprar/vender os activos subjacentes para satisfazer o teu pedido, pelo que se os mesmos tiverem pouca liquidez o processo será mais demorado e sujeito a maior spread.

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    • 2 weeks later...

    Desde que comecei em Abril até ao fim do ano fiquei mais ou menos na mesma. As boas valorizações das ações em conjunto com as grandes quedas das treasuries de longo prazo, ouro e mercados emergentes deixou tudo mais ou menos igual, mas décimas menos décimas %

    A minha carteira no BEST/Invest continha os ETFs da carteira Salvador com algumas alterações

    TLT - Barclays 20+ Year Treasury Bond Fund

    ITE - SPDR Barclays Capital Intermediate Term Treasury ETF

    IAU - iShares Gold Trust

    DBC - PowerShares DB Commodity Index Tracking Fund

    VNQ/VNGI - Vanguard REIT ETF

    VBR – Vanguard Small-Cap Value ETF

    VPL - Vanguard MSCI Pacific ETF

    VGK - Vanguard MSCI Europe ETF

    VWO - Vanguard MSCI Emerging Markets ETF

    XEMB - x-trackers Emerging Markets Eurobonds

    Em Dezembro decidi mudar de ares por causa das limitações e situação fiscal meia-esquisita do BTP, e reorganizei grande parte da carteira e mudei-a para a Interactive Brokers (excepto DBC e XEMB - Invest), optando por ETFs com capitalização de dividendos, mas dentro das mesmas categorias.

    De entre as opções que andei a considerar, fiquei com isto (expliquei aqui: http://www.forumfinancas.com/index.php?topic=5605.msg84320#msg84320)

    5% XEMB.MI - db-Trackers Emerging Markets Eurobonds

    8% IAU - iShares COMEX Gold Trust

    5% DBC - Powershares DB Commodity Index Tracking Fund

    12% TLT - Barclays 20+ Year Treasury Bond Fund

    4% CBU3 - iShares USD Government Bond 1-3 years

    9% CBU7 - iShares USD Government Bond 3-7 years

    5% EGIL - iShares Global Inflation-Linked Government Bond

    9% XGPD - db x-trackers FTSE Global Real Estate

    14% SXRG - iShares MSCI USA Small Cap

    10% ERO - SPDR MSCI Europe

    4.5% EUNN - iShares MSCI Japan

    5% SXR1 - iShares MSCI Pacific ex-Japan

    9.5% SPYX - SPDR MSCI Emerging Markets Small Cap

    Deixei ficar o TLT a pagar dividendos pois não há mesmo nada que tenha treasuries de tão longa duração

    ruicarlov,

    Peço que me possa ajudar/aconselhar/indicar na elaboração de um portfolio de ETF´s.

    Actualmente a minha carteira de investimentos tem a seguinte composição.[table]    [tr] [td]Depósitos Ordem[/td] [td]9,4%[/td] [td]64%[/td] [/tr] [tr] [td]Depositos à Prazo[/td][/tr][/table] 27,8%[/t][/t]  [table][tr] [td]Seg. Capitalização[/td][/tr][/table] 2,0%[/t]  [table][tr] [td]PPR[/td][/tr][/table] 2,1%[/t]  [table][tr] [td]CTPM[/td][/tr][/table] 15,0%[/t]  [table][tr] [td]Fundos Tesouraria[/td][/tr][/table] 7,3%[/t]  [table][tr] [td]Obrigações Corporate[/td][/tr][/table] 20,5%[/t] 31%  [table][tr] [td]Obrigações Tesouro[/td][/tr][/table] 10,1%[/t]  [table][tr] [td]Fundos de Acções[/td][/tr][/table] 1,2%[/t] 1%  [table][tr] [td]Fundos Flexiveis[/td][/tr][/table] 0,0%[/t]  [table][tr] [td]Acções[/td][/tr][/table] 4,5%[/t] 5%  Os pressupostos para o portfolio de ETF´s seriam:

    Investimento - 15k a 20k;

    Prazo - Mínimo 10 anos

    Objectivo - 8 a 10% liquidos anuais

    Balanceamentos - Anuais conforme indicado anteriormente no Tópico,

    Plataforma - Com os menores custos possíveis Portuguesa ou Americana,

    Muito obrigado.

