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  • FORMAS DE POUPAR

  • ETFs (Exchange-Traded Funds)


    Visitante Salvador_

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    Mouro Emprestado

    Bom ano novo a todos :)

    Obrigado pela partilha desta informação. Achei tão interessante que vou entrar nos ETFs "originais" a ver a evolução.

    Há alguma recomendação/dica que tenham para um iniciante como eu?

    Ao invés de uma carteira mais complexa, porque não considerares um "three-fund" ou um "four-fund" portfolio?

    http://www.bogleheads.org/wiki/Lazy_Portfolios

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    Se alguém quer as coisas mesmo simples, há umas páginas atrás falaram-se de uns ETFs da iShares que já fazem asset allocation com vários outros ETFs:

    http://us.ishares.com/product_info/fund/overview/AOR.htm

    http://us.ishares.com/product_info/fund/overview/AOM.htm

    http://us.ishares.com/product_info/fund/overview/AOK.htm

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    Obrigado pelas respostas.

    A guarda de títulos já pago por ter acções (e tenho umas da empresa onde trabalho que os dividendos dão para pagar essa guarda), ou paga-se outra guarda?

    No BIG são 6,95 para todas as bolsas (a aguardar confirmação por parte do banco) se utilizarmos o Direct  Trade.

    Vou estudar as opções do Mouro e do Ricarlov :)

    Quando tiver as opções partilho.

    Cumprimentos,

    Francisco

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    Obrigado pelas respostas.

    A guarda de títulos já pago por ter acções (e tenho umas da empresa onde trabalho que os dividendos dão para pagar essa guarda), ou paga-se outra guarda?

    No BIG são 6,95 para todas as bolsas (a aguardar confirmação por parte do banco) se utilizarmos o Direct  Trade.

    Vou estudar as opções do Mouro e do Ricarlov :)

    Quando tiver as opções partilho.

    Cumprimentos,

    Francisco

    A comissão de guarda é só uma e é fixa. Logo não paga mais por ter ETFs. Em relação à negociação, convém ver quais são os ETFs disponíveis nesse tal direct trade. Podem ter vários mercados, mas podem não ter todos os ETFs

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    Boa noite,

    Tentei encontrar o mais global possível de modo a só ter 4(se calhar 5) ETFs. Os seleccionados foram:

    Obrigações (BND)

    Acções (VT)

    Imobiliário (VNQ)

    Ouro (GLD)

    Alguns já aqui foram comentados/inseridos no entanto o das acções não. Esta a falhar-me algum detalhe neste ETF? A alternativa seria dividir em 2, utilizando o exemplo do Mouro, seleccionando os seguintes:

    Acções US (VTI)

    Acções ex-US (VXUS)

    Alguém pode comentar?

    Obrigado e cumprimentos,

    Francisco

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    Mouro Emprestado

    O Vanguard VT há de ser basicamente uma mistura entre o Vanguard VTI e o Vanguard VXUS (ou Vanguard VEU. que é um ETF muito muito semelhante).

    Mas.... há sempre um mas.

    Se experimentares o site ETFReplay.com e comparares o VT com o VTI + VEU (prefiro este porque é relativamente mais antigo que o VXUS), o VT fica a perder desde 2008, quer dividas em 50% os outros 2 fundos, quer aloques (por exemplo) 70% para o VTI e 30% para o VEU (e pior, é mais volátil!).

    Nos últimos 24 meses, idem...  :(

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    Por acaso prefiro o VEU ao VXUS, no entanto no banco onde penso investir não tem o VEU (pelo menos não encontrei).

    Só não sei se devo ou não adicionar um ETF de matérias primas (não contando com o ouro). Mas vou deixar isso para depois :)

    Vamos ver o que da. Vou partilhando tb a experiência e evoluções.

    Obrigado :)

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    Em relação ao ouro, é preferível o IAU ao GLD, pois os custos de gestão anuais são menores no caso do IAU. Isto permite um menor desvio em relação ao índice, logo melhor rentabilidade.

