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  • FORMAS DE POUPAR

  • ETFs (Exchange-Traded Funds)


    Visitante Salvador_

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    há 11 horas, Zorza disse:

    Alguém sugere algo para esta linha de pensamento, para um prazo relativamente longo?

    Eu sugiro uma carteira de ETF’s numa correctora de baixo custo!

    Colocar o dinheiro lá e esquecer até ao rebalanceamento anual!

    É o que faço!

    A carteira dos rebentos é “isolada” da minha e com premissas diferentes!

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    A 11/04/2019 às 22:29, Blackpen disse:

    Obrigado. Bons investimentos.

    Edit: esse ISIN não é o desse ETF. O isin desse ETF de imobiliário é: LU1737652823

     

    Ups! My bad! É o que dá os copy paste de ficheiros de Excel! ?

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    A 11/04/2019 às 11:26, pfonseca disse:

    No caso de acumulação, uma vez que os dividendos também são capitalizados, a longo prazo o rendimento é maior. Nesse caso desse ETF há-se haver uma explicação mas só estudando os 2 ETF.

    Exactamente! Os ACC deverão ter rentabilidades maiores sendo os fundos gémeos!

    Mas noutro tópico chamaram a atenção para o pormenor dos impostos. Ou seja, em vários sites de análise, os impostos sobre os dividendos não são considerados por estes diferirem de país para país. E os dividendos são considerados na íntegra como “rentabilidade”. Esta poderá ser a causa de por vezes os INC apresentarem rentabilidades superiores aos ACC gémeos.

    Mas como o @pfonseca disse, só analisando os dois ETF’s!

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    há 21 minutos, Edge disse:

    Eu sugiro uma carteira de ETF’s numa correctora de baixo custo!

    Colocar o dinheiro lá e esquecer até ao rebalanceamento anual!

    É o que faço!

    A carteira dos rebentos é “isolada” da minha e com premissas diferentes!

    É exactamente esta a minha ideia.

    Um fundo à parte. Tenho conta no Invest, pelo que estou a tentar ver algo por lá.

    Apareceu-me este que me parece interessante e sendo saúde, com algum potencial para evoluir positivamente:

    BGF World Healthscience Fund       LU0171309270

     

    Alguém com mais experiência pode dizer-me que o vos parece? A questão dos custos é algo que me preocupa :(

    MÍNIMO DE SUBSCRIÇÃO / RESGATE
    1.000,00 EUR
    COMISSÃO DE SUBSCRIÇÃO
    0%
    TAXA GLOBAL DE CUSTOS
    2,32 %
    COMISSÃO DE GESTÃO
    1,50 %
    COMISSÃO DE RESGATE
    0%

     

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    há 7 horas, Zorza disse:

    BGF World Healthscience Fund       LU0171309270

     

    Alguém com mais experiência pode dizer-me que o vos parece? A questão dos custos é algo que me preocupa

    Na minha opinião apostar em fundos de sectores específicos apenas em caso de “complemento” de uma Carteira. Normalmente são mais caros e a relação custo/valor acaba por não compensar no longo prazo.

    Os custos são realmente elevados, mas esse ainda é o grande problema em Portugal. Temos pouca oferta de fundos de baixo custo, principalmente em sectores específicos!

    Quanto ao fundo em si, faz umas simulações a 5 e 10 anos. Coloca os custos e faz várias simulações para diferentes rentabilidades. Para mim é a melhor maneira de avaliação.

    Utiliza a rentabilidade a 1ano, a 3, a 5 e a 10 anos para comparação. E faz também uma simulação para rentabilidades “normais” do género 6 a 8% (ou até mais baixas; procura as rentabilidades anualizadas médias do sector para referência) para veres o que esperar caso o fundo nos próximos 10anos “apenas” tenha resultados médios.

    Faz uma simulação também para rentabilidade 0%. Assim vais ficar com a ideia de quanto o fundo “come” com os custos.

    Em todas inclui os vários custos para obteres simulações o mais fiáveis possível. E na dúvida coloca os valores mais altos!

    Depois procura mais 2 ou 3 fundos da mesma categoria e faz o mesmo!

