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  • ETFs (Exchange-Traded Funds)


    Visitante Salvador_

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    Boa tarde,

     

    Como primeiro investimento em ETF's, considerando que será uma gestão passiva e horizonte temporal superior a 5 anos, que opinam sobre o seguinte: IWDA / IE00B4L5Y983 ?

    Faz parte dos ETF's grátis da Degiro. Pretendo entral com +/- 2k e ir reforçando com algumas "sobras mensais".

     

    Obrigado!

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    há 18 horas, elkefro disse:

    Boa tarde,

     

    Como primeiro investimento em ETF's, considerando que será uma gestão passiva e horizonte temporal superior a 5 anos, que opinam sobre o seguinte: IWDA / IE00B4L5Y983 ?

    Faz parte dos ETF's grátis da Degiro. Pretendo entral com +/- 2k e ir reforçando com algumas "sobras mensais".

     

    Obrigado!

    Bom dia!

     

    Como complemento ao ETF supra, que opinam do seguinte: CSPX / IE00B5BMR087 ?

     

    Numa primeira fase em proporção 50/50, e com reforços mensais mediante o que vai "sobrando".

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    há 32 minutos, elkefro disse:

    Bom dia!

     

    Como complemento ao ETF supra, que opinam do seguinte: CSPX / IE00B5BMR087 ?

     

    Numa primeira fase em proporção 50/50, e com reforços mensais mediante o que vai "sobrando".

    Cerca de 60% do MSCI World é composto por empresas americanas. Ao comprares o segundo (S&P500) estás a aumentar essa percentagem e a exposição ao mercado americano. Depende da tua tolerância ao risco e do horizonte temporal, mais de 5 anos é muito relativo. Vais precisar do dinheiro daqui a 6, 7, 8 anos ou se o mercado estiver em baixo nessa altura consideras prolongar esse prazo?

    De um ponto de vista de retorno absoluto penso que investir apenas no S&P 500 faz mais sentido, mas com o risco associado.

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    Pelos meus planos o dinheiro a colocar em ETF's ou FI só será necessário para a "reforma". Gestão corrente e no horizonte de 10 anos (miúdos faculdade) tenho outras soluções mais "conservadoras".

    A ideia, e como não tenho muito tempo, seria mesmo buy and hold, reforçando com as tais "sobras", já descontado capitais para outras finalidades.

     

    Eventualmente o S&P500 e algo deste género: iShares MSCI Europe UCITS ETF (Acc) ?

     

    Obrigado!

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    Mouro Emprestado
    há 1 hora, elkefro disse:

    Pelos meus planos o dinheiro a colocar em ETF's ou FI só será necessário para a "reforma". Gestão corrente e no horizonte de 10 anos (miúdos faculdade) tenho outras soluções mais "conservadoras".

    A ideia, e como não tenho muito tempo, seria mesmo buy and hold, reforçando com as tais "sobras", já descontado capitais para outras finalidades.

     

    Eventualmente o S&P500 e algo deste género: iShares MSCI Europe UCITS ETF (Acc) ?

     

    Obrigado!

    Para isso deixa-te estar pelo iShares Core MSCI World, já tem a América e a Europa e junta a Ásia Desenvolvida, o Canadá e a Austrália.

    Falta é um ETF de Obrigações Soberanas Intermédias Europeias, que capitalize dividendos. Estilo LU1829219713

     

     

     

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    há 11 minutos, Mouro Emprestado disse:

    Para isso deixa-te estar pelo iShares Core MSCI World, já tem a América e a Europa e junta a Ásia Desenvolvida, o Canadá e a Austrália.

    Falta é um ETF de Obrigações Soberanas Intermédias Europeias, que capitalize dividendos. Estilo LU1829219713

     

     

     

    e se for este, da lista de etf's gratuitos da Degiro:

    Lyxor Euro Corporate Bond UCITS ETF - C-EUR ISIN LU1829219127

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    Mouro Emprestado

    Isso não são obrigações soberanas mas corporativas.

    Não é a mesma coisa, nada a ver.

    É o mesmo que comparar a dívida da Alemanha com a dívida do BES.

     

    (estou naturalmente a exagerar, mas na última crise de 2007-2009, as obrigações corporativas não funcionaram como grande diversificador de risco).

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    há 1 hora, Mouro Emprestado disse:

    Isso não são obrigações soberanas mas corporativas.

    Não é a mesma coisa, nada a ver.

    É o mesmo que comparar a dívida da Alemanha com a dívida do BES.

