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  • FORMAS DE POUPAR

  • ETFs (Exchange-Traded Funds)


    Visitante Salvador_

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    há 8 horas, Les Paul disse:

    Olá,

    Sim posso-te confirmar que contam como duas bolsas para os custos de conectividade. Nesse caso eu apostaria nos ETFs grátis da Degiro uma vez que € 2,00 + 0,038% é quando pagas por transação para esses ETFs na bolsa de Milão, por isso penso que compensa o custo de conexão de 2 bolsas. Por curiosidade onde viste essa informação do volume?

    Muito obrigado pela confirmação! Sem dúvida que compensa os grátis via euronexts diferentes ainda assim :(

    em relação aos volumes, podes ver na própria degiro, por exemplo agora:

     

    ishares na euronext - 66.313

    ishares em Milão - 86.982

     

    lyxor na euronext - 1

    lyxor em Milão - 191

     

    Abraço!

    Screenshot_20190824-092825_DEGIRO.jpg

    Screenshot_20190824-092845_DEGIRO.jpg

    Screenshot_20190824-092906_DEGIRO.jpg

    Screenshot_20190824-092918_DEGIRO.jpg

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    há 2 horas, Ribinhas disse:

    Muito obrigado pela confirmação! Sem dúvida que compensa os grátis via euronexts diferentes ainda assim :(

    em relação aos volumes, podes ver na própria degiro, por exemplo agora:

     

    ishares na euronext - 66.313

    ishares em Milão - 86.982

     

    lyxor na euronext - 1

    lyxor em Milão - 191

     

    Abraço!

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    Obrigado,

    Para ter uma visão mais global vi que no Yahoo Finance tem o volume médio: 

    Lyxor EUROMTS 5-7Y -> Avg. Volume -> Paris: 793 / Milão: 2444

    iShares Core MSCI World -> Avg. Volume -> Amsterdão: 81131 / Milão: 99578

    De facto em Milão o volume é superior mas não sei se será uma questão problemática. Alguém como mais experiência poderá dar a sua opinião também.

     

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    A 23/08/2019 às 21:51, Mouro Emprestado disse:

     

    Esses ganhos é considerando os dividendos brutos, sem tributação.

    Podes comparar nos gráficos com e sem dividendos, verás que sem dividendos as versões INC têm menor rentabilidade (a qual respeita à dividend yeld).

    Não entendi a segunda frase @Mouro Emprestado. Consegues explicar melhor e como vejo/comparo esses graficos ?

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    A 23/08/2019 às 12:45, Visitante Liz disse:

    Uma questão: cheguei a contactar o invest para este ppr e disseram que, para isso, tinha de abrir conta e ter lá 5000€... ?

    Boas,

    Faz-te sócio da DECO pagas uma mensalidade de 7€ e consegues abrir o PPR por 1000€.

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    há 21 minutos, Perucao disse:

    Boas,

    Faz-te sócio da DECO pagas uma mensalidade de 7€ e consegues abrir o PPR por 1000€.

    7*12=84

    84/1000=8.4%

    Para investir 1000 eur pagar 84 eur/ano corresponde a uma "comissão anual" de 8.4%. Faz sentido...? Nope

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    há 34 minutos, Perucao disse:

    Boas,

    Faz-te sócio da DECO pagas uma mensalidade de 7€ e consegues abrir o PPR por 1000€.

    Aproveitando a deixa, vale a pena subscrever a DECO para obter acesso à secção Proteste Investe?

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    Como já foi dito anteriormente a DECO recebe umas comissões dos produtos que recomenda. Logo não sei se essa DECO investimentos ou lá como se chama será muito isenta. É tenho ideia que não é muito barato, pois não? 

    Atenção, não estou a dizer que a DECO só recomenda lixo, mas apenas que as recomendações deles são para ler sempre com espírito crítico e verificar se não há alternativas mais adequadas... 

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    há 44 minutos, Conrad Hart disse:

    Aproveitando a deixa, vale a pena subscrever a DECO para obter acesso à secção Proteste Investe?

