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  • FORMAS DE POUPAR

  • ETFs (Exchange-Traded Funds)


    Visitante Salvador_

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    há 12 horas, Bmgomes disse:

    Boas, malta

     Sendo um novato nestas andanças, não consigo encontrar na Degiro, os etf’s iShares Core S&P Total U.S. Stock Market ETF e o Vanguard Total Stock Market ETF.

     Não estão disponíveis no mercado europeu?

     E já agora, estando as obrigações com uma performance tao baixa, qual o tipo de activos, se possa escolher para diminuir o risco e ainda assim ter uma rentabilidade mais satisfatória?

     Obrigado, e espero aprender muito aqui

    São americanos. Estão disponíveis na eToro mas tens de ter atenção que a tributação dos EUA é mais desfavorável.

    Por cá, se queres apenas mercado americano, tens a replicação do índice S&P500 (ex: IE00B5BMR087) que será uma aproximação a esses que referiste mas tem a vantagem fiscal e de poderes escolher um ETF de acumulação.

    Nas estratégias abordadas neste tópico, as obrigações servem mesmo para balancear o risco e não devem ser vistas como uma fonte de rentabilidade.

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    Mouro Emprestado
    há 13 horas, Bmgomes disse:

    Boas, malta

     Sendo um novato nestas andanças, não consigo encontrar na Degiro, os etf’s iShares Core S&P Total U.S. Stock Market ETF e o Vanguard Total Stock Market ETF.

     Não estão disponíveis no mercado europeu?

    Semelhante ao VT: IE00B4L5Y983

    Semelhante ao ITOT: IE00B5BMR087

     

    há 13 horas, Bmgomes disse:

     E já agora, estando as obrigações com uma performance tao baixa, qual o tipo de activos, se possa escolher para diminuir o risco e ainda assim ter uma rentabilidade mais satisfatória?

     Obrigado, e espero aprender muito aqui

    Já responderam, mas basicamente as obrigações não servem para dar rentabilidade a uma carteira, mas sim para funcionarem como contra-peso.

    Para além das carteiras clássicas acções/obrigações, existem outras carteiras com outros activos. Neste tópico discute-se o tema (logo no início aparecem 2 carteiras diferentes, como o Portfolio Permanente e o All Wheater Portfolio do Tony Robbins).

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    há 1 hora, Mouro Emprestado disse:

    Semelhante ao VT: IE00B4L5Y983

    Semelhante ao ITOT: IE00B5BMR087

     

    Já responderam, mas basicamente as obrigações não servem para dar rentabilidade a uma carteira, mas sim para funcionarem como contra-peso.

    Para além das carteiras clássicas acções/obrigações, existem outras carteiras com outros activos. Neste tópico discute-se o tema (logo no início aparecem 2 carteiras diferentes, como o Portfolio Permanente e o All Wheater Portfolio do Tony Robbins).

    Obrigado, 

    Neste momento a minha carteira está composta por esse Ishares(IE00B4L5Y983), que representa 75%, e com o Lyxor(LU1287023185), que vale os outros 25%.

    Faz-me só confusão nesta altura de bull, ter o dinheiro ali empatado, a ganhar pó, simplesmente como medida de risco, para um bear que ainda não avizinho, era só para saber que outras classes de activos tenham maior rentabilidade e ao mesmo tempo, sejam uma medida de segurança em relação à eventual queda do mercado acionista.

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    Plataformas De Crowdfunding
    há 16 horas, sergomes disse:

    "This is a list of all Inverse/Short China ETFs traded in the USA which are currently tagged by ETF Database"

    São americanos. Só utilizando uma exchange estrangeira que os comercialize (nem a eToro os tem).

    Penso que dará pela interactivebrokers britânica. tive conta mas entretanto encerrei pelo que não consigo confirmar mas aparece na lista de produtos disponíveis:
    https://www.interactivebrokers.co.uk/en/index.php?f=41634&exch=bex

    CHAD Direxion Daily CSI 300 China A Share Bear 1X Shares CHAD USD
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    Mouro Emprestado
    há 2 horas, Bmgomes disse:

    Obrigado, 

    Neste momento a minha carteira está composta por esse Ishares(IE00B4L5Y983), que representa 75%, e com o Lyxor(LU1287023185), que vale os outros 25%.

