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  • FORMAS DE POUPAR

  • ETFs (Exchange-Traded Funds)


    Visitante Salvador_

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    Boa tarde a todos

    Obrigado pelas partilhas de conhecimentos que fazem aqui pelo fórum. 

    Gostava de vos fazer questão se for possível responderem. 

    Para investimento em etf's qual a plataforma em PT com maior diversidade de etf's? De momento tenho conta no Best mas parece-me limitada pois não tem muitos etf's específicos por sector. Será a DEGIRO melhor opção? Ou sugerem outra plataforma? 

     

    Obrigado. 

     

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    Bom dia a todos.

    Tenho uma dúvida sobre o ‘currency risk’ dos ETFs.

    Para saber o ‘currency risk’ de um ETF, a moeda para a qual devo olhar é a moeda em que o ETF é transaccionado ou a moeda-base do índice que o ETF segue?

    Um exemplo:

    https://www.justetf.com/en/etf-profile.html?query=IE00B4L5YC18&groupField=index&from=search&isin=IE00B4L5YC18

    Este ETF é transaccionado em EUR na Euronext Paris (clicar onde diz “Listing”), mas o índice que segue tem como moeda-base o USD (onde diz “Overview”, descer até “Fund Currency”).

    O que eu gostaria que me ajudassem a perceber é se o ‘currency risk’ desse ETF vem da moeda em que o ETF é transaccionado (neste caso, EUR) ou da moeda-base do índice que o ETF segue (neste caso, USD).

    Muito obrigado.

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    Mouro Emprestado
    A 04/03/2019 às 08:41, Risvol Aisas disse:

    Bom dia a todos.

     

    Tenho uma dúvida sobre o ‘currency risk’ dos ETFs.

     

    Para saber o ‘currency risk’ de um ETF, a moeda para a qual devo olhar é a moeda em que o ETF é transaccionado ou a moeda-base do índice que o ETF segue?

     

    Um exemplo:

     

    https://www.justetf.com/en/etf-profile.html?query=IE00B4L5YC18&groupField=index&from=search&isin=IE00B4L5YC18

     

    Este ETF é transaccionado em EUR na Euronext Paris (clicar onde diz “Listing”), mas o índice que segue tem como moeda-base o USD (onde diz “Overview”, descer até “Fund Currency”).

     

    O que eu gostaria que me ajudassem a perceber é se o ‘currency risk’ desse ETF vem da moeda em que o ETF é transaccionado (neste caso, EUR) ou da moeda-base do índice que o ETF segue (neste caso, USD).

     

    Muito obrigado.

     

    Nenhum dos dois.

    Tens sempre risco cambial por causa das cotações das empresas que compõem o índice.

    O facto do ETF de mercados emergentes estar em USD ou EUR é totalmente irrelevante para o teu risco cambial em EUR.

    Imagina que esse ETF apenas investia em empresas chinesas cotadas em Xangai em RMB.

    O risco cambial está no par RMB vs EUR (supondo que tens os teus gastos em EUR).

    Isto muito simplificadamente.

    Nota que é vantajoso poderes negociar o ETF em EUR, para não teres de andar a fazer conversões na aquisição do ETF, onde normalmente se pode perder umas décimas por causa das conversões efectuadas pelo teu broker.

     

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    Mouro Emprestado
    há 3 horas, Visitante POliveira disse:

    Já agora aproveitava o tópico para expor uma questão. Procuro um EFT para tracking ao S&P 500, transacionado na Euronext e de acumulação. Encontrei o VUSA mas é de distribuição. 

    Obrigado,

    POliveira

    iShares Core Sp500.

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    há 5 horas, Visitante POliveira disse:

    Já agora aproveitava o tópico para expor uma questão. Procuro um EFT para tracking ao S&P 500, transacionado na Euronext e de acumulação. Encontrei o VUSA mas é de distribuição. 