    No final do exercício irás ter uma ideia bastante boa em relação ao fundo!

    Depois é só ponderar e decidir avançar ou não! ?

     

     

     

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    • 2 weeks later...
    Mouro Emprestado
    há 8 horas, Diogobc disse:

    Alguém tem algum Etf do metal Palladium, Paládio em português? Tem tido subidas brutais nos últimos anos. Tive a ver Etf’s de metais preciosos e destacaram-se estes. Já percebi que tem aplicações para electrónica e tal...

    Qual a razão pelas actuais valorizações?

    É que as commodities (excepto o ouro, que é mais semelhante a uma moeda do que propriamente a uma commodity) têm alturas de grandes valorizações e, depois, alturas de grandes perdas.

    Veja-se o petróleo e a volatilidade dos seus valores nos últimos 10 anos.

     

    há 8 horas, Diogobc disse:

    Alguma razão para em vez de investir em ouro, investir noutro metal como platina ou este paládio? Há outro que não me estou agora a lembrar que até vão explorar cá em Portugal. Silício? :s Ou estou a fazer confusão?

    Ver acima.

    Sendo que, a meu ver, o ouro é um activo que não tem nada a ver com uma simples commodity.

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    Investidor Falhado
    A 08/05/2019 às 20:01, Mouro Emprestado disse:

    Qual a razão pelas actuais valorizações?

    É que as commodities (excepto o ouro, que é mais semelhante a uma moeda do que propriamente a uma commodity) têm alturas de grandes valorizações e, depois, alturas de grandes perdas.

    Veja-se o petróleo e a volatilidade dos seus valores nos últimos 10 anos.

     

    Ver acima.

    Sendo que, a meu ver, o ouro é um activo que não tem nada a ver com uma simples commodity.

    Não investiguei a fundo mas segue um link com um resumo:

    https://www.bloomberg.com/news/articles/2018-12-21/why-palladium-s-suddenly-an-especially-precious-metal-quicktake

     

    Editado por Investidor Falhado
    • Voto Positivo 1
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    há 1 hora, Diogobc disse:

    Pois ainda tenho muito para aprender sobre ouro, e comodities no geral... A questão é que quero por 5% do portfólio em ouro mas apenas porque é quase sempre recomendado em toda a literatura. No entanto ainda não faz sentido na minha cabeça. Mesmo que o preço suba de forma inversamente proporcional às quedas nas bolsas, o que não é garantido, 5% num portfólio é um pouco irrelevante...

    É verdade. O ouro trás estabilidade ao portfólio porque tem pouca correlação com os outros instrumentos financeiros. Essa é uma das razões porque é recomendado na literatura.

    Quanto à sua relevância no teu portfólio só tu podes decidir. E escolher a alocação a este activo.

    Depende muito do portfólio escolhido e dos montantes.

    Por exemplo, se vais fazer uma carteira com 10.000€ não acho que seja relevante incluir 5% de qualquer activo.

    Caso seja uma carteira de 100.000€ já poderá fazer sentido alocar percentagens mais pequenas a alguns activos. (Mas nunca menores que 5% na minha opinião)

    Caso optes por replicar um portfólio permanente eu acho que faz sentido, mas nesse caso a percentagem de alocação é 25%.

    Noutro tipo de portfólios poderá ser melhor simplificar e ter menos quantidade de activos e assim baixar os custos.

    Mas, mais uma vez, só tu podes decidir!

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    Mouro Emprestado
    há 6 horas, Diogobc disse:

    Não investiguei a fundo mas segue um link com um resumo:

    https://www.bloomberg.com/news/articles/2018-12-21/why-palladium-s-suddenly-an-especially-precious-metal-quicktake

    Pois ainda tenho muito para aprender sobre ouro, e comodities no geral... A questão é que quero por 5% do portfólio em ouro mas apenas porque é quase sempre recomendado em toda a literatura. No entanto ainda não faz sentido na minha cabeça. Mesmo que o preço suba de forma inversamente proporcional às quedas nas bolsas, o que não é garantido, 5% num portfólio é um pouco irrelevante...

