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  • FORMAS DE POUPAR

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    fernando sousa

    Poupanças

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    fernando sousa

    Tenho quase todas as minhas poupanças num só banco nacional. Perante o que me é dado vislumbrar nos tempos mais proximos a indefinição das autoridades financeiras e bancarias na Europa, continuará a ser grande e por isso tudo poderá acontecer se calhar a um ritmo mais elevado a partir de 2012 (cenario pessimista,  mas que temos de "checar").

    Será que alguem me dará pistas para aforrar de forma segura,  verificando-se os dois cenarios piores possiveis de ocorrem em seguida ou em simultaneo  (dar-se a insolvencia do sistema bancario que temos por cá e Portugal ser corrido do euro ), com os seguintes cenários:

    1) Abertura de conta em banco estrangeiro  a operar em Portugal por ex: Barclays, Deutsh ou outro;

    (mesmo submetido à legislação da "casa -mãe" será que não está sugeito a alguns condicionantes da lei portuguesa?)

    2) A conta a vigorar não deverá exceder em muito os 100.000 euros para estar coberta pelo FGB, para pelo menos um titular/conta, visto não se saber o que poderá acontecer mesmo a esses  bancos estrangeiros a operarem por cá (penso eu...).

    3) Ficar a conhecer o que se passará com esses aforros, em caso de Portugal sair da moeda unica.

    Haverá liberdade para levantar mantendo a moeda de origem (euro?)

    Será que os levantamentos  permanecem  em euros ou poderão passar para a nova moeda a emitir pelo Pais?

    4)Sendo possivel aforrar noutra moeda (USd ou Libras,p ex), o que acontecerá a esse aforro, se Portugal sair do euro?

    5) Em caso de falencia do sistema ou do banco em causa  e Portugal já não estiver no euro,a indemnização do FGB será paga na mesma moeda do deposito ou noutra que entretanto possa aparecer no nosso Pais?

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    ruicarlov

    Já têm aparecido muitos tópicos sobre estes assuntos, e o que tirei deles é que na maior parte dos casos ninguém sabe ao certo o que vai acontecer. Há muita especulação, mas poucas certezas.

    O mais provável em caso de saída do euro é os depósitos e aplicações de um modo geral passarem a escudos. Se isso afecta ou não os bancos com sucursais em portugal é discutível. Pelo menos esses bancos têm os fundos de garantia dos seus países, logo se o nosso sistema financeiro for abaixo e o FGD não chegar para tudo, pelo menos espera-se que esses bancos fiquem safos (salvo ruptura dos países de origem, claro)

    O processo de passagem de uma moeda para a outra também trás muita incerteza. De um dia para o outro com congelamento das contas? Processo graudal? Não creio que ninguém saiba respostas.

    Quanto às aplicações em moeda estrangeira, pensa-se que devem ficar nessa moeda. É o cenário mais lógico, mas mesmo assim cuidado.

    Não há muito a fazer excepto ir esperando e vendo, rezando aos deuses para não se chegue a esse ponto. Ou então por dinheiro debaixo do colchão ou em bancos alemães e deixar que a inflação o roa.

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    MiguelP

    Deutsche Bank... Parece-me uma excelente opção para quem queira dormir mais descansado... De qualquer das maneiras vou tentar continuar confiante de que o nosso sitema bancário sobreviverá a esta crise, embora necessite urgentemente de fusões(por exº: BCP+BPI).

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    pbslbstr
    Banca sob pressão

    A Standard & Poor’s cortou em um nível a classificação da dívida de longo prazo do maior banco francês por valor de mercado' date= o BNP Paribas, de AA para AA-, justificando esta descida com a exposição à dívida grega e a outros países do Sul da Europa fortemente endividados.

    Na 5ª feira, tinha sido a Fitch a cortar o rating do banco suíço UBS, em um nível, de A+ para A. Além disso, a agência desceu também no mesmo dia a notação de dois bancos regionais alemães, Landesbank Berlin (LBB) e Berlin-Hannoversche Hypothekenbank, de AA- para A+, bem como dos bancos britânicos Lloyds e Royal Bank of Scotland (em dois níveis, de AA- para A).

    A agência colocou igualmente sob vigilância negativa os ratings de viablidade (e, nalguns casos, as notações da dívida de longo prazo) de 7 bancos, aludindo à probabilidade de os cortar em um ou dois níveis, conforme os casos. Foram eles os norte-americanos Morgan Stanley e Goldman Sachs, bem como os europeus Barclays, Crédit Suisse, BNP Paribas, Société Génerale e Deutsche Bank.

    Apesar de estarem com um rating bem superior à banca Portuguesa e apesar de serem grandes multinacionais e pertencerem a Países incomparavelmente mais sólidos que Portugal... a instabilidade bancária é global.

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    CFinanceiro
    Apesar de estarem com um rating bem superior à banca Portuguesa e apesar de serem grandes multinacionais e pertencerem a Países incomparavelmente mais sólidos que Portugal... a instabilidade bancária é global.

    Claro que sim, mas como dizes pertencem a Países incomparavelmente mais sólidos que Portugal, aliás o CEO do DBank é conselheiro da Merkel vale o que vale mas... ;-)

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