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  • FORMAS DE POUPAR

  • ETFs (Exchange-Traded Funds)


    Visitante Salvador_

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    há 9 minutos, CountingCents disse:

    Muito simples: 

    Dedução em IRS até 400€ por ANO por estar a investir dinheiro!

    Redução de 28% para 8% dos ganhos das mais valias!

    Pode representar vantagens de centenas de milhares de euros para quem investe em longo prazo!

    Mas, mais uma vez, parece-me um “esboço” muito interessante!

    Avança para a fase do projecto, para essencialmente “limar as arestas” e eliminar ou resolver as potenciais dificuldades que o @Virtua mencionou!

    há 1 minuto, CountingCents disse:

    Começaríamos por dar target por ex. à audiência do Pedro Anderson, Bárbara Barrosos e outros influenciers de Finanças.

    Uma boa campanha de Marketing em redes sociais e faculdades seria também um bom ínicio, e isto são tudo coisas que não são caras, dão é trabalho.

    Mais cedo ou mais tarde, os próprios gestores, financeiros etc... Saberiam do nosso produto e aconselhariam a amigos e familiares etc.

    Parece-me um bom plano!!!

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    Foristas, tenho-vos seguido diariamente, e acho que seria uma excelente iniciativa, em que têm todo o meu apoio, para avançar. Para publicitar/angariar investidores, poderiamos falar com vários influencers financeiros/"conselheiros" tais como nos canais do Gustavo "LUCRAR SEM INVESTIR/workwolic", Ariana Nunes "Renda Maior" Gonçalo Ribeirinho, Daniel Pires "Investidor Club" Finanças com Ella, e outros mais, estes são os que sigo atentamente no youtube, que nos poderiam ajudar neste a meu ver grande passo, rumo ao futuro lucrativo.

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     @CountingCents

    Citação

    Mais cedo ou mais tarde, os próprios gestores, financeiros etc... Saberiam do nosso produto e aconselhariam a amigos e familiares etc.

    @sinbad

    Citação

    Eu, pelo menos não me importaria de pagar 20 bps para ter esse produto.

     ah... a inocência dos sonhos!! Tb vos digo, sem eles a vida não avança, so rock on ?

    P.S. Eu candidato-me a "gestor". 60k/ano para estar de papo para o ar parece-me bem ?

    Editado por Virtua
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    rui_marreiros

    iShares STOXX Europe 50 ETF... - 7,00 Invesco EURO STOXX 50 ETF - 6,99 Italy (Republic Of)... - 4,00 EDP-Energias de Portugal SA... - 2,46 iShares EURO STOXX Banks 30-15... - 2,32 United States Treasury Notes... - 2,16 EDP-Energias de Portugal SA... - 2,00 Germany (Federal Republic Of) 0% - 1,86 Banca Ifis 2%2023-04-24 - 1,80 Greece (Republic Of)... - 1,64

    há 1 hora, sinbad disse:

    Mas já se conseguem arranjar ETF's de acções e de Bonds (passivos) com 0.10% de TER.

    Acima deixo a composição do AR PPR, seria uma coisa semelhante - ou seja um produto que já temos  mas com composição diferente. É provável que existam regras em relação a tal produto e composição do BdP, e contactar o Banco Invest para a criação de tal produto, esses têm todo o conhecimento para a criação do mesmo e divulgação.

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    Rick Lusitano
    há 40 minutos, Virtua disse:

     @CountingCents

    @sinbad

     ah... a inocência dos sonhos!! Tb vos digo, sem eles a vida não avança, so rock on ?

    P.S. Eu candidato-me a "gestor". 60k/ano para estar de papo para o ar parece-me bem ?

    Faço por 54k/anuais (-10% em relação ao VG. :)

    (Até tenho certificação aceite pela CMVM para isso...)

    moneycigar.jpg?w=1024&h=576&crop=1

    • Gosto 1
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    há 1 hora, Rick Lusitano disse:

    Seguros relaccionados com a Gestão/investimento?

    Comissões de transação/guarda e afins.

