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  • FORMAS DE POUPAR

  • Cartões de crédito - Melhores benefícios


    jamorim

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    Mesmo que alguns possam dar, corres o risco de vir a ter um cartão de crédito cancelado, bem como teres o Revolut, Xoom, Paypal,  etc a cancelarem a conta também, isso vai dar problemas em pouco tempo, será que vale o risco.

    Podes sempre testar e ver se dá resultado @Supermaxim.

    Eu nisso não arrisco mais, vou passar a uma utilização sempre dentro dos plafonds e a fazer top ups só quando necessitar. Numa utilização normal já consigo ir buscar a maioria do cashback de qualquer das formas, por isso prefiro ter todos a dar um pouco, ordenhar a vaca sem secar o leite.

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    Um apanhado do que está espalhado por este tópico, fiz para mim e decidi partilhar: EDIT: Tem sido atualizado com as sugestões de vários utilizadores Bankinter Gold - devo gastar 200€ mês (f

    É verdade, é necessário fazer essa checklist, mas depois, pela minha experiência é mecânico. Eu não tenho todos os cartões por isso talvez seja mais fácil. De momento, para "espremer" esse CB esta é a

    Aproveitei uma tabela que um user criou em 2019 e atulizei com os dados dos cartões de crédito que dão cashback em 2020. https://docs.google.com/spreadsheets/d/1-gxba3qSIC4drpDD3bg4bmlxfmqcv-U-4Q

    Posted Images

    Visitante Rui Mateus

    Boa tarde,

    Utilizando o exemplo do cartão Unibanco com o mealheiro, o cálculo que estou a fazer é de 5,25% de cashback, uma vez que, por exemplo, para uma compra anual de €100, recebes no final do ano €5 + (€5 x 5%) = €5 + €0,25 = €5,25, ou seja, o cashback é de 5,25%, que se recebe no final do ano.

    Estou a fazer algum cálculo ou raciocínio errado?

    Cumprimentos.

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    há 3 horas, Supermaxim disse:

    Relativamente ao revolut e ao monese alguém pode confirmar se os top ups geram cashback nos cartões Universo, Affinity e Deco? E acumulam pontos no Wizink e Unibanco?

    Os únicos top ups que acumulam cashback no Universo são os com o moey.

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    On 9/21/2019 at 10:42 AM, megamaster said:

    Ilegal! Quando o cartão é engolido pela máquina, por lei, está-se isento de pagar comissão de substituição. Isto está até em nota nos preçários todos

    Obrigado pela resposta.

    Dando continuidade à saga... Depois de falar com essa senhora, que me tratou pessimamente, liguei novamente no dia seguinte e tentei resgatar o cartão (que consegui).

    Fui a tentar utilizá-lo novamente... retido.

    Ligo para a Cetelem, informam-me que tinha de os avisar e pedir o desbloqueio. Vou então buscar novamente o cartão à mesma agência, sob autorização deles.

    Fui a tentar utilizá-lo novamente depois de solicitar o desbloqueio... retido!

    Ligo para a Cetelem, com a paciência a 0 a este ponto, e finalmente reconheceram ser falha no cartão. Parece que terei mais 2 meses de espera. Que excelente experiência.

    Cumprimentos.

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    há 4 horas, FreeAtMind disse:

    Mesmo que alguns possam dar, corres o risco de vir a ter um cartão de crédito cancelado, bem como teres o Revolut, Xoom, Paypal,  etc a cancelarem a conta também, isso vai dar problemas em pouco tempo, será que vale o risco.

    Podes sempre testar e ver se dá resultado @Supermaxim.

    Eu nisso não arrisco mais, vou passar a uma utilização sempre dentro dos plafonds e a fazer top ups só quando necessitar. Numa utilização normal já consigo ir buscar a maioria do cashback de qualquer das formas, por isso prefiro ter todos a dar um pouco, ordenhar a vaca sem secar o leite.

    Sinceramente acho que é um bocado de dramatismo excessivo. Acho que há é que usar com moderação, mas compreendo que alguém que já tenho tido problemas vá ter uma maior precaução de futuro.

    Eu nunca tive qualquer problema relacionado com top ups ou carregamentos pontuais

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    Boas, apercebi-me hoje que 3 abastecimentos que fiz este mês usando o Curve direcionado para o Universo, deu 3,26%, parece ser sempre multiplos de 4 cêntimos mas também não consegui encontrar correlação com os litros abastecidos num dos casos.

