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  • FORMAS DE POUPAR

  • Principiante que quer rentabilizar 90K


    not2late

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    Olá,

    Tenho 38 anos, sou licenciado, casado e pai de dois filhos. Confesso que, erradamente, sempre vivi o dia-a-dia sem grandes preocupações em gerar poupança - sendo que esse é um dos principais motivos para aos 38 anos apenas ter acumulado 90k.

    A minha literacia financeira é bastante baixa (fruto da minha falta de preocupação em poupar e investir) , tenho muita dificuldade em compreender no seu todo alguns produtos e os riscos associados - ETFs, fundos, obrigações, etc...

    Com a aproximação vertiginosa dos quarentas, penso cada vez mais na importância de poupar e de investir para garantir novas formas de rendimento num futuro de médio/longo prazo - daí o meu nick - not2late - pelo menos assim quero acreditar.

    Cruzei-me com este forum numa pesquisa por p2p lending e foi graças ao que aqui encontrei que tive um epifania... e quero acreditar que possivelmente ainda posso recuperar parte do tempo perdido!

    Tenho investido bastante tempo algumas threads e confesso que a sede de absorver nova informação é tanta que me perco em siglas técnicas e a ler fichas de produtos que não compreendo. Adicionalmente o meu trabalho é muito exigente pelo que não consigo dedicar ao estudo destes temas o tempo que gostaria.

    O meu cenário atual é o seguinte:

    - Tenho poupanças de 90K - dos quais 86K estão à ordem e 6K em p2p

    1. - 86K à ordem
    2. - 6K em p2p - Mintos (3K), Grupeer (1K), Kuetzal (1K) e Crowdestate (1K)

    - Além dos ordenados (meu e da minha esposa) fruto de uma atividade secundária consigo realizar uma poupança mensal que ronda os 1.5k

    Quais as vossas sugestões para:

    1. Distribuição dos 86k à ordem (que produtos/distribuição % aconselham)

    2. Como investir a poupança mensal que atualmente estou a gerar

    3. Mesmo com o pouco capital que tenho disponível, para perfis como o meu aconselham algum serviço de gestão profissional - alguém que me aconselhe investimentos e me explique os riscos de cada um.

    Desde já muito obrigado a todos!

    hopefully not2late! :)

     

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    Boa tarde,

    Sim, nunca é tarde, mas já são uns bons anos de juro composto que perdeu. Felizmente tem uma poupança mensal bastante saudavel, o que o pode ajudar a pedalar mais e recuperar um pouco do tempo perdido.

    No seu caso, vejo dois caminhos possiveis antes sequer de começar a pensar em tudo o resto:

    1. Investir algum tempo inicialmente para criar uma estrutura de investimento passivo e indexado com um prazo de comprar e manter por uns 20-30 anos. Depois desse passo pode ir controlando mensalmente, perdendo uns 30 minutos com os reforços mensais caso sejam pretendidos, e no final de cada ano perder mais uma hora para fechar o rebalanceamento final (com reforço principal). A propria estrutura que cria é completamente aversa a verificar diariamente mercados, noticias e histerismos. Basicamente adere a um conjunto de heuristicas para o investidor comum e recebe o retorno médio do mercado (seja ele positivo ou negativo) no final do periodo de investimento.

    2. Entrega o seu dinheiro a uma entidade portuguesa e com o aconselhamento destes vai fazendo as aplicações, basta-lhe ir transferindo o seu dinheiro para as mãos deles ao longo dos 20-30 anos. Não tem de fazer mais nada em especial. Terá custos cerca de 6 a 10 vezes mais que na opção anterior, existindo um conjunto de riscos adicionais pois normalmente é colocado em produtos de investimento activo ou numa mistura que os inclui. No final do prazo pode ter mais ganho ou mais prejuizo que o retorno médio do mercado antes de custos, mas depois de custos muito dificilmente terá um resultado de investimento acima do que terá com a opção anterior.