    Faz-me só confusão nesta altura de bull, ter o dinheiro ali empatado, a ganhar pó, simplesmente como medida de risco, para um bear que ainda não avizinho, era só para saber que outras classes de activos tenham maior rentabilidade e ao mesmo tempo, sejam uma medida de segurança em relação à eventual queda do mercado acionista.

    Não estou a perceber. Esse ETF teve uma rentabilidade de quase 8% nos últimos 12 meses, achas isso pouco?

    É que querer ter maior rentabilidade, com menor risco, não há como.

    PS: As poupanças estão todas investidas nesses 2 ETFs, ou essa carteira é apenas parte da poupança?

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    há 8 minutos, Mouro Emprestado disse:

    Não estou a perceber. Esse ETF teve uma rentabilidade de quase 8% nos últimos 12 meses, achas isso pouco?

    É que querer ter maior rentabilidade, com menor risco, não há como.

    PS: As poupanças estão todas investidas nesses 2 ETFs, ou essa carteira é apenas parte da poupança?

    Claro que não acho pouco, ótimo.

    A minha dúvida prende-se com, a perspectiva, de quando chegar um bear market, qual uma classe de activos, que possa adicionar, com relativo baixo risco, e uma rentabilidade boa, para colmatar o mais possível a descida das ações.

    Já agora, na altura de escolher um etf de obrigações, qual é a maturidade aconselhada, para investir a longo prazo?

    Relativamente às poupanças, tenho um fundo de maneio para 1 ano, e uma conta a prazo.

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    Mouro Emprestado
    há 7 minutos, Bmgomes disse:

    Claro que não acho pouco, ótimo.

    A minha dúvida prende-se com, a perspectiva, de quando chegar um bear market, qual uma classe de activos, que possa adicionar, com relativo baixo risco, e uma rentabilidade boa, para colmatar o mais possível a descida das ações.

    Eu diria que deverias analisar a performance das obrigações japonesas nas últimas 2 crises, dado que é o mais próximo que temos da actual situação da dívida soberana europeia para eventualmente se prever a sua performance na próxima crise (partindo do princípio que estamos mesmo num bull-market desde 2009, não tenho tanta certeza depois de 2011, 2015 e 2018, mas como não sou adivinho, deixo-me estar com a minha estratégia).

    Por outro lado, as treasuries americanas ainda têm um juro positivo, pelo que potencialmente valerá a pena diversificar com um fundo ou ETF com protecção cambial (daquilo que me lembro, não existem nenhum ETF que acumule dividendos, mas talvez um dia apareça um produto assim aqui no velho continente).

    Outro tipo de produtos, não estou a ver.

     

    Citação

    Já agora, na altura de escolher um etf de obrigações, qual é a maturidade aconselhada, para investir a longo prazo?

    Depende do tipo de carteira.

    Eu invisto em dívida de longo-prazo, mas isso é porque sigo o Portfolio Permanente do Harry Browne (já escrevi sobre o tema "n" vezes no tópico).

    Citação

    Relativamente às poupanças, tenho um fundo de maneio para 1 ano, e uma conta a prazo.

    A conta a prazo é que é o peso morto da carteira. E mais não digo ? 

    Editado por Mouro Emprestado
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    há 2 horas, Mouro Emprestado disse:

    Eu invisto em dívida de longo-prazo, mas isso é porque sigo o Portfolio Permanente do Harry Browne (já escrevi sobre o tema "n" vezes no tópico).

    Longo prazo é 15/30 anos?

    Uma dúvida, as obrigações nos fundos, estão constantemente a ser renovadas, certo?

    para não se perder muito com a inflação.

    há 2 horas, Mouro Emprestado disse:

    A conta a prazo é que é o peso morto da carteira. E mais não digo ?

     

    Recomendas o que, um ppr clássico, ou tens outros conselhos que possas dar?

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    Mouro Emprestado
    há 7 minutos, Bmgomes disse:

    Longo prazo é 15/30 anos?

    The longer, the better ? 

    há 7 minutos, Bmgomes disse:

    Uma dúvida, as obrigações nos fundos, estão constantemente a ser renovadas, certo?

