Ir para o conteúdo
  • FORMAS DE POUPAR

  • ETFs (Exchange-Traded Funds)


    Visitante Salvador_

    Recommended Posts

    • Respostas 4,6k
    • Created
    • Última resposta

    Top Posters In This Topic

    • Mouro Emprestado

      565

    • ruicarlov

      383

    • pfonseca

      164

    Top Posters In This Topic

    Popular Posts

    Criei estas FAQ  com questões de iniciação que são colocadas recorrentemente neste tópico. Desta forma, é mais fácil responder encaminhando para este post. Se tiverem alguma sugestão de melhoria, comu

    É verdade, há muita gente que não sabe as características/vantagens dos PPR's e não os usa como deveria. Eu, atualmente, não uso nenhum PPR porque considero que apesar de serem uma muito boa ideia, as

    Eu gostava de perguntar o seguinte aos mais experientes aqui do fórum : Seria mais lógico/útil fazer um post inicial com FAQ ou com uma série de informações que os users novos pedem constantement

    Posted Images

    E' pa' isto podem ser grandes novidades :-) O que isto significa, que vamos poder a passar comprar os ETS da iShares na bolsa de Lisboa através do BEST?

    ETFs sou quase um zero á esquerda, mas no Best acho que Etfs só atravez da BTP acho eu.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    ETFs sou quase um zero á esquerda, mas no Best acho que Etfs só atravez da BTP acho eu.

    BEST ou BTP e' praticamente a mesma coisa, nao pensaria de comprar e manter ETFs no BEST sem ser no BTP (comissão de custódia), mas serem transaccionados na bolsa de LX tem vantagens de custo e a complicacao com mais valias/dividendos pode ser mais facilmente resolvida ... mas actualmente no site do BEST nao vejo nada :/

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    BEST ou BTP e' praticamente a mesma coisa, nao pensaria de comprar e manter ETFs no BEST sem ser no BTP (comissão de custódia), mas serem transaccionados na bolsa de LX tem vantagens de custo e a complicacao com mais valias/dividendos pode ser mais facilmente resolvida ... mas actualmente no site do BEST nao vejo nada :/

    Devem de dizer algo nos próximos dias.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites
    Visitante Jose rodrigues

    E' pa' isto podem ser grandes novidades :-) O que isto significa, que vamos poder a passar comprar os ETS da iShares na bolsa de Lisboa através do BEST?

    Se for só isso não percebo... quem é que preferiria trocar um etf da ishares na bolsa de lisboa em detrimento da XETRA ou de Amsterdam/Paris? (Se os custos forem razoavelmente equivalentes)

    Se a domiciliação continuar a ser na Irlanda/Luxemburgo, nem aí temos vantagens a nível fiscal...

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    A sede fiscal do fundo não deve mudar, logo deve continuar a haver dupla tributação.

    Viva, tenho lido com atenção todas as contribuições para este post e realmente partilho da vossa opinião sobre esta forma de investir para garantir uma reforma mais confortável do que aquela que nos espera pela SS.

    Assim como à grande parte de vocês, o que me preocupa é a fiscalidade destes investimentos, não só pela grande fatia que nos levam, mas também para que nada fique esquecido para não ter uma surpresa desagradável.

    No site do Best encontrei esta informação, que ajudou a baralhar ....

    "Qual a fiscalidade aplicada aos ETFs?

    O saldo positivo entre as mais-valias e as menos-valias resultante da transmissão onerosa de participações em ETF constituídos ao abrigo de legislação estrangeira, apurado durante o ano pelo titular residente é tributado em IRS à taxa especial de 10%, sem prejuízo de o titular residente optar pelo seu englobamento.

    Sempre que obtenha rendimentos desta categoria, o titular residente encontra-se obrigado à apresentação do Anexo G juntamente com a sua Declaração de Rendimentos.

    Se o titular residente optar pelo englobamento do saldo entre as mais-valias ou menos-valias resultante da transmissão onerosa de participações em ETF estrangeiros, deve para este efeito assinalar o campo adequado do Anexo G da sua Declaração de Rendimentos.