    É pensar no que pretende fazer, riscos existem em todas as opções de investimento e num prazo desta natureza (20-30 anos) ninguem consegue prever exactamente o que irá acontecer em termos de evolução dos mercados. A única coisa que conseguimos determinar com certeza são os custos envolvidos.

    Tinha no entanto uma pergunta para lhe fazer. Porque razão iniciou o seu percurso de investimento em plataformas de emprestimos P2P? Pergunto isto porque para um principiante como afirma ser, foi logo escolher o faroeste como palco para a sua primeira experiência.

     

     

     

    Editado por Urso_Pardo
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    há 58 minutos, Urso_Pardo disse:

    Boa tarde,

    Sim, nunca é tarde, mas já são uns bons anos de juro composto que perdeu. Felizmente tem uma poupança mensal bastante saudavel, o que o pode ajudar a pedalar mais e recuperar um pouco do tempo perdido.

    No seu caso, vejo dois caminhos possiveis antes sequer de começar a pensar em tudo o resto:

    1. Investir algum tempo inicialmente para criar uma estrutura de investimento passivo e indexado com um prazo de comprar e manter por uns 20-30 anos. Depois desse passo pode ir controlando mensalmente, perdendo uns 30 minutos com os reforços mensais caso sejam pretendidos, e no final de cada ano perder mais uma hora para fechar o rebalanceamento final (com reforço principal). A propria estrutura que cria é completamente aversa a verificar diariamente mercados, noticias e histerismos. Basicamente adere a um conjunto de heuristicas para o investidor comum e recebe o retorno médio do mercado (seja ele positivo ou negativo) no final do periodo de investimento.

    2. Entrega o seu dinheiro a uma entidade portuguesa e com o aconselhamento destes vai fazendo as aplicações, basta-lhe ir transferindo o seu dinheiro para as mãos deles ao longo dos 20-30 anos. Não tem de fazer mais nada em especial. Terá custos cerca de 6 a 10 vezes mais que na opção anterior, existindo um conjunto de riscos adicionais pois normalmente é colocado em produtos de investimento activo ou numa mistura que os inclui. No final do prazo pode ter mais ganho ou mais prejuizo que o retorno médio do mercado antes de custos, mas depois de custos muito dificilmente terá um resultado de investimento acima do que terá com a opção anterior.

    É pensar no que pretende fazer, riscos existem em todas as opções de investimento e num prazo desta natureza (20-30 anos) ninguem consegue prever exactamente o que irá acontecer em termos de evolução dos mercados. A única coisa que conseguimos determinar com certeza são os custos envolvidos.

    Tinha no entanto uma pergunta para lhe fazer. Porque razão iniciou o seu percurso de investimento em plataformas de emprestimos P2P? Pergunto isto porque para um principiante como afirma ser, foi logo escolher o faroeste como palco para a sua primeira experiência.

     

     

     

    Boa tarde Urso_Pardo,

    Desde já muito obrigado pela sua resposta!

    1. este cenário parece-me o ideal, pois nesta fase procuro investimentos que possa controlar de forma passiva - mitigando assim o risco de nervosismo de principiante e dos erros que potencialmente poderão daí advir. Nesta fase a minha literacia financeira não me permite compreender quais os melhores produtos para este cenário. Vi que respondeu ao meu tópico sobre o AR PPR - olhando para o valor que tenho para investir qual a percentagem que aconselharia a alocar inicialmente no PPR e qual a distribuição que aconselharia para o restante capital - percentagem e produtos - que seja coincidente com a estratégia que definiu?