    Sim, para manterem a "duração" das obrigações (assim muito por alto, tempo até à maturidade) em consonância com a política de investimento do fundo/etf. 

     

    há 7 minutos, Bmgomes disse:

    para não se perder muito com a inflação.

    Recomendas o que, um ppr clássico, ou tens outros conselhos que possas dar?

    Depende da carteira e depende da pessoa.

    Eu não recomendo nada, se ainda por cima 20% da minha carteira (25% de 80%) está alocada a produtos que nominalmente mantêm o seu valor ehehehehe.

    Mas se a minha carteira fosse outra que não o EUPP, simplesmente teria tudo investido em acções e obrigações (esquecendo o fundo de emergência, claro).

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    Visitante Off topic

    Gostava de saber a nivel fiscal esta situaçao.

    Supondo que comppro 10 etf a 100 euros a açao.

    Passado um ano ele esta a 150 euros a açao. 

    Se vender exatamente 1000 euros ( valor investido), tenho de declarar no IRS para efeitos fiscais?

    Pergunto isto porque assumo que nao gerei lucro (a meu ver deixei o ainda investido), contudo comprei o etf a 100 e vendi a 150, daí a minha questão

     

     

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    há 39 minutos, Visitante Off topic disse:

    Gostava de saber a nivel fiscal esta situaçao.

    Supondo que comppro 10 etf a 100 euros a açao.

    Passado um ano ele esta a 150 euros a açao. 

    Se vender exatamente 1000 euros ( valor investido), tenho de declarar no IRS para efeitos fiscais?

    Pergunto isto porque assumo que nao gerei lucro (a meu ver deixei o ainda investido), contudo comprei o etf a 100 e vendi a 150, daí a minha questão

     

     

    Para efeitos fiscais o que interessa é o valor a que compras ( 100€ ) e o valor a que vendes ( 150€ ) , neste caso, esses 50€ de lucro por cada posição vendida é onde vão ser aplicados a tal tributação .

     

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    Francisco Martins
    10 hours ago, Guest Off topic said:

    Gostava de saber a nivel fiscal esta situaçao.

    Supondo que comppro 10 etf a 100 euros a açao.

    Passado um ano ele esta a 150 euros a açao. 

    Se vender exatamente 1000 euros ( valor investido), tenho de declarar no IRS para efeitos fiscais?

    Pergunto isto porque assumo que nao gerei lucro (a meu ver deixei o ainda investido), contudo comprei o etf a 100 e vendi a 150, daí a minha questão

    Não, as mais valias são contabilizadas pelo retorno de cada unidade de participação ou unidade do ETF vendidas face ao preço unitário de compra.

    No seu exemplo comprou cada unidade a 100€ e teve na venda uma mais valia de 50€ por unidade aquando da sua venda.

    Ou seja, no seu exemplo vendia unidades ate prefazer 1000€, existindo uma mais valia tributavel resultante da diferença entre o preço de compra e de venda das 6,67 unidades vendidas (1000€ venda - 666,67€ compra). Mais valia tributavel seria de 333,33€, que se fosse processada à taxa de 28% teria a entregar ao estado o valor de 93,93€.

    • Voto Positivo 1
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    Boa tarde a todos,

    Tenho lido e ouvido bastantes podcasts, artigos, etc para aumentar a minha literacia financeira porque o conhecimento nunca é demais e pretendo adicionar ETF à minha pequena carteira atual. De momento a mesma está desta forma e confesso que a "preguiça" e o facto de estar a trabalhar fora do país me impediu de a reajustar. Tenho conta no Banco Best e não tenho em nenhuma plataforma (broker). Assim:

    1) Liquidez
    Dinheiro na conta corrente à espera de ser aplicado

    2) Empréstimos
    Empréstimo a familiar que rapidamente e quando necessitar se transforma em liquidez