    O VNQ é REIT apenas dos EUA. Para exposição global ao mercado do imobiliário, há o FFR ou o XGPD (este é em € e capitaliza dividendos.

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    Acho que tenho de mudar de banco para este investimento. Vou analisar o Best e o Gobulling.

    Onde pensava investir não tem o VEU (que facilmente alterava para o VXUS), mas também não tem o XGPD nem o FFR. Além disso os custos são elevados porque a ferramenta que pensei usar para minimizar os custos é ainda mais limitada na oferta.

    Nao está fácil começar :)

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    • 2 weeks later...

    Os ETFs são seguramente mais eficientes em termos de taxas do que os fundos de investimento. Mas existem também desvantagens que podem vir a trazer dissabores para quem os possui. Este artigo chama a atenção precisamente para esses riscos:

    http://seekingalpha.com/article/1951651-etfs-concentrating-risk-in-time-for-the-next-crisis

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    • 2 weeks later...
    Mouro Emprestado

    Face ao custo de adquirir os ETFs, mais vale seguir uma estratégia de buy&hold.

    Assim,não interessa nada os rendimentos obtidos a curto prazo uma vez que a carteira é para se manter na longo-prazo(mais de 20 anos).

    Aconselho a leitura dos postos iniciais do Salvador. Mais de que uma vez (à primeira não percebi muita coisa). E depois aconselho a leitura do Boglewiki e do fórum associado.

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    Ilustres,

    Gostava de ouvir o feedback concreto de alguém que esteja a seguir esta estratégia de etf.

    Que rendimentos anualizados estão a conseguir?

    Cpts,

    Johny

    Desde que comecei em Abril até ao fim do ano fiquei mais ou menos na mesma. As boas valorizações das ações em conjunto com as grandes quedas das treasuries de longo prazo, ouro e mercados emergentes deixou tudo mais ou menos igual, mas décimas menos décimas %

    A minha carteira no BEST/Invest continha os ETFs da carteira Salvador com algumas alterações

    TLT - Barclays 20+ Year Treasury Bond Fund

    ITE - SPDR Barclays Capital Intermediate Term Treasury ETF

    IAU - iShares Gold Trust

    DBC - PowerShares DB Commodity Index Tracking Fund

    VNQ/VNGI - Vanguard REIT ETF

    VBR – Vanguard Small-Cap Value ETF

    VPL - Vanguard MSCI Pacific ETF

    VGK - Vanguard MSCI Europe ETF

    VWO - Vanguard MSCI Emerging Markets ETF

    XEMB - x-trackers Emerging Markets Eurobonds

    Em Dezembro decidi mudar de ares por causa das limitações e situação fiscal meia-esquisita do BTP, e reorganizei grande parte da carteira e mudei-a para a Interactive Brokers (excepto DBC e XEMB - Invest), optando por ETFs com capitalização de dividendos, mas dentro das mesmas categorias.

    De entre as opções que andei a considerar, fiquei com isto (expliquei aqui: http://www.forumfinancas.com/index.php?topic=5605.msg84320#msg84320)

    5% XEMB.MI - db-Trackers Emerging Markets Eurobonds

    8% IAU - iShares COMEX Gold Trust

    5% DBC - Powershares DB Commodity Index Tracking Fund

    12% TLT - Barclays 20+ Year Treasury Bond Fund

    4% CBU3 - iShares USD Government Bond 1-3 years

    9% CBU7 - iShares USD Government Bond 3-7 years

    5% EGIL - iShares Global Inflation-Linked Government Bond

    9% XGPD - db x-trackers FTSE Global Real Estate

    14% SXRG - iShares MSCI USA Small Cap

    10% ERO - SPDR MSCI Europe

    4.5% EUNN - iShares MSCI Japan

    5% SXR1 - iShares MSCI Pacific ex-Japan

    9.5% SPYX - SPDR MSCI Emerging Markets Small Cap

    Deixei ficar o TLT a pagar dividendos pois não há mesmo nada que tenha treasuries de tão longa duração