    CSPX da iShares

     

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    há 9 horas, Visitante POliveira disse:

    Já agora aproveitava o tópico para expor uma questão. Procuro um EFT para tracking ao S&P 500, transacionado na Euronext e de acumulação. Encontrei o VUSA mas é de distribuição. 

    Obrigado,

    POliveira

    Vê aqui http://www.trackingdifferences.com/ETF/Index/S%26P 500 Index uma série de opções.

    Os amundis estão na euronext, por exemplo.

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    9 hours ago, Mouro Emprestado said:

    Nenhum dos dois.

    Tens sempre risco cambial por causa das cotações das empresas que compõem o índice.

    O facto do ETF de mercados emergentes estar em USD ou EUR é totalmente irrelevante para o teu risco cambial em EUR.

    Imagina que esse ETF apenas investia em empresas chinesas cotadas em Xangai em RMB.

    O risco cambial está no par RMB vs EUR (supondo que tens os teus gastos em EUR).

    Isto muito simplificadamente.

    Nota que é vantajoso poderes negociar o ETF em EUR, para não teres de andar a fazer conversões na aquisição do ETF, onde normalmente se pode perder umas décimas por causa das conversões efectuadas pelo teu broker.

     

     

    Hmm... Obrigado pela resposta, mas creio que fiquei ainda mais confuso.

    Por exemplo, este ETF: https://www.justetf.com/en/etf-profile.html?query=IE00B441G979&groupField=index&from=search&isin=IE00B441G979

    É EUR hedged, ou seja, o que é que isso quer dizer, então? É que esse ETF segue um índice que é um misto de acções de vários países com diferentes moedas.

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    Mouro Emprestado
    há 35 minutos, Risvol Aisas disse:

     

    Hmm... Obrigado pela resposta, mas creio que fiquei ainda mais confuso.

    Por exemplo, este ETF: https://www.justetf.com/en/etf-profile.html?query=IE00B441G979&groupField=index&from=search&isin=IE00B441G979

    É EUR hedged, ou seja, o que é que isso quer dizer, então? É que esse ETF segue um índice que é um misto de acções de vários países com diferentes moedas.

    Pensa assim. O SP500 valoriza num determinado dia 1%. E nesse dia o USD, face ao EUR, valoriza 0,5%.

    Em teoria, sem qualquer tipo de protecção cambial, um ETF que siga o SP500 terá uma valorização de 1,5% (muito simplificadamente).

    Mas, o ETF com protecção cambial apenas terá uma valorização de 1% (o par EUR-USD é irrelevante com protecção cambial).

     

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    há 30 minutos, Risvol Aisas disse:

     

    Hmm... Obrigado pela resposta, mas creio que fiquei ainda mais confuso.

    Por exemplo, este ETF: https://www.justetf.com/en/etf-profile.html?query=IE00B441G979&groupField=index&from=search&isin=IE00B441G979

    É EUR hedged, ou seja, o que é que isso quer dizer, então? É que esse ETF segue um índice que é um misto de acções de vários países com diferentes moedas.

    Vou tentar ajudar: o que existe dentro dos ETF's são Acções de empresas. Se, por exemplo, todas essas acções forem de empresas americanas (denominadas em USD) e tu fores um investidor europeu (que ganha e gasta em EUR) então o risco cambial de deteres esse ETF é o risco EUR/USD, independentemente da moeda em que esse ETF esteja denominado. Imagina que esse ETF está cotado em GBP e negociado na bolsa de Londres. Mesmo metendo GBP ao barulho (o que levanta questões operacionais de conversão adicional) o risco cambial relevante continua a ser o EUR/USD.

    Na prática:

    - Se tiveres um ETF que é um cabaz mundial (ex.: IWDA) o risco cambial que estás a incorrer é o risco de todas as moedas de denominação de todas as acções dentro do ETF contra o EUR, tua moeda de referência (Eventualmente o EUR/USD será o mais expressivo dado o peso dos U.S., mas as outras moedas lá representadas, também aportam risco cambial, o que até pode ser bom para diversificar esse risco - na lógica da diversificação é melhor ter um cabaz de diferentes moedas do que ter uma aposta apenas numa).

