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  • FORMAS DE POUPAR

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    josesilva

    onde investir € 300 000 euros

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    josesilva

    Boas,

    Estou com umas duvidas,

    Devido a uma herança familiar, tenho neste momento €300 000,00 na minha conta á ordem. Estou a pensar aplicar a totalidade em obrigações da CGD. Conselhos?

    Cumprimentos

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    davidmleal

    Regra Principal de Investimentos:

    - Diversificar

    Não estou a por em causa que investir em obrigações da CGD seja um bom ou mau investimento.

    Na minha carteira de investimentos determinei uma percentagem maxima para investir em determinado produto (max.25%). Investimentos Curto Prazo (min.25%), Médio Prazo (max.35%) e Longo Prazo (max.40%), sendo que o médio prazo poderá chegar até 75%, mas em contrapartida o Longo Prazo terá de compensar (0%).

    Também sugiro que não coloques tudo o dinheiro num só banco.

    Deste modo, vais reduzir o risco associado ao teu investimento.

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    JRJordao

    Divide o montante por pelo menos 3 investimentos distintos (eu dividia por 6).

    Sugiro obrigações diversas (incluindo CGD), certificados de tesouro e, caso necessites de algum a curto prazo, depósitos a prazo.

    Bons investimentos

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    casuchas

    Com esse montante, negociava 4 depósitos a prazo em 4 bancos distintos com o valor de 50000€ por deposito com vencimentos entre 3 / 6 e 12 meses. 50000€ para obrigações da CGD e os outros 50000€ depositava em libras / coroas norueguesas ou francos suíços.

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    josesilva

    A minha ideia inicial era colocar o valor em vários bancos.

    Só que eu tenho um certo receio de bancos em que a implementação no mercado não é muito solida (BIG; Privat, etc). Dos bancos mais "solidos" o que neste momento o que me dá mais retorno é a CGD com as obrigações.

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    JRJordao

    A minha ideia inicial era colocar o valor em vários bancos.

    Só que eu tenho um certo receio de bancos em que a implementação no mercado não é muito solida (BIG; Privat, etc). Dos bancos mais "solidos" o que neste momento o que me dá mais retorno é a CGD com as obrigações.

    O dinheiro que invistas em depositos a prazo (ate' 100.000 EUR por titular/banco) esta' coberto por um fundo de garantia, independentemente do banco.

    Em termos de obrigacoes nacionais, alem da CGD tens tambem o BES (com rendimento superior), PT e EDP, por exemplo. Depois tens os Certificados de Tesouro a 5 anos ou mais.

    Obviamente, podes comprar obrigacoes da CGD e do BES em outros bancos. O risco envolvido advem directamente do emissor das obrigacoes, nao do banco intermediario.

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    Be Cool

    O dinheiro que invistas em depositos a prazo (ate' 100.000 EUR por titular/banco) esta' coberto por um fundo de garantia, independentemente do banco.

    Em termos de obrigacoes nacionais, alem da CGD tens tambem o BES (com rendimento superior), PT e EDP, por exemplo. Depois tens os Certificados de Tesouro a 5 anos ou mais.

    Obviamente, podes comprar obrigacoes da CGD e do BES em outros bancos. O risco envolvido advem directamente do emissor das obrigacoes, nao do banco intermediario.

    Acresce que o preçário da CGD é mais penalizador com as obrigações, particularmente na compra e venda...

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    gomes270

    O dinheiro que invistas em depositos a prazo (ate' 100.000 EUR por titular/banco) esta' coberto por um fundo de garantia, independentemente do banco.

    Em termos de obrigacoes nacionais, alem da CGD tens tambem o BES (com rendimento superior), PT e EDP, por exemplo. Depois tens os Certificados de Tesouro a 5 anos ou mais.

    Obviamente, podes comprar obrigacoes da CGD e do BES em outros bancos. O risco envolvido advem directamente do emissor das obrigacoes, nao do banco intermediario.