     

    (estou naturalmente a exagerar, mas na última crise de 2007-2009, as obrigações corporativas não funcionaram como grande diversificador de risco).

    Ok, obrigado, percebi a diferença.

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    há 7 horas, IceMan1910 disse:

    Quando estás a formular esta opinião, estás a ter em conta o passado e a tirar conclusões para o futuro.

    Eu concordo que o S&P500 é o indice mais internacionalizado do mundo (porque muitas das receitas são provinientes de negócios das empresas que lá estão - que são só por si muito internacionalizadas).

    No entanto, quando estamos a falar de um horizonte de investimento de 10, 20, 30... 40 anos? Numa optica de investimento para a reforma, assumir que a hegemonia americana ou das empresas que estão no S&P500 se vai manter nesse horizonte temporal, tendo em conta as alterações não só demograficas mas económicas, sociais e ambientais que o mundo vai sofrer nesse periodo, é uma presunção muito forte. Um só fator que vai acontecer nesse horizonte temporal (o facto de o reinado do petroleo ir acabar), vai, só por si, alterar muitos dos movimentos dos mercados e geopolitica mundial).

    Diria que o IWDA que já tem uma exposição de cerca de 55% aos indices americanos, serve melhor para esse proposito de longo prazo.

    Relembro que de 100 em 100 anos o país no topo do mundo foi alterando. E os EUA vão perder daqui a poucos anos o 1º lugar na economia mundial (já o perderam em paridade de poder de compra).

    O que hoje é verdade, amanhã é mentira. IWDA é um melhor investimento no longo prazo a meu ver.

    Cumprimentos,

     

    Posso não ter sido explícito, mas eu não disse que o IWDA era pior investimento a longo prazo, daí ter falado nos riscos associados à exposição do mercado americano. É um investimento mais conservador, mais diversificado, com menos risco mas que provavelmente vai ter menos retorno nos próximos 40 anos.

    O facto da China ascender a maior potência mundial não é sinônimo de um colapso imediato dos estados unidos. Penso que as duas podem coexistir como superpotências durante muito tempo e continuar a crescer a ritmos diferentes.

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    • 2 weeks later...

    Boas e Bom Ano de 2019 a todos

     

    A minha vida deu uma grande volta nestes últimos meses e, também devido a isso, estou agora a iniciar-me (demasiado tarde infelizmente) nos investimentos e tenho lido e apreendido muita informação.

    Li várias vezes este tópico (e outros) e desde já os parabéns a todos, mas continuo com algumas dúvidas, porque os ETFs são uma coisa nova para mim.

    Depois de reler este tópico todo várias vezes cheguei às seguintes conclusões (pessoais) e gostava de saber as vossas opiniões, se concordam ou não:

    1.       Aparentemente, a ideia inicial de se ter o portefólio bastante diversificado (7 ou mais ETFs) tem vindo ser discutida e cada vez mais os portefólios são mais pequenos (desde 2 a 5 ETFs) pelas facilidades de os manter e “gerir”

    2.       Em termos de ETFs de obrigações, pareceu-me que a tendência foi mudar dos USA para os da Europa devido aos possíveis efeitos cambiais

    3.       Também me parece que a ideia inicial de distribuir os ETFs de acções por vários sub-tipos (emergentes, pacifico, japão, small caps, large caps, etc.) tem vindo a diminuir e tende a ser mais consensual a utilização de apenas 1 ou 2 ETFs que englobem estes sub-tipos?

    4.       Quanto aos bancos e correctoras a Degiro é barata mas pode não ser o mais seguro. Depois temos os bancos portugueses (Best, Invest, Big, Carregosa) mas não existe uma instituição consensual

    5.       Parece-me ponto assente que o melhor é Acc (vai acumulando) em relação ao Distribution policy: Inc (distribui dividendos) para investidores portugueses

     

    Depois das leituras e de algumas “conclusões” decidi avançar e gostava de saber as vossas opiniões sobre a minha futura carteira (em estudo).

    A ideia será constituir uma carteira de investimento Buy&Hold a médio/longo-prazo com um investimento inicial de 10.000€ e reforços anuais de 2.000€. Pelo que percebi, estes são os valores mínimos recomendados para uma carteira de ETFs para carteiras de 4 ou 5 ETFs.

    Estes são também os meus valores mínimos, visto que o investimento inicial poderá ser maior (entre os 15.000€ e os 20.000€) e consigo poupar 1000€ por mês, logo o reforço anual poderá chegar aos 12.000€ (o que pode ser uma vantagem, mas também é uma grande dor de cabeça para escolher).

