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  • FORMAS DE POUPAR

  • ETFs (Exchange-Traded Funds)


    Visitante Salvador_

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    há 5 minutos, Virtua disse:

    É um óptimo livro... Agora queria ler outros dele que são mais avançados mas infelizmente nunca me debrucei sobre os mesmos (a colecção "Investment for adults" dele)

    Também gostava de os ler mas parece-me um pouco de "chica da espertice" fazer livros de 30 ou 50 páginas. Os 3 ou 4 livros dessa série juntos davam concerteza um bom livro mas assim não me convencem a comprá-los.

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    Olá a todos,

    Antes de mais queria agradecer a partilha de conhecimentos disponibiizada ao longo deste tópico e que me permitiu estudar e estar agora a ponderar também entrar neste mundo de ETFs.

    Antes demais, começo por dizer que durante anos só considerei o uso de DPs para poupança. Conclui estudos e comecei a trabalhar numa altura em que ainda se arranjavam DPs a 5%, sendo que ao longo dos anos isso tornou-se uma miragem. Neste momento o máximo que vou arranjando é pouco mais que 1% bruto. Neste momento pretendo manter o dinheiro não só para uma emergência mas sobretudo para uma eventualidadede poder dar entrada para uma casa (embora isso actualmente esteja complicado de acontecer...).

    Mais recentemente entrei no mundo dos PPRs e neste momento tenho 3 contas. PPR Fundo Pensões NB (em que a entidade empregadora também contrbui) e uma pequena parte com o PPR AR como forma de diiversificar, sendo que com estas duas saco o benefício fiscal. Abri ainda um terceiro PPR sob a forma de seguro, da PSN sendo que na prática acaba de funcionar como um depósito a prazo mas com melhor juro.

    Entretanto ao ter tomado conhecimento dos ETFs comecei em pensar em alterar ligeiramente minha gestão:

    • - manter o dinheiro de lado para emergência/eventual entrada de uma casa;
    • - manter os 2 PPRs numa lógica de benefício fiscal, sendo que no primeiro nunca poderei mexer e o segundo poderá ser útil numa perspectiva de pagar mensalidades de um CH. O terceiro PPR acabaria por funcionar como um depósito a prazo com melhores condições, sendo que a sua utilidade ao longo do tempo poderá ser alterada;
    • - investir em ETFs numa lógica de longo prazo 20/25 anos;

    Neste momento encontro-me  apontado a aplicar a estratégia 60/40 ou 70/30 (algures entre as duas)  enquanto vou lendo no sentido de adquirir maior literácia e também de tentar aferir se o meu perfil definitivamente encaixa aqui (basicamente estudar-me a mim próprio para ver se tenho a resiliência necessária para as pancadas que inevitavelmente virão).

    Outra dúvida que eu tenho e era sobre isto que gostaria de saber a vossa opinião:

    - estou tentado a aplicar uma estratégia de 10k entrada (eventualmente 8k dependendo da disponibilidade não chegar lá) +5k ano para rebalancear. Neste momento fruto do momento em que vivemos tenho dúvida se devo efectivamente aplicar este princípio ou se devo durante os 2 anos iniciais ir fraccionando o valor (15k) que penso investir nesse intervalo temporal. É que o valor que metemos de entrada sendo algo elevado em caso de uma 'pancada' imeadiata irremediavelmente levará algum tempo a ser recuperado. Por outro lado, se fraccionar corro o risco de não valorizar como seria suposto caso nada nenhum ajuste aconteça mas também caso aconteça posso sempre imediatamente investir mais nesse momento.

    Qual a vossa opinião sobre isto? Acham que isto é mais psicológico?

    Obrigado.  

     

      

     

     

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    há 1 hora, Virtua disse:
      há 2 horas, sinbad disse:

    Li esse depois de ter lido o If you can, que deve ter aí 20 ou 30 páginas. 