    Commodities genericamente, e um tipo específico de commodities em específico, só me parece que faça algum sentido numa estratégia activa de investimento (nunca em buy&hold). 

    Usando por exemplo sinais de momentum para entrada e saída.

    Mas depois há o tema do contango, por isso é algo que eu não percebo a 100%. E aquilo que não percebo.....................

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    Investidor Falhado
    A 09/05/2019 às 11:46, Edge disse:

    Caso optes por replicar um portfólio permanente eu acho que faz sentido, mas nesse caso a percentagem de alocação é 25%.

    Noutro tipo de portfólios poderá ser melhor simplificar e ter menos quantidade de activos e assim baixar os custos.

    Mas, mais uma vez, só tu podes decidir!

    Pois ser eu a decidir é que me chateia. Era mais fácil haver um certo e um errado e estava o assunto resolvido ?

    Porque é que num portfólio permanente a alocação tem de ser 25%? Já vi alguns portfólio que têm menos percentagem de algumas partes. 

    @Mouro Emprestado Provavelmente esta pergunta é a mesma da anterior mas... Porque é que não faz sentido num buy & hold?

    Editado por Investidor Falhado
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    Mouro Emprestado
    há 2 horas, Diogobc disse:

    Pois ser eu a decidir é que me chateia. Era mais fácil haver um certo e um errado e estava o assunto resolvido ?

    Porque é que num portfólio permanente a alocação tem de ser 25%? Já vi alguns portfólio que têm menos percentagem de algumas partes. 

    Porque a base do portfólio permanente é alocares 25%, cada, a acções, obrigações soberanas de longo-prazo e cash.

    Porquê essas alocações? Bem, o Harry Browne escreveu/falou muito sobre isso. E na net encontra-se muitos artigos sobre isso também.

     

    há 2 horas, Diogobc disse:

    @Mouro Emprestado Provavelmente esta pergunta é a mesma da anterior mas... Porque é que não faz sentido num buy & hold? 

    Porque estás a concentrar o risco num único activo. É que nem estás a diversificar numa cesta de commodities, que possam mitigar algum risco.

     

    há 2 horas, Diogobc disse:

    Entretanto ontem “paniquei” e vendi o Amundi Emerging Markets que tinha comprado na segunda-feira... Ah e tal esperar que desça mais até haver acordo usa-china e voltar a comprar. Já está a subir 2% hoje...

    Bem, não me leves a mal, mas não estás preparado para investir.

    Ficas em pânico com uma correcçãozita da treta. Nem quero imaginar o que te aconteceria com perdas de 20%, 30% ou 60%. Que é algo que acontece.

    Posto isto, recomendo-te leres este tópico (mais o dos fundos de investimento) de fio a pavio. Para depois criares uma carteira com a qual consigas dormir descansado à noite. Caso contrário, vais vender em pânico quando os activos se desvalorizam e vais comprar os activos quando estes estão eventualmente num topo de uma bolha.

     

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    há 6 horas, Diogobc disse:

    Entretanto ontem “paniquei” e vendi o Amundi Emerging Markets que tinha comprado na segunda-feira... Ah e tal esperar que desça mais até haver acordo usa-china e voltar a comprar. Já está a subir 2% hoje...

    Concordo inteiramente com o @Mouro Emprestado

    Se entras em pânico com estas pequenas correcções, não quero imaginar o que será quando houver quedas a sério!!

    há 4 horas, Mouro Emprestado disse:

    Posto isto, recomendo-te leres este tópico (mais o dos fundos de investimento) de fio a pavio. Para depois criares uma carteira com a qual consigas dormir descansado à noite. Caso contrário, vais vender em pânico quando os activos se desvalorizam e vais comprar os activos quando estes estão eventualmente num topo de uma bolha.

    Segue o recomendado! Lê também alguns livros sobre o assunto! No tópico dos livros recomendados existem muitos e bons titulos!

    O melhor investimento é o conhecimento. Por isso, penso que é melhor investires nisso agora!

    Vais ver que irá compensar e muito!

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    Eis uma tabela muito interessante sobre o rendimento histórico do MSCI World Index. Os valores inscritos são a média de rendimento anual no intervalo da compra-venda. E.g. compra em 1972, venda em 2018: 6,8% de rendimento médio anual.