    As dúvidas para as quais gostava de saber a vossa opinião são:

    1.       Qual o banco ou correctora a usar? Actualmente tenho conta no BIG e na DEGIRO. Eu estou mais confortável com o BIG apesar das comissões mais elevadas, mas estou indeciso em qual constituir a carteira. Também pondero o Invest até porque ando de olho no PPR AR como outra via de poupança.

     

    2.       Na Degiro tenho uma conta Basic e como li aqui no tópico, poderá ter mais risco, certo? Não terá maiores riscos do que ir para uma instituição mais tradicional, tipo BIG ou INVEST?

     

    3.       Tipo de carteira? Quanto à carteira, estou a ponderar ter entre 4 a 5 ETFs com as seguintes características:

     

    Portefólio (Tipo)

    Descrição

    %

    ETFs Tipo

    Acções Mundiais (Equity)

    45%

    IWDA Ishares Core MSCI World UCITS ETF

    REIT Global (Real Estate)

    10%

    SPDR Dow Jones Global Real Estate UCTIS ETF | SPIJ

    Obrigações do Tesouro da europa 7 - 10 anos (Bonds, Investment Grade)

    20%

    Lyxor EUROMTS 7-10Y Investment Grade (DR) UCITS ETF - C-EUR (EUR) | LYXD

    TIPS - Obrigações do tesouro da europa indexadas à inflação (Bonds, Inflation-Linked)

    15%

    Ishares € Inflation Linked Govt Bond UCTIS ETF | IBC1

    Ouro (Precious Metals)

    10%

    IAU - iShares COMEX Gold Trust

     

    O que acham/aconselham?

     

    Desde já o meu agradecimento e mais uma vez, parabéns por um tópico tão gratificante em conteúdo.

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    Bom dia,

    Qual é atualmente o melhor ETF para ações Mundiais, listado na lista de ETF's grátis da DeGiro?

    IWDA / IE00B4L5Y983 IWDA Ishares Core MSCI World UCITS ETF USD (Acc) EUR ?

    Já agora, não consegui confirmar que é Euro Hedged . Alguém confirma? Obrigado

     

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    Boa tarde,

    Procuro replicar o portfolio All Weather com algumas alterações. Na parte de obrigações, o melhor compromisso que encontrei foi o seguinte:   

    image.png

    Por não ter um ETF de obrigações longo prazo para o mercado americano (acc), esta parte do portfolio fica exclusivamente exposta ao mercado europeu, o que sinceramente não me agrada. O que pensam? 

    A alocação será de cerca de 30% para Long-Term e 10% para Intermediate-Term.

    Muito Obrigado!

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    há 2 minutos, In. Fin. disse:

    Boas, segundo o justetf é currency unhedged. 

     

    Ou seja, compramos na moeda EUR, mas está sujeito à variação cambial EUR / USD. Como lidam com este "problema"?

    Há alguém que opte por usar versões hedge? Existem? São mais caras (TER)?

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    Mouro Emprestado
    A 02/01/2019 às 20:50, Edge disse:

    Boas e Bom Ano de 2019 a todos

     

    A minha vida deu uma grande volta nestes últimos meses e, também devido a isso, estou agora a iniciar-me (demasiado tarde infelizmente) nos investimentos e tenho lido e apreendido muita informação.

    Li várias vezes este tópico (e outros) e desde já os parabéns a todos, mas continuo com algumas dúvidas, porque os ETFs são uma coisa nova para mim.

    Depois de reler este tópico todo várias vezes cheguei às seguintes conclusões (pessoais) e gostava de saber as vossas opiniões, se concordam ou não:

    1.       Aparentemente, a ideia inicial de se ter o portefólio bastante diversificado (7 ou mais ETFs) tem vindo ser discutida e cada vez mais os portefólios são mais pequenos (desde 2 a 5 ETFs) pelas facilidades de os manter e “gerir”

    A ideia inicial era... hmmm, demasiado complicada.... e baseada numa carteira "americanizada" (minha opinião, que vale tanto como outra qualquer ah ah). 

    Nos EUA, a malta gosta de se desviar muito da alocação bolsista mundial (chega a ser cómico no Bogleheads andarem a defender investir em market cap, mas depois investem num fundo de acções americanos e num fundo de acções fora da América, só porque o fundo de acções mundial - que é market cap mundial - é tipo, 0,05 p.p ou 0,05 p.p. mais caro!).