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    75% - iShares Core MSCI World UCITS ETF (IWDA)

    (http://lu.ishares.com/en/rc/products/IWDA)

    25% - Depósitos a Prazo

    Ao fim de cada ano equilibrar as percentagens acima descritas;

    Gobulling PRO

    5€/transacção

    0€ Custódia

    Diversificado, simples e barato. Siga.

    Simples concordo. Diversificado é que não. Só ações sem nenhuma componente obrigacionista? Isso é para quem tem nervos de ferro.

    @Sleazydream: Um portfólio não deve ser construído com o objectivo x% líquidos anuais a y anos, já que não há como prever como os mercados se vão comportar durante esse tempo. Por exemplo, há quem defenda que os retornos acionistas durante os próximos 5/10 vão ser em média bastante inferiores ao que temos tido até agora. A posição que acho correcta tomarmos, como é defendido neste tópico, é termos activos de todos os sectores para estarmos precavidos contra vários cenários.

    Quantas subdivisões queremos fazer ou que alocação queremos dar a um tipo de capitalização (small cap vs large cap, por exemplo), é ao gosto do freguês, mas em 1º lugar olha-se para as categorias gerais.

    Assim, o meu portfolio de ETFs tem neste momento:

    30% obrigações

    15% matérias-primas (10% de ouro)

    7% imobiliário

    48% ações

    As principais recomendações que posso dar são em optar por ETFs que capitalizem dividendos. Para nós portugueses é a opção mais rentável. Mas como a seleção não é muito grande, por vezes temos de optar por um ETF mais geral em vez de um mais específico por região (por exemplo, não encontrei nada para os desenvolvidos do Pacífico incluindo Japão).

    ETFs como obrigações de muito longo prazo de países seguros (p.ex. TLT - EUA; SYBL - Reino Unido) são a meu ver um bom contrapeso quando o mercado acionista cai, daí que alocar uma percentagem considerável a esta categoria seja bom para baixar o desvio padrão da carteira.

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    ruicarlov, nos etf com distribuição de dividendos, é semelhante às ações? Isto é, há um valor anual que é libertado e depois o valor da cotação/UP ajusta-se, subtraindo o dividendo?

    E a dupla tributação reflete-se no valor final que é creditado na nossa conta (assumindo banco português)?

    Já agora, a data das distribuições dependem do fundo/casa de investimentos ou no fim do ano, por exº

    Obgdo

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    Depósitos a prazo não podem ser consideradas como obrigações de curto (ultra-curto) prazo?

    Nem por isso. O que é que por exemplo um depósito a prazo a 3 anos tem de "ultra-curto prazo"?

    Além disso, os depósitos a prazo têm o seu valor facial constante. Não tem uma correlação negativa com a valorização das ações, ou seja, não são um ativo de refúgio quando o mercado acionista vai mal.

    O papel das obrigações (de qualidade) é valorizarem quando o mercado acionista cai, e os investidores optam por passar o seu dinheiro para obrigações.

    ruicarlov, nos etf com distribuição de dividendos, é semelhante às ações? Isto é, há um valor anual que é libertado e depois o valor da cotação/UP ajusta-se, subtraindo o dividendo?

    E a dupla tributação reflete-se no valor final que é creditado na nossa conta (assumindo banco português)?

    Já agora, a data das distribuições dependem do fundo/casa de investimentos ou no fim do ano, por exº

    Obgdo

    Os ETFs são transacionados como ações, logo penso que a questão da distribuição de dividendos se processa de forma semelhante. A periodicidade do pagamento de dividendos é que varia de acordo com cada ETF. Não tem a ver com a gestora em si. Por um lado temos ETFs como o TLT e o ITE (treasuries americanas) que pagam dividendos mensalmente. Outro pagam trimestralmente. E depois há os que pagam semestral ou anualmente. Fora alguns pagamentos extraordinários.

    O problema com a distribuição de dividendos em ETFs (e ações) estrangeiras é que paga-se o imposto do país de origem quando se recebe o dividendo, e depois ainda se aplica o imposto português. Mesmo com acordos, ainda é uma machadada grande

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    Ora aqui venho eu, mais uma vez, expor uma dúvida.