    Isto questiona algumas coisas que se costumam dizer sobre o time to market, lump sum, rendimento histórico assegurado p/ mais de 3 anos de investimento...

    MSCI-World-Renditedreieck-2019-Einmalanl

     

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    Mouro Emprestado
    há 9 horas, CDCD disse:

    Eis uma tabela muito interessante sobre o rendimento histórico do MSCI World Index. Os valores inscritos são a média de rendimento anual no intervalo da compra-venda. E.g. compra em 1972, venda em 2018: 6,8% de rendimento médio anual.

    Isto questiona algumas coisas que se costumam dizer sobre o time to market, lump sum, rendimento histórico assegurado p/ mais de 3 anos de investimento...

    Quem tivesse investido em 2000 exclusivamente no MSCI World, e não tivesse investido mais nada entretanto, teria em 2018 um rendimento médio de 2,5%.

    Por isso, investir exclusivamente em acções não só é arriscado, como provavelmente terá um retorno inferior a uma carteira 60-40.

    Porquê?

    Porque embora historicamente as acções sejam o activo com maior retorno, também é aquele com maiores perdas. Assim, basta investir-se num mercado com perdas de 50% (2000-2002) que, depois, estará-se a partir de uma base muito inferior versus uma carteira que tenha uma alocações a obrigações (soberanas, meus caros, soberanas!)

     

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    Investidor Falhado
    A 10/05/2019 às 13:24, Mouro Emprestado disse:

    Porque a base do portfólio permanente é alocares 25%, cada, a acções, obrigações soberanas de longo-prazo e cash.

    Porquê essas alocações? Bem, o Harry Browne escreveu/falou muito sobre isso. E na net encontra-se muitos artigos sobre isso também.

     

    Porque estás a concentrar o risco num único activo. É que nem estás a diversificar numa cesta de commodities, que possam mitigar algum risco.

     

    Bem, não me leves a mal, mas não estás preparado para investir.

    Ficas em pânico com uma correcçãozita da treta. Nem quero imaginar o que te aconteceria com perdas de 20%, 30% ou 60%. Que é algo que acontece.

    Posto isto, recomendo-te leres este tópico (mais o dos fundos de investimento) de fio a pavio. Para depois criares uma carteira com a qual consigas dormir descansado à noite. Caso contrário, vais vender em pânico quando os activos se desvalorizam e vais comprar os activos quando estes estão eventualmente num topo de uma bolha.

     

    Ok quando disseste portfolio permanente não estava a pensar especificamente no do Harry Browne, estava a pensar num portfolio buy & hold e lazy no geral.

    Compreendo que se invisto uma parte em commodities devo diversificar esse investimento específico. Eu não pretendo investir em commodities pelo simples facto de que não as percebo. Mas então volto à minha questão inicial, porque é que recomendam sempre Ouro? Ok é diferente e não tem relação com o resto do mercado. Se me provassem que reage de forma inversa ao mercado, ok faz sentido, mas os números não demonstram sempre isso. Portanto que relevância tem ter 5 ou 10% de algo que não compensa uma crise nos mercados ou nas obrigações? E que em situação normal tem tendência a estagnar ou até cair.

    Agora à parte do erro mas... eu percebo a ideia de se está a descer aproveita para comprar, se está a subir mantém ou vende. No entanto estamos em 2007-2008, o mercado cai 5% reforça-se, cai mais 5% fico à espera, cai mais 5% agora é que é comprar que está tudo barato. E de repente o mercado caiu 40 ou 50% e quem andou a reforçar bem que se lixou. Claro que se é para investir a 40 anos, é deixar andar, mas quem se apercebeu a tempo do que estava a acontecer e vendeu boa parte do que tinha e voltou a comprar em 2009, é que ganhou dinheiro a sério a longo prazo... Como saber quando sair? Certamente houve muita gente em novembro-dezembro 2018 a saltar do barco... e fez mal. Mas algum dia o mercado volta a cair 30%-40%, isso é certo... Esse gráfico do World Msci é um belo exemplo. De facto só terias ganho 2.5% mas se vendesses nas crises a perder metade da queda do mercado e voltasses a entrar no momento mais baixo, o ganho seria muito diferente...