    Tal como dito pelo Smaug e Blueray, a Deco proteste é cara. A subscrição da deco são 7,50€ e a deco proteste sao mais 12€, se não estou em erro. No total é uma despesa mensal de cerca de 20€.

    Relativamente ao que oferece a deco protetes, para ser sincero não vale muito a pena. Analisam algumas ações e obrigações mas nada de muito profundo, é apenas a opinião deles. Para ser sincero se perguntares e pesquisares neste fórum consegues ter a mesma informação que te dão na deco.

    Eu segui os conselhos deles (não percebia muito do assunto e achei que a opinião deles sempre fosse melhor) e acabei por investir em dois etf's que eles sugeriam. Após ler mais sobre o assunto neste fórum descobri que eram exactamente a mesma coisa (associados ao mesmo índice), ou seja, andei a pagar taxas para nada. Com a ajuda do @Smaugacabei por vender esses Etf's e comprar outros dois que eram "melhores" opções.

    Relativamente às vantagens de ser sócio deco normal (sem aderir à deco protetes) é na subscrição de produtos em dois bancos.

    Um deles é no banco invest. Com a assinatura apenas da deco normal consegues subscrever o PPR Alves Ribeiro por apenas 1000€, em vez dos 5000€ que é a subscrição mínima exigida pelo banco.

    Outra vantagem é nos preçários do banco carregosa e banco invest. Se fores sócio da deco "normal" tens acesso a um preçário diferente onde te cobram comissões mais baixas. Se procurares na net os preçários consegues ver a diferença de valores praticados.

    Agora a diferença entre ser sócio deco e aderir à deco proteste. Em ambos estes bancos (carregosa e invest) tens direito a um prémio anual sobre o montante investido por ser associado deco. A diferença é que se fores apenas sócio deco o prémio é mais baixo do que se aderires à deco proteste.

    A título de exemplo no banco carregosa:

    Para subscritores da PROTESTE INVESTE é atribuído um prémio de fidelização à taxa anual de 0,20% sobre o montante investido e calculado diariamente.

    Para subscritores das publicações da DECO PROTESTE em geral é atribuído um prémio de fidelização à taxa anual de 0,125% sobre o montante investido e calculado diariamente.

    Resumindo, ser apenas sócio deco dá-te acesso a um preçário melhor nos bancos carregosa e invest (e acesso ao PPR AR por um valor mais baixo) e aderir à deco proteste dá-te um prémio de fidelização superior.

    Caso o teu valor investido anualmente seja bastante elevado, podes considerar aderir à deco e deco proteste para receber estes 0,20% de prémio e assim compensar as taxas, subscrição, etc.

    Caso contrário, a degiro tem um preçário melhor que estes bancos com o preçário da deco proteste. Acaba por ser uma melhor opção.

    É um caso de comparares os preçários, analisar e descobrir o que dará maior retorno.

    Em relação às análises, na minha opinião não valem a pena.  NO meu caso aderir à DECO e DECO PROTESTE e após algum tempo acabei por cancelar a inscrição por achar que não valia o valor que pagava. Mais vale investir esses 20€.

     

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    Em vez de gastares 7+20 eur em decos e proteste compra uns livros do John Bogle que dás por melhor empregue o teu dinheiro.

    Já agora: na página 114 deste tópico há uma entrada minha que te dá um pouco a noção da qualidade da informação da deco em matéria de investimentos...

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    Estou a estruturar uma carteira de ETFs para investimento de longo prazo (30-35 anos). Para tal estou a pensar na seguinte estratégia de alocação:

    A minha sugestão de alocação é a seguinte: (ações/obrigaçoes: 70/30)

    Em detalhe:

    Ações US: iShares Core S&P 500 ETF - 35%
    Ações Internacionais países desenvolvidos: iShares Core MSCI EAFE ETF - 30%
    Ações Internacionais Mercados Emergentes: iShares Core MSCI Emerging Markets ETF - 5%

    Obrigaçoes US 1-5y: iShares Core 1-5 Year USD Bond ETF - 7,5%
    Obrigações US - 5-10y: iShares Core 5-10 Year USD Bond ETF - 7,5%
    Obrigações Internacionais: iShares Core International Aggregate Bond ETF - 15%

    O meu objetivo é ter uma carteira o mais simples possível para ser fácil de fazer rebalanceamento/ reforço anual de forma mais simples, daí não ter incluído Ouro, matérias primas ou imobiliário? Acham estas classes de ativos essenciais para uma carteira relativamente diversificada?