    - A moeda de denominação do ETF tem pouca relevância para esta dicussão. Normalmente, um investidor Europeu prefere ETF's denominados em EUR porque facilita a operacionalização das compras e vendas do ETF (não sendo necessárias conversões adicionais - além das que já ocorrem dentro do fundo).

    - Um fundo EUR hedged o que faz, em princípio, é eliminar o risco cambial relevante que falámos em cima, ou seja elimina o risco entre as moedas das acções que fazem parte do ETF e o EUR, neste caso. Há quem defenda que não é aconselhável investir em ETF's EUR hedged (pelo menos na componente Equity) pela camada adicional de custos que estes ETF's cobram para cobrir esse risco.

    Abraço,

    Sinbad

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    15 hours ago, Mouro Emprestado said:

     

     

    15 hours ago, sinbad said:

     

     

    Certo, obrigado a ambos. Acho que já percebi. O que interessa para avaliar o risco cambial é a moeda em que eu faço os meus gastos e a moeda em que as empresas das quais detenho acções operam.

    Eu perguntei isto tudo porque na realidade estou a pensar escolher este ETF:

    https://www.justetf.com/en/etf-profile.html?query=IE00B3RBWM25&groupField=index&from=search&isin=IE00B3RBWM25

    Tem um Expense Ratio baixo, é transaccionado em EUR e segue um índice de acções gigantesco e global. O único senão é os dividendos serem a distribuir e não a acumular.

    Vou utilizar a plataforma da Degiro e este é um dos ETFs que eles têm lá assinalado como tendo custos de transacção grátis. Só estou a considerar ETFs globais (ou o mais abrangentes possível) e cujos custos de transacção sejam grátis pela Degiro. Se puderem, comentem algo sobre esta minha escolha.

    Já agora, uma última questão, a propósito do Expense Ratio: os 0.25% são aplicados sobre que valor? Imaginemos que eu invisto agora 10.000€ nesste ETF, depois em Junho invisto mais 1.000€ e no final do ano o ETF valorizou tanto que os 11.000€ que investi valem 15.000€. O Expense Ratio de 0.25% aplica-se sobre que valor? Os 15.000€? Os 11.000€? Os 11.000€? Outro qualquer? E se os 11.000€ que investi tiverem desvalorizado para 9.000€, muda alguma coisa?

    Muito obrigado mais uma vez.

    Editado por Risvol Aisas
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    Esse ETF é um ETF que eu gostaria (porque é da Vanguard e porque é global) mas que eu acabei por não comprar porque distribui dividendos e tem um TER de 0.25% - acabei por optar pelo IWDA que também é mundial, tem um TER mais baixo (0.20%) e - mais importante - é de acumulação e não de distribuição.

    Relativamente ao modo como esses 0.25% são calculados: a cotação diária do Fundo (ETF, neste caso) já inclui o reconhecimento "pro-rata" dos 0.25%. Como esse reconhecimento é diário e diariamente o valor do Fundo varia - o que quer dizer que a base de incidência varia também - então é como se os 0.25% anuais fossem aplicados a uma média do valor ao longo do ano. O custo que te cabe a ti é o que resulta da proporção de títulos que tenhas em cada momento. Não é muito fácil de explicar mas o que convém saber é:

    - a cotação diária já está líquida (até esse momento) do custo anual que os 0.25% representam

    - a base de incidência - sobre os quais se calculam e subtraem os 0.25% anuais - varia todos os dias e depende do valor de mercado do fundo

    - o mecanismo de cálculo diário faz com que (no final do ano, olhando para trás) o custo suportado pelos detentores do fundo seja equivalente (do ponto de vista matemático) à aplicação dos 0.25% aplicados ao valor médio de mercado do Fundo ao longo do ano.

    Abraço,

    sinbad

     

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    Visitante PutoAPensarNaReforma

    Vou fazer um portfolio onde vou meter os ovos todos no MSCI World UCITS ETF USD.