     

    A 02/01/2019 às 20:50, Edge disse:

    2.       Em termos de ETFs de obrigações, pareceu-me que a tendência foi mudar dos USA para os da Europa devido aos possíveis efeitos cambiais

    Nada a ver. 

    Há 2 razões para não se investir através de ETF's americanos:

    a) Distribuem dividendos (são obrigados por lei), o que de um ponto de vista fiscal é pouco eficiente, pelo menos em Portugal.

    b) O belo do Estate Tax, para valores acima de 60k. Genericamente, se bateres a bota, os teus activos americanos acima de 60k são taxados, independentemente se há mais-valias ou não. Imposto esse que depois não é recuperável por cá. 

     

    A 02/01/2019 às 20:50, Edge disse:

    3.       Também me parece que a ideia inicial de distribuir os ETFs de acções por vários sub-tipos (emergentes, pacifico, japão, small caps, large caps, etc.) tem vindo a diminuir e tende a ser mais consensual a utilização de apenas 1 ou 2 ETFs que englobem estes sub-tipos?

    Depende de com quem falares.

    Ao investires fora dum índice mundial de acções market cap, estás basicamente a fazer uma aposta activa (é indiferente investir passivamente ou activamente através de ETFs ou Fundos de Investimento... o que define o estilo de investimento não é o veículo de investimento, mas sim a estratégia!) 

    Pode correr bem, pode correr menos bem.

    Nota que, por exemplo, as acções small cap value (que tanta gente defende!) têm tido retornos nos últimos 10 anos bem piores que as acções growth (o market cap é um misto de ambos tipos de acções). Talvez nos próximos 10 anos seja o contrário, se acreditarmos que os mercados são totalmente eficientes.

     

    A 02/01/2019 às 20:50, Edge disse:

    4.       Quanto aos bancos e correctoras a Degiro é barata mas pode não ser o mais seguro. Depois temos os bancos portugueses (Best, Invest, Big, Carregosa) mas não existe uma instituição consensual

    Depende de pessoa por pessoa.

    Há quem tenha espalhado por aí, para não ter tudo no mesmo e ir sempre diversificando um bocadinho mais (me acuso). Não que me preocupe muito com o risco (só na morte é que não se correm riscos).

     

    A 02/01/2019 às 20:50, Edge disse:

    5.       Parece-me ponto assente que o melhor é Acc (vai acumulando) em relação ao Distribution policy: Inc (distribui dividendos) para investidores portugueses

    Yep.

    Explicado aqui "n" vezes.

    Quem não acreditar, que abra um excel e experimente ir levando com 28% de imposto todos os anos sobre os dividendos, ao invés de levar com os mesmos 28% só no final dos 30 anos.

     

    A 02/01/2019 às 20:50, Edge disse:

    Depois das leituras e de algumas “conclusões” decidi avançar e gostava de saber as vossas opiniões sobre a minha futura carteira (em estudo).

    A ideia será constituir uma carteira de investimento Buy&Hold a médio/longo-prazo com um investimento inicial de 10.000€ e reforços anuais de 2.000€. Pelo que percebi, estes são os valores mínimos recomendados para uma carteira de ETFs para carteiras de 4 ou 5 ETFs.

    Errrrrr. Não necessariamente.

    Os 10k de carteira inicial + 2k anuais surgiu de um desafio a outro user, que gostava muito de dizer que os investidores "passivos" eram burros e outras coisas e que a malta esperta (como ele) conseguia obter melhores retornos. Claro que, o desafio não foi aceite...
    Para todos os efeitos, mantive esse pressuposto para estudar várias carteiras diferentes, com historial europeu (o histórico americano de pouco nos serve), para me tentar aproximar a uma média hipotética.

    Dá para chegar a umas boas conclusões, como por exemplo que após 10 anos, investir apenas esses valores não serve para nada (é necessário poupar mais malta!!!!!!!!) 

     

     

    A 02/01/2019 às 20:50, Edge disse:

    Estes são também os meus valores mínimos, visto que o investimento inicial poderá ser maior (entre os 15.000€ e os 20.000€) e consigo poupar 1000€ por mês, logo o reforço anual poderá chegar aos 12.000€ (o que pode ser uma vantagem, mas também é uma grande dor de cabeça para escolher).

    Achas mesmo?

    Qual a dificuldade de escolheres uma carteira se o valor for 10k, 100k ou 1m?

    Achas mais difícil uma pessoa com 1m escolher um tipo de carteira de investimento? Ou uma pessoa com apenas 10k?

