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    Visitante Salvador_

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    Criei estas FAQ  com questões de iniciação que são colocadas recorrentemente neste tópico. Desta forma, é mais fácil responder encaminhando para este post. Se tiverem alguma sugestão de melhoria, comu

    É verdade, há muita gente que não sabe as características/vantagens dos PPR's e não os usa como deveria. Eu, atualmente, não uso nenhum PPR porque considero que apesar de serem uma muito boa ideia, as

    Eu gostava de perguntar o seguinte aos mais experientes aqui do fórum : Seria mais lógico/útil fazer um post inicial com FAQ ou com uma série de informações que os users novos pedem constantement

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    A 22/08/2019 às 11:12, Smaug disse:

    Vê se fiscalmente esse será o melhor para ti. 

    Esse da Vanguard distribui dividendos que o António Costa e companhia têm o gosto de taxar a 28%. Não será melhor um que acumule os dividendos? A longo prazo pode fazer muita diferença. 

    Não sei se o da Lyxor é de distribuição ou de acumulação... 

    Outra coisa, dizem os entendidos que os etf de replicação física do índice são menos arriscados. Esse lyxor não é de replicação por swaps ou outra coisa semelhante? Já consideraste por exemplo o cspx também por 5 euros no carregosa? É de acumulação de dividendos e de replicação física.. 

    É só uma sugestão, claro. 

    Estou a tentar perceber melhor a fiscalidade portuguesa dos ETFs quando os vendemos. Se o ETF distribui dividendos, sempre que esta distribuição ocorre são tributados 28% desse montante. Quando o ETF acumula dividendos, esse montante é re-investido no capital do ETF automaticamente, não estando sujeito nesta etapa a qualquer tributação. No entanto, se por exemplo vendermos o ETF na totalidade, não nos será cobrado os mesmos 28% sobre o lucro obtido com o ETF? Ou seja, no final de contas, não vai dar exactamente ao mesmo?

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    P2P Money Maker

    Sim, mas consegues controlar a data e o momento em que serás tributado e balancear menos e mais valias que eventualmente tenhas para pagar menos imposto. Com a distribuição de dividendos não tens esse poder. Além de que se for reinvestido e o ETF continuar a crescer em termos de rentabilidade tens a vantagem de o valor reinvestido crescer à mesma taxa.  Não descurar ainda que de acordo com a teoria de Modigliani & Miller o valor das ações desce no exacto valor do dividendo ex date pelo que não há qualquer vantagem em ter ações, fundos ou ETFs que distribuam dividendos sem ser a eventual distribuição mais ou menos constante e expectável de rendimentos  -  esta parte final é texto meu.

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    há 1 hora, dancanelas disse:

    Estou a tentar perceber melhor a fiscalidade portuguesa dos ETFs quando os vendemos. Se o ETF distribui dividendos, sempre que esta distribuição ocorre são tributados 28% desse montante. Quando o ETF acumula dividendos, esse montante é re-investido no capital do ETF automaticamente, não estando sujeito nesta etapa a qualquer tributação. No entanto, se por exemplo vendermos o ETF na totalidade, não nos será cobrado os mesmos 28% sobre o lucro obtido com o ETF? Ou seja, no final de contas, não vai dar exactamente ao mesmo?

    Acho que de uma perspectiva apenas matemática, com a distribuição de dividendos, os 28% que entrega ao estado não são reinvestidos, logo, no periodo n+1 e subsequentes, estará a investir menos capital.

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    há 2 minutos, elkefro disse:

    Acho que de uma perspectiva apenas matemática, com a distribuição de dividendos, os 28% que entrega ao estado não são reinvestidos, logo, no periodo n+1 e subsequentes, estará a investir menos capital.

    Precisamente. 

    E além disso é importante ter em conta que poderá haver uma comissão no reinvestimento do dividendo recebido... 

     

    • Gosto 1
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    há 19 horas, Edge disse:
    A 26/08/2019 às 19:25, Smaug disse:

    Por curiosidade, qual é esse PPR do banco big?

    Existem 2 que têm tido boas performances nos últimos tempos:

    PPR BIG Ações Alpha

    PPR BIG Taxa Plus

    Há algum sítio / ferramenta onde possamos sobrepor estes produtos e compará-los com, por exemplo, o AR PPR? 

    Também gostava de comparar a performance do fundo Santander ações América com por exemplo o etf CSPX. 