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    Desde que comecei em Abril até ao fim do ano fiquei mais ou menos na mesma. As boas valorizações das ações em conjunto com as grandes quedas das treasuries de longo prazo, ouro e mercados emergentes deixou tudo mais ou menos igual, mas décimas menos décimas %

    A minha carteira no BEST/Invest continha os ETFs da carteira Salvador com algumas alterações

    TLT - Barclays 20+ Year Treasury Bond Fund

    ITE - SPDR Barclays Capital Intermediate Term Treasury ETF

    IAU - iShares Gold Trust

    DBC - PowerShares DB Commodity Index Tracking Fund

    VNQ/VNGI - Vanguard REIT ETF

    VBR – Vanguard Small-Cap Value ETF

    VPL - Vanguard MSCI Pacific ETF

    VGK - Vanguard MSCI Europe ETF

    VWO - Vanguard MSCI Emerging Markets ETF

    XEMB - x-trackers Emerging Markets Eurobonds

    Em Dezembro decidi mudar de ares por causa das limitações e situação fiscal meia-esquisita do BTP, e reorganizei grande parte da carteira e mudei-a para a Interactive Brokers (excepto DBC e XEMB - Invest), optando por ETFs com capitalização de dividendos, mas dentro das mesmas categorias.

    De entre as opções que andei a considerar, fiquei com isto (expliquei aqui: http://www.forumfinancas.com/index.php?topic=5605.msg84320#msg84320)

    5% XEMB.MI - db-Trackers Emerging Markets Eurobonds

    8% IAU - iShares COMEX Gold Trust

    5% DBC - Powershares DB Commodity Index Tracking Fund

    12% TLT - Barclays 20+ Year Treasury Bond Fund

    4% CBU3 - iShares USD Government Bond 1-3 years

    9% CBU7 - iShares USD Government Bond 3-7 years

    5% EGIL - iShares Global Inflation-Linked Government Bond

    9% XGPD - db x-trackers FTSE Global Real Estate

    14% SXRG - iShares MSCI USA Small Cap

    10% ERO - SPDR MSCI Europe

    4.5% EUNN - iShares MSCI Japan

    5% SXR1 - iShares MSCI Pacific ex-Japan

    9.5% SPYX - SPDR MSCI Emerging Markets Small Cap

    Deixei ficar o TLT a pagar dividendos pois não há mesmo nada que tenha treasuries de tão longa duração

    E custos (incluindo transf. bancarias) e comissões na IB?

    E a fiscalidade, como será qd quiseres vender/re-balancear?

    Abrir a conta é simples?

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    A IB obriga-te a gastar 10$ por mês em transações. Se não gastares isso tudo, ela cobra-te a diferença. Isso quer dizer que há um custo fixo de 120$ por ano, mas na prática não tens de gastar mais nada com compras/vendas, desde que não concentres uma data de transações num único mês que te custem mais do que $10.

    Transferências bancárias = 0€ (transferência SEPA)

    Em termos fiscais, as mais-valias são declaradas no anexo J. De resto penso que se faz de forma igual a declarar mais valias-nacionais. Preço de venda - Preço de compra - comissões. Aplica-se na mesma a regra FIFO (first in, first out).

