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  • FORMAS DE POUPAR

  • ETFs (Exchange-Traded Funds)


    Visitante Salvador_

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    On 8/13/2019 at 6:34 PM, Mouro Emprestado said:

    CH0106027193 

    Muito obrigado.

    Já agora, no justETF diz que esse ETF é a distribuir: https://www.justetf.com/ch-en/etf-profile.html?isin=CH0106027193

    O que é que há para distribuir neste ETF? Não é apenas acompanhar o preço do ouro?

    Entretanto, estive a ver na Degiro e não me parece que este ETF esteja disponível para ser transaccionado em €.

    Editado por Risvol Aisas
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    Se comprar um etf de obrigações europeias de médio prazo ( ex: Lyxor EuroMTS 5-7Y ) significa que neste momento esse fundo investe parte do capital em obrigações com taxas de juro negativas?

    Ainda não consegui formar uma opinião sobre etfs de obrigações, principalmente neste ambiente de taxas de juro negativas. A ideia de pagar para investir custa a entrar.

    Alguém tem opinião informada sobre o assunto ou pode recomendar fontes de informação para o mesmo?

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    Em relação a ETFs sobre obrigações, quais os vossos critérios para escolher um?

    Tenho andado a pesquisar e não consigo encontrar um que seja, mais ou menos, global, ou seja, que inclua um pouco de tudo (government, corporate, investment grade, high yield, developed, emerging markets, etc, etc, etc).

    Já agora, de que maneira é que as taxas negativas influenciam as bonds? Supostamente a sua valorização não deveria aumentar ainda mais, uma vez que preço da bond e tx de juro da bond estão inversamente relacionados? 

    A minha pesquisa levou-me a estes 3:

    https://www.justetf.com/de-en/etf-profile.html?query=LU1650490474&groupField=index&from=search&isin=LU1650490474

    https://www.justetf.com/de-en/etf-profile.html?query=LU0290355717&groupField=index&from=search&isin=LU0290355717 

    https://www.justetf.com/de-en/etf-profile.html?query=LU1287023003&groupField=index&from=search&isin=LU1287023003

    (este 3º é o que menos gosto porque só tem bonds com maturidades intermédias, os anteriores têm para todos os prazos).

    O que vos parece?

    Obrigado.

    Editado por Risvol Aisas
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    Já agora, em termos de asset allocation estava a pensar fazer o seguinte:

    85% Acções

    (dos quais 75% estariam no IWDA e 10% no IEMA; isto porque, segundo a MSCI, a empresa que organiza os indíces que são utilizados como benchmark para estes ETFs, as developed economies representam cerca de 88% da valorização bolsista mundial, enquanto que os emerging markets representam apenas 12%, logo 85% * 88% = 75%)

    10% Bonds

    (para decidir que percentagem alocar a Bonds decidi utilizar aquela fórmula de subtrair a 110 a nossa idade e o resultado dessa conta é a percentagem que alocamos a Acções, enquanto que o resto fica para as Bonds; tenho 27 anos, logo 110 - 27 = 83, que eu depois arredondei para 85%; como queria também ter ouro na minha carteira reduzi as bonds para 10%; o que acham deste raciocínio?)

    5% Ouro

    (não incluo REITs porque os ETFs de Acções já incluem empresas REITs)

     

    Comentem, sff  :) 

    Editado por Risvol Aisas
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    Mouro Emprestado
    há 3 horas, Risvol Aisas disse:

    Muito obrigado.

    Já agora, no justETF diz que esse ETF é a distribuir: https://www.justetf.com/ch-en/etf-profile.html?isin=CH0106027193

    O que é que há para distribuir neste ETF? Não é apenas acompanhar o preço do ouro?

    Não sei explicar a razão para esse ETF ser de "distribuição" no justetf.com, porque de facto o ouro não distribui dividendos.

    O que posso garantir é que de facto no seu historial nunca distribuiu dividendos.

    há 2 horas, Patrone disse:

    Se comprar um etf de obrigações europeias de médio prazo ( ex: Lyxor EuroMTS 5-7Y ) significa que neste momento esse fundo investe parte do capital em obrigações com taxas de juro negativas?

    Ainda não consegui formar uma opinião sobre etfs de obrigações, principalmente neste ambiente de taxas de juro negativas. A ideia de pagar para investir custa a entrar.

