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  • FORMAS DE POUPAR

  • ETFs (Exchange-Traded Funds)


    Visitante Salvador_

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    Francisco Martins
    20 hours ago, msoares101 said:

    Olá a todos.

    Nos últimos tempos tenho vindo a pesquisar e a aprender sobre etfs para constituir a minha carteira de investimentos. A minha questão é que tenho lido que com as taxas de juro tão baixas, actualmente e no mundo actual não é uma boa opção comprar obrigações. Isto é verdade ou é apenas verdade até um certo ponto? 

    Antes pelo contrario, são essenciais em qualquer carteira e neste momento as oportunidades são diversas e interessantes, quer seja para estabilidade, quer seja para especulação com potenciais ganhos acima da média do mercado acionista.

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    há 31 minutos, Urso_Pardo disse:

    Antes pelo contrario, são essenciais em qualquer carteira e neste momento as oportunidades são diversas e interessantes, quer seja para estabilidade, quer seja para especulação com potenciais ganhos acima da média do mercado acionista.

    Obrigações é um instrumento que percebo na teoria mas não consigo muito bem "digerir" na prática. 

    Não tenho nenhumas em carteira. A percentagem que deveria estar alocada a obrigações está em dinheiro à espera de umas quedas razoáveis para reforçar a carteira de etf. 

    Quer elaborar um pouco sobre o porquê da importância das obrigações e em que medida há oportunidades no mercado neste momento? 

    Obrigado. 

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    há 2 horas, Urso_Pardo disse:

    A distribuição de 10% no ETF que segue REIT são feitos na base explicada anteriormente. O ETF da Vanguard que foi referenciado é de acumulação é não é gratuito na DeGiro.

    Cada compra/venda num ETF não gratuito fica-lhe em € 2,00 + 0,038% do montante transacionado.

    Se for investir os € 20.000 inicialmente em, por exemplo, uma carteira com 3 ETF pode esperar fazer as três transacções iniciais (€13,60) e depois cerca de 3 anuais (6,76€) a cada reforço/rebalanceamento de €2000. Logo no primeiro ano por cada incremento de 0,05% na TER que a sua carteira tenha pela escolha de outros ETF paga mais 10,00€. Não esquecer que a TER é aplicada sobre a totalidade do nosso investimento a cada ano que passa e que, por essa razão, funciona como um custo composto. Num investimento de longo prazo a noção de juro composto é a oitava maravilha do mundo, mas corta para os dois lados. Adicionalmente, é uma das poucas variáveis que podemos controlar completamente a nosso favor. Os desempenhos passados não garantem os desempenhos futuros, mas o custo escolhido é uma constante.

     

    Ok obrigado. No site a calculadora de custos apresenta outros custos mas estava confuso.

    Quanto à parte do REIT eu percebi, é este texto: "Basicamente os REIT são constituídos por acções que em grande parte já estão contidas em percentagem de capitalização bolsista no fundo de acções, o que está a ser feito aqui é uma decisão com base no valor do sector para a economia e assim sobrecarregar o peso relativo destas acções na carteira resultante."

    No entanto, a pergunta mantém-se: será assim tão relevante esse reforço de 10% de REIT tendo em conta o falado aqui no tópico que qualquer fundo com menos de 15% será insignificante?

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    Agradeço a paciência em responder tão detalhadamente e com esse gráfico tão ilustrativo. Realmente faz pensar se o maior retorno no muito longo prazo das ações compensa o risco. Basta um mau timming de entrada para ter uns anos valentes de espera pela inversão. Claro que se houver reforços frequentes a recuperação será mais rápida. Mas pelo que o gráfico mostra, uma percentagem razoável em obrigações pode render tanto ou mais do que as ações. 

    Já imprimi a sua resposta para ler várias vezes e interiorizar. 

    E quais os veículos de investimento mais adequados a um pequeno investidor? Fundos ou etf de obrigações? 

    Alguma sugestão concreta para as diferentes maturidades? 

    Desculpe o abuso. 

    Obrigado 

     

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    P2P Money Maker
    há 2 horas, Urso_Pardo disse:

    No que toca a investimentos a longo prazo (20-30 anos) aqui em Portugal estamos muito limitados pelo que não existe e devia existir, bem como pelo que existe e temos à disposição.