    Relativamente à sua questão sobre os empréstimos P2P, tive conhecimento destas plataformas através de um amigo. Investiguei bastante e estou muito ciente dos riscos - daí ter investido apenas aproximadamente 5/6% do meu capital. O que mais me atraiu foi a passividade da gestão aliada às taxas praticadas - por exemplo no caso do Mintos, conseguir de uma forma muito simples diversificar os empréstimos por LO, país e limitar os mesmos a 20 ou 30€ dão-me algum descanso. Claro que existe sempre o risco de falência da plataforma ou do LO mas para já sinto-me confortável em ter no máximo 10% do meu capital alocado a este tipo de investimentos. Tenho noção que para recuperar um pouco do tempo perdido terei de ter uma postura mais agressiva com parte da minha poupança.

    Cumprimentos

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    há 9 horas, Urso_Pardo disse:

     

    A escolha da opção 1, como eu referi, tem associado um investimento de tempo inicial para perceber e decidir sobre o que pretende fazer.
    Os conceitos e regras associados ao investimento que uma pessoa comum pode fazer seguindo este caminho não são de dificil compreensão ou exigem anos de estudo.
    Foque-se nos produtos em que vai investir, não vale a pena estar a ler e compreender sobre (por exemplo) produtos derivados se não os vai utilizar (directa ou indirectamente).


    Deixo-lhe aqui as minhas contribuições para esse seu esforço inicial, caso decida seguir este caminho, foram dadas neste tópico https://www.forumfinancas.pt/topic/5360-etfs-exchange-traded-funds/ em perguntas similares à sua:


     


     

     

     

     

     

     

    Olá Urso_Pardo,

    uma vez mais muito obrigado pela sua resposta e por todas as dicas que colocou nas citações - sem dúvida muito valiosas e que irão merecer toda a minha atenção e estudo!

    Tendo em conta o meu cenário, qual a distribuição que aconselharia do meu capital - equilibrando entre produtos de risco e produtos sem risco?

    Estava a pensar em algo como

    P2P: 10%

    AR PPR: 10%

    ETF: 20%

    DPs: 60% 

    Tirando o caso do PPR que teria reforços apenas para o beneficio máximo os reforços para os restantes items seriam na mesma proporção do investimento inicial.

    Estarei a ser demasiado conservador? 60% em DPs parece-me muito - e a oferta é péssima.

    Cumprimentos 

     

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    há 32 minutos, not2late disse:

    Olá Urso_Pardo,

    uma vez mais muito obrigado pela sua resposta e por todas as dicas que colocou nas citações - sem dúvida muito valiosas e que irão merecer toda a minha atenção e estudo!

    Tendo em conta o meu cenário, qual a distribuição que aconselharia do meu capital - equilibrando entre produtos de risco e produtos sem risco?

    Estava a pensar em algo como

    P2P: 10%

    AR PPR: 10%

    ETF: 20%

    DPs: 60% 

    Tirando o caso do PPR que teria reforços apenas para o beneficio máximo os reforços para os restantes items seriam na mesma proporção do investimento inicial.

    Estarei a ser demasiado conservador? 60% em DPs parece-me muito - e a oferta é péssima.

    Cumprimentos 

     

    olha pensa nestas alternativas:

    1ª vai a um dos seguintes bancos: Invest ou Best e podes realizar um contrato em que terás aconselhamento.

    2ª Se tens 38 anos, em DP só teria 20%, 40% em Obrigações, 30% em ETF (um americano, um europeu e outro emergentes-BRIC) e 10% em P2P(Mintos, Gruper e Bondara) - este seria um perfil conservador.

    As dicas do Urso são boas, e aquilo que eu digo ele já te disse, mas tens de analisar cada uma das propostas e estudar cada um dos ETFs para ver se é isso que queres.

     

    Editado por rui_marreiros
    • Voto Positivo 1
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    A 21/09/2019 às 07:24, Urso_Pardo disse:

    Como comentário final, o que é mais prejudicial para a nossa sanidade mental num investimento a longo prazo não é ganhar o mesmo que a média do mercado, mas sim perder acima da média do mercado.

