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  • FORMAS DE POUPAR

  • Visitante Salvador_

    ETFs (Exchange-Traded Funds)

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    Edge
    há 11 horas, Diogobc disse:

    Eu também ando a pensar e investigar nisso para não ter tudo na Degiro. A questão é que a diferença de preços e comissões para qualquer concorrente é tão grande, que dá vontade de continuar na Degiro e "ter fé" que são uma empresa que vai cá andar para as curvas nos próximos 30 anos sem problemas... É mesmo uma questão de fé lol

    Mas a melhor opção que vi até agora (usando apenas o critério de preços e comissões) é o Banco Carregosa, que tem a plataforma Gobulling. Têm balcão em Lisboa, já ando para lá ir há uns tempos mas não tenho tido tempo

    Eu uso a Degiro onde está a maioria Dos meus títulos e o Best.

    O valor da cobertura nas plataformas usadas (brokers e bancos) apenas “assegura” e poderá ser activado, em caso de falência ou trafulhice da própria plataforma.

    Mas em ETF’s, FI’s, ações e obrigações, as plataformas são “apenas” o intermediário.

    Ou seja, o risco está se a própria empresa (ou instituição) que emite os títulos for à falência e aí sim, o título dessa empresa poderá desaparecer.

    No caso de um Banco onde se tenham fundos, se “não estiver cá nos próximos anos”, os títulos continuam a pertencer à pessoa, tendo estes que passar para outra entidade gestora que por cá ande.

    O risco está mais na burocracia e eventuais custos desse processo.

    Por isso, para mim faz mais sentido diversificar nas entidades emissoras do que nas plataformas que nos guardam os títulos.

    Por exemplo, se numa carteira de 5 ETF’s, 4 deles pertencerem à Ishares, é mais arriscado do que se se mantiverem os 5 ETF’s na mesma plataforma, por exemplo Degiro.

    Mas de qualquer modo, eu sou da opinião de se ter o máximo de níveis de redução de risco possível. O que inclui diversificar também nas plataformas usadas.

    Mas isso depende principalmente da estratégia usada e também dos valores.

    Como falaste, as comissões em alguns casos são absurdamente altas. Por isso para algumas carteiras (e valores investidos) poderá não fazer sentido diversificar as plataformas sendo que se vai perder uma grande fatia de possíveis rendimentos.

    Tera de ser analisado caso a caso e fazendo alguma simulações. E claro, depende sempre de cada um!

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    CountingCents

    corrijam-me se estiver errado, mas os 20.000€ cobridos na Degiro é só sobre o dinheiro que lá tenham em fundo, não cobre os vossos títulos. ETF's, ações, fundos etc...

    esses são vossos e sempre serão, a não ser que a entidade das quais vocês têm títulos vá à falência. (Imaginem que têm ações da Tesla, só se a Tesla falir é que podem ter problemas, se a Degiro falir vocês continuam a ter as ações da Tesla, têm é que as passar para outra corretora.)

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    Diogobc

    Sim claro, o problema seria sempre uma situação de fraude/trafulhices por parte da Degiro. As acções e ETF's são sempre nossos e continuarão a ser, é só a questão de custos e chatices de passar a carteira para outro Broker... E também acho mais importante diversificar nos "emissores" dos ETF's e nas acções que se têm do que no Broker.

    Mas não deixo de dormir mais descansado se tiver uma parte do investimento noutra empresa. E se a Degiro desaparece de um dia para o outro, a plataforma desaparecer, os responsáveis fogem para umas ilhas esquisitas... o tempo o dinheiro até provares o que era teu ou não e conseguires pôr todos esses activos noutro broker...

    Claro que isto são tudo situações altamente improváveis mas... não é preciso dar exemplos de acontecimentos improváveis que afinal aconteceram pois não? :P

    Editado por Diogobc
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    Espadachim

    Boa tarde a todos.

    Peço-vos uma opinião sobre isto, se puderem.

    Depois de estudar um pouco, e para diversificar o risco, estou a investir mensalmente, desde há poucos meses, nestes quatro produtos:

    17,5% no ETF ISHARES MSCI WOR A - IE00B4L5Y983 
    17,5% no ETF ISHARES MSCI EUR A - IE00B4K48X80 
    35% no fundo de obrigações LYXOR MTS ALL MAT - LU1650490474
    30% no Alves Ribeiro PPR

    Tenho verificado que os ganhos com os ETF são anulados por perdas do Fundo de Obrigações - ou vice-versa, pelo que o rendimento está a ser inferior ao que esperava.