    3) Fundo de Emergência
    Aplicação em CTPC

    4) Ativos Financeiros
    4.1) Seguros de Capitalização
    Nunca mais reforcei desde a sua constituição
    4.2) PPR
    BPI -> Reforma Ações PPR - nunca mais reforcei desde a sua constituição
    BEST -> NB PPR - mensalmente reforço com um valor fixo
    4.3) Fundos de Investimento
    Subscrição feita com base no portfólio de 4 fundos do Virtua.
    A distribuição está relacionada com o montante disponível vs montante mínimo de subscrição na altura da constituição da carteira

     

    O que acham de adicionar estes dois ETF (70/30) ao portfólio?
    Acções: iShares Core MSCI World - IE00B4L5Y983
    Obrigações: Lyxor Euro Government Bond 7-10Y (DR) UCITS - LU1287023185

     

    Fariam alguma modificação na atual carteira para além de adicionar uma componente em ETF? Agradeço todas as sugestões que possam ter!

    Tenho neste momento 30 anos e o objetivo de investimento é a longo prazo

     

    Cumprimentos,

     

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    • Voto Positivo 1
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    Boas, eu sigo um portfolio boglehead de 3 fundos na Degiro, todos com acumulação de dividendos..
    A questão é, onde andam esses dividendos? Tenho as mesmas UPs desde sempre e já tenho alguns dos etf's há 2+ anos.
    Como funciona exactamente esta parte dos dividentos com acumulação? Obrigado

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    há 2 horas, RSilva disse:

    Boas, eu sigo um portfolio boglehead de 3 fundos na Degiro, todos com acumulação de dividendos..
    A questão é, onde andam esses dividendos? Tenho as mesmas UPs desde sempre e já tenho alguns dos etf's há 2+ anos.
    Como funciona exactamente esta parte dos dividentos com acumulação? Obrigado

    Continuas com as mesmas UP.

    O Gestor do fundo é que em vez de te dar o dinheiro dos dividendos, pega nele e compra mais ações, fazendo a tua UP valer mais. (explicação simplificada)

    Editado por CountingCents
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    viva,

    costumam recomendar muito etfs da lyxor para obrigações governamentais neste thread. No entanto, olhando para os KIID dos mesmos, a lyxor pede 5% em fees de entrada e mais 5% de saida, para além do tipico ongoing charge. Outros index providers como a vanguard ou spdr não costumam ter estes fees de entrada e saida. Não acham os fees demasiado pesados? Ou sou eu que estou a perceber mal o KIID.

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    Francisco Martins
    On 2/16/2020 at 1:47 PM, RFFF said:

    Boa tarde a todos,

    Tenho lido e ouvido bastantes podcasts, artigos, etc para aumentar a minha literacia financeira porque o conhecimento nunca é demais e pretendo adicionar ETF à minha pequena carteira atual. De momento a mesma está desta forma e confesso que a "preguiça" e o facto de estar a trabalhar fora do país me impediu de a reajustar. Tenho conta no Banco Best e não tenho em nenhuma plataforma (broker). Assim:

    1) Liquidez
    Dinheiro na conta corrente à espera de ser aplicado

    2) Empréstimos
    Empréstimo a familiar que rapidamente e quando necessitar se transforma em liquidez

    3) Fundo de Emergência
    Aplicação em CTPC

    4) Ativos Financeiros
    4.1) Seguros de Capitalização
    Nunca mais reforcei desde a sua constituição
    4.2) PPR
    BPI -> Reforma Ações PPR - nunca mais reforcei desde a sua constituição
    BEST -> NB PPR - mensalmente reforço com um valor fixo
    4.3) Fundos de Investimento
    Subscrição feita com base no portfólio de 4 fundos do Virtua.
    A distribuição está relacionada com o montante disponível vs montante mínimo de subscrição na altura da constituição da carteira

     

    O que acham de adicionar estes dois ETF (70/30) ao portfólio?
    Acções: iShares Core MSCI World - IE00B4L5Y983
    Obrigações: Lyxor Euro Government Bond 7-10Y (DR) UCITS - LU1287023185

     

    Fariam alguma modificação na atual carteira para além de adicionar uma componente em ETF? Agradeço todas as sugestões que possam ter!

    Tenho neste momento 30 anos e o objetivo de investimento é a longo prazo

     

    Cumprimentos,

     

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    Algumas opiniões que posso deixar pessoalmente, parte delas são mais para pensar sobre o assunto:

    - Se o objectivo é o longo prazo, porque razão deter um fundo que distribui dividendos (Fidelity Global Csnmr Inds A-Dis-EUR)? Muito ineficiente do ponto de vista fiscal.