    Alguém sabe o que é isto? Só conheço os descontos na GALP, este foram abastecimentos no Pingo Doce e BP

     

    Já agora, cobraram os 0,5€ de taxa

    Editado por joaoleonardo
    • Obrigado 1
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    1 hour ago, megamaster said:

    Sinceramente acho que é um bocado de dramatismo excessivo. Acho que há é que usar com moderação, mas compreendo que alguém que já tenho tido problemas vá ter uma maior precaução de futuro.

    Eu nunca tive qualquer problema relacionado com top ups ou carregamentos pontuais

    Realmente é um pouco, mas faço a ressalva que é o que eu vou fazer.

    Quem costuma perguntar não é para um uso esporádico e com moderação.

    Saber o que pode acontecer antes é sempre uma vantagem.

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    há 1 hora, joaoleonardo disse:

    Boas, apercebi-me hoje que 3 abastecimentos que fiz este mês usando o Curve direcionado para o Universo, deu 3,26%, parece ser sempre multiplos de 4 cêntimos mas também não consegui encontrar correlação com os litros abastecidos num dos casos.

    Alguém sabe o que é isto? Só conheço os descontos na GALP, este foram abastecimentos no Pingo Doce e BP

     

    Já agora, cobraram os 0,5€ de taxa

    Boas,
    Não sabia que o Pingo Doce e a BP também davam esses 3,26%. Só sabia da GALP porque uso 2 cartões, um para usar o desconto do Continente e outro para pagar (um cartão é meu e outro é da minha esposa).
    Há uns tempos fiz as contas e até coloquei uma cábula na minha carteira, que partilho aqui convosco, i.e., compensa mais pagar desta forma enquanto o combustível estiver acima de 1,23€ para abastecimentos de 60 Litros. Se abaixo de 60 Litros, só compensa se a factura for superior a 73,85€. Assim, acima destes valores, pago com um cartão Universo diferente do do desconto do Continente e abaixo destes pago com o mesmo Cartão Universo, que dá 0,04€ por litro, se for o combustível evologic.
    Para não apanhar a taxa dos 0,50€ pago na modalidade Débito. Nunca experimentei pagar com o Curve para ver se aparece a modalidade Débito no terminal de pagamento, mas penso que não dá, visto que é uma especificidade do próprio cartão.

    Editado por contadoc
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    há 18 horas, FreeAtMind disse:

    Já falaram aqui disso e disseram que continua a dar, aderi a pouco está para chegar o cartão a casa, já recebi o PIN. Já cancelei o débito direto da DECO e não pretendo ser associado, pelo menos para já, a não ser que me compense pelas poupanças. Aderi para ter o DECO+ para ter uns 6 cêntimos extra na CEPSA, com a campanha deles para novos associados de 2 meses por 2€. 

    Algo que não se fala é que se pode ser só sócio deles, sem ter as revistas, já tive assim durante uns anos, paga-se apenas uma anuidade em janeiro de uns 10€, não sei quanto é ao certo. Penso que assim teríamos todos os benefícios sem os custos elevados das revistas.

    Sempre é possível ser sócio deles sem as revistas???

    Quer dizer não enviarem para casa a versão em papel. Porque acho que é possível ter acesso a versão digital.

    Também estava interessado em aderir ao cartão credito deles, se pagasse esses tais 10€ anuais.

     

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    15 minutes ago, blueray said:

    Sempre é possível ser sócio deles sem as revistas???

    Quer dizer não enviarem para casa a versão em papel. Porque acho que é possível ter acesso a versão digital.

    Também estava interessado em aderir ao cartão credito deles, se pagasse esses tais 10€ anuais.

     

    Podes aderir online na página da DECO, pagas o primeiro mês 2€ por débito directo, depois de estar pago no segundo mês cancelas o débito direto e só ficas só a ter o cartão, nem sequer tem anuidade no cartão da DECO Unicre, quanto a seres sócio da DECO podes ficar se quiseres, nem é necessário para ter o cartão. 

    Sim, é possível ser sócio sem as revistas deles, tens é que pedir isso, acho que tem de ser por escrito. Fui para aderir numa loja da DECO e tinha que pagar 25€ de jóia e a anuidade, etc, online são 2€, a senhora disse-me para aderir online, quando disse que era caro.