    Vou só deixar um parênteses porque considero um pormenor importante: esses 100.000 EUR por titular/banco estão cobertos pelo fundo de garantia até 31 de Dezembro de 2011 como diz a lei, depois dessa data não saberemos o que vai acontecer, é até muito provável que desça outra vez para os 25000 EUR. Além disso, para o cálculo desses 100.000 EUR também são incluídos os juros, ou seja, se acontecer alguma coisa vamos ter os 100.000 garantidos, mas vamos perder todos os juros corridos, por isso de forma a maximizar a coisa devemos investir um pouco abaixo dos 100.000 para deixar espaço para os juros ficarem também cobertos.

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    casuchas

    Vou só deixar um parênteses porque considero um pormenor importante: esses 100.000 EUR por titular/banco estão cobertos pelo fundo de garantia até 31 de Dezembro de 2011 como diz a lei, depois dessa data não saberemos o que vai acontecer, é até muito provável que desça outra vez para os 25000 EUR. Além disso, para o cálculo desses 100.000 EUR também são incluídos os juros, ou seja, se acontecer alguma coisa vamos ter os 100.000 garantidos, mas vamos perder todos os juros corridos, por isso de forma a maximizar a coisa devemos investir um pouco abaixo dos 100.000 para deixar espaço para os juros ficarem também cobertos.

    http://economico.sapo.pt/noticias/garantia-de-100-mil-euros-dos-depositos-prolongase-alem-de-2011_116992.html

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    ruicarlov

    Diversificar é mesmo a palavra de ordem.

    Nos dias que corre, nem o fundo de garantia de depósitos garante 100% de segurança.

    Para além das opções já mencionadas, também pode diversificar por fundos de investimento obrigacionistas sólidos. Há fundos de baixo risco com longos anos de boas performances.

    Dentro das obrigações, o capital que tem possui a compra de obrigações de bancos e empresas, que normalmente têm montantes mínimos de subscrição de 50.000 €. Opte pelas obrigações séniores e não por subordinadas. Em vez de por dinheiro em certificados de tesouro (que têm baixos rendimentos, sobretudo nos 1ºs anos, opte por obrigações da república portuguesa.

    Já agora, o BiG pode ser um banco pequeno, mas ouvi dizer que a nível de contas é muito sólido. O Privat, por seu lado, tem a vantagem de ser um banco estrangeiro, em que as garantias provém do fundo de garantia de depósitos da Letónia. Como por este andar estamos nós mais em perigo do que a Letónia, penso que pode ser mais seguro que um banco português.

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    Be Cool

    O Privat, por seu lado, tem a vantagem de ser um banco estrangeiro, em que as garantias provém do fundo de garantia de depósitos da Letónia. Como por este andar estamos nós mais em perigo do que a Letónia, penso que pode ser mais seguro que um banco português.

    Confesso a minha perplexidade, porque ainda não entendi as referências geralmente depreciativas que amiúde surgem em relação à Estónia, quase sempre associadas a receios quanto à fiabilidade do Privat Bank, do qual nem sou cliente.

    Digo isto porque os dados oficiais, tanto da dívida pública como do défice público ou do défice externo da Estónia são simplesmente fabulosos. Ora vejamos:

    Dados de 2010

    Défice público - Não existiu. Houve mesmo superavit de 0,1%

    Dívida pública em função do PIB - 7,7% - a mais baixa entre os 27 da UE

    Défice externo - Não existiu - houve superavit de 3,6%, a 3.ª melhor situação entre os 27.

    Previsões oficiais para 2011 http://www.jornaldenegocios.pt/images/2011_01/previsoes_ue.swf

    Défice público - será de 1,9% - o 4.º mais baixo entre os 27 da UE

    Dívida pública em função do PIB -  9% - a mais baixa entre os 27 da UE

    Défice externo - Não existe - vai haver superavit de 5,4%, a 4.ª melhor situação entre os 27.

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    JRJordao

    Confesso a minha perplexidade, porque ainda não entendi as referências geralmente depreciativas que amiúde surgem em relação à Estónia, quase sempre associadas a receios quanto à fiabilidade do Privat Bank

    Por bastante tempo também tentei perceber o porquê dessa hostilidade/desconfiança. Alguns colegas chegaram a admitir que era simplesmente um "feeling" sem fundamentos objectivos.