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    Desde que comecei em Abril até ao fim do ano fiquei mais ou menos na mesma. As boas valorizações das ações em conjunto com as grandes quedas das treasuries de longo prazo, ouro e mercados emergentes deixou tudo mais ou menos igual, mas décimas menos décimas %

    A minha carteira no BEST/Invest continha os ETFs da carteira Salvador com algumas alterações

    TLT - Barclays 20+ Year Treasury Bond Fund

    ITE - SPDR Barclays Capital Intermediate Term Treasury ETF

    IAU - iShares Gold Trust

    DBC - PowerShares DB Commodity Index Tracking Fund

    VNQ/VNGI - Vanguard REIT ETF

    VBR – Vanguard Small-Cap Value ETF

    VPL - Vanguard MSCI Pacific ETF

    VGK - Vanguard MSCI Europe ETF

    VWO - Vanguard MSCI Emerging Markets ETF

    XEMB - x-trackers Emerging Markets Eurobonds

    Em Dezembro decidi mudar de ares por causa das limitações e situação fiscal meia-esquisita do BTP, e reorganizei grande parte da carteira e mudei-a para a Interactive Brokers (excepto DBC e XEMB - Invest), optando por ETFs com capitalização de dividendos, mas dentro das mesmas categorias.

    De entre as opções que andei a considerar, fiquei com isto (expliquei aqui: http://www.forumfinancas.com/index.php?topic=5605.msg84320#msg84320)

    5% XEMB.MI - db-Trackers Emerging Markets Eurobonds

    8% IAU - iShares COMEX Gold Trust

    5% DBC - Powershares DB Commodity Index Tracking Fund

    12% TLT - Barclays 20+ Year Treasury Bond Fund

    4% CBU3 - iShares USD Government Bond 1-3 years

    9% CBU7 - iShares USD Government Bond 3-7 years

    5% EGIL - iShares Global Inflation-Linked Government Bond

    9% XGPD - db x-trackers FTSE Global Real Estate

    14% SXRG - iShares MSCI USA Small Cap

    10% ERO - SPDR MSCI Europe

    4.5% EUNN - iShares MSCI Japan

    5% SXR1 - iShares MSCI Pacific ex-Japan

    9.5% SPYX - SPDR MSCI Emerging Markets Small Cap

    Deixei ficar o TLT a pagar dividendos pois não há mesmo nada que tenha treasuries de tão longa duração

    Caro Rui,

    À que convir que ficar na mesma num ano como foi o de 2013 é bastante fraco, não?

    Cpts,

    johny

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    Depende. Se estivesse all-in em acções, sim seria bastante fraco. Mas tendo em conta as quedas brutais das obrigações de longo prazo e do ouro (que apanhei em máximos do ano, logo na bolha antes das declarações da FED), nem é assim tão mau. Lembro-me de ver aqui e no caldeirão pessoas bem chateadas com as suas carteiras no vermelho (tinham sobretudo obrigações).

    Uma vez que entrei em Maio (apesar daquela máxima Sell in May and go Away) a rentabilidade não corresponde a 2013 inteiro. Se tivesse entrado no início do ano teria tido rentabilidades positivas. Mas pelo lado positivo, as recentes quedas dos mercados devido aos emergentes também não me afetaram muito, pois as obrigações e o ouro valorizaram. Uma vez que isto é uma carteira de longo prazo, o que importa é um ter um veículo de investimento todo-o-terreno para vários anos. O timing de entrada não foi o melhor, mas penso que é uma carteira sólida para vários rumos que o mercado possa tomar.

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    Depende. Se estivesse all-in em acções, sim seria bastante fraco. Mas tendo em conta as quedas brutais das obrigações de longo prazo e do ouro (que apanhei em máximos do ano, logo na bolha antes das declarações da FED), nem é assim tão mau. Lembro-me de ver aqui e no caldeirão pessoas bem chateadas com as suas carteiras no vermelho (tinham sobretudo obrigações).

    Uma vez que entrei em Maio (apesar daquela máxima Sell in May and go Away) a rentabilidade não corresponde a 2013 inteiro. Se tivesse entrado no início do ano teria tido rentabilidades positivas. Mas pelo lado positivo, as recentes quedas dos mercados devido aos emergentes também não me afetaram muito, pois as obrigações e o ouro valorizaram. Uma vez que isto é uma carteira de longo prazo, o que importa é um ter um veículo de investimento todo-o-terreno para vários anos. O timing de entrada não foi o melhor, mas penso que é uma carteira sólida para vários rumos que o mercado possa tomar.