    • Obrigado 1
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    A winzink enviou-me alterações ao contrato:

    Citação

    Redação a partir de 1 de dezembro de 2019:
    O Cartão pode ser utilizado na aquisição de bens e serviços, devendo o Titular apresentar o
    mesmo devidamente assinado, conferindo e validando as operações através de introdução de
    PIN ou, em alternativa, assinando a fatura ou comprovativo apresentado pelo
    comerciante/prestador de serviços em conformidade com o formulário Visa (nos casos em que a
    validação através de PIN não seja possível), devendo guardar uma cópia do talão. O Cartão
    pode ser igualmente utilizado para levantamento de dinheiro nas caixas automáticas da rede
    Visa, mediante a introdução do PIN, ou em estabelecimentos bancários. O Titular poderá ainda
    utilizar o Cartão em transações contactless sem a introdução do PIN. Em território nacional e
    nos demais países do Espaço Económico Europeu, o montante máximo por operação de
    pagamento sem introdução de PIN é € 20 (vinte euros) e o valor global das transações
    contactless sucessivas é € 150 (cento e cinquenta euros)
    . Fora do Espaço Económico
    Europeu, as transações contactless de baixo valor estão limitadas ao número máximo de 2
    (duas) transações sucessivas por cada período de 24 horas, sendo que o valor máximo por
    transação poderá depender do país em questão. Nas transações por via postal ou ordenadas
    pelo telefone (“mail orders” e “telephone orders”) ou Internet, o Titular é obrigado a indicar o
    código de segurança, de acordo com a determinação das regras da VISA International, que
    corresponde aos três últimos dígitos impressos no verso do Cartão, ao lado direito da assinatura
    do Titular. A detenção e utilização do Cartão pelo Titular devem ser efetuadas de acordo com as
    regras e procedimentos definidos no presente Acordo, cujo cumprimento pelo Titular permitirá,
    em condições normais, prevenir e evitar qualquer utilização ilícita, abusiva ou deficiente do
    Cartão.

    Sabem se isto são alterações do funcionamento CONTACTLESS a nível europeu que vão abranger todos os cartões?

    O problema é que os seguros dos cartões tem sempre uma franquia de 100 ou 150 euros, pelo que, em caso de uso abusivo, o cliente está sempre tramado ?

    Usam contactless? Estou a pensar desactivar pelo menos no meu COFIDIS (que é o cartão que sempre uso)

    Editado por Marco Lopes
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    há 8 minutos, Marco Lopes disse:

    A winzink enviou-me alterações ao contrato:

    Sabem se isto são alterações do funcionamento CONTACTLESS a nível europeu que vão abranger todos os cartões?

    O problema é que os seguros dos cartões tem sempre uma franquia de 100 ou 150 euros, pelo que, em caso de uso abusivo, o cliente está sempre tramado ?

    Usam contactless? Estou a pensar desactivar pelo menos no meu COFIDIS (que é o cartão que sempre uso)

    Também recebi essa info relativamente ao Wizink, não uso o contactless dos meus cartões (tento evitar)

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    há 46 minutos, Marco Lopes disse:

    Não usas ou DESABILITAS a opção? É que tu não usas, mas alguém mais pode usar!...

    Pois, devia desactivar.. Comigo só anda o cartão Black (não tem contactless e tenho os 3 digitos tapados) e Universo (contactless) na carteira, o resto (Affinity, Unibanco) fica em casa e o Wizink só o levo quando viajo.

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    há 2 horas, nunorfa disse:

    Uso frequentemente o contactless pela facilidade que isso me dá, mas também uso uma carteira daquelas metálicas que protege contra roubos desse tipo!!

    EU não me preocupo tanto com o "roubo electrónico", mas sim PERDER o cartão, e quem encontrar roubar-me 150 EUROS através do contactless!!!!!

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    há 23 horas, FreeAtMind disse:

    Algo que não se fala é que se pode ser só sócio deles, sem ter as revistas, já tive assim durante uns anos, paga-se apenas uma anuidade em janeiro de uns 10€, não sei quanto é ao certo. Penso que assim teríamos todos os benefícios sem os custos elevados das revistas.

    Eu sou sócio da Deco sem as revistas. Este ano paguei 9,38 EUR.