    Alguém tem opinião informada sobre o assunto ou pode recomendar fontes de informação para o mesmo?

    O problema não é tanto as taxas de juro serem negativas, mas sim se as taxas de juro podem ainda baixar mais ou não (não tenho resposta).

    Tanto que, este ano, os fundos/ETFs de obrigações estão com retornos espectaculares (e quanto maior a sua duração, maior o seu retorno), ainda que as taxas estivessem já no limiar do 0%.

    há 1 hora, Risvol Aisas disse:

    Em relação a ETFs sobre obrigações, quais os vossos critérios para escolher um?

    Simples, obrigações soberanas sempre (de preferências sem países PIIGS).

    Se quero obrigações corporativas, é preferível aumentar a alocação às acções.

    Depois é escolher a duração do fundo/ETF, dependendo do tipo de carteira (porque existem carteiras cujas obrigações devem ser de longo-prazo, outras de prazo intermédio, etc).

     

    há 1 hora, Risvol Aisas disse:

    Tenho andado a pesquisar e não consigo encontrar um que seja, mais ou menos, global, ou seja, que inclua um pouco de tudo (government, corporate, investment grade, high yield, developed, emerging markets, etc, etc, etc).

    Já agora, de que maneira é que as taxas negativas influenciam as bonds? Supostamente a sua valorização não deveria aumentar ainda mais, uma vez que preço da bond e tx de juro da bond estão inversamente relacionados? 

    A minha pesquisa levou-me a estes 3:

    https://www.justetf.com/de-en/etf-profile.html?query=LU1650490474&groupField=index&from=search&isin=LU1650490474

    https://www.justetf.com/de-en/etf-profile.html?query=LU0290355717&groupField=index&from=search&isin=LU0290355717 

    https://www.justetf.com/de-en/etf-profile.html?query=LU1287023003&groupField=index&from=search&isin=LU1287023003

    (este 3º é o que menos gosto porque só tem bonds com maturidades intermédias, os anteriores têm para todos os prazos).

    O que vos parece?

    Obrigado.

     

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    Mouro Emprestado
    há 48 minutos, Risvol Aisas disse:

    Já agora, em termos de asset allocation estava a pensar fazer o seguinte:

    85% Acções

    (dos quais 75% estariam no IWDA e 10% no IEMA; isto porque, segundo a MSCI, a empresa que organiza os indíces que são utilizados como benchmark para estes ETFs, as developed economies representam cerca de 88% da valorização bolsista mundial, enquanto que os emerging markets representam apenas 12%, logo 85% * 88% = 75%)

    10% Bonds

    (para decidir que percentagem alocar a Bonds decidi utilizar aquela fórmula de subtrair a 110 a nossa idade e o resultado dessa conta é a percentagem que alocamos a Acções, enquanto que o resto fica para as Bonds; tenho 27 anos, logo 110 - 27 = 83, que eu depois arredondei para 85%; como queria também ter ouro na minha carteira reduzi as bonds para 10%; o que acham deste raciocínio?)

    5% Ouro

    (não incluo REITs porque os ETFs de Acções já incluem empresas REITs)

     

    Comentem, sff  :) 

    IMHO, tens mesmo noção do risco nessa carteira? 85% em acções? Tinhas levado com umas perdas de 40% em 2000-2002 e em 2007-2009.

    E para além disso, esses 5% de ouro não vão fazer nada (nem para cima nem para baixo).

    O ouro (ou outro activo qualquer), ou tem um peso de 15% na carteira e faz de contrabalanço nas alturas de maior stresse nos mercados, ou potencialmente é apenas um activo "morto" na carteira. 

    No teu caso, mais que andar a seguir uns bitaites quaisquer na internet, testava diferentes alocações para o passado e comparava entre elas (dá para ires testando no justetf.com mesmo na conta básica ou se fores bom no excel para tratares dos dados, podes testar isso no portfolio visualizer). Se calhar tinhas umas boas (ou más) surpresas.
     

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    Francisco Martins

    Risvol Aisas, como é habitual o Mouro Emprestado já disse praticamente tudo, queria apenas dizer o seguinte:

    Suponho que, dado a sua idade, esta seja uma alocação inicial para um prazo bem longo (30-40 anos), e que não vai cair na tentação de quebrar a regra que apresenta como fundamentento da sua decisão à medida que for envelhecendo e o rebalanceamento anual imponha 1% a menos de acções e 1% a mais de obrigações. Por curiosidade, essa regra aqui há uns anos era de subtrair a idade actual ao número 100.