    Como sou um leigo na matéria, pergunto: há uma relação direta entre ganhos/perdas de ETF e Fundos de Obrigações? Ou seja, um produto normalmente anula o outro ou é uma situação conjuntural?

    Obrigado!

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    N.Rocha

    Eu diria que é para isso que serve a diversificação. Não juntar apenas ovos do mesmo tipo, faz com quando houver perdas, estas sejam amenizadas com ganhos noutro sector.

     

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    Francisco_

    Pequena e simples analise sobre rácio de alocação numa carteira de investimento entre os mercados agregados de acçoes e obrigações dos EUA entre 1926 e 2018 (utilizam o retorno dos índices agregados vistos anualmente):

    image.png.b66d7fbe480884497e60fde061d856f8.png

    Notar que a Rentabilidade Bruta Anualizada e´ antes de custos/encargos dos veiculos de investimento (fundos, etc) e antes de impostos e sem serem afectados pela inflação.

    Nada disto e´ novo (MPT, Efficient Frontier, etc, etc), apenas fiz isto nuns 30 minutos como brincadeira de contas de somar, subtrair e dividir. Basicamente o bonus da diversificacao aparece nos 10% a 20%, a partir desse ponto temos incrementos lineares de magnitude das perdas e decréscimo nao linear mas em passos de mais ou menos 0,04% da magnitude de ganhos a mais que sao conseguidos com a transferência sucessiva de blocos de 10% obrigacoes para acçoes.

    Acaba por ser uma primeira aproximaçao para decidir qual o racio de accoes/obrigacoes que queremos tomar num dado momento do nosso periodo de investimento face `as circunstancias pessoais (idade, familia, saude, rendimentos, etc).

    P0 representa a colocacao do dinheiro em depositos a prazo, assume-se 2% de retorno bruto anualizado porque assim por alto anularia a inflaçao anualizada e o retorno final seria 0 ou menos.

    Editado por Francisco_
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    Espadachim
    1 hour ago, Francisco_ said:

    Pequena e simples analise sobre rácio de alocação numa carteira de investimento entre os mercados agregados de acçoes e obrigações dos EUA entre 1926 e 2018 (utilizam o retorno dos índices agregados vistos anualmente):

    image.png.b66d7fbe480884497e60fde061d856f8.png

    Notar que a Rentabilidade Bruta Anualizada e´ antes de custos/encargos dos veiculos de investimento (fundos, etc) e antes de impostos e sem serem afectados pela inflação.

    Nada disto e´ novo (MPT, Efficient Frontier, etc, etc), apenas fiz isto nuns 30 minutos como brincadeira de contas de somar, subtrair e dividir. Basicamente o bonus da diversificacao aparece nos 10% a 20%, a partir desse ponto temos incrementos lineares de magnitude das perdas e decréscimo nao linear mas em passos de mais ou menos 0,04% da magnitude de ganhos a mais que sao conseguidos com a transferência sucessiva de blocos de 10% obrigacoes para acçoes.

    Acaba por ser uma primeira aproximaçao para decidir qual o racio de accoes/obrigacoes que queremos tomar num dado momento do nosso periodo de investimento face `as circunstancias pessoais (idade, familia, saude, rendimentos, etc).

    P0 representa a colocacao do dinheiro em depositos a prazo, assume-se 2% de retorno bruto anualizado porque assim por alto anularia a inflaçao anualizada e o retorno final seria 0 ou menos.

    Ou seja, Francisco, parece-me que os 50-50 que tenho atualmente acaba por ser uma decisão correta, uma vez que tem uma rentabilidade teórica bruta simpática, de 8,17%, com uma perda hipotética no pior ano aceitável. Concorda?

    On 12/5/2019 at 2:32 PM, EagleOne said:

    Quando dizes "Tenho verificado" é com quanto tempo de análise? Só poderá ser 2, 3 meses, pois as acções salvo raras excepções têm subido que nem loucas andado em máximos históricos levando a que as obrigações tenham de facto perdido alguma rentabilidade, o problema é quando começarem a estagnar e eventualmente descerem. É nessa fase que as obrigações servem de "amortecedor" a essas quedas. Claro que ninguém é dono da tal bola de cristal... Será que estas subidas de acções se vão manter? Ninguém sabe apenas se pode especular. O ideal claro era estar 100% do lado acções quando elas sobem, e do lado 0% obrigações quando estas descem... 

    Quanto à pergunta, dá de facto pano para mangas mas muito, muito genericamente verifica-se que existe de facto uma relação directa acções/obrigações e isso até podemos concluir estudando a natureza de cada uma. Mas como tu esta é a opinião de mais um leigo...