    SE alguém puder ajudar, agradeço. 

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    Mouro Emprestado
    há 1 hora, Smaug disse:

    Há algum sítio / ferramenta onde possamos sobrepor estes produtos e compará-los com, por exemplo, o AR PPR? 

    Também gostava de comparar a performance do fundo Santander ações América com por exemplo o etf CSPX. 

    SE alguém puder ajudar, agradeço. 

    Desde que tenhas o ISIN do produto, podes experimentar no mornigstar espanhol ou alemão.

    Caso a morningstar não tenha os PPRs, podes experimentar a Bloomberg, desde que tenhas o código da bloomberg para cada PPR (e há ferramentas online que "convertem" o código ISIN no código da bloombeg por exemplo), embora neste caso só tenhas historial para os últimos 5 anos. 

     

    • Obrigado 1
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    há 8 minutos, Mouro Emprestado disse:

    Desde que tenhas o ISIN do produto, podes experimentar no mornigstar espanhol ou alemão.

    Caso a morningstar não tenha os PPRs, podes experimentar a Bloomberg, desde que tenhas o código da bloomberg para cada PPR (e há ferramentas online que "convertem" o código ISIN no código da bloombeg por exemplo), embora neste caso só tenhas historial para os últimos 5 anos. 

     

    Obrigado. Vou dar uma vista de olhos. 

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    A 27/08/2019 às 16:25, Edge disse:

    Bem, o @Mouro Emprestado já te deu umas excelentes dicas.

    Para complementar (e tornar a tua decisão mais difícil ?) existe também várias outras carteira que poderão ser interessantes.

    Vê este site: https://www.bogleheads.org/wiki/Lazy_portfolios

    Eu decidi fazer uma adaptação da carteira do David Swensen.

    Algo como 55% ações (world + emergentes)  + 30% Obrigações (europa + USA) + 15% Reit

    Compliquei um bocadinho e decidi introduzir FI’s para isto!

    As minhas premissas são as mesmas, simplesmente decidi incluir mais um nível de proteção e diversificar não só nos instrumentos, como também na ferramenta usada (ETF’s + FI’s e bancos + correctoras) devido a vários factores.

    Quanto às maturidade para as obrigações, o recomendado para o teu horizonte temporal é de médio/logo prazo. Algo com mínimo de 7 a 10 anos.

    Mas como foi dito, primeiro define a tua aceitação ao risco e os objetivos e depois de estudares as opções, avança!

    Não existe a fórmula mágica de one fits all! O mais importante de tudo: avança em algo que te deixe dormir à noite!

     

    Que REITs tens?

    Não estou contente com nenhum...

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    Boa tarde a todos,

    Entrei com uma participação no ETF IWDA, acções (big caps) de paises desenvolvidos e queria complementar este trade com um de obrigações.

    A ideia será algo muito simples do género 60,65/40,35 de rebalanceamento anual, algo de longo prazo +5y e um bocado para o lazy.

    Cheguei a estas duas que talvez me sirvam e peço a vossa opinião:

    1- Lyxor EuroMTS All-Maturity Investment Grade (DR) UCITS ETF , ISIN:LU1650490474  (não gosto muito do facto de se centrar na Europa, mas podia dividir com outra de exposição US)

    ou

    2 - Amundi ETF J.P. Morgan Government Bond Global UCITS ETF DR EUR Hedged, ISIN: LU1708330235 (esta já me parece mais global e "parecido" com as acções do IWDA)

    O que acham? Existem outras melhores? 

    Agradeço desde já todos os inputs, estes fóruns são de facto muito valiosos para nos irmos instruindo financeiramente.

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    Francisco Martins

    Boa tarde,

    Para esses objectivos convem que as obrigacoes que compoem o ETF sejam emitadas na nossa moeda (EUR), dado que deter obrigacoes emitidas em outra moeda (USD, outra...) e' estar a acrescer um risco cambial directo que nao e desejavel. Ou seja, para alem dos riscos do emissor da obrigacao, fica ainda com as flutuacoes cambiais de moedas que nao usa no dia a dia. A opcao para minorar este risco e' pagar o hedge cambial como e' feito nesse ETF que apresenta como 2ª opcao.

    Para o longo prazo, tambem e' importante que a replicaçao seja fisica, que tenha a TER o mais baixo possivel e que o volume seja consideravel.