    - Ao adicionar essa nova componente com os ETF que refere, o objectivo é atingir algum alvo de alocação global dos Activos Financeiros entre % de Acções e % de Obrigações? Eu tenho parte do meu investimento numa carteira de ETF, mas esta joga em conjunto com os restantes investimentos para formar um todo e não apenas como mais uma parte isolada.

    - Como irá realizar o rebalanceamento entre todas essas posições diferentes que tem nos Activos Financeiros mais a nova posição em ETF para garantir que está de acordo com o risco que quer assumir? Tem uma alocação definida na sua mente para isso? Julgo que é bastante conveniente ter um plano de como medir e ajustar esse risco.

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    há 36 minutos, Francisco_ disse:

    Algumas opiniões que posso deixar pessoalmente, parte delas são mais para pensar sobre o assunto:

    - Se o objectivo é o longo prazo, porque razão deter um fundo que distribui dividendos (Fidelity Global Csnmr Inds A-Dis-EUR)? Muito ineficiente do ponto de vista fiscal.

    - Ao adicionar essa nova componente com os ETF que refere, o objectivo é atingir algum alvo de alocação global dos Activos Financeiros entre % de Acções e % de Obrigações? Eu tenho parte do meu investimento numa carteira de ETF, mas esta joga em conjunto com os restantes investimentos para formar um todo e não apenas como mais uma parte isolada.

    - Como irá realizar o rebalanceamento entre todas essas posições diferentes que tem nos Activos Financeiros mais a nova posição em ETF para garantir que está de acordo com o risco que quer assumir? Tem uma alocação definida na sua mente para isso? Julgo que é bastante conveniente ter um plano de como medir e ajustar esse risco.

    Antes demais muito obrigado pelo reply caro Francisco_! Respondendo às suas perguntas:

    - Não tinha pensado sinceramente nesse facto. A que implicações fiscais se refere?

    - Sim, o objetivo é neste momento 70/30 (Ações/Obrigações) e ir ajustando com a passagem do tempo sendo que tal como o Francisco_ vejo a carteira como um todo e não como produtos isolados.

    - Todos os produtos "BPI" serão para remover daí a aposta no NB PPR/OICVM com reforços mensais para substituição do PPR do BPI e o dinheiro resultante dos seguros de capitalização serão para reinvestir no momento em que atingirem a sua "maturidade".

    - Quanto ao rebalanceamento irei realizar 2 vezes por ano ajustado ao objetivo ações/obrigações sendo que poderei vender/comprar que possuo neste momento e esse é o conselho que gostava de ter da vossa parte. Apenas ETF? Apenas FI's? Os dois?

    Cumprimentos,

    RFFF

    Editado por RFFF
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    há 22 horas, Francisco_ disse:

    - Refiro-me a que cada vez que o fundo distribui dividendos (e não os acumula, capitalizando) é taxado imediatamente pelo IRS nesse mesmo ano sem controlo da sua parte. Adicionalmente, por vezes estes fundos distribuem dividendos com base no lucro gerado mas também com base no próprio capital, ou seja, estão a devolver-lhe parte do próprio capital que investiu e ainda leva com a Autoridade Tributária em cima.

    - A escolha de apenas ETF ou apenas FI do meu ponto de visto é centrada nos custos em que incorro para aplicar e deter o capital investido. Numa óptica de longo prazo (20-30 anos), ETF ou fundos com taxas/comissões anuais acima de 0,25% para mim estão logo excluidos à partida. Produtos PPR é outra conversa porque em Portugal não temos opções nessa gama de taxas/comissões e a grande mais valia são os beneficios fiscais de entrada e saida.

    - Vendo a parte dos activos financeiros como um todo de objectivo 70% acções e 30% obrigações, então eu verificaria na altura dos rebalanceamentos as percentagens que cada componente contribui para essa alocação e ajustava em conformidade. Pode é ser mais ou menos complexo dado o numero de produtos e as politicas de investimento que cada um faz (e altera frequentemente se for de gestão activa). É uma questão de jogar também com as implicações fiscais, dado que gerar mais valias parciais numa fase de acumulação é sempre indesejável. Ou seja, estar constantemente a vender UP de um ETF ou fundo para balancear o peso e reforçar outro ETF ou fundo é ineficiente e deve ser evitado.