    Editado por Investidor Falhado
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    há 10 horas, Diogobc disse:

    Agora à parte do erro mas... eu percebo a ideia de se está a descer aproveita para comprar, se está a subir mantém ou vende. No entanto estamos em 2007-2008, o mercado cai 5% reforça-se, cai mais 5% fico à espera, cai mais 5% agora é que é comprar que está tudo barato. E de repente o mercado caiu 40 ou 50% e quem andou a reforçar bem que se lixou. Claro que se é para investir a 40 anos, é deixar andar, mas quem se apercebeu a tempo do que estava a acontecer e vendeu boa parte do que tinha e voltou a comprar em 2009, é que ganhou dinheiro a sério a longo prazo... Como saber quando sair? Certamente houve muita gente em novembro-dezembro 2018 a saltar do barco... e fez mal. Mas algum dia o mercado volta a cair 30%-40%, isso é certo... Esse gráfico do World Msci é um belo exemplo. De facto só terias ganho 2.5% mas se vendesses nas crises a perder metade da queda do mercado e voltasses a entrar no momento mais baixo, o ganho seria muito diferente...

    É um bom ponto de vista! E isso é o que qualquer investidor ambiciona atingir. Comprar barato e vender caro! Ou como dizes, vender antes do crash e comprar bem lá no fundo antes de começar a subir!

    O problema disso é saber quando vender e quando comprar! Os profissionais tentam fazer isso é são poucos os que conseguem. E conseguir uma vez, ou duas, ou três, talvez haja alguns. Mas com consistência haverá muito poucos (talvez uma dúzia deles).

    É por isso que uma carteira buy&hold, bem diversificada e com reforços constantes tende a atingir tão ou melhor resultados como as “manobras” dos profissionais a adivinhar quando comprar e quando vender.

    Eu concordo contigo que o ideal será como dizes! Vender antes das quedas e compras antes das subidas! A dificuldade é fazer isso!

    Como explicam os grandes investidores, como por exemplo o Benjamin Graham, atingir resultados medianos é fácil e não requer grande esforço, mas para superar a média é extremamente difícil e requer um nível de esforço e foco extraordinários!

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    há 15 horas, Edge disse:

    e requer um nível de esforço e foco extraordinários!

    ...e muita sorte. Já relativamente ao esforço e ao foco, muitas vezes sobretudo no sentido de esforço e foco em evitar cometer erros graves (ou um constante acumular de pequenos erros).

    Editado por 5coroas
    • Voto Positivo 1
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    Investidor Falhado

    Quando caiu o Lehman Brothers eu teria vendido tudo no dia seguinte ?

    Mas claro, também alguém há-de ter vendido tudo depois de falhado o acordo usa-china na semana passada. E também alguém há-de ter comprado tudo e mais alguma coisa nos dias a seguir à queda do Lehamn Brothers. É fácil falar depois de saber o que aconteceu...

    De facto todo o meu investimento tem por objectivo ser de longo prazo, nem sempre ando a cumprir este plano, e já tinha identificado este erro...

    Editado por Investidor Falhado
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    há 1 hora, Diogobc disse:

    Voltando aos ETF’s, continuo indeciso em qual escolher para Bonds europeias. E ainda não decidi se me meto no Ouro ou não... De resto estou muito perto das percentagens pretendidas para o meu portfólio em termos de Ishares World, Emerging Markets e de acções. Falta a parte da “segurança” - depósitos a prazo, certificados do tesouro... - que continua tudo em cash.

    Bem, quanto a ETF’s de bonds europeias, vê os da ishares médio prazo: 5, 7 e 10 anos. 

    A parte da “segurança” de depósitos a prazo, eu pessoalmente não utilizo nada disso. Tenho apenas contas à ordem remuneradas e apenas tenho: uma para o fundo de emergência que irá ter um valor fixo suficiente para 6 a 12 meses de despesas (que ainda não atingi), outra que é a minha conta das despesas correntes, onde deposito o dinheiro alocado para os gastos mensais e outra onde tenho uma percentagem para “extras” a que chamo conta da diversão.