    Nos ETFs não se aplicam as regras de tributação nos mesmos termos que as acções nacionais e internacionais, não se encontrando a tributação das mais-valias realizadas com a transmissão onerosa de unidades de participação no património dos ETFs dependente do prazo de detenção destas participações."

    https://www.bancobest.pt/finsebanking/bestsite/best_docs/ETF0004_RE.htm

    Estou a juntar confusão ou nem por isso? :)

    agradeço mais uma vez a valiosa informação partilhada anteriormente, e a que possam partilhar

    Cumprimentos a todos

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Recorrendo à sugestão de leitura do user staafoo http://www.etf.db.com/DE/EN/binaer_view.asp?BinaerNr=1584

    "To manage and reduce the factors that can lead to performance differences between the ETF and the index, swap-based replication provides a more efficient alternative index replication method."

    "The effect is that the risk inherent to tracking is outsourced to a third party"

    "Where swap-based products do become more complex is in understanding the implicit risks that underpin the ETF. Because the ETF has entered a swap contract – a form of derivative – with an investment bank, an element of what is known as “counterparty credit risk” has been introduced. This means that should the provider of the swap contract go out of business then the ETF could be financially impacted."

    "7. So does that mean they are generally riskier than physical-backed ETFs?

    No one can say that one type of ETF structure is generally riskier or generally safer than another. However, understanding the risk associated with swap-based ETFs fully is  robably more difficult. With swap-based ETFs, regulations stipulate that the maximum risk exposure the ETF can have to a swap counterparty is 10 % of net assets under management. db X-trackers either generally aims to limit this exposure to 5 % or, in relation to certain products, puts in place a structure that aims to reduce the ETF swap counterparty exposure to zero."

    "UCITS rules stipulate that an ETF is not allowed to invest more than 10 % of its prevailing Net Asset Value (NAV) in derivative instruments issued by a single counterparty."

    Pela leitura deste documento, até parece que estes ETFs são melhores do que os de replicação direta. A minha questão é que se ouve muitas vezes notícias más associadas a estes "swaps".

    Seguem algumas ideias, que gostava que me dissessem se estão corretas ou não.

    Já me foi explicado que os swaps dessas notícias eram produtos "exóticos" com um risco muito mais elevado do que os ETFs de replicação indireta que muitos dos users sugerem aqui no forum. Correto?

    Estes ETFs de replicação indireta que seguem indices globais e de uma forma alargada, são em princípio muito menos perigosos que esses swaps que ouvimos falar?

    Boa tarde

    Alguém sabe responder a estas duas últimas questões? Obrigado.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Onde se lê 10% deve-se ler.... 28%.

    Pois, assim sendo bate certo com o que todos tÊm dito, que nunca duvidei....apenas fiquei baralhado pela informação que pus em cima, que veio directamente do site do BEST....

    Sempre quero ver afinal qual é a vantagem da iShares agora ter um conjunto de ETF's comercializados em PT...já têm essa publicidade no site do Best.

    Alguém sabe dizer qual a vantagem? os ETF's já se encontravam acessíveis antes, certo? o que mudou?

    Cumprimentos :)

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Boa tarde

    Alguém sabe responder a estas duas últimas questões? Obrigado.

    Sim, os swaps exóticos que as empresas públicas fizeram não têm nada a ver com os swaps normais em níveis de risco. Os swaps em questão eram sobre os juros da dívida pública, que ou não se pagava quase nada (se as condições fossem boas) ou se pagava uma exorbitância (quando as coisas correram mal).