    Já o sou desde 2014, mas não recordo de ter pago jóia (alías tenho a certeza que não paguei, mas não me recordo dos detalhes do processo. Apenas sei que na altura pagava-se 8.52 EUR). Nesses tempos idos o cartão da Deco dava 1% de cashback em compras e serviços!

    Editado por pavh_rm
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    46 minutes ago, pavh_rm said:

    Eu sou sócio da Deco sem as revistas. Este ano paguei 9,38 EUR.

    Já o sou desde 2014, mas não recordo de ter pago jóia (alías tenho a certeza que não paguei, mas não me recordo dos detalhes do processo. Apenas sei que na altura pagava-se 8.52 EUR). Nesses tempos idos o cartão da Deco dava 1% de cashback em compras e serviços!

    Ainda hoje aparece na página: https://www.deco.proteste.pt/info/os-nossos-servicos/quanto-custa-assinar

    Citação: "Na subscrição PROTESTE está incluída a quota anual DECO de 7,45 euros. A quota DECO para não subscritores é de € 9,38 e implica o pagamento de uma joia de € 25, para despesas de manutenção do ficheiro (primeiro ano)."

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    há 8 horas, Marco Lopes disse:

    A winzink enviou-me alterações ao contrato:

    Sabem se isto são alterações do funcionamento CONTACTLESS a nível europeu que vão abranger todos os cartões?

    O problema é que os seguros dos cartões tem sempre uma franquia de 100 ou 150 euros, pelo que, em caso de uso abusivo, o cliente está sempre tramado ?

    Usam contactless? Estou a pensar desactivar pelo menos no meu COFIDIS (que é o cartão que sempre uso)

    Isso parece um problema de advogados a escreverem sem perceber bem do assunto. O que muda é que em países que permitiam mais de 150€ sem PIN passam a ter esse limite de 150€. Em países como Portugal onde se está limitado a 20€ por transação, 60€ cumulativo, nada muda

    Já agora, por contactless, em países que usem outras moedas não é apresentado o ecrã de DCC, pelo que não há qualquer risco de sermos cobrados noutras moedas com as taxas de câmbio exorbitantes que resultam disso

    Editado por megamaster
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    há 43 minutos, megamaster disse:

    Isso parece um problema de advogados a escreverem sem perceber bem do assunto. O que muda é que em países que permitiam mais de 150€ sem PIN passam a ter esse limite de 150€. Em países como Portugal onde se está limitado a 20€ por transação, 60€ cumulativo, nada muda

    Já agora, por contactless, em países que usem outras moedas não é apresentado o ecrã de DCC, pelo que não há qualquer risco de sermos cobrados noutras moedas com as taxas de câmbio exorbitantes que resultam disso

    Mau... eu apenas transcrevi o TEXTO das novas condições... se interpretei de forma errada, poderias apenas apontar isso... e não insinuar que estou para aqui a debitar textos e conclusões "à moda de um advogado"

    REDAÇÃO AINDA EM VIGOR

    Citação

    Redação atual:
    O Cartão pode ser utilizado na aquisição de bens e serviços, devendo o Titular apresentar o
    mesmo devidamente assinado, conferindo e validando as operações através de introdução de
    PIN ou, em alternativa, assinando a fatura ou comprovativo apresentado pelo
    comerciante/prestador de serviços em conformidade com o formulário Visa (nos casos em que a
    validação através de PIN não seja possível), devendo guardar uma cópia do talão. O Cartão
    pode ser igualmente utilizado para levantamento de dinheiro nos caixas automáticos da rede
    Visa, mediante a introdução do PIN, ou em estabelecimentos bancários. Em território nacional, o
    montante máximo por operação de pagamento sem introdução de PIN é € 20 (vinte euros) e o
    valor global das transações contactless sucessivas é € 60 (sessenta euros). No estrangeiro, as
    transações contactless de baixo valor estão limitadas ao número máximo de 2 (duas) transações
    sucessivas, sendo que o valor máximo por transação dependerá do país em questão.
    Nas
    transações por via postal ou ordenadas pelo telefone (“mail orders” e “telephone orders”) ou
    Internet, o Titular é obrigado a indicar o código de segurança, de acordo com a determinação
    das regras da VISA International, que corresponde aos três últimos dígitos impressos no verso
    do Cartão, ao lado direito da assinatura do Titular. A detenção e utilização do Cartão pelo Titular
    devem ser efetuadas de acordo com as regras e procedimentos definidos no presente Acordo,
    cujo cumprimento pelo Titular permitirá, em condições normais, prevenir e evitar qualquer
    utilização ilícita, abusiva ou deficiente do Cartão.

