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    Visitante Salvador_

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    há 1 hora, Lynch II disse:

    Francamente e por vários motivos não acho boa ideia continuar aqui a discussão.

    Pk? Achas que alguém vai roubar a ideia? :blink:

    P.S. Eu de uma forma geral não gosto de coisas "fechadas", a menos que haja razões fortes para isso! Se bem que um discord não é de todo má ideia, em vez de encher aqui o tópico com um offtopic significativo!

    Editado por Virtua
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    há 3 horas, Lynch II disse:

    Que tal conversarmos noutro meio , seja o discord/skype ? Francamente e por vários motivos não acho boa ideia continuar aqui a discussão.Eu tenho um grupo no Discord embora seja mais internacional e apenas aceite pessoas com "alguma experiência" posso criar outro ou criar um grupo apenas para este tema lá ?

    Sugiro que exista uma pré seleccão de pessoas ,sendo as boas ideias e alguma experiência bem como visão clara do que é Investir , requisitos importantes além de outros que achem pertinentes , proponho uma forma organizada de elaborar o projecto/study case .

    Sugiro também criar um grupo em geral para pessoas que gostem muito de finanças como eu e muitos que já vi que aqui comentam 

    Contem comigo , enviem pm se estiverem interessados . Posso também colocar aqui o link caso seja permitido

    Que achas CountingCents ?

     

     

    Acho que faz sentido.

    Aqui é bom termos uma discussão pública sobre o produto em si e as vantagens do mesmo. Quando passamos para a sua estrutura e a própria concretização do mesmo, claro que convém ser mais privado.

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    1 hour ago, Virtua said:

    Pk? Achas que alguém vai roubar a ideia? :blink:

    P.S. Eu de uma forma geral não gosto de coisas "fechadas", a menos que haja razões fortes para isso! Se bem que um discord não é de todo má ideia, em vez de encher aqui o tópico com um offtopic significativo!

    São vários os motivos e iria precisar de um longo post para os explicar a todos , referes um e é a quantidade massiva de texto que será precisa e que sai claramente do tópico principal . Obviamente que vão roubar esta (que não é nova) e todas as boas ideias , disso podes estar seguro e eventualmente melhorá-las ou adaptar. Uma ideia boa e que gera valor á disposição de todos é dinheiro "grátis" porque não haveria de ser roubada ?

    Se quiserem que isto ande o primeiro passo é criar uma equipa . Podem ser feitas consultas aqui na mesma para contribuições ou interessados mas noutros moldes.

    A minha sugestão está dada e aproveito para dizer que mesmo que a ideia não avance ter um grupo de discussão , desde que cumpridos alguns critérios é seguramente mais vantajoso do que apenas participar num forum pela interactividade e maior versatilidade que uma dinâmica de comunicação directa proporciona.

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    há 14 horas, Virtua disse:

     

    há 14 horas, sinbad disse:

    Porquê criar uma empresa gestora de raíz e não apenas abordar uma que já exista com vista à emissão de um novo PPR em que o gestor fosses tu?

    Creio que foi isso que fez o Luís Lobo Jordão com o seu PPR Stoik junto da SGF (https://pprsgfstoik.com/about).

    Já referi isso em cima tb. Referi até a optimize como possibilidade. Eles têm muito boa exposição e considerando os milhões valentes que têm em fundos que não valem um charuto deverão ser excelentes em marketing (e são)

    Mas esses entidades não vão fazer isto por 0.5% ao ano (alvo ideal para mim). Só eles vão querer os 0.5% ?

     

    Concordo!

    Apesar de “à primeira vista”, a estratégia de abordar alguma entidade já existente poder ser apelativa, penso que com esta solução os FEE’s baixos que falamos para o nosso PPR iriam acabar por ficar na mesma linha dos restantes.

    Talvez indo pela solução mais trabalhosa, criar tudo de raiz, seja também no médio/longo prazo a mais indicada para manter a “essência” da ideia original.

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    há 7 horas, Lynch II disse:

    Obviamente que vão roubar esta (que não é nova) e todas as boas ideias

    Já agora convém termos a noção de que atualmente não existe nenhum PPR de ETF passivos mas no dia em que tal se mostre um produto com interesse generalizado (se esse dia alguma vez chegar) vai ser muito fácil copiar esse produto dada a sua simplicidade e o facto de não estar escondido atrás de uma capa de know how especializado. É neste aspecto do "marketing de que algo é complexo" que os fundos de autor se safam melhor. 