    Dito isto, em minha opiniao, a 1ª opcao e' satisfatoria, existindo um outro similar que tem uma TER ligeiramente mais reduzida e tres vezes o volume:

    Xtrackers Eurozone Government Bond UCITS ETF 1C ISIN LU0290355717

    Para a 2ª opcao, existe outro que tambem pode considerar. A diferença e' que este investe tanto em paises desenvolvidos como emergentes, tendo uma TER bastante menor:

    iShares Core Global Aggregate Bond UCITS ETF EUR Hedged (Acc) ISIN IE00BDBRDM35

    Sao quatro boas opcoes por onde escolher, eu preferia ter o LU0290355717, dado ter um rendimento melhor face 'a volatilidade apresentada e por ser divida emitida unicamente em EUR sem ter de estar preocupado com o risco cambial (mesmo tendo os outros o referido hedge para o minorar). Mas as outras opces tambem apresentam pontos interessantes.

     

     

     

    Editado por Urso_Pardo
    • Obrigado 1
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    há 2 horas, Urso_Pardo disse:

    Boa tarde,

    Para esses objectivos convem que as obrigacoes que compoem o ETF sejam emitadas na nossa moeda (EUR), dado que deter obrigacoes emitidas em outra moeda (USD, outra...) e' estar a acrescer um risco cambial directo que nao e desejavel. Ou seja, para alem dos riscos do emissor da obrigacao, fica ainda com as flutuacoes cambiais de moedas que nao usa no dia a dia. A opcao para minorar este risco e' pagar o hedge cambial como e' feito nesse ETF que apresenta como 2ª opcao.

    Para o longo prazo, tambem e' importante que a replicaçao seja fisica, que tenha a TER o mais baixo possivel e que o volume seja consideravel.

    Dito isto, em minha opiniao, a 1ª opcao e' satisfatoria, existindo um outro similar que tem uma TER ligeiramente mais reduzida e tres vezes o volume:

    Xtrackers Eurozone Government Bond UCITS ETF 1C ISIN LU0290355717

    Para a 2ª opcao, existe outro que tambem pode considerar. A diferença e' que este investe tanto em paises desenvolvidos como emergentes, tendo uma TER bastante menor:

    iShares Core Global Aggregate Bond UCITS ETF EUR Hedged (Acc) ISIN IE00BDBRDM35

    Sao quatro boas opcoes por onde escolher, eu preferia ter o LU0290355717, dado ter um rendimento melhor face 'a volatilidade apresentada e por ser divida emitida unicamente em EUR sem ter de estar preocupado com o risco cambial (mesmo tendo os outros o referido hedge para o minorar). Mas as outras opces tambem apresentam pontos interessantes.

     

     

     

    Obrigado pela resposta, estive a fazer uma análise e parece que esse Xtrackers é mesmo a melhor opção, é uma fotocópia do Lyxor, mas em termos de comissões de gestão é também melhor (0.05% vs 0.17%) todos os pózinhos contam... Esta comparação é só de um ano já que o da Amundi é recente está abaixo dos outros, a comissão por transacção é negativa (-0.01%)? Não sabia que faziam descontos :) 

    Acho curioso também que apesar de o ETF Amundi ser de outros países que não a Eurozone a evolução se tenha comportado quase como uma sombra, ainda que com rent um pouco inferiores.

    Esse da iShares até me parece o mais adequado a "emparelhar" com o IWDA (por ser mais global), mas para além de não o ver à venda no Best, tem alguma exposição a empresas, algo que eu também não desejava.

    chart.jpg

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    Boa tarde.

    Estive a ler as primeiras páginas em que o Visitante Salvador_ explica a estratégia e o porquê de a aplicarmos. Ele continua a vir aqui ou já deixou de frequentar este forum?

    Até ao final do ano tenho 11mil a vencer de certificados do tesouro. Ou seja, seria uma boa oportunidade para aplicar a estratégia do Visitante Salvador_ e depois fazer reforços anuais. Já tenho conta no BEST mas seria lá o melhor sítio para aplicar isto? Ou algo como a DeGiro seria melhor em termos de comissões?

    Atualmente, que fundos e percentagens recomendariam para esta estratégia?