    Claro que tenho tambem algum em depositos a prazo. Sou jovem e a ideia é só voltar a tocar no investimento daqui a 40 anos.

    Acham demasiado arriscado para uma amostra de 40 anos ? Vou tambem usar a plataforma degiro, se eles falirem perco o investimento? E quanto à entidade que emite o ETF? Se falir perco o dinheiro? 

    Basicamente o que quero perguntar é : tendo em conta que estou confiante que em 40 anos nao perco dinheiro com o investimento em diversas açoes a nivel mundial, que tipo de risco tenho ao estar exposto à entidade que emite este investimento ( degiro bem como os bancos responsaveis por emitir este ETF que o degiro me oferece).

     

    PS: a pergunta se calhar é um pouco noob espero que percebam a dúvida.

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    Visitante InicianteCRYPTO

    Boas

     

    Para um investimento superior a 10 mil de buy and hold de longo prazo em ETF que acompanhe açoes americanas bem como mundiais,qual a corretora que aconselham? Ouvi falar na deGiro, mas até que ponto o barato sai caro? Para invesmentos de maior valor continua a compensar a Degiro?

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    Bom dia a todos,

    Após algumas semanas de luta (e muitas dúvidas e incertezas), tenho quase a minha carteira de ETF's finalizada para não mexer até ao próximo balanceamento.

    Quando comprei o IWDA no final de Janeiro, já este estava a subir perto de 5€ desde o inicio do ano. Como estava na dúvida se seria melhor esperar ou não, acabei por seguir o que me pareceu ser o conselho mais sensato. Comprei metade das UP's nessa altura e a outra metade fui acompanhando para eventualmente comprar a um melhor preço.

    Agora que já passou um mês (e depois de mais alguns livros lidos), "perdi" o medo e comprei o resto das UP's para completar a minha carteira.

    Claro que, como todos os livros dizem e como também me disseram aqui, a melhor altura para investir é já! E por isso aconteceu exactamente o contrário do que tinha medo.

    O IWDA continuou a subir e acabei por comprar-lo agora ainda mais caro do que há um mês atrás. :) 

    Não fiquei decepcionado nem muito menos irritado ou com medos infundados. Penso até que foi uma lição muito importante!

     

    Mas agora venho com mais umas dúvidas!!

    Estou também para reforçar a minha componente de obrigações para que a carteira fique como quero. Tenho neste momento o Lyxor EuroMTS 5-7Y Investment Grade (DR) UCITS ETF.

    E sei bem que se aconselha a ter obrigações europeias para nós, investidores europeus devido ao risco cambial.

    Mas estive a tentar estudar mais o caso e a fazer mais umas simulações, e pelo que tenho visto, as obrigações americanas têm resultados bastante melhores que as europeias. Claro que também com mais risco e claro, com o incremento do risco cambial.

    Mas, a minha dúvida é: porque não ter obrigações europeias e também obrigações americanas?

    Ou seja, por exemplo numa carteira 60/40, porque não ter os 40% de obrigações divididos em 20% Obrigações europeias + 20% Obrigações Americanas?

     

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    Bom dia

    Em duvida entre comprar na Degiro o SP500 etf ou o que segue as açoes mundiais. O SP500 tem um custo de 0.07 enquanto o outro tem custo de 0.2. A ideia é comprar para aguentar uns 20 anos.

    Outra duvida é relativamente à bolsa a optar. Vejo que para o mesmo ETF neste caso : ISIN: IE00B5BMR087  Aparecem-me varios ETFs iguais o que muda é a bolsa onde se encontra.

    Gostava de saber qual a melhor bolsa a optar, e se compensar usar uma bolsa em euros ou uma na moeda de dolares tal e qual como é o SP500. Eu tenho a conta em euros, e vejo que o custo na Degiro de euros para dolares é muito baixo.