     

    Obrigado.

     

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    há 3 horas, freitax disse:

    Estou a estruturar uma carteira de ETFs para investimento de longo prazo (30-35 anos). Para tal estou a pensar na seguinte estratégia de alocação:

    A minha sugestão de alocação é a seguinte: (ações/obrigaçoes: 70/30)

    Em detalhe:

    Ações US: iShares Core S&P 500 ETF - 35%
    Ações Internacionais países desenvolvidos: iShares Core MSCI EAFE ETF - 30%
    Ações Internacionais Mercados Emergentes: iShares Core MSCI Emerging Markets ETF - 5%

    Obrigaçoes US 1-5y: iShares Core 1-5 Year USD Bond ETF - 7,5%
    Obrigações US - 5-10y: iShares Core 5-10 Year USD Bond ETF - 7,5%
    Obrigações Internacionais: iShares Core International Aggregate Bond ETF - 15%

    O meu objetivo é ter uma carteira o mais simples possível para ser fácil de fazer rebalanceamento/ reforço anual de forma mais simples, daí não ter incluído Ouro, matérias primas ou imobiliário? Acham estas classes de ativos essenciais para uma carteira relativamente diversificada?

    Bem, antes de mais, existem várias outras coisas que precisas de definir e/ou comunicar aqui para que possamos dar opiniões mais especificas. Do género, a tua idade, situação familiar, objectivos esperados, nivel de aceitação de risco, percentagem da carteira no orçamento, reforços, etc.

    Assim, e com a informação que dás, aqui ficam as minhas opiniões e recomendações:

    Primeiro: uma carteira 70/30 apenas com acções e obrigações, na minha opinião é bastante boa, mas tem uma exposição ao risco mais elevada que o "normal".

    Segundo: acho que tens activos a mais. 6 ETF's diferentes vais estar a "sobrecarregar" a carteira com custos que não compensam a "maior" diversificação. Ou seja, penso que para uma carteira de apenas acções e obrigações o ideal de activos é entre 2 a 4 (e quanto menos melhor)

    Terceiro: Podes considerar trocar o S&P500 + o MASCI EAFE por apenas um ETF global. E nas obrigações, porquê ter a 1-5 anos e 5-10 anos. Se estás a considerar investr para 30/35 anos penso que deverias apostar em obrigações de médio/longo prazo

    Quarto: Apenas estás a considerar ETF's da Ishares. Por muito boa que a empresa seja, estás a por os ovos todos no mesmo cesto neste aspecto. Porque não considerares outros ETF's de outras empresas, como por exemplo a Lyxor?

    Quinto: Eu gosto mais de carteiras que incluam algo mais que apenas acções e obrigações. Por exemplo Ouro ou REIT. Mas é uma questão pessoal, objectivos e politica de investimento.

     

    Comentário à tua frase final - consegues uma excelente diversificação com apenas 2 ETF's e fica muito mais barato e fácil de reforçar e rebalancear

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    2 minutes ago, Edge said:

    Bem, antes de mais, existem várias outras coisas que precisas de definir e/ou comunicar aqui para que possamos dar opiniões mais especificas. Do género, a tua idade, situação familiar, objectivos esperados, nivel de aceitação de risco, percentagem da carteira no orçamento, reforços, etc.

    Assim, e com a informação que dás, aqui ficam as minhas opiniões e recomendações:

    Primeiro: uma carteira 70/30 apenas com acções e obrigações, na minha opinião é bastante boa, mas tem uma exposição ao risco mais elevada que o "normal".