    Taxas a pagar aos reguladores (CMVM, ASF, etc), às bolsas ou a market makers.

    Licenças de plataformas Bloomberg/Refinitiv/Morningstar (que são caríssimas, dezenas ou centenas de k, consoante a escolha da plataforma, os módulos ou capacidade de downloads de informação).

    Outras licenças de software.

    Instalação e infraestrutura informática (harware). Backups/Data centers/etc

    Impostos e licenças estatais (imposto de selo por exemplo)

     

    Há poucos anos, houve um grupo de investidores de retalho espanhóis que criaram um FI de gestão passiva. Foi muito divulgada na rede social de investimento em FI Unience.

     

    Obrigado Rick!

    Aqui está exatamente aquilo que procurava e não encontrava! Sabes-me dizer que taxas se têm que pagar aos reguladores ou onde posso encontrar essa info?

     

    há 52 minutos, Rick Lusitano disse:

    Faço por 54k/anuais (-10% em relação ao VG. :)

    (Até tenho certificação aceite pela CMVM para isso...)

    moneycigar.jpg?w=1024&h=576&crop=1

    Se estiveres mesmo interessado seria sem dúvida interessante poder contar com a vossa participação

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    há 18 horas, Virtua disse:

    Entretanto aqui de um livro bastante bom (Multi-asset investing : a practical guide to modern portfolio management)

    image.png.9847304c9db93c56448f9a7a0303f0a3.png

    Eu concordo que a melhor estimativa que tens para a rendibilidade futura de uma obrigação ou fundo de obrigações é a yield. Mas não penses que para as bonds high yield (HY) tens gráficos tão bem comportados como este. Este gráfico é específico dos Treasuries porque a percepção de risco de crédito do Tesouro Americano altera pouco ao longo do tempo, o que já não é verdade para Governos Europeus periféricos, Corporates e muito menos high yields.

    Como sabes o Risco de Crédito é correlacionado com o risco Equity e como tal, no caso das high yields especialmente, é muito volátil. A única situação que te permitiria ter um gráfico assim tão "bem comportado" para high yields era se o risco de crédito não tivesse mexido entre o momento do cálculo da yield e o momento subsequente em que medes a rendibilidade. observada no período anterior. Se já é um pressuposto questionável para Govts (com excepção de EUA e Alemanha) é completamente irrealista para high yields.

    Só estou a dizer, tem cuidado: existe muito mais probabilidade para a rendibilidade real se afastar das yields no caso das HY.

    E como ter posição em HY é também como ter um pouco de risco Equity não esquecer de ajustar a alocação Equity/Bond para refletir isso. As Bonds não são todas iguais...

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    há 9 minutos, sinbad disse:

    Só estou a dizer, tem cuidado: existe muito mais probabilidade para a rendibilidade real se afastar das yields no caso das HY.

    E como ter posição em HY é também como ter um pouco de risco Equity não esquecer de ajustar a alocação Equity/Bond para refletir isso. As Bonds não são todas iguais...

    Concordo plenamente. 110%

    Citação

    Se já é um pressuposto questionável para Govts (com excepção de EUA e Alemanha) é completamente irrealista para high yields

    Lá está, não consigo ter posições tão fortes/dogmáticas. Vou mesmo ver se desenterro o que fiz há uns 2 ou 3 anos!! (se calhar até chegamos à conclusão que na altura foi um backtest enviesado). Por acaso tenho pensado nisso já há alguns dias. Assim que tiver mais disponibilidade vou procurar. Sei que está algures num servidor da AWS ?

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    Rick Lusitano
    há 2 minutos, CountingCents disse:

     

    Obrigado Rick!

    Aqui está exatamente aquilo que procurava e não encontrava! Sabes-me dizer que taxas se têm que pagar aos reguladores ou onde posso encontrar essa info?

    Sei que os reguladores e as bolsas cobram aos seus reguladores e clientes, respectivamente, taxas e/ou comissões.