    Para investimento de longo prazo ( onde so compro uma vez por ano e nunca vendo ) e valores altos a Degiro compensa em relaçao a outra Broker mais segura e com mais anos de mercado ? Digo isto pq é bastante importante diversificar o investimento mas tb quero ter em conta o risco que estou a ter em holdar o meu investimento na broker

    Editado por bitcoinPRO
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    há 2 horas, Edge disse:

    Ou seja, por exemplo numa carteira 60/40, porque não ter os 40% de obrigações divididos em 20% Obrigações europeias + 20% Obrigações Americanas?

    Olá, do que tenho lido dizem-nos sempre para mantermos a parte das obrigações na nossa moeda: no caso de um investidor europeu manter as obrigações em EUR também. Na minha opinião a função das obrigações num portfólio não é aportarem muita rendibilidade, é para isso que serve a componente Equity do portfólio. As obrigações servem para reduzir o risco e ajudar-nos a atravessar, com menos stress, aqueles momentos em que o mercado (accionista) cai 50%. Pessoalmente (e por esse motivo) sou contra a tentativa de perseguir rendibilidades mais altas na componente das Obrigações - seja investindo em dívida em USD (porque tem taxas mais altas), seja investindo em dívida de corporates (menor qualidade/mais risco e mais rendibilidade). Ter obrigações em USD é estar exposto ao risco cambial numa componente do portfólio que deveria mitigar risco e não aportar risco. 

    O pior que pode acontecer é num momento de stress (como o de 2008) perder-se 50% na componente Equity e ainda mais um pedaço na componente das Obrigações.

    Esta é a minha opinião, admito que possam existir outras...

    Abraço,

    sinbad

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    há 53 minutos, bitcoinPRO disse:

    Em duvida entre comprar na Degiro o SP500 etf ou o que segue as açoes mundiais. O SP500 tem um custo de 0.07 enquanto o outro tem custo de 0.2. A ideia é comprar para aguentar uns 20 anos.

    Outra duvida é relativamente à bolsa a optar. Vejo que para o mesmo ETF neste caso : ISIN: IE00B5BMR087  Aparecem-me varios ETFs iguais o que muda é a bolsa onde se encontra.

    Pessoalmente prefiro investir num fundo de ações mundiais do que fazer uma aposta limitada num só país. É verdade que historicamente os US têm tido uma performance melhor do que a generalidade dos outros países mas não sabemos se isso se vai manter no futuro. Apostar no S&P500 (em vez de investir num fundo que siga um índice mundial) é fazer uma aposta ativa. Até se pode dar o caso, numa análise à posteriori, da aposta correr bem mas em termos de lógica não sei se não é mais defensável uma coisa mais diversificada. É, no entanto, verdade que quem no passado fez essa aposta se deu melhor do que quem diversificou.

    Relativamente à bolsa, quando há uns anos olhei para esse assunto - atendendo aos ETF's que na altura queria comprar - a que me pareceu melhor era a de Amsterdão. Por ser em EUR e porque, para aqueles ETF's em concreto, me parecia ser a que mais volumes transaccionava - não sei se isto se alterou no passado recente. Pessoalmente prefiro transaccionar em EUR.

    Abraço,

    sinbad

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    Tendo em conta a minha idade acho que vou "arriscar" no SP500 em amesterdao, até pq o que segue o indici mundial está exposto já a 65% dos USA.

    Como me aconselham a comprar sem acabar a fazer subir muito o preço? Como é que voces executam as vossas ordens? Eu quero comprar ao preço do mercado mas nao quero meter a ordem e levar pouco por muito. Sei lá, é a primeira vez que vou fazer tal coisa e ja li historias de "fat fingers" que se lixaram a comprar.

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    há 3 minutos, bitcoinPRO disse:

    Como me aconselham a comprar sem acabar a fazer subir muito o preço? Como é que voces executam as vossas ordens? Eu quero comprar ao preço do mercado mas nao quero meter a ordem e levar pouco por muito. Sei lá, é a primeira vez que vou fazer tal coisa e ja li historias de "fat fingers" que se lixaram a comprar.