    Tipo, 60/40 funciona com 10k, funciona com 1m e até poderá funcionar com 1b. Ou o Portfolio Permanente. Ou a carteira All-Weather. 

     

     

    A 02/01/2019 às 20:50, Edge disse:

    As dúvidas para as quais gostava de saber a vossa opinião são:

    1.       Qual o banco ou correctora a usar? Actualmente tenho conta no BIG e na DEGIRO. Eu estou mais confortável com o BIG apesar das comissões mais elevadas, mas estou indeciso em qual constituir a carteira. Também pondero o Invest até porque ando de olho no PPR AR como outra via de poupança.

    Vide acima minha opinião.

     

    A 02/01/2019 às 20:50, Edge disse:

    2.       Na Degiro tenho uma conta Basic e como li aqui no tópico, poderá ter mais risco, certo? Não terá maiores riscos do que ir para uma instituição mais tradicional, tipo BIG ou INVEST?

    Ninguém te conseguirá responder verdadeiramente a isso.

     

    A 02/01/2019 às 20:50, Edge disse:

    3.       Tipo de carteira? Quanto à carteira, estou a ponderar ter entre 4 a 5 ETFs com as seguintes características:

     

    Portefólio (Tipo)

    Descrição

    %

    ETFs Tipo

    Acções Mundiais (Equity)

    45%

    IWDA Ishares Core MSCI World UCITS ETF

    REIT Global (Real Estate)

    10%

    SPDR Dow Jones Global Real Estate UCTIS ETF | SPIJ

    Obrigações do Tesouro da europa 7 - 10 anos (Bonds, Investment Grade)

    20%

    Lyxor EUROMTS 7-10Y Investment Grade (DR) UCITS ETF - C-EUR (EUR) | LYXD

    TIPS - Obrigações do tesouro da europa indexadas à inflação (Bonds, Inflation-Linked)

    15%

    Ishares € Inflation Linked Govt Bond UCTIS ETF | IBC1

    Ouro (Precious Metals)

    10%

    IAU - iShares COMEX Gold Trust

     

    O que acham/aconselham?

     

    Para que vais apostar em TIPS? Alguma razão em especial?

    Porque "alguém" disse que sim?

    Qual o historial?

    Já experimentaste se o aumento da complexidade (quantos mais ETF's, mais complicado se torna gerir os rebalanceamentos, não esquecer) vale a pena?

    Atenção, eu faço-te esta pergunta porque genuinamente não sei para que servem os TIPS e não consigo tirar uma conclusão.

    Outra coisa, o IAU é cotado na América.

    Tens alguns ETCs de ouro cotados na Europa, embora com a treta da União Europeia mais as suas ideias marxistas de querem "salvaguardar" o povo, acabaram-se quase todos os ETCs de Ouro para os investidores Portugueses. Acho que o Big tem um do Deutsche Bank cotado em Euros, por exemplo.

     

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    Mouro Emprestado
    há 7 horas, In. Fin. disse:

    Boa tarde,

    Procuro replicar o portfolio All Weather com algumas alterações. Na parte de obrigações, o melhor compromisso que encontrei foi o seguinte:   

    image.png

    Não se consegue ver.

     

    há 7 horas, In. Fin. disse:

    Por não ter um ETF de obrigações longo prazo para o mercado americano (acc), esta parte do portfolio fica exclusivamente exposta ao mercado europeu, o que sinceramente não me agrada. O que pensam? 

    E não agrada porquê, já agora?

    Não acreditas nas obrigações soberanas alemãs, holandesas, finlandesas? 

    Achas que o Euro vai acabar? Shorta-o já, vais ficar milionário em 3 tempos (estou a ser sarcástico!!!!)

    Seriamente, as obrigações numa carteira servem para fazer de contrabalanço com as acções.

    Ora, um fundo de obrigações americanas anda ligado ao par USD-EUR. Em 2014 o Euro perdeu 20% face ao Dólar. Só que no passado também aconteceu o contrário. No futuro? Ninguém sabe.

    Não te queixes no futuro se um ETF de Treasuries perder 25% do seu valor porque o dólar desvalorizou por qualquer razão 20% face ao Euro.

    Não quer dizer que alocar uma pequena parte às Treasuries não possa fazer um pouco de sentido, para diversificar. Mas contar com uma maior complexidade da carteira. Há vezes que seguir o KISS é bem melhor.

    Mais uma vez, o pensamento acima NÃO se aplica às acções!

    há 7 horas, In. Fin. disse:

    A alocação será de cerca de 30% para Long-Term e 10% para Intermediate-Term.