    Vejamos algumas hipóteses concretas para um pequeno investidor com um horizonte de longo prazo que pretende investir num fundo de obrigações:

    - Investir em obrigações através de um PPR
      Vantagem das deduções fiscais (maior ou menor, depende das outras deduções que já tem até chegar ao limite imposto pelas finanças)
      Vantagem de ser taxado no fim a 8%, por alto queremos que a soma das deduções fiscais efectuadas ao longo dos anos absorvam este impacto.  
      A desvantagem é a TER ser algures entre os ~1,2% e os ~1,5% nos melhores exemplos historicos (AR PPR e NB PPR)
      Com estas TER os Custos em % do Montante Final Líquido do Investimento são em média a 20 anos (~30%), a 25(~40%) e a 30 anos (~50%)
      Não é nada confortável, principalmente se a taxa de rendibilidade bruta anualizada ficar abaixo de uns 5%, nesse caso a rendibilidade bruta do seu investimento é quase dividida em partes iguais entre si a a entidade onde investe.
      No final de contas será uma hipótese para conter parte das obrigações da carteira, investindo no máximo até ao limite anual (2000€, 1750€ ou 1500€ conforme a idade)
      Digo isto porque este é o único veiculo onde podemos diversificar fiscalmente o nosso investimento de forma favorável sem ter muito trabalho
      (estou curioso para ver qual vai ser a efectiva implementação do denominado "PPR Europeu", que deve ainda distar uns 2 anos)

    - Investir em obrigações através de um Fundo de Investimento Mobiliário (FIM) nacional
      Não existem vantagens que eu veja, a não ser a familiaridade com as instituições (?) e a facilidade no processamento fiscal aquando do resgate
      A desvantagem é similar à acima descrita, mas vejamos um exemplo concreto com o NB Obrigações Europa através do site da CMVM para prazos de 20, 25 e 30 anos
      Tem uma TER de 1,4624%, não existindo custos de subscrição, acaba por ser a mesma conclusão que acima, mas para dar um exemplo:
      Vamos assumir que nos prazos de investimento a taxa de rendibilidade bruta (antes de custos, etc) iria ter anos melhores e piores mas que no fim seguia o histórico
      Se olharmos para o histórico deste fundo, desde 1994, vemos uma taxa de rendibilidade bruta anualizada de 6,26% (antes de custos, divulgada no relatório anual)
      Vamos investir €10.000 com estes dados e ver como ficamos no final:

      --Resultado da Simulação a 20 anos
        Montante Final Bruto do Investimento: 33.201,17 euros
        Montante Final Líquido do Investimento: 24.781,69 euros
        Custos a Suportar pelo Participante: 8.419,48 euros
        Custos em % do Montante Inicial do Investimento: 84,19%
        Custos em % do Montante Final Bruto do Investimento: 25,36%
        Custos em % do Montante Final Líquido do Investimento: 33,97%
        Custos a suportar pelo participante assumindo rendibilidade de 0%: 2535,90 euros

      --Resultado da Simulação a 25 anos
        Montante Final Bruto do Investimento: 44.816,89 euros
        Montante Final Líquido do Investimento: 31.093,07 euros
        Custos a Suportar pelo Participante: 13.723,82 euros
        Custos em % do Montante Inicial do Investimento:     137,24%
        Custos em % do Montante Final Bruto do Investimento: 30,62%
        Custos em % do Montante Final Líquido do Investimento: 44,14%
        Custos a suportar pelo participante assumindo rendibilidade de 0%: 3.062,20 euros

      --Resultado da Simulação a 30 anos
        Montante Final Bruto do Investimento: 60.496,47 euros
        Montante Final Líquido do Investimento: 39.011,84 euros
        Custos a Suportar pelo Participante: 21.484,64 euros
        Custos em % do Montante Inicial do Investimento: 214,85%
        Custos em % do Montante Final Bruto do Investimento: 35,51%
        Custos em % do Montante Final Líquido do Investimento: 55,07%
        Custos a suportar pelo participante assumindo rendibilidade de 0%: 3.551,39 euros

        NOTAS:
        A estes valores líquidos terá agora que retirar 28% de taxa IRS e depois ainda ajustar à inflação decorrida nestes períodos temporais.
        Observe-se e registe-se que estas duas entradas são independentes da taxa de rendibilidade do fundo:
        Custos em % do Montante Final Bruto do Investimento
        Custos em % do Montante Final Líquido do Investimento
        ou seja, por mais que o fundo renda irá sempre absorver as percentagens assinaladas do resultado do seu investimento.

     

    - Investir em obrigações através de um fundo de investimento internacional disponível numa instituição portuguesa
      Aplica-se exactamente o mesmo que acima, a única diferença é que bem escolhido pode ser que encontre TER mais baixas do que os fundos portugueses
      No entanto, eu ainda não encontrei nada atrativo em relação à opção seguinte, mesmo que encontre algo que seja 0,7-1% ainda será elevada demais
      Se encontrarem algo com no máximo 0,2% de TER, por favor divulguem!