    Achei que desenvolveu as ideias apresentadas, ou então que as resumiu, porque não sei qual é o primeiro. 

    São interessantes e permite-nos confirmar que nesta coisa dos investimentos somos o nosso maior inimigo. 

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    há 4 minutos, Smaug disse:

    Achei que desenvolveu as ideias apresentadas, ou então que as resumiu, porque não sei qual é o primeiro. 

    O primeiro é o "Four Pillars of Investing". O "If you can" é um pequeno resumo para milenials.

    • Obrigado 1
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    há 13 horas, Tiago F disse:

    Outra dúvida que eu tenho e era sobre isto que gostaria de saber a vossa opinião:

    - estou tentado a aplicar uma estratégia de 10k entrada (eventualmente 8k dependendo da disponibilidade não chegar lá) +5k ano para rebalancear. Neste momento fruto do momento em que vivemos tenho dúvida se devo efectivamente aplicar este princípio ou se devo durante os 2 anos iniciais ir fraccionando o valor (15k) que penso investir nesse intervalo temporal. É que o valor que metemos de entrada sendo algo elevado em caso de uma 'pancada' imeadiata irremediavelmente levará algum tempo a ser recuperado. Por outro lado, se fraccionar corro o risco de não valorizar como seria suposto caso nada nenhum ajuste aconteça mas também caso aconteça posso sempre imediatamente investir mais nesse momento.

    Qual a vossa opinião sobre isto? Acham que isto é mais psicológico?

    Olá e bem vindo,

    Acho que deves olhar para essa questão numa lógica de qual das duas alternativas minimizam o teu potencial arrependimento futuro e garantem que manténs a tua estratégia. Se o teu objetivo é investires para o longo prazo 20/25 anos então o pior que podes fazer é desistir da tua estratégia passados 1,2,3 anos porque o mercado perdeu 50%. Essa possibilidade (do mercado accionista perder 50% e de tu perderes 50%*%AlocaçãoEquity) está sempre em cima da mesa, faz parte das regras do jogo.

    Ninguém sabe à priori se nos próximos tempos o mercado vai cair (como toda a gente parece dizer que devia, e já o dizem há alguns anos...) ou se continua a subir como tem feito nos últimos anos. Assim, ninguém sabe qual das tuas estratégias se vai mostrar melhor. Só tu é que poderás saber qual das alternativas te fará manter a estratégia no longo prazo e qual minimiza o teu arrependimento à posteriori.

    Imaginando que estás convicto na estratégia que escolheste e nenhuma das possibilidades te fará mudar de caminho então a questão é o que é que minimiza o teu arrependimento futuro: não ter investido tudo o que podias e o mercado continuar a subir; ou teres investido tudo e o mercado despencar em seguida. Mediante a resposta a esta questão tens a resposta à pergunta inicial.

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    há 14 horas, Tiago F disse:

    - estou tentado a aplicar uma estratégia de 10k entrada (eventualmente 8k dependendo da disponibilidade não chegar lá) +5k ano para rebalancear. Neste momento fruto do momento em que vivemos tenho dúvida se devo efectivamente aplicar este princípio ou se devo durante os 2 anos iniciais ir fraccionando o valor (15k) que penso investir nesse intervalo temporal. É que o valor que metemos de entrada sendo algo elevado em caso de uma 'pancada' imeadiata irremediavelmente levará algum tempo a ser recuperado. Por outro lado, se fraccionar corro o risco de não valorizar como seria suposto caso nada nenhum ajuste aconteça mas também caso aconteça posso sempre imediatamente investir mais nesse momento.

    Qual a vossa opinião sobre isto? Acham que isto é mais psicológico?

    Se o valor inicial for 10k e os reforços de 5K diria que investires assim já estás a "fraccionar" devido ao reforço ter um peso tão grande em relação ao investimento inicial. Se tivéssemos a falar de algo tipo 50k + 5k (ou até 25 + 5) era uma questão que eu me punha. 10+5 não penso que deva ser algo com que te preocupes. No limite faz 7.5+7.5 se te deixar mais descansado (e com maior probabilidade de seguires o plano)!