    Posso adiantar que é para ser um investimento a longo prazo (o ideal seria não precisar de retirar antes de passarem pelo menos 20 anos mas nunca se sabe) com reforços anuais. E não precisa de ter tantos ETFs como a estratégia do Salvador, até porque para os valores em causa pode não compensar. Quero dentro do possível, ter fundos de acumulação.

    Editado por Guilhao
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    há 7 horas, Guilhao disse:

    Boa tarde.

    Estive a ler as primeiras páginas em que o Visitante Salvador_ explica a estratégia e o porquê de a aplicarmos. Ele continua a vir aqui ou já deixou de frequentar este forum?

    Até ao final do ano tenho 11mil a vencer de certificados do tesouro. Ou seja, seria uma boa oportunidade para aplicar a estratégia do Visitante Salvador_ e depois fazer reforços anuais. Já tenho conta no BEST mas seria lá o melhor sítio para aplicar isto? Ou algo como a DeGiro seria melhor em termos de comissões?

    Atualmente, que fundos e percentagens recomendariam para esta estratégia?

    vê os conselhos do Mouro e lê o tópico fundos de investimento.

     

    Editado por rui_marreiros
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    Francisco Martins
    On 9/2/2019 at 12:19 PM, Guilhao said:

    Boa tarde.

    Estive a ler as primeiras páginas em que o Visitante Salvador_ explica a estratégia e o porquê de a aplicarmos. Ele continua a vir aqui ou já deixou de frequentar este forum?

    Até ao final do ano tenho 11mil a vencer de certificados do tesouro. Ou seja, seria uma boa oportunidade para aplicar a estratégia do Visitante Salvador_ e depois fazer reforços anuais. Já tenho conta no BEST mas seria lá o melhor sítio para aplicar isto? Ou algo como a DeGiro seria melhor em termos de comissões?

    Atualmente, que fundos e percentagens recomendariam para esta estratégia?

    Posso adiantar que é para ser um investimento a longo prazo (o ideal seria não precisar de retirar antes de passarem pelo menos 20 anos mas nunca se sabe) com reforços anuais. E não precisa de ter tantos ETFs como a estratégia do Salvador, até porque para os valores em causa pode não compensar. Quero dentro do possível, ter fundos de acumulação.

    Boa tarde Guilhao,

    Esta a referir-se a esta carteira?

    Quote

     

    TLT - Barclays 20+ Year Treasury Bond Fund – 15%; -------------------------------------> Obrigações de longo prazo

    ITE - SPDR Barclays Capital Intermediate Term Treasury ETF – 5%; -----------------------> Obrigações de médio prazo

    GLD/SGOL - SPDR Gold Shares /Physical Swiss Gold Shares – 15%; ------------------------> Ouro

    DBC - PowerShares DB Commodity Index Tracking Fund – 7.5%; --------------------------> Matérias Primas

    VNQ/VNGI - Vanguard REIT ETF/ Vanguard Global ex-U.S. Real Estate ETF – 10% ----------> Imobiliário

    VBR – Vanguard Small-Cap Value ETF – 15%; --------------------------------------------> Acções empresas de pequena capitalização na optica de valor (Comprar empresas baratas)

    VPL - Vanguard MSCI Pacific ETF – 10%; ------------------------------------------------> Empresas em acções da área do pacífico dos desenvolvidos

    VGK - Vanguard MSCI Europe ETF – 10%; -----------------------------------------------> A Velhinha Europa

    VWO - Vanguard MSCI Emerging Markets ETF – 12.5%; -----------------------------------> Mercados Emergentes

     

    Não consigo perceber o sentido de querer replicar as opções e decisões de investimento desta carteira mas ao mesmo tempo dizer que não precisa de ter tantos ETFs. Ao retirar classes de activos ou aglomerar subclasses de activos vai estar a distorcer as mecânicas da estratégia. Se isso vai ter impacto significativo (dado que algumas posições detidas nesta carteira estão francamente fraccionadas) nos ganhos futuros em relação ao original é outra conversa que num objectivo de longo prazo ainda coloca mais variaveis nas decisões activas que são tomadas.