    Muito Obrigado!

     

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    Mouro Emprestado
    há 7 horas, Moneymaker disse:

    Ou seja, compramos na moeda EUR, mas está sujeito à variação cambial EUR / USD. Como lidam com este "problema"?

    E à variação cambial EUR/GBP. E EUR/YEN. E EUR/NOK. E EUR/CAD. E EUR/AUD. E EUR/CHF. E .... you get the point.

    Isto é um problema? Mesmo?

    Nahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

    Pensa assim.

    Tens uma empresa americana, cujo único activo é um imóvel na Europa do Euro.

    Cada acção vale 100 USD, o equivalente a 100 EUR com um câmbio de 1/1.

    No ano seguinte, o EUR desvaloriza 20% face ao USD.

    Em USD a acção vai, logicamente, desvalorizar 20%. Mas, em EUR, vale exactamente os mesmos 100 EUR, porque em EUROS o imóvel continua a valer exactamente o mesmo.

    Mas se tiveres hedge cambial, lixas-te porque perdes os 20% em EUR. Acrescido dos custos do hedge cambial (que também não serão por aí além).

    Claro que a realidade é bem mais complexa do que isto. Mas se no longo-prazo os mercados tendem a tornar-se mais eficientes e os pares monetários principais tendem para o equilíbrio, as variações cambiais de curto-prazo são, apenas, "ruído".

    Claro que isto não é verdade se viverem num sítio cuja moeda não seja reserva de valor (EUR/USD/CHF...).

    Se viverem com uma moeda da treta, que sofre manipulações do seu valor ou cujo valor seja fixado administrativamente por um banco central, isto não é verdade.

    Tal como não será verdade se, por qualquer infortúnio, Portugal tiver de sair do Euro (ou o Euro implodir por causa da malta das extremas direitas e extremas esquerdas).

     

    há 7 horas, Moneymaker disse:

    Há alguém que opte por usar versões hedge? Existem? São mais caras (TER)?

    Existir existem.

    Por exemplo: https://www.justetf.com/de-en/find-etf.html?groupField=index&index=MSCI%2BWorld%2B%28EUR%2BHedged%29&assetClass=class-equity&region=World&ls=any 

    Pessoalmente, eu não opto por ter hedge cambial.

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    Mouro Emprestado

    E só para finalizar:

    Citação

    Option 1 - You want to generate regular income from your portfolio. Go for distributing ETFs. They transfer cash straight to your investment account where you can withdraw it to spend on the good things in life. 

    Option 2 - You want to maximise your future investment returns. Accumulating ETFs are the best choice as they automatically reinvest your income back into the fund at no extra expense. This compounds your returns, saves you time and spares you dealing fees.

    It’s important to make the right decision as income is a vital part of any investment strategy, whether you need it now or can save it for later. 
     

     

     

     

     

     

    https://www.justetf.com/ch-en/news/etf/distributing-or-accumulating-etfs-how-to-handle-investment-income.html

     

    Bons investimentos.

     

     

     

    Editado por Mouro Emprestado
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    há 1 hora, Mouro Emprestado disse:
    Citação

    4.       Quanto aos bancos e correctoras a Degiro é barata mas pode não ser o mais seguro. Depois temos os bancos portugueses (Best, Invest, Big, Carregosa) mas não existe uma instituição consensual

    Depende de pessoa por pessoa.

    Há quem tenha espalhado por aí, para não ter tudo no mesmo e ir sempre diversificando um bocadinho mais (me acuso). Não que me preocupe muito com o risco (só na morte é que não se correm riscos)

    Já me lembrei de uma opção que parece minimizar os custos :)

    Vejam se concordam com isto:

    - Reforçar IWDA e afins na DeGiro para minimizar os custos de investimento

    - Garantia do estado holandês até 20K€.

    - Quando o portfolio chegar aos 20K€, transferir para uma entidade nacional (exemplo Banco Invest) o portfolio na sua totalidade.

    - Segundo percebo apenas se paga qualquer coisa como 10 euros por linha transferida na saida e na entrada. Ou seja, virtualmente podemos todos os meses comprar IWDA de borla, e passado x anos quando estiverem 20 mil euros, transferir por 20 euros para o Banco Invest e continuar a comprar na DeGiro novamente.