    Eu já vi relatórios de contas da CMVM e da Euronext que cobram taxas/comissões. Já não me lembro se o Código de Valores Mobiliários da CMVM fala nisso. Vi também alguma informação avulsa na net.

    https://www.cmvm.pt/pt/Legislacao/Legislacaonacional/CodigodosValoresMobiliarios/Pages/Codigo-dos-Valores-Mobiliarios.aspx?pg

    A bolsa aonde está o activo financeiro cotado, cobra ao emitente/gestor pela sua entrada, a sua manutenção (negociação) e saída do mercado (bolsa).

     

    Talvez procurando no site da CMVM (talvez também ASF) e da Euronext ou mesmo entrando em contacto directamente com eles, consigas a informação pretendida mais detalhamente e precisa.

     

    A tua ideia seria mais um PPR sob forma de Fundo PPR (CMVM) e não de Seguro PPR (ASF)?

     

    Sendo um veículo de investimento com tratamento fiscal especial, provavelmente, a AT também terá algo a dizer (e a cobrar)...

     

    Neste processo de criação da empresa, o ideal seria ter um advogado de direito financeiro, para tratar de todos os transmites legais. E depois da criação da empresa, para a criação do prospeto e restante documentação do PPR (e.g. IFI). E depois disso, será algo necessário, para comunicação com as entidades reguladoras, relatórios e documentos.

    O Direito financeiro é algo incomum, e talvez mais caro do que o usual, por ser muito especializado. Como podes ver abaixo, alguns exemplos de formação de Direito Financeiro:

    Mestrado em Direito e Mercados Financeiros - https://www.novaims.unl.pt/mdmf

    Curso Intensivo de Especialização em Fundos de Investimento - https://www.cidp.pt/curso/iii-curso-intensivo-de-especializacao-em-fundos-de-investimento/69

    Curso Intensivo de Especialização em FinTech: Tecnologia e Serviços Financeiros - https://www.cidp.pt/curso/ii-curso-intensivo-de-especializacao-em-fintech-tecnologia-e-servicos-financeiros/24

    (Podes esmiuçar melhor a formação da Universidade de Direito Financeiro da Universidade de Lisboa/CIDP.)

     

    Portanto, podes acrescentar à lista de despesas do PPR:

    - Departamento legal (advogado ou empresa terceira de advogados)

    - Departamento de contabilidade (para a contabilidade da empresa, obrigação legal)

    - Departamento de operações (para funções administrativas do dia-a-dia, apoio ao cliente, e também para a valorizar o PPR, o NAV diária)

     

    há 2 minutos, CountingCents disse:

    Se estiveres mesmo interessado seria sem dúvida interessante poder contar com a vossa participação

    Tal como VG disse antes, a burocracia é um caminho tortuoso e é preciso fazer muito bem as contas aos montantes mínimos sobre gestão para a manutenção (AUM), para além do capital necessário para estabelecer a empresa e pagar toda a burocracia.

    Em Portugal, a burocracia acaba por matar muitos projectos de investimentos, logo à nascença.

     

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    há 5 minutos, Rick Lusitano disse:

    Sei que os reguladores e as bolsas cobram aos seus reguladores e clientes, respectivamente, taxas e/ou comissões.

    Eu já vi relatórios de contas da CMVM e da Euronext que cobram taxas/comissões. Já não me lembro se o Código de Valores Mobiliários da CMVM fala nisso. Vi também alguma informação avulsa na net.

    https://www.cmvm.pt/pt/Legislacao/Legislacaonacional/CodigodosValoresMobiliarios/Pages/Codigo-dos-Valores-Mobiliarios.aspx?pg

    A bolsa aonde está o activo financeiro cotado, cobra ao emitente/gestor pela sua entrada, a sua manutenção (negociação) e saída do mercado (bolsa).

     

    Talvez procurando no site da CMVM (talvez também ASF) e da Euronext ou mesmo entrando em contacto directamente com eles, consigas a informação pretendida mais detalhamente e precisa.

     

    A tua ideia seria mais um PPR sob forma de Fundo PPR (CMVM) e não de Seguro PPR (ASF)?

     

    Sendo um veículo de investimento com tratamento fiscal especial, provavelmente, a AT também terá algo a dizer (e a cobrar)...