    Aqui não estou a ver como seja possível evitar a cópia. Para mim, como investidor, dá-me igual o que quero são alternativas boas e se existirem diversas tanto melhor mas na lógica de quem empreende, investe tempo e dinheiro numa ideia acho que é algo a ter em consideração.

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    há 8 minutos, Edge disse:

    Talvez indo pela solução mais trabalhosa, criar tudo de raiz, seja também no médio/longo prazo a mais indicada para manter a “essência” da ideia original.

    Não se esqueçam que com isto (não usar entidades conhecidas) se levantam temas de confiança. É diferente eu colocar as poupanças de uma vida na SGF ou na Optimize ou colocá-las numa estrutura acabada de fazer por pessoas inexperientes ainda que bem intencionadas. Não quero desmoralizar ninguém estou só a dizer a minha opinião.

    O Virtua vai dizer que isto não é importante, que "vão vir milhões" desde que os incentivos aos comerciais sejam elevados mas já ninguém escolhe as Instituições em que coloca o seu dinheiro arduamente ganho baseado na confiança da Instituição?

    • Voto Positivo 1
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    há 17 horas, Rick Lusitano disse:

    Seguros relaccionados com a Gestão/investimento?

    Comissões de transação/guarda e afins.

    Taxas a pagar aos reguladores (CMVM, ASF, etc), às bolsas ou a market makers.

    Licenças de plataformas Bloomberg/Refinitiv/Morningstar (que são caríssimas, dezenas ou centenas de k, consoante a escolha da plataforma, os módulos ou capacidade de downloads de informação).

    Outras licenças de software.

    Instalação e infraestrutura informática (harware). Backups/Data centers/etc

    Impostos e licenças estatais (imposto de selo por exemplo)

    Estas despesas terão de ser avaliadas para “calcular” os montantes mínimos de investimento (e os máximos também) e “encontrar” o ponto ideal entre valor mínimo de investimento vs FEE’s

    Aqui não há como “contornar”.

    Mas existirão várias “opções” para comparar e para desenhar o projecto mais optimizado possível em termos de despesas!

    há 15 horas, Rick Lusitano disse:

    Portanto, podes acrescentar à lista de despesas do PPR:

    - Departamento legal (advogado ou empresa terceira de advogados)

    - Departamento de contabilidade (para a contabilidade da empresa, obrigação legal)

    - Departamento de operações (para funções administrativas do dia-a-dia, apoio ao cliente, e também para a valorizar o PPR, o NAV diária)

    Para estas, penso que seria “ideal” procurar alguém para o Departamento Legal e para o Departamento de Contabilidade (um advogado e um contabilista) que estivessem directamente relacionados ao projecto.

    Ou seja, alguém que fizesse parte da equipa inicial e que os seus “rendimentos” estivessem directamente relacionados com a performance da sociedade.

    Não será fácil, mas será certamente possível!

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    Francisco Martins
    Há uns meses numa sessão de questões/respostas com o Luis Lobo Jordão:

    ---Boa tarde Luís. Tenho duas perguntas:

    1. Qual na sua opinião a razão para não existir no mercado nenhum PPR a seguir uma estratégia verdadeiramente passiva, seguindo por exemplo um indice como o MSCI World ou o FTSE AW? E quando podemos esperar o lançamento de um produto desta natureza?

    Boa tarde e obrigado pelas questões.
    1. Não posso dar muitos detalhes, mas esteve para surgir. Pode ser que ainda avance. Há montantes e/ou custos mínimos que têm de ser garantidos e portanto, como em qualquer mercado, o produto não aparece se não for interessante para quem o tem de produzir.

     

    O ultimo livro do Bogle, "Stay the Course", relata a criação, desenvolvimento e lutas da Vanguard. Pormenores como o facto de quem fazia os calculos de rebalanceamento do seu primeiro fundo para seguir o indice SP500 era uma mulher em regime de part-time que tinha como emprego full-time trabalhar numa loja de mobiliario. Os primeiros passos, especialmente o falhanço inicial no lançamento com a fraquissima adesão e valor AuM muito abaixo do desejavel, a guerra contra a rede comercial (incialmente a subscrição tinha taxas em % que revertiam para os comercializadores) e consequente solução e afins é muito interessante.