    Se o investimento que vai realizar for em ETF, então é muito provavel que a DeGiro seja a opção mais em conta (quer para o curto como o longo prazo devido aos necessários rebalanceamentos). Em todo o caso, para esse montante que refere e objectivo de longo prazo, o mais importante na minha opinião é:

    - Indexar a mercados vastos e não incorrer em escolhas de sectores da economia ou estratégias direcionadas/vectorizadas das subclasses de activos. Quanto mais passivo e seguidor do vasto mercado de capitalização que indexa, melhor;

    - TER da carteria ser o mais baixa possivel, algo a rondar os 0,10 - 0,15% baseado na oferta existente;

    - Rebalancear anualmente sem excepção, bem como em margens fixas de desvio absoluto e relativo, por exemplo 5% / 25% (nota: é aconselhável não escolher produtos financeiros cujo mínimo de reforço ou valor da UP seja muito superior a 10-15% do montante disponível anualmente para reforço)

    - Manter um jogo de alocação entre acções e obrigações. Uma regra geral é acompanhar o minimo de alocação a obrigações com a nossa idade (30 anos = 30% obrigações, 35 anos  = 35 % obrigações) e ter isso em conta nos rebalanceamentos anuais;

    - Ter em atenção a fiscalidade e taxação de dividendos/mais valias em que incorre. Para rebalancear, na medida dos possiveis sempre com dinheiro adicional para incrementar as posições que desceram;

    - Ponderar este investimento com os já existentes e reformular em concordância. Para mim não há "ilhas" de investimentos, tudo tem de casar na estratégia global.

    - Juntar tudo o dito acima e produzir uma carteira o mais simples possível de compreender, gerir e manter com um rumo certo e duradouro.

    Julgo que com estas indicações é possível abrir o site do banco ou correctora com que pretende trabalhar e agir em conformidade, alocando o seu dinheiro em 2 a 4 ETF.

    Como comentário final, o que é mais prejudicial para a nossa sanidade mental num investimento a longo prazo não é ganhar o mesmo que a média do mercado, mas sim perder acima da média do mercado.

    Editado por Urso_Pardo
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    há 3 minutos, Urso_Pardo disse:

    Boa tarde Guilhao,

    Esta a referir-se a esta carteira?

    Não consigo perceber o sentido de querer replicar as opções e decisões de investimento desta carteira mas ao mesmo tempo dizer que não precisa de ter tantos ETFs. Ao retirar classes de activos ou aglomerar subclasses de activos vai estar a distorcer as mecânicas da estratégia. Se isso vai ter impacto significativo (dado que algumas posições detidas nesta carteira estão francamente fraccionadas) nos ganhos futuros em relação ao original é outra conversa que num objectivo de longo prazo ainda coloca mais variaveis nas decisões activas que são tomadas.

    Se o investimento que vai realizar for em ETF, então é muito provavel que a DeGiro seja a opção mais em conta (quer para o curto como o longo prazo devido aos necessários rebalanceamentos). Em todo o caso, para esse montante que refere e objectivo de longo prazo, o mais importante na minha opinião é:

    - Indexar a mercados vastos e não incorrer em escolhas de sectores da economia ou estratégias direcionadas/vectorizadas das subclasses de activos. Quanto mais passivo e seguidor do vasto mercado de capitalização que indexa, melhor;

    - TER da carteria ser o mais baixa possivel, algo a rondar os 0,10 - 0,15% baseado na oferta existente;

    - Rebalancear anualmente sem excepção, bem como em margens fixas de desvio absoluto e relativo (5% / 25%);

    - Manter um jogo de alocação entre acções e obrigações. Uma regra geral é acompanhar o minimo de alocação a obrigações com a nossa idade (30 anos = 30% obrigações, 35 anos  = 35 % obrigações) e ter isso em conta nos rebalanceamentos anuais;

    - Ter em atenção a fiscalidade e taxação de dividendos/mais valias em que incorre. Para rebalancear, na medida dos possiveis sempre com dinheiro adicional para incrementar as posições que desceram;

    - Ponderar este investimento com os já existentes e reformular em concordância. Para mim não há "ilhas" de investimentos, tudo tem de casar na estratégia global.

    - Juntar tudo o dito acima e produzir uma carteira o mais simples possível de compreender, gerir e manter com um rumo certo e duradouro.

    Julgo que com estas indicações é possível abrir o site do banco ou correctora com que pretende trabalhar e agir em conformidade, alocando o seu dinheiro em 2 a 4 ETF.

    Como comentário final, o que é mais prejudicial para a nossa sanidade mental num investimento a longo prazo não é ganhar o mesmo que a média do mercado, mas sim perder acima da média do mercado.

    Obrigado pela resposta.