    De facto, é a 2 meses, que foi quando comecei com isto ;) Obrigado pela ajuda.

    Editado por Espadachim

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    Francisco_
    3 hours ago, Espadachim said:

    Ou seja, Francisco, parece-me que os 50-50 que tenho atualmente acaba por ser uma decisão correta, uma vez que tem uma rentabilidade teórica bruta simpática, de 8,17%, com uma perda hipotética no pior ano aceitável. Concorda?

    Por acaso nao fiz estas contas com base na pergunta que tinha colocado inicialmente (nao a tinha lido, para ser sincero), mas agora que fui ler o que colocou e juntando com o que indica, diria o seguinte:

    No meu caso penso desta forma para um investimento a longo prazo, se a pior perda hipotética indicada para os 50/50 (por exemplo)  em conjunto com uma perda de rendimentos mensais na ordem dos 15%-20% nao me leve a ser obrigado a vender as posiçoes da carteira num espaço de 1 a 2 anos, entao o mais provavel e´ estar confortavel com essa alocaçao. Mas isto e´ apenas uma maneira de aproximar a decisao, tem de pensar no seu caso e ver qual a melhor maneira.

    Editado por Francisco_

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    Bernardo Latino Tavares
    A 05/12/2019 às 13:23, Espadachim disse:

    Boa tarde a todos.

    Peço-vos uma opinião sobre isto, se puderem.

    Depois de estudar um pouco, e para diversificar o risco, estou a investir mensalmente, desde há poucos meses, nestes quatro produtos:

    17,5% no ETF ISHARES MSCI WOR A - IE00B4L5Y983 
    17,5% no ETF ISHARES MSCI EUR A - IE00B4K48X80 
    35% no fundo de obrigações LYXOR MTS ALL MAT - LU1650490474
    30% no Alves Ribeiro PPR

    Tenho verificado que os ganhos com os ETF são anulados por perdas do Fundo de Obrigações - ou vice-versa, pelo que o rendimento está a ser inferior ao que esperava.

    Como sou um leigo na matéria, pergunto: há uma relação direta entre ganhos/perdas de ETF e Fundos de Obrigações? Ou seja, um produto normalmente anula o outro ou é uma situação conjuntural?

    Obrigado!

    Bom dia, alguém me sabe dizer se o fundo AlvesRibeiro PPR só pode ser adquirido no banco invest?

    Se abrirmos conta no banco Invest existe alguma gestão de conta?

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    Francisco_
    30 minutes ago, Bernardo Latino Tavares said:

    Bom dia, alguém me sabe dizer se o fundo AlvesRibeiro PPR só pode ser adquirido no banco invest?

    Se abrirmos conta no banco Invest existe alguma gestão de conta?

    Sim, que eu tenha conhecimento nao existe outra forma.

    Pode nao existir se cumprir um de dois requisitos: ter pelo menos 5000€ em patrimonio no banco (a ordem, depositos prazo, fundos, ppr, etc) ou fazer um movimento na conta a ordem por mes. Por exemplo, pode transferir mensalmente o montante de reforço que quer colocar mensalmente no alves ribeiro para a conta ´a ordem do Invest e depois fazer o reforço no Alves Ribeiro PPR.

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    sepol

    Boa tarde,

    Tenho acompanhado o tópico, no sentido de aprender com todos vós.

    Tenho algum capital de que posso dispor de momento e queria diversificar a minha carteira, que, atualmente, está assim...

    Dívida Soberana 24%
    Obrigações 3%
    Taxa Plus 19%
    FI - Ações America 4%
    FI - Ações Europa 2%
    FI - SELECT DEFENSIVO CLASSE B 5%
    FI - SELECT DINAMICO CLASSE B 5%
    FI - SELECT MODERADO CLASSE B 9%
    PPR 20%
    Disponível para ETFs 9%

     

    Infelizmente, tem pouca racionalidade, fruto de investimentos ao longo dos anos e de uma tentativa de diversificação. Os PPR, que tenho vindo a reforçar, uso apenas para poder usufruir do reembolso do IRS. A dívida soberana, apesar de já estar com uma rentabilidade muito simpática, tenciono manter para receber o cupão.

    Ainda assim, de momento tenho disponível cerca de 10k euros que queria aproveitar para alocar a outros investimentos, em princípio ETF, por forma a diversificar o capital. Não é expectável que venha a necessitar o capital a curto prazo, uma vez que tenho depósitos de segurança. 

    No sentido de criar uma carteira equilibrada de ETF, a médio prazo (entre 5 a 10 anos) o que me sugerem?