    A não ser que tenhas milhões para investir não creio que vás fazer subir o preço a comprar um ETF sobre um dos ativos mais líquidos do mundo (S&P500). Se estivessemos a falar de uma açãozeca do PSI20 (ou PSI18...) talvez mas não neste caso.

    As ordens convém serem feitas a mercado mas com um limite. Queres comprar ao preço justo de mercado mas não queres apanhar com um preço estapafúrdio (isto é tão mais crítico quanto menos líquido for o ativo a comprar mas é sempre aconselhável para ficares mais descansado e para garantir que as coisas não correm mal). Exemplo: vês na plataforma que estás a usar que o preço está em torno de 100. Em vez de dares a ordem com o valor de 100 - correndo o risco de não comprar o título porque por azar o título nunca mais foi aos 100 e ficou ligeiramente acima nos 100.05; é preferível dares a ordem ao mercado (e nesse caso a ordem vai ser executada sempre) mas com um limite de 100.50, por exemplo. Assim, juntas o melhor de 2 mundos: dás a ordem ao mercado (aumentando a probabilidade de ser executada) mas colocas um limite superior que garante que é isso que pagas no máximo - o que é bom para evitar surpresas desagradáveis.

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    Mouro Emprestado

    Só para adicionar aos posts do sinbad. Se existissem ETFs de obrigações soberanas americanas com cobertura cambial para o Euro, seria o primeiro a recomendar uma divisão 50/50 nas obrigações europeias / americanas.

    Mas como o único ETF que eu encontro para Treasuries com protecção cambial é um ETF de TIPS, não estou a ver como fazer.

     

     

    E agora, para algo, totalmente diferente, para o qual é necessário estar ciente dos riscos (para quem quer algo fácil, simples e sem grandes estudos, por favor não abrir).

     

    Tenho acompanhado uma discussão muito interessante no fórums dos Bogleheads, para uma estratégia nada "bogleana": https://www.bogleheads.org/forum/viewtopic.php?f=10&t=272007

    Basicamente, a estratégia assume um investimento 40/60 acções / treasuries americanas de longo prazo.

    Por detrás dessa teoria, está o facto de ser querer obter uma carteira o mais eficiente possível, à imagem daquilo que o Ray Dalio efectua no Hedge Fund que gere (e que serviu de inspiração à carteira do Tony Robbins exposta no início deste tópico pelo Salvador.

    Isso implica ter 2 activos pouco correlacionados: acções e obrigações soberanas de longo-prazo (o que, convenhamos, também não está muito longe da teoria do Portfolio Permanente do Harry Browne).

    Só que ao invés de investir em fundos indíce / ETFs normais, esta estratégia assume ETFs com alavancagem x3.

    Recomendo a leitura do tópico, porque aprende-se muito e onde se fala, aliás, em hipotéticos cenários futuros relativamente às obrigações de longo-prazo, agora que as taxas de juro estão tão baixas.

    O que nos falta? Ter ferramentas de teste, sabendo que na Europa só encontrei ETFs com alavancagem x2:

    Amundi ETF Leveraged MSCI USA Daily UCITS ETF EUR - FR0010755611

    Lyxor Daily Leveraged Bund UCITS ETF EUR - FR0011023654

    Mesmo assim, usando as ferramentas do justetf.com, assumindo um início em Julho de 2011 com 10k e investimentos de 2k cada Julho subsequentes - para um total de 24k de investimento - a carteira a esta data teria um valor de quase 64k, com os ganhos a chegarem quase a 40k.

    chart-3.jpg

     

    Naturalmente, estamos a beneficiar de um extraordinário bullmarket nas acções, portanto carteiras com ênfase em acções tendem a ter imensos ganhos.

    Mas não deixa de ser curioso numa coisa. No 4.º semestre de 2018, o SP500 perdeu cerca de  18% em euros. Esta carteira "apenas" perdeu 14%. E, se compararmos a performance entre ambos a 6 meses, o SP500 em euros está praticamente a zeros. Mas esta carteira teve cerca de 2,5% de ganhos.