    Por acaso já tinha descrito em tempos este produto (PPR contendo fundos indices passivos) à Optimize, ficaram de falar numa reunião interna mas julgo que não devem ter existido mais desenvolvimentos. As minhas duas ultimas publicações no blog, principalmente na ultima, também podem ser interessantes sobre este assunto.

    Editado por Francisco_
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    há 20 minutos, sinbad disse:

    Não se esqueçam que com isto (não usar entidades conhecidas) se levantam temas de confiança. É diferente eu colocar as poupanças de uma vida na SGF ou na Optimize ou colocá-las numa estrutura acabada de fazer por pessoas inexperientes ainda que bem intencionadas.

    É verdade!

    Mas se as pessoas que iniciam o projecto estiverem de algum modo ligadas a ele, depois é uma questão de tempo!

    E se tudo for transparente e tiver “certificado” da CMVM, torna logo a coisa mais fiável à partida.

    há 33 minutos, sinbad disse:

    Já agora convém termos a noção de que atualmente não existe nenhum PPR de ETF passivos mas no dia em que tal se mostre um produto com interesse generalizado (se esse dia alguma vez chegar) vai ser muito fácil copiar esse produto dada a sua simplicidade e o facto de não estar escondido atrás de uma capa de know how especializado. É neste aspecto do "marketing de que algo é complexo" que os fundos de autor se safam melhor. 

    Aqui não estou a ver como seja possível evitar a cópia. Para mim, como investidor, dá-me igual o que quero são alternativas boas e se existirem diversas tanto melhor mas na lógica de quem empreende, investe tempo e dinheiro numa ideia acho que é algo a ter em consideração.

    As cópias irão existir certamente. Será como tudo o resto!

    Se a ideia é boa, “fácil” de reproduzir e gera resultados, irão aparecer “alternativas”.

    Concordo com o que disseste: os investidores querem é alternativas boas!

    Mas, se isto resultar, ficará sempre como a primeira e, no limite, será sempre uma alternativa para os investidores!
     

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    há 4 minutos, Francisco_ disse:

    Por acaso já tinha descrito em tempos este produto (PPR contendo fundos indices passivos) à Optimize, ficaram de falar numa reunião interna mas julgo que não devem ter existido mais desenvolvimentos.

    Eu penso que ainda não existe, porque dá trabalho e, para todos os efeitos, dá menos lucros!

    Se as entidades têm produtos que dão mais dinheiro (com as maiores FEE’s) e “toda” a concorrência está nos mesmos moldes, porquê se “chatearem” a criar algo novo?

     

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    Francisco Martins
    2 minutes ago, Edge said:

    Eu penso que ainda não existe, porque dá trabalho e, para todos os efeitos, dá menos lucros!

    Se as entidades têm produtos que dão mais dinheiro (com as maiores FEE’s) e “toda” a concorrência está nos mesmos moldes, porquê se “chatearem” a criar algo novo?

     

    Exacto, é a conclusão obvia que também está neste ultimo post do blog.

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    há 1 hora, sinbad disse:

    O Virtua vai dizer que isto não é importante, que "vão vir milhões" desde que os incentivos aos comerciais sejam elevados mas já ninguém escolhe as Instituições em que coloca o seu dinheiro arduamente ganho baseado na confiança da Instituição?

    Pelo contrário. Acho que o que disseste é extremamente relevante (não discordo só por discordar :blink:). Aliás vejo algumas "marcas" a ter dificuldade de implantação por isso mesmo.

    Normalmente essas estruturas "novas" como a optimize acabam por se ter que ligar a "marcas" mais conhecidas e respeitadas. A optimize neste momento gere mais de 300 milhões, assim por alto. Duvido que chegassem lá sem esse "ligação". Quem fala da optimize fala de outras (há outra semelhante em Lisboa mas falha-me o nome...)

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    há 47 minutos, Francisco_ disse:
    e falar numa reunião interna mas julgo que não devem ter existido mais desenvolvimentos. As minhas duas ultimas publicações no blog, principalmente na ultima, também podem ser interessantes sobre este assunto.