    Ando a pensar em entrar no mundo dos ETF, como alternativa à parte das minhas poupanças relativa aos seguros de capitalização. A questão (dúvida) que coloco é a seguinte: será este o momento certo? Os índices estão em níveis elevadíssimos, no final deste bull market, que poderá durar mais algum tempo, mas que virá abaixo um dia destes (nem que demore mais um ano). Portanto, será melhor aguardar a erosão do próximo bear antes de entrar? Ou entendem que não fará diferença, atendendo ao horizonte temporal alargado do investimento?

    Agradeço, antecipadamente, a quem me puder ajudar.

    Obrigado.

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    Ora aqui venho eu, mais uma vez, expor uma dúvida.

    Ando a pensar em entrar no mundo dos ETF, como alternativa à parte das minhas poupanças relativa aos seguros de capitalização. A questão (dúvida) que coloco é a seguinte: será este o momento certo? Os índices estão em níveis elevadíssimos, no final deste bull market, que poderá durar mais algum tempo, mas que virá abaixo um dia destes (nem que demore mais um ano). Portanto, será melhor aguardar a erosão do próximo bear antes de entrar? Ou entendem que não fará diferença, atendendo ao horizonte temporal alargado do investimento?

    Agradeço, antecipadamente, a quem me puder ajudar.

    Obrigado.

    Tenho também esta dúvida porque estou a pensar em entrar em ETF's principalmente em fundos de acções (só) e pergunto-me se é uma boa altura.

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    Tenho também esta dúvida porque estou a pensar em entrar em ETF's principalmente em fundos de acções (só) e pergunto-me se é uma boa altura.

    Se for para estar all-in em ações, compreendo que esteja reticente. Mas verdade seja dita, desde que se começou a dizer que o mercado accionista vai cair brevemente, já se passaram vários meses e grandes subidas. Quando já ninguém falar sobre o colapso iminente das bolsas, então é que nos devemos preocupar  ;)

    Num portfólio diversificado, adiar o investimento faz ainda menos sentido, pois tem-se activos com correlação negativa com ações, ninguém sabe quando e quanto % o mercado cairá no futuro, e o prazo de investimento é, como foi dito, muito alargado para ser justificável tentar fazer market timing.

    Já agora, se eu comprar um ETF que replique o SP500...os dividendos pelo que percebi tenho a dupla tributação...mas quando proceder à liquidação, a mais valia a existir também é duplamente tributada?

    Obrigado!

    Não, pois não há retenção na fonte sobre as mais-valias. Apenas se paga o imposto no irs anual. Logo o estado de origem não cobra nada, apenas o português.

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    Mouro Emprestado

    Já agora, se eu comprar um ETF que replique o SP500...os dividendos pelo que percebi tenho a dupla tributação...mas quando proceder à liquidação, a mais valia a existir também é duplamente tributada?

    Obrigado!

    Nem todos os ETFs que seguem o SP500 distribuem dividendos  ;) :

    http://www.bloomberg.com/quote/IACC:NA

    Fee de gestão anual: 0,07% ;)

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    Mouro Emprestado

    Para investimentos a longo-prazo, não sei se fará sentido fazer hedging.

    Tens aqui um exemplo:

    grafico.jpg

    online photo storage

    Legenda:

    PCTUREU:LX - Pictet - USA Index (é um fundo de investimento, mas de gestão passiva)

    SACC:IM - iShares S&P 500 UCITS ETF Acc (sem "hedge cambial")

    IUSE:LN - iShares S&P 500 EUR Hedged UCITS ETF (com "hedge cambial")

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    Também não faço hedging. Penso que isso já foi discutido algures nas muitas páginas do tópico. O que interessa é o país de origem das empresas das quais se têm ações. Se por exemplo temos ETFs de ações do Japão em dólares, e o dólar desvaloriza, o ETF sobe de valor pois as empresas japonesas passam a valer mais dólares. Embora em termos de euros o valor do ETF diminua, a subida da sua cotação face a essa mesma desvalorização acaba por anular as perdas

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    Boa tarde

    Vou voltar a estudar este assunto e eventualmente investir algo.

    Qual a quantia que consideram minima de forma a poder ter uma carteira decente ?

    15000€ ?

    É possivel fazer tudo pelo INVEST por exemplo ?

    Ou temos que recorrer a varias correctoras/bancos etc

    Obrigado

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    • ruicarlov unpinned this tópico

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