    Digo isto porque, aos 27 anos, apresenta uma clara subnutrição no que concerne à volatilidade dos seus investimentos. Agora poderá estar avido de comer esta volatilidade ao pequeno almoço, mas deve preparar-se mentalmente para desligar toda e quaisquer noticias financeiras, economicas e politicas se seguir esta alocação. Caso não o faça, vai ter diversos momentos onde terá uma vontade incontrolavel de alterar a alocação ao sabor dos altos e baixos ciclicos que o mercado apresenta, visto terem um impacto muito significativo no valor da sua carteira de investimento.

    Isto tudo para dizer que, tendo eu a sua idade e estando numa situação profissional estavel  cujo rendimento liquido anual permitisse custear acima de 120% das minhas despesas anuais, colocaria um minimo de 25% de obrigações na alocação inicial.

    5 hours ago, Risvol Aisas said:

    Já agora, em termos de asset allocation estava a pensar fazer o seguinte:

    85% Acções

    (dos quais 75% estariam no IWDA e 10% no IEMA; isto porque, segundo a MSCI, a empresa que organiza os indíces que são utilizados como benchmark para estes ETFs, as developed economies representam cerca de 88% da valorização bolsista mundial, enquanto que os emerging markets representam apenas 12%, logo 85% * 88% = 75%)

    10% Bonds

    (para decidir que percentagem alocar a Bonds decidi utilizar aquela fórmula de subtrair a 110 a nossa idade e o resultado dessa conta é a percentagem que alocamos a Acções, enquanto que o resto fica para as Bonds; tenho 27 anos, logo 110 - 27 = 83, que eu depois arredondei para 85%; como queria também ter ouro na minha carteira reduzi as bonds para 10%; o que acham deste raciocínio?)

    5% Ouro

    (não incluo REITs porque os ETFs de Acções já incluem empresas REITs)

     

    Comentem, sff  :) 

     

    Editado por Urso_Pardo
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    há 1 hora, Urso_Pardo disse:

    Isto tudo para dizer que, tendo eu a sua idade e estando numa situação profissional estavel  cujo rendimento anual permitisse custear ate 120% das minhas despesas anuais, colocaria um mínimo de 25%

    Pode desenvolver estes 120%? 

    Editado por Smaug
    E
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    Francisco Martins

    Sim, eu devia ter lido novamente a frase para a reescrever antes de submeter a resposta. Entretanto editei, o que eu queria dizer é que só avançaria para uma alocação com um limite inferior de 25% de obrigações se estivesse com um contrato  de trabalho sem termo (ou a termo mas com muito provável passagem a sem termo num futuro próximo) e um rendimento anual liquido que fosse superior em pelo menos 20% da totalidade das minhas despesas anuais. Não vejo racional em estar a investir numa carteira onde posso ter perdas de 50% em valor se não tenho estabilidade na minha vida profissional e a criação de cerca de 3 meses de folga num ano para fazer face a imprevistos. Em cada ano vejo a renovação do fundo de emergência e seu natural investimento caso não haja imprevistos.

    Editado por Urso_Pardo
    • Obrigado 1
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    há 21 horas, Urso_Pardo disse:

    Sim, eu devia ter lido novamente a frase para a reescrever antes de submeter a resposta. Entretanto editei, o que eu queria dizer é que só avançaria para uma alocação com um limite inferior de 25% de obrigações se estivesse com um contrato  de trabalho sem termo (ou a termo mas com muito provável passagem a sem termo num futuro próximo) e um rendimento anual liquido que fosse superior em pelo menos 20% da totalidade das minhas despesas anuais. Não vejo racional em estar a investir numa carteira onde posso ter perdas de 50% em valor se não tenho estabilidade na minha vida profissional e a criação de cerca de 3 meses de folga num ano para fazer face a imprevistos. Em cada ano vejo a renovação do fundo de emergência e seu natural investimento caso não haja imprevistos.

     

    há 9 horas, Smaug disse:

    Ok. Obrigado. 

    Em suma, trabalhar com uma margem de segurança razoável. 

    Cada vez sinto que é mais desnecessário um fundo de emergência razoável.