    Na verdade pessoalmente acho que o mais difícil é não seguir as tendências dos outros, lutar para manter a estratégia escolhida. Está toda a gente a ganhar dinheiro com bitcoins ou fundos disto ou daquilo, porque é que eu hei-de continuar a investir no meu 60/40? 

    Li isso num dos livros, e realmente penso que vá ser o mais difícil para mim. Manter a estratégia escolhida, não importa o que acontece. 

     

    • Voto Positivo 1
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    Plataformas De Crowdfunding
    A 22/09/2019 às 12:06, Urso_Pardo disse:

    Em P2P, este é um território desconhecido e opaco, mas com riscos prováveis de perdas totais muito significativas no longo prazo. Repare, os fundos de acções e obrigações têm altos e baixos cíclicos e aleatórios, mas as unidades de participação detidas não desaparecem, ou seja, num prazo alargado é muito provável que tenha ganhos no final destes ciclos de subidas e descidas. Em 2007-2009 quem detinha fundos de acções perdeu uns ~50% do valor, mas sem fazer nada passados 10 anos já recuperou isso e teve ganhos por cima (com maior ou menor amplitude, conforme a alocação geográfica/sectorial) que ultrapassaram a inflação decorrida. Um cenário de stress equivalente nos P2P irá ditar perda real de posições, ou seja, não terá qualquer perspetiva de ganhos futuros após essa ocorrência, seja qual for o prazo decorrido. Existe algo que também julgo não deve ter considerado: os investimentos acima são eficientes do ponto de vista fiscal, mas os P2P geram dividendos e mais valias parciais recorrentes ao longo do prazo de investimento. Por exemplo, na plataforma Mintos por cada vez que diariamente tem no seu balanço ganhos de "Interest", "Late Payment Fees", "Secondary Market Transactions" tem de os declarar para tributação, quer para dividendos, quer para mais valias, conforme aplicável legalmente. Eu não sei como é que as pessoas têm feito anualmente a sua declaração aos serviços tributários, mas para mim isto é uma clara desvantagem se tratada legalmente, pois o efeito do juro composto é fortemente diminuído. Adicionalmente, para pessoas que estão completamente passivas neste mercado (que será o seu caso, lembre-se, não tem tempo!), os ganhos que tenho visto ao fim de um ano são na melhor das hipóteses uma média de 10% antes de impostos (e estamos numa época dourada). Com todo o risco associado e ineficiência fiscal, não vejo qual o interesse face ao investimento em uma carteira composta por fundos de acções/obrigações/ouro/etc. Para este ano de 2019, um período dourado para os mercados, alguém com a Hipótese A referida acima está a ganhar mais de 17%.

     

    P2P é um mercado pouco regulado e recente mas pode estar sujeito a diferentes riscos.

    Por exemplo na Raize (que é a plataforma portuguesa mais conhecida) só um cataclismo leva a essa perda total pois não vão falir 500 empresas a quem emprestou dinheiro de uma vez. Há diferentes plataformas para emprestar a empresas da Irlanda (Flender), França/Itália/Espanha (October) Reino Unido (Ablrate).

    Ao mesmo tempo, numa plataforma como a Mintos, pode limitar o peso de cada Loan Originator a 5% ou 10% da carteira de empréstimos dessa plataforma.

    Pode ainda investir em empréstimos com garantia de imobiliário em países como a Áustria (Rendity), Inglaterra (Kuflink, CrowdProperty) ou Bálticos (EstateGuru, Crowdestate) ou de Espanha/Portugal/Itália (Housers)

    Da mesma forma que um fundo de investimento de acções perde valor quando tem posição numa empresa que entra em falência, uma carteira de P2P perde valor se um dos seus activos se torna incobrável. Mas não é a carteira que perde a totalidade do valor. Uma carteira de fundos de Investimento mal formulada pode levar a grandes perdas e que é normal que aconteçam quando a liquidez é necessária para o investidor.