     

    Neste processo de criação da empresa, o ideal seria ter um advogado de direito financeiro, para tratar de todos os transmites legais. E depois da criação da empresa, para a criação do prospeto e restante documentação do PPR (e.g. IFI). E depois disso, será algo necessário, para comunicação com as entidades reguladoras, relatórios e documentos.

    O Direito financeiro é algo incomum, e talvez mais caro do que o usual, por ser muito especializado. Como podes ver abaixo, alguns exemplos de formação de Direito Financeiro:

    Mestrado em Direito e Mercados Financeiros - https://www.novaims.unl.pt/mdmf

    Curso Intensivo de Especialização em Fundos de Investimento - https://www.cidp.pt/curso/iii-curso-intensivo-de-especializacao-em-fundos-de-investimento/69

    Curso Intensivo de Especialização em FinTech: Tecnologia e Serviços Financeiros - https://www.cidp.pt/curso/ii-curso-intensivo-de-especializacao-em-fintech-tecnologia-e-servicos-financeiros/24

    (Podes esmiuçar melhor a formação da Universidade de Direito Financeiro da Universidade de Lisboa/CIDP.)

     

    Portanto, podes acrescentar à lista de despesas do PPR:

    - Departamento legal (advogado ou empresa terceira de advogados)

    - Departamento de contabilidade (para a contabilidade da empresa, obrigação legal)

    - Departamento de operações (para funções administrativas do dia-a-dia, apoio ao cliente, e também para a valorizar o PPR, o NAV diária)

     

    Tal como VG disse antes, a burocracia é um caminho tortuoso e é preciso fazer muito bem as contas aos montantes mínimos sobre gestão para a manutenção (AUM), para além do capital necessário para estabelecer a empresa e pagar toda a burocracia.

    Em Portugal, a burocracia acaba por matar muitos projectos de investimentos, logo à nascença.

     

     

    Como referes sim, seria um PPR sobre a forma de fundo, que pode ser criado por qualquer Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário.

    Já andava à procura de alguém especializado em Direito Financeiro, obrigado pelas fontes.

     

    Sem dúvida que a burocracia é o 1º e o mais difícil passo de ultrapassar. Já li os decretos-lei sobre os PPR, código da CMVM e info do Banco de Portugal e continuo a procurar cada vez mais informação sobre o assunto.

    Estou a reunir informação e o objetivo é mandar um email à CMVM a pedir algumas explicações, se possível até tentar marcar um atendimento.

     

    Obrigado pela ajuda

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    Rick Lusitano
    há 18 minutos, CountingCents disse:

     

    Como referes sim, seria um PPR sobre a forma de fundo, que pode ser criado por qualquer Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Mobiliário.

    Já andava à procura de alguém especializado em Direito Financeiro, obrigado pelas fontes.

     

    Sem dúvida que a burocracia é o 1º e o mais difícil passo de ultrapassar. Já li os decretos-lei sobre os PPR, código da CMVM e info do Banco de Portugal e continuo a procurar cada vez mais informação sobre o assunto.

    Estou a reunir informação e o objetivo é mandar um email à CMVM a pedir algumas explicações, se possível até tentar marcar um atendimento.

     

    Obrigado pela ajuda

    Eu tive no âmbito da certificação profissional de consultadoria e gestão de activos e patrimónios, que é aceite pela CMVM, uma cadeira de Direito Financeiro (algo ligeiro, para os financeiros terem algum conhecimento legal) com o Código de Valores Mobiliários (CVM) da CMVM como a bíblia dessa disciplina. E pelo que me recordo, é sempre obrigatório o prospeto para investidores não profissionais (retalho). No CVM fala também no passaporte europeu, que é o que possibilita a comercialização de activos financeiros junto de investidores noutros países europeus (UE). Para ter passaporte europeu, provavelmente terá custos acrescidos (em PT, paga-se todas as vírgulas).