    Por dois fatores:

    1- Se seguirem o tópicos dos Cartões de Crédito e melhores beneficios, percebem que em portugal e pagando por entidade e referencia é perfeitamente possivel ter 10 ou 15K de saldo em diversos cartões (todos sem custos) e usar uns para pagar os outros sem pagar qualquer tipo de juros. Aqui são 15K de fundo de maneio.

    2 - Tenho alguns valores investidos em plataformas p2p com mercado secundário. Em várias destas plataformas Mintos, Raize, Viventor, Iuvo o mercado secundários é super liquido e portanto é fácil e 2 ou 3 dias liquidar pelo menos 50% do portfolio e transferir para a conta.

    Entre estas duas componentes, acho que demoravam 3 ou 4 anos a matar-me à fome :P

    Cada vez tenho sentido necessidade de um fundo de maneio menor e só o vou aumentar quando existir expectativa de comprar um carro ou qualquer despesa grande.

    Editado por IceMan1910
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    há 1 hora, IceMan1910 disse:

    1- Se seguirem o tópicos dos Cartões de Crédito e melhores beneficios, percebem que em portugal e pagando por entidade e referencia é perfeitamente possivel ter 10 ou 15K de saldo em diversos cartões (todos sem custos) e usar uns para pagar os outros sem pagar qualquer tipo de juros. Aqui são 15K de fundo de maneio.

    A ver se percebi:

    Tenho por exemplo 5 cartões com um plafond de 3000 EUR. 

    O que propõe é usar o primeiro e gastar o plafond. No final dos +- 50 dias pago o valor em divida com o segundo. Mais 50 dias e pago o segundo com o terceiro. E assim sucessivamente até reiniciar o processo. O que acontece é que na realidade apenas pago o valor quase um ano depois. Na teoria parece fácil. Mas se no mês 2 acumular mais outra dívida de 3000 a coisa pode tomar proporções difíceis de controlar. 

    No entanto, e como fundo de emergência para quem tiver rendimento estável e não quiser ter o dinheiro parado pode ser interessante estudar o processo. 

    Confesso que uso há anos o cartão de crédito para pagar quase tudo mas só tenho um e pago sempre no final do mês. Nunca me tinha passado pela cabeça fazer o rollover da dívida para a pagar só quando me for mais conveniente. 

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    há 1 hora, Smaug disse:

    A ver se percebi:

     Tenho por exemplo 5 cartões com um plafond de 3000 EUR. 

    O que propõe é usar o primeiro e gastar o plafond. No final dos +- 50 dias pago o valor em divida com o segundo. Mais 50 dias e pago o segundo com o terceiro. E assim sucessivamente até reiniciar o processo. O que acontece é que na realidade apenas pago o valor quase um ano depois. Na teoria parece fácil. Mas se no mês 2 acumular mais outra dívida de 3000 a coisa pode tomar proporções difíceis de controlar. 

     No entanto, e como fundo de emergência para quem tiver rendimento estável e não quiser ter o dinheiro parado pode ser interessante estudar o processo. 

     Confesso que uso há anos o cartão de crédito para pagar quase tudo mas só tenho um e pago sempre no final do mês. Nunca me tinha passado pela cabeça fazer o rollover da dívida para a pagar só quando me for mais conveniente. 

    É exatamente isso.

    E isso dá a potencialidade de afastar completamente o recibimento de cash (vencimento) dos gastos efetivos... é praticamente irrelevante se se recebe hoje, na proxima semana, ou dois meses em simultâneo. Paga-se a divida dos cartões quando é conviniente.

    Como é obvio isto não é para todos... é só para pessoas organizadas e que percebem os conceitos do dinheiro (que acredito serem quase todos os users deste forum). Mas bem aplicado isto é uma ferramenta muito poderosa.

    À muito que me deixei do conceito do "dia de receber". É complementamente irrelevante. Desde que entre :) tenho flexibilidade. Já existiram periodos em que tenho 500 euros em aberto e periodos em que tive 10K em aberto. Nunca paguei 1 centimo de juros :)

    Enquanto durar, é proveitar.

    • Obrigado 1
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    Estou aqui a brincar com o justetf.com e um fundo que procurava dizia que só estava disponível em alguns países (incluindo Portugal). Reparei que estava como investidor da Suiça. Queria mudar para Portugal mas não aparece. Alguém sabe como o fazer? Meti como se fosse espanhol, se calhar não faz diferença em termos de comparações nem do que está disponível ou não, mas se alguém souber como meter de Portugal que diga se faz favor!