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    A 02/01/2019 às 21:50, Edge disse:

    3.       Tipo de carteira? Quanto à carteira, estou a ponderar ter entre 4 a 5 ETFs com as seguintes características:

    Portefólio (Tipo)

    Descrição

    %

    ETFs Tipo

    Acções Mundiais (Equity)

    45%

    IWDA Ishares Core MSCI World UCITS ETF

    REIT Global (Real Estate)

    10%

    SPDR Dow Jones Global Real Estate UCTIS ETF | SPIJ

    Obrigações do Tesouro da europa 7 - 10 anos (Bonds, Investment Grade)

    20%

    Lyxor EUROMTS 7-10Y Investment Grade (DR) UCITS ETF - C-EUR (EUR) | LYXD

    TIPS - Obrigações do tesouro da europa indexadas à inflação (Bonds, Inflation-Linked)

    15%

    Ishares € Inflation Linked Govt Bond UCTIS ETF | IBC1

    Ouro (Precious Metals)

    10%

    IAU - iShares COMEX Gold Trust

     

    Como alternativa ao "SPDR Dow Jones Global Real Estate UCTIS ETF | SPYJ", que distribui dividendos, sugiro o "Amundi ETF FTSE EPRA NAREIT Global UCITS ETF DR ISIN LU1437018838, WKN A2ATZC", se ainda for possível comprar esse ETF. infelizmente é um fundo muito pequeno (52m).

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    Obrigado @Mouro Emprestado

    há 12 horas, Mouro Emprestado disse:

    A ideia inicial era... hmmm, demasiado complicada.... e baseada numa carteira "americanizada" (minha opinião, que vale tanto como outra qualquer ah ah). 

    Nos EUA, a malta gosta de se desviar muito da alocação bolsista mundial (chega a ser cómico no Bogleheads andarem a defender investir em market cap, mas depois investem num fundo de acções americanos e num fundo de acções fora da América, só porque o fundo de acções mundial - que é market cap mundial - é tipo, 0,05 p.p ou 0,05 p.p. mais caro!).

    Pois! Foi o que me pareceu depois de ler o tópico várias vezes.

     

    há 12 horas, Mouro Emprestado disse:

    Nada a ver. 

    Há 2 razões para não se investir através de ETF's americanos:

    a) Distribuem dividendos (são obrigados por lei), o que de um ponto de vista fiscal é pouco eficiente, pelo menos em Portugal.

    b) O belo do Estate Tax, para valores acima de 60k. Genericamente, se bateres a bota, os teus activos americanos acima de 60k são taxados, independentemente se há mais-valias ou não. Imposto esse que depois não é recuperável por cá.

    Ok! Mas confirma-se então que é "melhor" para os investidores de Portugal investir em ETF's de obrigações europeias, certo?

     

    há 12 horas, Mouro Emprestado disse:

    Depende de com quem falares.

    Ao investires fora dum índice mundial de acções market cap, estás basicamente a fazer uma aposta activa (é indiferente investir passivamente ou activamente através de ETFs ou Fundos de Investimento... o que define o estilo de investimento não é o veículo de investimento, mas sim a estratégia!) 

    Pode correr bem, pode correr menos bem.

    Nota que, por exemplo, as acções small cap value (que tanta gente defende!) têm tido retornos nos últimos 10 anos bem piores que as acções growth (o market cap é um misto de ambos tipos de acções). Talvez nos próximos 10 anos seja o contrário, se acreditarmos que os mercados são totalmente eficientes.

    Eu como estou a pensar numa estratégia mais passiva (pelo menos no começo) acho que me vou restringir a um ETF do estilo IWDA Ishares Core MSCI World UCITS ETF.

     

    há 12 horas, Mouro Emprestado disse:

    Depende de pessoa por pessoa.

    Há quem tenha espalhado por aí, para não ter tudo no mesmo e ir sempre diversificando um bocadinho mais (me acuso). Não que me preocupe muito com o risco (só na morte é que não se correm riscos).

    Pois, é também a minha idéia!  Estou a ponderar sériamente abrir conta no INVEST e utilizar a DEGIRO também. Quanto ao BIG, apesar de gostar do banco, parece-me excessivamente caro para ter ETF's.

     

    há 12 horas, Mouro Emprestado disse:

    Errrrrr. Não necessariamente.

    Os 10k de carteira inicial + 2k anuais surgiu de um desafio a outro user, que gostava muito de dizer que os investidores "passivos" eram burros e outras coisas e que a malta esperta (como ele) conseguia obter melhores retornos. Claro que, o desafio não foi aceite...
    Para todos os efeitos, mantive esse pressuposto para estudar várias carteiras diferentes, com historial europeu (o histórico americano de pouco nos serve), para me tentar aproximar a uma média hipotética.