    - Investir em obrigações através de um fundo trocado em bolsa (ETF) utilizando a DeGiro ou outra correctora com comissões de transação reduzidas
      A vantagem é óbvia, poderá escolher fundos com TER cerca de 10 vezes mais baixas do que a média do que encontra nas opções acima.
      As entradas Custos em % do Montante Final Bruto do Investimento e Custos em % do Montante Final Líquido do Investimento são reduzidas basicamente nessa proporção.                       Repare que a única diferença é a TER, se olhar para a rendibilidade anualizada do ETF da Xtrackers que segue o índice agregado das obrigações europeias recebe uma rendibilidade muito, mas muito similar.  Só para ter uma ideia da ordem de grandeza, faz-se umas continhas por alto num guardanapo e tomando o que foi assumido no exemplo do NB Obrigações Europa ficamos com o seguinte resultado para o horizonte de 30 anos:

      --Resultado da Simulação a 30 anos
        Montante Final Bruto do Investimento: 60.496,47 euros
        Montante Final Líquido do Investimento: 58.348,84 euros
        Custos a Suportar pelo Participante: 2.147,63 euros
        Custos em % do Montante Inicial do Investimento: 21,47%
        Custos em % do Montante Final Bruto do Investimento: 3,55%
        Custos em % do Montante Final Líquido do Investimento: 5,51%
        Custos a suportar pelo participante assumindo rendibilidade de 0%: 355,1 euros


        NOTAS:
        Para o mesmo investimento e rendimento fica com mais uns €19.000 do que se apostar no NB Obrigações Europa nestes 30 anos.
        Atingir o mesmo rendimento anualizado bruto é facilmente conseguido escolhendo um ETF completamente neutro no mercado, existem desde a Xtrackers, à Lyxor, etc.
        Existiriam outras hipóteses muito fáceis para ter um rendimento superior (com pouco mais risco, relativamente), por exemplo se tivesse escolhido apenas obrigações com maturidade intermédia 7-10 anos (~8% anualizado), ou tivesse escolhido uma mistura em partes iguais de obrigações a longo prazo +15-20 anos e obrigações de curto prazo 1-3 anos (~9% anualizado).

    Parabéns. Uma bíblia de post

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    Francisco Martins
    On 9/8/2019 at 11:33 PM, Guilhao said:

    Ok obrigado. No site a calculadora de custos apresenta outros custos mas estava confuso.

    Quanto à parte do REIT eu percebi, é este texto: "Basicamente os REIT são constituídos por acções que em grande parte já estão contidas em percentagem de capitalização bolsista no fundo de acções, o que está a ser feito aqui é uma decisão com base no valor do sector para a economia e assim sobrecarregar o peso relativo destas acções na carteira resultante."

    No entanto, a pergunta mantém-se: será assim tão relevante esse reforço de 10% de REIT tendo em conta o falado aqui no tópico que qualquer fundo com menos de 15% será insignificante?

    Dito por outras palavras: ao sobrecarregar vai ficar com um peso global em REIT que estará algures entre os 10 e os 20%, dependendo do peso que alocar nos fundos generalistas. É uma das hipóteses, se isso é do seu interesse é uma decisão sua que pode até testar/ajustar nas diversas ferramentas disponíveis na Internet.

    Editado por Urso_Pardo
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    Mouro Emprestado
    há 21 horas, G_carvalho disse:

    Boa tarde Fórum

    Há alguma forma de quantificar/concretizar os dividendos acumulados nos ETF´s da degiro?

    Pelo site e app não consigo definir quanto foi reinvestido em dividendos acumulados.

    Obrigado

    Nos ETFs de acumulação, queres saber a dividend yeld?

    Provavelmente tens de procurar na informação dos próprios ETFs, se é que isso existe, porque totalmente irrelevante.

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    há 1 minuto, Mouro Emprestado disse:

    Nos ETFs de acumulação, queres saber a dividend yeld?

    Provavelmente tens de procurar na informação dos próprios ETFs, se é que isso existe, porque totalmente irrelevante.

    Pq irrelevante?

    Se nos etf´s que distribuem dividendos sabes quanto estás a receber dos mesmos porque não saber quanto está a ser reinvestido nos etf´s de acumulação?

     

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    Mouro Emprestado
    Agora mesmo, G_carvalho disse:

    Pq irrelevante?

    Se nos etf´s que distribuem dividendos sabes quanto estás a receber dos mesmos porque não saber quanto está a ser reinvestido nos etf´s de acumulação?

     

    Estás a pôr então em causa os índices em si.

    Porque os ETFs têm de ter um tracking error muito curto, caso contrário as pessoas trocam por outro ETF que se aproxime mais do índice.

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    Comprei um etf mundial de ações ha uns tempos e gostava agora de reforçar (ou comprar outro parecido) mas tambem adicionar um de obrigações para baixar o risco.

    Tenho lido as mensagens por aqui mas há tantos parecidos que estou um pouco perdido sobre qual escolher, ou que combinação usar.  será suficiente um de ações + outro de obrigações?

    A vantagem da Degiro é apenas para quem faz reforços regulares ou existe alguma outra vantagem? Como penso reforçar raramente (2x por ano, max) se a vantagem for só essa nao valia a pena abrir conta.