     

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    Plataformas De Crowdfunding
    A 21/09/2019 às 22:17, not2late disse:

    Estava a pensar em algo como

    P2P: 10%

    AR PPR: 10%

    ETF: 20%

    DPs: 60% 

     

    60% em DPs para quem tem uma poupança mensal como a sua não deverá fazer muito sentido.

    Já pensou em investir em imobiliário? Há boas oportunidades fora dos grandes centros urbanos e por valores que poderão caber nessa carteira.

    Uma carteira de fundos de investimento em substituição de uma parte dos DPs seria uma boa opção.

    Relativamente aos P2Ps, eu limito a minha exposição a cada projecto o mais possivel. Quando reforço posições faço-o sempre de forma gradual para não me expor em demasia a nenhum empréstimo ou empresa.

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    Plataformas De Crowdfunding

    Não consigo percepcionar essa diferença pois para mim, tanto os 6500€ das UPs como os 6500€ da P2P são reais. No caso da bolsa portuguesa, o Indice não consegue valorizar por forma a recuperar as perdas da crise, no caso dos principais indices norte-americanos, a economia recuperou de tal forma que para quem olhe para trás até seja dificil vislumbrar a dimensão dessa crise em 2008.

    há 15 minutos, Urso_Pardo disse:

    Ainda existe mais um detalhe, numa situação de stress em que o investidor não esteja preparado e que realmente necessite de liquidar posições dos seus investimentos, acho que é fácil perceber que nessa altura os mercados P2P serão os menos líquidos de todos os tipos de investimentos que estamos aqui a ponderar.

    Concordo que é o investimento menos liquido dos considerados atrás (a não ser o imobiliário, mas que foi referido por mim), principalmente quando os investimentos forem de prazos alargados e dependerem do mercado secundário para serem liquidados.

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    3 minutes ago, Plataformas De Crowdfunding said:

    Não consigo percepcionar essa diferença pois para mim, tanto os 6500€ das UPs como os 6500€ da P2P são reais. No caso da bolsa portuguesa, o Indice não consegue valorizar por forma a recuperar as perdas da crise, no caso dos principais indices norte-americanos, a economia recuperou de tal forma que para quem olhe para trás até seja dificil vislumbrar a dimensão dessa crise em 2008.

    No caso da carteira de fundos de investimento, a perda só é real e assumida se o investidor decidir vender as referidas UP nessa precisa altura.

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    60% em bolsa (ETF 70% ações e 30% em dívida publica) com o ETFmatic

    30% em P2P lending (70% Mintos e 30% em outras, pode ir experimentando 50 diferentes)

    10% em depósitos (podem ser a prazo, quando precisar de algum resgata)

     

    Daqui por 10 anos:

    60% em bolsa (ETF 50% ações e 50% em dívida publica) com o ETFmatic

    20% em P2P lending

    20% em depósitos (podem ser a prazo, quando precisar de algum resgata)

     

    Cada um tem a sua ideia, vai ler opiniões muito diferentes, no final vai mesmo ter de aprender por si @not2late.

     

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    • 2 months later...
    On 12/10/2019 at 2:13 PM, furyo said:

    Tópico interessante com diversas sugestões. Muito obrigado.

    Alguma opinião sobre minimizar a fiscalidade a aplicar a estes rendimentos? Criar uma sociedade para investimento pode fazer sentido para um montante desta ordem?

    Duvido, em todo o caso este tipo de investimento discutido e´ capitalizavel e nao distribui regularmente rendimentos taxaveis. Daqui a 20-30 anos, nao faço ideia como estara a fiscalidade.

    Enfim, quando chegar a altura de ir retirando gradualmente o investimento, pelo menos com as regras actuais havera lugar a actualizacao monetaria da taxa de tributaçao aplicavel e eventualmente podera ser mais benefico englobar o rendimento caso o escalao de rendimentos assim o dite.

    Editado por Francisco_
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