    Indústria Extractiva Portuguesa é um nome digno para o que existe. MAS o pessoal pensa que é só os bancos. Há toda uma estrutura burocrática que mama à custa do investidor, da qual os bancos fazem parte mas são apenas um dos beneficiados.

    há 37 minutos, Edge disse:

    Eu penso que ainda não existe, porque dá trabalho e, para todos os efeitos, dá menos lucros!

    Se as entidades têm produtos que dão mais dinheiro (com as maiores FEE’s) e “toda” a concorrência está nos mesmos moldes, porquê se “chatearem” a criar algo novo?

    Só dará menos lucros SE as taxas forem tão baixas como pretendem...

    Citação

    Não posso dar muitos detalhes, mas esteve para surgir. Pode ser que ainda avance. Há montantes e/ou custos mínimos que têm de ser garantidos...

    Ah, como se distingue quem sabe do que fala...

    Editado por Virtua
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    há 50 minutos, Francisco_ disse:
    Por acaso já tinha descrito em tempos este produto (PPR contendo fundos indices passivos) à Optimize, ficaram de falar numa reunião interna mas julgo que não devem ter existido mais desenvolvimentos.

    Estás a falar a sério? Ainda são mais cromos do que eu pensava então, em deixar passar isto ao lado!! Devem ter chegado à conclusão que não lhe compensava?

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    Sem dúvida que temos tido aqui muitos insights importantes e temos também 2 caminhos:

     

    - Criarmos a sociedade nós: Maiores dificuldades burocráticas e de estrutura; Possibilidade de baixarmos as fees para trabalharmos praticamente sem lucro

    - Apresentarmos o produto a outras entidades: Menos dificuldades burocráticas e de investimento; Maior probabilidade de o produto não ser tão atrativo.

     

     

    Como referiram, acho ótimo termos a discussão pública do produto aqui, mas acredito que precisamos também de um método de comunicação mais privado. A quem está interessado no projeto, estariam dispostos a ter um canal de Discord para discussão e partilha de documentos/info etc?

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    há 15 minutos, CountingCents disse:

    Sem dúvida que temos tido aqui muitos insights importantes e temos também 2 caminhos:

    - Criarmos a sociedade nós: Maiores dificuldades burocráticas e de estrutura; Possibilidade de baixarmos as fees para trabalharmos praticamente sem lucro

    Como referiram, acho ótimo termos a discussão pública do produto aqui, mas acredito que precisamos também de um método de comunicação mais privado. A quem está interessado no projeto, estariam dispostos a ter um canal de Discord para discussão e partilha de documentos/info etc?

    Por mim avança-se para Discord, até porque realmente há coisas que tb não queria dizer aqui!! 

    Ainda não percebi como querem fazer algo "praticamente sem lucro". A menos que haja aqui alguém com dezenas de milhões que dê para criar o produto logo sem prejuízo. Só comerciais levam 0.3% a 0.5% ano como incentivo!!

    Citação

    - Apresentarmos o produto a outras entidades: Menos dificuldades burocráticas e de investimento; Maior probabilidade de o produto não ser tão atrativo.

    Assim é capaz de ser mais viável. Mas não vais ganhar $ com uma ideia que como o Luis Lobo Jordão disse acima (e bem) não é nova, já se tentou e é provável que alguém tente de novo mais cedo do que mais tarde

    Editado por Virtua
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    2 hours ago, sinbad said:

    Já agora convém termos a noção de que atualmente não existe nenhum PPR de ETF passivos mas no dia em que tal se mostre um produto com interesse generalizado (se esse dia alguma vez chegar) vai ser muito fácil copiar esse produto dada a sua simplicidade e o facto de não estar escondido atrás de uma capa de know how especializado. É neste aspecto do "marketing de que algo é complexo" que os fundos de autor se safam melhor. 

    Aqui não estou a ver como seja possível evitar a cópia. Para mim, como investidor, dá-me igual o que quero são alternativas boas e se existirem diversas tanto melhor mas na lógica de quem empreende, investe tempo e dinheiro numa ideia acho que é algo a ter em consideração.