    Aconselho uma leitura cuidada do CVM. Ajuda imenso a perceber como funciona a comercialização, a gestão de activos entre outros assuntos relaccionados com os mercados financeiros. (Até tem uma leitura com linguagem simples e acessível). Aliás, não fazia mal nenhum, que todos os investidores e outras pessoas, o lessem.

    Editado por Rick Lusitano
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    há 1 minuto, Rick Lusitano disse:

    Eu tive no âmbito da certificação profissional de consultadoria e gestão de activos e patrimónios, que é aceite pela CMVM, uma cadeira de Direito Financeiro (algo ligeiro, para os financeiros terem algum conhecimento legal) com o Código de Valores Mobiliários (CVM) da CMVM como a bíblia dessa disciplina. E pelo que me recordo, é sempre obrigatório o prospeto para investidores não profissionais (retalho). No CVM fala também no passaporte europeu, que é o que possibilita a comercialização de activos financeiros junto de investidores noutros países europeus (UE).

    Aconselho uma leitura cuidada do CVM. Ajuda imenso a perceber como funciona a comercialização, a gestão de activos entre outros assuntos relaccionados com os mercados financeiros.

     

    Já li parte dele. 

    Para iniciar o intuito seria comercializá-lo só em Portugal, mais tarde então abrir as fronteiras a outros países quando sair mais legislação sobre os Pan European Pension Plans.

    O Prospeto é obrigatório, mas acho que se conseguia fazer facilmente com ajuda de um advogado / jurista.

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    há 1 hora, Virtua disse:

    Encontrei a minha comparação do AGGH (ou neste caso o Vanguard Global Bond que é igualizinho) com um só Gov Bonds mundial (que foi o que disse acima que não faz quase diferença nenhuma)

    OK, Thanks. Tenho que dar uma oportunidade a esse AGGH. 

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    há 21 minutos, sinbad disse:

    Esse é de facto o maior entrave a esta ideia - a iliteracia financeira dos Portugueses.

    Um PPR com um ETF passivo lá dentro que não aumentasse muito os custos do próprio ETF era dos melhores produtos que poderiam existir para um investidor passivo de longo prazo. Se há mercado em Portugal para isso? Se calhar não porque as pessoas são sabem a diferença entre um bom produto de investimento e ... uma batata.

    Não se preocupem com isso... sério!! Arranjem-me a estrutura e um rendimento para os comerciais (infelizmente não me refiro só a 20k/ano mais na ordem dos 50k+ a 100k mesmo). Talvez umas cenas do estilo stock options com parte da rentabilidade do fundo como incentivo e o cash de investimento aparecerá ;)

    Arranjo-vos uns milhões jeitosos (provavelmente 2 ou 3 dezenas) com 3 ou 4 telefonemas para os comerciais certos , se a estrutura for boa, a que se discute aqui... isso não é problema!! Desde que haja cash... é o que mexe o mundo meus amigos!!

    Editado por Virtua
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    há 6 minutos, CountingCents disse:

    Para iniciar o intuito seria comercializá-lo só em Portugal, mais tarde então abrir as fronteiras a outros países quando sair mais legislação sobre os Pan European Pension Plans.

    O Prospeto é obrigatório, mas acho que se conseguia fazer facilmente com ajuda de um advogado / jurista.

    Porquê criar uma empresa gestora de raíz e não apenas abordar uma que já exista com vista à emissão de um novo PPR em que o gestor fosses tu?

    Creio que foi isso que fez o Luís Lobo Jordão com o seu PPR Stoik junto da SGF (https://pprsgfstoik.com/about).

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    Agora mesmo, sinbad disse:

    Porquê criar uma empresa gestora de raíz e não apenas abordar uma que já exista com vista à emissão de um novo PPR em que o gestor fosses tu?

    Creio que foi isso que fez o Luís Lobo Jordão com o seu PPR Stoik junto da SGF (https://pprsgfstoik.com/about).

    Essa era outra das opções que dei: Levar a proposta ao Banco CTT era o que tinha em mente.

    Mas aqui surgiu a ideia de sermos nós, um grupo de investidores a criar o fundo.

     

    Ambas são hipóteses válidas!