    Dá para chegar a umas boas conclusões, como por exemplo que após 10 anos, investir apenas esses valores não serve para nada (é necessário poupar mais malta!!!!!!!!)

    Concordo! Poupar mais. Por isso é que estou a pensar abrir com 10.000€ e fazer reforços anuais de 10.000€ também

    há 12 horas, Mouro Emprestado disse:

    Achas mesmo?

    Qual a dificuldade de escolheres uma carteira se o valor for 10k, 100k ou 1m?

    Achas mais difícil uma pessoa com 1m escolher um tipo de carteira de investimento? Ou uma pessoa com apenas 10k?

    Tipo, 60/40 funciona com 10k, funciona com 1m e até poderá funcionar com 1b. Ou o Portfolio Permanente. Ou a carteira All-Weather. 

    Eu estava a referir-me que, como com valores maiores fica mais "fácil" englobar maior número de ETF, logo a estratégia poderia ir para algo mais "fino", do tipo: Acções Globais, Acções Emergentes, Acções pacifico, Obrigações longo prazo, Obrigações curto prazo, etc... (parecido com a carteira do salvador)

    E assim, a escolha requer muito mais pesquisa e consequente esforço para rebalancear. Essa seria a maior dificuldade!

    há 13 horas, Mouro Emprestado disse:

    Para que vais apostar em TIPS? Alguma razão em especial?

    Porque "alguém" disse que sim?

    Qual o historial?

    Já experimentaste se o aumento da complexidade (quantos mais ETF's, mais complicado se torna gerir os rebalanceamentos, não esquecer) vale a pena?

    Atenção, eu faço-te esta pergunta porque genuinamente não sei para que servem os TIPS e não consigo tirar uma conclusão.

    Sinceramente, também não consigo chegar a uma conclusão acerca dos TIPS, mas a idéia de estarem associados à inflação pareceu-me boa!

    Mas pondero tirá-los e distribuir pelas outras categorias. Talvez algo como: 45% Acções; 25% Obrigações; 15% Imobiliário; 15% Ouro

    há 13 horas, Mouro Emprestado disse:

    Tens alguns ETCs de ouro cotados na Europa, embora com a treta da União Europeia mais as suas ideias marxistas de querem "salvaguardar" o povo, acabaram-se quase todos os ETCs de Ouro para os investidores Portugueses. Acho que o Big tem um do Deutsche Bank cotado em Euros, por exemplo.

    Podes dar alguns exemplos?

    Do que li várias vezes no forum, sempre me pareceu que quanto ao ouro o IAU seria dos melhores devido aos baixos custos. E o IAU existe na DEGIRO, mas estive a ver e realmente apenas é negociado na bolsa de londres e na bolsa suiça (nenhum em euros)

    Acho que o do BIG que te referias é este: DB PHYSICAL GOLD ETC EUR. Tem um fee de 0.25 % p.a. Mas volta a questão do BIG ser muito caro!

    Guarda de Titulos: 6€/tri + IVA -------- Custo Anual: 29,52€

    Compra e Venda de Titulos ----  =75.000€: 0,15% (min. 24,95 EUR)

    Ou seja, depois dos custos todos e contas todas, para valores de 10.000€/ano dá 0,55% de custo. Mas se for apenas 5000€ já vai para 1,11% custo.

    O que me leva a pensar que caso vá para algum ETF no BIG, terei de tê-los todos lá para "baixar" os custos para valores aceitáveis (0,55%/ano)

    Senão, mais vale outras instituições.

     

     

     

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    Obrigado @pfonseca

    há 4 horas, pfonseca disse:

    Como alternativa ao "SPDR Dow Jones Global Real Estate UCTIS ETF | SPYJ", que distribui dividendos, sugiro o "Amundi ETF FTSE EPRA NAREIT Global UCITS ETF DR ISIN LU1437018838, WKN A2ATZC", se ainda for possível comprar esse ETF. infelizmente é um fundo muito pequeno (52m).

    Estive a ver e comparar os 2.

    Realmente esse que sugeres "Amundi ETF FTSE EPRA NAREIT Global UCITS ETF DR ISIN LU1437018838, WKN A2ATZC, parece-me bom. 

    FEE mais baixo: 0,24% em vez dos 0,40% para o SPYJ

    Acumulação em vez de distribuição

    O único senão como dizes é o tamanho. 52m para 511m do SPYJ.

    Não conhecem outros ETF's de Imobiliário que aconselhem como alternativas as estes?!

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    • ruicarlov unpinned this tópico

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