    Só é pena não termos esses ETFs no Portfolio Analyser do Virtua God, para testarmos todos os DD dos últimos 8 anos e compararmos com outras carteiras eh eh eh.
     

    Editado por Mouro Emprestado
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    On 3/6/2019 at 12:31 PM, sinbad said:

     

     

    O meu problema com o IWDA é que não tem economias emergentes..

    Quanto aos dividendos, porque é que preferes ETFs que acumulam em vez dos que distribuem?

    Por último, e em relação ao Expense Ratio, ele é automaticamente retido na fonte?

    Editado por Risvol Aisas
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    há 8 horas, Risvol Aisas disse:

    O meu problema com o IWDA é que não tem economias emergentes..

    Quanto aos dividendos, porque é que preferes ETFs que acumulam em vez dos que distribuem?

    Por último, e em relação ao Expense Ratio, ele é automaticamente retido na fonte?

    Sim, o IWDA não inclui Emergentes por isso incluí o IEMA no meu portfólio.

    A não ser que precises da distribuição de dividendos para viver é melhor os que acumulem porque: os dividendos são imediatamente re-investidos; não tens de pagar impostos sobre os dividendos (coisa que aconteceria caso fossem distribuídos e os recebesses na tua conta); não pagas as eventuais comissões que alguns brokers cobram quando há eventos como por exemplo a distribuição de dividendos (nem todos os brokers cobram isto pelo que os motivos mais relevantes são os primeiros 2).

    A forma como o Expense Ratio é suportado pelo investidor é como eu descrevi há uns posts acima mas que reproduzo aqui em baixo para facilitar (os 0.25% desse post correspondem ao ER) er sim esse custo é retirado "na fonte" e refletido logo na cotação diária do ETF.

    A 06/03/2019 às 12:31, sinbad disse:

    Relativamente ao modo como esses 0.25% são calculados: a cotação diária do Fundo (ETF, neste caso) já inclui o reconhecimento "pro-rata" dos 0.25%. Como esse reconhecimento é diário e diariamente o valor do Fundo varia - o que quer dizer que a base de incidência varia também - então é como se os 0.25% anuais fossem aplicados a uma média do valor ao longo do ano. O custo que te cabe a ti é o que resulta da proporção de títulos que tenhas em cada momento. Não é muito fácil de explicar mas o que convém saber é:

    - a cotação diária já está líquida (até esse momento) do custo anual que os 0.25% representam

    - a base de incidência - sobre os quais se calculam e subtraem os 0.25% anuais - varia todos os dias e depende do valor de mercado do fundo

    - o mecanismo de cálculo diário faz com que (no final do ano, olhando para trás) o custo suportado pelos detentores do fundo seja equivalente (do ponto de vista matemático) à aplicação dos 0.25% aplicados ao valor médio de mercado do Fundo ao longo do ano.

    Abraço,

    sinbad

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    Mouro Emprestado

    MSCI World vs MSCI World ACWI e MSCI World ACWI IMI (portanto, incluindo mercados emergentes) vs MSCI Emerging Markets:

    chart-7.jpg

    chart-8.jpg

    O mais relevante é o segundo gráfico. 

    Nos últimos anos os mercados emergentes não serviram como activo desrecolecionado com os mercados desenvolvidos (a volatilidade é essencialmente a mesma entre os 3 índices mundiais).  Aliás, os mercados emergentes têm tido maior volatilidade (o que por si só não nos diz grande coisa num bull-market) e menores retornos.

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    Mouro Emprestado

    Desta vez, obrigações soberanas europeias vs treasuries americanas sem hedge cambial (ambas prazo intermédio 7-10) vs obrigações soberanas mundiais com protecção cambial (todos os prazos):

    chart-13.jpg

    chart-16.jpg

     

    Editado por Mouro Emprestado
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    • ruicarlov unpinned this tópico

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