    Em termos empresariais quem entra primeiro no mercado tem sempre uma enorme vantagem e se fizerem as coisas bem feitas quem vem a seguir fica com migalhas. Nota que escrevo , se fizerem as coisas bem feitas.  É importante pensar em qualquer projecto como um potencial negócio e sendo assim debitar ideias e soluções á vista de todos é um enorme favor a potenciais concorrentes ou participantes no mesmo mercado

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    há 24 minutos, Lynch II disse:

    image.thumb.png.feefbe880a286a914d1a97dfbca00245.png

    Isto é claramente quem não quer dar informação .

    Eu acho que ele disse tudo, não há muito mais a acrescentar!!

    Esteve para surgir - Não é uma ideia nova

    Pode ser que ainda avance - Não é uma ideia morta na indústria financeira

    Custos mínimos que têm de ser garantidos - É o que eu venho a dizer há 3 páginas mas ainda se tem a ideia que se consegue isto a 0.2 ou 0.3%

    O que eu disse foi porque sei que é TUDO verdade! "Distingue-se quem sabe do fala" porque os insiders se distinguem não pela info ser um GRANDE segredo mas porque o que dizem está COMPLETAMENTE on-point!! (adoro sempre uma boa teoria da conspiração, quando eu estou a falar num fórum público e o Luis Lobo Jordão respondeu num mail a alguém que simplesmente lhe fez a pergunta LOL)

    A ideia existe há anos (atenção à conjugação verbal do verbo "existir") ... Montar de forma viável sempre foi a questão e/ou "fazer as coisas bem feitas" como disseste.

    Esta frase do LLJ tem mais info do que as últimas 3 páginas deste tópico ?

    Editado por Virtua
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    Francisco Martins
    1 hour ago, Virtua said:

    Indústria Extractiva Portuguesa é um nome digno para o que existe. MAS o pessoal pensa que é só os bancos. Há toda uma estrutura burocrática que mama à custa do investidor, da qual os bancos fazem parte mas são apenas um dos beneficiados.

    Ah, como se distingue quem sabe do que fala...

    Pois, no primeiro post dessa serie descrevo um pouco essa cadeia interminavel, até num exemplo concreto...por acaso a CMVM até queria subir as taxas que cobra a cada fundo em percentagem (pagam os investidores!) muito recentemente. Foi recusada a proposta de subir as taxas, mas devem voltar à carga em breve.

    1 hour ago, Virtua said:

    Estás a falar a sério? Ainda são mais cromos do que eu pensava então, em deixar passar isto ao lado!! Devem ter chegado à conclusão que não lhe compensava?

    Sim, mas eu compreendo perfeitamente porque colocar no mercado um produto mais "barato", simples e com desempenho acima de muitos (ou todos) os produtos que têm actualmente é complicado de encaixar. Principalmente quando dos ~300 milhoes de AuM devem ter uma taxa média de 1,2 - 1,5% (já excluindo o que cobram para entregar a terceiros).

    Editado por Francisco_
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    Francisco Martins
    29 minutes ago, Virtua said:

    Eu acho que ele disse tudo, não há muito mais a acrescentar!!

    Esteve para surgir - Não é uma ideia nova

    Pode ser que ainda avance - Não é uma ideia morta na indústria financeira

    Custos mínimos que têm de ser garantidos - É o que eu venho a dizer há 3 páginas mas ainda se tem a ideia que se consegue isto a 0.2 ou 0.3%

    O que eu disse foi porque sei que é TUDO verdade! "Distingue-se quem sabe do fala" porque os insiders se distinguem uma vez que têm info que mais ng (ou quase) tem!! Não por ser um GRANDE segredo mas porque o que dizem está COMPLETAMENTE on-point!! (adoro sempre uma boa teoria da conspiração, quando eu estou a falar num fórum público e o Luis Lobo Jordão respondeu num mail a alguém que simplesmente lhe fez a pergunta LOL)

    A ideia já existe há anos... Montar de forma viável é a questão.