    Os swaps desses ETFs de replicação indirecta são de forma a replicar o índice o mais perto possível, logo não faz qualquer sentido meterem-se em produtos exóticos que não acompanhem esse índice.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    A questão dos swaps no caso da replicação indirecta de ETF's é que em vez do portfolio (que os ETF representam) serem constituídos efectivamente por acções que o gestor do fundo compra; no caso da replicação indirecta o que o Gestor faz é contactar com um Banco e fazer um swap através do qual recebe a mesma performance que o indice que tenta replicar tem. Num cenário em que tudo corre bem a replicaçao indirecta não tem desvantagem nenhuma - até consegue em teoria replicar o indice subjacente melhor do que quem o faz por replicação directa - detendo um portfolio de ações. A questão levanta-se quando analisamos o risco de contraparte. No caso da replicação directa não existe risco de contraparte - as acções estão custodiadas em brokers e não é comum as acções desaparecerem - mesmo que o custodiante abra falência há outro designado pelo regulador que o substitui pelo que os investidores não serão afectados. No caso da replicação indirecta já entramos com o risco de contraparte pois foi feito um swap com um Banco que pode falir. Obviamente que existem mitigadores que visam reduzir esse risco de contraparte mas em caso das coisas correrem mesmo mal os investidores em ETF's de replicação indirecta são mais afectados do que os de replicação directa.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Obrigado pelas respostas. Vou considerar então a possibilidade de escolher ETFs de replicação indireta para a minha carteira também.

    Já agora, se puderem aconselhar/sugerir um 3º ETF para incluir numa carteira composta por 60% ações globais ( iShares MSCI World UCITS ETF (Acc) (IWDA))  e 40 % obrigaçoes (IGIL - iShares Global Inflation Linked Government Bond UCITS ETF USD), optariam por Imobiliário, matérias primas ou outro? Podem sugerir algum?

    Cumpts

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Se o portfólio é 60% ações e 40% ações, então sugiro que a componente das obrigações seja o mais global possível. O IGIL é um etf que investe em obrigações governamentais inflation-linked de países desenvolvidos. Isso deixa de fora as obrigações corporativas e o resto do mundo. Para não falar que tem as maturidades são apenas até 4-5 anos. Penso que seria melhor tem um ETF de obirgações globais de curto prazo e outro para o longo prazo.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    60% ações e 40% obrigações era o que eu tinha. Agora estava pensar meter um 3ª ETF, e claro alterar as percentagens de alocações, mas gostava de ouvir a vossa opinião sobre que tipo de ETF poderia incluir, e de como ficariam as alocações (40,30,30 ou 50,20,10, etc...).

    Quais os ETFs de obrigações, mais abrangentes que conhecem?

    Cumpts

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites
    Visitante Salvador__

    Para quem fala de isto ser mau para europeus os fundos sugeridos, têm que ver que isto foi escrito numa altura onde havia muito menos oferta. Em cerca de 2-3 anos os fundos de indexação proliferaram com novos players e maior concorrência.

    Aqui há uns meses, tive a olhar para os fundos oferecidos pela Commerzbank, a que comercializa o ETF do PSI-20 e tinham lá bastantes ETFs interessantes para quase todas as classes de activos... e com a benesse de não distribuirem dividendos e portanto evitando a dupla tributação.

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites

    Para índices maiores ainda se vai conseguindo alguma coisa, mas para outros é mais complicado. Ainda que alguns ETFs existam, são tão pouco líquidos que ou nem aparecem nas nossas plataformas de negociação (BTP, p. ex.), o que implica maiores custos de aquisição/venda, como os spreads de compra/venda são maiores.

    Por exemplo, para Emerging Market Bonds, o EMB aparece com preços de comprador/vendedor 111.65/111.67. O XEMB, que é europeu e capitaliza dividendos, aparece com 280/281.24. Ou seja, é um spread de 0.45% face ao spread de 0.02% do EMB.

    E quem diz que eu encontro algum ETF (Acc) que siga o inídce MSCI EAFE (Mercados desenvolvidos fora dos EUA)? Ou alguma coisa para o Small-Cap Value americano?

    Continua a ser complicado....

    Link para a publicação
    Partilhar noutros sites
    • ruicarlov unpinned this tópico

    Join the conversation

    You are posting as a guest. If you have an account, sign in now to post with your account.
    Note: Your post will require moderator approval before it will be visible.

    Visitante
    Responder a este tópico

    ×   Colou conteúdo com formatação.   Paste as plain text instead

      Only 75 emoji are allowed.

    ×   Foi criada uma pré-visualização automática a partir da ligação que colocou.   Mostrar apenas como ligação

    ×   Your previous content has been restored.   Clear editor

    ×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.




    ×
    ×
    • Criar Novo...