    Segundo: acho que tens activos a mais. 6 ETF's diferentes vais estar a "sobrecarregar" a carteira com custos que não compensam a "maior" diversificação. Ou seja, penso que para uma carteira de apenas acções e obrigações o ideal de activos é entre 2 a 4 (e quanto menos melhor)

    Terceiro: Podes considerar trocar o S&P500 + o MASCI EAFE por apenas um ETF global. E nas obrigações, porquê ter a 1-5 anos e 5-10 anos. Se estás a considerar investr para 30/35 anos penso que deverias apostar em obrigações de médio/longo prazo

    Quarto: Apenas estás a considerar ETF's da Ishares. Por muito boa que a empresa seja, estás a por os ovos todos no mesmo cesto neste aspecto. Porque não considerares outros ETF's de outras empresas, como por exemplo a Lyxor?

    Quinto: Eu gosto mais de carteiras que incluam algo mais que apenas acções e obrigações. Por exemplo Ouro ou REIT. Mas é uma questão pessoal, objectivos e politica de investimento.

     

    Comentário à tua frase final - consegues uma excelente diversificação com apenas 2 ETF's e fica muito mais barato e fácil de reforçar e rebalancear

    Obrigado pela tua resposta. 

    Quanto à minha situação pessoal, 29 anos, casado com uma filha de 2 anos. Capital inicial será de cerca de 30k euros, com reforços anuais na ordem dos 2k euros. Alguma aceitação de risco, mas não exagerado. O objetivo de estabelecer esta carteira é juntar um montante que nos permita reformar o mais cedo possível tendo como gastos anuais o montante de cerca 30k euros (não conto conseguir isto antes dos 50/55 anos).

    Vou repensar então a minha estratégia e tentar definir apenas 2 ETFs porque efetivamente um dos objetivos da carteira é a sua simplicidade. Só irei incluir outro tipo de ativo na carteira caso me digam que é imprescindível para uma boa diversificação e evitar drawdowns brutais. 

    Quanto à seleção de ETFs da ishares, foi simplesmente pelo facto de estes poderem ser adquiridos gratuitamente na Degiro. 

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    Boas pessoal.

    Em cima falam que para subscrever o AR PPR é necessário 5000€, mas eu recentemente transferi o meu PPR para o AR PPR e o valor é ainda bastante inferior a isso.

    Talvez seja apenas porque transferi... Mas se não se dispõe dos 5000€, abre-se outro com um valor mais baixo e transfere-se

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    Francisco Martins

    Em relação ao AR PPR, o valor de 5.000€ está associado às condições actuais para a abertura de conta no Banco Invest. Ou seja, é necessário dotar inicialmente a conta com esse valor (cheque, transferencia bancária ou de titulos). Depois disso o montante mínimo de subscrição/reforço do AR PPR é de 50 Euros.

    Editado por Urso_Pardo
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    há 11 horas, Urso_Pardo disse:

    Em relação ao AR PPR, o valor de 5.000€ está associado às condições actuais para a abertura de conta no Banco Invest. Ou seja, é necessário dotar inicialmente a conta com esse valor (cheque, transferencia bancária ou de titulos). Depois disso o montante mínimo de subscrição/reforço do AR PPR é de 50 Euros.

    Penso que também é o valor mínimo a deter no banco para não serem cobradas comissões de manutenção de conta (mas não sou cliente Invest, acho que já li por aí algures).

    Dúvida noob, sobre o fundo AR PPR tenho uma pequena dúvida que pode ser transversal a todos os fundos, neste caso o reforço mínimo é de 50€, se o valor de  1 UP fôr superior a 50€, como é que isto se processa? Penso que a UP não pode ser fraccionada, fica em conta à espera de outro reforço até subscrever pelo menos 1UP?

    Obrigado

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    6 minutes ago, Mouro Emprestado said:

    Pensa assim. Uma carteira que tenha uma alocação de 60% em acções (e restante obrigações), pode perder até 30%. Isto para ti é "risco exagerado" ? Isto para uma carteira que deverá ter um rendimento médio anual após inflação de 5% (com base no histórico).