    Estas são as componentes cash que utilizo!

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    Mouro Emprestado

    Para quem tem dúvidas acerca de escolha do ETF para obrigações soberanas de longo-prazo, "descobri" um ETF que é capaz de ser melhor do que as alternativas que têm sido dadas neste tópico.

    Deixo-vos abaixo 2 gráficos a comparar o índice de Bunds alemãs a 10 anos (Portfolio 2), com um proxy do índice das mesmas Bunds alemãs mas alavancado (Portfolio 1).

    Bunds-vs-Bunds-1.jpg

    Bunds-vs-Bunds-2.jpg
     

    Ora, o índice alavancado tem menores drawdowns e melhores retornos históricos. Almoço grátis!

    Caveat, investir em índices alavancados apenas é possível com ETFs de replicação sintética (com todo o risco adicional presente). Para além disso, no caso de uma subida inesperada da inflação, o risco também deverá ser maior (mas da última vez que isso aconteceu - 2008 - o índice alavancado até se portou melhor que o índice não alavancado...).

    Too good to be true? Talvez, pelo que devemos estar cientes do risco de investir neste tipo de produtos.

     

    ETF: FR0011023654 (tem histórico a partir de 2011, para os gráficos acima utilizei o respectivo índice que tem historial sintético para o período anterior ao ETF).

     

    Análise completa: https://ufile.io/3te5igka

     

    Editado por Mouro Emprestado
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    Visitante Nanuska SdM

    Olá a todos,

    Depois de ler grande parte da thread concluo que a maioria de vocês tem conta na DEGIRO para ETFs.

    Estou a pensar comprar 2 ETFs (para buy & hold) sediados em bolsas europeias e denominados em EUR. E por isso tenho uma pergunta

    Há alguma vantagem significativa (em termos de comissões, por exemplo) entre ter uma conta CUSTODY na DEGIRO relativamente a ter uma carteira de títulos no Santander?

    É que, olhando para o preçário do Santander, cobrar-me-iam: 0.15% por cada compra + 0.02% do valor da carteira (até um máximo de €11.5) por trimestre - penso que é só isto, está-me a falhar algumas outras comissões ou custos de guarda de valores?

    Enquanto na conta CUSTODY da DEGIRO, cobra-me-iam €2 + 0,038% por cada compra e é só isto? Não há quaisquer outras comissões?

    Que outras diferenças podem existir? 

    Obrigada!! 

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    A 21/05/2019 às 15:38, Visitante Nanuska SdM disse:

    Olá a todos,

    Depois de ler grande parte da thread concluo que a maioria de vocês tem conta na DEGIRO para ETFs.

    Estou a pensar comprar 2 ETFs (para buy & hold) sediados em bolsas europeias e denominados em EUR. E por isso tenho uma pergunta

    Há alguma vantagem significativa (em termos de comissões, por exemplo) entre ter uma conta CUSTODY na DEGIRO relativamente a ter uma carteira de títulos no Santander?

    É que, olhando para o preçário do Santander, cobrar-me-iam: 0.15% por cada compra + 0.02% do valor da carteira (até um máximo de €11.5) por trimestre - penso que é só isto, está-me a falhar algumas outras comissões ou custos de guarda de valores?

    Enquanto na conta CUSTODY da DEGIRO, cobra-me-iam €2 + 0,038% por cada compra e é só isto? Não há quaisquer outras comissões?

    Que outras diferenças podem existir? 

    Obrigada!! 

    Olá!

    Bem, eu passei exactamente pela mesma dúvida quando decidi investir em ETF’s.

    Também tenho conta no Santander e com a “nova” aplicação para investimento (eBroker) eles conseguiram ficar competitivos.

    Mas na altura fartei-me de fazer contas e a Degiro conseguia bater todas as alternativas.

    Relativamente ao Santander, penso que está a faltar nas tuas contas a comissão de “guarda-títulos”. É aplicada nos ETF’s e tem um mínimo de 9,5€ mais IVA 23%.