    O mais importante é delineares o plano e seguires. Por exemplo essa altura do reforço ser quando recebes um bónus e teres a certeza que podes fazer o reforço é um grande nudge a seguires o teu próprio plano. Pensa naquilo que terá menos peso psicológico para ti. (poupar o dinheiro das férias é psicologicamente muito diferente de investir o bónus por exemplo). Esse tipo de coisas acho mais importantes para "Seguir o plano" do que o 60/40 ou o 70/30 ou um DCA com 15k quando estás a planear 5k de reforços anuais ao longo de 30 anos!! (espero que esses 5k sejam anualmente ajustados à inflação porque daqui a 30 anos já estarás quase a reforçar 10k*).

    O que o @sinbad disse "o pior que podes fazer é desistir da tua estratégia passados 1,2,3 anos porque o mercado perdeu 50%" é de facto onde te deves focar.

    * Vê aqui o meu ponto 1. https://tinyurl.com/y4dvlaje de como a inflação destrói o poder de compra do dinheiro.

    Editado por Virtua
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    há 36 minutos, Vidolz disse:

    E livros sobre stock bubbles não há?

    Como podes imaginar é que o não falta...

    O melhorzinho deve ser o do shiller:

    https://www.amazon.com/Irrational-Exuberance-3rd-Robert-Shiller-dp-0691166269/dp/0691166269/ref=mt_other?_encoding=UTF8&me=&qid=

    Ainda consegui ler o primeiro capítulo ?

    Agora mais a sério:

    https://tinyurl.com/y6zjs7v3

    https://tinyurl.com/y2wcr4md

    https://tinyurl.com/y67d8p7e

    Editado por Virtua
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    3 hours ago, sinbad said:

    Olá e bem vindo,

    Acho que deves olhar para essa questão numa lógica de qual das duas alternativas minimizam o teu potencial arrependimento futuro e garantem que manténs a tua estratégia. Se o teu objetivo é investires para o longo prazo 20/25 anos então o pior que podes fazer é desistir da tua estratégia passados 1,2,3 anos porque o mercado perdeu 50%. Essa possibilidade (do mercado accionista perder 50% e de tu perderes 50%*%AlocaçãoEquity) está sempre em cima da mesa, faz parte das regras do jogo.

    Ninguém sabe à priori se nos próximos tempos o mercado vai cair (como toda a gente parece dizer que devia, e já o dizem há alguns anos...) ou se continua a subir como tem feito nos últimos anos. Assim, ninguém sabe qual das tuas estratégias se vai mostrar melhor. Só tu é que poderás saber qual das alternativas te fará manter a estratégia no longo prazo e qual minimiza o teu arrependimento à posteriori.

    Imaginando que estás convicto na estratégia que escolheste e nenhuma das possibilidades te fará mudar de caminho então a questão é o que é que minimiza o teu arrependimento futuro: não ter investido tudo o que podias e o mercado continuar a subir; ou teres investido tudo e o mercado despencar em seguida. Mediante a resposta a esta questão tens a resposta à pergunta inicial.

    Pessoalmente não creio que irei ter problemas daqui a 1/2 anos ao ponto de ponderar desistir ou mudar de estratégia. A mim o que me "assusta" um bocado é mais a fase inicial porque  é a fase que define se vou entrar a ganhar e depois já tenho cabedal para aguentar uma "pancada" que inevitavelmente aparecerá ou se efectivamente vou andar uma série de anos a ter de recuperar aquilo que perdi com uma 'pancada' logo ao início. É que psicologicamente são duas situações diferentes para mim. :)

    A única coisa que vejo a acontecer futuramente no sentido de poder alterar um plano previamente estabelecido é observar uma queda e querer antecipar um novo rebalanceamento nessa altura para aproveitar os preços em baixa.