    Ficam eles a perder. Sou cliente e desde 2008 usufruí de taxas de 6,50%, 7,00% e 7,50% nos meus depósitos a prazo. Mesmo agora, com as taxas mais baixas, continua a ter das melhores no mercado. E a atenção com o cliente é impecável.

    Mas muitos parecem preferir ter taxas mais baixas e dizer que quem tem dinheiro no Privat vai ter problemas...

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    JRJordao

    Caro Be Cool, o banco é da Letónia e não da Estónia...

    :D

    Nao reparei no engano ao ler o comentario do Be Cool.

    De qualquer forma, nas previsoes mencionadas (http://www.jornaldenegocios.pt/images/2011_01/previsoes_ue.swf), a Letonia aparece no geral bastante melhor que Portugal. Por exemplo, em termos de previsao de crescimento, a Letonia esta' em terceiro lugar, enquanto Portugal aparece em segundo... a contar do fim ;)

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    Guest madboy

    :D

    Nao reparei no engano ao ler o comentario do Be Cool.

    De qualquer forma, nas previsoes mencionadas (http://www.jornaldenegocios.pt/images/2011_01/previsoes_ue.swf), a Letonia aparece no geral bastante melhor que Portugal. Por exemplo, em termos de previsao de crescimento, a Letonia esta' em terceiro lugar, enquanto Portugal aparece em segundo... a contar do fim ;)

    Sim, mas comparado com o que o membro Be Cool disse, há uma grande diferença...

    Por exemplo, em termos de défice público é o 3º pior (enquanto no exemplo do Be Cool, o da Estónia é o 4º melhor).

    Não estou a dizer que a Letónia está pior que Portugal, a minha intenção foi apenas chamar a atenção que não é o "mar de rosas" que o Be Cool, por lapso no nome do país, estava a dizer.

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    RuiMCosta

    Caro Sr.Silva,

    Antes demais parabéns pela herança. Passando ao que interessa, numa fase como esta de mercado em que muitos dos activos que a teoria economica classificava como seguros, e que o deixaram de ser, o meu conselho vai para zero de tolerância! Se ler alguns dos meus pots aqui no blog, poderá ver que eu sou adepto de muita diversificação por vários produtos e classes de activos. Mas nesta fase do mercado, volto a repetir opte pela tolerância 0. Porquê, porque classes que eram seguras deixaram de o ser, porque as rentabilidades dos depósitos em PT estão muito atrativas, e porque os próximos meses são de grande indifinição no mercado de capitais. Opte por 2 ou 3 depósitos a prazo nos bancos mais sólidos de PT, BPI, BES E CGD. O BPI é o bom aluno da banca, e a CGD banco do estado, o BES é o que se apresenta pior na fotografia, mas é de segurança por enquanto.

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    Be Cool

    Caro Be Cool, o banco é da Letónia e não da Estónia...

    Peço desculpa pelo lapso...eu, que até sabia que o Privat é letão  :o. Deve ter sido do adiantado da hora.

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    CFinanceiro

    Também recomendo a diversificação!

    Entre ela recomendo 2 produtos de capital garantido os quais comercializamos:

    1º - Garantia de uma taxa de 6,00%, paga anualmente, líquida de todas as

    comissões e impostos, no actual regime fiscal do 1º ao 4º ano. No 5º

    ano e 1 dia será pago um capital resultante da multiplicação do nº de

    unidades detidas pela cotação no final do prazo, com um mínimo de

    92,31059% e no máximo a 111,53765%. Ou seja, os clientes que

    mantenham o contrato até a maturidade têm acesso a uma Taxa de

    rentabilidade anual, liquida de comissões e IRS, no actual regime fiscal,

    de no mínimo 3%e no máximo 6%

    2º - Garantia de uma taxa de 4,00%, paga anualmente, líquida de todas as

    comissões e impostos, no actual regime fiscal. O contrato deve ser mantido até à sua maturidade, isto é, 5 anos e 1

    dia após a data de subscrição.

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