    Para além disso nas bolsas europeias existem mínimos de comissões para as ordens de 10€ a 12€ mais imposto de selo de 4%.

    Tem também custo para eventuais dividendos, juros e outros rendimentos de 1% com mínimo de 2,5€.

    Fica o link do precário

    https://www.santandertotta.pt/pt_PT/pdf/Precario_Titulos_CMVM_1.2013.pdf

     

    Já na Degiro aplicam-se as comissões que falaste, mas existem alguns ETF’s que não têm comissões como o caso do IWDA.

    Para além dessas comissões ainda há 2,5€ por ano por cada bolsa que se investe. Por isso é recomendado que se escolha não só os ETF’s mas também as bolsas (já que grande parte deles são comercializados em várias)

     

    No meu caso é após muitas contas, percebi que para investir em ETF’s a melhor oferta em Portugal é a Degiro.

    Ja em FI’s existem várias opções.

     

    Sugiro que pegues no valor que pensas investir e nos eventuais reforços que ponderas fazer e faz as simulações para os ETF’s em questão é para os diferentes bancos.

    Como nota, as FEEs totais deverão ser inferiores a 0,5% do valor investido!

    Bons investimentos!!

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    • 2 weeks later...

    Boa Tarde,

    @Mouro Emprestado seria possível indicar como acrescenta ETFs não presentes no Portfolio Visualizer ao Backtest Portfolio? Suponho que seja através do upload dos ficheiros .csv de cada ETf, mas ja tentei ter acesso aos .csv do FR0011023654 ou do LU0530118024 mas não os encontro, ou então os ficheiros que tenho não se adequam em termos de formatação para o site os ler. E se possível também gostaria de saber onde posso encontrar os dados extrapolados para os períodos anteriores à criação dos etfs.

    Por último apenas mais uma questão relacionada com o investimento em fundos leverage. O risco que estes fundos podem ter (estes específicos, mencionados acima) é apenas o facto de possuírem o dobro da variância e portanto o dobro do potencial risco, em teoria? Ou existem outros riscos?

    Muito Obrigado!

     

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    Mouro Emprestado
    há 1 hora, TheBlueMagpie disse:

    Boa Tarde,

    @Mouro Emprestado seria possível indicar como acrescenta ETFs não presentes no Portfolio Visualizer ao Backtest Portfolio? Suponho que seja através do upload dos ficheiros .csv de cada ETf, mas ja tentei ter acesso aos .csv do FR0011023654 ou do LU0530118024 mas não os encontro, ou então os ficheiros que tenho não se adequam em termos de formatação para o site os ler. E se possível também gostaria de saber onde posso encontrar os dados extrapolados para os períodos anteriores à criação dos etfs.

    Tive procurar em diversas fontes (não foi nada fácil).

    E depois tive de formatar os ficheiros, para o Portfolio Visualizer conseguir ler. Dá algum trabalho, que com uma macro se calhar facilmente resolvia, mas confeso que a informática é longe de ser o meu forte.

    Quanto à extrapolação, foi mais matemática do que outra coisa.

    Para o período onde existe o ETF e o índice, comparei a diferença histórica entre ambos. Depois utilizei essa diferença estimada para o período onde existe apenas informação do índice. Não é perfeito, mas foi o melhor que arranjei.

     

    Citação

    Por último apenas mais uma questão relacionada com o investimento em fundos leverage. O risco que estes fundos podem ter (estes específicos, mencionados acima) é apenas o facto de possuírem o dobro da variância e portanto o dobro do potencial risco, em teoria? Ou existem outros riscos?

    Muito Obrigado!

     

    Tens vários riscos. Desde logo os ETFs são de replicação por derivados (swaps), que têm um risco maior aos ETFs de replicação física.

    Para além disso, não é pelo facto do ETF ter uma alocagem de 2 vezes que o retorno será igual a 2 vezes ao índice normal (é o chamado leverage decay). Tens um artigo sobre isso na seguinte ligação: https://study.com/academy/lesson/what-is-a-leveraged-etf-decay-risk-volatility.html

     

    Editado por Mouro Emprestado
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    • ruicarlov unpinned this tópico

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