    Obrigado pela vossa ajuda. Tenho 38 anos. 

    Abraço.

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    Mouro Emprestado
    A 15/11/2019 às 22:37, Mouro Emprestado disse:

    E hoje lá quebrou a barreira dos 3100 pontos, tendo fechado nos 3120 pontos.

    Em euros, o SP500 este ano está com uma rentabilidade acima de 30% eheheheheh.

    Mais 1 mês e mais 100 pontos no índice.

    Assim é "fácil" enriquecer.

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    Mouro Emprestado
    A 15/12/2019 às 14:44, sepol disse:

    No sentido de criar uma carteira equilibrada de ETF, a médio prazo (entre 5 a 10 anos) o que me sugerem?

    Obrigado pela vossa ajuda. Tenho 38 anos. 

    Abraço.

    Tens 2 alternativas.

    1) Refazes a carteira do zero, resgatando os fundos que tens por aí espalhado e fazes uma nova carteira global (ter "várias" carteiras espalhadas apenas para não assumir ganhos, apenas torna mais complicada a tomada de decisão).

    2) Continuas com o que tens e crias uma nova carteira apenas de ETFs para o montante livre que tens.

     

    Em ambos os casos, sem saber a tua apetência ao risco é impossível indicar-te uma carteira "correcta". Podes ter apetite por risco, podes ter zero apetite por risco, podes achar que tens apetite por risco, mas com perdas de 10% panicas como se não houvesse amanhã.

    Posto isto, uma carteira de ETFs deve ter apenas um ETF de acções mundiais e um ETF de obrigações soberanas, de prazo intermédio, com exposição ao Euro. Se querer adicionar um pouco de Ouro, para aparar eventuais ganhos e perdas (nunca mais que 25% numa lógica de Portfolio Permanente do Harry Browne), também não existe nenhum mal.

    Atenção aos custos de transacção, quanto mais ETFs, maiores os custos.

    PS: É ler este tópico desde o seu início.

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    Mouro Emprestado
    há 22 minutos, Mouro Emprestado disse:

    Mais 1 mês e mais 100 pontos no índice.

    Assim é "fácil" enriquecer.

    Ao mesmo tempo, a 20 anos o índice está com um ganho de cerca de 115% sem dividendos / 220% com dividendos.

    Ou seja, é tudo muito relativo (o copo pode estar meio vazio ou meio cheio).

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    sepol
    A 20/12/2019 às 15:08, Mouro Emprestado disse:

    Tens 2 alternativas.

    1) Refazes a carteira do zero, resgatando os fundos que tens por aí espalhado e fazes uma nova carteira global (ter "várias" carteiras espalhadas apenas para não assumir ganhos, apenas torna mais complicada a tomada de decisão).

    2) Continuas com o que tens e crias uma nova carteira apenas de ETFs para o montante livre que tens.

     

    Em ambos os casos, sem saber a tua apetência ao risco é impossível indicar-te uma carteira "correcta". Podes ter apetite por risco, podes ter zero apetite por risco, podes achar que tens apetite por risco, mas com perdas de 10% panicas como se não houvesse amanhã.

    Posto isto, uma carteira de ETFs deve ter apenas um ETF de acções mundiais e um ETF de obrigações soberanas, de prazo intermédio, com exposição ao Euro. Se querer adicionar um pouco de Ouro, para aparar eventuais ganhos e perdas (nunca mais que 25% numa lógica de Portfolio Permanente do Harry Browne), também não existe nenhum mal.

    Atenção aos custos de transacção, quanto mais ETFs, maiores os custos.

    PS: É ler este tópico desde o seu início.

    O rogado pela tua resposta. A nível de obrigações soberanas, que etf sugeres?

    Obrigado

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    N.Rocha

    Já ando para fazer esta questão há algum tempo. Porquê obrigações de prazo intermédio ao invés de um all maturities ( europeias apenas ), ex ? 

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    Mouro Emprestado

    Acções: iShares Core MSCI World

    Obrigações: LU1287023185

    Ouro: só está disponível CH0106027193

     

    É ler este tópico, onde já se falou detalhadamente sobre este assunto.

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    Mouro Emprestado
    há 1 hora, N.Rocha disse:

    Já ando para fazer esta questão há algum tempo. Porquê obrigações de prazo intermédio ao invés de um all maturities ( europeias apenas ), ex ? 

    É comparar ambos.

    As obrigações com todas as maturidades deverão acabar por ter uma "duração" média semelhante, dado que tem obrigações de curto, médio e longo-prazo.

    • Gosto 1

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