     

     

     

     

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    2 hours ago, Virtua said:

    Se o valor inicial for 10k e os reforços de 5K diria que investires assim já estás a "fraccionar" devido ao reforço ter um peso tão grande em relação ao investimento inicial. Se tivéssemos a falar de algo tipo 50k + 5k (ou até 25 + 5) era uma questão que eu me punha. 10+5 não penso que deva ser algo com que te preocupes. No limite faz 7.5+7.5 se te deixar mais descansado (e com maior probabilidade de seguires o plano)!

    O mais importante é delineares o plano e seguires. Por exemplo essa altura do reforço ser quando recebes um bónus e teres a certeza que podes fazer o reforço é um grande nudge a seguires o teu próprio plano. Pensa naquilo que terá menos peso psicológico para ti. (poupar o dinheiro das férias é psicologicamente muito diferente de investir o bónus por exemplo). Esse tipo de coisas acho mais importantes para "Seguir o plano" do que o 60/40 ou o 70/30 ou um DCA com 15k quando estás a planear 5k de reforços anuais ao longo de 30 anos!! (espero que esses 5k sejam anualmente ajustados à inflação porque daqui a 30 anos já estarás quase a reforçar 10k*).

    O que o @sinbad disse "o pior que podes fazer é desistir da tua estratégia passados 1,2,3 anos porque o mercado perdeu 50%" é de facto onde te deves focar.

    * Vê aqui o meu ponto 1. https://tinyurl.com/y4dvlaje de como a inflação destrói o poder de compra do dinheiro.

    A questão da altura em que faço os balanceamentos em princípio não será grande entrave já que hoje em dia fruto de uma utilização de créditos sem juros, consigo andar algo imune às alturas em que recebo os prémios/subsídios. Mesmo em termos de  gestão mensal, procuro meter sempre uma parte do salário de lado não só para poupança mas também para outras despesas que eventualmente irão aparecer (como férias).

    Em relação à inflação, confesso que nunca tinha pensado nessa abordagem. E sim, faz todo o sentido. O problema é que tenho algumas dúvidas quanto à sua viabilidade. Aquilo que se viu nos últimos dez anos é que os aumentos salariais da classe média baixa, fruto da nossa situação fiscal, não acompanharam o aumento do custo de vida. Nem pouco mais ou menos. 

    Já agora, esse teu link despertou-me interesse para fazer uma série de análises. Embora não seja a minha actual área, também cheguei a ter cadeiras de estatítica enquanto universitário e há ali uma série de conceitos aplicados que me são familiares.

     

     

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    há 46 minutos, Tiago F disse:

    A mim o que me "assusta" um bocado é mais a fase inicial porque  é a fase que define se vou entrar a ganhar e depois já tenho cabedal para aguentar uma "pancada" que inevitavelmente aparecerá ou se efectivamente vou andar uma série de anos a ter de recuperar aquilo que perdi com uma 'pancada' logo ao início. É que psicologicamente são duas situações diferentes para mim.

    Sabes que -20+10+5+15=5+10+15-20 (números aleatórios), certo?

    há 48 minutos, Tiago F disse:

    A única coisa que vejo a acontecer futuramente no sentido de poder alterar um plano previamente estabelecido é observar uma queda e querer antecipar um novo rebalanceamento nessa altura para aproveitar os preços em baixa.

    Isso é bom.

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    há 1 hora, Tiago F disse:

    Em relação à inflação, confesso que nunca tinha pensado nessa abordagem. E sim, faz todo o sentido. O problema é que tenho algumas dúvidas quanto à sua viabilidade. Aquilo que se viu nos últimos dez anos é que os aumentos salariais da classe média baixa, fruto da nossa situação fiscal, não acompanharam o aumento do custo de vida. Nem pouco mais ou menos. 

    Não faço idea em relação a classe média baixa e acho que dependerá sempre de cada pessoa/emprego. 