    Eu comecei também uma carteira longo prazo (de fundos de investimento) pelas alturas de Abril/Maio, com forte foco nas obrigações ... ainda estou no vermelho. Não me importava que a carteira tivesse terminado no 0 :/ É tudo uma questão de perspectiva.

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    Boa tarde a todos. Será que alguem pode colocar os codigos ISIN  dos etf´s mencionados. Ando a procura de Etf´s accoes nas areas da biotecnologia e farmaceutica,energias renovaveis e ouro. Alguem anda tambem no encalce de alguma destas? No meu caso há um problema,os etf´s teem de ser negociados em dolares americanos só e apenas. :-\

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    Com ETFs não procures ISINs, pois só os ETFs europeus é que os têm.

    A melhor maneira de encontrar e comparar etfs é através dos tickers, tais como aqueles que pus: TLT, ITE, XGPD, etc.

    Podes usar sites como o etfdb para pesquisares por setores. Por exemplo, etfs sediados na américa para a biotecnologia: http://etfdb.com/type/sector/healthcare/biotechnology/

    Ou este site de pesquisa para ETFs sediados na europa:http://www.etfinfo.com/en/advanced-search/?q=

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    Mouro Emprestado

    Rui, para os ETFs americanos que detenho, existe ISIN:

    VTI:US - US9229087690

    VEU:US - US9220427754

    VNQ:US - US9229085538

    Mas lembro-me que me deu uma certa trabalheira encontrá-los  :-\ [table][tr][td]

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    Depende. Se estivesse all-in em acções, sim seria bastante fraco. Mas tendo em conta as quedas brutais das obrigações de longo prazo e do ouro (que apanhei em máximos do ano, logo na bolha antes das declarações da FED), nem é assim tão mau. Lembro-me de ver aqui e no caldeirão pessoas bem chateadas com as suas carteiras no vermelho (tinham sobretudo obrigações).

    Uma vez que entrei em Maio (apesar daquela máxima Sell in May and go Away) a rentabilidade não corresponde a 2013 inteiro. Se tivesse entrado no início do ano teria tido rentabilidades positivas. Mas pelo lado positivo, as recentes quedas dos mercados devido aos emergentes também não me afetaram muito, pois as obrigações e o ouro valorizaram. Uma vez que isto é uma carteira de longo prazo, o que importa é um ter um veículo de investimento todo-o-terreno para vários anos. O timing de entrada não foi o melhor, mas penso que é uma carteira sólida para vários rumos que o mercado possa tomar.

    Caro Rui,

    Eu sei que é elementar o conceito de que devemos diversificar, mas persiste em mim a dúvida que a diversificação também faz com que estejamos sempre a ser atingidos por uma desvalorização qualquer, anulando ganhos, como é prova o desempenho da tua carteira em 2013, não?

    Cpts,

    Johny

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    É fácil falar que se ganhava mais tendo feito x ou estando exposto a y.

    A questão é que nunca se sabe que rumos os mercados vão seguir. Alguém em Janeiro de 2013 sabia que o indíce S&P 500 is subir cerca de 30%? Podemos afirmar que devemos manter tudo em ações em ano porque vai subir tudo e as obrigações vão desvalorizar?

    É perfeitamente natural que numa carteira diversificada a rentabilidade total seja inferior à performance da melhor classe de activos. Mas isso também quer dizer que a rentabilidade vai ser superior à da classe de ativos que pior se comportou.

    Como parece que muita gente não se dá ao trabalho de ir ler a informação muito valiosa da 1ª página, deixo aqui parte de uma citação do Salvador em relação à diversificação.