    As minhas contas no "verso do envelope" apontaram para um minimo de 0,7% só para operar e cumprir com as taxas e taxinhas (excluindo possiveis entregas a comerciais). Isto numa estrutura de serviços anciliares já existente. Depois com mais volume, seria possivel indo paulatinamente diminuindo o que era cobrado anualmente. Para além disso, o volume é crucial, ou chegava a cerca de 3 milhoes nos primeiros dois anos ou podia correr o risco de o retorno de mercado ser "comido" pelas taxas e taxinhas e de repente o produto passivo ficava com uma das piores performances dos restantes produtos na sua gama. Isto seria a morte do artista porque o dinheiro de grande parte dos investidores segue o histórico recente (a Fidelity fez isto com mestria, a oferecer fundos atras de fundos a cobrar subscrição, 2% gestão, etc. Hoje em dia há ETF a surgir em barda cada vez mais sectoriais, especificos, tematicos...com o mesmo objectivo). Nada de novo, já o tinhas dito acima, só para continuar um pouco a conversa.

    Agora o arranque, se for com uma entidade criada de raiz, é para esquecer porque há imensas questões legais, processuais, burocraticas e regulatórias que custam muito dinheiro para garantir. Junte-se a isto a questão da confiança, que teria de ser merecida, e temos uma subida ingreme. Ou é inserido numa estrutura já existente (como o que o Luis Lobo fez), ou é muito complexo de arrancar. Não é impossivel, mas é preciso ter mesmo muita tenacidade e dinheiro para o arranque numa estrutura não existente.

    Já agora, numa outra entrevista o Luis descreve a "luta" que foi convencer de dentro a CGD para criar um produto "semi-passivo" como o Lideres Globais. A resistência é tremenda, e mais de 2/3 do mercado está capturado/centralizado em entidades que não têm qualquer interesse em mudar o estado das coisas.

     

    Editado por Francisco_
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    há 9 minutos, Francisco_ disse:

    As minhas contas no "verso do envelope" apontaram para um minimo de 0,7% só para operar e cumprir com as taxas e taxinhas (excluindo possiveis entregas a comerciais). 

    Não estás muito longe das minhas. Acrescentas 0.3 a 0.5% para comerciais e marketing e chegamos a valores entre 1 e 1,2% para tornar o produto viável ?

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    Francisco Martins
    9 minutes ago, Mouro Emprestado said:

    A conversa vai muito bonita... mas fazendo o papel de advogado do diabo....

    Mude-se é a m****** das leis socialistas, que não querem concorrência.

    Porque raio existe um benefício fiscal para um tipo específico de produtos? (estou a falar do benefício à saída, os potenciais 400 euros de benefício no IRS - que dificilmente são esses 400 euros por causa do cálculo de todos os abatimentos à colecta do imposto - pouco compensam devido ao limite máximo anual de 2000 euros de investimento)

    Cheira a regulação para manter os bolsos cheios dos bancos e casas de investimento portuguesas, para não estarem sujeitas à concorrência de entidades estrangeiras (mas naturalmente feito de forma a cumprir com as regras europeias).

    E que tal... um sistema de "protecção à tributação" com uma isenção ou benefício à saída até determinado patamar de imposto, para todos os tipos de produtos de poupança?

    Acções, obrigações, FI, ETF, DPs (sim DPs!)

    Já viram não terem nada de pagar 1% por um PPR de ETFs se pudessem apenas pagar os 0,20% do ETF, sabendo que se o tivessem durante 8 ou 10 anos a mais-valia sobre o mesmo apenas estaria sujeito a 8,6% de imposto?
     

    Desculpem o post mais político, mas enquanto não alterarmos a nossa mentalidade e a mentalidade daqueles que nos são próximos, e passarmos a votar naqueles que preferem um estado mais pequeno e menos impostos ao invés de medidas para contornar o pagamento de impostos de forma legal, vamos continuar na mesma.


    PS: Nem me importava que não houvesse benefício nenhum. Pagasse apenas 15% de taxa fixa de IRS sobre os rendimentos. E não a porcaria de sistema de taxas progressivas de IRS que desincentivam o trabalho, a poupança e o investimento. 

    Plenamente de acordo, ter um abrigo fiscal para o investimento do cidadão (podia ter um limite anual de reforço, tal como existe noutros paises). O que cada um investia depois dentro desse abrigo, seria uma decisão de cada qual. Isso seria o que mais eu queria. Aqui batemos no outro interesseiro, o estado.

    Editado por Francisco_
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