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    Olá a todos.

    Nos últimos tempos tenho vindo a pesquisar e a aprender sobre etfs para constituir a minha carteira de investimentos. A minha questão é que tenho lido que com as taxas de juro tão baixas, actualmente e no mundo actual não é uma boa opção comprar obrigações. Isto é verdade ou é apenas verdade até um certo ponto? 

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    A 03/09/2019 às 15:51, Urso_Pardo disse:

    --Hipótese B (acções globais e obrigações globais ou europeias)

    30 % Xtrackers Eurozone Government Bond UCITS ETF 1C ISIN LU0290355717 ou iShares Core Global Aggregate Bond UCITS ETF EUR Hedged (Acc) ISIN IE00BDBRDM35

    55 % SPDR MSCI World UCITS ETF ISIN IE00BFY0GT14

    15 % iShares Core MSCI Emerging Markets IMI UCITS ETF ISIN IE00BKM4GZ66

     

    --Hipótese C (mercados globais e obrigações globais ou europeias com desvio para REIT)

    30 % Xtrackers Eurozone Government Bond UCITS ETF 1C ISIN LU0290355717 ou iShares Core Global Aggregate Bond UCITS ETF EUR Hedged (Acc) ISIN IE00BDBRDM35

    45 % SPDR MSCI World UCITS ETF ISIN IE00BFY0GT14

    15 % iShares Core MSCI Emerging Markets IMI UCITS ETF ISIN IE00BKM4GZ66

    10 % REIT Amundi ETF FTSE EPRA NAREIT Global UCITS ETF DR ISIN LU1437018838

    Estive a dar uma vista de olhos e parece-me que vou optar mesmo por uma destas 2 hipóteses. Algumas coisa em relação a isto:

    1) Esses 10% em real estate será boa ideia? Pelo que tenho lido aqui no tópico, várias pessoas dizem que menos de 15% nem vale a pena colocar na carteira.

    2) Em relação às obrigações, o Xtrackers tem maior TER e por isso estaria inclinado para o iShares. Esse tem obrigações de todo o mundo mas como faz cobertura da moeda nem se coloca o problema do câmbio.

    3) Nas ações agrada-me mais essa distribuição entre o SPDR MSCI e iShares do que o Vanguard FTSE All-World UCITS ETF (IE00B3RBWM25) da hipótese E pois esse Vanguard é de distribuição.

    4) Nenhuma destas opções (excepto o Vanguard) são dos ETFs gratuitos na Degiro. Alguém me consegue ajudar em relação aos custos que iria incorrer tanto na hipótese B como C usando estes ETFs na Degiro? E se fossem ETFs parecidos mas gratuitos? Imaginemos um investimento inicial de 20000€ e reforço anual de 2000€. Sinceramente, a calculadora de custos no site deles deixou-me um bocado confuso.

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    há 9 horas, Smaug disse:

    O vanguard parece que não é de distribuição. 

    Se pesquisar no Just etf com o ISIN que o user Urso_Pardo deu verá que é de acumulação. Creio eu. 

     

    Realmente ao ver vários, devo ter pegado no errado. De qualquer maneira, esse Vanguard apesar de não ser de distribuição passa para os não gratuitos da Degiro. Em relação aos SPDR MSCI e iShares tem a vantagem de ser só um fundo pagando menos comissões mas a desvantagem de não se conseguir equilibrar as percentagens como queremos e maior TER. Continuo inclinado para os 2 em vez do Vanguard.

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    Na minha perspectiva há vantagens e desvantagens. Depende do que quer fazer. Se procura um investimento totalmente passivo o Vanguard é melhor porque replica o peso dos mercados emergentes tal e qual como eles contribuem para o valor global. 

    Se no futuro o peso for maior, o etf faz o rebalanceamento sozinho. 

    Se prefere por exemplo ter menos exposição aos mercados emergentes nem valerá a pena ter um etf de mercados emergentes, pois o reflexo na carteira será insignificante. 

    Se pretende tentar bater o mercado e aumentar a percentagem de exposição aos mercados emergentes, aí faz sentido ter o etf específico e atribui lhe o peso que deseja. 

    Quanto custa na degiro investir uma ou duas vezes por ano num etf não gratuito esse valor de que fala? 