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    há 14 horas, Mouro Emprestado disse:

    Estás a pôr então em causa os índices em si.

    Porque os ETFs têm de ter um tracking error muito curto, caso contrário as pessoas trocam por outro ETF que se aproxime mais do índice.

    Não compreendi o alcance da sua resposta, certamente por defeito meu.

    Não há maneira de concretizar quanto se tem acumulado em dividendos em etf acc, ou porque acha que isso não importa?

    obrigado

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    Mouro Emprestado
    há 29 minutos, G_carvalho disse:

    Não compreendi o alcance da sua resposta, certamente por defeito meu.

    Não há maneira de concretizar quanto se tem acumulado em dividendos em etf acc, ou porque acha que isso não importa?

    obrigado

    Não sei se isso explica a tua dúvida, mas compara os 2 seguintes ETFs:

    IE00B4L5Y983

    IE00B0M62Q58

    São "iguais", mas um acumula dividendos e outro distribui. Se olhares para o histórico com os dividendos, a difrença entre eles é mínimo/irrisório.

    Mas o histórico é substancialmente diferente se não considerares os dividendos no ETF que os distribui.

    E sim, acho que isso não importa para nada.

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    Francisco Martins
    1 hour ago, lowfin said:

    Comprei um etf mundial de ações ha uns tempos e gostava agora de reforçar (ou comprar outro parecido) mas tambem adicionar um de obrigações para baixar o risco.

    Tenho lido as mensagens por aqui mas há tantos parecidos que estou um pouco perdido sobre qual escolher, ou que combinação usar.  será suficiente um de ações + outro de obrigações?

    A vantagem da Degiro é apenas para quem faz reforços regulares ou existe alguma outra vantagem? Como penso reforçar raramente (2x por ano, max) se a vantagem for só essa nao valia a pena abrir conta.

    Qual o ETF de acções e em que entidade é que o tem?

    Depende da sua estrategia, mas se for a do investidor comum a longo prazo então é suficiente.

    A vantagem actual de utilizar uma correctora como a DeGiro está exemplificada mais acima nas mensagens deste tópico (ainda nesta pagina). Note que a escolha do ETF de obrigações irá estar limitada pela entidade que escolher utilizar.

    Editado por Urso_Pardo
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    há 24 minutos, Urso_Pardo disse:

    Note que a escolha do ETF de obrigações irá estar limitada pela entidade que escolher utilizar.

    Alguma sugestão de etf interessante no Banco carregosa e para fazer par com o iwda? 

    De preferência cotado na bolsa de Amesterdão, porque cada compra só custa 5 EUR. 

    Obrigado

    Editado por Smaug
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    Obrigado. No fim de semana vou olhar para todos com calma. 

    Pode ser um qq da euronext que o custo de aquisição é o mesmo. 

    Entretanto como já tenho o AR PPR até ao limite do dedutível para a minha idade qual conjugaria melhor com o iwda e o AR PPR? Se bem que o ppr é para ser utilizado para amortizar o crédito habitação a cada período de 5 anos, como a lei permite, pelo que, à partida, não será para manter a muito longo prazo a não ser que as condições de mercado sejam desfavoráveis ao resgate no prazo previsto. 

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    há 5 horas, Urso_Pardo disse:

    Qual o ETF de acções e em que entidade é que o tem?

    Depende da sua estrategia, mas se for a do investidor comum a longo prazo então é suficiente.

    A vantagem actual de utilizar uma correctora como a DeGiro está exemplificada mais acima nas mensagens deste tópico (ainda nesta pagina). Note que a escolha do ETF de obrigações irá estar limitada pela entidade que escolher utilizar.

    O que tenho atualmente é o DB X-TRACKERS MSCI W (XMWO GY DB X-TRACKERS MSCI WORLD INDEX) , no banco invest.

    O objetivo é para manter a longo prazo, mas penso que devia ter pelo menos alguma % num de obrigações para reduzir um pouco o risco de uma descida que se prevê para breve (ou não).

    Editado por lowfin
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    Francisco Martins
    1 hour ago, Smaug said:

    Obrigado. No fim de semana vou olhar para todos com calma. 

    Pode ser um qq da euronext que o custo de aquisição é o mesmo. 

    Entretanto como já tenho o AR PPR até ao limite do dedutível para a minha idade qual conjugaria melhor com o iwda e o AR PPR? Se bem que o ppr é para ser utilizado para amortizar o crédito habitação a cada período de 5 anos, como a lei permite, pelo que, à partida, não será para manter a muito longo prazo a não ser que as condições de mercado sejam desfavoráveis ao resgate no prazo previsto. 

    Nesse caso estaria mais inclinado a colocar num de obrigações cujo prazo seja intermédio.

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