    Mas o salário mínimo nacional tem crescido a um ritmo superior a 2% ao ano (desde 2000 tem crescido mais ou menos a 3%/ano). Tenho as minhas dúvidas que de uma forma geral os salários não tenham crescido de forma semelhante (os salários mais baixos até costumam ser os que sobem menos)

    https://www.pordata.pt/Portugal/Salário+mínimo+nacional-74-7892

    Isto mesmo tendo em consideração a austeridade que vivemos em vários anos desta década em que o salário mínimo estava "congelado".

    Editado por Virtua
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    Já agora, algum de vocês já teve de experiência de criar um plano misto?

    Exemplo:

    -Em vez de entrar com 10k e reforços de 5k, entrar 8k e ir fazendo reforços de 4k.  Depois ir aplicando o restante dinheiro não aplicado apenas e só quando o mercado sofre uma baixa?

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    Agora mesmo, Tiago F disse:

    Depois ir aplicando o restante dinheiro não aplicado apenas e só quando o mercado sofre uma baixa?

    Não é boa ideia. Normalmente há algo que te vai falhar. 

    Tens aqui dois excelentes artigos do meu blogger favorito:

    https://ofdollarsanddata.com/the-cost-of-waiting/

    https://ofdollarsanddata.com/lump-sum-investing/

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    2 minutes ago, Virtua said:

    Não faço idea em relação a classe média baixa e acho que dependerá sempre de cada pessoa/emprego. 

    Mas o salário mínimo nacional tem crescido a um ritmo superior a 2% ao ano (desde 2000 tem crescido mais ou menos a 3%/ano). Tenho as minhas dúvidas que de uma forma geral os salários não tenham crescido de forma semelhante (os salários mais baixos até costumam ser os que sobem menos)

    https://www.pordata.pt/Portugal/Salário+mínimo+nacional-74-7892

    Isto mesmo tendo em consideração a austeridade que vivemos em vários anos desta década em que o salário mínimo estava "congelado".

    O salário mínimo nitidamente cresceu nestes dez anos e com isso o salário médio aumentou também por arrasto.

    A questão é que a diferença em termos fiscais entre o salário mínimo e um salário por exemplo de 1.6k é muito grande e no fim o que conta é o dinheiro que as pessoas levam para casa já com descontos feitos... Diria que neste momento a diferença entre a classe média baixa e a classe mais baixa é menor hoje do que era há 10 anos atrás, mas no mau sentido.

     

     

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    Mouro Emprestado
    há 40 minutos, Virtua disse:

    Não faço idea em relação a classe média baixa e acho que dependerá sempre de cada pessoa/emprego. 

    Mas o salário mínimo nacional tem crescido a um ritmo superior a 2% ao ano (desde 2000 tem crescido mais ou menos a 3%/ano). Tenho as minhas dúvidas que de uma forma geral os salários não tenham crescido de forma semelhante (os salários mais baixos até costumam ser os que sobem menos)

    https://www.pordata.pt/Portugal/Salário+mínimo+nacional-74-7892

    Isto mesmo tendo em consideração a austeridade que vivemos em vários anos desta década em que o salário mínimo estava "congelado".

    Isto?

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    há 31 minutos, Mouro Emprestado disse:

    Isto?

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    Bate certo com a ideia que transmiti que desde 2000 os salários têm evoluído ao ritmo da inflação +/-

    Infelizmente não evoluíram mais do que a inflação mas pelo menos têm-se mantido. Isso é o necessário para fazer evoluir os reforços (valores nominais) ao mesmo ritmo!!

    Aliás mais do que inflação apenas devemos ajustar o ritmo de poupança ao aumento do salário como um todo. As melhores dicas são sempre em termos percentuais. Poupar 10%, 20% etc etc. A dica de manter constante essa percentagem é bastante boa, não se é 5k ou 7k.

    Editado por Virtua
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