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    há 1 minuto, Hugo Medeiros disse:

    Para quem quer começar a investir em ETF's, por onde se guiar para começar? Tenho tentado procurar e não encontro nada que explique o processo de como o fazer...

    Ainda não leu este fórum desde o início... Senão já sabia responder a essa pergunta... 

    O meu conselho é que leia este e outros fóruns que há pela net para aprender. 

    Mas resumindo:

    Abre conta num banco ou corretora o mais barata possível. (degiro, carregosa, big, etc) 

    Investe em leitura e em aprender como isto funciona e então decide que tipo de de carteira quer ter. Ações? Obrigações? Commodities? 

    Em que percentagem?

    Depois procura um etf barato que represente o seu desejo. 

    Depois é só comprar. 

     

     

     

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    há 3 horas, Smaug disse:

    Na minha perspectiva há vantagens e desvantagens. Depende do que quer fazer. Se procura um investimento totalmente passivo o Vanguard é melhor porque replica o peso dos mercados emergentes tal e qual como eles contribuem para o valor global. 

    Se no futuro o peso for maior, o etf faz o rebalanceamento sozinho. 

    Se prefere por exemplo ter menos exposição aos mercados emergentes nem valerá a pena ter um etf de mercados emergentes, pois o reflexo na carteira será insignificante. 

    Se pretende tentar bater o mercado e aumentar a percentagem de exposição aos mercados emergentes, aí faz sentido ter o etf específico e atribui lhe o peso que deseja. 

    Quanto custa na degiro investir uma ou duas vezes por ano num etf não gratuito esse valor de que fala? 

    Realmente o meu objetivo é ser um investimento passivo e não tentar vencer o mercado.

    Sim falo nesse valor mas no site, na parte dos custos é um pouco confuso. Aparecem vários custos e até fica mais caro escolhendo "gratuito" que "Portugal".

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    Francisco Martins
    19 hours ago, Guilhao said:

    Estive a dar uma vista de olhos e parece-me que vou optar mesmo por uma destas 2 hipóteses. Algumas coisa em relação a isto:

    1) Esses 10% em real estate será boa ideia? Pelo que tenho lido aqui no tópico, várias pessoas dizem que menos de 15% nem vale a pena colocar na carteira.

    2) Em relação às obrigações, o Xtrackers tem maior TER e por isso estaria inclinado para o iShares. Esse tem obrigações de todo o mundo mas como faz cobertura da moeda nem se coloca o problema do câmbio.

    3) Nas ações agrada-me mais essa distribuição entre o SPDR MSCI e iShares do que o Vanguard FTSE All-World UCITS ETF (IE00B3RBWM25) da hipótese E pois esse Vanguard é de distribuição.

    4) Nenhuma destas opções (excepto o Vanguard) são dos ETFs gratuitos na Degiro. Alguém me consegue ajudar em relação aos custos que iria incorrer tanto na hipótese B como C usando estes ETFs na Degiro? E se fossem ETFs parecidos mas gratuitos? Imaginemos um investimento inicial de 20000€ e reforço anual de 2000€. Sinceramente, a calculadora de custos no site deles deixou-me um bocado confuso.

    A distribuição de 10% no ETF que segue REIT são feitos na base explicada anteriormente. O ETF da Vanguard que foi referenciado é de acumulação é não é gratuito na DeGiro.

    Cada compra/venda num ETF não gratuito fica-lhe em € 2,00 + 0,038% do montante transacionado.

    Se for investir os € 20.000 inicialmente em, por exemplo, uma carteira com 3 ETF pode esperar fazer as três transacções iniciais (€13,60) e depois cerca de 3 anuais (6,76€) a cada reforço/rebalanceamento de €2000. Logo no primeiro ano por cada incremento de 0,05% na TER que a sua carteira tenha pela escolha de outros ETF paga mais 10,00€. Não esquecer que a TER é aplicada sobre a totalidade do nosso investimento a cada ano que passa e que, por essa razão, funciona como um custo composto. Num investimento de longo prazo a noção de juro composto é a oitava maravilha do mundo, mas corta para os dois lados. Adicionalmente, é uma das poucas variáveis que podemos controlar completamente a nosso favor. Os desempenhos passados não garantem os desempenhos futuros, mas o custo escolhido é uma constante.

     

    Editado por Urso_Pardo
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