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    Rick Lusitano
    há 14 minutos, sinbad disse:

    Esse é de facto o maior entrave a esta ideia - a iliteracia financeira dos Portugueses.

    Um PPR com um ETF passivo lá dentro que não aumentasse muito os custos do próprio ETF era dos melhores produtos que poderiam existir para um investidor passivo de longo prazo. Se há mercado em Portugal para isso? Se calhar não porque as pessoas são sabem a diferença entre um bom produto de investimento e ... uma batata.

    Concordo contigo. Mas também vejo, se não existisse dumb money, os retornos seriam decerto mais reduzidos. ;)

    A iliteracia financeira (e outros tipos de iliteracia) é fomentada por quem tem a ganhar com ela. Neste caso, os bancos para vender depósitos, produtos financeiros complexos (e.g. depósitos duais/indexados), fundos/seguros PPR, fundos de investimento, seguros de capitalização aos investidores iliterados. O mesmo pode se dizer das Seguradoras e Sociedades Gestoras de Fundos de Investimento/Pensões e de Patrimónios.

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    há 35 minutos, sinbad disse:

    Porquê criar uma empresa gestora de raíz e não apenas abordar uma que já exista com vista à emissão de um novo PPR em que o gestor fosses tu?

    Creio que foi isso que fez o Luís Lobo Jordão com o seu PPR Stoik junto da SGF (https://pprsgfstoik.com/about).

    Já referi isso em cima tb. Referi até a optimize como possibilidade. Eles têm muito boa exposição e considerando os milhões valentes que têm em fundos que não valem um charuto deverão ser excelentes em marketing (e são)

    Mas esses entidades não vão fazer isto por 0.5% ao ano (alvo ideal para mim). Só eles vão querer os 0.5% ?

    Editado por Virtua
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    há 49 minutos, sinbad disse:

    Creio que foi isso que fez o Luís Lobo Jordão com o seu PPR Stoik junto da SGF (https://pprsgfstoik.com/about).

    image.png.bf5bed99399bab68af763f47df24954d.png

    1-10%?? Hedge Fund?

    Consigo mais barato que isso (but not by much)!!

    Editado por Virtua
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    há 1 hora, Virtua disse:

    1-10%?? Hedge Fund?

    Não é Hedge Fund porque não prossegue nenhuma estratégia típica dos Hedge Funds ("long/short investment strategies; market neutral investment plans, global macro funds;..."), é apenas gestão de um portfólio normal de Ações e Obrigações (essencialmente, o resto - imobiliário e alternativos - é marginal).

    Em termos de comissão tem essa comissão variável (além da fixa) porque... porque pode.

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    7 hours ago, CountingCents said:

    Porque não acredito que o produto venha da parte dos Bancos...

    Mais cedo ou mais tarde, e eu já estou a pensar nisso, alguém interessado cria uma sociedade gestora de valores mobiliários e disponibiliza o produto aos portugueses...

    Estou aberto a sugestões...

    Pelo que li é necessário 125k de Capital Social para a criação de uma sociedade deste género, aprovação do BdP e CMVM dos gestores e depois disto acho que é fácil...

    Uma excelente ideia era mesmo juntarmos um grupo de investidores, desenharmos o produto e tentarmos seguir com o investimento para a frente.

     

    Que tal conversarmos noutro meio , seja o discord/skype ? Francamente e por vários motivos não acho boa ideia continuar aqui a discussão.Eu tenho um grupo no Discord embora seja mais internacional e apenas aceite pessoas com "alguma experiência" posso criar outro ou criar um grupo apenas para este tema lá ?

    Sugiro que exista uma pré seleccão de pessoas ,sendo as boas ideias e alguma experiência bem como visão clara do que é Investir , requisitos importantes além de outros que achem pertinentes , proponho uma forma organizada de elaborar o projecto/study case .

    Sugiro também criar um grupo em geral para pessoas que gostem muito de finanças como eu e muitos que já vi que aqui comentam 

    Contem comigo , enviem pm se estiverem interessados . Posso também colocar aqui o link caso seja permitido

    Que achas CountingCents ?

     

     

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