    - Isso é algo que tenho bastante cuidado a analisar mas efetivamente esse passou-me. Tenho de ver a forma de distribuição pois nunca "recebi na conta" dividendos desse FI por isso nunca me saltou à vista e nunca vi esse meu erro nessa situação que reportou. Será possível por um acaso não ter havido distribuição desde que subscrevi o fundo?

    - Certo, os vários custos inerentes à "manutenção" dos ativos financeiros é algo bastante importante e na altura pareceram-me viáveis mas vou novamente analisar e ver em que ponto de situação me encontro nesse campo para verificar se não existiram alterações desde a minha última análise. Nos PPR estou a "apostar" nos benefícios de saída pois é investimento a longo prazo. Entretanto surgiu-me uma questão: vale a pena investir em PPR diferentes (produtos com objetivo semelhante mas de entidades diferentes) ao invés de centrar tudo num?

    - Penso que um FI/ETF nunca irá mudar drasticamente a sua politica de investimento e como a percentagem não é algo de extremamente rígido com algum controlo será algo que conseguirei fazer. Com o que disse surgiu-me uma questão: eu estava a olhar para o rebalanceamento da carteira apenas como comprar FI/ETF de modo a ajustar a percentagem. É um pensamento errado?

     

    Muito obrigado,

     

    Cumprimentos,

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    Francisco Martins
    2 hours ago, RFFF said:

    - Isso é algo que tenho bastante cuidado a analisar mas efetivamente esse passou-me. Tenho de ver a forma de distribuição pois nunca "recebi na conta" dividendos desse FI por isso nunca me saltou à vista e nunca vi esse meu erro nessa situação que reportou. Será possível por um acaso não ter havido distribuição desde que subscrevi o fundo?

    - Certo, os vários custos inerentes à "manutenção" dos ativos financeiros é algo bastante importante e na altura pareceram-me viáveis mas vou novamente analisar e ver em que ponto de situação me encontro nesse campo para verificar se não existiram alterações desde a minha última análise. Nos PPR estou a "apostar" nos benefícios de saída pois é investimento a longo prazo. Entretanto surgiu-me uma questão: vale a pena investir em PPR diferentes (produtos com objetivo semelhante mas de entidades diferentes) ao invés de centrar tudo num?

    - Penso que um FI/ETF nunca irá mudar drasticamente a sua politica de investimento e como a percentagem não é algo de extremamente rígido com algum controlo será algo que conseguirei fazer. Com o que disse surgiu-me uma questão: eu estava a olhar para o rebalanceamento da carteira apenas como comprar FI/ETF de modo a ajustar a percentagem. É um pensamento errado?

    Muito obrigado,

    Cumprimentos,

    - Sim, é possivel, eu desconheço a periodicidade de distribuição de dividendos desse fundo.

    - Pode valer a pena, depende dos seus objectivos e da carteira que pretende fazer.

    - Bem, a curto prazo (meses, um ano) existem inumeros exemplos de alocações de fundos PPR, mistos, flexiveis que apresentam variações significativas na mistura entre acções e obrigações/liquidez, isso pode alterar a nossa percepção de alocação global. Basta ler os limites que têm nas politicas de investimento, por exemplo "um minimo de 10% de acções e um máximo de 40%, um minimo de 30% de obrigações e um máximo de 70%". Se for num prazo mais longo, por exemplo, o AR PPR que há 10 anos atrás tinha basicamente obrigações soberanas e umas quantas acções e agora é basicamente obrigações de empresas e um quarto de acções. É a este tipo de alterações que estava a referir-me. Isso pode ou não ser fácil de acomodar e lidar. Sim, será sempre melhor rebalancear com reforços, mas por vezes isso pode não ser possivel, por isso é que disse "Pode é ser mais ou menos complexo dado o numero de produtos e as politicas de investimento que cada um faz".

    Editado por Francisco_
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