    Este texto tenta dar as condições para que qualquer um tenha ao seu dispor as ferramentas necessárias e posso garantir que se seguirem estas regras vão bater 90% dos gestores profissionais com muito menos risco.

    Não por os ovos todos no mesmo cesto. A maioria preferiria ter todos os seus ovos NO CESTO - aquela classe de activos que estivesse a ter a melhor performance - e infelizmente é o que a maioria dos investidores tenta fazer sem sucesso e com resultados medíocres. Vamos observar a importancia da diversificação em relação ao merercado e a' nossa carteira.

    Em baixo, temos uma imagem, onde a linha vermelha demonstra a volatilidade implicita de deter ou uma acção, uma classe de activo, fundo de investimento, etc.

    O contra da diversificação, é obviamente de eliminarmos a ínfima probabilidade de no futuro virmos a ser um dos sortudos investidores a colocar o seu capital numa dessas acções maravilha da próxima decada, o que por si só seria uma autentica lotaria.

    No curto prazo, o nosso portfolio diverisifcado vai sofreer de underperformance face a estes activos maravilha do momento. No longo prazo, a diverisifcação oferece-nos uma carteira com muiiito menos volatilidade e sem sacrificar retornos.

    pjq87wa.gif

    Neste segundo gráfico, temos outra classe de activo, representado pela linha verde que é adicionada ao nosso portfolio. Como podemos verificar, é tão volátil como a 1a classe de activo. Mas como vamos ver, ao adicionarmos várias classes de activos, a volatilidade do portfolio é reduzida sem sacrificar os retornos.

    Isto deve-se a um fenómeno: Correlação.

    Mais uma vez a linha a azul é tão volátil quanto as restantes. Fazendo parte de um portfolio diversificado, ajuda a reduzir a volatilidade global.

    iSwn8EY.gif

    E agora temos a diversificação em acção.

    A linha a preto é a media das 3 classes (que nao se calcula simplesmente fazendo a média ... uma vez que a correlação entra no meio disto os calculos são um pouco mais complexos). No entanto podemos ver que a volatilidade é reduzida largamente sem sacrificar retornos.

    No curto prazo, a melhor classe de activo tem uma overperformance face ao portfolio (isto e expectável). No longo prazo podemos ver que a linha a preto representando o nosso portfolio mantem-se taco a taco com as classes de activos a nivel individual.

    h7svHXP.gif

    Num mundo de 20 000 empresas potenciais (e muitas mais se contarmos com outras bolsas que nao apenas a NYSE), fundos de investimento, etc não é surpresa que muitos investidores se percam e não saaibam realmente o que é investir. Para piorar as coisas, temos a industria financeira a gastar bilioes para que coloquemos o nosso capital nas mãos deles.

    Existem 3 principios de investimento.

    1 - Poupar para o futuro (desenvolver um plano financeiro de longo prazo)

    2 - Nao por todos os ovos no mesmo cesto (diversificar por várias classes de activos)

    3 - Não existem. almoços grátis (tentar capturar o retorno por inteiro das classes de activos através de fundos de índice de baixo custo ao invés dos caríssimos fundos de investimento normais que já sabemos nem batem os índices)

    O primeiro principio é obvio. No entanto, infelizmente são poucos que dão importancia ao investimento, ou o conceito que teem de investimento é ... depósitos. Sejamos realistas... depósitos não são uma maneira de conseguirmos atingir os nossos objectivos financeiros de longo prazo.

    O segundo principio também ele é obvio e importante. O problema é que todos queremos estar diversificados desde que estejamos diversificados nos 10 melhores fundos, nos melhores sectores. Infelizmente, poucos são os que realizam que diversificação significa obrigatoriamente que diferentes classes de activos irão ter diferentes retornos no curto prazo. A qualquer momento, uns sectores vão estar a brilhar e outros não. Em vez de gastarmos o nosso tempo e recursos, e também dinheiro a tentar prever qual o próximo sector a brilhar, devemos deter todas as classes.

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