    Se for uma carteira com 20% acções (e restante obrigações de prazo intermédio, para não se ter demasiado risco em produtos hipersensíveis às taxas de juros), podes ter drawdonws bem mais baixos (10%), mas depois teres um rendumento após inflação de 1% (ou menos).

     Pensa nisso, faz uns cálculos no excel com base no valor inicial e poupança e depois decide o que para ti é mais arriscado..

    PS: Rendimentos passados também não garantem rendimentos futuros. Mas a única certeza na vida é a morte.

    Acho que consigo aguentar emocionalmente um drawdown de 30%. Contudo acham que compensa incluir outros ativos na carteira de forma a diminuir a variância da mesma? 

    Relativamente a ETFs de obrigações, que maturidades deverei escolher para uma carteira deste género?

    Obrigado pela vossa ajuda.

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    Mouro Emprestado
    há 1 minuto, freitax disse:

    Acho que consigo aguentar emocionalmente um drawdown de 30%. Contudo acham que compensa incluir outros ativos na carteira de forma a diminuir a variância da mesma? 

    Há uma carteira que aposta 25% em ouro (mais 25% em acções, 25% em obrigações de longo-prazo e 25% em cash - cash esse que podem ser DP, Certificados Aforro e outros produtos de capital garantido).

    É o chamado Portfolio Permanente do Harry Browne, que na última crise teve perdas bem pequenas abaixo dos 10% (quando as acções mundiais perderam quase 60%...60%!!!!! do seu valor). 

    Já escrevi inúmeras vezes sobre essa carteira neste tópico para se adaptar o mesmo aos europeus, até porque é a carteira que sigo (devia escrever um blog ahahah). É ler o tópico.

    O que não quer dizer que para a próxima vez seja igual, porque ninguém sabe como será.

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    há 3 horas, EagleOne disse:

    Penso que também é o valor mínimo a deter no banco para não serem cobradas comissões de manutenção de conta (mas não sou cliente Invest, acho que já li por aí algures).

    Dúvida noob, sobre o fundo AR PPR tenho uma pequena dúvida que pode ser transversal a todos os fundos, neste caso o reforço mínimo é de 50€, se o valor de  1 UP fôr superior a 50€, como é que isto se processa? Penso que a UP não pode ser fraccionada, fica em conta à espera de outro reforço até subscrever pelo menos 1UP?

    Obrigado

    É cobrada manutenção de conta se o património for inferior a 5000€ e se não houverem movimentos na conta à ordem há mais de um ano. 

    Em relação à UP do AR PPR esta pode ser fraccionada, como se pode ver o incremento mínimo é 0,01€:

    image.png.649bbdf0fdb6f66a108e05b640759284.png

     

     

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    há 2 horas, freitax disse:

    Acho que consigo aguentar emocionalmente um drawdown de 30%. Contudo acham que compensa incluir outros ativos na carteira de forma a diminuir a variância da mesma? 

     Relativamente a ETFs de obrigações, que maturidades deverei escolher para uma carteira deste género?

    Bem, o @Mouro Emprestado já te deu umas excelentes dicas.

    Para complementar (e tornar a tua decisão mais difícil ?) existe também várias outras carteira que poderão ser interessantes.

    Vê este site: https://www.bogleheads.org/wiki/Lazy_portfolios

    Eu decidi fazer uma adaptação da carteira do David Swensen.

    Algo como 55% ações (world + emergentes)  + 30% Obrigações (europa + USA) + 15% Reit

    Compliquei um bocadinho e decidi introduzir FI’s para isto!

    As minhas premissas são as mesmas, simplesmente decidi incluir mais um nível de proteção e diversificar não só nos instrumentos, como também na ferramenta usada (ETF’s + FI’s e bancos + correctoras) devido a vários factores.

    Quanto às maturidade para as obrigações, o recomendado para o teu horizonte temporal é de médio/logo prazo. Algo com mínimo de 7 a 10 anos.

    Mas como foi dito, primeiro define a tua aceitação ao risco e os objetivos e depois de estudares as opções, avança!

    Não existe a fórmula mágica de one fits all! O mais importante de tudo: avança em algo que te deixe dormir à noite!

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