    NOVA REDAÇÃO

    Citação

    Redação a partir de 1 de dezembro de 2019:
    O Cartão pode ser utilizado na aquisição de bens e serviços, devendo o Titular apresentar o
    mesmo devidamente assinado, conferindo e validando as operações através de introdução de
    PIN ou, em alternativa, assinando a fatura ou comprovativo apresentado pelo
    comerciante/prestador de serviços em conformidade com o formulário Visa (nos casos em que a
    validação através de PIN não seja possível), devendo guardar uma cópia do talão. O Cartão
    pode ser igualmente utilizado para levantamento de dinheiro nas caixas automáticas da rede
    Visa, mediante a introdução do PIN, ou em estabelecimentos bancários. O Titular poderá ainda
    utilizar o Cartão em transações contactless sem a introdução do PIN. Em território nacional e
    nos demais países do Espaço Económico Europeu, o montante máximo por operação de
    pagamento sem introdução de PIN é € 20 (vinte euros) e o valor global das transações
    contactless sucessivas é € 150 (cento e cinquenta euros)
    . Fora do Espaço Económico
    Europeu, as transações contactless de baixo valor estão limitadas ao número máximo de 2
    (duas) transações sucessivas por cada período de 24 horas, sendo que o valor máximo por
    transação poderá depender do país em questão. Nas transações por via postal ou ordenadas
    pelo telefone (“mail orders” e “telephone orders”) ou Internet, o Titular é obrigado a indicar o
    código de segurança, de acordo com a determinação das regras da VISA International, que
    corresponde aos três últimos dígitos impressos no verso do Cartão, ao lado direito da assinatura
    do Titular. A detenção e utilização do Cartão pelo Titular devem ser efetuadas de acordo com as
    regras e procedimentos definidos no presente Acordo, cujo cumprimento pelo Titular permitirá,
    em condições normais, prevenir e evitar qualquer utilização ilícita, abusiva ou deficiente do
    Cartão.

    Agora, diz-me lá como é que EM PORTUGAL fica tudo na mesma...

    A nova redacção diz CLARAMENTE que o NOVO LIMITE acumulado de transacções na U.E. é de 150 EUROS!

    Editado por Marco Lopes
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    há 31 minutos, Marco Lopes disse:

    Mau... eu apenas transcrevi o TEXTO das novas condições... se interpretei de forma errada, poderias apenas apontar isso... e não insinuar que estou para aqui a debitar textos e conclusões "à moda de um advogado"

    Estou a falar precisamente dos advogados que escreveram o texto! ?

    Se alguém quiser tirar a prova dos nove basta fazer transações sucessivas inferiores a 20€ e ver o PIN ser pedido muito antes dos 150€. Tal como na maior parte das coisas a nova regra europeia apenas estabelece um limite máximo de 150€, não diz que não pode ser menos de 150€. Em Portugal sempre foi 20€/60€. Mesmo que a wizink estabeleça um limite de 150€, como o limite das redes de pagamento em Portugal são os 60, o limite deles não é relevante

    Editado por megamaster
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    há 18 horas, FreeAtMind disse:

    O que acontece é que está a “emprestar dinheiro” ao Unibanco a 5% quando eles emprestam aos clientes a 16%.

    Não é bem assim?. Não querendo ir para cálculos mais exatos/complexos, eles emprestam a 16% ao ano, 1.33% mês. Se é verdade que no primeiro mês de mealheiro serão 5% ao ano, vai rendendo progressivamente mais e o dinheiro acumulado no último mês vai render 5% num mês! Harmonizando isso pelos meses vai dar quase os 16% que eles cobram

     

    Quanto ao resto, nem sequer alguma vez me ocorreu pensar no mealheiro bónus como uma forma de cashback, pois é óbvio que nessa lógica não faz sentido. Sendo que controlo o mealheiro com top Ups apenas, nunca tenho dinheiro empatado para além do que está no próprio mealheiro, equiparando o mealheiro a depósitos a prazo, certificados de aforro e afins.

    Se alguém souber de outra forma de ter dinheiro parado mais rentável pf partilhem

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