    Eu estava a referir-me à estratégia do Salvador no sentido do que ele disse que seria ter algo que pudesse apanhar tudo (ou o mais possível) desde ações de vários locais, obrigações com diferentes prazos, imobiliário e possivelmente matérias primas/ouro.

    Agora, replicar essa carteira, não sei se com 10mil ou mesmo 20mil será recomendado ter uns 9 ETFs devido às comissões.

    Quanto aos seus pontos, como já disse, o objetivo é mesmo ser abrangente, tenciono rebalancear anualmente ou sempre que haja essas diferenças significativas (e tentar fazê-lo com compras evitando as vendas) e evitar ETFs com dividendos. Realmente nunca tinha ouvido falar nisso da idade=% de obrigações e confesso que não sei o que é o TER da carteira (uma pesquisa rápida pelo google não trouxe resultados).

    Não é minha intenção encontrar alguma ilha, portanto estou à procura de conselhos e utilizar investimentos que já existem ou parecidos. Possivelmente utilizar ETFs sem comissões da degiro, mitigando alguns custos.

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    Francisco Martins

    Sim, o montante e veículos de investimento disponíveis limitam as nossas escolhas de investimento e estratégias subjacentes.

    Eu tentei expor-lhe um conjunto de regras base com as quais pode constituir um investimento a longo prazo limitado pelas condicionantes que indicou.

    TER refere-se aos custos associados em deter um investimento ao longo de um determinado periodo. Os valores que referi são anuais em percentagem do valor global da posição detida.

    Julgo que não entendeu a referência a "ilha de investimento". O que está escrito indica que qualquer investimento deve ter em conta os investimentos que já possuimos, ou seja, não deve ser considerado isoladamente, ou como uma ilha, mas sim como parte de um continente.

     

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    Ok percebi agora a "ilha". Neste momento tenho um fundo no BEST mas provavelmente ao acabo com ele na altura de investir (é de gestão ativa) ou mantenho e utilizo como percentagem das ações. São 1400€. De resto tenho certificados do tesouro.

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    Obrigado. Acertou praticamente na idade, são 31! Ou seja, o mais recomendado parece-lhe ou a B ou a C para valores de 10mil a 20mil, correto? Também tenho tempo para analisar e pensar pois só em Outubro vence a maior parte dos certificados.

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    Francisco Martins

    Sabe, eu apenas apresentei umas hipóteses, a decisão deve ser sua e tomada em consciência que deve ser para 30 anos (parece um casamento à antiga!).

    Ter-me aparecido o conceito de casamento lembrou-me uma outra faceta que surge muito à medida que nos embrenhamos mais neste mundo dos investimentos: paz de espírito e refrear a sede de optimização (acho que consegue fazer a metáfora para esta questão no casamento).

    Com base nisso fica mais uma hipótese utilizando os ETF que referi acima, que terá uma TER que irá caminhar para o alvo desejável de 0,10-0,15% à medida que os anos passam e converte acções e outros para obrigações.

    --Hipótese E (mercados globais e obrigações globais com desvios para REIT globais e Ouro)

    30 % iShares Core Global Aggregate Bond UCITS ETF EUR Hedged (Acc) ISIN IE00BDBRDM35

    45 % Vanguard FTSE All-World UCITS ETF (USD) Accumulating ISIN IE00BK5BQT80

    10 % REIT Amundi ETF FTSE EPRA NAREIT Global UCITS ETF DR ISIN LU1437018838

    15 % Ouro UBS ETF (CH) Gold (USD) A-dis ISIN CH0106027193

    TER carteira (30 anos): 0,30×0,10+0,45×0,25+0,10×0,24+0,15×0,23 = 0,201 %

    É fácil verificar que à medida que envelhece e converge para as obrigações a TER encaminha-se para valores mais reduzidos, o que também é importante porque fica na razão inversa do crescimento do capital investido e reforçado ao longo dos anos.

    Para completar a metáfora, com isto fica trancado num casamento onde tem todos os tipos de mulheres ao mesmo tempo, nunca fica com a ideia se deve apostar mais neste ou naquele mercado, nesta ou naquela região, num ou noutro vector/tactica, se nos desenvolvidos ou nos emergentes. O rebalanceamento interno dos ETF fará essa decisão por si baseada nos pesos da capitalização global que se irá alterar com o passar dos anos.

     

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